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IGREJA PERSEGUIDA

                                                   IGREJA PERSEGUIDA

                             Resultado de imagem para banners de cristãos perseguidos


China contrata 'bandidos' para intimidar igrejas domésticas

Por International Christian Concern (ICC)

Postado em 17/07/2018

    

A ICC apurou que no dia 5 de julho, a Igreja de Sião, a maior igreja doméstica em Pequim, foi bloqueada por um grupo de “bandidos” empregados pelas autoridades locais. O grupo impediu que os membros da igreja entrassem no terceiro andar onde o campus está localizado e lançou insultos e ameaças aos cristãos, chamando sua fé de culto.

Em um pedido de oração a outros cristãos compartilhados via WeChat (um popular aplicativo de mensagens chinês) em 8 de julho, os membros da igreja detalharam a contínua opressão do governo contra eles.

Seis indivíduos protegeram a entrada da igreja e impediram os membros da igreja de tentar desbloquear os cadeados impostos pelo governo. Eles também impediram o administrador da igreja de entrar na igreja para recuperar computadores e documentos da igreja.

A igreja pagou recentemente o aluguel por mais um trimestre, com o contrato de aluguel para renovação em 2020, mas os fiéis foram impedidos de entrar.

Frequentada por mais de 1.500 cristãos, com oito campi em toda a cidade de Pequim, a Igreja de Sião tornou-se recentemente um dos principais alvos do governo chinês. Seu campus de Yizhuang, a maior igreja doméstica em Pequim, foi o assunto do bloqueio.

Em abril, autoridades em Pequim solicitaram que a igreja instalasse câmeras de vigilância dentro de seu prédio. Depois que os líderes da igreja se recusaram, o governo cortou a água da igreja e desligou a eletricidade para o elevador. O governo também pressionou o proprietário da igreja a não renovar seu contrato.

A partir de maio, muitos membros da Igreja de Sião foram abordados por autoridades residenciais e comunitárias, ofereceram soluções para questões trabalhistas, benefícios financeiros e melhor educação para seus filhos caso decidissem deixar a igreja. Aqueles que se recusaram foram postos sob vigilância.

De acordo com a China Aid, a conta pública do WeChat da igreja foi bloqueada em 12 de junho, e todos os seus vídeos de sermão compartilhados em outros sites cristãos foram excluídos.

Um cristão em Pequim familiarizado com a situação compartilhada com o ICC de que a concessão do prédio principal da Igreja de Sião está pronta para ser renovada em meados de agosto. Dada a intensificação da repressão contra a igreja, é sobre o que acontecerá com a igreja a seguir. As autoridades de Pequim pretendem intimidar outras igrejas domésticas usando a Igreja de Sião como exemplo.

Gina Goh, Gerente Regional do ICC, disse: “A mais recente repressão contra as igrejas domésticas na China é um reflexo do desrespeito do presidente Xi pela liberdade religiosa. A China está passando pela pior perseguição cristã desde a Revolução Cultural de Mao Zedong. Os EUA e a comunidade internacional não devem ignorar as injustiças cometidas contra os cristãos chineses. Vamos continuar a orar por força e sabedoria para a Igreja na China enquanto eles navegam através da intensificação da opressão ”

Para saber mais sobre a International Christian Concern, clique aqui

 

Fonte: http://blog.godreports.com 

 


Mais de 3 mil cristãos nigerianos estão sem moradia após massacre que deixou 200 mortos

Desde o início do ano, os ataques na Nigéria mataram pelo menos 6 mil pessoas, a maioria mulheres e crianças.

Postado em 06/07/2018

       Nos últimos três anos, mais de 8.800 cristãos foram mortos em um massacre considerado genocídio. (Foto: Reuters).

                                                                      (Foto: Reuters).

Milhares de cristãos nigerianos foram desalojados devido ao massacre em massa nas aldeias ao redor de Jos, no estado de Plateau. De acordo com um missionário local, que trabalha para a Portas Abertas, eles estão vivendo um "inferno vivo" de agonia.

"Os cristãos deslocados estavam em uma situação caótica", disse na última terça-feira (3) um funcionário da Portas Abertas dos Estados Unidos, identificado como Kerrie.

"A vida se tornou um inferno para eles. Eles perderam entes queridos, casas e tudo pelo que tinham em um piscar de olhos. É difícil de descrever a agonia que eles estão passando. Vimos pessoas que ainda estavam de luto com o que acabaram de passar. As crianças choravam histericamente, talvez por causa da fome ou talvez por causa do trauma", disse ele.

A Portas Abertas, juntamente com algumas igrejas indígenas, está levando ajuda às pessoas da área. Estima-se que pelo menos 3 mil cristãos foram desalojados pelo massacre de mais de 200 pessoas em uma série de ataques no final de junho.

Líderes cristãos na Nigéria disseram que cerca de 6 mil pessoas, a maioria mulheres e crianças, foram mortas por muçulmanos de etnia Fulani, desde o início do ano.

"O que está acontecendo no estado de Plateau e outros estados seletos na Nigéria é puro genocídio e deve ser interrompido imediatamente", disse a Associação Cristã da Nigéria e os chefes denominacionais da Igreja em Plateau, na semana passada.

"Estamos particularmente preocupados com a insegurança generalizada no país, onde ataques e assassinatos arbitrários de pastores, bandidos e terroristas armados vêm acontecendo diariamente em nossas comunidades, apesar dos enormes investimentos nas agências de segurança", acrescentou a organização acusando a administração do presidente Muhammadu Buhari de falhar em seus deveres.

Em um artigo publicado no início dessa semana, a Portas Abertas revelou que sua equipe pôde levar alimentos para dois campos onde os cristãos deslocados encontraram abrigo. "Quando viram a van, eles gritaram de alegria. Alguns simplesmente explodiram em lágrimas", disse Kerrie.

"Imediatamente, as mulheres nos campos começaram a cozinhar para as famílias e a compartilhar a comida entre elas". Os cristãos deslocados agradeceram ao grupo de vigilância.

"Agradeço a Deus que alguns de nós puderam escapar, e agora nos encontramos aqui neste acampamento. Quero agradecer a Portas Abertas. Eu me lembrei que nos visitaram para ver a situação em que estamos. Dissemos que há muita fome, falta de abrigo e nada de roupas. Tudo foi destruído e, no acampamento, não há comida para comer", disse a mulher.

"Mas agradecemos a Deus por usar a Portas Abertas para trazer ajuda para nós. Em apenas um dia, vocês responderam ao nosso pedido. Até o governo não fez o que vocês fizeram conosco. Vocês trouxeram itens de alimentos e produtos de higiene para nós. Somos realmente gratos", finalizou.

 

Fonte: guiame com informações de christianpost

 


China promove ‘eliminação do cristianismo’; fiéis são coagidos  para negar Jesus

por Jarbas Aragão

Postado em 23/05/2018

               

Esta semana, uma matéria da agência de notícias Associated Press teve grande repercussão no mundo, sendo reproduzida em centenas de jornais e traduzida em diversas línguas. A denúncia mostrava como a comunidade islâmica estava sendo sufocada pelo governo chinês, que prende milhares de muçulmanos em “campos de reprogramação”, onde são obrigados a comer porco e tomar álcool – coisas proibidas pela Alcorão. Também são espancados, torturados e forçados a renunciar sua fé caso queiram ser libertados.

Essa “reprogramação”, com sede na província de Zhejiang, leste da China, faz parte da imposição do ideal comunista, ateísta em sua essência, sobre a população chinesa. Contudo, a Associated Press ignorouque os muçulmanos não são o único grupo religioso sendo obrigado a negar sua fé.

A missão evangélica China Aid, que denuncia as violações de direitos humanos dos chineses constantemente, revela que está em curso uma tentativa de ‘eliminação dos cristãos’. Todas as reuniões nas igrejas e nas casas estão proibidas, e os fiéis estão sendo forçados a negar sua fé em Jesus Cristo.

“A polícia geralmente aparece e diz que quer realizar uma inspeção de segurança contra incêndios. Eles vagam pela igreja e apontam arbitrariamente que algumas coisas não seguem aos padrões”, compartilhou um cristão que por razões de segurança se identifica apenas como Li. “Então, eles usam isso para fechar o local”, lamenta.

Outro cristão, identificado como Zhu, disse que as autoridades do governo estão fechando todas as igrejas “não oficiais”. “O governo vai banir você, não importa o que aconteça. Não fazemos mais reuniões com muita gente, preferimos reunir poucas pessoas em suas próprias casas, mudando de lugar de vez em quando “, revela.

Ao mesmo tempo, as crianças estão sendo interrogadas por seus professores sobre as crenças religiosas de suas famílias. “Primeiro, eles descobrem se os pais são católicos ou evangélicos. Então, registram os nomes, endereços residenciais e seus locais de trabalho. Um funcionário do governo vai até lá e exige que renunciem a sua crença religiosa se quiserem que os filhos continuem estudando”, testemunha outro cristão, que pede o anonimato.

De fato, muitos fiéis são alvos de seus superiores, nos seus locais de trabalho. Os que permanecem religiosos, podem ter os salários diminuídos na tentativa de evitar que continuem frequentando a igreja.

A fé vem primeiro

Ao mesmo tempo, as crianças estão sendo interrogadas por seus professores sobre as crenças religiosas de suas famílias. “Primeiro, eles descobrem se os pais são católicos ou evangélicos. Então, registram os nomes, endereços residenciais e seus locais de trabalho. Um funcionário do governo vai até lá e exige que renunciem a sua crença religiosa se quiserem que os filhos continuem estudando”, testemunha outro cristão, que pede o anonimato.

De fato, muitos fiéis são alvos de seus superiores, nos seus locais de trabalho. Os que permanecem religiosos, podem ter os salários diminuídos na tentativa de evitar que continuem frequentando a igreja.

A fé vem primeiro

Wenzhou, a capital da província, que já foi conhecida como “a Jerusalém da China” devido à sua grande comunidade cristã, tem sido o alvo primordial do Partido Comunista ateu, que proibiu recentemente que crianças frequentem a Escola Bíblica Dominical.Mesmo assim, muitos cristãos se comprometeram a continuar ensinando seus filhos sobre a Bíblia em casa.

“Em minha casa, a fé vem primeiro e as notas ficam em segundo lugar”, disse uma mãe, apelidada de Chen. Para ela, é importante que as crianças frequentem as aulas bíblicas, pois a educação estatal não fornece orientação moral e espiritual.

“Drogas, pornografia, jogos de azar e violência são sérios problemas entre a juventude de hoje”, disse ela à Reuters. “Não podemos estar ao lado deles o tempo todo, então somente através dos princípios da fé eles vão aprender qual a coisa certa a fazer”.

Espalhados por cidades de todo o país, calcula-se os “campos de reprogramação” sejam pelo menos uma centena. O assunto já se tornou alvo de investigações de países como os Estados Unidos, que criou inclusive uma comissão para apurar o assunto. Até o momento, as autoridades chinesas preferem manter o silêncio e se recusam a dar declarações.

 

 Fonte: gospelprime  Com informações de China Aid

 


Mianmar: Guerra invisível expulsou mais de 120 mil cristãos de suas casas

Postado em 21/05/2018

                      Imagem: Divulgação

Milhares de vidas foram perdidas e pelo menos 120 mil cristãos foram deslocados de suas casas por causa do conflito com o Exército Independente de Kachin (KIA) desde que os militares tomaram o controle do país em 1962. Em 2018, quase 7 mil pessoas pertencentes a um grupo minoritário cristão fugiram de suas casas por causa de combates entre o exército e um grupo rebelde. As informações foram divulgadas pela Cruz Vermelha.

“É uma guerra onde civis estão sendo sistematicamente atacados por membros do Exército de Mianmar. A comunidade internacional escolhe ignorar isso”, diz a analista política e escritora Stella Naw em entrevista ao jornal britânico The Guardian. Segundo ela a atenção internacional tem se concentrado apenas na crise humanitária enfrentada pelos muçulmanos no país.

Segundo San Htoi, secretário-geral da Associação de Mulheres de Kachin, na Tailândia, o conflito é uma guerra invisível. “É uma guerra invisível. Recentemente representantes do Conselho de Segurança da ONU vieram fazer uma vista, mas foram apenas ao estado de Rakhine e deixaram o país sem saber sobre a situação de Kachin.

Para Thomas Muller, analista da Organização Portas Abertas, é improvável que a situação atraia atenção, pois Mianmar está cada vez mais sob influência econômica e política da China.

“A China apoia a minoria Wa em Mianmar e pode efetivamente vetar qualquer inquérito sobre a situação de qualquer minoria, e muito menos quaisquer melhorias ou medidas para acabar com a guerra civil”, acrescentou Muller.

Após o bombardeio de uma escola missionária no estado, que aconteceu no dia 12 de maio, Hkun Htoy Layang da Fundação Kachin Relief disse à Christian Solidarity Worldwide: “É escandaloso que o exército de Mianmar tenha como alvo uma escola missionária Kachin Baptista. Estamos muito preocupados que o exército esteja atingindo mais civis em todo o estado de Kachin, com impunidade”, finalizou.

 

Fonte: guiame

 


Ataque a seminário bíblico faz ao menos dez mortos

Faculdade no Sudão do Sul foi construída em parceria com a Portas Abertas

         Ataque a seminário bíblico faz ao menos dez mortos

Um ataque à Faculdade Cristã Emanuel (ECC, da sigla em inglês) em Goli, no Sudão do Sul, fez ao menos dez mortos, entre os quais cinco crianças, três guardas e pai e filho que eram refugiados vindos de Mundri. O ataque aconteceu segunda-feira (14). Os agressores também violentaram uma menina de 14 anos, filha de um funcionário. Escritório, salas de aula e casas foram vandalizadas e saqueadas. A diretoria da faculdade reportou o incidente às autoridades e está ajudando-os sobre os próximos passos.

A Faculdade Cristã Emanuel é uma instituição de treinamento que foi construída pela Portas Abertas em parceria com a Igreja Evangélica Presbiteriana do Sudão em 2001. O objetivo era promover treinamento em teologia, ministérios da igreja e desenvolvimento comunitário para pessoas de todas as denominações. Com o fim da guerra e com a divisão do país em 2011, a Portas Abertas está passando a posse da faculdade para a igreja local.

Em resposta ao ataque, o diretor regional da Portas Abertas na África Subsaariana, JP Pretorius, disse: “É, de fato, um triste dia quando pessoas inocentes são atacadas em uma instituição que é reconhecida internacionalmente por expandir o evangelho num contexto etnicamente diversificado. Convocamos a comunidade cristã internacional a orar pelos funcionários da ECC e pela igreja no Sudão do Sul”.

 

Fonte: portasabertas  Via cpadnews

 


Pastor é sequestrado e decapitado por grupo comunista, na Índia

por Jarbas Aragão

Postado em 05/05/2018 

               

O corpo de um pastor pentecostal de 46 anos de idade, que teve sua cabeça cortada, foi encontrado ao lado de seu veículo, incendiado, nesta terça-feira (1). Ele vivia no estado de Jharkhand, leste do país, onde grupos comunistas radicais ameaçam líderes religiosos e igrejas.

Cerca de vinte homens armados e com seus rostos completamente cobertos cercaram o carro do pastor Abraham Topno, da Igreja Pentecostal de Deus, quando ele voltava para casa de um culto. Segundo o site cristão Morning Star, um bilhete foi encontrado na cena do crime que ligaria a autoria do crime a um grupo político maoísta – marxistas que seguem as ideias de Mao Tsé Tung, ditador sanguinário da China que governou entre 1949 e 1976.

Escrito em hindi, o papel dizia “Morte ao espião. vida longa ao PLGA [Guerrilha do Exército de Libertação do Povo] Assinado Maoistas”.

Caso as autoridades confirmem, este seria o segundo assassinato de pastores nas mãos dos “naxalitas”, como são chamados os guerrilheiros ligados ao Partido Comunista da Índia. Em 29 de julho de 2016, eles mataram o pastor Yohan Marayya, deixando um bilhete sobre seu corpo onde justificavam o assassinato por ele “explorar os pobres”.

Nos últimos anos, em algumas regiões da Índia, grupos guerrilheiros maoístas vêm se popularizando, sempre ameaçando de morte os que discordam de seus ideais.

O pastor Nuas Mundu, amigo de Abraham Topno e membro da mesma denominação, conta que há mais de duas décadas o líder assassinado fazia um trabalho de evangelização na região e era muito conhecido.

“Sabemos que ele era um evangelista vibrante, um missionário pioneiro. Os maoístas matam qualquer um por dinheiro, e se alguém pagar, farão o trabalho por eles. Talvez tenha sido uma morte encomendada pelos nacionalistas hindus”, revela. Os cristãos da região fizeram protestos públicos e pediram providências das autoridades, mas até agora ninguém foi preso.

A perseguição religiosa, sobretudo aos cristãos, que inclui ataques violentos, destruição de propriedades e falsas acusações, aumentou desde que o partido nacionalista Bharatiya Janata Party (BJP) venceu as eleições gerais, em 2014.

Eles não admitem que os indianos pratiquem nenhuma outra religião além do hinduísmo. A crescente onda de perseguição aos cristãos nos últimos tempos colocou a Índia no 11º lugar no ranking da missão Portas Abertas deste ano.

Segundo a Comissão de Liberdade Religiosa da Comunhão Evangélica da Índia o ano de 2017 foi “um dos mais traumáticos para a comunidade cristã” na última década. Foram registrados pelo menos 351 casos de violência contra cristãos em 2017, mas o número real poderia ser muito maior, já que a lista não é “exaustiva”.Segundo a Comissão de Liberdade Religiosa da Comunhão Evangélica da Índia o ano de 2017 foi “um dos mais traumáticos para a comunidade cristã” na última década. Foram registrados pelo menos 351 casos de violência contra cristãos em 2017, mas o número real poderia ser muito maior, já que a lista não é “exaustiva”.

 

Fonte: gospelprime

 


39 cristãos foram mortos e 160 casas incendiadas em dois ataques seguidos na Nigéria

Postado em 27/04/2018

                

Os Cristãos da Nigéria sofreram um segundo massacre em poucos dias. Segundo testemunhas, os muçulmanos do grupo étnico Fulani atacaramm aldeias no estado de Benue esta semana, matando pelo menos 39 pessoas.

Houve vários ataques em todo o estado a diferentes aldeias, como o Tse-Umenge, Mbakpase e Tse-Ali, incendiando cerca de 160 casas.

Morata de Mbakpase, Alice Terwase, explicou que os atacantes usavam roupas militares camufladas e carregavam fuzis AK-47, uma forte indicação de que os jihadistas estão sendo patrocinados por algum grupo extremista estrangeiro. "Eles destruíram mais de 60 casas em nossa aldeia e três membros da minha comunidade também morreram durante o ataque", disse Christian.

John Umenge da aldeia de Tse-Umenge, diz que o ataque dos radicais durou a noite toda e deixou mais de 15 cristãos mortos e 50 casas destruídas.

O número total de cristãos mortos ainda não foi confirmado pelas autoridades, que continuam a insistir que é de conflito e disputa territórios étnicos, ignorando a motivação religiosa claro, porque eles são muçulmanos atacando cristãos.

A Associação Cristã da Nigéria (ACN) convocou o "Domingo Nacional do Protesto Cristão" em 29 de abril. Pastor Samson Olasupo Ayokunle, presidente da ACN, disse em um comunicado: "O governo deve cumprir sua responsabilidade constitucional de proteger os cidadãos agora.

Nenhuma desculpa será aceita nesses atos perversos que se repetem e os assassinos devem ser presos e julgados. Estamos chegando a um ponto de ruptura e o caos está levando em conta a nação.

 

Fonte: bibliatodo  Com informações Christian Post

 


Cristã é queimada viva por se recusar a casar com muçulmano, no Paquistão

Asma Masih, de 25 anos, não resistiu às queimaduras e morreu no hospital no último domingo (22).

Postado em 23/04/2018

      

                                                                          (Foto: EPA).

Uma jovem cristã paquistanesa foi queimada viva depois de se recusar a casar com um muçulmano e se converter ao islamismo. Asma Masih, de 25 anos, morreu no hospital no último domingo (22) depois de negar repetidas propostas de casamento de um muçulmano local, segundo o Pakistan Today.

Seu pai, Yaqoob Masih, disse que Asma tinha ido atender a porta enquanto trabalhava como ajudante doméstica em Sialkot, no nordeste do Paquistão, quando foi atacada. Yaqoob, que estava visitando a casa em que ela estava trabalhando, afirmou que viu "Rizwan Gujjar fugindo da cena enquanto Asma estava em chamas".

A mídia local informou que o sub-inspetor Muhammad Riaz, da polícia civil, disse que Guijar confessou o ataque e foi preso. "Nós preparamos os documentos necessários e o enviamos para a cadeia", disse ele.

Mercadoria barata

Nasir Saeed, diretor da CLAAS-Reino Unido, uma instituição de caridade cristã que trabalha no Paquistão, disse que as meninas cristãs são vistas como inferiores e como uma mercadoria barata.

Ele disse ao Christian Today que apesar de algumas leis estarem em vigor, como a Lei de Proteção Contra o Assédio às Mulheres no Local de Trabalho (Emenda) de 2010 e a Lei de Proteção às Mulheres Contra a Violência de 2015, elas são difíceis de aplicar.

Cristãs em perigo

As mulheres continuam em perigo e o Paquistão é considerado o terceiro país mais perigoso do mundo para mulheres e crianças. “Elas são muitas vezes perseguidas e intimidadas em seu local de trabalho. Elas são frequentemente obrigadas a se converter ao islamismo e se casar com colegas muçulmanos”, disse Nasir Saeed ao Christian Today.

“Se elas se recusarem, terão consequências terríveis. Às vezes, elas são sequestradas e convertidas à força ao Islã, e às vezes são atacadas com ácido. Esses casos estão se tornando questões cotidianas e a polícia quase não faz avanços, especialmente se a vítima é cristã”, finalizou.

 

Fonte: guiame com informações de christiantoday 

 


Igreja é invadida por espiões da KGB que se disfarçaram de cristãos durante culto

 

Postado em 27/03/2018

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                                                                                  Foto: Tajiquistão

A KGB foi a principal organização militar secreta da antiga União Soviética, atuante em várias partes do mundo durante décadas. Apesar de ser considerada oficialmente extinta, muitos questionam esse fato, dizendo que a organização continua atuando secretamente através de outros métodos e interesses. Ao que parece, o relado do pastor de uma igreja no Tajiquistão, publicado recentemente, reforça essa tese.

O caso aconteceu no último dia 11 de março, quando um grupo de homens desconhecidos entraram numa igreja evangélica no Tajiquistão, país da Ásia Central e ex-integrante da União Soviética. Inicialmente, os homens sentaram e permaneceram ouvindo a pregação do pastor, aparentando serem visitantes comuns.

Após um tempo, eles fizeram gravações de vídeos e fotos da celebração,  se levantaram e começaram à andar pelo templo, verificando salas e documentos, assumindo uma postura completamente diferente da inicial. O pastor e os membros estranharam e decidiram intervir para tentar saber o que estava acontecendo.

Ao questionar os homens, o pastor e diáconos ouviram: “Não é da sua conta quem somos e o que queremos. Vocês têm que abrir todas as portas e nós vamos checar”, disseram eles, segundo informações do Portas Abertas. Nesse momento eles mostraram a identificação de agentes da KGB e um mandado de busca na igreja, autorizando vasculharem o  local.

Em seguida o pastor e seus diáconos foram interrogados por quatro horas. Os agentes também levaram livros e outros documentos “para pesquisa”, segundo eles. O pastor, cujo nome foi omitido por razões de segurança, contou que vários membros serão intimados para um interrogatório na KGB. O líder disse que está preocupado com o que pode acontecer com a comunidade e pede orações aos irmãos.

“Interceda para que aqueles que forem convocados à KGB tenham sabedoria e segurança no Espírito Santo para responder a todos os questionamentos. Clame para que não percam o registro oficial. Peça também que o governo permita o livre funcionamento de igrejas e seja tolerante com cristãos ex-muçulmanos”, disse ele.

 

Fonte: noticias.gospelmais

 


Governo da Argélia fecha mais duas igrejas e expulsa cristãos

Postado em 20/03/2018

          Cristãos na Argélia

No final de fevereiro, as autoridades da cidade de Oran, no noroeste da Argélia fecharam mais duas igrejas, aumentando a pressão sobre cristãos neste país do Norte da África.

Uma das igrejas estava localizada no centro da cidade, enquanto a outra era no vilarejo Layayda, a 40km do centro de Oran. A notificação oficial afirmava que as igrejas não tinham aprovação do estado. Não é a primeira decisão desse tipo em Oran.

Em novembro de 2017, uma igreja também foi fechada em Aïn Turk (a 15km de Oran) sob a alegação de que estava imprimindo evangelhos e outras publicações com fins evangelísticos.

Desde dezembro, do total de 45 igrejas afiliadas ao principal órgão da igreja protestante na Argélia (conhecido como EPA, da sigla em francês para Igreja Protestante da Argélia), 25 receberam a visita de oficiais do comitê do ministério de assuntos religiosos, da guarda nacional, do departamento de inteligência e dos bombeiros

Jejum e oração

As igrejas foram informadas de que as visitas tinham o objetivo de checar se estavam de acordo com os regulamentos de segurança e receberam três meses para legalizar tudo.

Também foram aconselhadas a buscar permissão de funcionamento junto ao ministério de assuntos religiosos. Ainda em fevereiro, duas igrejas na cidade de Tizi Ouzou, na província de Cabília, foram ordenadas a “parar todas as atividades religiosas imediatamente”

Os líderes do EPA disseram que esses fechamentos são injustificáveis e salientaram que todas as igrejas afetadas são afiliadas à EPA, que é oficialmente reconhecida pelo governo desde 1974.

Por isso, eles convocaram uma semana de jejum e oração pela nação. A Aliança Evangélica Mundial também se manifestou, conclamando o governo a “assegurar que a liberdade de religião dos cristãos seja garantida de acordo com as leis internacionais”.

Cristãos estrangeiros são expulsos

Em dezembro de 2017, um cristão francês que morava em Oran há vários anos teve sua entrada negada no país.

O pastor Louis Martinez, em seus 60 anos, juntamente com a esposa, administrava uma escola de francês. De acordo com o grupo cristão de advocacia Middle East Concern (MEC), o pastor Martinez foi barrado no aeroporto de Oran. Pediram que ele mostrasse seu visto de residência no país, que tinha sido obtido recentemente e era válido por dez anos. No entanto, ele foi informado que deveria deixar o país.

As autoridades não deram motivos para sua deportação, disse o MEC. A esposa teve tempo de organizar a família e a escola de francês e recentemente também deixou o país.

Ore pelos cristãos perseguidos da Argélia, país que ocupa a 42ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018, para que a Igreja Perseguida seja fortalecida em sua fé para permanecer firme em meio à tempestade.

 

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

 


 

 Hindus ameaçam cristãos:“Deveríamos queimar todos vocês”

Postado em 23/02/2018

                                  

Quando pensamos em perseguição religiosa aos cristãos, logo surge em nossa mente a imagem dos terroristas do Estado Islâmico. Todavia, não são apenas os radicais muçulmanos que perseguem cristãos. Em vários países os cristãos são perseguidos, torturados e até mortos por sua fé em Jesus Cristo, e um dos que mais promovem esses tipos de atrocidades é a Índia.

Um vídeo que viralizou na internet chamou atenção do mundo ao registrar imagens de ameaças feitas por um grupo de radicais do hinduísmo. O caso ocorreu no sul da Índia, quando cristãos estavam evangelizando, como sempre, de forma pacífica, distribuindo bíblias e folhetos do evangelho.

