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ESTUDOS BÍBLICOS

"Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e

são elas que de mim testificam" João 5:39

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10 CHAVES QUE ABREM AS PORTAS DO REINO DOS CÉUS

                                                                                            Mt 16:19; Lc 16:16

Por Francisco Jorge

             Resultado de imagem para imagens sobre quem não se tornar como criança naõ pode entrar no reino dos céus

INTRODUÇÃO

Reino dos Céus (ou Reino de Deus) - No Grego : ἡ βασιλεια τῶν οὐρανῶν (ē basileia tōn ouranōn) e ἡ βασιλεια τοῦ θεοῦ (ē basileia tou theou). Designa um governo ou domínio que tem Deus por soberano ou Governante.

O reino de Deus constitui o tema principal pregado por Jesus(Wikipedia).

  1. A HUMILDADE – Santo Agostinho, um dos maiores teólogos da história da igreja, disse que a maior virtude do cristão é a humildade.

Jesus fala sobre  isso, MT 5:3; Paulo também, Co1:28; da mesma forma Tiago,Tg 4:6,10.

  1. A FÉ - ...sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11:6)

“O justo viverá pela fé” Rm 1:17; é dom de Deus, Ef 2:8; importantíssima para a entrada no Reino, Mt 23:23; é um escudo,Ef 6: 16, (10-13).

  1. A PALAVRA DE DEUS – A Palavra de Deus é a sua revelação para o ser humano. Como disse o Cientista cristão Harold Hill: é o “manual do fabricante”.É viva, Hb 4:12; é luz, Sl 119:105; é alimento, Mt 4:4; é a verdade, Jo 17:17; é vida, Jo 6:63; tem poder para salvar, Rm 1:16.

 

  1. O ARREPENDIMENTO – é o reconhecimento do pecado e da necessida- de reconciliação com o Criador. É fundamental no relacion. com Deus.

É parte do evangelho,Mc 1: 14,15; Deus acolhe, Is 66:2; é para todos, At 17:30;  Precisa ter frutos, Mt 3:8; confissão e mudança,Pv 28:13.

  1. O NOVO NASCIMENTO – É o marco que define que alguém tornou-se um servo de Deus. O mesmo que conversão. Sem ele não se entra no Reino, Jo 3:3-6; Mt 18:3; deve-se fazer enquanto há tempo, Is 55:6,7; se houver conversão haverá perdão e salvação, Ez18: 21-23.

 

  1. A CRUZ – Um lado é crer no sacrifício de Cristo. Cl 1:19,20, 2:14; Ef 5:2. Outro é a nossa parte: crucificar o “velho homem”. Mt 16:24; Rm 6:4,11-14, 12:1,2; Gl 6:14; I Co 1:18.

 

  1. A OBEDIÊNCIA – A essência do pecado é a desobediência.Obediência é prova de amor, Jo 14:15; é arma espiritual,II Co 10:4-6; Jesus foi exemplo, Fl 2:8; é melhor que sacrifícios inúteis, I Sm 15:22,23 é sinônimo de fidelidade, Ap 17:14 e 2:10.
  1. A ORAÇÃO – É arma contra a tentação, Mc14:38; não há quem não precise,Lc 6:12; é característica de uma igreja forte, At 2:42; Mt 21:13; deve ser constante, I Ts 5:17; Acompanha a armadura, Ef 6:18; Deus está atento a ela, At 10:4.
  1. A UNÇÃO DO ESPÍRITO SANTO – A unção do espírito santo é fundamental, para fazer a obra do Senhor, para vencer o pecado e para suportar as aflições. At 1:8, 4:31; Rm 8:26; I Co 4:5; Gl 5:16; Ef 5:18.
  1. O AMOR – O amor ensinado na Palavra de Deus, não é paixão, carnalidade, preferência egoísta, etc, mas o amor αγάπη. A parábola do bom samaritano Lc 10:30-37; o resumo da Lei, Mt 22:34-40; Rm 13:10; é o principal mandamento de Jesus, Jo 15:12,13; fundamental, I Co 13:1.

conclusão

I Coríntios, capítulo 13

1 Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.

2 Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.

3 E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.

 

 

 

 


Todas as Coisas Cooperam Para o Bem Daqueles que Amam a Deus

Por Daniel Conegero

Postado em 29/07/2018

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Em Romanos 8:28 lemos que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”. Esse versículo escrito pelo apóstolo Paulo muitas vezes é interpretado de forma errada.

É comum encontrar pessoas que não entendem por que sofrem, já que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Mas essa é uma verdade tão certa, que o apóstolo inicia a frase dizendo: “E sabemos”. Isso significa que esse princípio é conhecido e amplamente declarado nas Escrituras.

Na verdade esse versículo é um tipo de síntese de todo capítulo 8. Paulo abre o capítulo 8 dizendo que já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus (Romanos 8:1-8). Estes são habitadas pelo Espírito Santo, e possuem a certeza de que são filhos de Deus. Como filhos, eles também são seus herdeiros, e serão ressuscitados gloriosamente (Romanos 8:9-17).

Essas pessoas passam por sofrimentos por causa de Cristo, mas em breve partilharão de sua glória por estarem unidos a Ele (Romanos 8:18-22). Até que esse grande dia venha, o Espírito auxilia essas pessoas em toda sua fraqueza (Romanos 8:23-27). Tudo isso culmina na declaração do versículo 28, de que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

Todas as coisas cooperam para o bem

Em primeiro lugar, é muito importante entender que todas as coisas não significa apenas algumas coisas. Quando o apóstolo escreve que “todas as coisas cooperam para o bem”, ele não está apenas falando de alegria, felicidade, realizações e prosperidades. Esse “todas as coisas” também inclui sofrimento, tristeza, perdas e adversidades.

Todas as coisas são realmente todas as coisas, não menos que isso. Na verdade essa sentença inclui cada detalhe do universo controlado por Deus. Isso significa que esse “todas as coisas cooperam para o bem”aponta a providência de Deus. Nada escapa do controle d’Ele, e soberanamente ele faz com que todas as coisas cooperem para o bem de certas pessoas. A identidade dessas pessoas é revelada na sequência do versículo.

Daqueles que amam a Deus

Quem são aqueles que podem ser confortados com a promessa de que todas as coisas contribuem para o seu bem? A resposta é clara: São aqueles que amam a Deus! Essa declaração restringe a aplicação desse maravilhoso conforto. Todos, absolutamente todos, estão debaixo do governo e do controle soberano de Deus. Porém, apenas aqueles que o amam podem descansar na verdade de que todas as coisas, mesmo aquelas que pareçam ser desfavoráveis aos olhos humanos, cooperam juntamente para o seu bem.

O significado disso é que mesmo que muitas vezes não entendamos o porquê de algumas coisas, sabemos que nosso Deus está no trono do universo. Ele conduz a História de acordo com seu plano infalível. Saiba o que é a doutrina da providência de Deus.

Daqueles que são chamados segundo o seu propósito

Quem são as pessoas que amam a Deus? Por que essas pessoas o amam enquanto muitas outras o odeiam? Será que há algo de especial nelas, algum mérito próprio que as distingue das demais? Qual a razão desse amor? Terá sido a sabedoria de suas próprias escolhas?

O mesmo versículo trata de responder esses questionamentos numa única frase: “daqueles que são chamados segundo o seu propósito”. Isso significa que aqueles que amam a Deus são também aqueles que foram chamados segundo o seu propósito. A base desse amor não está neles próprios, mas no próprio Deus. Não há mérito nenhum nessas pessoas, não há nada de especial em sua própria natureza. Essas pessoas amam a Deus porque elas foram chamadas por Ele. Elas o amam porque Ele as amou primeiro (1 João 4:19).

Essas pessoas estavam mortas em delitos e pecados, eram por natureza filhas da ira. Mas Deus as vivificou (Efésios 2:1-10). Essas pessoas tiveram seus corações e seus pensamentos transformados pelo Espírito Santo. Então elas foram convencidas de seus pecados, e compreenderam sua necessidade de Cristo.

Quando Paulo escreve que “todas as coisas cooperam para o bem naqueles que amam a Deus, daqueles que foram chamados segundo o seu propósito”, ele mantém a responsabilidade humana, mas direciona toda honra e glória a quem é realmente digno de recebê-las. Embora seja mesmo o homem quem ama a Deus, ele só pode fazê-lo por causa da obra que antes Deus fez nele. Portanto, a glória pertence unicamente a Deus (Filipenses 2:12,13; 2 Tessalonicenses 2:13).

Todas as coisas cooperam para o bem, no tempo e na eternidade

Por fim, o apóstolo ainda indica que todas essas coisas que cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, também incluem acontecimentos eternos. Por isso ele escreve que aqueles a quem Deus conheceu de antemão, “também os predestinou para serem conforme à imagem de seu Filho, de modo que Ele viesse a ser o primogênito de muitos irmãos” (Romanos 8:29).

Esse conhecimento antecipado implica em relacionamento, e não numa simples ideia de previsão. Isso porque aqueles a quem Deus conheceu de antemão, são exatamente aqueles que o amam. Eles, por sua vez, amam a Deus porque foram chamados segundo o propósito d’Ele. Deus conhece a tudo e a todos, pois Ele é onisciente. Portanto, quando a Bíblia diz que Deus conhece alguém, isso não significa uma mera cognição, mas um afeto divino (cf. Jeremias 1:5; João 10:14-28; 2 Timóteo 2:19).

A estes que Ele conheceu de antemão e predestinou, também chamou, justificou e glorificou (Romanos 8:30). É realmente muito interessante a forma com que o apóstolo fala da glorificação. A glorificação é o estágio final da obra da salvação. Será quando os redimidos desfrutarão da obra redentora de Cristo em toda sua plenitude. Será o momento em que os santos receberão seus corpos glorificados, participando da glória de Cristo (Romanos 8:17).

Mas perceba que apesar de a glorificação ser um acontecimento futuro, Paulo se refere a ela no tempo pretérito. Ele diz: “a estes também glorificou”. A certeza dessa glória futura é inabalável. Isso é mais uma prova de que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Estes foram chamados segundo o propósito do Senhor, um propósito que jamais poderá ser frustrado (Romanos 8:31-39).

Fonte: https://estiloadoracao.com  

 


                                    Fiéis até a Morte

Pb. Paulo Polsaque

Postado em 05/07/2018
         
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“Policarpo, o venerável bispo de Esmirna, ocultou-se ao ouvir que estavam procurando-o, mas foi descoberto por uma criança. Depois de dar uma comida aos guardas que o haviam prendido, pediu-lhes uma hora de oração, o que lhe foi permitido, e orou com tal fervor que os guardas que o haviam prendido lamentaram tê-lo feito. Contudo, levaram-no ante o pró-cônsul, e foi condenado e queimado na praça do mercado.

O pró-cônsul o pressionou, dizendo: "Jura, e dar-te-ei a liberdade: blasfema contra Cristo".

Policarpo respondeu-lhe: "Durante oitenta e seis anos tenho servido Ele, e nunca me fez mal algum: Como iria eu a blasfemar contra meu Rei, que me salvou?" Na estaca foi somente amarrado, e não pregado segundo o costume, porque assegurou-lhes que ia a ficar imóvel; ao acender-se a fogueira, as chamas rodearam seu corpo, como um arco, sem tocá-lo; então deram ordem ao carrasco para traspassá-lo com sua espada, com o qual manou tal quantidade de sangue que apagou o fogo. Não obstante se deu ordem, por instigação dos inimigos do Evangelho, especialmente os judeus, que seu corpo fosse consumido na fogueira, e a petição de seus amigos, que desejavam dar-lhe cristã sepultura, foi rejeitada. Contudo, recolheram seus ossos e tanto de seus membros como puderam, e os enterraram decentemente”.

“Felicitate, uma ilustre dama romana, de uma família de boa posição, e muito virtuosa, era uma devota cristã. Tinha sete filhos, aos que tinha educado na mais exemplar piedade.

Enero, o mais velho, foi flagelado e prensado até morrer com pesas; Felix e Felipe, que o seguiam em idade, foram descerebrados com paus; Silvano, o quarto, foi assassinado sendo lançado de um precipício; e os três filhos menores, Alexandre, Vital e Marcial, foram decapitados. A mãe foi depois decapitada com a mesma espada que os outros três”.

Nestas ocasiões, quando os cristãos recebiam o martírio, eram ornados e coroados com guirlandas de flores; por elas, no céu, recebiam eternas coroas de gló 

Fieis até a morte

Ap 2.10  Não temas  as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos a prova, e tereis tribulçaão de 10 dia. Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida.

O medo da morte é o maior medo da humanidade. È um tabu social e tema ignorado em todos os lugares do mundo, porém um dos mais importantes assuntos a ser tratado, pois haja vista, a única coisa certa depois de nascer é morrer. Por ser a coisa mais natural do homem, por que as pessoas vivem sem pensar na morte? Ou sem ver um propósito nela? Algumas razões para que a morte seja assim tão temida.

Razões para o medo da morte

A neofobia, termo grego que significa medo do novo é uma das razoes mais obvias para que a morte assuma o ranking de inimigo mais temido do homem. Normalmente todos nós temos medo e insegurança frente a uma nova etapa, assunto ou postura, assim sendo, não poderia ser diferente em relação à morte que é um mundo negro misterioso a nós. Mesmo na bíblia temos poucas referencias, pelo menos direta e dinâmica do universo dos mortos. Alguns poucos privilegiados estiveram lá. Como lazaro o ressurreto de Betânia, o filho da viúva de Naim e alguns outros sob o ministério de Jesus Cristo e o próprio Cristo que também não deixou nenhum postulado do que viu e ouviu naquele lugar. Portanto esse mistério que cerceia este assunto nos faz temer a vida além-túmulo.

O apelo financeiro e capitalista também é um dos grandes colaboradores para o horror da morte, pois até onde sabemos o discurso da morte consome, produz e vende menos. Ninguém que estando à beira da morte pensaráem adquirir propriedades e bens, cuidando apenas do que de fato vale a pena, que é uma vida que se mantenha memorável mesmo após o silencioso ato cruel da morte.

Dentre as muitas razões para a morte ser repudiada está à pretensão de eternidade que todo ser humano carrega dentro de si, pois é catastrófico me imaginar terminando em um crânio e algumas composições ósseas. Pior ainda o simples mencionar do pensamento de que um dia os meus queridos familiares me deixarão sem nenhum aviso prévio, sem nenhum endereço para o qual eu possa visitá-los e os mesmos nunca mais voltar pra casa. A concepção de uma “mãe eterna” ou um “pai eterno” nos faz ignorar a nossa finitude. O que prova essa ilusão é o fato de que quando um médico detecta uma doença que em poucos dias ceifará a nossa vida, dizemos sob a analise do mesmo, que fomos “desenganados pelos médicos”, mas estávamos enganados do quê? De que viveríamos eternamente.

E uma ultima razão para o descrédito da morte e o seu esquecimento é que a realidade da morte rompe com a nossa irresponsabilidade de vida. Por isso o sábio Salomão disse que é melhor ir ao um velório do que a uma festa, pois em uma festa damos vazão as mais vergonhosas vontades e aos mais infames desejos, mas em um velório dá-se a reflexão prudente, o valor do outro e anseios que tendem a valorizar o essencial. Um exemplo do que quero falar é o de uma mulher piedosa que contemplando o marido nas dores agressivas dos últimos estágios do câncer rogava a Deus para que o Senhor curasse o seu marido que se mostrava tão terno e desejoso de estar com a família, depois de muito insistir, o Senhor atendeu a copiosa oração daquela serva piedosa. Sobretudo pior do que aquelas dores foi á descoberta um ano após a cura do marido que ele não mais voltaria para casa por que havia arrumado uma mulher mais jovem, da qual durante todo esse tempo havia sido sua amante. O que é que fez esse homem mudar tão drasticamente

Certamente foi o saber que a vida lhe conferia mais alguns momentos do qual não precisaria mais se preocupar com a morte. Um medico famoso na área da quimioterapia em pacientes cancerosos se destacava pela reflexão que este causava nos seus pacientes quando iam pela primeira vez no seu consultório. Ele perguntava para os mesmos que ficavam pasmos diante da indagação que este fazia: Para que você adquiriu esse câncer? E depois passava a analisar os propósitos de uma consciência da morte, relatava histórias inúmeras de filhos que se aproximaram mais de seus pais graças a enfermidade, de casamentos que nunca teriam sido tão belos e completos se não fosse a enfermidade, de atitudes tão nobres que aquela doença causavam nas pessoas. Talvez seja por isso que um grande pensador disse: Queres a felicidade? Peça a Deus um câncer.

A morte sob nova ótica

Qual a razão revolucionária para a morte ser uma fonte de motivação da vida?O conceito de morte para Paulo, o apóstolo, era de que a morte é lucro (fp1: 21), declarações apaixonadas tais como “partir e estar com cristo émelhor” (fp1: 23), “não tenho a minha vida preciosa para mim mesmo”, condiz com o conceito de Jesus Cristo para a morte porque para ele a morte era uma missão ( Mt 16 : 21-23 ; Jo 12: 27; fp 2 :8). Jesus poderia ter estabelecido um ritual que lembrasse os seus milagres e vultuosos ensinos, mas estabeleceu o batismo e a ceia como memórias de sua morte.  

E os primeiros cristãos entenderam a mensagem da morte como primordial no ministério de Cristo, pela escolha de um símbolo da sua morte, a cruz. John Stott esclarece assim:

Um emblema cristão universalmente aceito teria, obviamente de falar de Jesus Cristo, mas as possibilidades eram enormes. Os cristãos poderiam ter escolhidos a manjedoura em que o menino Jesus foi colocado, ou a banca de carpinteiro em que ele trabalhou em sua juventude em Nazaré, dignificando o trabalho manual, ou o barco do qual ele ensinava as multidões na Galileia, ou a toalha que ele usou a lavar os pés dos apóstolos, a qual teria evidenciado o seu espírito de humilde serviço. Também havia pedra que, tendo sido removida da entrada do tumulo de José, teria proclamado a ressurreição. Outras possibilidades seriam o trono, símbolo de soberania divina, o qual João, em sua visão, viu que Jesus partilhava, ou a pomba, símbolo do Espírito Santo. Qualquer desses sete símbolos teria sido apropriado para indicar um aspecto do ministério do Senhor. Contudo, ao contrario, o símbolo escolhido foi uma simples cruz. Seus dois braços já simbolizavam, desde a remota antiguidade, os eixos entre o céu e a terra. Mas a escolha dos cristãos possuía uma explicação mais especifica. Desejavam comemorar, como centro da compreensão que tinham de Jesus, não o nascimento nem a sua juventude, nem o seu ensino nem seu serviço, nem a sua ressurreição nem o seu reino, nem a sua dádiva do Espírito, mas a sua morte, a sua crucificação.

Portanto sob a ótica da morte como missão cristã de vida pode se compreender a exortação feita por aquele que esteve “morto e reviveu” a Policarpo, líder da igreja de Esmirna, que seria desafiado a morte por amor a Cristo, dizendo, “não temas o que as de padecer... Se fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida eterna”. E nessa carta escrita por João a uma das sete igrejas da Ásia menor com as suas mãos deformadas após ter sido fervido e exilado para Patmos pelo imperador Domiciano por amor do evangelho. A igreja de Esmirna, que seria a igreja convidada a experimentar a morte de seu Senhor, enfrentando destemidamente o império romano e alguns Judeus que se achavam apoiando a chacina dos pagãos.       

Esmirna significa Mirra a palavra é usada três vezes no evangelho (Mt. 2:11; Mc.15:23; Jo.19:39) o nome descreve de acordo com a H. Lockyer “bem” a igreja perseguida ate a morte, embalsamada nos perfumes prévios de seu sofrimento, tal como foi a igreja de Esmirna. Foi a igreja da mirra ou amargura; entretanto, foi agradável e preciosa ao seu Senhor.”

Sê fiel até a morte

          Jesus está além da morte

O mistério da morte que até agora envolvia a mentalidade humana e se fazia temer para a igreja de Esmirna foi revelado como sendo o lugar onde eles encontrariam a sublime presença de seu Senhor.

Jesus em voz estrondosa diz que Esmirna não deveria temer a morte antes deveria ser fiel, diz isso sobre dois títulos. Primeiramente ele se apresenta como o “Eu sou o primeiro e o ultimo” em tempo e importância significando que o principio de todas as coisas é Cristo e o fim ultimo de todas as coisas continua sendo Cristo. Na vida além-túmulo não encontraremos com o escuro vago mas com a face dEle. O homem não veio do nada e irá para o nada como obra de um mero processo da evolução como querem dizer os evolucionistas e os materialistas cegos porque de Cristo, por meio de Cristo e para Cristo são todas as coisas. A morte para o verdadeiro Cristão nada mais é do que um encontro com Cristo, por isso o apostolo Paulo descreve em (Fp. 1:23) “Ora de e outro lado, estou constrangido, tendo desejo de partir e estar com Cristo, o que éincomparavelmente melhor.” A morte é incomparavelmente melhor porque Jesus está além da morte. Aleluia!

b) Jesus está acima da morte

Eu estive morto e revivi. O primeiro Adão se tornou escravo da morte mas o segundo Adão é o Senhor da morte. Portanto a vitória da ressurreição é a garantia de que “tragada foi a morte na vitória” (Co. 15:54)

A morte não é uma pessoa, é um castigo lançado sobre a humanidade e Cristo destruirá o ultimo inimigo que separou mães de filhos, soldados nobres de seu exercito e sua pátria, rompeu relacionamentos profundos, esta mesma que assombrou civilizações será lançada no lago de fogo pelo soberano Jesus Cristo.

É nessa mesma autoridade que Jesus disse aos seus discípulos: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.”(Mt. 10:28) Portanto o soberano Senhor tirou as ameaças da morte e dos homens que matam de sob os seus discípulos porque só Ele é digno de tal respeito. Falando apostolo João enfrentando as dores de não poder pastorear o rebanho e já traumatizado pela forma ferrenha em que o império romano estava assolando a igreja, Jesus dá a ele a visão de si mesmo como Senhor glorificado. Veja as palavras de João sobre o fato:

“Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouros e, no meio dos sete candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido, a altura do peito, com uma sinta de ouro. A sua cabeça e cabelos eram bancos como a alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo; os pés, semelhante ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas. Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saia-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força quando o vi, caí aos seus pés como morto. Porem pois sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o ultimo e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelo séculos dos séculos e tenho a chaves da morte e do inferno.” Por isso a igreja não teme o momento em que o seu coração bater pela ultima vez, em que as suas vistas se enfraquecerem pela ultima vez, ou o sufoco do ar ameaçar-lhe a um ultimo suspiro porque como Davi nós cantaremos o salmo 23 verso 4 “ Ainda que eu passe pelo vale da sombra da morte não temerei mal algum porque Tu estais comigo”. Invocaremos a promessa de Jesus “e aquele que vive e crê em mim ainda que esteja morto viverá” (Jo. 11:25). Não temeremos a morte porque conosco esta o Senhor da vida.

          Com Ele está o galardão daquele que for fiel até a morte

    Promessa Daquele que esteve morto e reviveu, sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida. A coroa era premiação dada aos vencedores nos esportes e nas batalhas, consistia em uma grinalda ou folhas de Louro.

Característica da coroa:

          É incorruptível: “Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma cora corruptível, nós, porém, a incorruptível.” (1 Co. 9:25)

          É eterna: “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a cora da vida”. (Ap. 2:10 part.B)

          É de justiça: “Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, o reto Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos quanto amam a sua vinda.”(2 Tm. 4:8) 


          É cobiçada: “Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa” (Ap. 3:11)

          É semelhante a de Cristo: “Olhei e eis uma nuvem branca, e sentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem tendo na cabeça uma coroa de ouro...” (Ap. 14:14).

A esperança dos mártires sempre foi a honra que Jesus dará a todos aqueles que entregaram suas vidas ao evangelho.

