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MISSÕES

"Mantenha suas ferramentas prontas. Deus lhe indicará a sua tarefa."

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                                                       PENSAMENTOS SOBRE MISSÕES

 

“Mantenha suas ferramentas prontas. Deus lhe indicará a sua tarefa."  

PAUL E. HOLDCRAFT

 

“Eu vou descer, mas vocês não se esqueçam que devem segurar as cordas.”

WIILIAM CAREY

 

“Cada coração com Cristo é um missionário, e cada coração sem Cristo é campo missionário.”

DICK HILLS

 

“Deus só teve um filho, e Ele foi um missionário.”

DAVID LIVINGSTONE

 

“Oramos: ‘venha o Teu reino’, mas nunca dizemos: ‘envia-me a mim!’”.”

OSWALD SMITH

 

“Propus-me não parar jamais até chegar ao fim e haver terminado a minha tarefa.”

DAVID LIVINGSTONE

 

“O mundo é a minha paróquia.”

JOHN WESLEY

 

“Se Deus o deseja trabalhando nos campos missionários, nem seu dinheiro, nem suas orações jamais poderão ser substitutos aceitáveis.”

HUDSON TAYLOR

 

“A questão não é se morreremos, mas se morreremos de modo a produzir muito fruto.”

JOHN PIPER

 

“É possível que minha vida seja poupada; se for, com que ardor continuarei meu trabalho! Se não for poupada – a vontade dele será feita.”  

ADONIRAM JUDSON

 

“O principal requisito de um missionário não é, como temos ouvido tantas vezes, ter paixão pelos perdidos, mas ter amor por Cristo.” 

VANCE HAVNER

 

“O único entre os doze apóstolos que não se tornou missionário veio a ser um traidor.” 

ADAMS BROWN

 

“Não me importei onde ou como eu vivia, nem quais provações tive de atravessar, contanto que assim pudesse ganhar almas para Cristo.”

DAVID BRAINERD

 

“Não ouso ficar em casa.”

JIM ELLIOT

 

“Dá-me a Escócia, ou morro.”

JOHN KNOX

 

FONTE: http://www.gracaesaber.com/blog

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Missionários são brutalmente assassinados na Jamaica

Postado em: 05-05-2016Imagem redimensionada

Por volta do meio-dia no sábado (30), os moradores da comunidade Boscobel, St. Mary, na ilha caribenha da Jamaica, ficaram chocados ao se deparar com o corpo amarrado - e já sem vida - do missionário Randy Hentzel, de 48 anos.

Já no domingo (1º), por volta das 16h, foi encontrado o corpo do colega de Hentzel, missionário Harold Nichols, de 53 anos. Sua cabeça teria sido esmagada.

A última vez que alguém os viu vivos, de acordo com o jornal 'Jamaica Observer', foi no sábado pela manhã, quando os dois homens, que trabalhavam como missionários para as equipes da 'Medical Missions' com base na Pennsylvania (EUA), estavam indo por uma trilha na área de Albion, uma montanha da ilha. A polícia diz que eles alugaram motocicletas em Ocho Rios antes da viagem fatídica.

A esposa de Nichols, Teri, que também vive na ilha, disse ao 'RJR News' que ele estava indo visitar o local que seria usado para a construção de uma casa para uma mulher dentro de uma semana.

"Ele estava construindo uma casa para uma mulher dentro de uma semana. E ele iria para verificar se a fundação estava concluída e falar com a mulher que iria receber a casa", disse a viúva do missionário, de luto. "Eu acredito que Randy queria cuidar de alguém que estava na sua escola bíblica que estava extremamente necessitada de uma casa. Eles estavam indo para saber mais sobre a situação dela [no sábado] pela manhã. Eles foram e simplesmente não voltaram mais".

A missionária Fellow Merlin Pratt confirmou a história de Teri com um comentário no Facebook.