Na gravação o grupo ameaça de morte os cristãos e os agridem verbalmente: “Vão embora, senão nós vamos queimar o carro. Na verdade, deveríamos queimar todos vocês, assim essas coisas não aconteceriam. Tirem fotos dos rostos deles! Ponham gasolina nas Bíblias. Abram e rasguem as páginas, para que queimem direito”, disseram os radicais.

Em outra ocasião, os cristãos são parados no automóvel e novamente ameaçados: “Vocês, cristãos, sumam daqui. É a primeira vez que os vemos, por isso vamos deixá-los ir. Da próxima vez vão ficar sem o carro”, disseram.

A pregação do evangelho de Jesus Cristo na Índia não é fácil. Segundo a organização Portas Abertas, não há liberdade religiosa como em outros países. Em várias regiões há uma lei que considera a distribuição de bíblias e literatura evangelística um crime passível de punição por serem considerados “meios fraudulentos”.

Recentemente publicamos o caso de um pastor, convertido do hinduísmo para o cristianismo, que foi torturado e morto enforcado por extremistas hindus dentro da própria igreja onde atuava.

Nas gravações do vídeo que viralizou ainda é possível observar quando um grupo de cristãos que evangelizava próximo à uma escola é surpreendido por extremistas. Eles tomaram os materiais e fizeram novas ameaças:

“Por que vocês estão distribuindo folhetos aqui? Não há nenhum cristão nesse vilarejo. Esse povo está recebendo dinheiro de vários lugares para converter as pessoas. Querem fazer lavagem cerebral. Olhem para os folhetos, seus ‘aleluia’”, disseram eles.

Assista o vídeo abaixo:

         

 

Fonte: gospelmais

 


Milícias islâmicas incendeiam 15 aldeias cristãs na Nigéria

 Ataques fazem parte de programa sistemático de eliminação do cristianismo naquele país

                  

Membros de milícias islâmicas invadiram 15 aldeias cristãs no estado de Adamawa, nordeste da Nigéria. Eles destruíram as igrejas, massacraram os moradores em uma nova onda de perseguição religiosa.

Por terem ocorrido em locais isolados, os fatos demoraram para serem expostos, mas são dezenas de mortos por jihadistas que parecem comprometidos a cumprir sua promessa de “limpar” o país de seguidores do cristianismo.

Representantes da missão Portas Abertas falaram com testemunhas. Elas contam que os responsáveis são milícias fulani. Essa é uma das maiores etnias da África, sendo majoritariamente muçulmanos. Embora o governo nigeriano venha tratando esses ataques como conflitos étnicos, existem vários relatórios que os homens estavam fortemente armados e alguns ataques tiveram cobertura de helicópteros.

Um dos homens ouvidos pela missão testemunha: “O ataque ocorreu em plena luz do dia, quando as pessoas estavam indo para a igreja. Eles perseguiram e mataram os moradores, queimaram nove igrejas e muitas casas”.

Durante anos o Boko Haram dominou o norte da Nigéria, um país onde cerca de metade da população é islâmica. Sua perseguição aos cristãos foi amplamente noticiada, com práticas que incluíam atentados, sequestros e a formação de um califado.

As milícias jihadistas fulani vêm atacando constantemente pelo leste do país, mas o governo não toma iniciativas concretas para impedir o massacre. O líder de uma das aldeias queimadas diz que o governador do estado e a polícia já demostraram descaso pela situação.

Situação semelhante ocorreu no estado de Nasarawa, onde 25 aldeias foram destruídas desde 15 de janeiro. As vítimas são cristãs e reclamam que nenhuma atitude foi tomada pelas autoridades.

Um porta-voz do grupo Concerned Indigenous Tiv People disse: “Desde o início dessa crise de segurança, em 15 de janeiro deste ano, quando os fulani invadiram e incendiaram nossas aldeias, forçando que muita gente fugisse da região para não ser morta, o Governador de Nasarawa, Tanko Almakura, nada fez para controlar a situação”.

Somente no estado de Benue, que registrou ataques similares nos últimos anos, o exército da Nigéria montou bases para parar a violência.

Segundo um representante da Portas Aberta na Nigéria, “Os crentes em Jesus sofrem discriminação e exclusão, violência de grupos militantes islâmicos, o que resulta na perda de propriedades, terras, meios de subsistência, sem falar em ferimentos físico ou morte. Isso está se espalhando por toda a região sul”. A missão diz temer que a situação saia completamente de controle num futuro próximo, devido à passividade do governo. 

 

Fonte: Express Via gospelprime

  


cristãos são submetidos a “lavagem cerebral” em campos comunistas da China

Os cristãos foram levados para campos de 'reeducação', onde são ensinados a serem leais à ideologia comunista.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO WORLD WATCH MONITOR

Postado em 02/02/2018

            Membros de várias igrejas foram enviados para os campos de

 Membros de várias igrejas foram enviados para os campos de "reeducação" sem saber quando voltam. (Foto: Reprodução).

Mais de 100 cristãos foram enviados para campos de "reeducação" na região de Uyghur do noroeste da China, nos últimos meses. As informações são do World Watch Monitor. Nesses campos, também conhecidos como "centros de estudo" ou "centros de transformação mental", ensinam-se a ser leais à ideologia comunista.

A maioria dos cristãos que foram detidos moravam em um lugar onde há muitos membros da etnia Uyghur, que por sua vez são de formação muçulmana. Nos últimos anos, os moradores dessa localidade foram os principais alvos da campanha "anti-terrorista" do governo, visando reprimir grupos que condiziam com outras ideias que não fossem da linha comunista.

Aqueles que se converteram ao cristianismo também foram apanhados na repressão.

Uma fonte disse ao World Watch Monitor que os membros de sua igreja foram enviados para um desses campos sem saber quando voltariam. Alguns permaneceram lá por um mês, outros por meio ano ou até mais, disse a fonte. As famílias cristãs foram separadas, pois os pais eram levados para a "reeducação".

Uma mulher, casada com um líder de uma comunidade com muitos cristãos de origem muçulmana, disse ao World Watch Monitor: "Não sei onde está meu marido agora, mas acredito que Deus ainda o usa nas prisões ou nos campos. Às vezes, fico preocupada que ele não tenha roupas suficientes para se aquecer na prisão", ressalta.

"Eu tenho medo que isso também afete meus filhos", disse outra mulher cujo marido foi levado para reeducação e que agora presta apoio a outras mulheres em sua situação. "O professor da escola está ajudando meus filhos depois que as autoridades disseram à escola sobre o meu marido", acrescentou.

Área mais controlada do mundo

Xinjiang é agora a área mais intensamente vigiada no mundo, de acordo com um relatório do Wall Street Journal. "Há carros blindados na rua, estações de polícia em todos os cantos e toneladas de câmeras de vigilância", informou.

Os cristãos sofrem forte repressão por discordarem das autoridades. Por isso, muitos são presos ou acabam sendo enviados forçadamente para os campos de "reeducação".

 


Bolívia votará projeto que prevê cadeia para quem pregar o Evangelho

Postado em 12/01/2018

                             

 

A Bolivia vive um momento de tensão pela proposta de criminalização a evangelização feita pelo presidente do país, Evo Morales. O Novo Código do Sistema Criminal propõe mudanças na legislação que cercearão a liberdade religiosa e aproximarão o país do conceito bolivariano de sociedade, bastante similar ao comunismo por abraçar a ditadura como modelo de governo.

O artigo 88 do projeto prevê prisão de sete a doze anos para quem cometer os crimes descritos nos parágrafos daquele tópico. No entanto, lideranças cristãs chamam atenção para o fato de que o 12º parágrafo caracteriza como crime “o recrutamento de pessoas para participação em organizações religiosas ou de culto”.

Segundo informações do portal La Razón, centenas de evangélicos fizeram manifestações em La Paz, capital do país. O protesto contou com apoio de advogados e jornalistas, que enxergam no projeto do presidente o fim da liberdade de imprensa com o texto dos artigos 309, 310 e 311, que tratam de “injúria e difamação” e preveem prisão para quem fizer denúncias contra o governo e os políticos bolivianos.

Em contraponto, o governo da Bolívia argumenta que a liberdade de expressão, seja religiosa ou de opinião na imprensa, literatura e artes, é uma “concessão de Estado”, e que os “excessos” precisam ser combatidos. O mesmo discurso foi adotado no Brasil anos atrás pelo ex-presidente Lula (PT), que propôs uma lei de regulação da mídia que tinha ares de censura.

Nesse contexto, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) prometeu buscar informações junto às autoridades diplomáticas brasileiras para descobrir formas de pressionar o governo Evo Morales a retirar do projeto os pontos que atentam contra as liberdades religiosas.

“Essa nada mais é do que uma tentativa de calar aqueles que são contra ao seu projeto de perpetuação no poder”, declarou Feliciano em um vídeo publicado nas redes sociais.

O pastor pediu ainda que os cristãos brasileiros se mobilizem em oração e se mantenham informados, porque o presidente Morales é parte do grupo de políticos de esquerda da América Latina e conta com simpatia e apoio dos partidos brasileiros que atuam nesse espectro ideológico.

“Acordem cristãos, o mal vem com sapatinho de algodão, entrando em nossas casas e governo. Precisamos resistir para que a Bolívia seja livre, para que o Evangelho seja pregado porque a liberdade de culto é um dos maiores direitos individuais do ser humano”, pontuou Marco Feliciano.

“Essa nada mais é do que uma tentativa de calar aqueles que são contra ao seu projeto de perpetuação no poder”, declarou Feliciano em um vídeo publicado nas redes sociais.

O pastor pediu ainda que os cristãos brasileiros se mobilizem em oração e se mantenham informados, porque o presidente Morales é parte do grupo de políticos de esquerda da América Latina e conta com simpatia e apoio dos partidos brasileiros que atuam nesse espectro ideológico.

“Acordem cristãos, o mal vem com sapatinho de algodão, entrando em nossas casas e governo. Precisamos resistir para que a Bolívia seja livre, para que o Evangelho seja pregado porque a liberdade de culto é um dos maiores direitos individuais do ser humano”, pontuou Marco Feliciano.

              

 

Fonte: https://noticias.gospelmais.com.br 

 


Muitos cristãos foram assassinados durante o Natal na Nigéria

Postado em 02/01/2018

                          Só em 2017, a guerra religiosa na Nigéria já  deixou 200 mortos

Quando ocorrem atentados terroristas em grandes centros, a mídia logo dá destaque. Contudo, as manchetes sempre são impessoais, como se uma bomba, um ônibus, ou um automóvel pudessem ser responsabilizados pelo rastro de destruição. Ainda que os homens responsáveis pelos ataques na maioria das vezes gritem “Allahu Akbar͟” e jurem fidelidade ao Estado Islâmico (ou similar), os grandes órgãos de imprensa apressam-se em dizer que a motivação não foi religiosa.

Por isso, quando cristãos do estado de Kaduna, na Nigéria, são mortos durante o Natal, o silêncio sobre o tema é ensurdecedor. No primeiro ataque, realizados por membros muçulmanos da etnia fulani, quatro pessoas morreram 10 ficaram feridas na aldeia de Nimdem, no dia 23. Todas as vítimas eram membros de igrejas locais.

O pastor Gideon Mutum disse à ONG International Christian Concern (ICC) que eles foram assassinados “durante uma apresentação de músicas natalinas, apresentadas junto com uma pregação ao ar livre”. Há pessoas gravemente feridas que continuam internadas em hospitais da região.

O segundo atentado, na mesma área, resultou em seis pessoas mortas, incluindo uma criança de seis anos de idade. O representante da Assembleia Nacional, Shehu Nicholas Garba, declarou à imprensa: “Estes ataques recentes desafiam toda lógica humana, pois não ocorreu nada que o justificasse. O fato de ocorrerem às vésperas do Natal é a demonstração do total desprezo dos assassinos pela nossa religião”.

A Nigéria vem enfrentando uma guerra religiosa há mais de cinco anos. O norte do país já está dominado pelos jihadistas do Boko Haram. Em outras partes do país, os fulani invadem território dos cristãos, saqueiam o que podem, destroem igrejas e têm como alvo preferencial os cristãos. O governo trata como conflito étnico, mas não tomou nenhuma providência para impedir que as mortes continuem.

De acordo com a ICC, que monitora casos de perseguição religiosa em todo o mundo, em 2017 ocorreram mais de 100 ataques contra aldeias cristãs por jihadistas fulani que deixaram mais de 200 mortos.

 

Fonte: Christian Today Via Gospel Prime

 


Após retirada do Estado Islâmico, igrejas são reconstruídas no Iraque

Postado em 21/12/2017

          Ativista Bandar Faris nas ruínas de um monastério de Mossul

                                Ativista Bandar Faris trabalha em mutirões para reconstruir igrejas de Mossul

Mossul luta para superar trauma da presença do "Estado Islâmico" e restabelecer diversidade de crenças existente na cidade antes da invasão dos extremistas. Até jovens seguidores do islã se engajam em favor de cristãos.

Bandar Faris participa do mutirão de reconstrução do mosteiro de São Jorge, nos arredores de Mossul, no Iraque. O jovem muçulmano ajuda amigos a reparar os danos causados ​​pelos combatentes do grupo extremista "Estado islâmico" (EI). Faris e outros jovens voluntários recolhem as pedras e entulhos que cobrem o chão.

É uma corrida contra o tempo, porque o Natal se aproxima. E até lá, os jovens querem ter feito pelo menos metade do trabalho de restauração do mosteiro. Pelo menos o suficiente para que seus vizinhos cristãos possam celebrar no local o nascimento de Cristo. Para coroar seus esforços, eles trazem uma árvore de Natal e a decoram.

"Mossul é uma cidade diversificada, ela não é caracterizada por uma determinada seita ou religião”, diz. Pelo contrário, a cidade reflete toda a diversidade étnica e religiosa do Iraque. "É assim que ela deve continuar sendo no futuro. Depois de ter sido libertada do EI, Mossul tem que recuperar sua antiga diversidade."

Faris tem esperança de que quando eles, enquanto muçulmanos, reconstruírem as igrejas, os cristãos que fugiram do EI se sentirão encorajados para retornar e ouvir a mensagem de convivência pacífica. "É por isso que queremos preparar o mosteiro para os feriados que se aproximam e as festividades que acontecem neles. Nossos vizinhos cristãos acham a ideia muito boa."

"Em nome do bem"

Faris sabe o que significa viver sob o domínio do EI. Quando os jihadistas assumiram o poder em Mossul, a família dele permaneceu na cidade, apesar de todas as dificuldades. A mãe, que estava com câncer, não recebeu a ajuda médica necessária e morreu.

"Durante o domínio do EI, era difícil para cristãos e pessoas de outras religiões deixarem a cidade. Muitos jovens foram mortos. Os combatentes do EI os penduraram em postes ou os jogaram de edifícios altos. Vimos cenas terríveis."

Ao se lembrar dos tempos difíceis, o jovem se cala por um momento e faz uma pausa. Então, continua. "Depois dessas experiências, eu quero, de qualquer maneira, dar minha contribuição para que a cidade retorne à vida, após a libertação. Quero ajudar as pessoas tanto quanto possível."

Juntamente com outros, Faris está envolvido em uma campanha para ajudar aqueles que foram afetados ou fugiram da guerra. Os jovens limpam ruas, escolas e universidades. Além disso, Faris fundou um grupo cujo nome, traduzido livremente, quer dizer "em nome do bem". O jovem está satisfeito com o resultado.

"Somos agora quase 40 pessoas. Estamos investindo nosso engajamento pessoal, e alguns doadores nos apoiam com dinheiro. O famoso músico Naseer Shamma está ajudando a restaurar salas da Universidade de Mossul", conta.

Refugiados cristãos retornam

A família de Ryan Adnan foi uma das primeiras famílias cristãs a retornarem a Mossul após a retirada do EI, apesar de sua casa ter sido danificada e saqueada. Agora, Adnan também apela para que outros cristãos retornem.

"A campanha para revitalizar as igrejas me dá coragem", diz Ryan. "É uma expressão da profunda conexão entre cristãos e muçulmanos no Iraque”, acrescenta, lembrando que recentemente um amigo muçulmano de Mossul se ofereceu para ajudar a reconstruir a Igreja Ortodoxa Síria de São Jorge, na cidade de Bahsani, que fica nas proximidades. "Fiquei muito feliz, porque isso mostra que a amizade dos muçulmanos triunfou sobre o ódio do EI."

Em 25 de dezembro, os cristãos pretendem realizar na Igreja de São Paulo uma celebração do Natal – a primeira e maior do gênero desde a retirada do EI. Nela, jovens muçulmanos também estão trabalhando para retirar os escombros da construção e decorar a árvore de Natal, segundo Omar al-Hatim, um dos jovens que querem que os refugiados cristãos retornem a Mossul.

 

Fonte: http://www.dw.com 

 


Cristianismo tem forte crescimento no Vietnã mas governo reage com leis contra a igreja

O estudioso Seb Rumsby disse que 40% do povo hmong é cristão, no Vietnã.

Postado em 03/12/2017

         Pastor Ban (de terno) com a congregação de sua aldeia. (Foto: Seb Rumsby).

Seb Rumsby é um estudioso acadêmico. Ele escreveu um artigo para a revista on-line The Diplomat, que cobre a região Ásia-Pacífico, sobre o crescimento do cristianismo entre o povo hmong no Vietnã. Segundo ele, do total de um milhão de hmongs, 400 mil são cristãos. Com isso, fica difícil ignorar o impacto da mudança religiosa na vida social, política e econômica da região.

Percebendo essa evolução, o governo do Vietnã reagiu de forma pesada, publicando uma propaganda anticristã, além de permanecer com as políticas restritivas, tornando quase impossível as igrejas serem registradas.

A nova lei de crença e religião deve começar a vigorar em janeiro. De acordo com o governo, a nova medida vai ajudar a administrar as questões religiosas ao simplificar o processo de registro das igrejas. Apesar disso, um membro Comitê de Direitos Humanos do Vietnã disse que a nova lei vai, na verdade, aumentar a repressão e controle contra a igreja, que por sua vez já vive sob pressão.

Contexto histórico

Foi no final da década de 80 que o cristianismo começou a se espalhar entre os hmong. Eles vivem nas regiões noroeste e central do Vietnã. Isso aconteceu por meio de um programa de rádio na língua deles que era transmitido de Manila (Filipinas). A ação reverberou em uma marcante transformação religiosa nas últimas três décadas. É o que diz o estudioso Seb Rumsby.

Um analista do Ministério Portas Abertas afirma que os grupos étnicos como os hmong “são muito protetores de seus costumes e regiões, e têm bastante autoridade no governo local. Eles veem o cristianismo basicamente como uma ameaça, como algo que muda sua cultura, sua herança”, ressalta.

Rumsby descreve como os cristãos se abstêm do álcool, o que é visto dentro da tribo como algo importante para a criação de laços entre os homens. Os cristãos também não participam de rituais e cerimônias religiosas tradicionais. “Mas muitos xamãs e não cristãos hmongs temem que a cultura esteja sendo perdida”, finaliza.

 

Fonte: https://guiame.com.br 

 


27 templos cristãos foram queimados  queimados no Chile.

Postado em 18/11/2017

                 

A sete horas de Santiago, na região de Temuco, capital da Araucanía, no Chile, as igrejas cristãs estão sofrendo por causa de um conflito social violento com grupos indígenas.

Florestas, maquinários e 27 igrejas cristãs foram queimadas em territórios reivindicados por grupos radicais.

Os atacantes deixam slogans aludindo às exigências das pessoas mapuche, ancestrais que foram despojadas de suas terras no processo de colonização ao sul do país, que iniciou o Estado do Chile após a independência. Os cristãos de alguns desses grupos também são invasores.

As igrejas nas áreas rurais foram as mais afetadas. Um templo da igreja  Assembléia de Deus foi queimado em julho.

Em um testemunho gráfico e exclusivo, podemos apreciar o momento em que os fiéis da Igreja da Assembleia de Deus contemplam a destruição da redução às cinzas do que era um belo templo de madeira, construído há 15 anos com seus próprios recursos.

O pastor Juan Mella, do Conselho dos Pastores de Temuco, assegura que "isso demonstra a falta de tolerância, porque cada ser humano pode ter seus próprios pontos de vista relacionados à fé, espiritualidade (...) Em nenhum momento desejamos impor a nossa fé, mas que comunicamos esta mensagem a todos, como o Senhor enviou a todas as nações, a todos os grupos étnicos, a todos os grupos " .

Por sua parte, Abelino Apeleo, bispo anglicano na La Araucanía, assegura que tudo trata de uma verdadeira desinformação por parte do grupo indígena.

A violência contra as igrejas cristãs tem aumentado, em meio a fortes controles policiais, esperando encontrar os culpados.

Ainda em julho de 2016, outra igreja foi atacada por estranhos. Depois disso, os únicos quatro suspeitos desses incêndios foram presos e estão sendo investigados por supostas ligações com o Weichan Auca Mapu , um grupo radical indígena que exige a libertação de presos mapuches e que reivindica os ataques contra as igrejas cristãs. outro adversário em sua luta política.

Para o promotor do caso, César Chivar, há evidências suficientes para concluir que essas pessoas estão envolvidas no caso de igrejas queimadas.

"Não é apenas o ataque com fogo sobre esses templos, mas os panfletos são deixados, em alguns casos lonas e vindicando algumas causas (...) e isso dá um contexto ao comportamento dessas pessoas", explicou Chivar.

No entanto, para a defesa, os formalizados são inocentes e foram maltratados.

"Foi mal informado que estavam no lugar e que foram detidos imediatamente. E não é real.Eles foram presos duas horas e meia após o incidente e sete quilômetros do local ... Um dos policiais diz que ele encontra um forte cheiro de gasolina (combustível), e isso resulta em um cheque de identidade e com a prisão do meu representante e os outros 3 são imputados. Há queixas sobre o desempenho dos policiais ... Eles teriam disparado contra eles, quem teria molhado eles, que a mochila que supostamente foi encontrada não os trouxe ", disse Pamela Nahuelcheo, advogada da defesa de um dos acusados. .

Nesse contexto, e devido à pressão política, o governo decidiu retirar a denúncia pela Lei Antiterrorista. No entanto, a acusação insiste em que a evidência contra os detidos seja conclusiva.

"Não pode ser normal atacar uma pessoa que esteja desenvolvendo um culto. Que os menores são atacados, são expulsos, enquanto a igreja é queimada, é demitida para expulsá-lo, por uma questão que é um direito. Se eles não tivessem nada a fazer e não estivessem fugindo, por que eles estavam usando suas roupas molhadas? Por que algumas pessoas usaram suas roupas rasgadas? Por que eles trazem evidências que as ligam diretamente ao ataque? ", Disse César Chivar, procurador do caso.

Apesar de tudo, os pastores têm esperança em Deus de que isso logo será resolvido.

"Nós sabemos que Ele nos protege, que Ele nos protege. Tanto que, para nós, que nos queimou um templo, nosso povo vai se erguendo e reconstruindo novamente. Afinal, o perecível é queimado. E Jesus disse: "Não temas aqueles que matam a carne, mas a alma não pode ser destruída " , disse o pastor Juan Mella a Mundo Cristiano.

"Nós continuaremos a testemunhar o evangelho ... Temos que aplicar o ensinamento de Jesus: perdoe, tenha piedade e acompanhe o mesmo adversário, em algum momento pode precisar de ajuda e estaremos presentes com eles", disse Dom Abelino Apeleo.

A sociedade chilena e especialmente a esperança Mapuche para a justiça, a violência acabou e a paz retorna na Araucanía.

"Nós continuaremos a testemunhar o evangelho ... Temos que aplicar o ensinamento de Jesus: perdoe, tenha piedade e acompanhe o mesmo adversário, em algum momento pode precisar de ajuda e estaremos presentes com eles", disse Dom Abelino Apeleo.

A sociedade chilena e especialmente a esperança Mapuche para a justiça, a violência acabou e a paz retorna na Araucanía.

 


China expulsa quase mil cristãos que ajudaram fugitivos da Coreia do Norte

Deportação precede o plano da China de implementar novos regulamentos sobre assuntos religiosos

  China expulsa quase mil cristãos que ajudaram fugitivos da Coreia do Norte

Três províncias da China expulsaram centenas de cristãos (quase 1.000) sul-coreanos, acusados de terem ajudando os 'desertores' (fugitivos) norte-coreanos, enquanto o governo comunista do país continua com sua repressão sobre as atividades religiosas, de acordo com um relatório.

Desde o final do ano passado, as províncias de Liaoning, Jilin e Heilongjiang no nordeste da China deportaram centenas de cerca de mil pastores e missionários sul-coreanos na tentativa de fechar suas igrejas, de acordo com o jornal britânico Express.

Em Changchun, a capital da província de Jilin, todas as igrejas sul-coreanas estavam fechadas no início deste mês, segundo o relatório, citando uma fonte dizendo: "Como foram 'enviados de volta para casa', as igrejas foram fechadas automaticamente".

A deportação dos cristãos sul-coreanos precede o plano da China de implementar novos regulamentos sobre assuntos religiosos para "erradicar o extremismo". As novas leis serão aplicadas no início de fevereiro de 2018.

De acordo com os novos regulamentos, qualquer pessoa que organize "atividades religiosas não aprovadas" será multada em até 45.200 dólares e qualquer pessoa que fornecer um local para "eventos religiosos ilegais" será multada em cerca de 30.000 dólares Além disso, as nosvas leis também habilitam as autoridades de nível inferior a tomarem medidas sobre "atividades religiosas não sancionadas".

O governo chinês tem rotineiramente ordenado a prisão de cristãos locais e o fechamento de igrejas, muitas vezes sem acusações formais ou qualquer embasamento na atual lei do país.

Bob Fu, fundador e presidente da 'China Aid', uma organização que documenta a perseguição sofrida por cristãos na China, disse anteriormente ao 'Christian Post' que o Partido Comunista está cada vez mais receoso com o avanço do cristianismo no país.

"A liderança superior está cada vez mais preocupada com o rápido crescimento da fé cristã, sua presença pública e sua influência social. É um medo político para o Partido Comunista, já que o número de cristãos no país supera em muito os membros do Partido", explicou.

As igrejas subterrâneas ["clandestinas"] foram invadidas, os pastores foram presos, as cruzes foram arrancadas dos telhados e ativistas cristãos foram assediados e torturados sob a liderança do presidente Xi Jinping, visando suprimir o surgimento do cristianismo no país.

Fu disse que o governo quer "sinicizar" a religião, o que significa promover e orientar a religião sob a orientação das autoridades chinesas.

Fonte: http://www.cpadnews.com.br  

 


Militantes LGBTs vandalizam igrejas e pedem que cristãos sejam crucificados, na Austrália

Os militantes também desenharam símbolos nazistas nas igrejas.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN HEADLINES

Postado em 03/11/2017

        As pessoas que praticaram o vandalismo chamaram os cristãos de

Várias igrejas na Austrália foram vandalizadas por militantes LGBTs. Tais conflitos estão se tornando cada vez mais frequentes no país, já que a região está para decidir se deve ou não legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

De acordo com o The Christian Institute, duas igrejas em Melbourne foram pichadas. As pessoas que praticaram o vandalismo chamaram os cristãos, que defendem uma visão tradicional do casamento, de "fanáticos" e que deveriam ser "crucificados".

Também foram desenhadas suásticas nas igrejas, fazendo menção ao nazismo e a Hitler.

Além desse vandalismo, uma mulher cristã que apoia uma visão tradicional do casamento recebeu ameaças de morte e outra perdeu seu emprego porque expressou sua oposição a mudar a definição de casamento.

A Austrália está atualmente realizando um referendo para saber se o casamento entre pessoas do mesmo sexo deve ser legalizado. Os residentes australianos estão participando de uma pesquisa por correspondência sobre a questão que precisa ser completada até o dia 7 de novembro de 2017. Depois desse dia será definido a questão do casamento homossexual e a inclusão dos direitos legais entre casais do mesmo sexo.