Conta-se da história de uma vez em que César estava passeando no meio de uma multidão e pedia a todos que em polvorosa gritassem: “César é o senhor!” mas ele percebeu que segurando na barra da saia da mãe um menino de sete anos com voz fina e destemida gritava: Só Jesus é o Senhor!. César na mesma hora mandou todos se calarem e ordenou que o menino se colocasse no meio da multidão e repetisse o que havia dito. O menino com a mesma inocência e serenidade que lhe era propicia a idade repetiu: “Só Jesus é o Senhor!”. Furiosamente César ordenou que os seus soldados surrassem o menino este com muito medo gritava: Ai mãe me socorre mãe! E os soldados continuavam a bater mais forte. A criança quase que desmaiada foi indagada mais uma vez pelo imperador e olhando pra mãe que chorava e para o imperador que gritava e respondeu com voz de choro: Mamãe me ensinou que só Jesus é o Senhor... por causa disso na frente da própria mãe César ordenou que erigisse uma cruz e que nela imediatamente pendurasse o menino. Ele já fraco recebendo as marteladas no seu punho as chicotadas no seu corpo, clamava pra mãe: Mãe, ta doendo mãe, me tira daqui! E a mãe que via seu filhinho com dores nas mãos pregadas, nos pés pregados e pensando em desistir se aproximou da cruz tocou na perna do menino sujando a própria mãe com sangue de seu filho, que ela tanto protegera dos ferimentos da vida disse pra ele: Filhinho lembra aquela história que a mamãe contava dos meninos que foram mortos por Herodes para que Jesus continuasse vivo? Pois é filhinho Deus chamou você como aqueles menininhos. Naquele mesmo momento um soldado tirou a mãe de perto do filho e a multidão em silencio ouviu mais uma vez o imperador furioso gritar: “Diga pra que toda essa multidão saiba quem é o senhor!” e o menino respondeu: “Jesus é o Senhor!”. O imperador furioso saiu do seu lugar e disse veja a coroa que o teu senhor vai colocar na tua cabeça e arrancou o couro cabeludo com a sua própria espada já pensando em desistir o menino olhou pra mãe que disse: não temas meu filho porque nesse lugar onde César abriu com sua espada colocará Deus uma coroa. Esta foi a ultima palavra que aquele pequeno mártire ouviu entre os homens porque o imperador cortou-lhe a cabeça que rolou até próximo de sua mãe que enrolou a mesma em seu avental e saiu louvando e chorando para entregar o filhinho que apesar de muito pequeno foi fiel até a morte.


Conclusão


Para nós os salvos no Senhor a morte não é o fim porque Jesus está além dela, Ele é superior e Senhor da vida e premiará todo aquele que for fiel, com a coroa da vida eterna.


Referencias bibliográficas


Bíblia de estudo tradução ecumênica. Edição Loyola 1989


Bíblia de estudo Sheed. Editora vida nova


Bíblia de estudo edição pastoral. Editora Paulos 1990


Bíblia viva. Editora mundo Cristão


Bíblia da mulher que ora. Editora mundo cristão 1995


Bíblia de estudo Jerusalém. Edição paulina


Dudley, Timothy : 968 textos selecionados as obras de John Stott. Editora vida 2006


Pedro, Severino da Silva. Apocalipse versículo por versículo


Stott, John. A cruz de Cristo. Editora vida 6° impressão 1999

 

Fonte: http://www.admaringa.com.br 

 


A Unidade que Agrada a Deus

por Dennis Allan
Postado em 08/05/2018
                   
Deus quer que seus seguidores sejam unidos. Quando Jesus se preparou para sua própria morte, uma das primeiras coisas em sua mente foi a unidade dos seus discípulos: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste” (João 17:20-21). Aqueles que querem glorificar a Deus incentivarão esta unidade entre os crentes: “Assim, pois, seguimos as cousas da paz e também as da edificação de uns para com os outros” (Romanos 14:19). Como servos de Deus em comunhão com o Espírito Santo, deveremos trabalhar humildemente para manter a unidade: “…completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma cousa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. Nada façais por partidarismo ou vangloria, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros” (Filipenses 2:2-4). Paulo deu a fórmula prática para esta paz quando escreveu à igreja dividida em Corinto: “Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis a todos a mesma cousa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer” (1 Coríntios 1:10).

Crer que a unidade é importante é uma coisa. Praticá-la é outra. Neste artigo, examinaremos alguns esforços para manter a unidade de maneiras que Deus não aceita. Então consideraremos a base da unidade que agrada a Deus.

Algumas vezes, pessoas bem intencionadas estão tão preocupadas em manter a unidade que usarão qualquer método – incluindo os meios que Deus nunca aprovou – para preservar uma união artificial. Todavia isso nunca levará a igreja a uma unidade genuína.

A Base da Unidade que Agrada a Deus

Conquanto os métodos humanos para manter a unidade possam parecer práticos e eficientes, os verdadeiros seguidores de Jesus procurarão manter a unidade do modo que ele nos ensina nas Escrituras. Consideremos alguns textos importantes que nos auxiliarão a entender o que Jesus quer que façamos.

João 17:17-23 A oração de Jesus mostra a base da unidade que agrada a Deus. União com Deus requer santificação do pecado do mundo (João 17:17-19). É irônico, mas importante, entender que a unidade requer divisão! Se quisermos estar unidos com Deus e seus servos, precisamos não manter comunhão com Satanás e seus servos. Santificação e harmonia vêm pela palavra de Deus (João 17:17, 20-21). Nossa unidade tem que ser modelada pelo exemplo divino. O Pai e o Filho são pessoas distintas, mas concordam em tudo o que dizem e fazem. Os cristãos, portanto, buscam desenvolver a mente de Cristo através do estudo de sua palavra para que possam aprender a pensar como Deus pensa (1 Coríntios 2:9-16). A relação amorosa entre cristãos serve como evidência para o mundo que nosso Senhor veio do Pai (João 17:21-23).

1 Coríntios 1:10 O apelo de Paulo mostra que a palavra revelada é a base de nossa unidade. Nossa união é baseada em Jesus Cristo. Quando seguimos cuidadosamente sua autoridade em tudo o que fazemos, evitamos as divisões que vêm das opiniões, doutrinas e esquemas humanos (Colossenses 3:17). Os cristãos deverão falar a mesma coisa. Isto não justifica meios artificiais para impor uniformidade no ensino das igrejas, mas antes nos desafia a buscar entender e ensinar exclusivamente a doutrina de Cristo (1 Coríntios, 4:6; 2 João 9). O discípulos deverão ter a “mesma disposição mental”. A humildade desprendida de Jesus é nosso exemplo perfeito (Filipenses 2:1-8; Romanos 12:9-10, 15-18). Os seguidores de Cristo precisam desenvolver o “mesmo parecer”. Enquanto opiniões humanas criam contenda e divisão, a vontade perfeita de Cristo incentiva completa harmonia entre os irmãos. Para conseguir este “mesmo parecer”, precisamos ser bastante humildes para abandonar as opiniões e tradições humanas, para assim ensinar e praticar somente o que é autorizado no Novo Testamento.

Tiago 3:17-18 O comentário de Tiago nos recorda as prioridades corretas que deveremos buscar. A sabedoria divina “é, primeiramente, pura; depois, pacífica…” Cometemos um erro terrível quando invertemos esta ordem. Algumas pessoas estão tão decididas a manter a paz que se esquecem da necessidade de defender a doutrina pura. Freqüentemente até ridicularizarão aqueles que insistem no estudo cuidadoso e aplicação do ensino do Novo Testamento, declarando que estão mais preocupadas com o amor e a unidade. Mas o amor real obedece aos mandamentos de Jesus (João 14:15) e a unidade real é baseada na concordância com suas palavras (1 Coríntios 1:10). Quando somos fiéis a Cristo, estamos seguros da comunhão com ele e com seus verdadeiros seguidores (1 João 1:5:7). Deveremos incentivar a paz, porém não ao preço da verdade. Se formos forçados a escolher entre a pureza da doutrina de Cristo e a paz com nossos irmãos, precisamos por Deus em primeiro lugar. É melhor estar próximo de Deus e longe dos homens do que estar perto dos homens e longe de Deus. A unidade que Deus quer está entre Deus e seus servos obedientes (João 14:23) e, em conseqüência, entre os irmãos que servem o esmo Deus (1 Coríntios 1:10).

O Desafio na Aplicação

A unidade artificial é fácil. Os homens são muito capazes de esconder diferenças reais e criar alianças ímpias, como o faziam os fariseus e os herodianos quando se uniam contra seu adversário comum, Jesus. Mas a unidade real requer trabalho duro. Exige estudo diligente, humildade genuína, amor pelos irmãos e, acima de tudo, um amor intransigente por Deus e sua palavra. Que Deus nos ajude a desenvolver a mente de Cristo para servi-lo juntos!

 

Fonte:  Estudos da Bíblia Via https://www.verdade-viva.net 

  


O NOVO MUNDO DO APOCALIPSE

                                                                                      Apocalipse 21.1-8

Postado em 14/04/2018

                  O NOVO MUNDO DO APOCALIPSE

1Então vi um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra já não existiam, e o mar também não mais existia. 2E vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, como uma noiva belamente vestida para seu marido. 3Ouvi uma forte voz que vinha do trono e dizia: “Vejam, o tabernáculo de Deus está no meio de seu povo! Deus habitará com eles, e eles serão seu povo. O próprio Deus estará com eles. 4Ele lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor. Todas essas coisas passaram para sempre”. 5E aquele que estava sentado no trono disse: “Vejam, faço novas todas as coisas!”. Em seguida, disse: “Escreva isto, pois o que lhe digo é digno de confiança e verdadeiro”. 6E disse ainda: “Está terminado! Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem tiver sede, darei de beber gratuitamente das fontes da água da vida. 7O vitorioso herdará todas essas bênçãos, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.8“Mas os covardes, os incrédulos, os corruptos, os assassinos, os sexualmente impuros, os que praticam feitiçaria, os adoradores de ídolos e todos os mentirosos estão destinados ao lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte”.

A história do futuro

Imagine-se no cinema. O filme acabou, e acabou de uma forma chocante. Foi mais ou menos assim, leia comigo o final do filme em Apocalipse 20.11-15:

11Vi um grande trono e aquele que estava sentado nele. A terra e o céu fugiram de sua presença, mas não encontraram lugar para se esconder [i.e., os inimigos de Deus: Diabo, besta, falso profeta, Babilônia e os que têm a marca da besta]. 12Vi os mortos, pequenos e grandes, em pé diante do trono de Deus. E foram abertos os livros, incluindo o Livro da Vida. Os mortos foram julgados segundo o que haviam feito, conforme o que estava registrado nos livros. 13O mar entregou seus mortos, e a morte e o mundo dos mortos também entregaram seus mortos. E todos foram julgados de acordo com seus atos. 14Então a morte e o mundo dos mortos foram lançados no lago de fogo. Esse lago de fogo é a segunda morte. 15E quem não tinha o nome registrado no Livro da Vida foi lançado no lago de fogo. [Fim!]

Então, de volta ao cinema… O filme acabou, as luzes continuam apagadas, o letreiro começa a subir e você não consegue sair do lugar. Há um suspense no ar! Com os olhos grudados na tela, você não para de pensar:

“E agora? O que vem a seguir? Acabou e pronto? Sim, o juízo final já aconteceu. Ele era realmente devido. Os inimigos do Cordeiro e da Igreja já foram lançados no lago de fogo. Os remidos já estão na festa das Bodas do Cordeiro. Mas, será só isso? E lá no céu, como será?”

Com os olhos ainda estatelados, grudados na tela e com a mente cheia de interrogações, de repente, a tela do cinema se divide ao meio: de um lado, os letreiros continuam subindo e, do outro, imagens do Novo Mundo preparado, para os que estão na festa das Bodas do Cordeiro. Você não consegue acreditar. É bom de mais para ser verdade!

Pois bem, essas imagens do Novo Mundo no canto direito da tela revelam a história do que vem depois da história. Assim é que os capítulos 21 e 22 de Apocalipse compõem a apoteose da revelação.

As imagens que vemos, narradas pela pena de João, nos mostram o Novo Mundo preparado por Deus para aqueles que em Cristo venceram; o que vemos é glorioso, é de tirar o fôlego. O paraíso perdido é agora o paraíso reconquistado. O homem caído é agora o homem glorificado. O projeto de Deus triunfou. Somos mais que vencedores.

Pois bem, com os olhos fixos nessa história que vem depois da história, nós nos dedicaremos a mais três momentos com o Apocalipse; ou seja: 1agora cedo, O novo mundo do Apocalipse (Ap 21.1-8); 2hoje à noite, A nova igreja do Apocalipse (Ap 21.9-22.5); e, no 3próximo domingo, A nova ordem do Apocalipse (Ap 22.6-21). Portanto, Deus permitindo, terminaremos o Apocalipse no próximo domingo, com a vigésima oitava mensagem sobre o livro do fim.

O novo mundo do Apocalipse

O novo mundo do Apocalipse traz imagens do céu, e como é importante refletirmos sobre o céu! Winston Churchill, político britânico de renome mundial (1874-1965) disse que a decadência moral da Inglaterra era, pasmem!, “devido ao fato que os pregadores deixaram de pregar sobre o céu e o inferno”.

A pregação sobre o céu traz profundas lições morais para a igreja e para o mundo. Por exemplo: Jesus alerta para ajuntarmos tesouro no céu (Mt 6.20); Paulo diz que devemos pensar no céu para não vivermos como cidadãos desse mundo (Cl 3.1); Jesus ensinou que devemos orar com o objetivo de vermos na terra o que há no céu (Mt 6.10); o céu nos estimula à santidade (2Pe 3.14); o céu nos ajuda a enfrentar o sofrimento (Rm 8.18); o céu nos livra do medo da morte (Fp 1.21,23); o céu nos ensina a renunciar agora em favor da herança futura (Hb 11.10-26), e muito mais.

w. A. Criswell, falecido e renomado pastor da Primeira Igreja Batista em Dallas nos EUA, disse sobre o céu o seguinte:

O céu é um lugar preparado para aqueles que foram preparados para ele. Não há dor na terra que o céu não possa curar.

Dessa forma, convido você para olhar comigo para esse novo mundo do Apocalipse, a fim de conhecermos o céu. Buscaremos quatro respostas: 1Como é o céu? (a planta do novo mundo); 2Quem vai e quem não vai morar no céu? (as pessoas do novo mundo); 3Como será a vida no céu? (os privilégios do novo mundo); e 4Como alguém pode entrar no céu? (o portal para o novo mundo). Vejamos, pois, um de cada vez.

1. A planta do novo mundo

A primeira coisa que aprendemos, e para muita gente isso pode ser uma surpresa, o céu não será somente o céu, mas o universo todo.

Ap 21.1 | Então vi um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra já não existiam, e o mar também não mais existia.

O céu não será nas nuvens. Será o mundo todo, de forma maravilhosamente restaurada.

A redenção não atingirá só os crentes e a igreja, mas o cosmos todo. Deus não vai criar céu novo e terra nova, mas vai fazer do velho algo novo (Ap 21.1). A palavra usada no original grego fala de um novo (gr. kainos) mundo e não de um outro (gr. neos) mundo. Não será um novo que não existia, mas um novo a partir do que já existia (Is 65.17; 66.22).

Assim como nosso corpo glorificado virá a partir do nosso corpo natural (1Co 15.35-49), também será com o universo. Aliás, Jesus afirmou que esse universo será redimido:

Mt 19.28 | Jesus respondeu: “Eu lhes garanto que, quando o mundo for renovado (ARA diz “regeneração”) e o Filho do Homem se sentar em seu trono glorioso, vocês, que foram meus seguidores, também se sentarão em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel.

A única outra vez que o termo “renovado” (regeneração – gr. palingnesia) aparece no Novo Testamento é para descrever a regeneração de indivíduos. Está lá em Tito:

Tt 3.5 | [Cristo] nos salvou não porque tivéssemos feito algo justo, mas por causa de sua misericórdia. Ele nos lavou para remover nossos pecados, nos fez nascer de novo [gr. palingenesia: regenerou] e nos deu nova vida [gr. renovou] por meio do Espírito Santo.

Ou seja, da mesma forma que a regeneração de nossas vidas e de nossos corpos se dá à partir de quem somos e dos corpos que temos, o novo céu e a nova terra, o novo mundo, será à partir do que hoje já existe. Afinal, tudo o que Deus criou é bom (Gn 1 e 2). Pedro diz em sua carta que o céu e a terra serão purificados pelo fogo. Não é aniquilamento, mas renovação. A idéia é de continuidade e não de descontinuidade.

2Pe 3.10-13 | 10Contudo, o dia do Senhor virá como um ladrão. Os céus desaparecerão com terrível estrondo, e até os elementos serão consumidos pelo fogo, e a terra e tudo que nela há serão expostos [queimado ou destruídos no sentido de não sobrar lugar para se esconder]. 11Visto, portanto, que tudo ao redor será destruído, a vida de vocês deve ser caracterizada por santidade e devoção, 12esperando o dia de Deus e já antecipando sua vinda. Nesse dia, ele incendiará os céus, e os elementos se derreterão nas chamas. 13Nós, porém, aguardamos com grande expectativa os novos [kainos – renovado] céus e a nova  [kainos – renovado] terra que ele prometeu, um mundo pleno de justiça.

Veja, portanto, que novos céus e nova terra serão novos em caráter e não em conteúdo. Outro argumento que comprova o que estamos dizendo é o de Paulo em Romanos:

Rm 8.19-21 | 19Pois toda a criação aguarda com grande expectativa o dia em que os filhos de Deus serão revelados. 20Toda a criação, não por vontade própria, foi submetida por Deus a uma existência fútil, 21na esperança de que, com os filhos de Deus, a criação seja gloriosamente liberta da decadência que a escraviza.

Logo, assim como os crentes aguardam a redenção final da alma, a renovação total do corpo e a libertação definitiva do pecado, assim também o universo. Não haverá separação entre o céu e a terra. O céu e a terra serão a habitação de Deus e de sua igreja gloriosa.

Ap 21.1 e 3 | 1Então vi um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra já não existiam, e o mar também não mais existia. […] 3Ouvi uma forte voz que vinha do trono e dizia: “Vejam, o tabernáculo de Deus está no meio de seu povo! Deus habitará com eles, e eles serão seu povo. O próprio Deus estará com eles.

A igreja glorificada não ficará apenas no céu, lá longe e distante, mas passará a eternidade também na nova terra. Jesus disse que “os humildes herdarão a terra” (Mt 5.5)! A morada de Deus já não está longe da terra, mas na terra. Onde Deus está, ali é céu. Este é o cumprimento da profecia de Habacuque:

Hc 2.14 | Pois, assim como as águas enchem o mar, a terra se encherá do conhecimento da glória do SENHOR.

Se “Deus habitará com eles” ou “o próprio Deus estará com eles” (Ap 21.3), não poderá, então, haver qualquer contaminação naquele novo mundo. Por isso que João viu que “o mar também não mais existia” (Ap 21.1). É um símbolo.

No imaginário judaico e da Igreja Primitiva, o mar é o que separa, é símbolo do que contamina, do que ameaça a harmonia do universo. Steve Wilmshurst, em seu comentário do Apocalipse disse o seguinte:

Quando os hebreus pensavam no mar, eles não pensam em castelos de areia, brisa fresca e bela paisagem. Para eles, o mar representava o mal. Ele representava o caos primitivo que Deus havia conquistado na criação do universo. No mar os monstros marinhos viviam, e de lá muitos de seus inimigos tinham vindo. Em Ap 13, a besta emerge do mar. Mas, agora, o mar não existe mais: não há mais qualquer selvageria, força indomável, rebelião humana, nem mal algum na nova terra. “O mar também não mais existia” significa que não há mais rebeldia, não há mais conflito, significa paz por toda a eternidade.

Essa, portanto, é a planta do novo mundo. O cosmo redimido, completamente livre do mal e Deus habitando com o seu povo. Assim será o céu.

2. As pessoas do novo mundo

Tendo estudado a planta do novo mundo, ou seja, como será o céu, vejamos agora quem irá e quem não irá para o céu; i.e., as pessoas do novo mundo.

Comecemos por aqueles que não irão para o céu.

Ap 21.8 | “Mas os covardes, os incrédulos, os corruptos, os assassinos, os sexualmente impuros, os que praticam feitiçaria, os adoradores de ídolos e todos os mentirosos estão destinados ao lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte”.

Há aqui a descrição de oito tipos de pessoas que ficarão fora do novo mundo, que não irão para o céu. São aqueles que foram vencidos pelo pecado. Claro que a lista não é exaustiva, mas descreve um perfil. Observe:

  • Covardes – São indecisos, temem o perigo, fogem das consequências de confessar a Cristo. Embora convencidos da verdade, preferem não se comprometer.
  • Incrédulos – Seguem pelo caminho oposto ao da fé. Eles não têm fé. São céticos. Infiéis. Desleais. Alguns deles até estiveram na família da fé, mas nunca foram dos nossos (1Jo 2.19; Ap 1.5; 17.14).
  • Corruptos – Causam nojo nos outros (Rm 2.22). As suas práticas são abomináveis. São impuros e depravados em todos os sentidos, corruptos de dentro para fora.
  • Assassinos – Não respeitam a santidade de Deus nem a imagem de Deus no próximo. Desrespeitam-nas ao dessacralizar a vida, matando sem qualquer pudor.
  • Sexualmente impuros (gr. pornois) – São aqueles que se entregam a todo tipo de perversão sexual e moral: pornografia, infidelidade conjugal, fornicação, prostituição, homossexualidade, etc.
  • Feiticeiros (gr. pharmakois) – São viciados em suas práticas ocultas, espiritualistas e mágicas. Entorpecem-se com sua espiritualidade. Eles invocam os mortos e os demônios, desprezando a Deus. Outros pensam ser dirigidos pelos astros. São aqueles que se apegam a algum tipo de mística ou magia para viver. É vício.
  • Idólatras – Adoram, veneram e se prostram diante de ídolos. São devotos de santos, amantes de alguém ou de alguma coisa que não é Deus (dinheiro, sexo, poder, etc.).
  • Mentirosos – Vivem para encobrir seus erros e também para desviar os outros da verdade. Escondem-se na mentira. Por isso, como disse Pedro, tudo o que há na terra será destruído ou exposto para ninguém se esconder (2Pe 3.10).

Em outras palavras, ficarão fora do céu todos aqueles que não confessam o nome do Senhor Jesus Cristo, não vivem pela fé, praticam o que é abominável, desrespeitam a vida, pervertem a moral, apegam-se a mitos, mística ou magia, vivem de ídolos e se escondem na mentira.

Agora, irão para o céu aqueles que João descreve no verso 2:

Ap 21.2 | E vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, como uma noiva belamente vestida para seu marido.

Irá para o céu a igreja glorificada, composta de todos os remidos, de todos os lugares e de todos os tempos; que foram comprados pelo sangue de Cristo, amados pelo Pai desde a fundação do mundo e selados pelo Espírito Santo no momento em que creram. Irá para o céu a cidade santa, a nova Jerusalém, em contraste com a grande Babilônia, a cidade do pecado. A Nova Jerusalém é a noiva adornada para o seu esposo, em contraste com a grande Meretriz. Foi o próprio noivo, o Senhor Jesus Cristo, que a lavou, purificou e adornou para si. Ela será apresentada a ele mesmo como igreja santa, nova, pura, imaculada, sem defeito.

A noiva amada, comprada, amparada, consolada, restaurada e glorificada. Essas são as pessoas do novo mundo. Esses irão para o céu.

3. Os privilégios do novo mundo

Vimos a planta do novo mundo, ou seja, como será o céu; e as pessoas do novo mundo, isto é, quem irá e quem não irá para o céu. Vejamos, agora, como será a vida no céu — os privilégios do novo mundo.

Ap 21.4 | Ele lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor. Todas essas coisas passaram para sempre.

Há três verdades sobre o novo mundo, sobre a vida no céu, que merecem destaque neste versículo:

3.1 — No céu não haverá dor

A dor é consequência do pecado. Portanto, as dor física, moral, emocional e espiritual não vão entrar no céu. Não haverá mais sofrimento, enfermidade, defeito físico, cansaço, fadiga, depressão, traição. No céu haverá só prazer. Prazer em Deus.

3.2 — No céu não haverá lágrima

Não haverá choro nas ruas da nova Jerusalém. O nosso mundo é um vale de lágrimas. Muitas vezes alagamos o leito com nossas lágrimas. Choramos por nós, pelos nossos filhos, pela nossa família, pela nossa igreja, pela nossa pátria, pelo mundo. Entramos no mundo chorando e saímos dele com lágrimas, deixando lágrimas. Mas no céu não haverá lágrimas. O novo mundo será um lugar de alegria. Lágrimas lá, apenas as de alegria.