"É trágica a notícia vinda da Jamaica. O nosso querido amigo, missionário Harold Nichols e seu colega de equipe, missionário Randy Hentzel, foram assassinados ontem nas montanhas de St. Mary Parish. Eles estavam a caminho para verificar o fundamento de uma casa em breve, que ser construída para pessoas necessitadas", escreveu Pratt. "Por favor, orem pela esposa de Harold, Teri Marie Nichols, pela esposa de Randy, Sarah, e seus três filhos. Harold e Randy foram ambos grandes homens de Deus, que apenas amavam a Jamaica, seu povo e amavam servir ao Senhor Jesus Cristo. Que a paz de Cristo envolva as famílias, as comunidades e a Igreja. Estamos gratos que outros missionários estejam próximos, oferecendo o que podem neste momento terrível".

O Vice-Superintendente da Polícia, Dwight Powell disse ao 'Observer' que o corpo de Hentzel foi encontrado com a face virada para baixo e com as mãos amarradas por um pedaço de pano - que acredita-se que tenha sido arrancado de sua camisa. Uma das motocicletas alugadas foi encontrada ao lado de seu corpo. A segunda moto foi encontrada a cerca de 60 metros de distância do corpo de Hentzel. Mas Nichols ainda estava desaparecido, até então.

Buscas

Com a ajuda de cerca de 70 moradores e cães de busca, por volta das 7h do último domingo, a polícia lançou uma caçada frenética em busca do missionário desaparecido e encontrou o corpo de Nichols cheio de marcas de agressões, horas mais tarde.

"Marcas de violência foram vistas [no corpo de Nichols] ... Eles eram missionários e já estariam vivendo na Jamaica há mais de 14 anos, realizando muitas ações de trabalho humanitário. Eles iam ajudar pessoas com a construção de casas e com uma equipe médica que regularmente vem do exterior", disse o superintendente Powell ao The Gleaner.

De acordo com as equipes do site oficial da 'Medical Missions', o ministério começou atuar em 1990, liderado pelo Pastor John Jameson e pelo médico John M. Kauffman Jr. como um esforço para prestar serviços na área de saúde para os necessitados na área da Baía rural de Robin, na Jamaica. Como o passar dos anos, no entanto, o esforço se expandiu para fornecer cuidados de saúde gratuitos em clínicas do governo e igrejas locais em outras cidades.

Os missionários também se envolveram em ações de evangelismo , além de atender às necessidades físicas dos necessitados. Eles recentemente haviam começado a trabalhar com o programa de reforma e construção de casas e que beneficiou muitas pessoas, de acordo com o 'Jamaica Observer'.

"Eles fazem o estudo da Bíblia em suas casas; todos os dias as crianças vão para lá", um representante político para a Divisão de Boscobel, Fitzroy Wilson, disse ao Observer. "Trabalhei com ele [Nichols] durante os últimos seis ou sete anos".

Joshua Polacheck, um representante da Embaixada dos EUA em Kingston, Jamaica, chamou as mortes dos missionários de "horrível" e disse que eles estavam ansiosos por ver a justiça se cumprindo rapidamente.

"Estamos tristes pelas mortes horríveis dos dois missionários norte-americanos. Eles não estavam apenas nos visitando, mas estavam sendo como pilares de ambas as comunidades durante anos", disse Polacheck. "O embaixador tem estado em contato com os mais altos níveis de segurança daJamaica, e nós estamos esperando por uma solução rápida para esta questão e que os assassinos sejam encontrados e levados à justiça."



Fonte: Guia-me, VIA: http://folhagospel.com

 

 


 

 

Missões ao mundo islâmico

Por Dr.Alderi Souza de Matos

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  1. Alcançáveis ou não?
    Existe uma percepção no Ocidente de que os muçulmanos são difíceis de ser alcançados para Cristo. O fato é que historicamente as igrejas têm investido pouco no mundo islâmico, em termos comparativos. Porém, a experiência mostra que os muçulmanos são alcançáveis.


No Norte da África não há nenhuma igreja cristã reconhecida como tal, mas somente grupos que funcionam de forma subterrânea (Líbia, Tunísia, Argélia, Marrocos, Mauritânia). Já no Oriente Médio existe um número considerável de cristãos e igrejas em vários países islâmicos, tais como Egito, Jordânia, Síria e Iraque. No Líbano, cerca de 50% da população é cristã. No Líbano, Egito e Jordânia existem igrejas de todas as denominações, escolas e universidades cristãs, livrarias cristãs e programas radiofônicos cristãos.