O pastor David O'Brien, líder da Igreja Batista de Waverly, uma das igrejas que foram vandalizadas, disse que o incidente foi "perturbador e preocupante". Já o pastor Drew Mellor da Igreja de Glen Waverley disse que as pichações deixaram os membros mais antigos preocupados com a segurança. Após o incidente, a igreja lançou uma longa declaração descrevendo sua crença em uma visão bíblica sobre o casamento, que é a união de um homem e uma mulher.

Monica Doumit da Coalition for Marriage (Austrália) acrescentou que "uma coisa que este processo revelou é que, apesar da retórica, os ativistas não acreditam em uma sociedade tolerante, onde as pessoas têm permissão para viver e deixar viver. Em vez disso, eles vão direcionar aqueles que não concordam com suas opiniões pelo boicote ou por algum outro tipo de punição".

 

 


Cristãos sofrem a maior perseguição de todos os tempos, diz pesquisa

O relatório foi elaborado por uma organização cristã de apoio à Igreja Perseguida.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

Postado em 14/10/2017

                 Cristãos sofrem grande perseguição em países, como o Paquistão. (Foto: Christians in Pakistan)

                        Cristãos sofrem grande perseguição em países, como o Paquistão. (Foto: Christians in Pakistan)

perseguição contra os cristãos é a pior que já se viu na História, afirma o novo relatório de uma instituição de apoio à Igreja Perseguida.

Olhando para 13 países onde os cristãos enfrentam os piores abusos, o estudo da organização "Aid to the Church in Need" (ACN), ("Ajuda à Igreja Necessitada"), divulgado na última quinta-feira, apontou que a perspectiva piorou em todos eles, com a única exceção da Arábia Saudita "onde a situação já era tão ruim que dificilmente poderia piorar".

O relatório intitulado "Perseguidos e esquecidos?" adverte que os cristãos em muitos países não sobreviverão se a violência contra eles continuar e destacou as "atrocidades indescritíveis" que eles têm sofrido em todo o mundo, incluindo a Coreia do Norte, onde os enfrentam "fome forçada, abortos e relatos de fiéis sendo crucificados e queimados, enquanto outros são esmagados por um rolo compressor".

O registro expõe um ataque mordaz para os governos ocidentais, porém ainda assim há autoridades se alinhando para contestar estes dados, como ocorreu na Câmara dos Lordes, na noite da última quinta-feira, onde a pesquisa foi apresentada.

Lord Alton, de Liverpool - integrante da bancada religiosa - disse que há uma necessidade de "separar a propaganda da realidade" quando ouviu sobre o dinheiro que os governos doaram quando ministros disseram que o Reino Unido prometeu 169,5 milhões de libras como apoio ao Iraque desde 2014.

Segundo o relatório da ACN diz: "Os governos no Ocidente e a ONU não ofereceram aos cristãos em países como o Iraque e a Síria a ajuda de emergência que eles precisavam quando o genocídio começou".

John Pontifex, porta-voz da instituição cristã disse: "Em termos do número de pessoas envolvidas, a gravidade dos crimes cometidos e seu impacto, é claro que a perseguição dos cristãos atualmente é pior do que em qualquer outro momento em história".

"Não só os cristãos são os mais perseguidos do que qualquer outro grupo de fé, mas números cada vez maiores estão enfrentando as piores formas de perseguição", destacou.

Além da perseguição religiosa promovida pelo extremismo islâmico no Oriente Médio, o relatório também descreve os abusos sofridos por cristãos na Nigéria, onde o grupo filiado ao Estado Islâmico, Boko Haram, já deixou mais de 2 milhões de pessoas sem casa e matou outras centenas de milhares.

Lord Alton disse: "Isso traz grande vergonha para nós, que nos interessamos tão pouco sobre o que acontece com nossos irmãos e irmãs na Nigéria".

O relatório acrescenta: "A natureza generalizada da perseguição - e as evidências que implicam regimes com quem o Ocidente tem relações comerciais e vínculos estratégicos estreitos - mostram que nossos governos precisam usam sua influência para defender as minorias nestas regiões críticas, especialmente os cristãos".

"Os cristãos não devem mais ser sacrificados no altar da oportunidade estratégica e da vantagem econômica", alerta o texto do relatório.

 

 


Jihadistas atacam várias igrejas no centro do Mali

Mesmo diante de ataques e ameaças a cristãos, governo não faz nada para deter jihadistas

Postado em 10 out 2017 MALI

        10-mali-jihadista-atacam-varias-igrejas-no-centro-do-mali

Igrejas e capelas foram recentemente atacadas por jihadistas no centro do país. Eles saquearam igrejas nas cidades de Dobara e Bodwal na última semana de setembro, de acordo com a Agência France Press de notícias.

No ataque mais recente em Dobara, a 800 km ao norte da capital Bamako, homens armados arrombaram a porta da igreja. Em seguida, removeram o crucifixo e outros utensílios do templo, levaram tudo para a frente da igreja e atearam fogo.

De acordo com a reportagem, houve vários outros ataques a igrejas em setembro, também à vista dos fiéis. Em Bodwal, por exemplo, cristãos foram abordados dentro de seu local de reunião por homens armados que gritavam: “Nós vamos matá-los se vocês continuarem orando na igreja”.

A liderança da igreja no país expressou preocupação com o fato de que nenhuma medida tenha sido tomada para proteger as igrejas após esses ataques. Um dos líderes, Edmond Dembélé, diz: “A segurança diminuiu drasticamente nos últimos meses no centro do Mali, onde grupos islâmicos armados são incontroláveis”.

Ele também cita um relatório da organização não-governamental Observatório dos Direitos Humanos, que diz que esses grupos têm promovido “execuções sumárias de civis e soldados do exército, destruição de escolas e recrutamento forçado de crianças”. Oremos pela intervenção de Deus nessa situação e pela paz no Mali.

 

Fonte: https://www.portasabertas.org.br 

 


Escola cristã é fechada na China acusada de promover "lavagem cerebral" 

Postado em 01/10/2017

                            Resultado de imagem para imagens de escola cristã na China

                                                                                     Imagem ilustrativa

Historicamente, o comunismo sempre se opôs ao cristianismo, que era visto como uma visão de mundo atrasada. O Partido Comunista da China, apesar de tentar mostrar um rosto moderno do país, continua a atuar como nos tempos da revolução Mao Zedong .

Uma escola cristã na província de Henan foi fechada pelas autoridades depois de alegações de que a instituição estava promovendo "lavagem cerebral" em seus alunos.

A China Aid , uma organização que monitora as violações da liberdade religiosa em solo chinês, informou que funcionários de segurança chegaram ao lar de um cristão em julho e confiscaram livros que costumavam ensinar a Bíblia infantil.

A mulher, identificada no relatório apenas como Sra Zhu , disse à China Aid em meados de setembro que os oficiais "confiscaram tudo o que pertencia à igreja" que trabalhava em casa, incluindo o computador, antes de proibi-la de continuar com suas aulas. A justificativa dada pelos oficiais é que Zhu estava impondo religião, num sistema de doutrinação proibido pelo regime comunista.

O governo chinês recentemente continuou a intensificar sua repressão ao cristianismo e criou novas restrições às crianças que freqüentam eventos religiosos. O novo Regulamento sobre Assuntos Religiosos, que entrará em vigor no início do ano, tornará praticamente impossível que qualquer pessoa com menos de 18 anos tenha contato com qualquer evento religioso.

A China Aid disse que essas novas leis que proíbem manifestações religiosas violam o artigo 36 da Constituição chinesa. No entanto, a missão reconhece que muito do que as autoridades colocam no papel é apenas dar ao mundo uma falsa impressão de liberdade, algo que nunca foi o forte do regime comunista, no poder desde 1949.

 

Fonte: https://www.bibliatodo.com 

 


O pastor americano Andrew Brunson permanece na prisão na Turquia. Ele foi preso a quase um ano.

Postado em 25/09/2017

                  

Jordan Sekulow, diretor executivo do Centro Americano de Direito e Justiça, disse que o presidente Donald Trump estava programado para se encontrar com o presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, na quinta-feira nas Nações Unidas. Ainda não havia uma palavra se a prisão de Brunson fosse discutida.

"Ele está em grande perigo", escreveu Sekulow em um e-mail

Ele está isolado e sozinho, sem acesso à justiça no turco", disse Sekulow. "O pastor Andrew sofreu perseguição e sofrimento devastadores apenas por causa de seu amor por Cristo".

Brunson, de 48 anos, enfrenta acusações de espionagem, por estar, supostamente, adquirindo informações políticas e militares secretas, tentando destruir a ordem constitucional e derrubando o parlamento turco, além de alegada "adesão a uma organização terrorista armada", informou o Wall Street Journal .

Brunson disse que seu motivo para viver na Turquia nos últimos 23 anos foi "... apenas com um propósito: Falar sobre Jesus Cristo", de acordo com o ACLJ. Ele também disse que "fez isso abertamente, em frente ao governo", informou o ACLJ .   

"O pastor Andrew agora enfrenta acusações novas, mais sérias e demonstravelmente falsas que carregam punições ainda mais rígidas, se condenadas", disse Sekulow. "Estamos lutando agressivamente pela liberdade imediata do Pastor Andrew".

Cerca de 350 mil pessoas assinaram uma petição do ACLJ: "Pastor americano livre Andrew Brunson".

Curiosamente, um novo decreto de emergência no Turquia dá a Erdogan o direito de devolver os internos aos seus países de origem.

 

Fonte: http://www1.cbn.com 

 


Cerca de 350 mil cristãos estão vivendo como escravos na Coreia do Norte

O escritor e pesquisador Eric Metaxas afirmou que o regime totalitário de Kim Jong-un persegue a comunidade cristã de forma brutal.

Postado em 19/09/2017

        

         "Pelo menos 100 mil desses irmãos e irmãs estão presos em campos de trabalho", afirmou Eric. (Foto: Reprodução).

Coreia do Norte é um lugar assustador. O governo totalitário de Kim Jong-un e a forma pública como seus seguidores dão suporte para este ditador brutal são suficientes para dar arrepios. Mas em um país onde existe um vazio espiritual enorme, há uma comunidade cristã que cresce. É claro que o cristianismo é ilegal nesta nação, e qualquer demonstração de fé, até mesmo portar uma Bíblia, pode resultar em execução.

"A Operation World diz que, embora não exista alguém que saiba o número exato, pode haver cerca de 350 mil cristãos vivendo de forma escrava em espaços subterrâneos, dentre os 24 milhões de pessoas da Coreia do Norte", escreveu Eric Metaxas ao site The Christian Post. "Tragicamente, e enfurecedor, mas pelo menos 100 mil desses irmãos e irmãs em Cristo estão presos em campos de trabalho".

“Estes são alguns dos ambientes mais severos da Terra. Com o frio e segurança máxima, muitos cristãos são condenados à morte por trabalho escravo, ou simplesmente executados no local. Como, a fé cristã continua a sobreviver? Como todos nós, pela graça de Deus”, escreve Metaxas.

Dificuldades

"Devido à vigilância sempre presente, muitos oram com os olhos abertos, e se reúnem para louvar ou ter momentos de comunhão. Mas, cenas assim são praticamente impossíveis de acontecer, pois os cristãos são presos, , torturados ou mortos. Todas as famílias cristãs são presas em campos de trabalho", salientou.

“Devemos orar por esses cristãos e apoiar organizações como o Ministério Portas Abertas em seu trabalho vital. Essas pessoas são importantes para Deus, e elas também devem ser importantes para nós. Eles não são invisíveis para Cristo", conclui Metaxas.

 

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

 


China intensifica perseguição religiosa após o assassinato de dois missionários

Assassinato de dois missionários chineses no Paquistão está expondo ainda mais o desprezo do Partido Comunista da China sobre o cristianismo

Postado em 07/09/2017

               China intensifica perseguição religiosa após o assassinato de dois missionários

Depois que extremistas muçulmanos assassinaram dois missionários chineses no Paquistão, muitos esperavam que o governo chinês se esforçasse para proteger os cristãos do país. Em vez disso, o Partido Comunista chinês está intensificando ainda mais a perseguição religiosa em seu território.

De acordo com um relatório da BBC, os missionários Meng Lisi e Li Xinheng foram ao Baluchistão, uma das cidades mais violentas do Paquistão, para evangelizar os muçulmanos locais. No entanto, eles foram encontrados por extremistas violentos, que os assassinaram a sangue frio.

O governo chinês não somente está fechando os olhos para este duplo assassinato, como também está aumentando sua campanha contra o cristianismo no país. Pouco depois da ocorrência dos crimes no Paquistão, autoridades chinesas prenderam quatro pastores de uma igreja na província de Zheijing. Mais tarde os líderes cristãos foram libertados, mas continuam proibidos de pregar o evangelho ou de dar qualquer entrevista na mídia sobre suas detenções.

A mãe de Xinheng diz que ela está "orgulhosa" de seu filho que não hesitou em compartilhar sua fé cristã, mas está decepcionada com o governo chinês que menosprezou a morte destes dois missionários.

Muitos suspeitam que a passividade do governo chinês neste caso também esteja ligada a interesses econômicos da China sobre o Paquistão. A China está investindo mais de US$ 55 bilhões no Paquistão, um país-chave em seu plano de conectar a Ásia e a Europa com uma nova rede de mercado.

Especialistas também dizem que o governo da China (Partido Comunista) vê os missionários cristãos do país como um "problema".

"Eles acham que o cristianismo é uma religião ocidental importada para a China, então, como você pode exportar o cristianismo da China?", diz Fenggang Yang, um especialista em religião na China, formado pela Universidade de Purdue.

"Isso é algo novo e as autoridades chinesas ainda estão lutando para descobrir o que fazer com isso", acrescentou.

As autoridades chinesas têm atacado repetidamente os cristãos do país e já destruíram mais de 1.000 cruzes, derrubando-as de diversos templos de igrejas, entre os anos de 2015 e 2016.

No entanto, apesar da repressão, os recentes assassinatos dos dois missionários chineses revelam que a Igreja na China está viva e bem atuante, não só em seu próprio território, mas também está levando o evangelho para além das fronteiras do país e para algumas das partes mais hostis do mundo, como é o caso do Paquistão.

 

Fonte: http://www.cpadnews.com.br 

 


Mulher presa por sua fé morre na cadeia por maus tratos, em Eritreia

Presa desde maio, Debesay não suportou os maus tratos na prisão.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

Postado em 18/08/2017

            As condições que os cristãos enfrentam nas prisões são desumanas. (Foto:

Uma mulher cristã que foi presa no início deste ano em meio a uma repressão contra cristãos evangélicos em Eritreia (nação africana) morreu, informou uma organização de direitos humanos. Fikadu Debesay, que era mãe de três, foi presa junto com o marido em maio. Ela morreu na semana passada enquanto estava presa em Metkel Abiet, um campo deserto localizado entre as cidades de Shieb e Gahtelai na região do Mar Vermelho, de acordo com Christian Solidarity Worldwide.

A CSW, uma organização de defesa da liberdade religiosa, que recebeu o reconhecimento das Nações Unidas no início deste ano, informou que a mãe foi enterrada na quinta-feira passada em Mendefera, capital da região Debub.

"A CSW está triste por ter ouvido falar da morte de Fikadu Debesay. Nossos pensamentos e orações estão com sua família neste momento doloroso. Pensamos em seus filhos, que estão de luto pela morte de sua mãe e que estão na ausência do pai detido. Além de outras crianças cujos pais foram injustamente presos", afirmou o presidente-executivo da CSW, Mervyn Thomas, em um comunicado.

Embora a causa da morte de Debesay não seja conhecida, Thomas explicou que as condições e o tratamento que muitos cristãos enfrentam nas detenções em campos como Metkel Abiet são "tão desumanos que podem causar uma desordem mental". Além disso, a região do Mar Vermelho é conhecida pelo seu extremo calor e tempo seco.

"Claramente, os direitos humanos e as liberdades fundamentais continuam a ser violados de forma abrangente na Eritreia, e a situação da liberdade de religião ou crença está se deteriorando", afirmou Thomas. "Mais uma vez, instamos a comunidade internacional a garantir que o governo e seus funcionários expliquem os crimes perpetrados contra os cidadãos eritreus, para manter a pressão sobre o regime até que todos os prisioneiros sejam libertados sem pré-condição".

Ataques policiais

Mais de 160 cristãos foram detidos em ataques policiais até o momento, neste ano. Em junho, Thomas disse que a atual repressão é uma "ilustração clara de que a perseguição contra grupos de fé não são reconhecidos na Eritreia".

Há mais de 15 anos, o governo da Eritreia fechou igrejas não sancionadas, proibiu eventos e práticas religiosas que não fossem afiliadas às denominações aprovadas pelo Estado e iniciou sua repressão às práticas religiosas tidas como proibidas. As denominações religiosas reconhecidas pelo governo de Eritreia incluem o Islã sunita, a Igreja Católica, a Igreja Evangélica Luterana e o Cristianismo Ortodoxo.

De acordo com a CSW, as prisões ainda estão ocorrendo mensalmente. Somente na primeira semana de agosto, 23 cristãos foram detidos na capital do país, Asmara. Em junho, os cristãos eritreus presos durante as incursões do governo no passado eram geralmente detidos em eventos cristãos, como estudos bíblicos ou cultos. A organização explicou que os agentes do governo agora estão simplesmente indo de porta em porta para prender cristãos.

Funcionários de segurança acompanhados por um sacerdote ortodoxo estão se apresentando em casas e questionando as pessoas sobre sua filiação religiosa. Todos, exceto muçulmanos, ortodoxos, católicos e luteranos são condenados a prisão. O primeiro-ministro informou que o número de cristãos eritreus detidos em incursões este ano chegou a 210.

 

 


Mais de 180 cristãos foram processados, após proibição de evangelismo na Rússia

Após um ano de lei, os cristãos continuam sendo os mais atingidos pela restrição

Postado em 11/08/2017

               Mais de 180 cristãos foram processados, após proibição de evangelismo na Rússia

Os cristãos compõem a grande maioria dos que sofrem com a implantação das leis tidas como "anti-missionárias" na Rússia. São mais de 180 casos trazidos sob a nova legislação que entrou em vigor há um ano. As perseguições cresceram nos primeiros 12 meses desde que foram implementadas, no dia 20 de julho de 2016.

Estão proibidas atividades que vão desde encontros de oração em casas, publicar canções cristãs em sites religiosos e até mesmo orar na presença de outros cidadãos sendo interpretados como "atividade missionária".

Relatórios publicados pelo Forum18, uma organização de liberdade religiosa na Noruega, detalham os mais de 180 grupos religiosos e indivíduos punidos pelas restrições e revelam que os protestantes evangélicos compõem a maioria dos “castigados”.

Confusão

Os regulamentos, oficialmente listados como Código Administrativo Artigo 5.26, Partes 3, 4 e 5, entraram em vigor no dia 20 de julho e proíbem a "atividade missionária" por russos e estrangeiros. No entanto, a definição ampla da lei religiosa russa provocou confusão quanto ao que constitui uma "atividade missionária" e em que circunstâncias os crentes podem compartilhar sua fé com os outros.

Com multas de até 50 mil rublos (cerca de seis semanas de salários médios) para indivíduos e até um milhão de rublos para organizações, os estrangeiros também podem enfrentar a deportação e o confisco de qualquer material, como no caso de Donald Ossawaarde.

Culpado

O ministro batista dos Estados Unidos foi considerado culpado por "realizar atividades missionárias ilegais", ao fazer estudos bíblicos semanais em sua casa, na Rússia. Ele levou o seu caso ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, representado pela Alliance Defending Freedom International (ADF), uma instituição de caridade de liberdade religiosa.

Donals Ossewaarde é mais um dos 30 indivíduos e grupos batistas a serem processados ??de acordo com a lei, além de mais de 35 evangélicos. Outros ligados às igrejas pentecostais, apostólicas e presbiterianas mostram que os cristãos são o maior grupo visado pelas leis.

 

Fonte: christiantoday  VIA   cpadnews

 

 


Mais de 2 mil pessoas se juntam para espancar e expulsar cristãos da Índia

O grupo de cristãos teve que fugir dos ataques e se abrigou em uma igreja na cidade vizinha.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

ATUALIZADO: SEGUNDA-FEIRA, 31 JULHO DE 2017 AS 4:28

Durante os ataques, uma menina de 22 anos ficou inconsciente. (Foto: Portas Abertas).
Durante os ataques, uma menina de 22 anos ficou inconsciente. (Foto: Portas Abertas).

Cerca de 15 cristãos foram espancados e depois expulsos de sua aldeia na Índia. O fato aconteceu logo após eles se recusarem a negar sua fé. Os crentes em Jesus haviam sofrido várias ameaças anteriormente e foram informados que se não renunciassem à religião, enfrentariam "consequências terríveis", de acordo com relatos de um membro do Ministério Portas Abertas.

Recentemente eles foram espancados por uma multidão de 2 mil pessoas de sua aldeia. Uma menina de 22 anos ficou inconsciente. Os extremistas provocaram-lhes dizendo: "Se o seu Jesus está vivo, peça a Ele para curá-la agora mesmo". Quando ela finalmente recuperou a consciência, o grupo de cristãos fugiu. Eles conseguiram se abrigar em uma igreja próximo da cidade onde estavam.

O ministério Portas Abertas, organização que ajuda os cristãos perseguidos, documentou um "nítido aumento" nos ataques contra os cristãos na Índia, com 350 incidentes registrados em 2015, crescendo rapidamente para 800 em 2016. A instituição diz que centenas já foram registradas este ano.

Perseguição religiosa

A lista anual do Portas Abertas, que classifica os países por ordem de perseguição religiosa, apresenta a Índia como o 15º pior país do mundo para ser cristão. A organização ainda apresenta os laços do partido Bharatiya Janata (BJP) para o extremista hindu militante Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS).

Rajeshwar Singh, um dos líderes deste grupo, se gabou em mídia nacional dizendo que o RSS fará a Índia livre dos cristãos e muçulmanos até o dia 31 de dezembro de 2021. "Apesar de ser a maior democracia do mundo, com uma constituição que garante a liberdade de religião e crença, o extremismo está prosperando na Índia", diz uma declaração do Portas Abertas.

O governo indiano é liderado pelo partido nacionalista hindu Bharatiya Janata Party (BJP), que por sua vez não se importa com os ataques às minorias religiosas.

 

 


Polícia se une a extremistas para proibir cristãos de fazerem culto, na Índia

Durante um culto, os cristãos foram surpreendidos com o ataque de hindus, além de serem espancados com bastões de ferro.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE GOSPEL HERALD

Postado em 07/07/2017Os cristãos foram arrastados, chutados e insultados com palavrões pelos hindus locais. (Foto: Reuters).

Os cristãos foram arrastados, chutados e insultados com palavrões pelos hindus locais. (Foto: Reuters).

Depois de um ataque no leste da Índia, no qual um cristão foi gravemente ferido, a polícia e os hindus locais firmaram um "acordo", sem participação dos membros da igreja, impedindo efetivamente os cultos de adoração. Os cristãos foram intimidados a assinar o acordo.

Como resultado, na aldeia de Abasing, no distrito de Gajapati, estado de Odisha, os cultos de domingo cessaram, após o ataque do dia 18 de junho, que aconteceu em uma reunião de adoração. Uma multidão de homens e mulheres hindus iniciaram o ataque, disse um líder da igreja.

"Não houve culto no último domingo, e neste domingo também não podemos adorar", disse o Pastor Samuel Karjee para o site Morning Star News. "Eu não posso dizer o quão seco e estéril nos sentimos. Nossos corações anseiam por orar e adorar juntos".

Cerca de 30 mulheres hindus entraram na casa onde a congregação vinha se reunindo por seis meses. Elas quebraram as entradas da frente e de trás e arrastaram 12 dos cristãos que estavam presentes.

Espancamento

"Nós fomos arrastados, e havia mais de 300 aldeões hindus esperando nos vencer", disse o pastor Karjee. "Eles nos espancaram com bastões de ferro, nos chutaram e usaram de palavrões contra as mulheres. Tentamos evitar que eles atacassem fisicamente as mulheres". Os extremistas ainda atacaram uma garota de 13 anos, Madhusmita Bhuyan, no estômago, e a empurraram.

Quatro cristãos feridos foram temporariamente detidos e obrigados a assinar o documento: Taruna Kumar Nayak, Aruna Kumar Nayak, Budhanth Kumar Nayak e Ashes Bhuyan. Ravindra Bhuyan também foi ferido e temporariamente detido. O pastor Karjee disse que os aldeões estavam gritando durante o ataque: "Por que você está realizando esses cultos? Nós não gostamos de cristãos. Quem são os cristãos? Uma religião estrangeira. O cristianismo não é nada. Você não deve orar aqui".

Rajata Bada Raita, de 24 anos, ficou gravemente ferida e ainda continua fazendo tratamento e acompanhamento no Hospital Distrital de Paralakhemundi. "Os médicos disseram que seus ferimentos são internos", disse o pastor Karjee. "Ele visita o hospital para exames regulares e ainda não se recuperou completamente".

Acordo contra os cristãos

Bíblias e outros livros cristãos foram levados, os agressores foram a uma delegacia de polícia reclamando que missionários, pastores e evangelistas cristãos estavam visitando a aldeia e distribuindo esse material. Os membros da igreja chegaram à delegacia de polícia de Rayagada e arquivaram um primeiro relatório de informação contra oito suspeitos: Chaudhri Gomango, Bamana Sabar, Deeptiranjan Bhuyan, Sarathi Bhuyan, Hari Bada Raita, Arjun Bhuyan, Dinabandhu Karjee e Dandapani Karjee.

A polícia patrulhou a área naquela noite e, na manhã seguinte, 19 de junho, os membros da igreja foram ao posto de polícia para encontrar oficiais que prenderam 25 aldeões hindus e os cinco cristãos. As pessoas que foram presas não receberam comida ou água durante todo o dia. O “acordo” foi firmado na presença da polícia e do magistrado Tahsildar.

 

 


Líder do Boko Haram ameaça cristãos em vídeo: "Vocês estão brincando com fogo do inferno"

Desde 2009, o grupo terrorista já matou mais de 20 mil pessoas, incluindo os cristãos. Foram 6 mil mortos somente no ano passado.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

ATUALIZADO: QUINTA-FEIRA, 29 JUNHO DE 2017 AS 2:08

Abubakar Shekau em novo vídeo faz ameaça aos cristãos. (Foto: Reprodução).
Abubakar Shekau em novo vídeo faz ameaça aos cristãos. (Foto: Reprodução).

Abubakar Shekau, líder do grupo terrorista nigeriano Boko Haram, ressurgiu em um novo vídeo, reivindicando a responsabilidade pelos ataques ao exército e declarando que não há espaço para que os cristãos vivam com os muçulmanos no país.

O grupo terrorista tem sido responsável pela morte de mais de 20 mil pessoas, incluindo os cristãos, desde 2009. O líder disse no passado que procurará matar todos os cristãos e explodir todas as igrejas.

"Minha mensagem é para os religiosos na Nigéria que, apesar de sua posição, estão dando uma interpretação errada ao alcorão. Vocês estão brincando com fogo do inferno. Tomem cuidado porque o alcorão dividiu a humanidade em três, alguns são crentes, alguns são hipócritas e alguns são não-crentes”, disse.

“Não há um meio para que os muçulmanos (em mesquitas) e cristãos (em igrejas) trabalharem juntos", disse Shekau em sua última mensagem, conforme relatado pelo Premium Times na última quarta-feira (28). "Isso nunca aconteceu antes, mesmo durante a vida de todos os apóstolos do profeta", ressaltou.