3.3 — No céu não haverá morte nem tristeza

A morte foi lançada no lago de fogo (Ap 20.15). Ela não poderá mais nos atingir. Seremos revestidos da imortalidade. Tragada foi a morte pela vitória. No céu não há vestes mortuárias, velórios, enterro, cemitério. No céu não há despedida. No céu não há separação, acidente, morte, adeus. No céu reina a vida.

Na Babilônia (no mundo), calaram-se as vozes da vida (Ap 18.22-23), mas no novo mundo, na nova Jerusalém, no céu, calaram-se as vozes da morte. Somente aqueles que crêem em Jesus é que viverão plenamente após a morte (Jo 11.25). Todos os outros morrerão a segunda morte e sofrerão por toda a eternidade.

Certo, no céu não haverá dor, no céu não haverá lágrimas, no céu não haverá morte nem tristeza. O que, estão, haverá no céu? Como será a vida no novo mundo?

3.4 — A vida no céu será como uma festa de casamento que nunca termina

Ap 21.2 | E vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, como uma noiva belamente vestida para seu marido.

As bodas passavam por quatro fases: 1) compromisso; 2) preparação; 3) vinda do Noivo; e 4) festa. O céu é festa. Alegria, celebração, devoção. Deleite em Deus. Ele se alegrará em nós como o noivo se alegra da sua noiva. Esta festa nunca irá terminar.

3.5 — O céu será profundamente envolvido pela presença de Deus

Ap 21.3 | Ouvi uma forte voz que vinha do trono e dizia: “Vejam, o tabernáculo de Deus está no meio de seu povo! Deus habitará com eles, e eles serão seu povo. O próprio Deus estará com eles.

Céu é céu porque Deus está presente. Depois que o véu do templo se rasgou, Deus não habita mais no templo, mas na igreja. O Espírito Santo enche não o templo, mas os crentes. Agora somos santuário onde Deus habita, e no novo céu e na nova terra, veremos Cristo face a face, como ele é. Ele vai morar conosco. Não vai mais haver separação entre nós e Deus. A glória do Senhor vai brilhar sobre nós.

3.6 — O céu será lugar de profunda comunhão Deus

Ap 21.3b | Deus habitará com eles, e eles serão seu povo. O próprio Deus estará com eles.

No céu teremos profunda comunhão com Deus. Deus habitará conosco. Seremos povo de Deus. Aqui caem as divisas não só do Israel étnico, como das denominações religiosas. Lá não seremos um povo separado, segregado, departamentalizado. Lá não seremos presbiterianos, batistas ou assembleianos. Seremos a igreja, a noiva, a cidade santa, a família de Deus, povo de Deus.

3.7 — O céu será lugar de plenitude espiritual

Ap 21.7 | O vitorioso herdará todas essas bênçãos, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.

No céu desfrutaremos plenamente da nossa filiação. A igreja é a noiva do Cordeiro e a filha do Pai. Tomaremos posse da nossa herança incorruptível. Desfrutaremos das insondáveis riquezas de Cristo. Seremos co-herdeiros com Cristo. Herdaremos o mundo.

Viver no céu será maravilhoso. Lá nós passaremos a eternidade conhecendo mais e mais do que há de mais maravilhoso em todo o universo, hoje e sempre, Jesus!

1Co 2.9-10 | 9É a isso que as Escrituras se referem quando dizem: “Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, e mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam”. 10Mas foi a nós que Deus revelou estas coisas por seu Espírito. Pois o Espírito sonda todas as coisas, até os segredos mais profundos de Deus.

Estar no céu para conhecer mais de Jesus será maravilhoso.

4. O portal para o novo mundo

Vimos a planta do novo mundo (Como será o céu?); as pessoas do novo mundo (Quem irá e quem não irá para o céu?); os privilégios do novo mundo (Como será a vida no céu?); agora, vejamos o portal para o novo mundo (Como ir para o céu?).

Ap 21.6-7 | 6E disse ainda: “Está terminado! Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem tiver sede, darei de beber gratuitamente das fontes da água da vida. 7O vitorioso herdará todas essas bênçãos, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.

O portal para o novo mundo contém três degraus (o evangelho de Jesus Cristo):

4.1 — A obra completa de Cristo para a nossa salvação (Ap 21.6a)

E disse ainda: “Está terminado! Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim.

4.2 — A graça infinita de Deus que nos estende a mão (Ap 21.6b)

A quem tiver sede, darei de beber gratuitamente das fontes da água da vida.

4.3 — O trabalho santificador do Espírito para a nossa perseverança (Ap 21.7)

O vitorioso herdará todas essas bênçãos, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.

Deus nos amou e planejou a nossa salvação. Cristo nos amou e executou a nossa salvação. O Espírito nos amou e aplica em nós a nossa salvação. Nossa parte? Crer!

Jo 1.11-13 | 11Veio a seu próprio povo, e eles o rejeitaram. 12Mas, a todos que creram nele e o aceitaram, ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus. 13Estes não nasceram segundo a ordem natural, nem como resultado da paixão2 ou da vontade humana, mas nasceram de Deus”

 

Fonte: https://www.sibgoiania.org  

 


    O impacto da ressurreição de Jesus

Por Rev. Hernandes Dias Lopes                                                                                                                                                                                           Referência: Lucas 24.13-35

Postado em 17/03/2018

                      

1. As melhores notícias que o mundo já ouviu vieram do túmulo vazio de Jesus. A história da Páscoa não termina num funeral, mas sim com uma festa. O túmulo vazio de Cristo foi o berço da igreja. Nós pregamos um Cristo que esteve morto e está vivo e não um Cristo que esteve vivo e está morto.

2. A morte é o rei dos terrores. Mas Cristo é o Rei dos reis. A morte foi vencida por Jesus. Ele matou a morte. Ele arrancou o aguilhão da morte. A morte será lançada no lago do fogo.

3. A ressurreição de Cristo é a demonstração do supremo poder de Deus.

I. A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS

1. A ressurreição de Cristo é uma das fraudes mais maldosas da história ou então o fato mais extraordinário.

2. A ressurreição de Cristo e o Cristianismo permanecem em pé ou caem juntos. Sem a ressurreição de Cristo, o Cristianismo seria uma religião vazia de esperança, um museu de relíquias do passado.

3. Paulo diz que sem a ressurreição de Cristo: 1) Nossa fé seria vã; 2) Nossa pregação seria inútil; 3) Nossa esperança seria vazia; 4) Nosso testemunho seria falso; 5) Nossos pecados não seriam perdoados; 6) Seríamos os mais infelizes de todos os homens.

4. Sem a ressurreição de Cristo a morte teria a última palavra, a nossa esperança do céu seria um pesadelo.

5. Sem a ressurreição de Cristo, o Cristianismo seria o maior engodo da história, a maior farsa inventada pelos cristãos. Os mártires teriam morrido por uma mentira e uma mentira teria salvado o mundo.

6. Mas de fato Cristo ressuscitou. A grande diferença entre o Cristianismo e as grandes religiões do mundo é que o túmulo de Jesus está vazio. Você pode visitar o túmulo de Buda, Confúcio, Maomé, Alan Kardec, mas o túmulo de Jesus está vazio. Ele venceu a morte. Ele está vivo pelos séculos dos séculos.

II. A EVIDÊNCIA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS

1. A ressurreição de Jesus é um fato histórico

A. As tentativas do adversário

Disseram Jesus não chegou a morrer na cruz e ao ser colocado no túmulo reanimou-se;

Disseram que os discípulos roubaram o seu corpo;

Disseram que as mulheres foram no túmulo errado;

B. As aparições aos discípulos

Jesus depois que ressuscitou apareceu a Maria Madalena, às mulheres, a Pedro, aos dois discípulos no caminho de Emaús, aos apóstolos sem Tomé, aos apóstolos com Tomé, aos sete apóstolos no Mar da Galiléia, a uma multidão de 500 irmãos, a Tiago, a Paulo, a Estêvão, a João na Ilha de Patmos.

C. A proclamação dos discípulos

O célebre sermão de Pedro no Pentecoste versou sobre a ressurreição de Jesus. Se Cristo não tivesse mesmo ressuscitado, bastaria ter apresentado o corpo morto de Cristo à multidão e o Cristianismo teria sido esquecido naquela manhã.

2. A ressurreição de Jesus é um fato psicológico

Os discípulos acuados pelo medo, desânimo, pessimismo foram poderosamente transformados. Tornaram-se ousados, valentes, poderosos no testemunho, enfrentaram ameaças, açoites, prisões, morte, martírio sem jamais recuar. Eles não teriam morrido por uma mentira. A mudança dos discípulos é uma prova incontroversa da ressurreição de Jesus.

3. A ressurreição de Jesus é um fato sociológico

Uma igreja cristã foi estabelecida sobre a rocha desta verdade incontestável. Gente de todas as nações, raças, línguas e povos uniram-se em torno desta verdade suprema.

O túmulo vazio de Cristo foi o berço da igreja.

III. OS DISCÍPULOS ANTES DO IMPACTO DA RESSURREIÇÃO

1. Seus olhos estavam cegos a despeito da proximidade de Jesus – v. 14,15

Muitas vezes caminhamos pela vida vencidos, como se a morte tivesse a última palavra e como se Jesus não tivesse ressuscitado. Embora Jesus está perto, não o percebemos.

Às vezes Jesus vem ao nosso encontro, como foi o encontro dos discípulos no Mar da Galiléia, mas pensamos que ele é um fantasma e ficamos cheios de medo.

2. Seus olhos estavam tapados a despeito do relato das Escrituras – v. 25

A incredulidade coloca venda em nossos olhos. Jesus abre as Escrituras e as expõe para os discípulos. Mostra-lhes como todas as Escrituras apontam para ele e para a sua vitória sobre a morte, mas eles não compreendem.

Não entendem, não porque falte luz, mas porque falta visão. Quando os nossos olhos não são iluminados pela Palavra, caminhamos pela vida cabisbaixos, achando que a morte é mais forte que a vida, que o mal é mais forte que o bem.

3. Seus olhos estavam fechados a despeito do testemunho dos irmãos – v. 22-24

Aqueles discípulos já tinham várias evidências da ressurreição de Cristo:

a) As promessas de Jesus de que morreria e ressuscitaria ao terceiro dia;

b) O túmulo vazio;

c) As mulheres viram-no ressuscitado;

d) Os anjos deram testemunho da ressurreição;

e) Alguns dos discípulos já haviam visto o túmulo vazio, mas eles ainda estavam carregados de dúvidas (v. 21).

Hoje, tem muita gente vivendo esse reducionismo, esse achatamento de vdia, porque não dão crédito ao testemunho que outras pessoas têm dado do poder da ressurreição em suas vidas. Assim, limitam a vida cristã apenas às suas experiências.

4. Seus pés estavam na estrada da fuga a despeito de várias evidências da ressurreição – v. 14,20

Aqueles dois discípulos se acovardaram. Eles desistiram de tudo. Desistiram do discipulado. Desistiram de crer. Desistiram da caminhada da fé. Botaram o pé na estrada da dúvida, do ceticismo, da incredulidade. Desistiram de Jesus.

Tem muita gente que vive um projeto de vida assim. Sua história termina na sexta-feira da paixão e não no domingo da ressurreição.

Gente que abandona a igreja e volta triste, decepcionado e sem esperança para o seu passado de sombras.

5. Seus pés caminhavam para o ocaso e não para o amanhecer – v. 13,20

Emaús ficava no oeste e o dia já estava se pondo. Caminhavam para o entardecer. Caminhavam para o ocaso. Tem muita gente assim. Só olha para o passado. Mas o cristão não caminha para o ocaso, mas para o amanhecer.

Não se concentre nos problemas, mas nas soluções. Não se desespere com a sexta-feira da paixão, olhe para o domingo da ressurreição. Não viva como um vencido, mas como um vencedor.

6. Seus corações estavam tomados de profunda tristeza – v. 17

Estavam tristes, quando deveriam estar exultando de alegria. Quantas vezes nossa vida é uma via sacra de lamento, dor, tristeza porque não tomamos posse do poder da ressurreição em nossa vida. A vida cristã é uma vida de esperança e alegria.

É hora de você sacudir o jugo da tristeza do seu coração, da sua família, do seu trabalho.

7. Seus corações estavam perturbados pelo drama do sofrimento do justo – v. 19,20

Como conciliar o fato de Jesus ser o amado de Deus, poderoso em obras e palavras e mesmo assim ser pregado na cruz como um criminoso?

Talvez esta é também a sua angústia: ver o justo sofrendo, o piedoso sendo injustiçado, o inocente pisado. Como conjugar o amor de Deus com o sofrimento do justo?

8. Seus corações estavam cheios de esperanças frustradas – v. 21

O caminho de Emaús é o caminho da desistência do discipulado. É o caminho dos sonhos desfeitos. É o caminho da esperança morta. É o caminho da falência dos projetos. É caminho daqueles que acham que não têm mais jeito. Exemplo: Pedro: eu vou pescar.

Talvez você pense assim do seu casamento, da sua vida, do seu trabalho. Você já arrumou as malas, já botou o pé na estrada da fuga. Não desanime, não se capitule.

IV. O IMPACTO DA RESSURREIÇÃO

1. Olhos abertos pela explicação das Escrituras – v. 26-28,31

Jesus revelou-se pelas Escrituras. “Examinai as Escrituras, porque são elas que testificam de mim”. Hoje muitos crentes estão buscando conhecer a Jesus fora das Escrituras.

Se você quer conhecer mais a Jesus, leia as Escrituras – “Examinai as Escrituras (Jo 5:39).

Se você quer luz da sua vida, leia as Escrituras – “Lâmpadas para os…” (Sl 119:105).

Se você quer ter mais fé, leia as Escrituras – “A fé vem pelo ouvir” (Rm 10:17).

Se você quer mais santidade, leia as Escrituras – “Santifica-os na verdade…” (Jo 17:17).

Se você quer ser bem sucedido na vida, leia as Escrituras- Js 1:8 “…”.

QUANDO reconhecemos em nosso caminho que Jesus está vivo, não há mais espaço para a preocupação (v. 17), tristeza (v. 17), desesperança (v. 21), incredulidade (v. 25).

2. Corações ardentes pela comunhão com Jesus – v. 29,32

Quando temos comunhão com o Jesus vivo, nosso coração arde, o fogo de Deus nos inflama. Há entusiasmo em nosso coração. O vento do Espírito sopra sobre nós e remove as cinzas do comodismo e reacende o fogo do zelo em nosso coração.

Quando o coração arde, acaba a frieza espiritual, o marasmo. Vir à Casa de Deus é alegria. Orar é necessidade. Louvar a Deus é prazer. Andar com Jesus é o sentido da vida.

Quando o nosso coração arde, nossa vida se torna um graveto seco para o fogo do Espírito.

3. Pés velozes para proclamar a ressurreição – v. 33-35

Quem tem olhos abertos, coração ardente, tem pés velozes para falar de Jesus.

Os mesmos que fugiram de Jerusalém, agora voltam para Jerusalém

Eles que disseram que já era tarde, não se importam com os perigos da noite.

Eles que deixaram o convívio com os discípulos, volta à companhia deles.

Nem distância, nem a noite, os prende. Eles voltam para ter comunhão e para proclamar que Jesus está vivo.

Eles voltam para dizer que a morte não tem a última palavra. A última palavra é que Jesus venceu a morte. A tristeza não pode mais nos dominar. Caminhamos para o glorioso amanhecer da eternidade e não para a noite fatídica da desesperança.

CONCLUSÃO

A ressurreição de Jesus abriu os olhos, aqueceu o coração e apressou os pés dos discípulos de Emaus. E em você, que tipo de impacto a ressurreição tem provocado? Como você tem caminhado pela vida?

Tem você se encontrado com o Cristo ressurreto?

O Senhor nos encontra nas angústias da nossa caminhada.

O Senhor nos encontra na exposição da Palavra de Deus.

O Senhor nos encontra no partir do pão.

Ele abre nossos olhos, nossa mente, nosso coração e nossos lábios.

 

Fonte: http://ipbvit.org.br  

 


    A Decepção Daquele Que Busca o Atalho Espiritual
Isaías. 30.21

 "Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele."                                                                           

   

Postado em 01/03/2018

                            

Int.- Jesus nos ensina claramente em Sua Palavra que Ele é o único caminho que leva o homem a Deus. Em I Tm. 2.5: Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem. E em Jo. 14.6: Disse-lhes Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. Porém, mesmo com ensinamento tão claro as pessoas abandonam este Caminho para pegar atalhos que ao final deles só causam dor e decepção. Precisamos abandonar esses atalhos e permanecermos perseverantes no único caminho que nos leva ao Pai – Jesus.

      Vivemos no tempo do imediatismo. O homem moderno não pode esperar. Cinco minutos no trânsito parecem uma eternidade. Esta é a geração fast-food. Tudo deve ser instantâneo. Por isso, os atalhos têm sido a opção de muitos. Entretanto, a cultura cristã é outra. A longanimidade é característica de quem trilha um longo caminho, com paciência e esperança. A recompensa é alcançar, no tempo certo, todo o propósito de Deus.

      Vivemos dias em que a fé cristã tem crescido e se espalhado grandemente. Graças a Deus por isto. Mas temos que reconhecer que neste crescimento numérico, muitos estão vivendo um cristianismo superficial sem raízes profundas, buscando somente as mãos de Deus, o que Deus pode dar e não a face de Deus, o que Deus é. Isso tem levado as pessoas a grandes decepções em sua caminhada cristã.

I-Definição o Que é Atalho?

- Caminho fora da estrada principal, pelo qual se encurtam distâncias.

      No sentido geográfico e físico pode até dar certo, como o canal do Panamá.

- O canal do Panamá liga o Oceano Atlântico ao Oceano Pacífico e foi inaugurado em 1914 e tem 80 quilômetros de extensão.

- Até então a distância marítima de Nova York até São Francisco era de 22,5 mil quilômetros, e com o Canal do Panamá este percurso caiu para menos da metade.

- Atalhos geográficos e físicos que facilitaram a vida das pessoas.

- Mas na vida espiritual em nossa comunhão com Deus os atalhos não funcionam.

- Atalhos na vida espiritual só causam dor e decepção.
I- O Caminho da Salvação é Sem Atalho.

- O único caminho que leva a Salvação é Jesus, e esse caminho é estreito e espinhoso, sem atalhos.

Mt. 7.14: E porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.

- Há uma música de Rebaião que diz: “Jesus é o único caminho, pra quem quer morar no céu, quem quiser atalhar vai pro beleléu”.

- Há pessoas que tentam o atalho da caridade, achando que fazendo boas obras alcançaram o céu.

Ef. 2.8,9: Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus.

      Não vem das obras, para que ninguém se glorie.

- O diabo ofereceu um atalho para Jesus: A coroa sem a cruz; mas Jesus não aceitou.

- Todos os que querem evitar a cruz, trocam o caminho pelo atalho, mas não chegam onde gostariam.

- Deus nos prometeu a glória celestial, futura e eterna. Para isto existe o caminho: Jesus.

III- Muitos Buscam Um Atalho Para Receberem a Benção.

- As pessoas procuram um caminho fácil para receberem a benção.

- As pessoas não querem um caminho longo.

- As pessoas não querem pagar o preço para receberem a benção.

- Muitos cristãos procuram receber a benção através de um objeto como: Uma flor; um cordão; uma pulseira; um copo de água; uma toalhinha.

- Alguém já disse que a fé é cega, mas está redondamente enganado.

- Deus não tem atalhos para você receber a benção, Deus tem caminhos.

- Deus não abre brechas, Deus abre portas.

- Na busca das bênçãos de Deus não há lugar para trocas de favores, pechinchas, negociatas, trocas.

- Deus não aceita barganha para conceder a Sua benção.

- A pessoa que usa o atalho da barganha está cega espiritualmente.

- Para essa pessoa não importa qual método vai usar, o importante é receber a benção.

- O atalho da barganha não se interessa e nem se satisfaz pela mensagem de Deus, o seu único interesse é a benção, é sair do sufoco.

- Viver os princípios de Deus é o caminho para receber a benção.

IV- As Diferenças Entre o Caminho e o Atalho.

- O caminho tem suas regras. O atalho é livre, sem controle.

- O caminho pode ser longo. O atalho é sempre mais curto. Parece que chegaremos mais rápido ao destino.

- O caminho exige paciência. O atalho é a rota dos impacientes e daqueles que se julgam espertos.

- O caminho é a estrada dos retos. O atalho é a rota dos aventureiros, rebeldes, fugitivos e independentes.

- O caminho tem seu preço. O atalho é aparentemente, mais barato ou gratuito.

- O caminho é geralmente conhecido. O atalho é imprevisível.

- O caminho, mesmo que seja difícil nos leva ao destino desejado. O atalho nem sempre termina onde gostaríamos.

- Muitos querem ganhar tempo e perdem a vida. Querem pular etapas e pagam alto preço por isso.

- O trabalho é um caminho. O furto é o atalho.

- O casamento é um caminho. O sexo ilícito é um atalho.

- Para ter Isaque, Abraão precisava percorrer um caminho. Para ter Ismael, recorreu ao atalho.

- Atalhos nos levam para longe de Deus.

- Um exemplo é o do profeta Jonas. Ele decidiu seguir por um caminho que o levou para longe de Deus. Dispôs em seu coração seguir por outro caminho diferente do proposto por Deus, e pagou um alto preço por isso.

Pv. 14.12: Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte.

- Fuja dos atalhos que o diabo tem colocado diante de você para alcançar a promessa.

- Quando tentamos um atalho no servir a Deus, saímos da rota estabelecida por Deus, fazemos tudo do nosso jeito e pelo nosso próprio esforço, e o final é uma decepção.

- Atalhos parecem atraentes e convidativos, mas levam a um final incerto e desastroso.

- O famoso corredor de formula 1, Michel Schumaker, esquiando na França, saiu do caminho e pegou um atalho e sofreu um grave acidente.

- Deus nos orienta a sempre andar no caminho.

V- Por Que As Pessoas Pegam Atalhos.

1-Para Fugir da Aflição.

- Ninguém quer sofrer; as pessoas querem se livrar das suas aflições.

2- Para Fugir da Responsabilidade e do Compromisso.

- As pessoas não querem responsabilidade.

- As pessoas não querem aperto, caminho estreito.

- Por isso acontecem hoje muitas separações e divórcios.

- Muita troca de igreja.

3- Para Serem Independentes.

- As pessoas não querem que ninguém mande nelas; seja: Pai, mãe, professor, patrão, pastor, etc.

- Porque andar em atalhos a faz sentir importante. Donas de sua própria vida. As pessoas não querem ser conduzidas pelo caminho verdadeiro, elas querem que o caminho seja controlado por elas.

VI- Algumas Consequências De Se Pegar Atalhos.

1-Afastamento de Deus.

- Deus nos chamou à andar com Ele, mas Ele não anda em atalhos.

- Quem sai do caminho e pega atalhos, consequentemente estará se distanciando de Deus.

- Deus está nos dizendo: Este é o caminho, andai nele.

2- Perda da Alegria.

- No atalho as coisas se tornam mais fáceis, mas a alegria se torna escassa.

- No livro “O Peregrino” escrito pelo Pastor Batista John Bunyan, que foi publicado na Inglaterra no ano de 1678, e que relata a Viagem do cristão da cidade da destruição para a Jerusalém Celestial, e que até hoje tem sido lido; mostra as tristezas que o cristão era acometido quando saia do caminho e pegava um atalho. A alegria só retornava quando ele voltava para o caminho.

3- Sofremos Perdas em Todas as Áreas.

- Na vida espiritual.

- Na família.

- Na saúde.

- No trabalho.

- Perdas financeiras.

- Perda de tempo, porque depois teremos que voltar.

Conclusão:

      Apesar das aparências, optar pelas rotas alternativas pode ser mais caro ou até fatal. Isto acontece quando abandonamos o padrão divino e resolvemos fazer as coisas do nosso modo.

- Deus nos promete um galardão no céu.

Mt. 5.12: Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.

- Para isto, ele preparou o caminho: Jesus.