A maioria dos que têm se convertido a Cristo no Norte da África são berberes, tribos que foram forçadas a aceitar o islã. Numa aldeia dessa região houve um avivamento em que durante três anos cerca de 300 pessoas se converteram a Cristo. Raimundo Lúlio, um missionário espanhol, trabalhou nessa região no século 13. Ele escreveu: “Os muçulmanos só podem ser ganhos para Cristo através do suor, das lágrimas e ainda da morte”.


2. Perseguição
As perseguições fazem parte rotineira da vida dos cristãos que vivem no mundo muçulmano. Elas podem se manifestar de várias maneiras. (1) Perseguição de indivíduos: perda da família, emprego, status, identidade e nacionalidade (por exemplo, na Malásia). (2) Perseguição por grupos fundamentalistas: destroem igrejas, queimam negócios de cristãos, matam líderes (por exemplo, no Egito). (3) Perseguição como política do Estado: Egito, Malásia, Irã, Arábia Saudita, Paquistão, Nigéria, Sudão. (4) Opressão do cristianismo por parte de operações islâmicas internacionais. (5) Perseguição promovida pela atividade dos cristãos ocidentais. Exemplos: ações impensadas de missionários e igrejas, invasão do Iraque pelos Estados Unidos, apoio incondicional do Ocidente a Israel.


3. Barreiras
Há alguns fatores que dificultam a aceitação do cristianismo pelos muçulmanos: (a) Não encontram respeito, aceitação e amor entre os cristãos: os muçulmanos são sinceros em sua busca de Deus, oram regularmente, jejuam. (b) Eles têm uma idéia errônea sobre o cristianismo: pensam que os cristãos são imorais, que bebem muito e se embriagam, etc. (c) Os muçulmanos ligam o islamismo com a cultura e a nacionalidade: deixar o islã é ser um traidor do seu país ou povo; é preciso mostrar-lhes que o cristianismo não é uma religião ocidental, mas teve origem no Oriente. (d) Medo da perseguição: quase sempre a aceitação do cristianismo implica em algum tipo de sofrimento. (e) Precisam ter uma boa razão para abandonar o islamismo e abraçar a fé cristã. É necessário apresentar-lhes Cristo acima de tudo. A relação pessoal entre Deus e o ser humano e o seu amor pela humanidade é a grande diferença entre o islã e o cristianismo.


4. Preparação de obreiros
Existem alguns passos a serem dados na preparação das pessoas para trabalhar entre os muçulmanos: (1) Estudar a Bíblia e suas doutrinas com profundidade (não tentar destruir o Alcorão); (2) Estudar apologética (argumentos de defesa da fé cristã); (3) Estudar sobre aconselhamento (oportunidade especial para mulheres); (4) Ter uma profissão e um título (algo valorizado nas culturas islâmicas); (5) Começar entre os muçulmanos que vivem no nosso próprio país; (6) Ter um relacionamento de amizade sincera; (7) Orar por eles.


5. Estratégias
É importante utilizar abordagens que revelem sensibilidade cultural. Por exemplo, usar o Corão como uma ponte. O Corão tem alguns versos magníficos sobre Jesus, onde ele é apresentado como um grande profeta e alguém muito próximo de Deus. Jesus é chamado “a Palavra de Deus” (4:171) e “o Espírito de Deus” (2:87). Atribuem-se a ele as seguintes palavras: “A bênção de Deus está sobre mim aonde quer que eu vá” (19:30). Também pode ser traduzido como: “Deus me fez abençoado onde quer que eu esteja”. No Corão, Jesus é o único profeta que ressuscita os mortos. Também se faz menção dos seus milagres e curas e do seu nascimento virginal. Virtualmente todos os convertidos do islã dizem que o Deus que eles conheciam de modo distante no Corão eles agora conhecem mais plenamente em Jesus Cristo.