Sem interferência

O líder explica ainda que os não-muçulmanos poderiam existir se "permanecerem lado a lado e sem interferência", enquanto os muçulmanos estão "governando com a Sharia", que é uma posição que o governo democrático da Nigéria rejeita.

No ano passado, houve rumores sobre a morte de Abubakar e da liderança do Boko Haram. Mas o chefe do grupo terrorista, que prometeu fidelidade ao Estado islâmico no Iraque e na Síria, insistiu que ele ainda está no comando.

Shekau disse que seus lutadores eram responsáveis ​​por uma emboscada de um comboio de viajantes militares de viajantes na semana passada, que terminou com o sequestro de 16 mulheres. A polícia disse que pelo menos duas pessoas, incluindo um policial, foram mortos no ataque pela estrada Maiduguri-Damboa.

20 mil vítimas

Como foi informado pela Al Jazeera em maio, a guerra de Boko Haram com o exército nigeriano desde 2009 levou a 20 mil vítimas, com milhares de pessoas, incluindo muitos cristãos, raptados e forçados a se casar com radicais islâmicos. O grupo terrorista bombardeou igrejas e edifícios do governo, prometendo expulsar todos os seguidores de Cristo do país.

Em agosto de 2016, surgiram relatos de que Boko Haram elegeu o porta-voz Abu Musab al-Barnawi como seu novo líder, com novas ameaças contra os cristãos. Al-Barnawi prometeu que os jihadistas responderão à ameaça do evangelismo por "atrapalhar e explodir todas as igrejas que podemos alcançar e matar todos aqueles que encontramos dos cidadãos da cruz".

Em 2015, o Índice de Terrorismo Global descobriu que Boko Haram era o grupo terrorista mais mortal do mundo, responsável por 6.444 óbitos naquele ano, mais do que o Estado Islâmico com 6.073 mortos. O exército nigeriano disse que fez avanços significativos contra os islâmicos no ano passado e está avançando na sua missão de erradicá-los do país.

 

 

 


Cristãos mexicanos são impedidos de enterrar familiares

                 Em algumas comunidades, cristãos precisam de autorização para usar o cemitério
Postado em 28/06/2017

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Cristãos no estado de Nayarit, no Oeste do México, alegaram que foram privados do direito de enterrar seus familiares no cemitério local. O motivo é a fé cristã. Arnulfo Martinez, que perdeu seus pais e sua filha de um ano em um incêndio criminoso, contou à Portas Abertas que foi impedido de enterrar seus entes e precisou esperar três dias para fazê-lo. As mortes aconteceram no dia 22 de fevereiro de 2017, uma quarta-feira, mas apenas no sábado, Arnulfo recebeu autorização das autoridades de sua comunidade para usar o cemitério. Ainda assim, os corpos foram enterrados juntos, e não em túmulos separados como ele desejava.

As primeiras postagens sobre o incidente nas mídias sociais indicavam que o acontecido era fruto da perseguição religiosa. A Portas Abertas conduziu uma investigação para saber a veracidade das alegações, entrando em contato com pastores e líderes cristãos da região. Dias depois, uma igreja negou que os ataques caracterizavam perseguição, mas eram consequência de desavenças.

Perseguição religiosa e discriminação contra cristãos é recorrente e crescente em diversos estados do México, como Chiapas, Oaxaca, Hidalgo e Jalisco. Esse caso também aumentou a atenção à perseguição enfrentada por aqueles que professam a fé cristã no estado de Nayarit. Coloque em suas orações os cristãos mexicanos e peça a Deus que os sustente em meio às tribulações.

 

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Fonte: https://www.portasabertas.org.br 

 


Meninas cristãs são forçadas a se tornarem `prostitutas´ em templos hindus na Índia

Elas estão sendo pressionadas a servir como `prostitutas do templo´, satisfazendo as necessidades sexuais dos homens de sua comunidade

Fonte: Guia-me. com informações de The Christian Post 
Postado em 13/06/2017
                             Meninas cristãs são forçadas a se tornarem `prostitutas´ em templos hindus na Índia

 

Meninas cristãs estão sendo pressionadas por seus pais a cumprirem uma tradição religiosa hindu, praticada na Índia há mais de 5 mil anos, que as tornam prostitutas pelo resto de suas vidas.

Conhecidas como “devadasis” ou “servas da deusa”, as jovens consagram suas vidas à deusa Yellamma e servem como “prostitutas do templo”, satisfazendo as necessidades sexuais dos homens de sua comunidade.

A prática foi proibida pelo governo indiano em 1988, mas as famílias pobres que vivem na Índia e no Nepal continuam oferecendo suas filhas para fazer uma oferta aos seus deuses.

Sumani, de 16 anos, é uma das jovens que têm sido pressionadas por sua mãe para se tornar uma devadasi. Ela tem encontrado apoio de missionários da organização Mission India, onde tem participado de estudos bíblicos.

Erik Morsehead, da Mission India, observou que há muitas outras meninas em situações semelhantes a de Sumani. “Há uma estimativa de 50 mil devadasis apenas no sul da Índia”, ele apontou ao site Mission Network News.

“Essas meninas, muitas vezes, vêm das castas mais baixas e seus pais as entregam aos templos como oferendas, a fim de apaziguar os deuses. Essas meninas são colocadas em um estilo de vida muito trágico”, Morsehead acrescentou.

A jovem Sarita também cresceu como um devadasi, mas conheceu a Cristo através dos estudos bíblicos promovidos pela Mission India. “Através do amor e da graça de Jesus, ela deixou de ser uma devadasi, mesmo que isso dê muito dinheiro”, disse Morsehead.

“Por causa da atitude de Sarita, suas pequenas filhas também não irão se prostituir. Ela quebrou esse laço em sua família. Agora, suas duas meninas estão indo para a escola e crescendo em um lar cristão amoroso”, contou Morsehead.

Além de problemas sociais como este, os cristãos têm enfrentado muitos desafios na Índia, onde representam uma minoria da população.

“Em toda a Índia, militantes hindus têm ameaçado e assassinado os membros das igrejas”, disse Paul Robinson, da organização Release International. “Os extremistas tentaram forçar os cristãos a renunciarem à sua fé e se converterem ao hinduísmo. Eles têm bombardeado, incendiado, vandalizado e demolido igrejas”.

 

 


Segundo estudo, perseguição a cristãos se compara à Roma de Nero

 

Postado em 30/05/2017

Um encontro promovido pela International Christian Concern em Washington, EUA, que reuniu ativistas e um desertor norte-coreano detalhou os graves abusos contra os direitos humanos perpetrados contra cristãos

Os cristãos atualmente estão enfrentando uma perseguição que estaria “em pé de igualdade” com o que ocorria sob o imperador romano Nero.

 

Um encontro promovido pela International Christian Concern em Washington, EUA, que reuniu ativistas e um desertor norte-coreano detalhou os graves abusos contra os direitos humanos perpetrados contra cristãos. Uma atenção maior foi dedicada à situação na Coreia do Norte, onde todos que vivem sob o regime comunista de Kim Jong-Un sofrem abusos.

Vários estudiosos do assunto apontaram que a conduta do ditador transformou o país no mais fechado do mundo, onde há uma tentativa deliberada de se extinguir o cristianismo.
Greg Scarlatoiu, diretor executivo do Comitê de Direitos Humanos na Coréia do Norte, afirmou: “Antes da tomada do poder comunista, a capital Pyongyang era conhecida como a ‘Jerusalém do Oriente’. Na Coréia do Norte, o cristianismo era praticado abertamente e a existência de várias igrejas na mesma rua [era] uma visão comum”.

O especialista já liderou esforços para a publicação de pelo menos 24 relatórios e livros sobre os abusos dos direitos humanos dos cristãos. Scarlatoiu lembrou que foi a partir da decisão do Comitê Provisório do Povo, em 1946, que a Coréia do Norte forçou o fechamento maciço de igrejas.

Os agitadores do Partido Comunista foram inseridos em comunidades cristãs católicas e evangélicas e começaram a criticar os sermões que não se alinhavam ao regime, destaca.
Em 1962, o então presidente Kim Il-sung, avô de Kim Jong-Um, afirmou: “não podemos avançar em direção a uma sociedade desenvolvida com pessoas religiosas. Por isso temos de julgar e punir aqueles que ocupam cargos de liderança nas igrejas protestantes ou católicas”.

Essa medida teve grande impacto, pois se em 1948, antes do comunismo, cerca de um quarto da população norte-coreana pertencia a alguma crença religiosa, em 2017 o número está agora abaixo de 1%.

Ao longo dos anos, o regime dos “Kim” matou centenas de milhares de seu próprio povo sob diversas alegações, começando com Kim Il-sung, continuando com seu filho, Kim Jong-il, e perpetuou-se com seu neto, Kim Jong-un.

Fazendo uma comparação com os índices atuais de perseguição, Scarlatoiu acredita que a liberdade religiosa é a principal questão na defesa dos direitos humanos no século 21. “Essa perseguição religiosa, em particular aos cristãos, é comparável com a Roma de Nero, bem como com o genocídio assírio, grego e armênio da Primeira Guerra Mundial ou o genocídio dos Yazidi”, sentenciou.

Há estudos que apontam que um cristão é martirizado, em média, a cada cinco minutos em algum lugar ao redor do mundo.

 

Fonte:http://comunhao.com.br 

 


Estado islámico declara “guerra total” aos cristãos durante o Ramadã

Trad.e adaptação Francisco Jorge

Postado em 27/05/2017

                       

Os órgãos  de segurança da Europa e dos Estados Unidos estão se preparando para um aumento nos ataques terroristas durante o Ramadâ, o mês sagrado dos muçulmanos. Oficialmente, ele começa a partir do dia 26 deste mês de maio e vai até 24 de Junho.

Os líderes do estado islâmico convocaram seus seguidores para iniciar o que chamam de "guerra total" contra os "infiéis" do Ocidente, cristãos e judeus, subentende-se. A escolha da data não é coincidência, porque durante o período de 4 semanas de jejum praticado no mundo islâmico, nos últimos anos tem sempre revelado um grande aumento no número de ataques por parte dos jihadistas.

"Os Irmãos Muçulmanos da Europa, que não puderem chegar às terras do Estado Islâmico, ataquem-nos em suas casas, seus mercados, suas estradas e seus tribunais , " disse o grupo terrorista em uma mensagem intitulada: Onde estão os leões de guerra? ".

O argumento do material é que o ataque suicida na Arena Manchester, que matou 22 crianças e adolescentes, foi o primeiro passo. "Não despreze o seu trabalho. Concentre-se em civis e inocentes pois nós consideramos que essas ações são mais eficazes. Portanto, prossigam e vocês poderão receber uma grande recompensa ou o martírio durante o Ramadã ,"diz o autor da mensagem.

No ano passado, Abu Mohammed al-Adnani, falecido porta-voz do Estado Islâmico fez um apelo global para seus seguidores realizassem ataques do tipo lobo solitário durante o mês sagrado.

O caso mais notório foi o de um jihadista solitário, que em 12 junho de 2016 invadiu uma boate gay em Orlando, nos Estados Unidos, matando 49 e ferindo 53. Foi o maior número de mortos em um ataque naquele país, desde 11 de setembro 2001.

 

Fonte: https://www.bibliatodo.com 

 


“Matar crianças infiéis não é crime”, diz Estado Islâmico

Atentado terrorista durante show em Manchester vitimou pelo menos 10 crianças

Com informações de Istoé VIA gospelprime

Cristiano Medeiros

O Estado Islâmico (EI) parece não ter limites. Agora o grupo está defendendo o assassinato de “crianças infiéis”, e ainda não consideram crime ou errado praticar esse ato de extrema violência.

“Nós não deveríamos nos afligir pela morte colateral de mulheres e crianças infiéis, porque Allah disse: ‘não se aflija pelos infiéis”, argumentou a organização terrorista em sua revista “Rumiyah”, no artigo “Collateral Carnage” (Massacre Colateral).

O EI assumiu nesta terça-feira (23) a autoria do atentado à bomba realizado em Manchester durante um show da cantora pop Ariana Grande, na noite de segunda. Pelo menos 22 pessoas morreram e 59 ficaram feridas, a maioria crianças e adolescentes fãs da artista de 23 anos de idade. Logo após o atentado, jihadistas e simpatizantes do EI comemoraram nas redes sociais.

O Estado Islâmico declarou em dois comunicados, um em árabe e outro em inglês, que “com o apoio e a graça de Allah, um soldado do califado instalou explosivos no meio de locais das Cruzadas, na cidade britânica de Manchester, em vingança à religião de Allah”. O objetivo da ação foi alcançado, que era aterrorizar os “infiéis” em resposta às transgressões contra as terras muçulmanas.

O aviso ainda alertou para novos atos terroristas. “Outros ataques serão cometidos, com a permissão de Allah”. O Estado Islâmico ainda confirmou que havia mais de uma bomba no ocorrido.

Polícia do Reino Unido investiga caso

A polícia do Reino Unido suspeitava que um suicida tinha detonado ao menos um explosivo de fabricação caseira na área da bilheteria da casa de espetáculos. Testemunhas, porém, relatavam desde ontem terem ouvido pelo menos duas explosões. Um homem de 23 anos suspeito de ligação com o atentado foi capturado.

A identidade do detido foi mantida em segredo. Ainda não existe confirmação se o autor do ataque morreu na explosão ou se é o jovem preso nesta manhã, apesar da polícia defender a tese de que o terrorista cometeu suicídio.

Outra prisão foi realizada no centro comercial de Arndale, em Manchester, mas as autoridades dizem que não há relação com o atentado. Com informações de Istoé

 

 

 


Órfãos cristãos são torturados na Coréia do Norte, por sua fé em Jesus Cristo

Postado em 08/05/2017

                                   órfãos cristãos na Coreia do Norte

Os órfãos norte-coreanos são "severamente torturado" quando é descoberto que eles são cristãos; e o governo chinês é cúmplice dessas atrocidades, de acordo com ativistas e defensores da liberdade e dos direitos humanos na .

Vários ativistas de direitos humanos, relataram histórias angustiantes de crianças cristãs órfãs na Coreia do Norte, durante um painel realizado na Universidade de Georgetown, Guiana inglesa, na quarta-feira.

Eles foram presos e detidos em um centro de detenção na China, para depois serem repatriados à Coreia do Norte. Ao descobrir que três dos 17 eram cristãos foram enviados para um campo de prisioneiros políticos.

"Sob a lei norte-coreana", crianças menores de 18 anos não devem ser enviados para um campo de prisioneiros políticos.

Sabendo que eles são cristãos são separados do grupo e torturados

Mas, neste caso, eles sabiam que eram cristãos e tinham estado em uma igreja, foram separados de seu grupo "onde eles foram" torturados severamente , "enquanto os outros órfãos foram enviados para um campo de reeducação com outras crianças, disse Lim.

agentes de segurança descobriram que eram cristãos, porque eles descobriram calos em seus joelhos porque estavam orando por um longo tempo a Deus para ajudá-los, disse Lim. Histórias como estas estão acontecendo hoje, Lim acrescentou, concluindo seu discurso pedindo às pessoas pela orar para a Coreia do Norte.

                          Os órfãos norte-coreanos são "severamente torturados" se for descoberto que  são cristãos

 

Fonte:https://www.bibliatodo.com 

 


Líder do Estado Islâmico anuncia novos ataques contra cristãos, no Egito

O extremista disse para os muçulmanos se afastarem de cristãos, pois eles são alvos dos próximos ataques.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

Postado em 05/05/2017

Em dezembro de 2016, o grupo extremista reivindicou a autoria de um bombardeio na Igreja do Cairo. (Foto: Reuters).
Em dezembro de 2016, o grupo extremista reivindicou a autoria de um bombardeio na Igreja do Cairo. (Foto: Reuters).

Um líder do Estado Islâmico no Egito advertiu os muçulmanos a se manterem afastados dos encontros realizados pelos cristãos. O alerta têm o objetivo de proteger as pessoas de fé islâmica sobre futuros ataques contra o que ele chamou de “alvos legítimos”. Outros possíveis ataques poderão ser feitos em instalações do governo.

A declaração foi dada ainda enquanto os cristãos egípcios continuam a lamentar os bombardeios no Domingo de Ramos sobre as igrejas coptas que mataram pelo menos 45 e feriram mais de 100 pessoas. O Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade da ação extremista.

"Estamos alertando você para ficar longe de encontros cristãos, bem como as reuniões do exército e da polícia, e as áreas que têm instalações políticas do governo", disse o líder do grupo islâmico que não se identificou, em uma entrevista ao jornal semanário muçulmano Al Naba, publicado no Telegram.

Fortes investidas

Em fevereiro deste ano, o Estado Islâmico instigou a violência contra cristãos coptas egípcios, chamados de "infiéis". Esse grupo cristão representa cerca de 10% do país que é majoritariamente muçulmano. Centenas de cristãos foram forçados a fugir de suas casas no Sinai, no norte do Egito, depois de vários assassinatos que ocorreram na região. Eles haviam recebido um aviso: "Vá embora ou morra".

Em dezembro de 2016, o grupo extremista reivindicou a autoria de um bombardeio na Igreja do Cairo que matou 27 pessoas.

Alguns comentaristas dizem que a opressão militante do grupo minoritário é parte de um ataque dirigido contra o Egito como um todo, visando os elementos mais vulneráveis ​​do estado. Os ataques aumentaram a pressão sobre o presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, enquanto ele procura manter o país seguro e cumprir sua promessa de proteger as minorias do extremismo.

 

 


 A perseguição violenta contra cristãos na Índia, 'Um ataque é registrado a cada 40 horas': Diz relatório

 

                  

Um novo relatório diz que os ataques violentos contra a minoria cristã na Índia estão aumentando a um ritmo alarmante, já que os membros de grupos próximos ao partido nacionalista hindu que governa procuram criar uma "nação hindu". Há um ataque anti-cristão a cada 40 horas, destaca o relatório.

O relatório do Conselho Cristão da Índia afirma que os ataques contra os cristãos aumentaram cerca de 20% em 2016, e a violência física contra os cristãos aumentou em até 40%. Um novo ataque está sendo relatado a cada 40 horas, acrescentou.

"Os ataques se tornaram mais graves e mais freqüentes, os incidentes costumavam estar confinados em alguns estados, agora a violência se espalhou para 23 estados", observa o relatório, ressaltando que a maior elevação foi registrada no norte do estado de Uttar Pradesh e no sul do estado de Telangana.

Os ataques envolvem agressões físicas, vandalismo e incêndio de igrejas, queima de Bíblias, ameaças de morte e coação, forçando os cristãos a renunciar à sua fé e converter ao hinduísmo, além de  interrupção e ataques aos cultos e reuniões de oração.

Em um caso, os nacionalistas hindus bateram em um evangelista com correntes, o desnudaram e o forçaram a beber urina, diz o relatório. Em outro incidente, um cemitério cristão foi profanado e esqueletos desenterrados e espalhados pelo cemitério, acrescenta.

Os ataques contra os cristãos têm aumentado desde que o partido nacional hindu Bharatiya Janata ganhou a eleição nacional em 2014. O BJP acredita e propaga a ideologia Hindutva, que prevê uma Índia onde os hindus e a cultura hindu dominarão. Acredita-se que o BJP seja a ala política do principal grupo nacionalista hindu Rashtriya Swayamsevak Sangh.

No mês passado, mais de 100 membros do Congresso dos Estados Unidos escreveram uma carta ao ministro do Interior da Índia, pedindo-lhe que autorizasse a organização americana de patrocínio de crianças cristãs Compassion International a continuar seu trabalho naquele país. A instituição de caridade terminou recentemente seus programas na Índia em meio a uma repressão contínua do governo do BJP sobre organizações sem fins lucrativos que recebem fundos estrangeiros.

O tratamento do governo indiano dado à Compaixão Internacional "causou séria preocupação no Congresso dos EUA", disse em carta endereçada ao ministro do Interior da Índia, Rajnath Singh.

O governo indiano alega que a Compaixão estava financiando conversões religiosas.

"Estamos escrevendo porque acreditamos que o Ministério dos Assuntos Internos emitiu uma circular interbancária que impede que todos os bancos comerciais na Índia processem as transferências bancárias da CI sem a aprovação prévia do Ministério. Como resultado, a Compaixão não consegue processar os fundos necessários para continuar ... em detrimento das centenas de milhares de crianças que a compaixão serve na Índia. Muitos dos nossos patrocinadores, que construíram apegos emocionais através de anos de relacionamento com essas crianças, estão angustisdos com esse corte abrupto ", continuou a carta.

No início deste mês, a hindu Yuva Vahini, uma organização juvenil de direita conhecida por promover incêndios criminosos e violência contra minorias, forçou a polícia a interromper uma reunião de oração cristã na área de Dathauli, no distrito de Maharajganj, em Uttar Pradesh, que estava sendo assistida por mais de 150 pessoas e 11 Turistas americanos. O grupo apresentou uma queixa alegando que se destinava a conversões ao cristianismo.

No início deste ano, o hindu Yuva Vahini atacou a Igreja Full Gospel em Gorakhpur área em Uttar Pradesh, alegando conversões.

O grupo foi formado por um líder do BJP, Yogi Adityanath, que assumiu o cargo de ministro-chefe do estado de Uttar Pradesh no mês passado após a vitória de seu partido nesse estado.

Em fevereiro, um evangelista, Dr. Kusuma Anjeneya Swamy, de 47 anos, entrou em coma pouco depois de ter sido assediado por nacionalistas hindus por distribuir publicamente cópias do Novo Testamento na cidade de Hyderabad, no sul do país. O grupo de homens ameaçou queimá-lo vivo e questionou se "Jesus o salvaria das chamas".

Embora não houvesse evidência de violência física, o evangelista aparentemente sofreu uma hemorragia cerebral e entrou em coma horas depois do incidente.

 

Fonte: http://www.christianpost.com 

 

 


 

12 lições que aprendemos com a Igreja Perseguida

Postado em 21/04/2017    Cristãos protestam no Paquistão após atentado do Talibã matar ao menos 14 pessoas em igrejas - 15/03/2015

Cristãos protestam no Paquistão após atentado do Talibã matar ao menos 14 pessoas em igrejas - 15/03/2015 (Shahzaib Akber/EFE)

 

Lição 1: A perseguição acelera o crescimento da igreja

Cristãos norte-coreanos afirmaram que Deus está presente mesmo no vale da sombra da morte. Do país que lidera há mais de uma década, no topo da Lista Mundial da Perseguição, chegam os mais incríveis relatos de verdadeiro cristianismo. Leia mais

Lição 2: Nossas orações ultrapassam fronteiras

Infelizmente, nem todos os cristãos que são raptados por grupos extremistas islâmicos são resgatados ou encontrados com vida. Mas há alguns casos excepcionais onde a maioria consegue escapar. Esses cristãos perseguidos atribuem a liberdade como resposta de muitas orações. Leia mais

Lição 3: Orar “com” alguém é mais eficaz do que orar “por” alguém

Essa afirmação veio de uma jovem síria que foi entrevistada por um colaborador da Portas Abertas que atua no país: “Não orem por nós, orem conosco, pois é isso o que nos dá força. Orem pela paz em nosso país e orem com muita fé, pois temos esperança de que tudo vai melhorar”. A jovem finalizou com essas palavras de fé “Eu sei que Deus não vai falhar”. Leia mais

Lição 4: Deus usa todos os meios para resgatar vidas

Cristãos no Butão encontraram uma forma bem criativa para evangelizar. Eles estão reproduzindo CDs e DVDs de músicas cristãs para alcançar os corações dos butaneses, alegando que o trabalho de distribuição de Bíblias e panfletos não funcionou muito bem para eles, mas que com a música, muitos estão se rendendo ao amor de Jesus. Leia mais

Lição 5: Perdoar traz paz de espírito

Um jovem cristão que vive na República Centro-Africana ficou muito ferido após um ataque do grupo extremista Seleka, em 2013. Infelizmente, ele ficou com algumas sequelas definitivas que o limitam fisicamente. No começo, ele disse ter questionado muito a Deus. “Sentia raiva dos militantes, principalmente quando via as cicatrizes em meu corpo. Mas Deus me ensinou a arte do perdão e ministrou em mim a paz de espírito.”, revelou o cristão.  Leia mais

Lição 6: Seguir a Cristo é mais que aceitar um convite, é uma decisão

Uma família chinesa decidiu abandonar o islamismo para seguir Jesus. Eles foram humilhados e expulsos pela própria família e agora vivem em uma casa abandonada, mas estão convictos de sua fé e não pensam em voltar atrás. Leia mais

Lição 7: Não devemos temer a morte

A Igreja Perseguida entende que deve permanecer onde está, mesmo em meio à guerra, aos ataques e à violência extrema, porque os cristãos devem brilhar na escuridão. “Durante esses 5 anos passamos por situações realmente complicadas e tristes; a morte é algo que nos rodeia o tempo todo, sempre somos ameaçados, mas a nossa fé nos sustenta”, disse uma cristã perseguida que vive na Síria. Leia mais

Lição 8: Devemos estar sempre preparados para dias piores

No Mali, os cristãos reconheceram que não estavam preparados para o que viria. A perseguição chegou de forma mais severa e muitos não resistiram, abrindo caminho para o sincretismo. Os líderes não estavam prontos para combater as falsas doutrinas que invadiram a igreja. Leia mais 

Lição 9: Todo cristão tem uma missão para cumprir

Um dos líderes da igreja no Iraque disse que se sente na obrigação de permanecer no país, mesmo quando tudo parece estar perdido. “O cristianismo no Iraque é como uma grande árvore que está aqui há mais de 2 mil anos, mas agora existem muitos inimigos querendo cortar essa árvore e se livrar dela”. Por esse motivo ele decidiu ficar. “A palavra de Deus nos instrui sobre como lidar com a opressão e a violência. Devemos ser amáveis como Cristo nos ensinou”, enfatiza o líder. Leia mais  

Lição 10: Recomeçar sempre, independente da situação

Nossos irmãos e irmãs no Oriente Médio estão enfrentando uma fase complicada. Eles precisam de muita iniciativa e coragem para recomeçar em diversas áreas de suas vidas. Há igrejas para ser restauradas, casas que precisam ser reconstruídas, famílias que vão iniciar do zero, sem contar os traumas psicológicos que precisam ser tratados, emoções e sentimentos que necessitam de cuidados médicos, entre muitas outras carências. Mas a igreja permanece firme e perseverante. Leia mais

Lição 11: Existe alegria em meio à tristeza

Em meio a tanto trabalho e compromissos duas cristãs que vivem no Bangladesh, mãe e filha, conseguem louvar a Deus como “cantoras populares” em sua vila. “Somos compositoras e trabalhamos para Deus, conscientizando as mulheres sobre o erro do casamento infantil na região em que vivemos, o que é outro problema que o país enfrenta. Temos também 20 canções de adoração que são apresentadas nos eventos cristãos”, disse ela. Apesar da situação difícil que enfrentam por serem cristãs, as duas irradiam a alegria de Cristo por onde vão. Leia mais

Lição 12: Somos dependentes de Deus

A igreja cubana tem enfrentado grandes desafios e ao mesmo tempo tem se mostrado forte e perseverante. “Aprendemos a lição mais importante que um cristão pode aprender sobre a terra, que é depender de Deus em todas as circunstâncias e acho que esse é o maior tesouro que a igreja cubana pode compartilhar nesse tempo”, explica um dos líderes que atua no país. Leia mais

 


Apesar da repressão religiosa, Fábrica produz uma Bíblia por segundo na China

Postado em 08/04/2017
                                        Fábrica produz uma Bíblia por segundo na China
Apesar do controle do governo com a religião, a maior fábrica de Bíblias do mundo está localizada na China.

Segundo uma reportagem da BBC, a empresa Amity é a fábrica de livros sagrados mais produtiva do mundo por conseguir produzir, em média, um exemplar por segundo.