- Mas existem também galardões na terra, alcançados por meio dos atalhos. Judas Iscariotes abandonou o caminho e recebeu rapidamente o seu galardão. Entretanto, perdeu a salvação, o ministério e a vida.

- O Senhor continua nos dizendo: Este é o caminho, andai nele.

 

Fonte: http://www.adjabaquara.com.br 

 


           Os Quatro Milagres do Calvário

Lucas 23.44 

Postado em 05/02/2018
                    
1. Trevas (Lc 23.44);
2. Véu rasgado (Mt 27.51);
3. Terremoto (Mt 27.51);
4. Os mortos ressuscitados (Mt 27.52).
TREVAS

Trevas Sobre a Terra.

A Bíblia diz que houve trevas sobre toda a Terra. Alguns acham que poderia ter sido um eclipse total na região, mas cremos que não. Um eclipse dura apenas alguns minutos, e nesse caso as trevas duraram três horas.
1. Trevas versus luz (Mc 15.33). Desde a hora sexta (meio-dia), até a hora nona (três horas da tarde), as trevas suplantaram a luz.

2. Trevas repentinas. O dia estava claro, Jesus agonizava e o povo zombava. O reinado das trevas seria curto, a Luz do mundo se extinguiria por pouco tempo (Jo 12.31).

3. Trevas espessas. Nenhum raio de luz. Toda a torrente de pecado da humanidade escureceu o Sol. Era a separação entre Deus e Jesus, que se fazia pecado por nós. Jesus sentiu-se desamparado, era a dor do silêncio do Pai (Mc 15.34)!

O que é o Milagre das Trevas Ensina?

1. A Verdadeira Identidade de Jesus. Ele era o filho de Deus em forma humana (Fp 2.7, 8). Sua missão era aquela: destruir o império das trevas (I Jo 3.8). Os judeus pediram um sinal a Jesus (Mt 12.38–40), agora Deus lhes dava o sinal. Até o centurião romano reconheceu a divindade de Jesus (Mc 15.39).

2. Enfatizam a morte de Jesus. Sua morte desfez as trevas do pecado que envolvia o homem. Seu sangue nos purifica de todo o pecado (I Jo 1.7) Que pode ter maior importância do que isto?

3. As trevas simbolizavam o sofrimento do Pai e do Filho. Elas ocultaram dos olhos o intenso sofrimento e a angústia de Cristo na cruz. Onde estavam Pedro e Tiago e os demais discípulos que o acompanharam no Getsêmani? Só João e Maria, mãe de Jesus e a outra Maria e a Madalena estavam ali (Jo 19.25–27).

4. Simbolizavam a crueldade e a negridão da alma humana, personificadas naqueles que crucificaram a Cristo.

Conclusão

Para os salvos as trevas do Calvário já passaram. Tudo se fez luz. Cristo é a Luz do Mundo (Jo 9.5; 12.35, 36). Deixe as trevas e vem para a Luz.

O TERREMOTO

Desde de o princípio a Terra tem sido abalada por terremoto, e à medida que o fim dos tempos se aproxima eles aumentarão em número e intensidade. Entre os sinais da proximidade de sua vinda, Jesus destacou este fato. Mas o que aconteceu no Calvário foi diferente. A natureza foi abalada com a morte do Filho de Deus.

I. A Natureza do Terremoto.

Talvez alguns se espantem quando digo que aquele abalo sísmico foi um milagre. Certamente não foi um terremoto comum, porque:

1. Deu-se no instante da morte de Jesus. Não antes, nem depois (v. 50);
2. Foi uma das maravilhas da crucificação (assim deve ser classificado);
3. Acompanhou o brado de Jesus (v. 50). Não resultou de acomodação da Crosta Terrestre, mas do brado daqueEle que tinha consumado a redenção.
4. Abriu os túmulos, mas só os santos ressuscitaram (v. 52), predizendo a vitória de Cristo sobre a morte;
5. Não derrubou a cruz. Ela proclamou o triunfo de Cristo sobre as trevas (Cl 2.14, 15)

II. O TESTEMUNHO DO TERREMOTO

O terremoto ocorrido no Calvário teve um propósito. Deus não abalaria a terra sem um objeto. Ele queria que o fato ficasse marcado indelevelmente na memória da humanidade, como um testemunho do preço pago por seu Filho pelo resgate das nossas almas (I Pe 1.18, 19).

1. O terremoto foi um sinal para as testemunhas (v. 54).

2. Sinai versus Calvário (Hb 12.18–21). O Sinai foi à profecia do Calvário; O Calvário, o cumprimento do Sinai.
- Sinai, a miséria e condenação do homem (a Lei);
- Calvário, remédio e benção para o homem;
- No Sinai, a terra estremeceu como se fosse dor;
- No Calvário, a dor do Salvador estremeceu a terra!

3. O pecado de Adão trouxe maldição sobre a terra (Gn 3.17). A morte de Jesus anulou a maldição e trouxe a benção a todos os homens (Rm 5.12–21)

Conclusão

A insensibilidade do homem à voz de Deus, às vezes, o leva a falar ao homem por meio de terremotos e outros fenômenos físicos. Em Filipos, na Macedônia, foi preciso um terremoto para que o carcereiro ouvisse o Evangelho (At 16.26–33). Deus esta te chamando manso e suave. 
 

O VÉU RASGADO

Este foi o terceiro milagre na crucificação. Ambos resultaram do brado de Jesus ao entregar o espírito ao Pai (Mt 27.50; Mc 15.37). O terremoto rasgou o véu que separava o Lugar Santo do Santíssimo, sem derrubar o templo.

O que o Véu Simbolizava?

Separação entre o pecador e Deus. Separava o Lugar Santo do Santíssimo (Ex 26.31–33). Só era transposto no dia da Expiação, pelo sumo sacerdote levando o sangue da expiação e o incenso santo.

A Divisão do Templo

5. O Átrio. Era o pátio da congregação. Ali o povo entrava.

6. O Lugar Santo. Ali ficava o altar dos sacrifícios, onde só entravam os sacerdotes para oferecerem os sacrifícios e fazer a expiação pelos pecados (Lv 4.30–34; 8.11–15). O altar dos sacrifícios apontava para cruz, onde seria imolado o Cordeiro de Deus (Jo 1.29).

7. O Santo dos Santos. Ali ficava a Arca (simbolizava a comunhão com Deus), coberta pelo propiciatório, sobre o qual era aspergido o sangue da expiação (Lv 16.11–14). O acesso a Deus só é possível através do sangue de Jesus.

Aberto o Caminho para Deus

1. Rasgou-se o véu. Não até a metade, mas de alto a baixo (Mt 27.51). Estava livre o caminho para Deus (Hb 10.19, 20). O Véu foi rasgado no momento em que Jesus morreu: 

a) Por mão invisível;
b) Sem derrubar o templo;
c) Sem cair em pedaços (V. 51);
d) Não por alguém entrando à força.

2. O brado de Cristo (Mc 15.37). Proclamou a vitória contra as potestades das trevas (Cl 2.14, 15). Sua missão estava consumada (Jo 19. 30).

3. Quando foi rasgado? Na hora do sacrifício da tarde. Os sacerdotes viram o milagre e alguns se converteram (At 6.7). Os evangelhos nunca foram contraditados pelos judeus. As autoridades romanas não desmentiram este fato.
4. Fim do sacerdócio araônico. Nunca mais o sumo sacerdote teria de levar sangue de animais para dentro do véu. O segredo secular do Santo dos Santos foi descoberto. Agora nós, sacerdotes do Novo Concerto, podemos entrar no Lugar Santo, pelo sangue de Cristo. O povo ficava fora, no Átrio. Agora todos podem entrar.

Conclusão

Antes o acesso a Deus estava vedado, mas Cristo anulou o pecado e abriu-nos o caminho da salvação (Hb 10.18–23).

OS MORTOS RESSUSCITADOS (Mt 27.52, 53).

 
A doutrina da ressurreição é uma das colunas mestras da fé cristã. Sem ela não teria significado a morte de Cristo (I Co 15.1–20). O que aconteceu no momento da morte de Cristo não foi à ressurreição final, porque aqueles mortos voltaram a viver durante algum tempo e depois morreram outra vez, e aguardam a ressurreição final (I Co 15.21–23).

II. Não Era ainda a Ressurreição Final.

1. Na ressurreição não será necessário alguém abrir os túmulos para os corpos gloriosos saírem (I Co 15.54, 55).

- Ao ressuscitar, Cristo saiu do túmulo antes de a pedra ser tirada;
- A pedra só foi tirada para provar que Ele não estava mais no sepulcro (Lc 24.5–7);
- No caso de Lázaro, a pedra teve de ser tirada antes de ele sair do túmulo;
- No milagre no Calvário, o próprio Deus fendeu a terra com o terremoto e os sepulcros se abriram.

Nem todos os mortos que ali estavam ressuscitaram, mas apenas alguns dos santos. Não foi a ressurreição geral, e sim a proclamação do triunfo de Cristo sobre a morte e o Hades (Mt 16.18)

II. Deus Conhece os Túmulos dos Seus Servos

- Havia muitos mortos sepultados naquela região, mas somente alguns santos foram ressuscitados;
- Os túmulos abertos provam que Jesus tem poder sobre a morte. Ela não é o fim (Jo 25–29);
- Preciosa aos olhos do Senhor é a morte dos seus santos (Sl 116.15).

III. A Salvação Foi Consumada

1. A vitória de Cristo sobre a morte deu-se no momento em que Ele expirou;
2. Seu corpo não sofreria a corrupção (Sl 16.8–10);
3. Os túmulos se abriram no instante de sua morte;
4. No Hades proclamou a vitória aos mortos (I Pe 3.18, 19);
5. O aguilhão do pecado é a morte, mas Jesus o destruiu (Rm 5.21);
6. No instante da morte tirou os nossos pecados (Jo 1.29);
7. No mesmo instante abriram-se os túmulos (Ap 1.18);
8. Impossível acrescentar algo à obra de Cristo: nem boas obras, nem purgatório. O Calvário resolveu o problema do pecado!

Conclusão

1. Não há mais impedimento de acesso à salvação;
2. Jesus tem poder para abrir todos os túmulos: da depressão, dos vícios, das drogas, etc.
3. Jesus tem poder para te tirar da morte e te dar vida (Rm 6.23);
4. A Salvação é oferecida hoje, aceita Jesus agora!

 


Por que Deus não muda os seus planos?

Por Pr. Eduardo Santos 

Postado em 15/01/2018 

               Por que Deus não muda os seus planos? 

Por que Deus não muda os seus planos? Primeiro, porque a sua sabedoria é perfeita. Isso quer dizer que Deus não pode cometer erros. Segundo, porque seu poder é infinito. Isso quer dizer que Ele cumprirá tudo o que planejou. Deus não pode ser frustrado em seus planos: “Então, respondeu Jó ao Senhor: Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado.” (Jó 42.1-2).

Seus planos e propósitos irão se cumprir:

Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro além de mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade. (Is 46.9-10)

Sendo assim, ainda que os homens façam planos no seu coração, o que vai prevalecer são os planos de Deus:

Muitos propósitos há no coração do homem, mas o desígnio do Senhor permanecerá. (Pv 19.21).

É um erro pensar que Deus faz um plano hoje e que o homem atrapalha esse plano e obriga Deus a fazer novos planos amanhã:

O conselho do Senhor dura para sempre; os desígnios do seu coração, por todas as gerações. (Sl 33.11).

Ora, o que Deus nos prometeu é certo que Ele fará, pois Ele não mente, nem se arrepende:

Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá? (Nm 23.19).

Também a Glória de Israel não mente, nem se arrepende, porquanto não é homem, para que se arrependa. (1Sm 15.29)

DEUS É IMUTÁVEL EM SUAS PROMESSAS:

A imutabilidade de Deus nos assegura que aquilo que Ele nos prometeu, certamente, nós receberemos da sua mão, porque Deus é fiel e não pode negar-se a si mesmo.

Bendito seja o Senhor, que deu repouso ao seu povo de Israel, segundo tudo o que prometera; nem uma só palavra falhou de todas as suas boas promessas, feitas por intermédio de Moisés, seu servo. (1Rs 8.56)

Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nEle o sim; porquanto também por Ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio. (2Co 1.20)

[Abraão] não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus, estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera. (Rm 4.20-21)

DEUS É IMUTÁVEL EM SUAS VIRTUDES

“Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.” (Ml 3.6)

Seu conhecimento, seu poder, sua bondade, misericórdia, justiça e as demais virtudes nunca podem ser maiores ou menores. Deus não está sujeito a nenhum tipo de evolução. Ele é sempre o mesmo.

• DEUS É IMUTÁVEL EM SEU AMOR:

De longe se me deixou ver o Senhor, dizendo: Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí. (Jr 31.3)

Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim. (Jo 13.1)

• DEUS É IMUTÁVEL EM SUA JUSTIÇA:

Longe de ti o fazeres tal coisa, matares o justo com o ímpio, como se o justo fosse igual ao ímpio; longe de ti. Não fará justiça o Juiz de toda a terra? (Gn 18.25)
Bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade contra os que praticam tais coisas (Rm 2.2) [coisas condenadas por Deus].

• DEUS É IMUTÁVEL EM SUA MISERICÓRDIA:

Porque o SENHOR é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade. (Sl 100.5)

Mas a misericórdia do SENHOR é de eternidade a eternidade, sobre os que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos (Sl 103.17)

• DEUS É IMUTÁVEL EM SUA VERDADE

Paulo, servo de Deus e apóstolo de Jesus Cristo, para promover a fé que é dos eleitos de Deus e o pleno conhecimento da verdade segundo a piedade, na esperança da vida eterna que o Deus que não pode mentir prometeu antes dos tempos eternos (Tt 1.1-2)

Seja Deus verdadeiro, e mentiroso, todo homem, segundo está escrito: Para seres justificado nas tuas palavras e venhas a vencer quando fores julgado. (Rm 3.4)

• DEUS É IMUTÁVEL EM SUA SANTIDADE

Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta. (Tg 1.13)

Pelo que vós, homens sensatos, escutai-me: longe de Deus o praticar ele a perversidade, e do Todo-Poderoso o cometer injustiça. (Jó 34.10)

• DEUS É IMUTÁVEL EM SUA SABEDORIA

O Senhor me possuía no início de sua obra, antes de suas obras mais antigas. Desde a eternidade fui estabelecida, desde o princípio, antes do começo da terra. (Pv 8.22)

Resposta a objeções

1. Algumas pessoas dizem que a natureza de Deus mudou com a encarnação. Isso certamente é falso. A natureza Divina não mudou em natureza humana, nem as duas se misturaram gerando uma terceira natureza diferente das outras. Na encarnação Cristo assumiu uma nova natureza, mas continuou sendo o mesmo Deus. Ele se manifestou de maneira diferente, não houve mudança na sua Divindade.

2. Algumas pessoas atribuem mudança em Deus pelo seu arrependimento em Gn 6.6; 1Sm 15.35; Sl 106.45; Am 7.3; Jn 3.10. No entanto, em Números 23.19 e 1Samuel 15.29 nos ensina que Deus não se arrepende. Não creio que a Bíblia se contradiz. A explicação para essa aparente contradição é que o arrependimento para Deus não é a mesma coisa que o arrependimento para os homens. Há duas razões para o ser humano mudar de opinião, abandonar seus planos e se arrepender do que fez: Primeiro, ele não consegue prever com absoluta certeza tudo o que acontecerá. Segundo, ele não tem poder ilimitado para a execução dos seus planos. Isso não acontece com Deus, pois Ele sabe de todas as coisas e tem poder suficiente para executar todos os seus planos.

Precisamos entender que Deus não é imóvel, mas está sempre em ação. Ele é um Deus que se relaciona conosco e a nossa inconstância leva Deus a mudar a atitude. Isso nos ensina que Deus se manifesta de maneira diferente. No entanto não há mudança em seu Ser, nem no Seu caráter, nem nos Seus planos, nem nas Suas promessas. O mesmo sol que derrete a manteiga endurece o barro. O sol gera mudança na manteiga e no barro, mas o inverso não acontece, o sol continua o mesmo.

3. Alguns dizem que Deus não cumpre as suas promessas. O que precisamos entender é que existem dois tipos de promessas: A primeira é absoluta: Deus cumpre independente de qualquer coisa. A segunda promessa é condicional, só vamos desfrutar dessas se cumprirmos as exigências de Deus (ver Is 1.19-20).

APLICAÇÃO:

1. A imutabilidade de Deus mostra que podemos confiar nEle.

2. A imutabilidade de Deus nos garante que Ele será fiel independente do nosso caráter: “se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo” (2Tm 2.13).

3. A imutabilidade de Deus gera terror no coração do pecador que não se arrepende, pois a ira de Deus sobre ele não mudará.

4. A imutabilidade de Deus gera em nós conforto e consolo.

5. A imutabilidade de Deus nos garante que uma vez que Ele nos concede a vida eterna não irá tirá-la.

6. A imutabilidade das promessas de Deus nos dá esperança para aguardarmos a volta de Cristo.

VERSÍCULO PARA MEMORIZAR:
“Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.” (Ml 3.6)

 

Fonte: https://www.amigodecristo.com 

 

 

 


A raiz das boas obras

Ou fazei a árvore boa e o seu fruto bom ou a árvore má e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore. Mateus 12:33.

Por Glênio Fonseca Paranaguá 

Postado em 04/01/2018

                 

A criança é um serzinho curioso e bisbilhoteiro. Indaga acerca de tudo e tudo quer saber. Esta curiosidade é fruto da sua potencialidade racional e da sua ignorância constitucional. O bebê nasce com 100% de potência para conhecer e 0% de conhecimento atualizado. Ele tem um potencial cognitivo integral, mas, também, total ausência de informação. Além do que, é rebelde.

Ato e potência são dois fundamentos filosóficos para o desenvolvimento do ser. A semente, como semente, é um ato em si mesmo, embora seja, ao mesmo tempo, a potência de uma árvore. Uma criança que em sua infância se sentara numa semente de carvalho, pode dizer aos oitenta anos de sua existência, que já estivera sentado no cume daquele carvalho enorme. Conquanto estivesse apenas sentada sobre a potência seminal, esteve assentada no cimo daquela árvore atual.

Todos nós nascemos potencialmente racionais, mas nem todos conseguem desenvolver o potencial de sua racionalidade. Há muita gente que vem ao mundo sem as condições para dilatar a sua capacidade intelectual, e, por isso mesmo, não alcança um bom alargamento de suas potencialidades racionais. Tem potência de conhecimento, sem, contudo as propriedades de atualização.

A potência cognitiva foi invadida pelo desejo teomaníaco de ser como Deus e a alternativa para essa decisão foi o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Nós, como descendentes de Adão, nascemos com a potencialidade do conhecimento do bem e do mal e a atualização desta potência é o desejo de ser absoluto e onipotente como Deus.

O ser humano tem potencial para o conhecimento do bem e do mal, não obstante não tenha as condições primárias para ser bom como Deus. Respondeu-lhe Jesus: Por que me chamas bom? Ninguém é bom senão um, que é Deus. Marcos 10:18. Só Deus é essencialmente bom.

A bondade humana é relativa ao seu egoísmo intrínseco. O que apelidamos de bom na esfera humana depende do que nos interessa no momento ou das contingências emocionais da nossa psique. Um sádico pode dizer que bom é fazer alguém sofrer, enquanto um masoquista consegue ver na sua dor algo de bom para ele. Vitor Hugo dizia que “é muito agradável praticar uma boa ação que desagrada alguém de quem não gostamos”.

Por causa do pecado o gênero adâmico tornou-se mau por natureza. Se Jesus disse que ninguém é bom, então temos que admitir com clareza, que todos nós ao nascermos neste mundo, já somos maus por índole. Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem? Mateus 7:11.

Jesus afirmou que somos maus. Mesmo assim, sabemos dar boas dádivas de acordo com as nossas conveniências. Então, como vamos compatibilizar essa maldade inerente do ser humano, com uma bondade humanista aparente, que serve apenas para agradar as pessoas em suas preferências egoístas? Como é isto? Pais maus dando boas dádivas aos seus filhos! Como pode uma fonte de água salobra jorrar, ao mesmo tempo, água doce?

Parece incoerência falar de gente má dando coisas boas, uma vez que a Bíblia mostra a frutificação da espécie como uma questão essencial da sua natureza. Assim, toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons. Mateus 7:17-18.

Se não pode uma árvore má produzir bons frutos, como pode uma pessoa má dar boas dádivas? É possível esta incoerência? Precisamos primeiro analisar a questão da bondade constitucional e da bondade condicional. Depois vamos analisar o fruto e as dádivas.

A bondade humana é uma afeição relacional relativa e condicional, enquanto a bondade divina é inerente ao seu ser, totalmente absoluta e incondicional. Só Deus é bom em essência, é realmente bondoso em sua manifestação. Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. Tiago 1:17. Aba é invariavelmente bom, até mesmo quando nos pune.

Deus é bom e o fruto ou o resultado do seu ser é a sua bondade imutável. Ele é intrinsecamente bom e as suas dádivas são boas, inclusive, quando, aos nossos olhos, elas se parecem más. A justiça divina é boa e perfeita ainda que nos conduza ao inferno. Deus é tão justo quanto bom, tanto na salvação do pecador como na condenação do incrédulo. Ele é bom em abençoar o indigno com sua graça e bom em condenar o arrogante com sua justiça.

A bondade divina é inerente ao seu ser absolutamente bondoso. Jean Jacque Rousseau afirmou em seu racionalismo: “tudo é bom ao sair das mãos do Criador; tudo degenera nas mãos dos homens”. Como a árvore boa só pode produzir frutos bons, assim toda bondade essencial só pode advir de uma fonte essencialmente boa. Só Deus é bom e só ele pode produzir boas obras.

A raça humana, contaminada pelo pecado, pode até dar boas dádivas uns aos outros, segundo os seus interesses, mas jamais produzirá boas obras de si mesmo. Todas as coisas que Deus fez, são coisas boas e por causa dos meus desejos egoístas, eu posso dar as coisas boas de Deus para alguém que eu quero como meu troféu e dentro dos meus proveitos pessoais. Essa é uma bondade conveniente aos meus objetivos egocêntricos ou individualistas.

Deus é bom essencialmente e somente ele produz boas obras e dá boas dádivas. O ser humano é mau por causa do pecado, por isso mesmo, ele não pode produzir boas obras, ainda que possa dar boas dádivas segundo os seus desejos e méritos. Bertolt Brecht insistiu: “ai de nós que tentamos edificar os alicerces da bondade! Nós mesmos não conseguimos ser bons”.

Uma pessoa má sabe dar boas dádivas, mas não pode produzir boas obras. A árvore que desencadeou o pecado foi a do conhecimento do bem e do mal. O pecador sabe distinguir entre o bem e o mal e sabe dar coisas boas e más aos outros, só não tem capacidade de produzir as boas obras, porquanto só Deus é bom. Porquanto cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto. Porque não se colhem figos de espinheiros, nem dos abrolhos se vindimam uvas. Lucas 6:44

Adão foi feito bom pelo seu Criador, mas se tornou uma pessoa perversa em conseqüência do pecado. A raça adâmica é maligna em sua natureza pecadora, por isso tem que ser desconstruída pela cruz de Cristo Jesus, a fim de ser reconstruída na ressurreição de Jesus Cristo, em novidade de vida. Ou fazei a árvore boa e o seu fruto bom ou a árvore má e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore. Mateus 12:33. Sem a desconstrução do velho Adão não haverá um novo homem produzindo frutos bons.

O Senhor Jesus foi categórico com o cultivo do seu horto espiritual. Para ele não há a menor alternativa em tratar da velha natureza. Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada. Mateus 15:13. A tiririca precisa ser erradicada do nosso jardim, assim como a natureza maligna do pecado necessita ser extraída de nossa vida com Deus. Sem a morte do velho homem não é possível o nascimento do novo homem. Entre a lagarta e a borboleta há uma metamorfose.

João Batista sabia muito bem com resolver este quesito procedente da agricultura edênica. Ora, se o problema encontra-se na radícula da planta, consecutivamente, basta cortá-la bem na sua raiz para sanar o problema. Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Mateus 3:10. A poda tem que ser radical.