Muitas pessoas tratam o islã como se fosse um bloco monolítico, deixando de considerar que ele ostenta uma enorme diversidade. Isso significa que existem diferentes graus de resistência ao cristianismo e que os métodos evangelísticos a serem utilizados devem diferir de um grupo para outro. Por exemplo, o número de muçulmanos abertos para o cristianismo na Indonésia, o maior país islâmico do mundo, é muito grande. Uma estratégia frutífera tem sido enviar cristãos árabes para trabalhar na Indonésia, ensinando o árabe e pregando o evangelho. Na Arábia Saudita, tem sido considerável o impacto dos cristãos coreanos, algo intrigante para os sauditas.


6. Vantagens dos latinos
Os latinos têm algumas vantagens como obreiros para o mundo muçulmano: (a) São mais flexíveis que os anglo-saxões, por exemplo, na maneira de encarar o uso do tempo (os árabes podem gastar três para tomar chá e conversar); (b) A hospitalidade latina é semelhante à árabe; (c) Os latinos valorizam o grupo e são menos individualistas que os povos do hemisfério norte; (d) Os árabes, como os latinos, dão muita importância à posição social, aparência e títulos pessoais; (e) Existem também as semelhanças no aspecto físico.


Referências:
· Federico A. Bertuzzi (ed.). Rios no Deserto: palestras sobre evangelização de muçulmanos. São Paulo: Editora Sepal, 1993. Primeira Consulta Latina de Evangelização de Muçulmanos, 10-13 abril 1990, Orlando, Flórida.

· Ralph D. Winter e Steven C. Hawthorne (eds.). Missões Transculturais. São Paulo: Mundo Cristão, 1987.

 

Fonte: http://cpaj.mackenzie.br/historiadaigreja/Temas_Diversos

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Missão e evangelização urbanas

 Por Raimundo M. Montenegro Neto

Missão e evangelização urbanas

Texto básico: Lucas 8.26-39

Leitura diária
D Cl 1.13-23 O poder soberano e redentor
S Mt 17.14-21 Um jovem curado por Cristo
T Lc 4.16-19,31-37 Jesus confirma o seu ministério
Q Ef 6.10-20 Revestindo-nos da armadura
Q Jo 8.31-47 Só Jesus pode libertar
S Mt 22.1-14 A bodas e os marginalizados
S Ef 2.1-10 Do pecado à glória da salvação

Introdução

Há muitos desafios à tarefa das missões urbanas; talvez os maiores estejam relacionados ao preconceito que costumamos ter contra certas pessoas. Isso forma uma espécie de “barreira humana”. Nas cidades, tais barreiras nos saltam mais aos olhos, pois há pessoas que são consideradas indesejáveis ou pelo menos ignoradas no cotidiano urbano. Como devemos agir para com esses seres humanos, segundo a Palavra de Deus?

Para a nossa reflexão sobre a missão e a evangelização urbanas, analisemos o episódio da cura efetuada pelo Senhor Jesus no geraseno endemoninhado. Podemos extrair desse episódio alguns princípios gerais que nos orientem na nossa tarefa de evangelização em nossa cidade.

 I. A cura do endemoninhado geraseno

Assim que Cristo e os seus discípulos desembarcaram no Mar da Galiléia, na terra dos gerasenos, foi ao seu encontro um homem possuído por demônios, que havia tempos vivia em condições animalescas, sem roupas e que residia nos sepulcros. Ao ver o Filho de Deus, o reconheceu escandalosamente e lhe rogou que não o perturbasse, pois Cristo havia ordenado aos espíritos imundos que saíssem dele (vs.26-29). Identificando-se como Legião, em resposta à pergunta do Senhor Jesus, os demônios solicitaram permissão para entrar nos porcos que pastavam ali próximo. Após a permissão do Senhor, os demônios entraram na manada, o que resultou na precipitação dela despenhadeiro abaixo, rumo ao mar, fato que espantou os porqueiros, os quais foram narrar o ocorrido na cidade e pelos campos (vs.30-34). Tendo ouvido o relato, o povo foi verificar o ocorrido e se espantou ao ver o antigo endemoninhado em perfeita sanidade, aos pés de Cristo. O fato ocorrido foi confirmado por outras testemunhas, mas os gerasenos, amedrontados pelos relatos e pela visão do homem recuperado, rogaram ao Filho de Deus que se retirasse daquele lugar, pelo que Cristo voltou ao barco (vs.35-37). O homem que fora curado pelo Senhor pediu permissão para segui-lo, mas Jesus o despediu dizendo que ele deveria voltar para a sua casa e anunciar aos seus familiares o que Deus fizera; então aquele homem passou a anunciar por toda a cidade tudo o que Cristo havia feito (vs.38,39).