Com 67 milhões de cristãos, o país asiático tenta de todas as formas barrar o crescimento da religião.

Mas apesar dos esforços e das constantes repressões, a religião segue em crescimento.

Em 1949 eram apenas um milhão de cristãos na China, em 2010 o número era de 67 milhões e a previsão é que em 2030 o país tenha a maior população cristã do planeta.

Vale lembrar que para funcionar no país, todas as denominações cristãs precisam seguir as regras do governo e serem registradas.

As igrejas que não são reconhecidas sofrem uma série de perseguições, inclusive a prisão de seus líderes.

A lei religiosa na China é rígida e o governo já tem divulgado um novo regulamento ainda mais rígido para controlar as denominações religiosas.

 

Fonte: http://www.bbc.com VIA http://www.gospel10.com  

 


Os cristãos no Sudão estão enfrentando uma perseguição maior por parte do governo, de acordo com um grupo de vigilância. Autoridades decidiram demolir pelo menos 25 igrejas em Cartum.

Postado em 07/04/2017

 

 

Uma mulher grávida cristã em Cartum, no Sudão, foi condenada à morte quinta-feira depois que ela se recusou a refutar a sua fé, de acordo com seu advogado. (Foto: Reuters / Goran Tomasevic) Arquivo foto, 2010.

O Centro Americano de Direito e Justiça disse nesta quinta-feira que os cristãos, que são uma minoria no Sudão dominado pelos muçulmanos, têm protestado contra os planos do governo de demolir as 25 igrejas. Funcionários afirmam que as igrejas foram construídas em terrenos destinados a outros usos.

"O governo sudanês tem repetidamente oprimido a comunidade cristã por interferir com suas terras e lugares de culto. Por exemplo, em 2014, os funcionários fizeram uma declaração de que nenhuma nova igreja poderia ser construída no Sudão", escreveu a ACLJ.

"Além disso, em 2012, o Ministério de Endowment cancelou o comitê democraticamente eleito que estava em vigor desde 1902 para supervisionar propriedades da igreja e nomeou um comitê corrupto que vendeu a maior parte das terras das igrejas", continuou.

"O Tribunal Administrativo emitiu uma decisão em fevereiro de 2015 que determina que o ministério não tem o direito de nomear esse comitê e a comissão eleita teve o poder legal de lidar com a terra da igreja", mas o governo se recusou a implementar a decisão do tribunal.

As autoridades estão planejando vender a terra das 25 igrejas depois de serem demolidas, a fim de obter lucro.

Enquanto isso, Open Doors relatou que um ancião da igreja foi esfaqueado até a morte por causa de uma questão semelhante em 3 de abril.

A organização, que classifica o Sudão como o quinto pior país do mundo quando se trata de perseguição cristã, disse que um grupo de cristãos se reuniram na segunda-feira na Escola Evangélica em Omdurman para um protesto pacífico contra a apropriação ilegal da escola.

A polícia prendeu os homens, no entanto, enquanto um grupo de 20 pessoas começou a bater as mulheres. Um número de homens da Igreja Evangélica Bahri nas proximidades correu para ajudar seus irmãos e irmãs em Cristo, mas dois foram esfaqueados nos confrontos.

Younan Abdullah, um ancião na Igreja Evangélica de Bahri, morreu por causa de seus ferimentos, enquanto o segundo membro da igreja, Ayoub Kumama, sobreviveu e foi tratado em um hospital próximo.

Embora um homem tenha sido preso pela polícia após o assassinato de Abdullah, Open Doors argumentou que as autoridades não fizeram o suficiente para proteger os manifestantes pacíficos do ataque.

Vários pastores também foram presos por falsas acusações de segurança nacional, e apesar de alguns terem sido libertados, o Rev. Hassan Abduraheem permanece na prisão depois de ter sido condenado a 12 anos por sua fé cristã.

Em fevereiro, o Pastor Michael Yat, que também foi preso anteriormente, disse à International Christian Concern em resposta a perguntas feitas pelo The Christian Post que o governo sudanês não quer que os cristãos no país.

Ele afirmou que o governo é especialmente oposta àqueles que podem falar árabe, "porque eles temem que eles podem facilmente chegar aos muçulmanos e conquistá-los para Cristo".

"Eles não permitem que os pastores cheguem aos muçulmanos em Cartum, Darfur e as montanhas Nuba, áreas estritamente dominadas por muçulmanos", disse ele.

 

Fonte: http://www.christianpost.com 

 

Outras notícias relacionadas


"Genocídio é uma palavra suave para o nosso sofrimento", diz pastor do Oriente Médio

Os relatos do pastor foram compartilhados no programa do evangelista Franklin Graham, que conta histórias de cristãos perseguidos pelo mundo.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHARISMA NEWS

Postado em 07/04/2017

Além do programa especial, a associação compartilhará outras histórias de cristãos perseguidos e suas famílias em um evento.
Além do programa especial, a associação compartilhará outras histórias de cristãos perseguidos e suas famílias em um evento.

No ano passado, mais de 90 mil cristãos foram mortos por causa de sua fé. Isso significa que uma pessoa cristã morreu a cada seis minutos. Os estudos continuam mostrando que os seguidores de Cristo são os mais perseguidos no mundo, e os ataques só estão piorando. Mas, como devemos responder?

"É bárbaro, é mau, e é hora de nos levantarmos e fazer algo", disse recentemente o evangelista Franklin Graham sobre a perseguição. "Eu acredito que nós, como cristãos, precisamos acordar, se não fizermos isso agora, será tarde demais", alertou o filho de Billy Graham.

Para incentivar os cristãos e trazer luz à crise, a Associação Evangelística Billy Graham está dedicando seu programa especial de televisão em abril para contar histórias de perseguição. O programa, “Perseguição e o Evangelho”, inclui relatos emocionantes de que inúmeros cristãos que estão enfrentando ataques contra a fé.

"Isto está acontecendo dia após dia, semana após semana", disse Graham. "Os cristãos estão sob ataque". O evangelista observa que a perseguição não se limita apenas ao Oriente Médio. Na verdade, seu programa apresenta a história de um homem que vive no Sudão que enfrenta tanto perigo por sua identidade que ele precisou se esconder.

Um líder religioso no Iraque que foi sequestrado e torturado e também um pastor no Líbano cuja igreja foi atacada, compartilham o nível de perseguição que enfrentam. "O genocídio é uma palavra suave para o que aconteceu ao meu povo", disse o pastor no programa de 30 minutos. "A mensagem tem que chegar: Salve meu povo, estamos morrendo aqui!".

Grande Evento

O programa “A Perseguição e o Evangelho” acontece um mês antes da Cúpula Mundial em Defesa dos Cristãos Perseguidos, que a Associação Evangelística Billy Graham realiza em Washington, DC, de 10 a 13 de maio. O evento reunirá 600 líderes de igrejas e defensores de 130 países - muitos deles vítimas de perseguição.

Além do programa especial, a associação compartilhará outras histórias de cristãos perseguidos e suas famílias que serão levadas para o evento. "Quero que os políticos vejam em primeira mão o que está acontecendo", explicou Graham. "Eu quero colocar bastante evidência sobre os cristãos ao redor do mundo que estão sendo perseguidos, que estão sendo torturados", finalizou.

 

http://www.charismanews.com VIA guiame  

 


 

Cristão é preso como "criminoso" por vender livros evangélicos, na China

O juiz decidiu que Li Hongmin cometeu um "crime grave" por imprimir livros evangélicos. Ele foi condenado a multas e dez meses de prisão.

Postado em 05/04/2017

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                          A esposa de Li Hongmin está sendo forçada a sair de seu apartamento.

Um tribunal da província de Guangdong, na China, condenou um cristão que imprimiu livros evangélicos com dez meses de prisão, além de dar uma multa. No dia 27 de março, o juiz que presidiu o caso do homem que foi identificado como um “terrível criminoso” proclamou que ele havia cometido um "grave crime", mas pronunciou uma sentença de 10 meses e uma multa de 10.000 Yuan (cerca de R$ 4.541) como punição.

Segundo o juiz, a sentença foi reduzida porque Li Hongmin "confessou" seu crime e sua esposa apresentou um documento escrito descrevendo a dura condição financeira da família. A sentença deve ser contada retroativamente, pois Li está sob custódia policial desde o dia 2 de junho de 2016.

Apesar da alegação do tribunal de que Li era penitente, sua esposa, Xu Lei tem mantido a inocência de seu marido durante todo seu encarceramento, mesmo viajando para Pequim antes de sua condenação para peticionar autoridades superiores. No entanto, um governo local em Honghu, Hubei, onde Li está registrado como residente permanente, enviou agentes para interceptá-la e convencê-la a voltar para casa, dizendo que o caso seria investigado.

Além disso, prisioneiros chineses detidos arbitrariamente são muitas vezes coagidos a admitir suas acusações, anulando a validade de suas confissões. Liu Peifu, o advogado de Li, disse que a sentença atingiu suas expectativas e que seu cliente não planeja recorrer, já que ele sairá em breve.

Entenda o caso

No ano passado, Li foi levado sob custódia policial quando as autoridades invadiram sua residência e sua instalação de impressão e descobriu 110 mil cópias de literatura cristã, que Li havia produzido. Eles o acusaram de "operações comerciais ilegais". O tribunal realizou duas audiências para tratar de seu caso, um no dia 17 de outubro e outro no dia 5 de janeiro, onde as autoridades fizeram mais perguntas sobre a igreja que Li freqüenta, a Igreja Guangfu que é bastante perseguida.

Xu também está sendo forçada a sair de seu apartamento. A China Aid relata abusos como aqueles sofridos por Li e sua família, a fim de permanecer em solidariedade com os cristãos perseguidos e promover a liberdade religiosa, direitos humanos e Estado de Direito.

 

Fonte: http://guiame.com.br  COM INFORMAÇÕES DO CHINA AID

 


"Eu não me importo de morrer por esta causa", diz cristã que cuida de refugiadas na China

Apesar de Hwa-Young viver sozinha, ela ajuda mais de 250 refugiadas da Coreia do Norte que fugiram para a China.

Postado em 28/03/2017

Por ser um trabalho sigiloso, ela não pode contar para as outras pessoas qual era sua ocupação. (Foto: Portas Abertas).
Por ser um trabalho sigiloso, ela não pode contar para as outras pessoas qual era sua ocupação. (Foto: Portas Abertas).

Hwa-Young é uma mulher bastante corajosa. Ela poderia reclamar de várias coisas em sua vida, mas prefere focar na obra de Deus. “Eu não tenho mais medo da morte. Sou uma mulher solteira e, se for necessário, eu não me importo de morrer por esta causa”, disse em entrevista para o Ministério Portas Abertas. Seu nome foi alterado por motivos de segurança.

A cristã trabalha na China ajudando mulheres que fugiram da Coreia do Norte. Ela lidera um refúgio com cerca de 250 norte-coreanas que precisam de amparo e ajuda no processo de restauração de suas vidas. “No início desse trabalho, eu me sentia muito sozinha, sem ter com quem conversar”, confessa.

Por ser um trabalho sigiloso, ela explica que não pode contar para as outras pessoas qual era sua ocupação. “Eu sabia que era um trabalho perigoso. Nunca pude compartilhar minhas experiências com ninguém por telefone, isto seria arriscado tanto para mim quanto para as pessoas”, enfatizou.

Cuidados

Ela também disse que temia até confiar em algum líder, pois tinha medo de pôr em risco a vida das refugiadas. “Eu também nunca pude me tornar membro de alguma igreja ou confiar em algum líder. Até hoje, tenho apenas dois amigos com quem posso falar mais abertamente, e mesmo assim eu divido apenas 50% das minhas preocupações”, ressalta.

Apesar de sua força, Hwa confessa que não é fácil viver sozinha. “Viver solitária é a parte mais difícil do meu trabalho, saio sozinha e volto sozinha. Sei que não há ninguém esperando por mim”, falou.

Então, nos momentos em que ela realiza alguma celebração com o grupo, ela tem seus momentos de distração. Assim como Hwa, muitos cristãos perseguidos trabalham dessa forma e necessitam de orações para que o Espírito Santo conforte esses corajosos corações.

Perseguição religiosa

Não é por acaso que Hwa não pode falar para as pessoas de seu trabalho. Na China, há uma forte perseguição contra os cristãos. Só neste mês, mais de 80 de cristãos foram presos por realizarem cultos em casas subterrâneas na região chinesa de Xinjiang, segundo a organização China Aid.

Outros seis foram detidos nos dias que antecederam o feriado do Ano Novo Chinês, no dia 28 de janeiro. O governo realizou incursões em várias igrejas domésticas afiliadas à denominação Fangcheng Fellowship, que é composta por mais de 10 milhões de membros. As incursões foram conduzidas nas cidades de Urumqi, Kuytun e nos condados de Shawan.

 

Fonte: https://www.portasabertas.org.br 

 


Adolescente compartilha a luta de ser cristão em área controlada pelo Estado Islâmico

Postado em 23/03/2017
               Imagem redimensionada

Um adolescente cristão que vive no Iraque em uma região sob o governo do grupo extremista Estado Islâmico (EI) compartilhou como ele e sua mãe foram perseguidos por causa de sua fé cristã. Ismail tinha 14 anos quando os militantes do EI invadiram a aldeia de Bartella, onde ele morava com sua mãe.

Eles foram forçados a se converter ao Islã ou então eles seriam mortos. Com medo da morte, eles disseram que haviam sido cristãos no passado. Mas um dia, os militantes descobriram que Ismail ainda estava usando um colar com uma cruz, identificando-o como um cristão. Ele foi severamente espancado e teve de memorizar diversas partes do Alcorão.

Ismail e sua mãe viram muitos outros sendo espancados e mortos. Eles até testemunharam um grupo de crianças executando prisioneiros e uma mulher sendo apedrejada até a morte.
Depois de dois anos vivendo sob esta violência, Ismail e sua mãe conseguiram escapar. Agora eles estão vivendo em Erbil e estão sendo ajudados por pessoas que trabalham em uma organização de ajuda humanitária.

Ismail lamenta o fato de ter sido forçado a fingir que se converteu ao Islã. "Sim, estou envergonhado por ter professado o Islã como minha religião", disse ele.

Um quase novo cenário

O Estado Islâmico tem sido expulso de Bartella, mas a cidade ainda não é habitável. Embora a presença do grupo extremista na região esteja diminuindo, o pequeno número de cristãos que permanecem, ainda enfrenta riscos diários.

Simon Barrington, diretor executivo do Samaritan's Purse, uma organização cristã liderada pelo evangelista Franklin Graham, ressaltou sua surpresa com o compromisso dos moradores de Barterlla. “Fiquei espantado com a sua determinação e compromisso com o povo de Barterlla e a região vizinha”, contou.

“Seu empenho em ser um testemunho contínuo nessa área é lindo”, afirmou ele que tem prestado ajuda aos cristãos da região. "Há enormes riscos para eles em permanecer no local, mas eles estão muito determinados", finalizou.

 

Fonte: guia-me Via http://folhagospel.com 

 


100 milhões de pessoas, incluindo cristãos, enfrentam "alta" perseguição na China

Pelo menos 100 milhões de pessoas, incluindo cristãos protestantes, estão enfrentando "altos" ou "muito altos" níveis de perseguição nas mãos do ateísta Partido Comunista na China, revela um relatório.

 

image: http://d.christianpost.com/full/105634/590-385/china-persecution-pray.jpg

(Foto: REUTERS / Aly Song) Uma mulher reza na Catedral de Sheshan nos arredores de Shanghai 28 de outubro de 2013.

Freedom House notou que o Partido Comunista vem a realizar uma repressão piora em várias religiões, buscando parar o crescimento da fé na nação mais populosa do mundo.

Cerca de 100 milhões de pessoas, pertencentes a diversos grupos religiosos, foram consideradas alvo de autoridades, com católicos romanos, que dizem estar sofrendo perseguição "moderada" e cristãos protestantes enfrentando "altos" níveis de perseguição.

Budistas tibetanos, muçulmanos uighur e praticantes do Falun Gong foram designados sob a categoria de perseguição "muito alta".

Milhões de crentes são forçados a desafiar as restrições à vida cotidiana, a fim de defender suas tradições e crenças religiosas, o que, segundo os pesquisadores, está afetando "o ambiente legal, social, político e econômico geral da China".

"Um discípulo taoísta se junta à ordem sem saber quando ele será admitido no sacerdócio.Dezenas de cristãos são impedidos de celebrar o Natal juntos.Os monges tibetanos são obrigados a aprender reinterpretações da doutrina budista durante uma sessão de reeducação" patriótica ", disse o relatório, Enumerando alguns exemplos de casos individuais de perseguição.

"Um agricultor uigur muçulmano é condenado a nove anos de prisão por orar em um campo e um pai de 45 anos no nordeste da China morre em prisão por ter sido detido por praticar Falun Gong".

O Partido Comunista, que nega ter perseguido minorias, foi acusado pela Freedom House e outros grupos de perseguição de usar métodos violentos e não-violentos para oprimir os crentes religiosos.

As autoridades prenderam manifestantes e líderes religiosos, fecharam igrejas subterrâneas e promulgaram leis restritivas buscando controlar todos os aspectos da vida religiosa.

"Desde que Xi Jinping assumiu o comando do Partido Comunista Chinês (PCC) em novembro de 2012, as autoridades intensificaram muitas de suas restrições, resultando em um aumento geral da perseguição religiosa", continuou o relatório.

"Mas os crentes têm respondido com um grau surpreendente de resistência, inclusive nas comunidades de fé que geralmente têm relações de cooperação com funcionários estaduais e do partido".

O governo de Xi tem tentado demonstrar disposição para chegar a alguns líderes religiosos e pôr fim a décadas de relações geladas, como seu recente diálogo com o Papa Francisco eo Vaticano sobre a ordenação de bispos católicos.

Grupos como o ChinaAid disseram que as conversações são apenas para mostrar, no entanto, e argumentaram que os rumores de "laços de aquecimento" não vão tornar a vida mais fácil para os cristãos perseguidos.

"Uma parceria entre o Vaticano eo governo chinês iria piorar a vida dos cristãos da igreja doméstica.O Partido Comunista já tem como alvo clérigos que não são ordenados pelo Estado como ilegítimos, o que leva à perseguição, e ter o apoio do Vaticano dá-lhes uma desculpa mais Para fazê-lo ", disse o presidente da China Aid, Bob Fu, ao The Christian Post em uma entrevista na semana passada.

"Eles também podem se sentir encorajados em sua perseguição aos cristãos que praticam sua fé fora das igrejas governamentais, uma vez que tal união seria o selo do Vaticano de aprovação na abordagem do Partido para o cristianismo".

Fu disse ao CP que o papa Francis estaria cometendo um erro ao fazer acordos com a China, se isso não incluir o levantamento de restrições às igrejas subterrâneas.

"A China pode estar tentando fazer uma frente unida com o papa e o Vaticano para tentar mostrar à comunidade internacional que está  respeitando o cristianismo, quando, na realidade, a religião ainda está oprimida", insistiu Fu.

"Por isso, um dos benefícios que a China poderia obter de uma relação com o Vaticano é a de uma imagem pública melhorada - e falsa -, tanto a nível nacional como internacional".

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Fonte: http://www.christianpost.com 

 


 

Sonhos e visões de Jesus estão produzindo um crescimento explosivo do Cristianismo no mundo muçulmano

Postado em 15/03/2017

Muitos muçulmanos ao redor do mundo estão dando suas vidas a Jesus Cristo, e em muitos casos por sonhos, visões e outros encontros sobrenaturais.

Felizmente, o estado de decadência da igreja nos Estados Unidos é apenas uma parte da história em geral. Em outras partes do mundo, o cristianismo está experimentando um crescimento absolutamente explosivo, mesmo em meio a terrível perseguição.

Isto é particularmente verdadeiro em países islâmicos, onde nós estamos vendo as coisas acontecerem  de  forma que poderia ter vindo em linha reta com livro de Atos. E o que está acontecendo no Irã não é nada menos que um milagre.

Em uma das nações islâmicas mais radicais em todo o mundo, milhões de pessoas têm vindo à fé em Cristo nas últimas duas décadas, e os sonhos e visões estão a desempenhar um papel importante.

Eu acho que um grande movimento de Deus está chegando ao mundo ocidental também. Mas ainda há muito mais.

Os corações tornaram-se muito duros e  orgulhosos no ocidente e embora haja crescimento nas perseguições. Mas, acreditamos que o cenário esta montado para a grande consumação dos propósitos de Deus revelados  em sua palavra.

 

Fonte: Christian News VIA https://www.bibliatodo.com 

 

 


            Como vivem os cristãos no Iraque

IRAQUE

Embora os fiéis não possam expressar sua fé publicamente ou possuir materiais cristãos, eles se reúnem discretamente para adorar a Deus

                              12-iraque-homem-alimentos

O Iraque ocupa o 7º lugar na atual Lista Mundial da Perseguição, descendo bastante em relação ao ano passado, quando ocupava a segunda posição. Isto não significa que a violência contra os seguidores de Cristo tenha cessado, mas que outros países apresentaram um nível de perseguição ainda maior como no caso da Somália e Afeganistão, por exemplo. Há mais de dez anos que o país vive uma guerra sem precedentes e a Igreja tem visto um verdadeiro êxodo de cristãos.

Em 2013, chegou-se a cogitar a possibilidade da extinção do cristianismo no país, mas não foi o que aconteceu, a Igreja sobreviveu e, como um milagre, sempre se levanta a cada investida contra os planos de Deus. Em 2003, havia mais de um milhão de cristãos vivendo no Iraque, hoje em dia, estima-se que esse número não ultrapasse os 230 mil. Embora seja uma quantidade reduzida consideravelmente, os que permaneceram parecerem ter a força dos “300 soldados de Gideão” (Juízes, capítulo 7).

Embora os fiéis não possam expressar sua fé publicamente ou possuir materiais cristãos, eles se reúnem discretamente para adorar a Deus. Além da pressão vinda da própria sociedade, a família também exerce um mecanismo poderoso de perseguição. Muçulmanos convertidos ao cristianismo são vistos como uma vergonha pelos seus parentes e amigos. Muitos templos foram destruídos ou desativados para serem ocupados em outras finalidades. Depois da chegada do Estado Islâmico, em 2014, milhares de cristãos foram expulsos de suas casas e comunidades.

Atualmente, porém, muitas áreas estão sendo retomadas e muitos cristãos estão retornando para suas cidades. Muitos jovens decidiram permanecer. Leia mais nas matérias “O Iraque é meu lar e eu não vou abandoná-lo” e Cristãos perseguidos no norte do Iraque criam empresas. Nossos irmãos iraquianos são corajosos e destemidos, mas necessitam das nossas orações. A Portas Abertas tem apoiado a igreja no Iraque, junto de parceiros e igrejas locais, mantendo trabalhos onde os cristãos podem se aconselhar, se reunir para ler a Bíblia, participar de treinamentos e contar com ajuda emergencial, além do apoio em oração e muito amor cristão. Você também pode fazer parte disso. Envolva-se!

Participe da campanha Um milhão de vozes de esperança e junte-se a nós. Há esperança para a igreja no Iraque e na Síria.

 

Fonte; https://www.portasabertas.org.br/noticias 

 

 


Cristão é queimado vivo pelo Estado Islâmico no Egito

Arish, no Egito. - Em menos de 48 horas depois que o grupo terrorista Estado Islâmico lançou um vídeo onde ameaçou atacar os cristãos, principalmente coptas, o governo egípcio confirmou a morte de duas pessoas na Península do Sinai.

Um cristão egípcio foi queimado vivo pelo Estado Islâmico no Arish, no nordeste. Na mesma noite, seu pai foi morto a tiros. O homem que foi queimado vivo chamava-se Medhat Hana e tinha 45 anos.

Seu pai, Saad, tinha 65 anos.

As forças de segurança do país revelaram que os corpos foram encontrados quarta-feira (22) "atrás de uma escola no centro da cidade." Desde o início do ano, três outros cristãos foram mortos a tiros em Arish pelo Estado islâmico.

território perdido no Iraque e na Síria, Estado Islâmico parece estar ganhando força em território egípcio. três anos e meio atrás, o grupo terrorista travava uma guerrilha sangrenta contra as forças armadas do Egito. Seus métodos de execução mostram que eles pretendem manter a mesma crueldade com que têm agido nos últimos anos.

No vídeo divulgado esta semana pelos jihadistas, eles alegaram que os cristãos são a "presa favorita" do Estado islâmico.

Eles ainda advertiram que o ataque contra uma igreja no Cairo, em que 27 pessoas morreram era "apenas o começo" da perseguição contra os "infiéis".

Os coptas são cerca de 10% da população do Egito, e a maior comunidade cristã no Oriente Médio, conforme relatado pela ABC News.

 

Fonte: http://www.noticiacristiana.com 

 

 


 

Nível de violência contra cristãos no Egito é alarmante

Postado em 17/02/2017

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 Agora existe um novo grupo extremista conhecido como Movimento Hasm, responsável por diversos ataques realizados nos últimos meses


Foto ilustrativa

O início de 2017 apresentou uma série de ataques violentos contra os cristãos egípcios. Em apenas duas semanas, cinco cristãos foram mortos no Cairo e Alexandria. Seus corpos foram encontrados com todos os objetos de valor, indicando que o motivo das mortes não teve relação alguma com roubo. Uma das vítimas, Youssef Lamei, tinha sido ameaçada por muçulmanos salafistas (membros do movimento ortodoxo ultraconservador dentro do islamismo sunita) pouco antes do ataque.

As mortes aconteceram apenas um mês após o bombardeio de dezembro, que matou 27 cristãos e deixou vários feridos. Acredita-se que os ataques foram realizados por grupos militantes islâmicos. Agora existe um novo grupo extremista conhecido como Movimento Hasm, responsável por diversos ataques realizados nos últimos meses.

“Muitos cristãos estão morrendo por causa desses grupos extremistas islâmicos, mas também há uma grande preocupação por conta das mortes de profissionais da área de segurança e de instalações militares. Parece que o Estado Islâmico e outros grupos relacionados estão mudando de estratégia para enfraquecer a segurança do país, tornando assim os cristãos ainda mais vulneráveis do que antes. Essa tendência é preocupante”, comenta e conclui um dos colaboradores da Portas Abertas. “Se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda.” (Salmos 127.1b)

Pedidos de oração

  • Nossos irmãos egípcios estão passando por sérias dificuldades e sendo atacados constantemente. Ore a Deus para que os proteja em todo o tempo.
  • Peça pelas famílias dos cinco cristãos que foram mortos violentamente por grupos extremistas islâmicos. Que eles sejam consolados pelo Espírito de Deus.
  • Interceda pela igreja no Egito para que permaneça perseverante em sua fé e que não deixe de crescer mesmo em meio a tanta violência.

Leia também
Justiça egípcia não funciona para cristãos

 

Fonte: https://www.portasabertas.org.br 

 


 

900 Igrejas na Nigéria Destruídas por Boko Haram

Pelo menos 900 igrejas cristãs foram destruídas nas mãos de Boko Haram no norte da Nigéria, como parte da campanha do grupo radical islâmico para expulsar todos os cristãos do norte, informou a ala juvenil da Associação Cristã da Nigéria.

CAN disse que a "carnificina" que está sendo feita contra os cristãos não é "acidental", e argumentou que ataques contínuos nas comunidades de Kaduna, Plateau, Benue e Taraba mostram que a guerra de Boko Haram contra os seguidores de Cristo, que começou em 2009, continua Em pleno vigor.


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Pelo menos 900 igrejas cristãs foram destruídas nas mãos de Boko Haram no norte da Nigéria, como parte da campanha do grupo radical islâmico para expulsar todos os cristãos do norte, informou a ala juvenil da Associação Cristã da Nigéria.