O velho homem jamais produzirá boas obras. O adâmico é desprovido de frutos sadios de benignidade. Nunca compare os seus frutos de bondade com os frutos de outros seres humanos, mas com o fruto da Videira Verdadeira. Neste caso, nenhum fruto humano é bom em essência.

As boas obras na espécie humana dependem da poda radical e de sua enxertia na Videira Verdadeira. Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse produz muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. João 15:5. Só Deus é realmente bom e somente o ser humano enxertado em Cristo será capaz de frutificar as boas obras divinas.

O primeiro homem, Adão, foi crucificado no último Adão, Cristo Jesus, lá na cruz, e nós, também, fomos crucifixados juntamente com eles. O segundo homem, Jesus Cristo, nos deu a sua vida na ressurreição dentre os mortos para produzirmos as boas obras que o Pai preparou desde a eternidade, a fim de andarmos nelas. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas. Efésios 2:10.

O homem natural pratica as obras de justiça própria, e, às vezes, estas aparecem enfeitadas de boas dádivas, entretanto, só o homem espiritual, nascido de novo, pela graça em Cristo, pode produzir as boas obras provenientes da natureza de Deus. A árvore boa produz bons frutos.

Assim, a nova criatura deve ser vista sempre produzindo boas obras, mas nunca produzirá as boas obras para ser vista. Este é um dos sinais da autenticidade das boas obras, que nunca pode ser desconsiderado. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. Mateus 5:16. A glória pertence somente ao Pai. Aleluia! Amém.

 

Fonte: http://www.palavradacruz.com.br

 


          Forma versus Essência

Por Marcelo Martins 

Postado em 14/12/2017

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Na vida, o que é mais importante: forma ou essência? A essência é mais importante do que a forma, sem dúvida alguma; mas uma boa essência sem uma forma adequada perde grande parte do seu valor.

Em Mateus 23:27, vemos um exemplo de forma sem essência: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos e de toda imundície”.

Os escribas e fariseus tinham aparência de santidade (forma), mas eram vazios de Deus (essência).

Em Marcos 9:28, vemos um exemplo de essência sem forma: “E quando entrou em casa, seus discípulos lhe perguntaram à parte: Por que não pudemos nós expulsá-lo? Respondeu-lhes: ‘Esta casta não sai de modo algum, salvo à força de oração e jejum’”.

Os discípulos aplicaram o que haviam aprendido sobre como expulsar demônios (forma), mas não estavam preparados espiritualmente (essência).

Embora consideremos a essência como mais importante, preferimos a forma em muitos casos. Por exemplo, um amigo lhe apresentasse uma caixa com cinco bombons, sendo que três estavam bem amassados e dois com a embalagem perfeita. Qual bombom você escolheria? Você usaria qualquer roupa se fosse convidado para uma festa de gala? Você compraria o carro zero dos sonhos, com o interior impecável, mas por fora pintado de lilás com bolas laranjas, e dentro de cada bola uma joaninha sorrindo?

Portanto, no fundo valorizamos a forma; e isso é bom.

Não precisamos escolher a forma em detrimento da essência, nem a essência em detrimento da forma. Na verdade, o sucesso da vida cristã depende do equilíbrio entre forma e essência.

E como podemos avaliar isso de maneira prática? Nos próximos três devocionais, vou apresentar a você as áreas em que as pessoas têm mais dificuldade para equilibrar forma e essência. Acompanhe…

Ou fazei a árvore boa, e o seu fruto bom, ou fazei a árvore má, e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore. Mateus 12:33

No relacionamento com Deus

Vou apresentar a você as áreas em que as pessoas têm mais dificuldade para equilibrar forma e essência.

Em Lucas 6:46, Jesus faz uma das declarações mais impactantes sobre forma e essência: “E por que me chamais: Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu vos digo?”. Jesus está falando para pessoas que tinham contato com Ele, que aprenderam que a essência da vida era reconhecê-lo como Senhor e Salvador, mas não queriam obedecer à Sua vontade. Reconhecer Jesus como Senhor é a forma; fazer o que Ele ordena, a essência.

Durante suas orações, muitos cristãos têm formas lindas de exaltar a Deus. Dizem palavras maravilhosas, erguem as mãos aos céus em atos de reverência, porém estão apenas repetindo frases prontas que ouviram em algum lugar. Foi por isso que Jesus disse: “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente” (Mateus 6:6). Deus recebe todo tipo de oração, quando estamos: de pé, ajoelhados, deitados, caminhando… desde que a essência da oração seja adorar ao Senhor pelo que Ele é.

Em João 15:10, Jesus nos apresenta mais um contraste entre forma e essência: “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor.” Então, qual é a essência do relacionamento com Deus? Amá-lo acima de todas as coisas… E a melhor forma de se fazer isso? Guardando os Seus mandamentos…

Portanto, forma e essência devem caminhar juntas no nosso relacionamento com Deus.

… e o Senhor dava vitórias a Davi, por onde quer que fosse. 2 Samuel 8:14

 No relacionamento com o próximo

Qual é a essência do relacionamento com o próximo? O apóstolo Paulo, em sua carta aos Gálatas, declara que “toda a lei (de Deus) se cumpre numa só palavra, a saber: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (5:14). Isso quer dizer que o mesmo amor que sinto por mim devo sentir por você. Simples assim.

E qual é a forma do relacionamento com o próximo? Romanos 13:10 nos responde: “O amor não pratica o mal contra o próximo.” Ou seja, o amor nos move sempre a praticar o bem por aqueles que amamos.

Há pessoas que dizem amar, mas que fazem mal para quem está ao seu lado. Muitos amam cuidando e protegendo a pessoa amada, mas nunca declaram o amor que sentem. Outros vivem dizendo “eu te amo” a todo mundo, mas, na hora de dificuldade, se escondem. É por isso que muitas amizades se desfazem e casamentos acabam, pois não há equilíbrio entre forma e essência.

Minhas ações e atitudes têm que corresponder ao amor que sinto.

Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. 

1 João 4:7-8

 

Fonte: https://pleno.news  

 


Todos os pecados são iguais? 12 provas que existem “pecadinho e pecadão

     TodosOsPecadosSaoIguais  

Hoje, muitas pessoas reagem contra o legalismo e a discriminação afirmando que todos os pecados são iguais perante Deus e que, portanto, não existe pecadinho, nem pecadão. Contudo, a Bíblia parece mostrar uma complexidade maior sobre o assunto.

No excerto abaixo, parte do artigo “A prática homossexual é igual qualquer outro pecado?”, Robert Gagnon dá 12 exemplos de que nem todos os pecados são iguais. Como este é um tema polêmico, leia e reflita antes de reagir.

O fundamento escriturístico da visão de que alguns pecados são piores do que outros

Ainda assim, continuo sendo um ‘homem da Bíblia’; então, atentemos para ela. Provas para a visão de que a Bíblia considera alguns pecados como piores do que outros são praticamente infindáveis, de modo que encerrarei a lista quando chegar numa dúzia de exemplos.

(1) No Antigo Testamento, existe claramente uma classificação de pecados. Por exemplo, em Levítico 20, que reordena as ofensas sexuais do capítulo 18 conforme a severidade da ofensa/pena, com as ofensas sexuais mais graves agrupadas primeiro (20.10-16). Dentro do primeiro nível de ofensas sexuais (ao lado de adultério, as piores formas de incesto, e bestialidade) está a relação sexual com alguém do mesmo sexo. Obviamente, variadas penas para diferentes pecados se encontram por todo o material legal do Antigo Testamento.

(2) Após o episódio do bezerro de ouro, Moisés disse aos israelitas: ‘Cometestes um grande pecado. Agora, porém, subirei ao Senhor; talvez eu possa fazer expiação pelo vosso pecado’ (Êx 32.30). Obviamente, o episódio do bezerro de ouro foi um enorme pecado por parte dos israelitas, algo confirmado pela gravidade do julgamento divino. Deve ter havido muitos tipos de pecados entre os israelitas, desde o momento em que partiram do Egito. Apenas em ocasiões específicas, no entanto, a ira de Deus se acendeu contra as ações dos israelitas — por que motivo, se todos pecados são igualmente abomináveis para Deus?

(3) Números 15.30 refere-se às ofensas praticadas com ‘punhos cerrados’ (deliberadamente e, talvez, em tom de desafio) como se fossem de natureza mais séria do que pecados relativamente involuntários (15.22,24,27,29).

(4) Em Ezequiel 8, o profeta é erguido por um anjo ‘nas visões de Deus’ e levado até Jerusalém, onde vê diferentes graus de idolatria ocorrendo nos arredores do Templo e o anjo declarando duas vezes a frase: ‘Verás abominações ainda maiores que estas’ (isto é, coisas detestáveis para Deus; 8.6,13,15; 8.17), depois de uma sequência de visões.

(5) Jesus referiu-se ao ‘que há de mais importante na Lei’ (Mt 23.23), como justiça, misericórdia e fidelidade — era mais importante obedecer a estas coisas do que ao dízimo de especiarias, mesmo que não se devesse desprezar tais ofertas. Formulações deste tipo implicam que violações do que há de mais importante ou dos principais mandamentos (como não defraudar os pobres de seus recursos tendo em vista ganho pessoal) são mais graves do que violações de mandamentos menores ou ‘mais leves’ (por exemplo, dar o dízimo de pequenos alimentos, como especiarias), que, segundo Jesus, deveriam ser praticados sem deixar de lado as questões mais importantes. Jesus acrescenta a seguinte crítica: ‘Guias cegos! Coais um mosquito e engolis um camelo’ (23.24). Qual é a diferença entre um mosquito e um camelo, se todos os mandamentos e todas as violações são iguais?

(6) Famosa também é a identificação que Jesus fez dos dois mandamentos mais importantes (Mc 12.28-31). Ele também disse: ‘Quem desobedecer a um desses mandamentos [da lei], por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino do céu’ (Mt 5.19). Novamente, apresentar mandamentos maiores e menores significa apresentar violações maiores e menores.

(7) Sugeriria que a especial aproximação de Jesus a quem explorava os outros economicamente (cobradores de impostos) e a quem pecava na área sexual, sempre no esforço de restaurá-los para o reino de Deus que ele proclamava, não era tanto uma reação ao abandono deles pela sociedade quanto uma indicação da especial gravidade desses pecados e o perigo espiritual extremo que tais pessoas encaravam. Nesse sentido, pode-se pensar na história da mulher pecadora que lavou os pés de Jesus com lágrimas, enxugou-os com seus cabelos, beijou-os com seus lábios, e ungiu-os com óleo (Lc 7.36-50). Jesus explicou o ato extraordinário da mulher contando uma parábola de dois devedores: aquele a quem o credor mais perdoa é quem mais o ama. A dedução óbvia é que a mulher pecadora tinha feito algo pior aos olhos de Deus. Embora o anfitrião fariseu de Jesus não tenha gostado que a mulher tenha tido contato com Jesus, este louvou as ações dela: ‘Os pecados dela, que são muitos [ou grandes], lhe são perdoados, pois ela amou muito [ou grandemente]; mas aquele a quem se perdoa pouco, este ama pouco’ (7.47). Muitos cristãos tratam a ideia de ser perdoado de maiores pecados como algo ruim. Jesus subverteu-a. Pense só como cristãos que enfatizam que todos pecados são iguais poderiam empregar o conceito bíblico de alguns pecados serem mais graves do que outros: alguns de nós talvez precisassem de mais perdão, mas posso dizer que isto nos fez entender a graça do Senhor de uma forma melhor e, portanto, amar o Senhor ainda mais.

(8) Outro caso óbvio de priorização de algumas ofensas como piores do que outras é a caracterização de Jesus sobre a ‘blasfêmia contra o Espírito Santo’, ‘pecado eterno’ do qual nunca se terá perdão — no contexto, refere-se aos fariseus terem atribuído os exorcismos de Jesus ao poder demoníaco (Mc 3.28-30).

(9) De acordo com João 19.11, Jesus disse a Pilatos: ‘Nenhuma autoridade terias sobre mim, se do alto não te fosse dada; por isso, aquele que me entregou a ti incorre em pecado maior’. A referência é a Judas (6.71; 13.2,26-30; 18.2-5) ou ao sumo sacerdote Caifás (18.24,28). ‘Pecado maior’ naturalmente implica que a ação de Pilatos é pecado menor.

(10) Paulo fala sobre diferentes níveis de ação em 1Coríntios 3.10-17: é possível construir de qualquer jeito sobre o fundamento de Cristo e sofrer perda, mas ainda assim herdar o reino. No entanto, ‘destruir o templo de Deus’, a comunidade local de cristãos, por questões indiferentes traria sobre a pessoa sua própria destruição efetuada por Deus. Contrasta-se esta destruição com ser ‘salvo … pelo fogo’ por causa das ofensas menores. Importantes comentaristas de 1Coríntios (por exemplo, Gordon Fee [pentecostal], Richard Hays [metodista], David Garland [batista] e Joseph Fitzmyer [católico]) concordam (1) que se faz distinção entre o grau de gravidade das ações; e (2) que Paulo aborda a salvação individual do cristão. Assim diz Gordon Fee: ‘Que Paulo atenta para uma verdadeira ameaça de punição eterna parece também ser o sentido óbvio do texto’. ‘Quem é responsável por desmantelar a igreja pode esperar julgamento à altura; é difícil fugir do sentido de juízo eterno neste caso, dada a sua proximidade com os vv. 13-15’ (The First Epistle to the Corinthians [NICNT; Grand Rapids: Eerdmans, 1987], pp. 148-149). O mesmo pensa Garland, que de forma sucinta afirma que ‘juízo desolador’ aguarda a quem destrói a comunidade em Corinto: ‘sua salvação está em risco’ (p. 121).

(11) Se todo pecado é igualmente grave para Deus, por que Paulo destacou a ofensa do homem incestuoso em 1Coríntios dentre todos os pecados dos coríntios como motivo para exclusão da comunidade? Por que tamanha expressão de choque e indignação da parte de Paulo? Além disso, se não existisse uma classificação de mandamentos, como Paulo poderia ter rejeitado de imediato um caso de incesto que mostrava consenso entre dois adultos, era monógamo e comprometido? Se os valores da monogamia e compromisso pelo resto da vida fossem de mesmo peso que a exigência de certo nível de alteridade familiar, Paulo poderia não ter tomado uma decisão quanto ao que fazer. Naturalmente, para Paulo, não foi uma questão difícil de decidir. Ele sabia que a proibição de incesto era mais fundamental.

(12) Primeira João 5.16-17 diferencia entre ‘pecado que não é para morte’ (pelo qual a oração pode surtir efeito e salvar a vida do pecador) e ‘pecado para a morte’ (pecado mortal, pelo qual a oração não surtirá efeito).

Estes doze exemplos (será que precisamos mesmo de mais?) já devem deixar claro que a afirmação de que a Bíblia não indica em lugar algum que determinados pecados são piores aos olhos de Deus não tem nenhum mérito.

Cristãos às vezes ficam confusos sobre a questão ao pensar no argumento de Paulo acerca do pecado universal em Romanos 1.18—3.20. Sim, Paulo argumenta que todos seres humanos, judeus e gentios sem nenhuma distinção, estão ‘debaixo do pecado’ e ‘sujeito[s] ao julgamento de Deus’. De fato, sua posição não é simplesmente que ‘todos pecaram e estão destituídos [ou carecem] da glória de Deus’ (3.23), mas também que todos ‘substituíram a verdade de Deus’ e de nós mesmos acessível nas estruturas materiais da criação (1.18-32) ou na revelação direta das Escrituras (2.1—3.20). Paulo argumenta o seguinte: não podemos dizer que pecamos, mas não sabíamos que pecamos. Pecamos e sabíamos (em algum lugar nos recônditos da nossa alma) ou, ao menos, recebemos muitas provas disso. Em resumo, todos são ‘indesculpáveis’ por não glorificar Deus como Deus (1.20-21).

O que Paulo diz é que qualquer pecado pode excluir alguém do reino de Deus, se esse alguém pensa que pode conquistar a salvação por mérito pessoal ou que dispensa a morte reparadora e a ressurreição vivificadora de Jesus. O que Paulo não diz é que todo pecado é igualmente ofensivo a Deus em todos aspectos. O argumento em Romanos 2, por exemplo, não é que os judeus pecam tanto (quantitativamente) ou tão notoriamente quanto (qualitativamente) os gentios de maneira geral. Qualquer judeu, incluindo Paulo, teria rejeitado esta conclusão de imediato. Idolatria (1.19-23) e imoralidade sexual / homossexualidade (1.24-27) não era nem de longe um problema tão grande entre os judeus como o era entre os gentios (evidentemente, ‘os pecados comuns’ de 1.29-31 já eram mais problemáticos). Antes, o argumento é que, embora os judeus pequem menos e de forma menos notória em relação aos gentios de maneira geral, todavia têm mais conhecimento porque têm mais acesso às ‘palavras de Deus’ nas Escrituras (2.17-24; 3.1,4,9-20). Então, tudo fica nivelado, por assim dizer, no que diz respeito à necessidade de receber a obra graciosa de Deus em Cristo (3.21-31).

 

Fonte: http://voltemosaoevangelho.com 

 


      ORAÇÕES QUE DEUS RESPONDE

Por R. L. Hymers Jr.

Postado em 22/11/2017

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"Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós, e orou com fervor para que não chovesse, e não choveu sobre a terra por três anos e seis meses" (Tiago 5:17).


É interessante notar que o Antigo Testamento não menciona Elias fazendo essas orações. Ele só nos diz que o profeta sabia que Deus responderia às orações, as quais não são mencionadas (I Reis 17: 1). Eu creio que essas orações de Elias devem ter sido dadas a Tiago por revelação especial. Todavia o Antigo Testamento nos dá apenas o que o profeta disse ao rei Acabe. Dr. McGee disse que os profetas falaram aos homens, mas os sacerdotes falavam com Deus. Elias era um profeta, assim que a Bíblia só nos dá o que Elias disse a Acabe. O que Elias disse a Deus foi encoberto até que Deus revelou a Tiago. Elias falou com Acabe e disse:

“Tão certo como vive o SENHOR, Deus de Israel, perante cuja face estou, nem orvalho nem chuva haverá nestes anos, segundo a minha palavra” (I Reis 17:1).

Nós não saberíamos muito sobre as orações de Elias por seca e chuva se Tiago 5:17 não tívesse sido dado a Tiago por inspiração de Deus (II Timóteo 3:16).

O texto nos diz que Elias orou "fervorosamente" por seca e por chuva. A palavra grega traduzida como "fervorosamente" significa "pediu em oração." Thomas Manton (1620-1677) disse que isso denota "acordo entre a língua e o coração; coração orou e [a] língua orou” (traduzido de Commentary on James, The Banner of Truth Trust, 1998 reimpressão). Eu acho que é muito mais do que orar em voz alta. Eu creio que Manton está correto ao dizer que isso mostra um acordo entre o coração e as palavras da oração. Isto significa que o coração anseia pelo que é dito em suas orações.

Ao longo dos anos, tenho visto muitas respostas notáveis à oração. Mas nem tudo que eu peço é respondido rapidamente. Grandes respostas à oração normalmente foram precedidas de um grande peso e ansia por aquilo para o qual eu estava orando. Era algo que eu ão conseguia parar de pensar sobre ele. Os antigos cristãos chamaram-no de um "fardo", algo que pesa tanto, algo pelo qual você se preocupa profundamente, e tão profundamente que continua voltando à sua mente. E você ora por isso até que a resposta venha.

Jesus contou duas parábolas para mostrar a importância de continuar a orar pelas coisas que nos sobrecarregam até que obtenhamos a resposta. A primeira é chamada de "Parábola do amigo importuno ". A palavra inoportuno significa "persistente" ou até mesmo "perturbador". Ela ocorre em Lucas 11: 5-13. É na página 1090 na Bíblia de Referência Scofield. Por favor, fique e levantem-se e leiam em voz alta.

“Disse-lhes ainda Jesus: Qual dentre vós, tendo um amigo, e este for procurá-lo à meia-noite e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães, pois um meu amigo, chegando de viagem, procurou-me, e eu nada tenho que lhe oferecer. E o outro lhe responda lá de dentro, dizendo: Não me importunes; a porta já está fechada, e os meus filhos comigo também já estão deitados. Não posso levantar-me para tos dar; digo-vos que, se não se levantar para dar-lhos por ser seu amigo, todavia, o fará por causa da importunação e lhe dará tudo o de que tiver necessidade.Por isso, vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, abrir-se-lhe-á. Qual dentre vós é o pai que, se o filho lhe pedir [pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir] um peixe, lhe dará em lugar de peixe uma cobra? Ou, se lhe pedir um ovo lhe dará um escorpião? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem? (Lucas 11:5-13).

Podem sentar-se

A parábola inteira nos ensina a continuar pedindo e continuar orando até recebermos o que pedimos. Os versículos 9 e 10 dizem:

“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, abrir-se-lhe-á” (Lucas 11:9-10).

"Peça", "busque" e "bata" estão no tempo presente no texto grego. Pode ser traduzido como "continue a pedir, persista em buscar, continue a bater." Agora olhe para o versículo 13:

“Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” (Lucas 11:13)

Então aqui a oração persistente será respondida por Deus dando o Espírito Santo a nossos "amigos" que estão em necessidade. Dr. John R. Rice estava certo quando disse que isso se aplica aos cristãos pedindo o poder do Espírito Santo para ganhar almas (Tradução de Prayer: Asking and Receiving, pp. 212, 213).

Mas o mesmo ensinamento também é dado em Mateus 7:7-11. Está na página 964 na Bíblia de Referência Scofield. Leia em voz alta

“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á. Ou qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra? Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?” (Mateus 7: 7-11).

Note que o versículo 11 tem palavras diferentes. Em Lucas 11, Jesus disse: "Quanto mais vosso Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?" Mas em Mateus 7:11 Jesus disse: "Quanto mais o Pai nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?

O profeta Elias orou para que não chovesse, e não choveu por três anos e meio. Esse era o peso que Deus colocou em seu coração. E quando ele orou, Deus respondeu parando a chuva. Às vezes Deus responde rapidamente. Em outros momentos, Deus não responde à primeira vista.

Lembro-me muito bem da noite em que Deus respondeu rapidamente à minha oração. Eu tinha doze anos. Eu fui enviado para viver com uma tia e um tio que viviam no topo de Topanga Canyon. Eu frequentei por alguns meses a escola lá - uma das vinte escolas que frequentei antes de completar o ensino médio. É por isso que eu desisti da faculdade a primeira vez que fui. Quando você tem que mudar em torno de vinte vezes, você não aprende muito. Eu aprendi a ler. Eu aprendi a escrever em letra cursiva. Eu aprendi a somar e subtrair. Isso foi tudo. Mas lá estava eu, no topo de Topanga Canyon, vivendo com uma tia que vivia bêbada o tempo todo. Uma noite, meu primo um amigo dele estavam bebendo. Na realidade, eles estavam já muito bêbados. Eles disseram: "Vamos lá, Robert. Entre no carro e vamos sair por aí". Eu não queria ir, mas eu tinha apenas doze anos, e esses caras grandões me agarraram e me jogaram na parte de trás do carro. O carro era um Cupé 1940 do meu tio que só tinha banco na frente. Eles me enfiaram no espaço estreito atrás do assento dianteiro. E saíram dirigindo enquanto bebiam cerveja e uísque. O "pequeno passeio" tornou-se uma viagem selvagem para a praia em uma estrada cheia de curvas. Se você já passou por esse caminho, você tem uma idéia de como é. A estrada é cheia de curvas como uma cobra. Eles estavam bêbados e meu primo dirigindo há 95-100 kilometros por hora serra abaixo. O limite de velocidade era, eu acho que, por volta de 40 kilometros por hora e ele dirigindo a 95-100. Eu jamais me esquecerei daquilo enquanto viver. De vez em quando eu ainda tenho pesadelos sobre aquele dia. Eu baixei a cabeça e fiz a única oração que eu sabia naquele momento. Eu orei o Pai Nosso todo o caminho serra abaixo - com uma forte ênfase nas palavras, "Livrai-nos do mal". No pé da montanha eu saí do carro e fiquei tremendo no escuro. Eu sei que foi Deus quem nos salvou. Houve muitas mortes nessa estrada. Eu já tinha visto carros que haviam saído da pista e pegado fogo lá embaixo. Deus me salvou em resposta à oração. Eu soube então, e sei agora, sessenta e três anos depois! Muitas vezes Deus responde às orações curtas como fez naquela noite.