Esse relato bíblico é impressionante, pois apresenta muitos dados incomuns, não apenas quanto à anormalidade da presença e da atuação demoníacas, mas também quanto ao fato de Jesus ter sido evidenciado como Messias através dos espíritos imundos. Comumente os demônios o reconheciam rápida e publicamente (Mc 1.24), o que não é uma virtude em si, mas a confirmação incontestável de uma verdade (Tg 2.19): Cristo tem absoluto poder sobre todos os seres, homens e anjos, fiéis e rebeldes (Mt 28.18; Cl 2.10). Certamente tais manifestações serviam para evidenciar a singular autoridade do Senhor como o Messias (Lc 4.18,19,33-37). Essa autoridade foi compartilhada

em alguma medida com os apóstolos e discípulos missionários, responsáveis pela implantação do Cristianismo (Lc 10.9; Mt 17.16-18,21), ainda que eles não a possuíssem na mesma medida, pois neles era apenas delegada. Além desse papel confirmador de Jesus como o Messias, não se deve negar que o poder espiritual do mal exerça influência devastadora no mundo sem Cristo. Ainda que as formas de atuação malignas não precisem ser obrigatoriamente as mesmas, as finalidades continuam sendo manter os pecadores sem Cristo nas trevas espirituais (2Co 4.4,5), conservando-os mortos (1Jo 5.19) na escravidão moral do pecado (1Jo 3.8; Jo 8.34,44). Vejamos agora como esse relato nos ensina importantes princípios para a evangelização nos centros urbanos.

 II. O evangelho como causa eficiente

Analisando o texto, destacamos o poder eficiente que Cristo tem para transformar a vida das pessoas. Os efeitos da ação salvadora que o Senhor Jesus produz podem ser mais claramente percebidos no grande contraste experimentado por aqueles que foram libertos da escravidão do pecado através do encontro com o Filho de Deus. O anúncio do evangelho é o meio através do qual o próprio Redentor se revela aos homens (Jo 5.39) atraindo-os para uma relação graciosa com Deus (Jo 1.12; Gl 3.26), com todas as graças daí decorrentes, desde a salvação (Rm 1.16) da condenação dos pecados até à nossa glorificação (1Pe 1.5-7), passando pela salvação do poder escravizador dos pecados (1Pe 1.23).

As ações do Estado e dos cidadãos podem trazer alguns benefícios às pessoas, mas o farão apenas na esfera natural, preservando a manutenção digna das relações sociais (Rm 12.18; 13.4). Contudo, essas ações não têm poder para produzir eficiente mudança no coração das pessoas (seus desejos malignos e as suas práticas pecaminosas); a ação humana, inclusive a sua religiosidade, apenas consegue coibir parcialmente a manifestação das malignidades que estão nos corações (Mt 23.27,28), mas sem efetivar a mudança interior e sobrenatural que só o evangelho pode produzir (Ef 1.13). Essa convicção de que o evangelho é o poder de Deus para salvar e libertar pecadores deve nos motivar e acompanhar a fim de realizarmos a tarefa de evangelização em uma sociedade que, estando sob trevas e perdida espiritualmente, ainda terá muitas pessoas libertas e salvas do maligno poder escravizador do pecado (Cl 1.13). Esse é o poder que o evangelho (1Jo 3.8,9) tem de transformar vidas, unindo-as a Cristo Jesus (2Co 5.17), salvando-as da condenação dos pecados exclusivamente pela soberana graça divina (Ef 2.8,9) e reconciliando-as com Deus (Rm 5.1), mediante a fé por ele mesmo concedida. O Espírito Santo atua de forma gracioso através do anúncio do evangelho (Jo 3.3; Gl 3.3-5) produzindo verdadeiros milagres ao transformar as pessoas para a glória de Deus (Ez 36.25-27).