CAN disse que a "carnificina" que está sendo feita contra os cristãos não é "acidental", e argumentou que ataques contínuos nas comunidades de Kaduna, Plateau, Benue e Taraba mostram que a guerra de Boko Haram contra os seguidores de Cristo, que começou em 2009, continua Em pleno vigor.

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REUTERS / Joe Penney Vista geral de uma igreja que os moradores dizem que foi queimada por militantes Boko Haram é visto em Damasak 24 de março de 2015.

Segundo o The Daily Post , os comentários foram feitos após a reunião do Conselho Executivo Nacional realizada em Gusau, estado de Zamfara, com o presidente da ala jovem, o evangelista Musa Misal, pedindo a reconstrução de mais de 900 igrejas demolidas.

A CAN pediu ainda ao governo que intensifique sua proteção aos civis, o que foi repetido por grupos de perseguição como a International Christian Concern.

"Os cristãos continuam sendo o alvo principal e constante de radicais islâmicos como Boko Haram e militantes Fulani sem qualquer esperança de serem protegidos ou para que as autoridades tragam justiça", disse a ICC em nota , referindo-se também aos pastores Fulani Grupo radical islâmico que teria matado mais de 800 cristãos e muçulmanos moderados na última metade de 2016.


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Alguns líderes cristãos proeminentes, como o Presidente do CAN, Monsenhor Diamond Emuobor, sugeriram que, se não houver ninguém para proteger os cristãos e suas igrejas, então eles devem "comprar uma espada" e começar a se proteger.

"Os cristãos devem defender-se e quem não tem espada, deve vender seu casaco e comprar um para se defender.Nós somos todos seres humanos, ninguém deve pegá-lo como um caracol e abate porque você acredita em Jesus Cristo", disse Emuobor na semana passada .

Jesus disse no livro de Lucas que aqueles que não têm espada devem vender seus casacos e comprar um para a defesa de suas vidas ", disse ele. Ele acrescentou, referindo-se a Lucas 22:36.

Boko Haram, que prometeu submeter-se ao Estado islâmico em 2015, está matando cristãos e muçulmanos moderados em sua guerra contra o governo, atacando vilarejos e cidades, sequestrando mulheres e crianças e forçando suas vítimas a realizar atentados suicidas.

A BBC News informou na semana passada que os jihadistas agora até usaram bebês como parte de seus ataques suicidas. Duas mulheres disfarçadas de mães e de bebês realizaram tal bombardeio no dia 13 de janeiro na cidade de Madagali, no estado de Adamawa.

A população da Nigéria de 180 milhões é dividida igualmente entre muçulmanos e cristãos, de acordo com a Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos, e é composta por mais de 250 grupos étnicos. A grande maioria da população do norte da Nigéria identifica-se como muçulmana, e é principalmente do grupo étnico Hausa-Fulani.


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Fonte: http://www.christianpost.com 

 


 

          Cristãos estão em perigo

 

Naxalitas atacam as regiões mais pobres e tentam impor suas ideologias; além disso, o cristianismo tem sido fortemente rejeitado pelos extremistas hindus

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                                                           Foto ilustrativa

Tamil Nadu é um dos 28 estados da Índia e fica ao sudeste da Península Indiana; Chennai é sua maior cidade e também a capital, onde atualmente há um planejamento de reconstruir as casas daqueles que foram afetados pelas últimas inundações.

Infelizmente, tanto nessa região quanto em outras áreas da Tamil Nadu, os naxalitas (grupo comunista armado) estão atacando constantemente a população, tentando tomar o controle das áreas mais pobres. Eles pretendem impedir a ajuda do governo para que essas pessoas dependam deles e, automaticamente, acabem aceitando suas ideologias.

Os cristãos que moram nessas regiões estão em grande perigo, já que são vistos como traidores e informantes da polícia, pois eles não mentem quando são interrogados. Além disso, o cristianismo na Índia ainda é fortemente rejeitado pelos extremistas hindus. Ore pela igreja na Índia.

Leia também
Por que naxalitas atacam cristãos?
Nível de impunidade aumenta entre os indianos

 

Fonte: portasabertas.org.br 

 


 

Como é ser cristão na Coreia do Norte

COREIA DO NORTE

 

                             13-coreia-estatua-lideres

O país é o mais perigoso do mundo para quem toma a decisão de seguir a Cristo

A Coreia do Norte é um país governado por paranoia ditatorial, onde todos os cidadãos têm a obrigação de reverenciar seus líderes. Não há espaço para religião e aqueles que ousam conhecer a Jesus Cristo pagam um alto preço. O cristianismo é visto como "ópio do povo" e também como uma ideologia ocidental. Normalmente, os estados comunistas têm essa visão.

A pressão aos cristãos acontece em um nível muito elevado em todas as esferas da vida. Quem entra para a família cristã sabe que deve fazer isso em sigilo. Família, vizinhos e até mesmo os melhores amigos não podem descobrir que alguém se converteu a Cristo, e se isso acontecer, a pessoa passa a ser perseguida, hostilizada e pode até mesmo ser presa pelas autoridades. A nação tem pelo menos seis tipos distintos de campos e detenções.

Quando um cristão é descoberto, normalmente é levado para as piores prisões, onde é torturado e condenado a realizar trabalhos forçados em campos de concentração. Não é fácil confirmar o número oficial de cristãos que vivem nessas condições desumanas. Alguns especialistas arriscam dizer que está em torno de 50 mil, mas a Portas Abertas estima um número muito maior, entre 200 e 400 mil.

O país é o mais perigoso do mundo para quem toma a decisão de seguir a Cristo. Prisioneiros cristãos não são autorizados a tomar banho, vestem-se com trapos, dormem em celas frias ou em barracões, recebem pouquíssimo alimento diariamente, deve trabalhar por muitas horas sem descanso e correm risco constante de morte. O ambiente é altamente restritivo, mas mesmo assim, a igreja permanece crescendo por lá. Em suas orações, lembre-se dos nossos irmãos norte-coreanos.

 

Fonte: https://www.portasabertas.org.br 

 

 


 

90.000 cristãos mortos em 2016, 1 a cada 6 minutos

 

Os cristãos continuam sendo os religiosos mais perseguidos no mundo, com mais de 90.000 seguidores de Cristo sendo mortos no último ano, de acordo com o proeminente sociólogo italiano e autor Massimo Introvigne.

 

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(Foto: Reuters / Ahmed Jadallah) Os cristãos iraquianos deslocados que fugiram dos militantes do Estado Islâmico em Mosul, rezam numa escola que atua como um campo de refugiados em Erbil, no Iraque, em 6 de setembro de 2014.

Em entrevista à Rádio Vaticana , Introvigne, fundador do Centro de Estudos sobre Novas Religiões, baseado em Turim, Itália, citou estatísticas compiladas pelo Centro de Estudos do Cristianismo Global no Seminário Teológico Gordon-Conwell para um relatório anual que é esperado A ser lançado no próximo mês.

Introvigne disse que existem entre 500 e 600 cristãos em todo o mundo que não podem professar sua fé em Cristo livremente, sem medo de perseguição.

Entretanto, mais de 90.000 cristãos foram mortos no ano passado, o que equivale a uma morte a cada 6 minutos em média, acrescentou Introvigne.

O número total de cristãos mortos em 2016 diminuiu em relação às descobertas do ano passado de cerca de 105 mil, informou Introvigne, acrescentando que 70% dos cristãos mortos este ano foram mortos em conflitos tribais na África. Os outros 30% foram mortos em ataques terroristas, perseguição do governo e ataques a aldeias cristãs em todo o mundo.

Os 61 anos de idade explicou que os cristãos mortos nos conflitos tribais foram incluídos no total do estudo, porque muitos não podem, em boa consciência, pegar em armas.

Embora Introvigne acredite que os cristãos são o grupo religioso mais perseguido no mundo, ele admitiu que a estimativa de 90.000 do centro é um pouco mais liberal do que as estatísticas de outras organizações sobre mártires cristãos.

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(Foto: Reuters / Mohsin Raza) As mulheres da comunidade cristã choram por seus parentes, que foram mortos por um ataque suicida em uma igreja, durante seu funeral em Lahore, em 17 de março de 2015. Atentados suicidas no exterior de duas igrejas em Lahore mataram 14 pessoas E feriu quase 80 outros durante os serviços no domingo em ataques reivindicados por uma facção do Talibã paquistanês.

Open Doors EUA, que lança um relatório anual sobre os cristãos perseguidos em todo o mundo e fornece uma classificação global detalhada dos piores países para viver como um cristão, estima que apenas 7.000 cristãos foram mortos por sua fé este ano, de acordo com Open Doors Diretor de Comunicações Emily Fuentes.

"No entanto, esta é uma estimativa extremamente conservadora, já que só rastreamos aqueles que confirmamos detalhes sobre o nome, a localização, etc.", disse ela ao The Christian Post em um e-mail na sexta-feira. - Provavelmente há muito mais.

"Nos últimos anos, vimos um aumento da violência em muitos países africanos, no entanto, os nossos resultados observam que a maior parte da violência contra os cristãos em todo o mundo é devida ao extremismo islâmico", acrescentou. "Nas nações africanas, vemos grande número de cristãos mortos por grupos como Boko Haram ou al-Shabab, mas antagonismo tribal também desempenha um grande papel na perseguição dos cristãos".

Em sua entrevista à Rádio Vaticana, Introvigne disse que o número de cristãos mortos por sua fé fora da África é semelhante ao número de muçulmanos mortos por sua fé, especialmente em continentes como a Ásia. Ele acrescentou que assim como muitos muçulmanos estão matando outros muçulmanos.

Open Doors divulgará as conclusões da sua Lista de Vigilância Mundial de 2017, em 11 de janeiro de 2017.

Os resultados da World Watch List de 2016 indicaram que os cristãos foram perseguidos como nunca antes, já que a organização contabilizou mais de 3.000 cristãos mais mortos por motivos relacionados à fé do que seu relatório de 2015.

"A taxa de mortalidade é apenas um fator de perseguição", afirmou Fuentes. "Muitos cristãos foram deslocados, atacados, abusados ​​ou enfrentam dificuldades em suas vidas cotidianas por causa de sua fé."

Apesar dos números sem precedentes, a organização internacional de defesa dos direitos humanos, a Release International, afirmou em um relatório divulgado na quinta-feira que espera que a perseguição cristã continue aumentando em 2017.

Fuentes concordou com a avaliação da Release International.

"Infelizmente, esta tendência tem continuado a subir nos últimos anos, por isso é provável que vá continuar a crescer, especialmente com a disseminação do ISIS e outros grupos extremistas em toda a África, Ásia Central, Oriente Médio e Sudeste Asiático", explicou. .


Fonte: http://www.christianpost.com 

 


Perseguição de cristiãos na Índia é “a maior de todos os tempos”

 

                                   

Kasabi Samari, uma mulher de 55 anos, recentemente foi atacado por seus vizinhos; espancada e despida em público e, após sua morte, ela foi queimada. A situação aconteceu na aldeia onde vivia, na área de Chhattisgarh, no leste da Índia. A razão para  tudo isso é simplesmente porque declarou cristã em uma rede social hindu. O Presidente da Índia, Narendra Modi, faz vários discursos ressaltando que seu governo trata "todas as religiões com o mesmo respeito." No entanto, desde que tomou posse, os cristãos na Índia estão enfrentando um aumento de crueldade, violência limitação de seus direitos.A Índia ocupa atualmente a 17ª posição na lista dos maiores perseguidores do cristianismo. Esta é a posição mais alta do país liderado por Modi. Ao considerar as circunstâncias, o padre Richard Howell da Organização Evangélica da Índia, disse: "O hinduísmo político veio para o governo ea perseguição de minorias começou ... Todas as semanas há três ou quatro incidentes de grupos armados que atacam os cristãos" . plantadores indianos de igrejas que trabalham com alvos estrangeiros relatam que vários líderes cristãos foram presos, forçados a deixar suas casas e atacaram por sua participação na pregação do Evangelho. Em alguns casos, os membros da família também morreram. Os novos convertidos são atacados e sofrem de crueldade e exclusão dentro de suas comunidades por terem abandonado as antigas crenças do hinduísmo. Na verdade, as leis anti-conversão estão em vigor em cinco estados da Índia,tentando diminuir o número daqueles que querem se distanciar do hinduísmo, considerada a religião nacional. O radicalismo hindu está crescendo e aqueles que atacam a igreja e os cristãos não sofrem algum tipo de punição. Esta perseguição atingiu uma alta histórica, além da multiplicação de ataques contra igrejas cristãs também está afetando instituições de caridade mantidas por eles.A Compaixão Worldwide diz: "O que nós enfrentamos é um ataque sem precedentes, muito coordenada, feito deliberadamente e sistematicamente, a fim de nos expulsar do país." "O governo erroneamente acredita que usamos o dinheiro para converter os índianos ao cristianismo", diz Stephen Oakley, conselheiro geral para a Compassion International. "Isto é discriminação, pura e simples".

 

Fonte: https://www.bibliatodo.com  

 


 

"Governo Chinês é muito mais perigoso que o Estado Islâmico",diz ativista chinês

Cego desde a infância, Chen Guancheng é conhecido como o ‘advogado de pés descalços’

PorAlexandre Correia | The Christian Post 

O Partido Comunista Chinês, que tem mantido o seu domínio sobre o povo da China há mais de 60 anos, é mais perigoso que grupos terroristas como o Estado Islâmico, de acordo com o famoso ativista dos direitos humanos Chen Guangcheng.

          Postado em 15/12/2016

 

  • Bandeira da China
    (Foto: Reuters)Bandeira da China.

O governo chinês comemorou recentemente o 34º aniversário da sua política de um filho por família e o governo estima que mais de 400 milhões vidas foram "impedidas", com cerca de 13 milhões de abortos que acontecendo todos os anos.

Chen, um advogado autodidata que lutou pelos direitos das mulheres chinesas e foi preso pelo governo comunista por mais de quatro anos, durante meados do fim de 2000, disse para participantes de um evento na Heritage Foundation (um instituto de pesquisas americano) que a maioria dos abortos exigem que as autoridades sequestrem fisicamente mulheres e levem elas à força para clínicas de aborto.

"Acredito que temos subestimado a ameaça de um regime comunista como a China", disse Chen. "São muitas, muitas vezes mais perigoso do que os grupos
terroristas lá fora. Eu acredito que as pessoas vão perceber mais tarde que isso é verdade".

Chen disse que nas últimas três décadas, a política tem desmoralizado a sociedade chinesa. Chen, que é cego, disse que a implementação da política não inclui apenas
o aborto forçado de cerca de 1.500 vidas a cada dia, mas também envolve as surras impiedosas dos maridos, vizinhos e parentes das mulheres grávidas.

"Depois de várias décadas de implementação da política de um filho só e de
abortos [na maioria] forçados na China, o público vive com medo do governo", aponta ele." Quero enfatizar aqui que todos devem perceber que o Partido Comunista não representa a China, e nem mesmo o povo chinês. É só agora eles estão se tornando um inimigo público dos chineses”.

Chen escapou da prisão domiciliar e, eventualmente, fugiu da China para vir até os EUA em 2012, na condição de acadêmico convidado pela universidade de Nova York. Antes ele conduziu seu próprio estudo em 2005 sobre os abusos de direitos humanos na China em relação às mulheres sujeitas ao método de abortos forçados.
Chen disse que seu estudo descobriu que havia pelo menos mais de 650 mil
mulheres na Província de Shandong e descobriu que muitos delas tiveram abortos forçados ao final de sua gestação. Suas pesquisas descobriram que houve casos de esterilização forçada em mulheres que violaram a política do filho único da China.

Para dar uma ideia da situação, Chen usou um exemplo em detalhes dos maus-tratos que um casal chinês sofre nas mãos dos funcionários de planejamento familiar, dizendo que é "apenas um dentre dezenas de milhares de exemplos de pessoas sofrendo esse tratamento desumano na China”.

Em sua descrição, havia um casal onde a mulher estava grávida sem permissão de engravidar e oficiais ordenam ao casal que vá para a clínica de aborto a fim de receber o procedimento. No entanto, o casal se recusa e não aparece na
clínica. Chen disse que, mais tarde, o casal é levado pelos oficiais locais e ambos são jogados na caçamba de um caminhão, que os está levando para a clínica de aborto.

Antes que o caminhão chegue à clínica, os oficiais do governo param no acostamento e levam o marido para fora do caminhão. Eles jogam o marido no
chão e começam a espancá-lo. Depois da surra, ele é colocado de volta no
caminhão e levado para a clínica onde ocorre o aborto forçado, e mais tarde
o casal é levado de volta para casa.

“Na cultura chinesa antiga, temos um ditado que diz que ‘sua casa é seu castelo’”.

“Nem mesmo um rei pode entrar se não for autorizado”, destacou Chen. "Agora
sob esta China, de regime comunista, eles enfiam a mão em seu corpo e tiram seus bebês de dentro de seu útero e os matam na sua frente".

Chen disse que, quando funcionários da política [de um filho só] visitam os povoados para implementar o regime, seus moradores ficam com tanto medo que costumam fugir de suas próprias casas e a procurar refúgio em campos abertos.

“Sempre que há um tipo de implantação de política de planejamento familiar, os aldeões ficam tão assustados que não se atrevem a viver em suas próprias casas”, disse Chen”.

“Eles têm que fugir de suas próprias casas levando apenas algumas roupas e passam a noite em campo aberto para escapar dos funcionários locais da política de planejamento familiar”.

Um deputado americano do estado de Nova Jersey, também falou durante o fato e disse que a multa por ter uma criança sem uma autorização do estado pode chegar a dez vezes a renda média anual dos pais. Se a mulher e a família não podem ou não pagam a multa, ela normalmente é presa e sua casa é demolida. Também acrescentou que, se a mulher foge de sua punição, seus parentes são frequentemente presos ou espancados.

"Punições em grupo serão utilizadas para discriminá-la socialmente. Seus
colegas e vizinhos terão suas licenças de parto negadas", disse ele." Se uma mulher é, por algum milagre, ainda capaz de resistir a esta pressão, ela pode ser fisicamente arrastada para a mesa de operação e forçada a passar por um
aborto".

De acordo com estatísticas de 2012, divulgadas pelo Centro Chinês de
Controle de Doenças, existem cerca de 590 suicídios femininos por dia no país – o único país no mundo onde taxa de suicídio é mais alta em mulheres do quem homens.

“Em muitos casos, as mulheres entram em desespero ao enfrentar um aborto forçado e elas já secaram suas lágrimas e seus vizinhos e parentes são frequentemente espancados por oficiais locais do governo para implantar esse tipo de política desumana”, concluiu Chen.

 

Fonte:http://portugues.christianpost.com


Milhares de igrejas intensificam jejum após lei que proíbe evangelismo, na Rússia

A lei, que supostamente seria dirigida contra a propagação do terrorismo e do extremismo bloqueia a partilha de fé em qualquer lugar que não seja uma casa sancionada pelo governo de culto.

POSTADO:EM  12/12/2016 

O ato tem sido classificado como “um dos movimentos mais restritivos da história pós-soviética
O ato tem sido classificado como “um dos movimentos mais restritivos da história pós-soviética". (Foto: Reuters).

O presidente russo, Vladimir Putin assinou uma lei no mês de julho como medida de punir qualquer tipo de evangelização religiosa que seja feita fora das igrejas. Tal ato tem sido classificado como “um dos movimentos mais restritivos da história pós-soviética".

"Esta nova situação tem muita semelhança com a União Soviética, em 1929. Naquela época , a confissão de fé era permitida apenas na igreja", disse Hannu Haukka, presidente da grande comissão de mídia ao “National Religious Broadcasters”.

"Em termos práticos, estamos de volta na mesma situação. Essas leis anti-terroristas estão ficando como algumas das leis mais restritivas na história pós-soviética", comentou.

A lei, que supostamente seria dirigida contra a propagação do terrorismo e do extremismo, também foi aprovada pela Alta Câmara do Parlamento Russo. O movimento bloqueia a partilha de fé em qualquer lugar que não seja uma casa sancionada pelo governo de culto.

O site “Charisma News” informou que milhares de igrejas na Rússia se uniram em oração e jejum contra a medida, com base em informações compartilhadas por Haukka. "A igreja está chocada com a notícia da nova lei. Cerca de 7 mil igrejas evangélicas estão em jejum e oração no momento sobre a notícia", disse Haukka.

Outro site, o “The Christian Post”, informou no início deste mês que vários grupos cristãos na Rússia se manifestaram contra as medidas, afirmando que é quase "impossível" que os cristãos possam cumprir os requisitos.

"Se esta legislação for aprovada, a situação religiosa no país vai se complicar consideravelmente e muitos crentes vão se encontrar em estado de exílio e sujeito a represálias por causa de sua fé", disse o porta-vez de um dos grupos de cristãos antes da assinatura de Putin.

A nova lei também impede que os missionários estrangeiros falem em igrejas, a menos que eles tenham uma autorização de trabalho por parte das autoridades russas. Qualquer tipo de discussão sobre Deus com os não-crentes seria considerado uma atividade missionária e por isso punível por lei. Além disso, não serão permitidas atividades religiosas, mesmo em casas particulares.

Além disso, qualquer pessoa de 14 anos de idade que seja encontrada pregando, estará sujeita a processo e cada cidadão será obrigado a informar a atividade religiosa às autoridades, ou enfrentar uma punição. Haukka pediu aos cristãos ao redor do mundo para participar da oração pelas igrejas russas pelo fato deles enfrentarem um tempo tão desfavorável.

"A Rússia está nos cercando de uma maneira horrível. A nova lei está em total conflito com o propósito e a tarefa dada à igreja pelo Senhor. A lei irá enviar a igreja de volta à perseguição comunista da era soviética", disse.

 

FONTE: GUIA ME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

 


 

Perseguição selvagem no México: 300.000 evangélicos são forçados a deixar suas casas

Trinta pessoas na comunidade de Tuxpan de Bolaños no oeste do México, foram forçados a deixar suas casas em janeiro de 2016 quando foram acusados ​​de estarem atraindo outros aldeões para torná-los evangélicos, e isso é uma ameaça às tradições ancestral ...

  Postado em 12/12/2016

  

No México foi adotada uma "política de negação" para milhares de cristãos evangélicos que foram forçados a deixar suas casas por causa de suas próprias crenças, de acordo com um ativista dos direitos humanos no México, Pedro Faro Navarro, onde ele é o diretor do Centro de Direitos Humanos Frei Bartolomeu de las Casas. Ele  acusa o governo de "inventar mentiras" sobre as pessoas que foram despejadas à força, deixando a igreja "tradicionalista", onde se misturam elementos do paganismo indígena com o catolicismo popular. Eu afirmo que é difícil avaliar a magnitude do problema. "Infelizmente, não há um registro que possa ser usado para contar oficialmente o número de casos porque o estado mexicano nunca reconheceu o problema do deslocamento forçado", disse ele.

Segundo a Comissão Mexicana de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos, uma organização não-governamental, mais de 287.000 casos de deslocamento forçado ocorreu nos últimos cinco anos. Agora, a Comissão Nacional de Direitos Humanos, credenciada pela ONU, estima que a verdadeira quantidade seria 35.000. Faro contesta os números. "Alguns falam em mais de milhão de pessoas", disse ele. "Até agora, sabemos com certeza que o número mais baixo é sempre o oficial. São muitas as famílias têm de deixar suas casas  ", disse ele. Em 2015, o relógio monitor Mundial apontou que 12 famílias de evangélicos foram autorizados a regressar para casa cinco anos depois de ser expulsa pelos anciãos da aldeia. Mas muitas outras famílias permanecem isoladas, sem acesso a escolas ou centros médicos.

 

Tradições ancestrais

 

As trinta pessoas na comunidade de Tuxpan de Bolaños no oeste do México, foram forçados a deixar suas casas em 2016 de janeiro de onde eles foram acusados ​​que estavam atraindo outros aldeões para torná-los evangélicos, e isso é uma ameaça às tradições ancestral. O mesmo foram forçados a sair no meio da noite e só recebeu abrigo temporário em armazéns na cidade de Bolaños, depois que eles foram levados a 30 km e três horas de carro através das montanhas. Em seguida, 11 meses mais tarde, essas famílias permanecem em Bolanos, após terem sido deslocados três vezes. Eles vivem sob a ameaça de uma mudança de novo, porque o proprietário está prestes a vender as lojas. Estas famílias vivem, dormem, cozinhar e comer em dois quartos.

Víctor da Cruz González, onde está o professor da escola primária, estava trabalhando fora de casa quando sua esposa, Rosa, e seus filhos, com três e nove anos, os deslocados. Ele continuou seu trabalho no povoado, mas sua família não é nada boa. Rose señala: "Meu esposo vem um vernos quando tem dinheiro. Luego vuelve [a Tuxpan de Bolaños] uma vez e las personas tiran piedras a nossa casa donde dormimos. Y nos dejaron agujeros en el techo y la puerta ", afirmo.

 

Fuente: Noticias Finales VIA tiempo cristiano

 

 


 

Igreja na China terá mais restrições em 2017

POSTADO EM 24/11/2016

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Novo projeto de lei visa proibir a realização de atividades religiosas de qualquer instituição em locais não autorizados, incluindo treinamentos e conferências

Os cristãos chineses estão preocupados com os novos regulamentos do governo sobre a religião no país. Um novo projeto de lei visa proibir a realização de atividades religiosas de qualquer instituição em locais não autorizados, incluindo treinamentos ou conferências. Grupos religiosos também não poderão participar de eventos no exterior e nem mesmo receber doações.

Além disso, o número de incidentes contra igrejas continuam sendo relatados na China. A pressão sobre os cristãos está cada vez maior. O presidente Xi Jinping, que agora teve seu cargo elevado para “líder central” no Partido Comunista da China, poderá consolidar todas essas reformas com mais autoridade e poder do que antes.

“Na conferência do partido, que vai acontecer em 2017, todos saberão o que realmente o presidente planeja. Mas a igreja na China já pode aguardar por um tempo de mais restrições e dificuldades”, comenta um dos colaboradores da Portas Abertas. Enquanto isso, os cristãos estão sendo preparados para responder à perseguição de forma bíblica.

Pedidos de oração

  • Ore pela igreja na China, para que os líderes sejam estratégicos ao lidar com as futuras restrições.
  • Interceda pelos cristãos chineses perseguidos, que eles sejam fortes o tempo todo e inspirados pelo Espírito Santo.
  • Ore também pelo presidente Xi Jinping, para que ele seja impactado pelo amor de Jesus e que possa ter bons olhos para o cristianismo.

Leia também
Estratégias de evangelização entre os chineses
Regulamentos sobre religião podem limitar o cristianismo

 

Fonte: https://www.portasabertas.org.br 

 


 

Escolas de comunidades cristãs estão sendo fechadas na Turkia

Escolas de comunidades cristãs estão sendo fechadas na Turkia
Escolas de comunidades cristãs estão sendo fechadas na Turkia

Esse ano, até o mês passado, pelo menos 24 escolas ligadas às comunidades cristãs e de outras minorias religiosas na Turquia, foram fechadas. O motivo do fechamento se deu principalmente por causa do pequeno número de alunos que podem se inscrever, em função da nova legislação em vigor.

Um analista de perseguição da Portas Abertas comenta: “É um momento bem difícil para a comunidade cristã na Turquia. Desta vez, não é o nacionalismo desenfreado que está ameaçando, também não são os atentados, mas a redução da presença de cristãos em seu próprio meio”.

Conforme a legislação atual, não há quem proteja os cristãos contra as leis definitivas que proíbem a liberdade de religião. “Além da violência, existe o forte preconceito contra os cristãos, que faz com que eles sejam afastados da sociedade.

Pais de crianças cristãs podem até dizer que não querem que a educação islâmica seja ensinada em escolas públicas, mas eles definitivamente não terão a oportunidade de aprenderem a educação cristã, pois se trata de um tema proibido no país”, conclui o analista.