Outras vezes, todavia, temos que esperar, às vezes por um longo período antes que a resposta venha. Aos dezessete anos de idade eu decidi, não ser ator e, ao invés disso decidi entrar para o ministério. Não havia nenhuma emoção envolvida, nenhum sentimento de qualquer espécie. Eu nem me lembro de ouvir sobre ser "chamado" para pregar. Talvez alguém houvesse dito isso, mas nunca ouvi falar. Naquela época, eles sempre falavam sobre "render-se" à pregação. Pastores falavam sobre passarem por uma grande luta e, finalmente, "renderem-se" ao pastorado. Bem, eu não passei por luta de maneira alguma. Eu apenas pensei que ser ator era estúpido e inútil, e eu então me entreguei ao ministério da pregação, seja o que fosse que aquilo significasse! Eu me submeti à vontade de Deus. Isso é o que me levou à igreja chinesa, para tornar-me um missionário. Eu havia lido sobre a vida de James Hudson Taylor, o grande missionário pioneiro na China. E eu sabia que ele era um grande modelo a seguir.

Eu, então, fui para a igreja chinesa e mergulhei-me em servir, toda espécie de serviço que estivesse disponível. Eu até me fui jardineiro e zelador da igreja, limpava o chão, arrumava as cadeiras, qualquer coisa que eu pudesse fazer para servir a Deus. Durante esse tempo eu comprei uma cópia de trechos do Diário de John Wesley, publicado pela Moody Press. Eu li quase como se fosse a Bíblia. Eu não sabia no momento, mas a leitura me deu uma imagem gráfica do que aconteceu no Primeiro Grande Avivamento O Diário de Wesley fez com que eu me interessasse sobre avivamento. Eu era muito jovem e inexperiente para saber quão raro e estranho tornou-se o avivamento na década de 1960. Eu era ingênuo e inocente o suficiente para crer que era só orar por reavivamento que ele viria a acontecer. Então orei para que um reavivamento viesse para a igreja chinesa. Orei por isso diariamente. Orei por isso em voz alta em todas as reuniões de oração. Quando me pediam para dar graças nas refeições na igreja, toda a minha oração era para que Deus enviasse um avivamento. Isso era o foco central de minhas orações por toda a década de 1960. Eu não fiquei surpreso quando o reavivamento veio. Ele começou de repente em um acampamento de verão no final dos anos 60. Eu sabia que estava vindo porque com a fé de uma criança, eu estava orado por isso. Alguns anos antes de sua morte Dr. Murphy Lum lembrou-me daquelas orações. Ele disse: "Bob, você estava sempre orando por avivamento, mesmo quando ninguém o fazia." Ele então me disse: "Bob, eu acho que o reavivamento veio porque você orou continuamente por isso." Quando ele mencionou aquilo eu já tinha quase esquecido.

Ver um reavivamento na igreja chinesa tornou-se um fardo em meu coração. Acho que Deus colocou aquele peso sobre mim. Eu não conseguia parar de pensar naquilo. E eu orei por isso até que Deus respondeu. Os antigos cristãos chamavam isso de "orar sem cessar". É a oração persistente inoportuna - até que Deus responda você receba o que pediu! Jesus disse:

"Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai que está nos céus, dará coisas boas aos que [pedem continuamente]?" (Mateus 7:11).

Mais uma vez, Jesus disse:

"E eu vos digo: Pedi e recebereis; Buscar e achareis; batam, e a porta será aberta. Pois todo o que pede, recebe; e quem procura encontra; e àquele que bate será aberto" (Lucas 11: 9-10).

"Pedi", "buscai" e "batei" estão tempo presente no grego. Isso significa ", continue pedindo, continue buscando, continue batendo". Dr. John R. Rice disse: "Um filho de Deus tem o direito de ... persistentemente, insistentemente declarar as promessas de Deus e recusar um não, até que aquela necessidade pedida... seja recebida de Deus . Oh, que o povo de Deus seja encorajado a orar, orar, orar que sejam encorajados a orar sem cessar!

"Continuem a orar
Até receber a resposta,
Continuem a orar
Até receber a resposta,
As grandes promessas de Deus
São sempre verdadeiras,
continuem a orar
Até receber a resposta. "

(Tradução de John R. Rice, D.D., Prayer: Asking and Receiving, Sword of the Lord Publishers, 1970, pp. 213, 214).

Dr. R. A. Torrey, em seu grande livro, How to Pray [Como Orar], disse a mesma coisa. Dr. Torrey disse:

     Deus nem sempre nos dá as coisas em nosso primeiro esforço. Ele quer nos treinar e nos tornar fortes, fazendo-nos trabalhar arduamente para conseguir as melhores coisas ... Ele nem sempre nos da o que pedimos em oração, em resposta à primeira frase. Ele quer nos treinar e fazer-nos pessoas fortes em oração, fazendo-nos orar muito para as melhores coisas. Ele nos faz orar sem cessar. Fico feliz que seja assim. Não existe formação mais abençoada em oração do que a que vem por sermos compelidos a pedir insitentemente por longos períodos de tempo, antes de obter o que queremos de Deus. Muitas pessoas chamam de submissão à vontade de Deus, quando Deus não lhes concede o que pedem na primeira ou segunda vez que oram. Eles dizem: "Bem, talvez não seja a vontade de Deus." Como regra geral, isso não é submissão, mas preguiça espiritual ... Quando um homem ou mulher fortemente determinados têm a idéia de começar uma coisa e não conseguem na primeira ou a segunda ou centésima vez, ele ou ela continua martelando até que se realize. O homem de oração orar sem cessar até obter o que está pedindo ... Quando começamos a orar por uma coisa, nunca devemos parar de orar por ela até recebermos (Tradução de R. A. Torrey, D.D., How to Pray, Whitaker House, 1983, pp. 50, 51).

Mas há um outro lado. Suas orações não serão respondidas se o seu coração não está correto diante de Deus. Eu levei a minha família para um período de férias em Cancun, México, no início de janeiro. Um dia, enquanto eles foram para visitar as ruínas Maias, eu fiquei sozinho. Eu li um livro sobre o avivamento na Ilha de Lewis, de 1949 a 1952. Eu orei e escrevi um sermão. Quando voltamos eu anunciei que iríamos ter reuniões evangelísticas todas as noites. Como você sabe, Deus estava presente nisso. Tudo começou com Dr. Cagan levando a Jesus sua mãe de 89 anos. Isso foi um verdadeiro milagre, porque ela havia sido endurecida pelo ateísmo por muitos anos. Em seguida, a sogra do Dr. Cagan converteu-se - com a idade de 86 anos. Sabemos a partir das estatísticas que conversões em pessoas com mais de 70 anos dificilmente ocorrem. Aqui, em poucos dias, duas mulheres com mais de oitenta anos foram salvas. Notável! Em seguida, um a um, outros 11 foram salvos. Poucos dias depois, outra conversão. Quatorze pessoas foram salvas em poucos dias.

Mas eu, então, li também Romanos 12:1 e 2 e apliquei o texto a aqueles que haviam sido salvos em anos anteriores aqui na igreja.

"Rogo-vos pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus"(Romanos 12: 1, 2).

Quando se vêm pregando o tempo que eu já venho, você aprende a sentir a resposta dada pela congregação. O que eu senti não foi bom. Vi jovens com a expressão dura olharem para o chão. Senti uma profunda resistência e rebelião contra Jesus, como se não quisessem mais submeter-se a Ele. Eu senti um golpe frio em meu coração. Senti quase como se eles tivessem que converter-se novamente. Este é o caso quando as pessoas deixam as coisas deste mundo tomarem o lugar de Jesus em seus corações. O coração torna-se quase tão duro como era antes da conversão inicial. O coração deve ser novamente quebrantado e rendido a Jesus.

A rebelião reina nos corações daqueles que se recusam a continuamente render-se a Jesus. Ele disse: tome a sua cruz "a cada dia, e siga-me." É necessário que haja uma rendição “diária” a Jesus, ou os nossos corações crescem em frieza e obstinação. É errado pensar: "Eu sou salvo agora. Eu não preciso mais entregar minha vida a Jesus. "Quão diferente esse pensamento é do que apóstolo Paulo disse: "Apresentai os vossos corpos em sacrifício vivo ... a Deus, que é o vosso culto racional. Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente ". Só então vocês poderam "experimentar qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12: 1, 2). Para saber a vontade de Deus, você deve oferecer-se como um sacrifício vivo a Ele, e não estar sujeito ao mundo.

O coração que não apresenta-se como um "sacrifício vivo" a Jesus será um coração dividido. A Bíblia diz: "Que ninguém pense que receberá alguma coisa do Senhor" (Tiago 1:7). Jesus disse: se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome dia-a-dia sua cruz e siga-me (Lucas 9:23). Jesus o está chamando a negar-se a si mesmo. Ele o chama a seguí-lo. Oh, quantas vezes na vida eu perdi a alegria da minha salvação, porque não estava disposto a negar-me a mim mesmo e segui-Lo! Mas, oh, como a alegria do Senhor retournou, continuamente, quando eu me apresentei como um sacrifício vivo a Jesus! Estou orando hoje à noite para que você venha a fazer isso também. Eu amo a canção que o Sr. Griffith cantou, ela me segue quase toda a minha vida. Quando eu era um adolescente solitário e confuso, as lágrimas brotavam em meus olhos cada vez que eu cantava essas palavras:

Devedor à tua graça
    Cada dia e hora sou.
Teu cuidado sempre faça
    Com que eu ame a ti, Senhor.
O meu ser é vacilante:
    Toma-o, prende-o com amor,
Pra que eu, a todo instante,
    Glorifique a ti, Senhor.
(“Fonte és Tu de toda a Bênção” por Robert Robinson, 1735-1790).

Há alguém aqui nesta noite que sabe que deve negar-se a si mesmo novamente - e tomar a sua cruz e seguir novamente a Jesus? Alguém entre vocês deve "apresentar seu corpo e alma como "sacrifício vivo" a Deus? Se Deus está falando a você, em alguns momentos, eu vou pedir-lhe que saia do seu assento e ajoelhe-se aqui na frente do auditório. Venha dedicar novamente sua vida, como um sacrifício vivo a Jesus, que morreu na cruz para salvá-lo. Venha aqui e apresente novamente seu coração e vida a Jesus. Venha confessar-lhe qualquer rebelião ou pecado em seu coração e vida. Venha pedir a Jesus para perdoá-lo, e renove sua obediência a Ele. Ao levantarmo-nos todos, venha ajoelhar-se aqui e orar. Enquanto o Sr. Griffith canta essa música suavemente, venha:

Fonte és tu de toda bênção;
   vem o canto me inspirar;
a misericórdia tua
   quero em alto som louvar.
Oh, ensina o novo canto
   dos remidos lá dos céus
ao teu servo e ao povo santo
   pra louvarmos-te, bom Deus!

Ao Senhor eu agradeço,
   pois Jesus me socorreu
e, por sua graça, um dia
   vai levar-me para o céu.
Eu, perdido, procurou-me,
   longe do meu Deus, sem luz;
dos pecados meus lavou-me
   com seu sangue o bom Jesus.

Devedor à tua graça
   cada dia e hora sou.
Teu cuidado sempre faça
   com que eu ame a ti, Senhor.
O meu ser é vacilante:
   toma-o, prende-o com amor,
pra que eu, a todo instante,
   glorifique a ti, Senhor.
(“Come, Thou Fount” por Robert Robinson, 1735-1790).

 

 

Fonte: http://www.rlhymersjr.com  

 

 


                 Como entender a Bíblia

                                                                                João 5:39

                                               "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna,                                                    e são elas mesma que testificam de mim."

Por 

Postado em 31/10/2017

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Muito mais do que falar da Bíblia, precisamos que a própria Bíblia fale conosco. Sem o entendimento real das Escrituras, parece que estamos lendo um jornal estrangeiro antigo, impossível de se compreender. Mas quando deixamos a Palavra entrar em nosso coração e entramos dentro das palavras da Bíblia, parece que vivenciamos tudo o que estamos lendo.

Você entende a Bíblia?

Baseados na expressão de Jesus em João 5.39, vamos encontrar 3 chaves para entender a leitura bíblica.

1- ESTUDO“Examinais as Escrituras”

A primeira chave para abrir o entendimento é o estudo bíblico. Ao se referir à leitura Bíblica, Jesus ensinou que devemos não apenas ler, mas examinar o texto. Jesus sabia ler (Lucas 4.16 e 17) e escrever (João 8.8) e desde criança já buscava conhecimento (Lucas 2.46 e 47).

Examinar significa ler com profundidade como se estivesse procurando algo. Isso mostra que não podemos ler apenas uma vez, mas várias leituras seguidas são necessárias para o entendimento real do texto. Também podemos usar ferramentas como dicionários, enciclopédias ou auxílio de alguém que entenda melhor a Bíblia. Porém acima de tudo isto deve estar o esforço do leitor em descobrir a Palavra de Deus através da leitura bíblica.

O estudo bíblico demanda tempo. À medida que vamos acostumando com as expressões, vamos entendendo mais o texto bíblico. A “Palavra de Deus é viva e eficaz” (Hebreus 4.12), capaz de auto explicar-se, ou seja, um texto ajuda a compreender o outro. Por isso é preciso aprender a pesquisar até ser alguém que “maneja bem a palavra da verdade” (II Timóteo 2.15).

Examine a Bíblia, não apenas leia!                              

2- DEVOCIONAL“porque julgais ter nelas a vida eterna”

A segunda chave para abrir o entendimento bíblico é a leitura devocional. A espiritualidade está na Bíblia, pois “toda a Escritura é inspirada por Deus” (II Timóteo 3.16). Então devemos fazer uma leitura que nos inspire a uma devoção espiritual maior.

Além disso, a compreensão da Bíblia vem a partir da aplicação prática das verdades encontradas, porque o conhecimento bíblico também é “útil” (II Timóteo 3.16), funciona, pois é “eficaz” (Hebreus 4.12) e devemos ser “praticantes da palavra e não somente ouvintes” (Tiago 1.22). Quando experimentamos praticar os ensinamentos da Bíblia, então compreendemos o significado real de suas palavras.

Muitos estudiosos da Bíblia se tornam verdadeiros fariseus versados na lei, mas não aplicam à vida pessoal. Também existem muitas pessoas que leem a Bíblia como um livro de regras morais e cerimoniais, sem espiritualidade exigindo mais dos outros do que de si mesmos (Mateus 23.13). Ainda existem os estudiosos que se já não bastassem os termos diferentes da Bíblia, ainda criam outras palavras difíceis da teologia, que só eles entendem. Isso tudo dificulta o estudo Bíblico para quem está começando.

Um estudo devocional da Bíblia baseia-se em leitura associada à oração e aplicação prática dos ensinamentos bíblicos. Você pode fazer isso simplesmente orando antes e depois da leitura bíblica, pensando em como tirar proveito do que entendeu em sua vida pessoal. Quando não compreender o significado do texto ore novamente pedindo ao “Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hebreus 12.2) que te ajude a compreender.

À medida que aprendemos a ler a Bíblia de maneira devocional, ou para a devoção espiritual, passamos a ter necessidade de se alimentar das Escrituras como fonte de sabedoria para a vida diária.

Leia a Bíblia de forma Devocional!

 

3- REVELAÇÃO“e são elas mesmas que testificam de mim”

A terceira chave para abrir o entendimento bíblico é a busca da revelação da pessoa de Jesus em cada texto. O propósito da leitura bíblica vai além de conhecimento da história ou até de si mesmo, reconhecendo sua necessidade de mudança diante dos ensinamentos. Mais que tudo isso, devemos ler a Bíblia para conhecer mais a Deus.

Sabemos que a revelação máxima de Deus está na pessoa do Senhor Jesus Cristo (Hebreus 1.1-3). Além disso, Jesus, “o verbo se fez carne” (João 1.14) tornando-se a Palavra viva de Deus entre nós. Então através das Escrituras encontramos a revelação da pessoa de Jesus. Ao ler a Bíblia encontramos a verdade que liberta (João 8.32) e Jesus é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14.6).

Quando um livro é lançado e o escritor faz uma seção de autógrafos, muitas pessoas fazem fila para conhecer o autor e depois ter em mãos um livro original com a assinatura de quem o escreveu. Deste modo quando conhecemos a Jesus, sabemos quem é o Autor da Bíblia então lemos com a convicção da verdade de suas palavras.

Quando os caminhantes de Emaús iam para casa e Jesus lhes explicou a Palavra, sentiram seu coração ardendo e reconheceram ao Mestre no partir do pão (Lucas 24.32). Certa vez um eunuco lia as escrituras, mas não compreendia o texto, “então, Filipe explicou; e, começando por esta passagem da Escritura, anunciou-lhe a Jesus” (Atos 8.35). Assim, devemos buscar conhecer a Jesus através da Bíblia.

A leitura da Bíblia traz Revelação do seu Autor: Jesus!

Você pode entender a Bíblia!

Com estas três chaves, conseguimos entender a Bíblia. Primeiro devemos estudar levando a sério sua leitura. Depois que estudamos o significado das palavras, fazemos uma aplicação pessoal em oração pedindo a Deus o entendimento prático do texto. Então através do estudo bíblico passamos a conhecer mais a Jesus, sendo-nos revelada a verdade da Palavra de Deus.

As chaves estão na sua mão: ABRA!

 

Fonte: http://www.esbocosermao.com 

 


Segurança 

Por A. W. Pink (1886-1952)Traduzido, Adaptado por Silvio Dutra

Postado em 10/10/2017
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A título de introdução e a fim de familiarizar o leitor com o ângulo particular de ponto de vista a partir do qual abordamos agora o nosso tema atual, assinalemos que as condições em mudança na cristandade exigem uma ênfase variável em diferentes aspectos da verdade divina. O espaço permitiu e o escritor estava totalmente equipado para tal tarefa - seria interessante e instrutivo dar em detalhes a história do ensino da Segurança da salvação ao longo desta dispensação. Em vez disso, podemos apenas descrevê-lo. Em diferentes períodos, os verdadeiros servos de Deus tiveram que enfrentar situações muito diferentes e encontrar erros de caráter variado.

Isso exigiu uma campanha de ofensas e defesa adaptada às exigências de muitas situações. As armas adequadas a um conflito - eram bastante inúteis para outros, novas precisavam ser constantemente retiradas do arsenal das Escrituras.

No final desse longo período conhecido como "a era das trevas" (embora, por toda parte, Deus nunca se deixou sem um testemunho claro), quando o Senhor causou um dilúvio de luz sobre a cristandade, os Reformadores foram confrontados com os erros do romanismo, entre os quais a insistência de que ninguém poderia ser positivamente assegurado de sua salvação até chegar a hora da morte. Isso fez com que Lutero e seus contemporâneos entregassem uma mensagem positiva, procurando estimular a confiança em relação a Deus e suas promessas seguras.

No entanto, deve-se reconhecer que houve momentos em que seu zelo os levou muito longe, levando a uma posição que não poderia ser defendida com sucesso pelas Escrituras. Muitos dos Reformadores insistiram que a segurança era um elemento essencial da própria fé na salvação, e que, a menos que uma pessoa soubesse que ele era "aceito no Amado", ele ainda estava em seus pecados. Assim, no combate ao erro do romanismo - o pêndulo protestante balançou muito para o lado oposto.

Na grande misericórdia de Deus, o equilíbrio da verdade foi restaurado nos dias dos puritanos. A doutrina principal que Lutero e seus companheiros enfatizaram tão fortemente foi a da justificação apenas pela fé - mas no final do século XVI e no início do século XVII, homens como Perkins, Gattaker, Rollock, etc. fizeram proeminente a segurança segundo a Doutrina da santificação pelo Espírito. Nos próximos cinquenta anos, a igreja na terra foi abençoada com muitos homens "poderosos nas Escrituras", profundamente ensinados por Deus, habilitados por Ele para manter um ministério bem-formado.
Tais homens como Thomas Goodwin, John Owen, Stephen Charnock, John Flavel, Richard Sibbes, etc, embora vivendo em tempos difíceis e sofrendo perseguição feroz, ensinaram a Palavra com mais utilidade (em nosso julgamento) e foram mais usados por Deus do que qualquer um desde os dias dos apóstolos até a presente hora.

O ministério dos puritanos era extremamente investigativo. Ao ampliar a graça livre de Deus em termos inequívocos, ao mesmo tempo em que ensinava claramente que a satisfação de Cristo por si só dera título ao Céu, ao mesmo tempo em que repudia enfaticamente todos os méritos - eles insistiram, no entanto, em que uma obra sobrenatural e transformadora do Espírito do coração e da vida do crente era indispensável para se adequar ao Céu. Os professantes foram rigorosamente testados e os resultados e os frutos da fé foram exigidos antes de sua presença ser admitida na congregação. O autoexame foi frequentemente insistido e detalhes completos sobre uma forma como se estivesse verificando se ele era uma "nova criatura em Cristo Jesus". Os cristãos foram constantemente instados a "fazer suas chamadas e eleições com certeza" (2 Pedro 1:10), e verificar se existem evidências claras da mesma. Enquanto está em boas condições para concluir que almas mais iludidas foram desenganadas e mais hipócritas expostos do que em qualquer outro período desde o primeiro século.

O século XVIII testemunhou uma triste declinação e afastamento da fé. Uma prosperidade mundana trouxe uma deterioração espiritual. Quando os líderes puritanos morreram, nenhum deles foi criado para preencher seus lugares. O arminianismo se espalhou rapidamente, seguido pelo deísmo (unitarismo) e outros erros fatais. O mundanismo penetrou igrejas, e a iniquidade e a maldade foram desenfreadas. A trombeta do evangelho estava quase em silêncio e o resto do povo de Deus diminuído a um punhado insignificante e impotente.

Mas onde abundou o pecado, a graça abundou muito mais. Mais uma vez, uma luz de Deus brilhou poderosamente na escuridão - Whitefield, Romaine, Gill, Hervey e outros servos de Deus foram levantados para reviver seus santos e converter muitos pecadores a Cristo. A principal ênfase da sua pregação e ensino foi sobre a graça soberana de Deus, tal como exposto na aliança eterna, uma eficácia certa da expiação de Cristo a todos para quem é feita, e uma obra do Espírito em regeneração. Sob os reavivamentos realizados por Deus na última parte do século XVIII, como grandes doutrinas da fé cristã ocuparam o lugar mais proeminente.

Para que o equilíbrio da verdade seja preservado durante as próximas duas ou três gerações, torna-se necessário para os servos de Deus enfatizarem o lado experimental das coisas. A ortodoxia intelectual não qualifica ninguém para o céu. Deve haver uma transformação moral e espiritual, um milagre da graça forjado dentro da alma, que começa na regeneração e é continuado por santificação. Durante esse período, uma exposição doutrinária recuou cada vez mais não fundo e uma prática da Palavra para o coração e uma vida para uma característica nos círculos ortodoxos. Isso exige um autoexame sério, e isso, em muitos casos, resultou em dúvidas e desânimo.

Sempre que um equilíbrio devido não seja preservado por pregadores e professores entre os lados objetivo e subjetivo da verdade - onde o último prepondera, uma espécie de misticismo ou falta de segurança se segue.

A segunda metade do século passado encontrou muitos círculos de cristãos professos nas fronteiras da apostasia. Em muitas congregações, a segurança total da salvação era vista como uma espécie de fanatismo ou como presunção carnal (era assim considerado para quem afirmasse que tinha certeza da sua salvação). Indevidamente ocupados consigo mesmos, mal instruídos sobre as "duas naturezas" no cristão - milhares de almas pobres consideravam dúvidas e medos, suspiros e gemidos, como a maior evidência de um estado regenerado; mas aqueles que estavam sendo misturados com lutas mundanas e carnais, tinham medo de afirmar que eram filhos de Deus.

Para enfrentar esta situação, muitos evangelistas e mestres mal treinados procuraram dirigir a atenção para Cristo e Seu "trabalho acabado", e colocar a confiança dos ouvintes sobre a letra da Palavra de Deus. Assim, enquanto um mal foi corrigido - outro foi cometido. Enquanto a letra das Escrituras era honrada - o trabalho do Espírito era (sem querer) desonrado. Supondo que eles tivessem um remédio que certamente funcionasse em todos os casos, resultou em um trabalho superficial, do qual agora estamos colhendo. Milhares de almas que não dão provas de nascer de novo - estão bastante confiantes de que Cristo as salvou.