Essa convicção no poder eficiente do evangelho deve nos levar em direção aos milhares de pessoas que estão vivendo sem Deus neste mundo, escravizadas por toda sorte de práticas pecaminosas, sob o poder maligno das trevas, ainda que estejam sem consciência do terrível estado da sua alma imortal (Ef 2.1-3). Devemos ir ao encontro delas na plena certeza de que a misericórdia e o poder de Deus são capazes e suficientes para transformá-las positivamente (Ef 2.4-7), chamando-as para o louvor da sua glória, mediante o evangelho (2Ts 2.13,14), o qual produz gloriosas mudanças na vida dos incrédulos quando recebido com fé (1Ts 1.5,9; 2.13). Com base nessas convicções, não devemos nos acomodar ou até mesmo nos acovardar diante do desafio de resgatar para Deus aqueles que ele já preparou, ainda que estejam nos mais baixos níveis da escravidão maligna. A Palavra de Deus nos enche de ânimo aos nos afirmar: “onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5.20), e também aos nos recordar que fomos libertos das trevas para nos tornarmos libertadores de outros que ainda estão escravizados (1Pe 2.9,10).

III. A restauração da imagem de Deus como meta

O nosso propósito diante do desafio das inúmeras pessoas perdidas e escravizadas pelo maligno através de uma vida pecaminosa na qual vivem não se encerra em apenas anunciarmos o evangelho. Na verdade, esse anúncio é para que um projeto glorioso se inicie nas suas vidas, o qual só se encerrará com o maravilhoso encontro final com Cristo (Fp 1.6). Esse projeto consiste basicamente na restauração da perfeita imagem de Deus no homem através do poder eficiente da sua obra (Rm 8.29). Essa é a única maneira de efetivamente neutralizar o poder devastador do pecado em nós, inclusive em relação a Deus (Rm 5.10-12). Costuma-se chamar esse processo de santificação, no qual é operada eficazmente uma crescente transformação gloriosa em nosso ser como fruto da graça de Deus (2Co 3.18). Apesar de ser uma graça divina, a santificação se processa com a ativa participação dos fiéis, os quais naturalmente a perseguem como um reflexo esperado da presença de Deus em suas vidas (1Jo 3.1-3). É por isso que a mudança de vida serve de indício para se reconhecer a genuína experiência espiritual de conversão (1Jo 3.7-9).

Sendo assim, não se espera que os cristãos interpretem as condutas pecaminosas dos incrédulos e ímpios que lotam as cidades como evidentes sinais da preterição deles (Gl 1.23), como se eles demonstrassem dessa forma que não foram eleitos por Deus para uma vida diferente. Tal conhecimento não nos é dado (Dt 29.29). Não é saudável nem recomendável procurar identificar aqueles que serão condenados por Deus tendo como evidência a permanência em sua incredulidade. Enquanto ainda estiverem vivos (Hb 9.27), poderão ser alcançados pela imensa misericórdia de Deus (Ef 2.3,4,10; Rm 11.23). Antes, devemos seguir o exemplo de Cristo, o qual, ciente dos decretos divinos, não apenas convidava a todos (Mt 11.25-30), mas também se compadecia das pessoas escravizadas em seus pecados, as quais rejeitavam a oportuna ocasião da visitação divina (Lc 19.41-44). Certamente, o deleite do coração de Jesus seria acolhê-los amorosamente (Lc 13.34).

Caso tenhamos o nosso coração despertado pela graça divina, devemos nos encorajar a pregar, na certeza do poder divino para transformar pecadores em santos instrumentos para a sua glória, segundo o exemplo de Jesus Cristo (Mc 6.34). Um convertido não sabe se outro pecador também irá a Cristo. Ainda assim ele deve se empenhar por evangelizar os incrédulos na esperança de alcançá-los e na certeza de que a misericórdia de Deus é eficiente para trazer a si quem ele quiser e quando quiser (Rm 9.15,16). Sendo assim, lembremo-nos que, embora algumas conversões pareçam impossíveis, não o são para Deus (Mt 19.25,26).