 Fonte: Amigo De Cristo

 


Mais de 200 mil pessoas entregaram suas vidas a Jesus em apenas um ano, no Tibete

Postado em: 30-06-2016Imagem redimensionada

Algo sobrenatural está acontecendo no Tibete, uma região da China, considerada como a mais alta do mundo e a casa do Monte Everest, a maior montanha da terra que está cerca de 9 mil metros acima do nível do mar.

Os tibetanos são em sua maioria, budistas, mas há também alguns muçulmanos e cristãos, de acordo com relatórios.

No ano passado, um sacerdote budista tibetano decidiu entregar sua vida a Jesus Cristo e tornou-se pastor, depois de ver o amor de Cristo, demonstrado por um grupo de missionários, que ajudaram e forneceram bens de ajuda humanitária para o povo de sua região. O apoio dos missionários chegou ao Tibet em decorrência de um grande terremoto que atingiu a região, de acordo com Joe Handley, presidente da Missão 'Asian Access', uma organização cristã busca espalhar a Palavra de Deus no sul da Ásia.

Agora, a semente do amor de Cristo tem crescido. Em um relato mais atualizado, Handley informou que outros 62 monges budistas decidiram fazer o mesmo que seu ex-lama e agora também estão seguindo a Cristo.

E isso não é tudo. "Só no ano passado, [os líderes da igreja] estão estimando-se que mais de 200.000 pessoas entregaram suas vidas a Cristo, como resultado dos trabalhos da comunidade cristã na região", diz Handley.

Mas o que estaria causando essa avalanche de conversões cristãs?

Handley diz que isso tudo é devido também ao trabalho dos missionário, que levam uma mensagem de esperança e cura para o povo do Tibete, após o terremoto devastador do ano passado.

"Eles não viram budistas, hindus ou outros grupos religiosos ajudando no meio dos escombros. Em vez disso, semana após semana, os seguidores de Jesus que sacrificaram o seu tempo e arriscaram suas próprias vidas para servir, se dispondo a ser as mãos e os pés de Jesus", diz ele.

A 'Asian Access' está desempenhando um papel fundamental neste movimento espiritual, por meio da formação de líderes das igrejas, com o objetivo de estabelecer o crescimento espiritual a longo prazo na região.

"A 'Asian Access' só tem o privilégio de se colocar ao lado de pastores-chave como os que investiram na vida deste sacerdote tibetano", diz Handley. "Investimos profundamente, construindo a sua capacidade para que eles possam alcançar suas comunidades".

"Deus faz coisas incríveis quando você investe nas pessoas. É possível vê-las crescendo mais profundo nEle, crescendo mais forte como líderes, aprendendo a reproduzir outros líderes e depois se espalhando pela região com os esforços de plantação de igrejas, de maneiras notáveis", acrescenta.

A 'Asian Access' está agora pedindo por orações e apoio financeiro dos cristãos em todo o mundo, para que a organização possa alimentar o movimento espiritual no sul da Ásia.
Fonte: http://folhagospel.com    

Governo russo proíbe evangelização cristã para ‘conter terrorismo’

   Postado em 30/06/2016
   Imagem: Divulgação       Resultado de imagem para imagens da russia

As multas previstas variam de R$ 2.500 até R$ 50.000

As leis que restringem a liberdade religiosa na Rússia já impediram que a seita da Cientologia chegasse ao país. O Ministério da Justiça ordenou no ano passado a dissolução da organização, que contava com 10 mil fiéis no país. Agora, uma decisão tomada nos principais órgãos legislativos russos, a Duma e o Conselho da Federação, mostra-se favorável a coibir também a evangelização cristã. Segundo a revista ‘Christanity Today’, novas leis proíbem toda forma de proselitismo fora dos templos, incluindo pregação e distribuição de literatura.

Isso afetará o trabalho missionário cristão, bem como atividades evangelísticas ao ar livre. Nem mesmo reuniões em residências para esse fim ou divulgação online de qualquer grupo religioso são permitidas. As multas previstas são equivalentes a R$ 2.500 para um indivíduo e até R$ 50.000 para uma organização. Caso a infração seja cometido por um estrangeiro, ele será deportado.

As medidas são consideradas as mais restritivas na história pós-soviética da Rússia. Proposta pela deputada Irina Yarovaya, do partido Rússia Unida, acredita-se que a iniciativa foi da Igreja Ortodoxa, a religião oficial da nação. Com o nome oficial de “leis de vigilância e antiterrorismo” elas visariam a restrição ao crescimento do islamismo, mas se estendem a todas as outras crenças.

De acordo com Frank Goble, especialista em questões religiosas e étnicas na região, a identidade nacional russa vem sendo promovida por Vladimir Putin desde o início do seu governo. Agora, somente um veto do presidente mudaria as decisões do legislativo, o que parece improvável.

Para o pastor Sergey Rakhuba, presidente da Missão Eurásia, o anúncio gerou preocupação nas sete denominações autorizadas a funcionar no país. Os evangélicos russos são menos de um por cento da população. Eles estão convidando a comunidade cristã mundial a orar para que Deus “possa intervir milagrosamente neste processo”. Caso isso não aconteça, Rakhuba diz que eles estão preparados: “Mesmo se a lei passar, não nos impedirão de adorar e compartilhar nossa fé. A Grande Comissão não vale apenas para os tempos em que há liberdade”.

A associação de Igrejas Protestantes da Rússia divulgou uma carta aberta onde reclama da violação da liberdade religiosa e de consciência pessoal que a Rússia desfruta desde o fim do regime comunista. Na década de 1920, no governo de Stalin, foi implantada a proibição de todas as atividades religiosas fora das “igrejas registradas” e a proibição de os pais ensinarem sobre a fé aos seus filhos.

David Aikaman, professor de história e especialista em religião, afirmou à ‘Christianity Today': “Não acho que podemos subestimar o desejo do governo russo de exercer controle total. Se a história serve como base, essas propostas revelam que o padrão de totalitarismo estão de volta ao país”.

De fato, desde 2012 está vigente na Rússia a lei “agente estrangeiro”, que oferece total controle ao governo sobre a atuação de qualquer liderança religiosa vinda do exterior. Os missionários estrangeiros têm dificuldades para a obtenção de vistos. Quando conseguem, precisam enfrentar uma complexa burocracia e estão sujeito a auditorias e restrições de suas atividades. Desde então, a presença de ONGs religiosas encolheu em um terço, de acordo com estatísticas oficiais.

Leia também: Doutrinação política afeta o exercício da fé de cristã na Rússia

 

Fonte:http://www.verdadegospel.com     


Estado Islâmico crucifica pessoas “todos os dias” durante mês do Ramadã

Postado em: 27-06-2016

“Todos os dias”, o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) está crucificando moradores da Síria por violarem as regras de jejum durante o Ramadã, considerado um mês sagrado para os muçulmanos.

Imagem redimensionadaDe acordo com Rami Abdelrahman, diretor do Observatório Sírio para os Direitos Humanos (SOHR, na sigla em inglês) no Reino Unido, duas pessoas foram crucificadas pelos militantes na cidade de Mayadin — território controlado pelo EI na Síria.

Outra morte por crucificação, que aconteceu na cidade vizinha de Bukamal, foi relatada pelo Observatório Justiça pela Vida. Antes disso, as três vítimas teriam sido mantidas em gaiolas por várias horas e chicoteadas por 70 vezes.

Segundo o SOHR, incidentes desse tipo se tornaram rotina durante o Ramadã nos locais dominados pelo califado do grupo terrorista. "Todo dia isso acontece, não somente um dia. Todos os dias nós publicamos isso, muitas vezes este mês", disse Abdelrahman.

Durante o período de jejum no mês do Ramadã, que acontece todos os desde a alvorada ao pôr-do-sol, os muçulmanos não podem comer, beber ou ter relações sexuais. No ano passado, o EI crucificou cerca de 94 pessoas que quebraram o jejum, incluindo cinco crianças.

As crucificações são uma forma comum de punição para espalhar o medo e o terrorismo entre os moradores dos locais onde há um califado do Estado Islâmico. Os próprios militantes do grupo também tem sido alvo desses castigos.

De acordo com a SOHR, na semana passada o grupo crucificou um de seus membros por três dias, na cidade de Deir ez-Zor. Ele foi acusado de "encobrir células adormecidas", trabalhar contra o grupo e "contrabandear pessoas que queriam fugir das áreas controladas pelo grupo."


Fonte: Guia-me Via http://folhagospel.com

 


Turquia decide expropriar templos cristãos
Os cristãos da cidade de Diyarbakir, envolvida em conflitos políticos e territoriais, poderiam perder seus lugares de culto. ABRIL DE 2016
iglesia armenia diyarbakir
O conflito que enfrenta na cidade turca de Diyarbakir às forças governamentais com combatentes curdos poderia ter como consequência a expropiação dos templos cristãos, segundo tem informado a imprensa governamental na última semana.
Diyarbakir tem sido o centro de lutas entre forças governamentais e combatentes curdos desde que teve um rompimiento do acordo de paz em junho de 2015. Durante a maior parte do tempo, os cristãos que pertencem às pequenas comunidades cristãs de armenios, asirios, caldeos e turcos não têm tido acesso a suas igrejas localizadas no centro da cidade.
Em 25 de março de 2016, a imprensa governamental oficial turca anunciou que 6.300 terrenos localizados no centro de Diyarbakir seriam expropiados pelo Ministério do Ambiente e Planejamento, incluindo as propriedades da Igreja Protestante, a Igreja Armenia Surp Giragos, a Igreja Caldea Surp Sarkis, a Igreja Católica Armenia e a Igreja Asiria da Virgen María. Isto ocorre como resultado de uma decisão tomada pelo conselho de ministros, dirigido pelo Presidente Erdogan o 21 de março de 2016.
O diretor de Fundações, Adnan Ertem, tem dito que as propriedades da igreja têm sido ex-propiadas para proteger os edifícios históricos, mas os cristãos em Diyarbakir  ficaram sem um lugar onde poder congregar-se e não se adotou nenhuma medida para retornar as propriedades às comunidades cristãs.
Ainda que muitas outras pessoas e propriedades serão afetadas pelo mesmo decreto governamental, o pastor da Igreja Protestante -aderida à Aliança Evangélica do país-, Ahmet Güvener, considera que isto é uma tentativa oficial de apoderar dos edifícios das igrejas, o qual “não deve ser permitido”, opina o pastor.

                          
Os cristãos, cada vez mais perseguidos em Índia Os ataques de radicais nacionalistas, alentados pelo governo de Narendra Modi, crescem perigosamente em Índia.
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Os cristãos, cada vez mais perseguidos em Índia Os ataques de radicais nacionalistas, alentados pelo governo de Narendra Modi, crescem perigosamente em Índia.
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Os cristãos, cada vez mais perseguidos em Índia Os ataques de radicais nacionalistas, alentados pelo governo de Narendra Modi, crescem perigosamente em Índia.
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Os cristãos são cada vez mais        perseguidos na Ìndia
Os ataques de radicais nacionalistas, alentados pelo governo de Narendra Modi, crescem perigosamente em Índia.
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Os ataques de radicais nacionalistas, alentados pelo governo de NARENDRA MODI, crescem perigosamente na Ìndia
                                   

 

Os cristãos, cada vez mais perseguidos em Índia Os ataques de radicais nacionalistas, alentados pelo governo de Narendra Modi, crescem perigosamente em Índia. 12 DE MARçO DE 2016 18:10 h Cristãos manifestam-se pela liberdade religiosa em Índia / Reuters 2015 foi um ano especialmente complicado para os cristãos em India, mas recentemente vários grupos humanitários têm mostrado sua preocupação, indicando que nos últimos dois meses os ataques contra os cristãos têm aumentado ainda mais, nas mãos de nacionalistas indianos.

Segundo informa Fox News, em janeiro e fevereiro deste ano reportaram-se ao menos 30 incidentes de violência religiosamente motivada contra os cristãos.

                                                      VIOLÊNCIA ALENTADA DESDE O GOVERNO

A violência contra de cristãos sempre tem existido no país, mas experientes em liberdade religiosa asseguram que hoje em dia é muito comum a impunidade por tais ações, devido à falta de ação por parte do governo a cargo do premiê Narendra Modi. Jeff King, presidente da entidade humanitária International Christian Concern, por seu nome em inglês acha que “são lobos vestidos de ovelha. Tem existido um incremento em ataques porque estes nacionalistas sentem-se inspirados por Modi no poder.”

“O governo, que obteve o poder com a eleição do premiê Narendra Modi do Partido Bharatiya Janata, tem fortes laços indianos nacionalistas. Como resultado, o hinduismo radical, que já estava presente baixo o governo anterior, se incrementou continuamente”, afirma David Curry, presidente de Open Doors USA. Curry agregou que “o governo central se recusou a falar na contramão das atrocidades, animando até agora a indianos radicais a aumentar sua discriminação contra os cristãos”.

                                                     ATAQUE A UMA IGREJA DURANTE O CULTO

International Christian Concern (ICC), tem denunciado que uma igreja pentecostal no estado de Chhattisgarh da Índia, foi atacada na semana passada pelos radicais indianos quando a igreja estava a levar a cabo seu serviço normal do domingo. A polícia local deteve a sete pessoas em relação com o ataque. Segundo as testemunhas, os radicais chegaram em moto, entraram na igreja, e começaram a causar o caos. Sessenta cristãos, que celebravam o culto nesse momento, foram golpeados pelos radicais que também destruíram instrumentos musicais, cadeiras e Biblias. Os radicais supostamente também golpearam e despiram à força várias mulheres cristãs. Arun Pannalal, presidente do Foro Cristiano Chhattisgarh, explicou que os radicais justificaram seu ataque à igreja, afirmando que se estavam a produzir conversões forçadas na região.

                                            

[Narendra Modi.] Narendra Modi. "Começaram alegando que as pessoas se estão a converter ali, mas depois fugiram antes que a polícia pudesse os atingir”, informou Pannalal aos meios. Este é o sexto ataque contra praticantes em Chhattisgarh nas últimas seis semanas.

                                                               INCIDENTES SEM CASTIGO

Numa dúzia de incidentes, a polícia local não tomou nenhuma ação contra os atacantes, disse o grupo humanitário, citando um fato ocorrido no passado 29 de janeiro no estado de Tamil Nadu, ao sudeste do país. Uma multidão de radicais indianos golpearam e arrastaram a um sacerdote católico e outros três membros da igreja para fora do veículo no que se transportavam. As quatro vítimas foram hospitalizadas e o sacerdote requereu tratamento na unidade de cuidados intensivos. Duas semanas após esse ataque, um pastor local do estado de Telangana e feligreses de sua igreja foram golpeados por outra multidão de aproximadamente 40 radicais indianos que lhes acusaram de tratar de converter outros indianos ao cristianismo. Durante esse ataque uma menina de quatro anos resultou ferida, sofrendo fraturas em ambas de suas pernas durante o ataque.Também não efectuaram-se detenções contra os atacantes.

                                                           PREOCUPAÇÃO PELOS CRISTÃOS NA ÍNDIA

O ataque de Chhattisgarh produziu-se dias após que uma carta do Congresso de Estados Unidos tem sido enviada ao premiê da Índia expressando sua grave preocupação pelo aumento da intolerância religiosa na Índia. A Índia ocupa o posto 17 na Lista Mundial de Perseguição elaborada por Portas Abertas, que mede o grau de violência e opressão para os cristãos em todo mundo. RATE (0) Tweet Imprimir Enviar TAGS Modi Asia India Perseguidos Liberdade Religiosa Igreja Perseguida Cristãos Perseguidos 0 COMENTÁRIOS Se queres comentar ou
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Fonte: http://protestantedigital.com.br/internacional

 



Israel anuncia resgate de judeus do Iêmen em operação secreta

Comunidade judaica do Iêmen é uma das mais antigas do mundo. Um grupo optou por permanecer no país apesar do conflito

Comunidade judaica do Iêmen é uma das mais antigas do mundo. Um grupo optou por permanecer no país apesar do conflito

Israel resgatou 19 judeus do Iêmen, um país em guerra, em uma “operação complexa e secreta”, anunciou a Agência Judaica de Israel, responsável pelo tema imigração.

A operação, que terminou na madrugada desta segunda-feira (21), tinha o objetivo de resgatar os últimos integrantes da comunidade judaica do Iêmen, uma das mais antigas do mundo, destacou a agência.

De acordo com a agência, quase 50 judeus permanecem no Iêmen, 40 deles em Sanaa. Eles preferiram ficar no país, apesar do conflito.

Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.

Fonte: G1

 

 

 


 

Cristãos se reúnem em igrejas subterrâneas nas Maldivas

Imagem: Reprodução/Portas Abertas

Maldivas é um país pequeno que fica no oceano Índico, ao sudoeste do Sri Lanka e da Índia. Geograficamente falando, é um lugar privilegiado, cercado de praias paradisíacas e destino internacionalmente para férias. Mas, infelizmente, viver lá é só para muçulmanos. O governo protege o islã e oficialmente não existe um único cristão por lá. Os que decidem seguir Jesus são expatriados. O país é o 13º da Classificação da Perseguição Religiosa de 2016, segundo o grupo Portas Abertas.

No entanto, há vários líderes cristãos nas Maldivas divulgando o evangelho de Cristo e arriscando suas próprias vidas. Mas as condições são bem limitadas, não há reuniões em igrejas ou prédios, e os poucos cristãos que existem são obrigados a esconder sua fé. A perseguição por parte da família e da comunidade ainda é muito grande.

Sabendo das consequências de ser seguidora de Cristo, a igreja maldiva se reúne de forma subterrânea. A pressão psicológica e moral é praticada dentro de casa e na comunidade de forma tão eficaz que nenhuma outra violência se faz necessária para inibir o crescimento da comunidade cristã. Alguns cristãos secretos que foram descobertos tiveram de fugir para o exterior. Mas Deus continua sustentando e suprindo a cada um com alimento espiritual. “Jesus dá-me forças para suportar tudo em seu nome. Essa é minha oração diária. E por que não devo estar feliz? Eu encontrei a paz por meio dele”, compartilha um cristão maldivo secreto.

Pedidos de oração

Ore pelos líderes cristãos que divulgam o evangelho de Cristo nas Maldivas, para que Deus os proteja da perseguição religiosa. Peça ao Senhor para que os corações dos maldivos estejam preparados para receber as boas novas e que eles permaneçam firmes na fé. Peça também para que os cidadãos permaneçam firmes em sua luta pelos direitos humanos e que os líderes políticos possam apresentar à nação uma Constituição mais justa e humanizada.

Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.

Fonte: Portas Abertas


 

Governo chinês rejeita atividades religiosas

Declarações dos governantes reforçam que a religião é incompatível com a ideologia do Estado

 

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De acordo com informações da agência de notícias Reuters, um dos departamentos do Partido Comunista da China declarou que até mesmo os funcionários aposentados pelo Estado e que são membros do partido, devem se abster de qualquer tipo de atividade religiosa. "A declaração não é novidade, eles estão sempre reforçando que a religião é incompatível com a ideologia do governo. Eles já mencionaram que até mesmo os alunos que estudam fora do país, deverão receber uma ‘educação patriótica’ mais profunda", comenta um dos analistas de perseguição.

 

O governo chinês demonstra claramente que está se esforçando para impor sua ideologia. "Se o que eles estão determinando, vai acontecer ou não, é outra história. Mas é curioso que, um dia depois da declaração, a Revista Foreig Policy (Política Estrangeira), publicou um artigo que mostrava estatisticamente como cresceu o número de estudantes chineses que vão para os Estados Unidos e se convertem ao cristianismo. Não penso que seja uma mera coincidência.", diz o analista.

 

O 33º país da Classificação da Perseguição Religiosa 2016 é a China, onde o cristianismo alcançou o status de segunda maior religião entre os chineses, ficando atrás apenas do budismo. A opressão e perseguição aos cristãos segue um padrão dos procedimentos vindos do Partido Comunista da Província. As campanhas feitas pelas autoridades são vistas em todos os locais, através da imprensa e de inúmeros comunicados. Os comunistas chineses levam muito a sério o que disse Karl Marx, o pai do comunismo, a respeito da religiosidade dos cidadãos: "a religião é o ópio das massas". Especialistas políticos explicam, porém, que para o governo chinês, nem o comunismo e nem o capitalismo são suficientes para governar o país, e que é necessário ter um fundamento filosófico, justificando as decisões dos líderes. Para os cristãos, a filosofia chinesa significa um ambiente cada vez mais hostil. Ore por essa nação.

 

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Fonte: https://www.portasabertas.org.br

 


 

Azerbaijão tem vigilância fortalecida sobre os cristãos

Existe muita frustração entre os cidadãos, além de protestos em várias regiões do país que tomou um caminho pior do que o anterior ficando em estado bem negativo.

fonte: Guiame, com informações do Portas Abertas

Cada vez mais a vigilância está se tornando rigorosa no país. Foto: Reprodução.

 

Responsável por diversas pesquisas e análises sobre os conflitos atuais que ocorrem no mundo, a Fundação Jamestown escreveu sobre a realidade no Azerbaijão no mês de fevereiro: “Na sequência da desvalorização da moeda nacional do país, o manat, a população tem se preocupado sobre a forma como a atual política vai afetar suas vidas daqui para frente. As estatísticas expostas logo no primeiro de 2016, mostram a drástica queda dos salários e o aumento absurdo no preço dos alimentos”, comentou.

A Fundação continuou seu argumento explicando que o povo não viu as mudanças. “Embora o governo tenha feito promessas de que os preços dos produtos permaneceriam estáveis e que tomariam todas as medidas cabíveis para que isto acontecesse, não foi o que o povo viu".

Ainda segundo a Jamestown, o Azerbaijão tomou um caminho pior do que o anterior ficando em estado bem negativo. Existe muita frustração entre os cidadãos, além de protestos em várias regiões do país.

Um dos analistas de perseguição comenta que "o Azerbaijão tem um dos regimes mais duros da ex-União Soviética. Ele mantém um controle estatal absoluto e todas as formas de oposição são acompanhadas pela polícia secreta que se mantém infiltrada entre os oprimidos. Parecia improvável haver qualquer tipo de manifestação, mas o povo foi às ruas e surpreendeu o governo. Os cristãos, por outro lado, estão cada vez mais pressionados".

Neste ano, o Azerbaijão ocupa a 34ª posição na Classificação da Perseguição Religiosa 2016, subindo 12 posições em relação ao ano passado. O país tem uma forte influência do islã tradicional, que está crescendo a cada dia em diversas regiões do país. Além da questão de perseguição religiosa, a nação sofre com os ataques nacionalistas e étnicos. Cristãos azeris são considerados traidores.

Cada vez mais a vigilância está se tornando rigorosa. O governo tornou-se mais ativo no controle da religião e vai continuar a sua propaganda de que o país é a "Terra da Tolerância" em todos os lugares. A igreja no Azerbaijão terá que sobreviver sob o enorme nível de pressão. Mas, mesmo sob estas circunstâncias, a igreja tem sobrevivido até agora e tem crescido discretamente.
Censura de materiais religiosos

Mesmo que livros sagrados (por exemplo, a Bíblia e o Alcorão) seriam isentos da restrição, cristãos relatam que, desde 2008, até estes foram proibidos. Controles nas fronteiras (mesmo no aeroporto) foram feitos de maneira mais rigorosa para garantir que nenhum livro censurado fosse importado. Esses materiais são muitas vezes confiscados na entrada ou saída do país.

Até mesmo o conteúdo religioso enviado por e-mail é verificado e, por vezes, censurado. Eles são, primeiramente, dirigidos à Repartição Internacional, em Baku. Para que o destinatário receba os materiais enviados a ele, precisa que cada título seja aprovado pelo Comitê Estadual.

Fonte: http://guiame.com.br

 


 

Libertados 43 cristãos assírios depois de um ano de sequestro

Daesh tinha retido a 230 pessoas depois de assaltar 35 cidades assirias em fevereiro de 2015. Nesta segunda-feira têm sido libertados os 43 que seguiam baixo o controle do grupo extremista islâmico.DAMASCO 22 DE FEVEREIRO DE 2016 19:22 h

 

Libertados 43 cristãos asirios depois de um ano de sequestro Daesh tinha retido a 230 pessoas depois de assaltar 35 cidades assirias em fevereiro de 2015. Nesta segunda-feira têm sido libertados os 43 que seguiam baixo o controle do grupo extremista islâmico.
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Libertados 43 cristãos asirios depois de um ano de sequestro Daesh tinha retido a 230 pessoas depois de assaltar 35 cidades assirias em fevereiro de 2015. Nesta segunda-feira têm sido libertados os 43 que seguiam baixo o controle do grupo extremista islâmico.
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Libertados 43 cristãos asirios depois de um ano de sequestro Daesh tinha retido a 230 pessoas depois de assaltar 35 cidades assirias em fevereiro de 2015. Nesta segunda-feira têm sido libertados os 43 que seguiam baixo o controle do grupo extremista islâmico.
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Libertados 43 cristãos asirios depois de um ano de sequestro Daesh tinha retido a 230 pessoas depois de assaltar 35 cidades assirias em fevereiro de 2015. Nesta segunda-feira têm sido libertados os 43 que seguiam baixo o controle do grupo extremista islâmico.
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Libertados 43 cristãos asirios depois de um ano de sequestro Daesh tinha retido a 230 pessoas depois de assaltar 35 cidades assirias em fevereiro de 2015. Nesta segunda-feira têm sido libertados os 43 que seguiam baixo o controle do grupo extremista islâmico.
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cristiãos assirios

Libertados 43 cristãos asirios depois de um ano de sequestro Daesh tinha retido a 230 pessoas depois de assaltar 35 cidades assirias em fevereiro de 2015. Nesta segunda-feira têm sido libertados os 43 que seguiam baixo o controle do grupo extremista islâmico. DAMASCO 22 DE FEVEREIRO DE 2016 19:22 h cristiãos assirios Emoção dos cristãos asirios ao reencontrar-se com suas famílias e amigos, depois de um ano de sequestro. / Assyrian Human Rights Depois de várias semanas de negociação e o esforço da igreja assiria, concluiu-se nesta segunda-feira o processo pelo qual têm sido libertados todos os cristãos assirios sequestrados por Daesh em fevereiro de 2015. Os cristãos assirios mostraram hoje sua alegria ao conseguir que as 43 pessoas que seguiam retidas têm sido finalmente libertadas, justo quando ficava por se cumprir um ano do sequestro em massa, depois do pagamento de um resgate. Estes 43 cristãos estavam entre os mais de 230 sequestrados quando Daesh capturou cerca de 35 cidades predominantemente assirias.Todas as pessoas que foram sequestradas durante as incursões têm sido contabilizadas agora. Quase todas têm sido libertadas, muitas nos últimos meses graças às negociações dos líderes da igreja. Um video emitido por Daesh a princípios de outubro de 2015 mostrou a execução de três cristãos assirios, dois dos quais pertenciam a este grupo. Em uma declaração, a Igreja Assiria da Organização de Socorro a Oriente, agradeceu a todos os que se mantiveram ao lado dos assirios de Síria durante os arduos 12 meses desta dura prova. Ainda que se regocijan pela libertação destes reféns, frizam o impacto constante das perdas que têm sofrido as comunidades asirias de Síria, incluindo a destruição de seus meios de subsistência. Tal e como informa Middle East Concern, os cristãos são uma das minorías religiosas perseguidas pelo autodenominado Estado Islâmico em sua área de controle, que inclui zonas de Síria e Iraque principalmente. A entidade, especializada na defesa da liberdade religiosa no Meio Oriente, informa que muitos outros cristãos permanecem sequestrados baixo o controle do Daesh, e muitos outros têm sido assassinados ou executados por manter sua fé. Tweet Imprimir TAGS Daesh Siria ISIS Cristãos Perseguidos Perseguidos Internacional 0

 

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Saiba como é a vida dos cristãos na Síria hoje

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Saiba como é a vida dos cristãos na Síria hoje
Saiba como é a vida dos cristãos na Síria hoje

Os cristãos são minoria na Síria, em número de aproximadamente 2,3 milhões de pessoas, ou um décimo da população do país. A guerra civil que dura mais de 4 anos colocou grande pressão sobre a comunidade cristã. Os líderes afirmam que mais de mil cristãos sírios foram mortos nos combates, mais de 400 mil estão refugiados em outras regiões do país, e mais de 40 igrejas cristãs, orfanatos e centros médicos destruídos ou danificados como resultado do conflito.