A partir do breve resumo apresentado acima, ver-se-á que o pêndulo balançou de um lado para o outro. O homem é uma criatura de extremos - e nada além da graça de Deus pode permitir que qualquer um de nós se guie pelo caminho do meio.

Um estudo cuidadoso do curso da história religiosa também revela o fato de que os servos de Deus foram obrigados, de tempos em tempos, a variar sua nota de ênfase. Este é um significado dessa expressão: "estejais confirmados na verdade que já está convosco." (2 Pedro 1:12) - ou seja, esse aspecto particular ou linha de verdade que é mais necessária em qualquer momento.

Em vez de ganhar terreno, os puritanos o perderiam - eles apenas faziam eco do que os reformadores ensinavam. Não era que Owen contradissesse Lutero - pois ele o suplementou. Onde o estresse particular foi estabelecido nos conselhos da graça soberana e da justiça imputada de Cristo - isso precisa ser seguido pela atenção que é atraída para a obra do Espírito dentro dos santos. Da mesma forma, onde muito ministério foi dado no estado do cristão - há uma necessidade de uma exposição clara de sua posição diante de Deus.

É realmente deplorável que tão poucos tenham reconhecido a necessidade de aplicar o princípio que acaba de ser mencionado. Tantos, tendo um zelo que não é temperado pelo conhecimento, supondo que, por causa de um servo de Deus honrado no passado, obteve muito sucesso através de ter discorrido tão amplamente sobre uma determinada linha de verdade - que terão o mesmo sucesso desde que o imitem. Mas as circunstâncias alteram os casos. Os diferentes estados através dos quais a igreja professante passa - exige ministério diferente. Há uma coisa como "uma palavra falada no devido tempo" (Prov 15:23). O que pode agradar a Deus abrir os olhos de muitos para ver o que é mais "sazonal" para os tempos degenerados em que a nossa porção lançada e conceder-lhes discernimento espiritual para reconhecer que mesmo muitas porções da verdade divina podem ser altamente prejudiciais para almas se lhes forem ministrada fora da ocasião apropriada.

Reconhecemos esse fato com bastante facilidade em conexão com coisas materiais. Por que somos tão lentos para fazer isso quando se trata de coisas espirituais? Carnes e nozes são nutritivas - mas quem pensaria em alimentar um bebê com elas? Assim, a doença do corpo exige uma mudança de dieta. O mesmo é verdade para a alma. Para tornar isso mais claro, vamos selecionar um ou dois casos extremos.

A verdade do castigo eterno deve ser pregada fielmente por todo servo de Deus - mas se uma mulher quebrada, que acabasse de perder seu marido ou filho, fosse ouvi-lo, seria adequado?
A glória e a bem-aventurança do estado celestial é um tema precioso - mas seria apropriado apresentá-lo a um cristão professo que estava embriagado?

A segurança eterna dos santos é claramente revelada na Sagrada Escritura, mas isso me justifica pressionando a atenção de um filho de Deus desviado?

Nossa introdução tem sido longa - ainda assim, consideramos necessário pavimentar o caminho para o que se segue. O servo de Deus está enfrentando hoje uma situação terrivelmente séria e solene. Muito disso é o mais querido de tudo em seu coração, e ele tem em grande parte que se manter em silêncio. Se ele deve lidar fielmente com as almas, ele deve dirigir-se à condição em que se encontram. A menos que ele seja muito guardado, a menos que ele constantemente busque sabedoria e orientação do alto - é provável que piore as coisas.

De todos os lados, as pessoas estão cheias de segurança - certas de que estão viajando para o céu. No entanto, suas vidas diárias mostram claramente que elas estão enganadas e que sua segurança é apenas carnal. Milhares estão, para usar suas próprias palavras, "descansando em João 3:16" e não têm a menor dúvida de que passarão para a eternidade com Cristo. No entanto, é o dever de todo verdadeiro servo de Deus dizer à grande maioria deles que eles são gravemente iludidos por satanás.

Que possa agradar a Deus nos dar o ouvido e a atenção séria de alguns deles. Há algum tempo, lemos sobre um incidente que, como quase nos lembramos, foi o seguinte. Há quase cem anos, as condições na Inglaterra eram semelhantes ao que recentemente foram neste país. Os bancos estavam falindo e as pessoas estavam em pânico. Um homem, que havia perdido a confiança nos bancos, tirou todo seu dinheiro em notas de cinco libras e depois conseguiu um amigo para transformá-las em ouro. As condições pioraram, outros bancos faliram, e alguns dos amigos deste homem disseram que perderam tudo. Com muita confiança, ele informou que ele tirou o dinheiro dele, mudou-o em ouro e que ele estava secretamente escondido, onde ninguém o acharia, de modo que ele estava perfeitamente seguro. Um pouco mais tarde, ao precisar comprar algumas coisas, ele foi ao seu tesouro secreto e tirou cinco soberanos de ouro. Ele passou de uma loja para outra, mas nenhuma os aceitou - eram ruins. Completamente alarmado, ele foi ao seu dinheiro escondido, apenas para descobrir que era tudo moeda falsa!

Agora, querido leitor, você também pode ter certeza de que sua fé em Cristo é verdadeiro "ouro", e, afinal, seja confundido. O perigo disso não é imaginado, mas é real. O coração humano é terrivelmente enganador (Jeremias 17: 9). A Palavra de Deus nos avisa claramente: "Há uma geração que é pura a seus próprios olhos - e ainda não é lavada de sua imundície" (Provérbios 30:12). Você pergunta: como posso ter certeza de que minha fé é genuína e salvadora?

A resposta é, teste-a. Certifique-se de que é a "fé dos eleitos de Deus" (Tito 1: 1).Verifique se a sua fé é ou não acompanhada com os frutos que são inseparáveis de uma fé dada por Deus e baseada no Espírito.

Provavelmente muitos estão prontos para dizer: "Não há necessidade de me colocar qualquer problema. Eu sei que minha fé é salvadora, pois estou descansando na obra acabada de Cristo". Mas querido amigo, é tolo falar assim. O próprio Deus proclama seu povo para fazer firme sua "chamada e eleição" com certeza (2 Pedro 1:10). É uma exortação desnecessária? Não abaixa sua vaidosa confiança - contra a sabedoria divina? É Satanás que se esforça tanto para evitar muitos desses esforços, para não descobrir que sua casa é construída sobre a areia. Há esperança para quem descubra sua ilusão, mas não há para aqueles que continuam acreditando na mentira do diabo e contentes com a paz muito real, mas falsa que ele dá a tantas das suas pobres vítimas.

O próprio Deus nos forneceu provas, e erramos se não as usamos para nos medirmos. "Estas coisas eu escrevi para vocês que creem no nome do Filho de Deus, para que você saiba que você tem a vida eterna, e que você possa acreditar [mais inteligentemente] no nome do Filho de Deus" (1 João 5:13). O próprio Espírito Santo moveu um de Seus servos para escrever uma epístola completa para nos instruir sobre como saber se temos ou não a vida eterna.

Isso parece que a questão pode ser determinada e estabelecida tão facilmente quanto tantos pregadores e escritores atuais o representam? Se nada mais do que uma persuasão firme da verdade de João 3:16 é necessária para me assegurar da minha salvação - então, por que Deus deu uma epístola completa para nos instruir sobre esse assunto? Deixe a alma realmente preocupada ler lenta e pensativamente através desta primeira epístola de João, e deixe-o observar devidamente que nem uma vez em seus cinco capítulos nos é dito: "Nós sabemos que passamos da morte para a vida porque estamos descansando na Obra final de Cristo." A ausência total de tal afirmação certamente deve convencer-nos de que algo deve estar radicalmente errado com tanto do ensino popular do dia sobre esse assunto.


 

 

 


O porquê da Adoração

                                                                                                   Êxodo 20:4 e 5

Por Asaph Borba

Postado em 30/09/2017

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Em Mateus 4:10, durante sua tentação, Jesus diz ao diabo – “ao Senhor Teu Deus adorarás e só a Ele darás culto” usando as palavras da Lei em Êxodo 20:4 e 5, quando Deus ordena ao povo de Israel: Só a Ele adoração e o culto.

O constante desígnio de Satanás é roubar aquilo que é devido a Deus – a adoração. Mesmo sabendo que fomos feitos para louvor e glória do Deus vivo, (Ef. 1:12 – a fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que de antemão esperamos em Cristo)., o inimigo tem tentado de todas as formas deturpar o culto a Deus, limitando-o em formas e costumes em acordo mais com culturas e padrões humanos do que com o coração de Deus, assim foi com o povo de Israel, depois com a Igreja. Sutilmente a idolatria à imagens e ídolos foi se infiltrando no culto da cristandade e foi assim corrompendo o entendimento dos líderes e crentes em geral. A forma pagã e judaica de templo foi sendo imposta à Igreja fazendo assim que os templos vivos que somos nós os redimidos (I Cor 3:16), lugar da verdadeira adoração fossem reduzidos a simples membros na maioria “leigos“ que por dezenas de séculos de escuridão e inoperância foram dependentes de um sacerdócio externo para cultuar a Deus, de geração em geração, homens, imagens e ídolos de todas as formas se colocaram como intermediários daqueles que podem achegar-se com intrepidez ao Santo dos Santos através do novo e vivo caminho que é Jesus. (Hb.10:19 a 22)

Porém hoje o Pai está restaurando toda a verdade e isto diz respeito também a nossa vida de relacionamento com Ele, e a intermediação tem acabado, pois Cristo Jesus nosso único mediador tem levado a Igreja a um entendimento nesta área e por todo o mundo tem surgido um novo culto de verdadeira adoração àquele que é digno, Jesus que disse, “ninguém vem ao Pai senão por mim”. Jo. 14:6.

Quando portanto Jesus focaliza ao Pai está focalizando também a si mesmo (quem vê a mim vê ao Pai – Jo.14:9) e está focalizando também ao Espírito Santo (Jo.14:26) . A trindade Santa portanto, são o foco da nossa adoração e a Eles nos achegamos com liberdade e amor.

Já fiz diversas vezes a pergunta porque devemos adorar a Deus?

Esta pergunta invade o meu coração pelo fato de entender que Deus é suficiente em Si, não apenas em sua grandeza e majestade, mas em tudo. Apesar de sabermos que Deus se alegra com nossa adoração e obediência e se entristece com o pecado, se ira com a idolatria, seu coração não necessita de nada para que seja completo, não precisa de nossos sacrifícios de louvor e de nossa adoração para ter alegria e sentir-se feliz, não precisa de nossas expressões de amor para sentir-se amado pois Ele é o próprio amor, ( I Jo 4:8). Antes de que cada um de nós existíssemos Deus já existia em sua plenitude e era completo, e o Filho e o Espírito Santo participavam desta plenitude eterna. Em Cl 1:16, falando da criação diz que “Nele (em Cristo e junto com Cristo) foram criadas todas as coisas nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias”.

Ele é junto com o Pai e o Espírito Santo a fonte e a plenitude de todas as coisas, inclusive de todo louvor , toda a adoração, toda a alegria e júbilo. Por isso Jesus disse que Deus não procura adoração, pois adoração ele tem no céu (Is. 6 1 a 3). Deus procura por seus filhos, seus adoradores.(Jo. 4:23)

O que vem ao meu coração ao meditar sobre isto é que acima de tudo existe algo na adoração que é de vital importância não para Deus, mas para os adoradores, ao ponto de Deus em sua onisciência e auto suficiência estar procurando por adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Adoração (comunhão) é um precioso elo entre a criatura e criador. Tudo está na atitude do adorador, no livre arbítrio que temos para optarmos em sermos ou não adoradores.

Deus nos deixou esta opção. Ele governa todas as coisas e poderia Ter feito de toda a criação seus adoradores assim como são os anjos, mas nos deixou a opção de o sermos ou não. Ao optarmos por Cristo, optamos por Deus.

Esta é a grande brecha da maioria das religiões que querem adorar a Deus, falam até mesmo de vida eterna, porém sem o sacrifício de Jesus. O adorador é aquele que faz uma opção por Deus, optando por Jesus e pelo seu reino, opta em Ter comunhão com Deus, comunhão esta que não é imposta por vontade divina mas é uma livre opção de amor. A parte de Deus é completa e perfeita seu amor por nós é inquestionável, porém ele espera por cada um de nós quando através de Cristo por obra do Espírito Santo que enche nosso coração do Seu amor revelado a nós por pela plenitude de Jesus e depois retorna para Ele. A verdadeira adoração é uma opção deste abrir-se ao amor divino, feita por cada um de nós, se não fosse assim porque Deus estaria procurando verdadeiros adoradores? Qual é a nossa opção? Deus governa sobre todas as coisas, menos sobre a nossa opção por adorá-lo ou não. Deixa para nós esta única e pequena atitude. Optarmos ou não por amá-lo e adorá-lo. Adoração é algo que satisfaz e alegra a Deus, mas beneficia também ao homem , pois este ao optar por Deus está cumprindo a sua parte neste enlace de amor. Adoração emana do amor. Deus quer ser amado por nós. O que trás eficácia na adoração é o amor. O que dá conteúdo as nossas expressões de adoração é a nossa vida de amor expresso em aliança e compromisso para com Deus e o seu reino nesta aliança de amor.

 

Fonte: http://vivos.com.br 

 


O Poder da Alegria Que Deus Dá

Filipenses 4:4
Por Pr. Walter de Lima Filho
Postado em 19/09/2017
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A alegria humana para se concretizar depende do quê? E a alegria que Deus nos dá, como ela vem e o que ela é? A alegria pode ser perniciosa? Como cristãos, a nossa alegria deve manifestar o quê? Que atitudes mostram que nós estamos alegres em Deus? O que Deus oferece àquele que exercitam a alegria que Ele dá? 

A Alegria humana é frágil, pois ela depende dos nossos desejos pessoais:

A alegria humana depende do nosso bem-estar para se concretizar. Exemplo: você está alegre por realizar seu desejo de ir a uma praia dos seus sonhos; mas, se lá, você se depara com chuvas fortes e frio você fica triste! A alegria humana é instável e frágil.

A Alegria que Deus dá é pura, pois é a personalidade de Jesus agindo em nós. A alegria humana pode ser perniciosa:

A alegria espiritual não depende do nosso bem-estar, mas do quanto “nós nos rendemos” ao trabalho de Deus em nossas vidas. 22 (...) o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, 23 mansidão e domínio próprio. (Gl.5:22,23 NTLH) O conjunto dessas características representa a personalidade de Jesus, que é o oposto da desorganização e instabilidade dos nossos desejos humanos. Veja o que Paulo diz:

'19 Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; 20 idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções 21 e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os adverti, que os que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus.' (Gl.5:19-21 NTLH)

Quando Paulo pediu aos filipenses que tivessem alegria no Senhor (4), ele não pediu um entusiasmo irresponsável, mas algo sério que manifestasse o poder do Reino de Deus. (...) o Reino de Deus não é uma questão de comida ou de bebida (nos rituais religiosos), mas de viver corretamente, em paz e com a alegria que o Espírito Santo dá. (Rm.14:17 NTLH)

A Alegria que Deus nos dá, produz pelo menos quatro atitudes comportamentais que o agradam e que manifestam o seu Reino:

1. Amabilidade ou integridade nos relacionamentos. (cf. Fp.4:5)
2. Um espírito de gratidão e confiança em Deus, por Ele estar dirigindo nossas vidas. (cf. Fp.4:6,7)
3. Uma mente decente e que engrandece a Deus. (cf. Fp.4:8)
4. Humildade para aprender e praticar os bons exemplos que nos é passado. (cf. Fp.4:9)

Imagine um grupo de pessoas desejando praticar esse tipo de alegria! Que mudanças poderiam ocorrer em suas próprias vidas e nos ambientes onde vivem? Elas não seriam vítimas da depressão e do desespero, porque estariam produzindo outro tipo de fruto que manifesta o poder da presença de Deus.

Saiba que a verdadeira alegria não vem por possuir e alcançar algo material ou emocional, mas por se comprometer e obedecer a Deus. Essa é a idéia de Paulo ao dizer: “Tenham sempre alegria, unidos com o Senhor!” Unir-se com o Senhor é aceitar a Sua personalidade em vez da nossa. É aceitar os Seus planos e vontade em vez dos nossos.

O que Deus oferece aos que se alegram nele?

Jesus falou sobre as pessoas felizes: 5 Felizes as pessoas que sabem que são espiritualmente pobres, pois o Reino do Céu é delas. 6 Felizes as pessoas que choram, pois Deus as consolará (trará para perto Dele para receberem força). 7 Felizes as pessoas humildes (que se rendem somente a Ele), pois receberão o que Deus tem prometido. (Mt.5:5-7 NTLH) 

Jesus está dizendo que: Quando você busca primeiramente o Reino de Deus por depender inteiramente dele, será feliz! Quando você ajuda pessoas com a ajuda que tem recebido de Deus, será feliz! Quando você se rende a Deus será feliz e experimentará as Suas promessas!

Nós podemos ver o poder da alegria que Deus nos dá na vida de Paulo, que mesmo estando preso em Roma, é capaz de incentivar os cristãos de Filipos a buscarem esse tipo de alegria em união com Cristo.

Eu não sei a sua situação neste momento, mas em vez de se tornar vítima da aflição e do desânimo, busque a alegria que Deus dá! Busque um relacionamento mais verdadeiro com Jesus Cristo, pois é desse relacionamento que sua vida poderá mudar.

http://www.estudosgospel.com.br

 


Batalhando Pela Fé

 


       O Nome Perfeito

Por Wolfgang Schuler

Postado em 25/08/2017 

A palavra hebraica Yeshua é uma descrição abrangente da divindade, da glória e da missão de Jesus Cristo.

Por que o Nome dado por Deus de nosso Salvador Yeshua (a segunda sílaba é a tônica), que foi transmitido claramente pelo anjo Gabriel, não consta com toda a sua extraordinária importância e bela forma original hebraica no Novo Testamento grego e na tradução das nossas bíblias? Não existe mais nenhuma das versões originais hebraicas dos Evangelhos. Isso não ocorre por acaso.

Os autores do Novo Testamento tinham a grandiosa e perigosa incumbência de divulgar a mensagem da salvação do homem para muito além das fronteiras de Israel, visando alcançar o amplo ambiente greco-romano. Em grego, o mais importante idioma original do Novo Testamento, o nome “Yeshua” tinha um som estranho, já que no grego não existe o som “ch” e um nome que terminava em “a” se assemelhava a um nome feminino. Os nomes masculinos normalmente terminavam em “-os” ou “-ous”. Assim, Yeshua foi adaptado ao vocabulário grego e transformado em Iäsous (a segunda sílaba é a tônica).

Na versão em latim da Vulgata, a tradução de Jerônimo – que se tornou popular no Império Romano –, o Nome foi transformado em Iesus e nessa forma ele foi assimilado pelos idiomas europeus e ainda por muitos outros.

Conhecemos a forma original desse nome através do sucessor de Moisés, Josué – Yehoshua em hebraico – a forma pré-babilônica de Yeshua. No idioma grego do Novo Testamento, Josué também é chamado de Iäsous, ou seja, Iesus, como consta na Carta aos Hebreus 4.8, apesar de que, como o próprio nome indica, esta carta era dirigida principalmente a pessoas crentes com base hebraica. Acontece que isso foi introduzido à Septuaginta no Século 2 a.C., que era a tradução oficial da Escritura Sagrada hebraica para o idioma grego. Originalmente, Josué se chamava Hoshua (auxílio, salvação, cura, redenção, libertação, livramento), até que Moisés, em Números 13.8 e 16, o renomeou como Ye-Hoshua, ou seja, “YHWH traz/é auxílio, salvação, cura, redenção, libertação, livramento”. Assim, na Septuaginta, Yehoshua é Iäsous.

Algo semelhante ocorreu com a indicação profética da missão de Jesus no Plano de Salvação de Deus, ou seja, de ser “o ungido de Deus” (Is 61.1) – “Ha-Mashiach” em hebraico. Os sacerdotes, os profetas e os reis eram ungidos, sendo que essas três funções eram unidas de modo perfeito em Jesus. A aplicação direta do nome “o Messias” no grego – “Mashiach” antecedido pelo artigo definido “Ha” – é encontrada apenas duas vezes no Novo Testamento, em João 1.41 e 4.25. Também essa expressão hebraica não soava bem aos ouvidos gregos e foi amplamente traduzida com a palavra grega Cristos, o que foi transformado em Cristus, no latim. Uma palavra grega com pronúncia semelhante contribuiu muito para a sua divulgação: Crästos, que significa suave, moderado, amável, gentil, honrado, eficiente – todos conceitos que se aplicavam perfeitamente a Jesus. Assim, o cognome Cristos, ou Cristus, foi um simpático auxiliar para a propagação dessa importante mensagem, e a palavra derivada Cristianoi, ou cristãos em português (At 11.26; 1Pe 4.16) rapidamente tornou-se comum através do mundo para identificar os respectivos seguidores.

O nome Yeshua, em Hebraico, tem um sétuplo significado, poderia se dizer que é uma luminária com 7 braços. Ele é composto por Ye- e -shuaYe representa YHWH, ou Yahweh (הוהי em hebraico), o Nome mais santo de Deus que foi revelado a Moisés a partir da sarça ardente (ver Êx 3.14-15). A sílaba -shua significa: “ajuda, cura, salva, redime, liberta, torna alegre, faz feliz (isto é, eternamente feliz)”. Assim, o nome Jesus significa literalmente: “YHWH (Deus) ajuda, cura, salva, redime, liberta, torna alegre, faz eternamente feliz”. Todas essas sete incumbências (o número da santa perfeição) são condensadas nesse nome e representam exatamente o que é Jesus, o Filho de Deus.

Mesmo que a primeira sílaba Ye- conste prioritariamente como abreviatura para o santíssimo Nome de Deus, no idioma hebraico ela ainda tem um outro significado: se essa sílaba for considerada como prefixo, o Ye- aponta para algo futuro e, assim, se aplica aos textos proféticos. Desse modo, através dessa sílaba inicial indicando algo futuro, o nome Yeshua soa ao mesmo tempo como uma promessa, o que coincide totalmente, pois “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl 2.32; At 2.21).

No nosso idioma, o nome de Jeschua tem exatamente sete letras. Também na maneira de escrever esse Nome no idioma hebraico resplandece o número sete. Na grafia hebraica, com suas belas letras artisticamente elaboradas, sobre cada uma dessas letras livremente desenvolvidas é colocada uma pequena coroa ou labareda. Toda criança de Israel fica feliz se pode encontrar duas ou três dessas abas em seu nome e as pode colorir. No nome Yeshua aparecem sete dessas labaredas sobre cada uma das quatro letras! A grafia do nome Yeshua é semelhante a uma Menorá acesa, um castiçal com sete braços, que é o símbolo judaico mais importante para a iluminação divina.

Desde a destruição do Segundo Templo, os judeus crentes não acendem mais a Menorá, mas o farão somente depois da Volta do Messias. No entanto, a Menorá já está acesa nos corações daqueles que creem em Yeshua, em Jesus!

A qualidade da nossa fé não fica mais perfeita se falarmos somente em Yeshua, ao invés de dizermos Jesus. No entanto, podemos fortalecer nossa fé se voltarmos à fonte – inclusive à fonte linguística.

De acordo com o entendimento judaico, o Nome mais santo é clara e exclusivamente o Nome pessoal de Deus, YHWH, essa misteriosa concepção literária composta de 4 letras (YHWH/הוהי), que, em Hebraico, significa algo como a fusão entre os três tempos de “Eu sou”, ou seja: “Eu-sou-o-que-sou-(que)-era-(e)-serei”, e isto condensado em somente duas sílabas.

Além disso, o conceito hebraico a respeito de “Eu sou” não é o mesmo que imaginamos em nosso pensamento ocidental de influência grega. Não se trata do “ser em si”, algo ontológico ou filosoficamente abstrato, mas de um forte relacionamento pessoal e vivido ativamente, no sentido de “estou aqui para você!”, ou seja, “Eu estava e sempre estarei aqui para você!” Esta é a essência desse mais sagrado Nome de Deus.