Conclusão

Devemos realizar as missões urbanas buscando a restauração da imagem de Deus na vida dos descrentes, sem nos esquecer de que não devemos sentenciar previamente ninguém à exclusão no reino de Deus. Devemos ir em busca de todos, sem nos esquecer dos marginalizados e inconvenientes, como o homem geraseno, porque há muitos escolhidos dentre eles (Mt 22). Estes serão alcançados pela igreja fiel nessa tarefa missionária. Empenhemo-nos por ver toda a igreja, a noiva de Cristo, completamente reunida para as bodas do Cordeiro (Ap 19.7-9).

Aplicação

Quais são os grupos de pessoas que estão à margem da sociedade e da igreja e que poderíamos tentar alcançar com o evangelho? Quais seriam as dificuldades que a igreja teria para alcançar e receber essas pessoas? Elabore um projeto.

 

Fonte: http://ultimato.com.br

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43 índios são batizados nas águas do Rio Tocantins após mais de 30 anos de evangelismo

43 índios são batizados nas águas do Rio Tocantins após mais de 30 anos de evangelismo 

Um trabalho missionário desenvolvido junto a tribos indígenas do Tocantins teve um momento de celebração no último sábado, 29 de agosto, quando 43 índios Xerente foram batizados confessando a fé em Jesus Cristo.

O trabalho evangelístico, supervisionado pela Convenção Batista do Tocantins, é liderado pelo pastor Rinaldo de Mattos e sua esposa, Gudrun de Mattos, segundo informações do JM Notícia.

Os índios da aldeia Santo Alto, na cidade de Tocantínia (TO), foram evangelizados desde a infância, através do trabalho dos missionários Armando e Betania Xerente, também índios.

“Esse batismo é importante em muitos aspectos. Um deles é que os novos batizados são frutos diretos dos nossos discípulos, eles é quem ganharam esses jovens para Cristo. Vale a pena fazer discípulos que fazem discípulos”, comentou o pastor Rinaldo, destacando que o evangelismo foi desempenhado ao longo dos anos por um casal de índios que também já haviam sido alcançados pelo trabalho missionário.

FONTE: http://noticias.gospelmais.com.br


 

Apesar do crescimento do número de evangélicos,

brasileiros pouco se dedicam a missões e evangelismo


 

Profile photo of Renato Cavallera Publicado por Renato Cavallera em 1 de setembro de 2011

 

Apesar do crescimento do número de evangélicos, brasileiros pouco se dedicam a missões e evangelismo

O acelerado crescimento numérico dos evangélicos no Brasil, que já alcança 20,23% da população poderia ser um indício de que o País se tornará uma potência nas obras missionárias em todo o mundo. Porém, a realidade é que a obra missionária nacional segue de forma bem mais lenta do que deveria.

Apesar de tamanho crescimento e o conhecimento cada vez mais difundido das demandas missionárias, os esforços para o evangelismo global ainda são insuficientes. O trabalho é deixado em mãos de poucos missionários de carreira e agências especializadas.

Enquanto isso, estima-se que todos os anos 2.5 milhões de pessoas morram sem sequer saber da existência da Palavra de Deus ou de Jesus Cristo. Isso porque ainda têm aproximadamente 2.251 línguas sem um versículo bíblico traduzido. São cerca de 2.200 grupos étnicos que nunca ouviram nada sobre Jesus, 193 milhões de pessoas que não têm acesso algum às Escrituras.

De acordo com o pastor José Crispim Santos, promotor setorial da Junta de Missões Mundiais da Convenção Batista Brasileira (CBB), a igreja brasileira está bem inteirada acerca dos desafios missionários da atualidade, mas as ações ainda não são suficientes para o tamanho deles.

Convocação à Igreja no Brasil

Ainda assim as lideranças cristãs mundiais continuam apostando no potencial do povo brasileiro. Um dos motivos é a “boa receptividade que a nação tem em todos os países, particularmente os de religião islâmica e hindu”, explica o diretor executivo da Junta de Missões Mundiais (JMM), pastor João Marcos Barreto Soares.