Refugiados

Os refugiados sírios cristãos, como todos os refugiados sírios, estão em risco de perder sua propriedade e os meios de subsistência, por abandonarem a região fugindo de ameaças e invasões constantes do Estado Islâmico. O Líbano e a Turquia têm recebido, por exemplo, um número crescente deles. Muitos não estão registrados em instituições de assistência e apoio locais e internacionais e não recebem ajuda de nenhuma organização.

Segurança alimentar

Todos os sírios, incluindo cristãos, enfrentam diariamente a falta de segurança alimentar. A insegurança é uma grande preocupação, especialmente nas seis províncias do norte detidas pela oposição. Os casos de desnutrição são evidentes e estão aumentando à medida que o conflito continua. Além da escassez de alimentos generalizada, as condições de inverno rigoroso e a ausência de sistemas de aquecimento fazem os desafios crescerem.

Comida e bebida em geral tornou-se difícil de obter devido à falta de materiais e seus preços altos e muitos produtos, como o leite, não estão disponíveis no mercado. Ainda há uma grave escassez de pão. Da ajuda enviada de diferentes países, a maioria não alcança os cristãos que estão enfrentando as mesmas condições que os outros cidadãos. A agricultura começou a deteriorar-se há dois anos, como resultado da falta de subsídios para os agricultores como fertilizantes e pesticidas, o que levou à improdutividade agrícola.

A igreja brasileira pode fazer muito ao orar e clamar pela vida dos cristãos perseguidos e refugiados no Iraque e Síria.

Pedidos de oração

– Ore para que eles sejam encorajados e permaneçam firmes mesmo diante da perseguição constante.
– Clame a Deus que todos os cristãos recebem ajuda humanitária de organizações presentes nessas regiões de conflito.
– Ore pelo perseguidor. Que ele encontre a Verdade e seja liberto.

Esperança para a igreja no Iraque e Síria

Todos os dias, vemos e ouvimos nos meios de comunicação histórias de refugiados, e sabemos que eles precisam de nossa ajuda e de nossas orações. É por esse motivo que convidamos você a participar do Domingo da Igreja Perseguida(DIP), um dia de intercessão pelos cristãos perseguidos ao redor do mundo.

Fonte: Portas Abertas Internacional

 


 

Perseguição a pastores e filhos na Colômbia

Mensageiro da Paz (Novembro/2015)

29/10/2015 - 00:00

 

Segundo informações divulgadas pela agência Portas Abertas, os traficantes colombianos têm infligido cruel perseguição aos pastores evangélicos cujos filhos tem sido alvo dos marginais naquele país. Os fieis também não têm tido sossego com as ameaças de sequestro de entes queridos. Com a vítima em seu poder, os criminosos passam a exigir resgate em dinheiro ou mesmo a fuga das áreas onde estão instalados. Na Colômbia, a coexistência do Estado com grupos terroristas, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), tem inferido na liberdade, tanto religiosa como civil, dos cristãos que vivem por lá.

Segundo a agência Portas Abertas os pastores nacionais tem tido a dolorosa tarefa de negociar a liberdade de seus filhos sequestrados e dos fieis. Um desses casos é o do pastor Maurício, que precisou abandonar a vila onde vivia se quisesse a liberdade de seu filho. O pastor se deslocou ao local para negociar a libertação do filho. Mesmo sabendo que tal encontro também poderia resultar em sua morte, entretanto ele aceitou a imposição de que deveria deixar a região. Ele fez a sua parte, abandonou o local juntamente com a sua família, e hoje, eles vivem em outra região, com mais segurança. Apesar disso, a família ainda teme uma nova ação de sequestro, além do trauma do adolescente depois da experiência.

 

Mensageiro da Paz - Número 1566 - Novembro de 2015, CPAD

 

Casas tornam-se templos na Tanzânia

Mensageiro da Paz (Dezembro/2015)

07/12/2015 - 14:21

 

A destruição de três igrejas localizadas em Bukoba, na Tanzânia, levou a comunidade cristã da região a pedir ajuda ao ministério Portas Abertas. Os ataques aconteceram em outubro. Segundo os cristãos locais, esses ataques remetem aos incidentes ocorridos em 2013. Neste ano, foram divulgadas a destruição de 13 congregações e até hoje ninguém foi responsabilizado pelos crimes. “Eu compreendo o que esse povo está sentindo. No momento, devem estar se perguntando: ‘Será que as águas não vão mesmo nos afogar, e esse fogo já não consumiu nossas igrejas?’. E não os culpo pelas dúvidas e desânimo que sentem depois de tudo o que  passaram”, disse um analista do Portas Abertas.

Ele se encontrava no noroeste da Tanzânia e teve contato com missionários que estavam com os cristãos de Bukoba. “Alguns dos meus companheiros de equipe passaram um tempo com esses cristãos depois do incêndio e eles disseram que os danos realmente foram extensos. As pessoas perderam tudo. Os agressores são estratégicos porque seu objetivo é erradicar a Igreja da Tanzânia, o país que ocupa a 33ª posição na classifi cação dos mais perseguidos do mundo”.

O analista não viu outra alternativa senão unir a sua voz aos demais cristãos no sentido de conduzir ao Senhor todas as suas dúvidas e a dos demais cristãos neste conturbado ambiente. “Compreendi que Deus nem sempre evita que certas coisas aconteçam, mas Ele fortalece seus fi lhos em meio à fúria das águas e não deixa que o fogo venha consumir a sua fé”, revela. A destruição dos templos não esmoreceu a fé dos nativos, mas eles continuaram a se reunir para adoração. Desta vez, os cultos acontecem nas residências. Eles manifestaram o desejo de reconstruir os edifícios que foram queimados.

Mensageiro da Paz - Número 1567 - Novembro de 2015, CPAD

 


Atos evangelísticos serão punidos por lei.

 

As tensões aumentam fortemente no Nepal, enquanto os grupos radicais hinduístas declaram a proibição de missionários cristãos no país, de acordo com informações do Christian Post. A nova Constituição já foi inaugurada, depois de sete anos de discussões parlamentares.

Um dos analistas da Portas Abertas comenta: “Enquanto há protestos contra a nova Constituição, as atividades cristãs correm o risco de tornarem-se todas ilegais. Além disso, existe um acordo entre o Nepal e a Índia que estabelece que ambos devem se tornar um Estado hindu. Se os países seguirem à risca, as emendas propostas podem tornar qualquer ato religioso como evangelístico, o que é punível por lei”.

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Estado Islâmico ameaça acabar com cristãos e judeus de todo o mundo

O simples fato de tentar converter alguém ao cristianismo já é considerado pelas autoridades como um motivo de punição, já que a nação é composta de aproximadamente 80% de hindus. Até mesmo a promoção de eventos para ajudar os necessitados foi incluída como um ato de rebeldia contra o governo.

A comunidade cristã se preocupa com o futuro, já que encontram na Constituição um caminho para a cláusula de “anti-conversão”. Se isto acontecer mesmo, o código penal vai permitir sentenças de prisão e multas pesadas para os ofensores. “Seguidores do cristianismo já sofrem há décadas com as desigualdades e a perseguição religiosa. Eles esperavam que a nova Constituição, que foi criada pela democracia laica, garantisse seus direitos e sua liberdade, mas parece que isto não vai acontecer tão cedo”, conclui o analista.

 

Fonte: pontodasigreja

 


Crescem as igrejas de Nígeria depois de sofrer ataques
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          AS IGREJAS DA NIGÉRIA CRESCEM DEPOIS DE SEREM ATACADAS E INCENDIADAS EM JANEIRO DESTE ANO (2015)

          niger iglesia

Crescem as igrejas de Nígeria depois de sofrer ataques. Os membros de uma das igrejas queimadas em janeiro têm-se reunido sob um teto provisório. “Esperamos reconstruí-la para seguir mostrando o amor de Cristo”, diz o pastor.

FONTES Evangelical Focus NIAMEY 18 DE SETEMBRO DE 2015 19:33 h. Niger 

O pastor da igreja batista de Niamey, uma das que foi queimada em janeiro. / Samaritan's Purse Mais de 70 igrejas de Nígeria foram atacadas e incendiadas em janeiro, durante os protestos violentos contra a revista satírica francesa Charlie Hebdo. Na atualidade, muitas destas congregações estão a florescer. Um dia de janeiro, o filho de Issa Elhadjkouldjami (pastor de uma igreja evangélica na cidade de Zinder), voltou correndo a sua casa para dizer a seu pai que alguns vizinhos planejavam queimar sua igreja e sua casa. O pastor levou a sua família à gendarmería local, onde oraram e leram a Bíblia enquanto alguns muçulmanos radicais saqueavam e queimavam sua igreja e sua casa, a qual estava ligada ao edifício. “Perdemos muitas coisas”, disse Issa. “Estávamos cheios de dor. Enquanto líamos a Bíblia [no refúgio], sentiamo-nos aliviados.” Ainda que alguns membros da igreja evangélica que foi atacada reagiram ao princípio com ânsias de vingança, Issa lhes convenceu para que perdoassem a seus vizinhos. No culto que a igreja realizou ao ar livre ao dia seguinte, foram mais cristãos que de costume para mostrar solidariedade. 7 MESES DEPOIS… Sete meses depois, a igreja de Issa tem-se estado reunindo baixo um teto provisório construído ao lado da igreja calcinada.“Esperamos reconstruí-la para poder seguir mostrando o amor de Cristo”, disse Issa. [As igrejas tem buscado alternativas para no deixr de reunir-se. / Samaritan's Purse] “Não pararemos. Continuaremos com toda a força que temos em nosso coração”, disse Issa num relatório feito por uma organização cristã de ajuda chamada Samaritan’s Purse (‘a carteira do samaritano’). DOIS DIAS DE DESTRUIÇÃO Queimaram-se sessenta igrejas em quatro horas em Niamey, capital de Nigeria. Em dois dias, o país perdeu 70 igrejas cristãs. Para começar, somente 19 cidades na Nigeria têm igrejas. Estima-se que 94% do país é muçulmano. Os incêndios em Nigeria relacionam-se publicação da revista satírica francesa Charlie Hebdo, onde apareciam desenhos representando a Mohammed, profeta do islã. Os ímans das mesquitas locais provavelmente foram os que provocaram os protestos. “NÃO PODEM QUEIMAR NOSSA FÉ” O que ao princípio ia ser um protesto se converteu no saque e vandalismo para igrejas, bem como a escolas missionárias e lares cristãos não teve o efeito desmoralizador que planearam. “Pensavam que não voltaríamos a fazer cultos,” disse Mahamadou Koche. “Mas ainda que queimem as igrejas, não podem queimar o que já temos em nosso interior”, disse.  Os ataques também afetaram as escolas e bibliotecas cristãs . As declarações públicas de perdão e diálogo aberto com as mesquitas mostraram a muitos muçulmanos o profundo compromisso dos cristãos com respeito a amar a seus vizinhos. Alguns vizinhos mostraram arrependimento e outros aceitaram a Cristo. As igrejas, agora com mais membros, continuam se reunindo em edifícios temporários enquanto se levam a cabo as reconstruções. “Reconstruir a igreja fisicamente mostrará ao mundo que nos sustentamos em nossa fé e que seguimos sendo cristãos”, disse Mahamadou. O PERDÃO, UM “FERTILIZANTE PARA A FÉ” Na igreja Boukoki de Niamey, o pastor Yakaya Sherrif viu a seus vizinhos destruir o edifício de sua igreja, construído por missionários qual foi uma das únicas igrejas que tinha em 1976. Arrancaram o teto. Destruíram a biblioteca. Tinha pessoas que ele conhecia. “Creio firmemente que de alguma maneira esta perseguição é um fertilizante para a fé”, disse. Quando se lhe perguntou que era o que mais pediam as orações, Yakaya dizia força, não que cessasse a perseguição. A perseguição fortalece ao cristianismo e é parte do plano de Deus. “Achamos que Deus continuará honrando com sua bênção”, disse Yakaya.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando o islã a Cristo. Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante da mensagem extrema do yihadismo. 

cruz, meia lua

Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica.

FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 hs 

O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, assevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um irmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.

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as depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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as depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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as depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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O terror de Daesh está levando ao islã a Cristo Muitos muçulmanos voltam-se a Jesus diante a mensagem extrema do yihadismo. Há mais convertidos desde o 9S de EEUU que em 14 séculos de história islâmica. FONTES Mundo Cristiano LONDRES 16 DE JULHO DE 2015 20:00 h cruz, meia lua O grupo terrorista Daesh (autodenominado como Estado Islâmico, ISIS) se considera o guardião do Islã. Mas segundo conquista terreno pela força bruta e o terror, sua mensagem religiosa implica aniquilar a outras crenças e destruir a liberdade religiosa. Ainda que algumas notícias dizem que o Islã será a religião maior do mundo, na atualidade atravessa uma crise relacionada com os terríveis atos de Daesh, em nome de Alá e seguindo a mais violenta mensagem no nome de Mahomé, que está a levar a muitos muçulmanos a questionar sua fé e se acercar ao cristianismo. Misioneros cristãos no mundo islâmico dizem que há mais muçulmanos convertidos ao cristianismo desde o atentado do 9 de setembro de 2001 em Estados Unidos que em 14 séculos de história islâmica. Ainda que muitos mantêm sua conversão em segredo, temendo por suas vidas. DEPOIMENTOS EM EUROPA E PAÍSES ÁRABES Em Londres, um estudante inglês, imigrante de Paquistão, deixou o Islã após que um longo estudo lhe convenceu que o alcorão não podia ser verdade. “Se alguém abandona o Islã ou é apóstata, é expulso de sua família. Seus amigos o rejeitarão e será assassinado ou perseguido. Muitos de meus amigos dizem: ‘é a última vez que te falo porque tens desrespeitado ao profeta Mahomé e ao Islã”, diz Imram. Imran não é cristão ainda, mas tem estudado a Biblia e diz que o cristianismo é superior ao Islã. Alguns ex muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor. Em Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante de Síria, tem batizado a mais de cem ex-muçulmanos. “Por causa de ISIS, muitos muçulmanos voltam-se cristãos”, indica Fouad Rasho. “A cada semana conheço a um ou mais que vêm a mim dizendo ‘quero conhecer do cristianismo, da Biblia’. Estão muito molestos de ser muçulmanos”, comenta Rasho. Quando Nassim Ben Iman chegou a Alemanha com seus pais, desde um país muçulmano, recorda que sua primeira experiência no país foi pensar que se Alemanha era um país cristão então se tratava de uma religião de pecado. “Tinha nus na televisão, os casais viviam juntos sem casar-se, se isso era o fruto da religião cristã é que era má”, expressa Nassim. Mas depois Nassim descobriu o cristianismo real e hoje é um um cristão evangélico que atinge a pessoas de fé muçulmana e de outras crenças para Cristo. “Quando a gente entende quem é Jesus o amam mais e mais. E quando os muçulmanos entendem melhor quem é Mahomé, o que significa o alcorão e sua história então se afastam do Islã”, diz Nassim. Nassim opina que o Islã parece forte mas só se alimenta do vazio espiritual em países onde o cristianismo é débil. “O poder maior do Islã é a debilidade dos cristãos, é o que ocorre em Alemanha e Estados Unidos e em todos os países ocidentais”, asevera Nassim. O Irmão Rachid é filho de um írmão marroquino que viveu 15 anos como cristão em segredo. Agora, apresenta um programa em árabe chamado “Perguntas Desafiantes” que desafia aos muçulmanos a questionar sua fé. “Muitos muçulmanos dizem: ‘se o que ISIS faz é Islã, eu o deixo’. Alguns se fazem ateus. Há uma grande onda de ateísmo no mundo árabe agora e há uma grande onda de conversão ao cristianismo seguindo a Jesus Cristo. Eu nunca tinha visto algo assim. O Islã nunca antes enfrentou esta crise”, comenta Rachid. Ainda que pareça que o Islã está preparado para dominar o ocidente, o Irmão Rachid acha que os cristãos não devem lhe temer. Ele está convencido que é uma religião que se morre lentamente. “O Islã não é um instrumento de Deus para julgar ao ocidente. A gente teme pelo que vê nas notícias, mas inclusive a violência é um sinal desse colapso”, conclui Rachid.
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Publicado: em 18/05/2015 - às:19:52 por: Mundo Cristão
Crianças cristãs acusadas de blasfêmia são presas no Egito

Crianças cristãs acusadas de blasfêmia são presas no Egito

Crianças cristãs acusadas de blasfêmia são presas no Egito. Um vídeo que foi gravado e produzido por um professor cristão, que contou com a participação de cinco outras crianças cristãs, satirizando o grupo terrorista (Estado Islâmico), gerou revolta no Egito, resultando na prisão do professor e dos cinco outros garotos envolvido, acusados de blasfêmia.

Após a prisão do professor, porém, a multidão rumou para a casa dos meninos, apedrejando as casas e gritando palavras de ordem para que os pais entregassem seus filhos à justiça.

Tanto o professor, como as crianças, tentaram explicar que a ‘brincadeira’ era contra o Estado Islâmico e não contra o islamismo. Segundo o especialista em Oriente Médio e Egito, Todd Daniels, o caso das cinco crianças presas acusadas de blasfêmia representa mais um caso de abuso da ideologia extremista no país. O vídeo não foi compartilhado publicamente e, mesmo assim, causou revolta em todo o país e pode causar, ainda, o julgamento e longas penas de prisão às crianças.

E este não é o primeiro caso de prisão e punição de crianças cristãs no Egito. Em 2012, dois meninos cristãos de 9 e 10 anos, foram presos por supostamente destruir um Alcorão. Apesar da falta de provas contra os dois, eles permanecem presos. Em 2013, mulheres e crianças cristãs foram atacadas em uma igreja, enquanto lamentavam a morte de outras crianças em uma ação do Estado Islâmico. Isto aconteceu sob as vistas de policiais egípcios. No ano passado, radicais muçulmanos atacaram e mataram publicamente uma jovem cristã. Em fevereiro deste ano, um grupo de 21 cristãos egípcios foram mortos pelo Estado Islâmico em uma praia na Líbia.

Apesar disso, os cristãos egípcios continuam perseverantes em sua fé em Jesus.*Informações: Portas Abertas

Fonte: http://www.amigodecristo.com

 


 

 

Arábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar Bíblia

Escrito por Esdras Camilo

A Arábia Saudita é o “berço” do Islamismo, tendo em Meca a cidade mais sagrada desta religião. Já é proibido aos não muçulmanos entrarem naquela cidade. De modo geral, a perseguição religiosa só aumenta.

 

Não há igrejas conhecidas e a maioria dos cristãos naquela nação são imigrantes estrangeiros.

Agora, o governo do país que já se diz regido pela lei sharia, anuncia modificações em uma lei sobre literatura. Isso poderá marcar o fim do cristianismo na região. O motivo é simples: está prevista pena capital para quem carregar Bíblias para dentro da Arábia. Ou seja, o que já era considerado contrabando, agora chega ao extremo. Não se pode comprar legalmente uma cópia das Escrituras por lá.

A missãoHeart Cry[Clamor do coração] divulgou em seu relatório mais recente que ao legislar sobre a importação de drogas ilegais, incluiu-se um artigo que aborda “todas as publicações de outras crenças religiosas não islâmicas e que tragam prejuízo”. Ou seja, na prática, entrar com uma Bíblia na Arábia Saudita será o mesmo que carregar cocaína ou heroína.

Segundo a lista publicada anualmente pelo Ministério Portas Abertas, em 2014 a Arábia Saudita figura como o 6º país que mais persegue cristãos.  A conversão para outra religião já era proibida na Arábia Saudita, punida com a morte. Mesmo assim, existem relatos crescentes que muçulmanos estão seguindo a Cristo após sonhos e visões.

O portal WND entrou em contato com a embaixada da Arábia Saudita para confirmar as mudanças na lei, mas a resposta oficial é que não haveria comentários. Por ser um importante parceiro comercial dos EUA, a Arábia raramente recebe cobertura negativa da imprensa.

O teólogo Joel Richardson, que tem escrito vários livros e produz documentários sobre o islamismo e o final dos tempos, afirmou: “Se os muçulmanos verdadeiramente tivessem confiança que sua religião é verdadeira, não teriam medo de pessoas que leem a Bíblia”.

Para ele, o decreto é uma prova que o governo saudita tem medo do impacto do cristianismo.  Produtor do documentário “End Times Eyewitness” [Testemunhas do Final dos Tempos], Richardson acredita que “Se eles estão matando pessoas por carregarem uma Bíblia, este é o cumprimento de Apocalipse 6:9″.

 

Fonte: Gospel Prime

 


 

 

 

Profile photo of Tiago Chagas Publicado por Tiago Chagas em 4 de setembro de 2015
Escrivã cristã é presa por se recusar a emitir certidão de casamento para homossexuais

Uma cristã que trabalha como escrivã de um cartório da cidade de Morehead, no estado de Kentucky (EUA) foi presa após se recusar a emitir uma certidão de casamento a um casal homossexual.

Os homens recorreram à Justiça e o juiz federal David Bunning determinou a prisão de Kim Davis por desacato à autoridade, após ela reiterar que não emitiria a certidão de casamento para homossexuais por causa de sua crença religiosa.

Em lágrimas, ela explicou durante a audiência que não seria possível para ela cumprir a ordem por causa da sua fé: “Minha consciência não vai permitir isso. A lei moral de Deus me convence e gera conflitos com os meus deveres”, afirmou.

O juiz lamentou a postura da escrivã: “Eu não faço isso de ânimo leve”, disse ele ao anunciar a prisão de Kim: “É necessário neste caso”.

Kim Davis agradeceu a forma como o juiz ouviu sua versão e decidiu sobre o caso, sem desrespeitar sua crença religiosa: “Obrigado, juiz”, disse ela, enquanto saía escoltada da sala.

Insatisfeita com a prisão, a entidade American Civil Liberties Union (ACLU) expressou seu desejo de que o juiz aplicasse multas à escrivã até o momento em que ela deixasse de se recusar a emitir as certidões de casamento para homossexuais. O juiz contra argumentou afirmando que isso não a punição não a faria obedecer a regularização do casamento gay, pois outras pessoas que pensam como ela a ajudariam a pagar as multas.

Um exemplo da teoria do juiz é que enquanto Kim Davis era julgada, manifestantes que apoiam sua postura se reuniram em frente ao Palácio da Justiça para expressar insatisfação com a nova lei.

 

 FONTE: http://noticias.gospelmais.com.br

 


 

         Resultado de imagem para imagens de cristãos chineses

Chineses são presos por louvarem ao Senhor

Eles foram acusados de infringir a lei sobre ensinar ou pregar em lugar não autorizado

O ministro do evangelho Zhao Qi e alguns irmãos da fé foram visitar o irmão Ren Demei e ao chegar, cantaram hinos de louvor a Deus.

Passados alguns minutos, a família e amigos do Ren foram surpreendidos pela polícia de Asku, cidade onde ocorreu o incidente, que interrompeu o louvor e prendeu o ministro do evangelho e o dono da casa.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Asku de acordo com informações do CPADNEWS, foi feita a acusação afirmando que “Ren Demei havia convidado muitas pessoas para sua residência e Zhao Qi estava junto com o Ren participando de atividades religiosas ilegais e também que perturbavam a ordem pública”.

A lei chinesa que aborda o assunto “religião” diz que “os cristãos não tem permissão para ensinar ou pregar”. Contudo, eles estavam em uma propriedade particular cantando e não ensinando ou pregando.

Os dois ficaram durante cinco dias encarcerados e agora passam por um processo judicial, acusados de “participar de atividades religiosas ilegais e por perturbar a ordem pública”.

O advogado dos irmãos afirma que eles estão cobertos pela Liberdade Religiosa, pois estavam apenas louvando ao Senhor em uma propriedade particular e com permissão dos proprietários.

O processo ainda está em andamento, porém, a esperança é que a decisão do tribunal seja expedida a favor dos cristãos.

Fonte:

http://www.cpadnews.com.br

 


 

Duas Igrejas Evangélicas Brasileiras foram destruídas em protestos na África

Duas Igrejas Evangélicas Brasileiras foram destruídas em protestos na África
Duas Igrejas Evangélicas Brasileiras foram destruídas em protestos na África

Depois da publicação de uma charge do profeta Maomé na capa da revista francesa Charlie Hebdo, o que causou o atentado à sede da publicação da revista, uma nova onda de protestos violentos, ocorreu nas ruas de Niamey, capital do Níger, na África. Durante os protestos, pelo menos duas igrejas foram incendiadas e destruídas.

Segundo a BBC, o protesto começou do lado de fora da maior mesquita da cidade, e polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar a multidão. A embaixada francesa no país pediu que seus cidadãos ficassem em casa.

A capa da última edição da revista, que motivou os protestos, traz uma charge em que Maomé segura um cartaz em que se lê “Je suis Charlie” (Eu sou Charlie). A frase, em francês, tem sido usada desde o ataque à publicação como forma de protesto contra a morte dos chargistas, e também como forma de manifestar repúdio aos ataques terroristas.

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) confirmou nesta segunda-feira (19/01) que dois templos evangélicos, duas igrejaspresbiterianas e uma escola onde trabalham brasileiros foram destruídos em Niamey, capital do Níger, país do Norte da África.

Os ataques ocorreram no último sábado (17), durante protestos contra a publicação de charges do profeta Maomé na última edição do semanário francês Charlie Hebdo. A comunidade brasileira no país é formada por 33 pessoas, todos missionários e parentes, conforme informou o Itamaraty.

A Embaixada do Brasil em Cotonou, no Benim, responsável pelas relações com Níger, mantém contato com o grupo e garantiu que nenhum brasileiro foi ferido nos ataques. De acordo com nota divulgada pelo Itamaraty, “todos estão em suas respectivas casas e receberam recomendação para estocar alimentos para uma semana e evitar deslocamentos desnecessários”. Segundo o MRE, a situação em Niamey está mais calma.

Os locais onde os brasileiros trabalham e que foram destruídos são dois templos evangélicos administrados pela ONG norte-americana World Horizon, dois templos administrados pela Igreja Presbiteriana Viva, de Volta Redonda, e a missão Casa Guerreiro de Deus. Nos contatos com o governo do Níger, a Embaixada do Brasil em Cotonou manifestou preocupação com a segurança da comunidade brasileira.

Representantes do MRE informaram que, caso seja necessário, a retirada da comunidade brasileira no Níger ocorreria pela fronteira com Burkina Faso, a mais próxima de Niamey. “A área consular do Ministério das Relações Exteriores vem mantendo contato direto com a embaixada brasileira para fins de monitoramento da situação e finalização do plano de contingência a ser implementado em caso de necessidade”.

O Níger tem recebido dezenas de milhares de nigerianos. Eles fogem da ação brutal do grupo terrorista Boko Haram, no Norte da Nigéria. O grupo, que usa interpretação do Islã como justificativa para ações de terror contra a população do Norte da Nigéria, em sua maioria muçulmanos, é apontado por algumas fontes como um dos possíveis incentivadores dos protestos violentos do fim de semana.