O pastor Soares também questiona o potencial dos brasileiros: “estamos preparados para isso? Temos feito tudo o que podemos?” Ele lembra, fazendo alguns cálculos de acordo, apenas, com o número oficial de evangélicos batistas, de que as ofertas destinadas a missões mundiais e nacionais alcançaram um montante considerável, mas se dividido pelo número de crentes, o resultado é desanimador. São 66 centavos por semana destinados à obra missionária.

A responsabilidade dos brasileiros também é lembrada pelo Pastor Waldemar Carvalho, presidente da Missão Kairós: “o povo brasileiro foi evangelizado ‘errado’. Como se nós fôssemos os “confins da Terra e não como se tivéssemos de ir até lá evangelizar, conforme ordenança de Jesus em Atos 1.8”.

Somente em um “retângulo” do mapa, na chamada “janela dez por quarenta”, está localizada mais da metade da população do mundo. A China com 1 bilhão e quatrocentos milhões de habitantes, Índia com 1 bilhão, Bangladesh com 145 milhões, sem mencionar os demais países que somam outros bilhões de pessoas a serem evangelizadas.

O pastor Waldemar lembra: “Neste trecho do mapa foi onde aconteceu a chamada de Abraão, muitos episódios do Antigo Testamento, o local onde Jesus nasceu, treinou seus discípulos e para onde os enviou a evangelizar. Porém, nesta região em que até o século VII o cristianismo predominava, hoje é proibida a pregação do Evangelho. E cadê a Igreja Poderosa?! Precisamos obedecer o ‘ide’”.

 

FONTE: http://noticias.gospelmais.com.br

 


 

                  Os desafios de Bangladesh

 

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Os desafios de Bangladesh

26 de agosto de 2015.

Nascido em uma guerra em 1971, Bangladesh é um país asiático de grande população e enormes desafios missionários. Sofreu várias perdas humanas ao longo de sua história e enfrenta pobreza, trabalho infantil, problemas sociais diversos e vazio espiritual.

Crianças chegam a trabalhar 12 horas por dia em serviços pesados para suas idades. Roupas ricas e coloridas, costumes culturais bem diferentes dos nossos contrastam com o olhar vazio que reflete a fome espiritual de seus corações.

Os conflitos entre hindus e muçulmanos provocaram a “partition” ou divisão da Índia em duas nações: Índia e Paquistão, este último composto majoritariamente de muçulmanos. Isso aconteceu quando da Independência da Índia, em 1947. Bangladesh conquistou sua independência do Paquistão posteriormente, em 1971, após sangrenta guerra civil que perdurou por nove meses. Do período de 1947 a 1971, Bangladesh era chamada de Paquistão Oriental.

Seu território é um pouco maior do que o estado do Amapá, mas o número de habitantes é, aproximadamente, 220 vezes maior. Superpopulação, catástrofes naturais e provocadas pelo homem matam muitas pessoas anualmente.

Cerca de 99% da população não conhece a Jesus. “No coração desta escuridão há uma luz. É a esperança que enche os corações dos menos de 1 % da população que afirma conhecê-Lo”, afirma o coordenador da JMM nas regiões Sul e Sudeste da Ásia, Pr. Fábio Costa.

Ele nos desafia a orarmos por três razões específicas com relação a este país, unindo-nos aos nossos irmãos e irmãs cristãos de lá:

  • Para que os olhos do povo sejam abertos e eles sejam capazes de discernir o engano em que vivem.
  • Para que sejam salvos por Jesus e libertos do fardo do pecado, sendo resgatados da dor e do sofrimento.
  • Pela pequena igreja cristã de menos de 1% da população, para que o Senhor os inunde com amor, paz e união, dando-lhes também paixão por compartilhar as Boas Novas com os perdidos e pelo desafio de enviar uma família de missionária dos batistas brasileiros ao território bengalês.

Ore com a Junta de Missões Mundiais.

 

Fonte: http://missoesmundiais.com.br