Já antes da época de Jesus, esse nome YHWH (não o nome Yeshua, no qual o nome YHWH aparece abreviado e praticamente escondido) era considerado tão santo que, de acordo com a doutrina dos rabinos, ele não poderia ser pronunciado em público, exceto pelo sumo sacerdote e isto apenas uma vez por ano, por ocasião do Yom Kippur. Para tanto, os ouvintes precisavam se prostrar no chão e tapar os ouvidos. Aquele que pronunciasse indevidamente esse Nome, isto é, sem observar essas regras restritivas, estava sujeito a ser condenado à morte por apedrejamento.

O filósofo em religião Schalom Ben-Chorin foi o primeiro a observar que provavelmente tenha sido exatamente este Nome que constava no quadro acusatório, na cruz de Jesus, em forma de acrônimo, isto é, quando se juntava as letras iniciais das palavras no cartaz. Título, isto é: “ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS” (Mt 27.37), em hebraico: Yeshua Ha-Nozri We-Melech Ha-Yehudim. Pilatos considerava isso uma gozação para zombar dos judeus.

Os judeus têm uma antiga tradição em formar e reconhecer acrônimos. Assim, deve ter sido um tremendo choque para os sumo sacerdotes, quando descobriram o acrônimo desse santíssimo Nome de Deus escrito na placa condenatória sobre a cruz, Nome que eles mesmos não estavam autorizados a pronunciar, com exceção do sumo sacerdote encarregado dos ofícios, e, mesmo assim, somente durante a liturgia do Yom Kippur. Isso explica a sua reação enérgica, relatada em João 19.21, exigindo que isso fosse imediatamente modificado. Pilatos, no entanto, respondeu: “O que escrevi, escrevi”.

Como, então, Paulo pôde afirmar a respeito de Jesus, isto é, Yeshua: “Por isso Deus o exaltou... e lhe deu o nome que está acima de todo nome” (Fp 2.9)? Será que, com isso, ele não desrespeitou o santíssimo Nome de Deus? De modo algum, pois, como já vimos, assim como Ele, o Filho, é um com o Pai, assim também o Seu Nome é um com o Nome do Seu Pai (o Filho tem o Nome do Pai), pois Ye- é YHWH e, com os atributos contidos na sílaba –shua, complementa a missão sétupla que o Pai atribuiu ao Filho.

Porém, o trágico é que esse Nome pessoal de Deus até hoje não mais é invocado pelos judeus, contrariamente à clara orientação de Deus, em Êxodo 3.15b: “Esse é o meu nome para sempre, nome pelo qual serei lembrado de geração em geração”. O motivo disso é a interpretação exagerada que os rabinos fazem do texto de Êxodo 20.7. Ao invés disso, os judeus atribuem diversos nomes substitutivos, como AdonaiElochim ou Ha-shem, e que significam “o nome”.

No entanto, quando se invoca o Nome de Jesus/Yeshua, satisfazendo assim o desejo do coração de Deus, então ao mesmo tempo invocamos o Seu Nome, pois Ele Se identifica com o Seu Filho, pois também o Pai “ajuda, cura, salva, redime, liberta, torna alegre, faz eternamente feliz”, em unidade com o Seu amado Filho!

Ainda mais trágica é a doutrina rabínica ainda difundida em que, ao invés de se usar o nome completo Yeshua, emprega-se uma forma abreviada do Seu nome, isto é, Yeshu, com o que se suprime toda profundidade do significado dado por Deus e se forma um acrônimo que se assemelha a uma maldição: “Que seu nome e sua lembrança sejam extintos”! Que o Senhor lhes perdoe. Eles não sabem o que fazem.

No maravilhoso Nome de Yeshua (Jesus) está resumida toda a glória de nosso Messias em um formato condensado que simultaneamente serve de lacre. Na forma ocidental de Jesus Cristo, que todos apreciamos, mal conseguimos reconhecer o “judaísmo” de nosso Messias. Os judeus, por sua vez, enxergam Jesus como um estranho que provavelmente não receberia a licença de imigração para o atual Israel. De nossa parte, dois mil anos de história da Igreja carregada de culpa contribuíram consideravelmente para essa tragédia.

Tanto mais podemos novamente, nesses tempos finais, nos lembrar com humildade das raízes judaicas de nossa fé e descobrir o Nome original de Jesus, com toda a sua beleza e seu múltiplo significado, bem como louvá-Lo, invocá-Lo e confessá-Lo com ânimo e sem restrições diante de nossos amigos judeus.

Muitas igrejas cristãs começaram, em suas orações e seus hinos, a enaltecer e louvar o Nome Yeshua, em sua maravilhosa forma hebraica, pois “Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4.12).

A qualidade da nossa fé não fica mais perfeita se falarmos somente em Yeshua, ao invés de dizermos Jesus. No entanto, podemos fortalecer nossa fé se voltarmos à fonte – inclusive à fonte linguística. — Wolfgang Schuler

 

Fonte: (factum-magazin.ch) Via http://www.chamada.com.br 

 

 


               A simplicidade da fé

Por Alexandre R. Hay (in Memorian)

Postado em 19/08/2017

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Você pode crer...

"Tudo é possível ao que crê" Mc. 9:23
" E tudo quanto pedirdes em oração crendo, recebereis" Mt. 21:22

"E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glória a Deus, e estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer." Rm. 4:20,21.

Jorge Müller, havendo sido chamado por Deus para cuidar de meninos órfãos e encontrando-se sem recursos próprios para fazê-lo, confiou em Deus para suprir todas as necessidades da obra que não era sua, senão de Deus. Baseou sua crença  na Palavra de Deus e por ela estava seguro que tudo seria suprido, pois o mandava não estar afanoso por nenhuma coisa, senão que em tudo, pela oração e súplica com ação de graças daria a  conhecer suas necessidades ao Senhor.

Por conseguinte, não comunicava suas necessidades a nenhum homem. Simplesmente as expunha a Deus, em oração, crendo firmemente que Ele cumpriria sua promessa. O Senhor tinha indicado claramente na Escritura como devia proceder. Fazê-lo de outra forma que não fosse a da Escritura seria seguir seu próprio juízo e tomar sobre si cargas que não lhe correspondiam.

Diz-se que Jorge Müller teve grande Fé e que da mesma grandeza da Fé que ele exerceu, cumpriu essa obra tão maravilhosa, a qual tem sido grande testemunho para a glória de Deus.

É verdade que sua Fé era grande. Mas, era grande em quantidade? Ou era meramente grande em sua simplicidade?

Muitas vezes nossa idéia é de  que a Fé necessita aclarar-se. Nas coisas espirituais estamos tão prontos; há tanta tendência de permitir que nossa visão se obscureça com dificuldades e complicações, que ao fim são o resultado de nossa própria imaginação. Em matéria de Fé nos parece difícil manter os olhos só em Deus. É difícil para a carne aceitar o fato de que não tem parte alguma no assunto; que a Fé não é o fazer, senão simplesmente cessar de fazer e  crer que Deus fará o que Ele promete.

A Fé não é uma mercadoria que podemos ter em reserva. Aumentar até que possuamos muita, e  empregá-la logo para fazer grandes coisas. É equivocado também pensar que a Fé dá poder na mesma proporção da quantidade que tenhamos. Se tal fosse o caso, seguramente seria mui agradável ao próprio orgulho do nosso coração. O poder não reside nem está em nós para nada. Nem é exercido por nós. O poder é inteiramente de Deus e é Ele quem opera. Nossa parte é somente crer que ele fará.

Em Jorge Müller achamos um homem que em primeiro lugar foi obediente ao chamado de Deus. Deus o chamou para uma obra definida. Em tal caso, a parte que tomou Deus estava claramente indicada na Escritura. A Fé de Müller consistia simplesmente na obediência, e em crer que Deus faria a parte que lhe tocava fazer.

A Fé  só pode ser exercitada de acordo com a vontade de Deus segundo o que revela o Espírito Santo. Devemos saber à que Deus nos tem chamado. Todos não são chamados a fundar um orfanato, mas todos são chamados a um serviço definido para Deus, por mais  humilde que pareça ser. A cada um lhe toca permitir que o Espírito Santo revele esse serviço; quando haja sido revelado, encontramos o que Deus se tem encarregado de fazer em tal caso. Então vamos adiante, simplesmente crendo que Deus fará justamente tudo o que Ele disse.

Por que é então que tão amiúde ao invés de crer  que Deus fará sua parte e deixá-lo operar, nós queremos fazer Sua obra do nosso modo e segundo nossas próprias forças? Não será acaso, porque somos tão propensos a descansar sobre nossa própria compreensão e inteligência?

Nossa razão nos diz que o caminho simples da Fé não é prático; que não é negócio que possa realizar-se. Insistiremos em que não é porque não cremos que Deus o possa fazer, senão que adiantamos razões que, a nosso juízo, são concludentes.

Por que não esperamos que Ele fará na forma simples que ensina a Palavra? Dizemos que as condições têm mudado; que o  mundo de hoje é diferente, e que as sendas simples da Fé não são possíveis sob as condições de nosso sistema religioso altamente organizado, nem tampouco sob o  nosso grau  avançado de civilização. Quando dizemos  tudo isso e apresentamos  todas as razões  que podemos pensar, que queremos dizer? Justamente isto: QUE NÃO CREMOS. Deus disse que fará certas coisas. Ainda que digamos que o cremos, em realidade não é assim,e tratamos de justificar nossa incredulidade.

Hudson Taylor, ainda a raiz do assunto, fala do mesmo método usado por Satanás desde o começo da raça humana com o fim de roubar-nos a simplicidade da Fé: "É assim que Deus disse? "Você não está equivocado com respeito a seus mandamentos? Você toma um ponto de vista extremo. Dá um significado demasiado literal às palavras."

Ah!... quão constante e, lástima é dizer, com que êxito se usam tais argumentos para impedir uma confiança, de todo coração, em Deus, e uma inteira consagração a Ele!

A Fé significa crer exatamente no que Deus disse. A Fé significa recusar escutar a nossa sabedoria e raciocínio humano; recusar considerar as circunstâncias, as dificuldades, ou impossibilidades do caso. Para ter Fé, temos que dar um passo para cima, no plano espiritual, por cima do raciocínio humano e das circunstâncias materiais, não importando as razões que houver ou não para contradizer a Deus e fazer sua Palavra nula. Devemos, em absoluta sinceridade, tomar Sua Palavra tal qual é, e trabalhar segundo ela.

Quanta Fé necessitamos? Nosso Senhor disse: "Se tiverdes Fé como um grão de mostarda... nada vos será impossível". Isso seguramente é mui pequeno, mas se conhecemos a vontade de Deus e temos Fé suficiente para tomar nossa posição, que é confiar em sua promessa, isso basta, pois o capacita  para fazer o resto.

Isso se aplica não só a grandes coisas, senão ao detalhe mais pequeno de nossas vidas e ao andar diário pela Fé.

É tão potente para a obtenção de vitória sobre o pecado, como em nosso serviço para o Senhor.

A Fé não é coisa misteriosa, difícil de compreender. Está plena e livremente ao alcance e disposição do crente mais jovem e mais humilde. Só que não é fácil para a carne, pela simples razão de que nunca a glorifica.

Trata sempre de coisas espirituais e, por conseguinte, é loucura à compreensão humana, a qual conhece só o que é material.

Mas, para aqueles que crêem, É O PODER DE DEUS.

A Fé é simplesmente crer em tudo o que Deus disse e fazer justamente o que Ele disse.

 

Fonte: https://www.gospelcristao.com.br 

 


Evangelização centrada na pessoa e na obra de Cristo 

Por Elben Lens Cézar ultimato 

Postado em 07/08/2017

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O verbo “evangelizar” perdeu o seu bonito e precioso significado. Foi adulterado. Não mais significa apregoar a salvação pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo (Ef 2.8). Não mais diz respeito ao arrependimento e à conversão. O anúncio virou adesão. Hoje, a tendência é evangelizar para crescer e não evangelizar para arrebatar almas do inferno. Ontem, a alegria era por um pecador que se arrependesse; hoje, a alegria é por uma multidão que se filia à igreja, independentemente da convicção e tristeza pelo pecado. No momento há muito mais livros sobre crescimento de igreja do que sobre evangelização. 

Por causa dessas idéias fixas de crescimento, estamos cometendo loucuras. Aumentamos a largura da porta estreita (Mt 7.13) e diminuímos a altura do paradigma (“Sejam santos porque eu sou santo”). Substituímos a pregação do “negar-se a si mesmo” (Lc 8.34) pela pregação das benesses do evangelho da fé. Escondemos a parte difícil da caminhada cristã e expomos a teologia da prosperidade, que vem ao encontro de necessidades reais e de anseios consumistas. O número de fiéis aumenta e a receita da igreja também. 

Nesse afã, a igreja absorve técnicas empresariais (administração, visibilidade, marketing, empreendedorismo, imediatismo, lucro, franquia, alvos) e as empresas absorvem valores religiosos (meditação, oração, pensamento positivo, o “tudo posso” de Paulo e o “Deus é fiel” do salmista). 

Vemo-nos desmoralizados. Contudo, estamos crescendo também e esse crescimento numérico ofusca os nossos desacertos. Daí a necessidade urgente de se redescobrir a seriedade da evangelização. Evangelizar é: 

1. Demonstrar, pelas Escrituras, que Jesus, o descendente da mulher, esmagou a cabeça da serpente, embora esta lhe tenha ferido o calcanhar. 

2. Conduzir o pecador do paraíso perdido de Gênesis ao paraíso recuperado de Apocalipse, passando pela história (o conjunto de fatos que já aconteceram) e pela escatologia (o conjunto de fatos que ainda se esperam). 

3. Afirmar corajosamente que a sorte final do ser humano não é a desgraça provocada pelo primeiro Adão, por meio da qual o pecado entrou no mundo e na história, mas a graça provocada pelo segundo Adão (Jesus), por meio do qual o pecado é tirado do mundo e da história. 

4. Apresentar a salvação toda: a salvação da culpa do pecado por meio da justificação, graças ao sacrifício vicário de Jesus Cristo; a salvação do poder do pecado por meio da santificação progressiva, graças à habitação do Espírito em nós; e a salvação da presença do pecado em nós e ao nosso redor por meio da glorificação do corpo e da criação, graças ao poder de Deus em fazer novas todas as coisas.
 
5. Rasgar de alto a baixo a cortina que faz separação entre o homem, absolutamente pecador, e Deus, absolutamente santo, por meio da lembrança da cruz ensangüentada da sexta-feira da paixão e da cruz vazada do domingo da ressurreição. 
6. Jogar a corda ao náufrago que está se debatendo desordenadamente nas ondas do mar, antes que seja tragado por elas e morra afogado. 

7. Mostrar a beleza toda de Jesus Cristo, com sabedoria, com emoção, com vigor, com profunda convicção e sem a presunção de que só isso é suficiente, deixando de lado a operação misteriosa e soberana do Espírito Santo.

 

 


          Espiritual, Piedoso ou Carnal

A Palavra de Deus apresenta muitos adjetivos para descrever os diversos estados espirituais em que os crentes são encontrados caminhando por este mundo. É maravilhoso vislumbrar o futuro quando crentes de todas as idades estarão com o Senhor Jesus e como Ele — o Salvador de Suas almas — quando o que é perfeito virá e o que é imperfeito desaparecerá (1 Coríntios 13:10). Mas na prática, aqui e agora, os crentes precisam crescer espiritualmente e devem progredir em suas almas. Consequentemente muitos de nós seremos, em algum momento da vida, caracterizados por diferentes graus de carnalidade, piedade e espiritualidade.

Você pode perguntar por que essas caracterizações apresentadas nas Escrituras teriam importância para nós. Primeiramente, é saudável aceitar os comentários da Palavra de Deus aplicados à nossa vida pessoal, sempre que o Espírito trouxer isso à nossa consciência à luz de nossos pensamentos e comportamento. Em segundo lugar, ao observar os tipos de crentes que esses termos estão descrevendo na Bíblia, podemos ser capazes de obter, pela graça, um encorajamento ou piedoso temor, o que nos capacitará a honrar ao Senhor Jesus nosso Salvador. Vamos analisar, de forma breve, as três designações citadas.

Carnal — Alguns cristãos são mostrados como exemplos negativos em 1 Coríntios 3. Nós os encontramos também em outras referências, em Romanos 8:4-6 e em 2 Coríntios 10:2. O apóstolo Paulo repreende os coríntios pelo seu modo de pensar e comportamento carnal, o que os teria tornado semelhantes a “bebês em Cristo”, tendo sido verdadeiramente salvos, mas alcançado pouquíssimo progresso em aprender mais de Cristo (Efésios 4:20-24). Eles estavam se comportando como se não conhecessem além da sabedoria do mundo e essa sabedoria mundana os levava à inveja, contenda e cismas. Esta foi, sem dúvida, a razão pela qual a imoralidade e a falsa doutrina estavam sendo permitidas na igreja em Corinto (1 Coríntios 5:1-2; 15:12). Acredito que nenhum verdadeiro crente em Cristo gostaria de estar em tal estado, mas por termos todos ainda a carne em nós, é fácil cairmos nessa condição se não estivermos “exercitados em piedade” (1 Timóteo 5:7).

O que vem a ser piedade? Um crente piedoso é aquele que busca referência em Deus nas circunstâncias de sua vida e, na prática, traz Deus para o seu dia a dia. Por outro lado, uma pessoa não piedosa vive sem referência em Deus ou O afasta nas situações práticas da vida sempre que sua consciência, a circunstância ou o divino testemunho falar de Deus à sua alma. Acredito que podemos afirmar que, na Bíblia, uma pessoa não piedosa nunca será vista como um verdadeiro crente. Um cristão pode vir a ser carnal e imaturo, mas nunca será considerado como alguém não piedoso. Devemos procurar “viver piedosamente em Cristo” (2 Timóteo 3:12) e, à medida que agirmos assim, não nos ajustaremos aos “ímpios pecadores” (Judas 15) que nos rodeiam.

É instrutivo que, mesmo com toda a falta de entendimento e vigor espiritual de Ló, possamos ver em 2 Pedro uma alusão feita a ele como um exemplo de “piedade”, o qual foi livrado da tentação por Deus. Ló suportou uma pequena perseguição quando fez menção a Deus e reconheceu o direito de Jeová de julgar seus vizinhos maus (Gênesis 19: 9-14). O justo Ló foi, em alguns aspectos, carnal e piedoso ao mesmo tempo. Que incongruência!

O santo espiritual é sem dúvida piedoso também, mas a verdadeira espiritualidade é mais que piedade. Espiritualidade e carnalidade são mutuamente exclusivas e Paulo parece tornar isso claro em 1 Coríntios 3:1. Pouco antes desse ponto em sua primeira carta aos Coríntios, Paulo fornece uma visão sobre como um homem ou uma mulher espiritual pensam e aprendem a verdade. Aquele que é espiritual recebe as coisas do Espírito de Deus (que glorifica a Cristo), e essas coisas são comunicadas ao seu próprio espírito por meios espirituais e não por meio de recursos naturais ou carnais (1 Coríntios 2:6-16, na versão J. N. Darby “…comunicando as coisas espirituais por meios espirituais”). O Senhor Jesus condenou a sabedoria carnal e estabeleceu a supremacia da operação do Espírito na mente do crente em uma curta, mas potente fala: “O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita” (João 6:63).

Seguir as tendências da carne nos torna carnais. Honrar a Deus na prática, em nossa vida diária, nos torna piedosos. Um cristão espiritual é aquele que possui um espírito ensinável, que aprende os mistérios de Deus por meio do Espírito vivificador de Deus. E se você se exercitar na piedade e oração, mantendo uma atitude espiritual, você se transformará naquilo que certamente é a vontade do Senhor para todos os que são Seus: Um Cristão que é perfeito, no sentido de maturidade cristã (Mateus 5:48; 1 Coríntios 2:6; Filipenses 3:15; Colossenses 1:28; Tiago 3:2).

 

Fonte: http://www.verdade-viva.net 

 


O que fazer quando todos os fundamentos são destruídos?

                                                                                                    Salmos 11.1-7

INTRODUÇÃO

1. Os fundamentos da nossa civilização estão destruídos

1. Inversão de Valores – Estamos vivendo a inversão dos valores na sociedade contemporânea: chamam o mal de bem e o bem de mal; chamam luz de trevas e trevas de luz; chamam o doce de amargo e o amargo de doce (Is 5.20). A profecia de Rui Barbosa está se cumprindo: As pessoas parecem que têm vergonha de ser honestas. Já tivemos a oportunidade de ver em, nosso país, o principal traficante do Brasil sendo transportado de jato particular debaixo dos holofotes da imprensa para uma audiência, num gasto de R$ 41.000,00 reais sendo que as pessoas honestas são desamparadas e morrem à míngua.

A violência chegou a um nível insuportável.Faz algum tempo que, no Rio de Janeiro, quatro jovens arrastaram um menino de seis anos pelas ruas da cidade preso ao sinto de segurança por sete quilômetros. Detalhe: o menino era da Igreja Presbiteriana da Barra da Tijuca e o líder dos bandidos frequentava igreja evangélica (Absurdo!). na mesma época uma gangue invadiu uma escola pública da nossa cidade para matar três alunos. As igrejas estão sendo hoje um dos principais alvos dos bandidos para assaltos.

1. Vivemos numa sociedade onde a criminalidade parece estar fora de controle. O tráfico é um poder paralelo que desafio o Estado de direito.

2. O mundo fala de paz, mas gasta mais com a guerra.

3. As nações poderosas se fortalecem explorando as pobres.

2. A infidelidade

4. Vivemos numa sociedade onde a fidelidade parece ser uma virtude pré-histórica. A infidelidade conjugal está chegando a níveis intoleráveis. Onde escasseiam as famílias onde reina a harmonia, onde um deputado acaba de se eleger por um partido e muda de partido no dia seguinte.

3.A corrupção moral

5. Vivemos num país onde a corrupção é endêmica e sistêmica a ponto da três classes que deveriam ser o principal referencial de ética no país, são as três classes mais desacreditadas da nação: POLÍTICOS, POLÍCIA E PASTORES.

6. O homossexualismo que até a poucos anos era um assunto escondido, hoje a televisão faz apologia em suas novelas e documentários.

4. A decadência espiritual das igrejas

7. As igrejas evangélicas até alguns anos eram guardiãs dos valores absolutos, hoje muitas igrejas tornam-se covil de salteadores. A igreja está sendo mais conhecida nas páginas policiais do que pela sua vida piedosa.

8. O povo chamado cristão era considerado até a alguns anos como referência de honestidade, hoje ser evangélico está se tornando sinônimo de caloteiro, de mal pagador, de mau caráter. Muitas empresas já ficam com o pé atrás de contratar funcionários crentes.

5. Quando os fundamentos estão destruídos, a população se desespera

9. Davi estava sendo perseguido por Saul. Saul queria matar Davi e o procurava pelas cidades, campos, desertos e cavernas. Ele era o rei, ele era a lei, ele era a força. Ele não tinha a quem prestar contas. Ele era absoluto. Ele oprimiu, perseguiu e matou. Ele estava acima da lei. Quando reina a opressão, o povo se desespera. Quando faltam critérios de justiça o povo geme. Quando os valores estão invertidos, a população se desespera.

10. No Brasil alguns políticos, que foram acusados de corrupção, com provas fartas de sua implicação, foram reconduzidos ao poder, alguns com uma votação majestosa. Estamos ensinando as novas gerações que o crime compensa.

I. O PROCESSO DA DESTRUIÇÃO DOS FUNDAMENTOS

Toda a era moderna foi uma tentativa de destruir os fundamentos antigos e erigir em seu lugar novos fundamentos. Jesus, porém, alertou: “Aquele que ouve a sua Palavra e não a coloca em prática é como um homem que constrói sua casa sobre a areia”.

A HISTÓRIA DO PENSAMENTO MODERNO consiste na sucessão de fundamentos: 1) DO RACIONALISMO AO ILUMINISMO; 2) DO EMOCIONALISMO AO EXISTENCIALISMO; 3) DO EXISTENCIALISMO AO EXPERIENCIALISMO. Mas, quando a chuva cai, o vento sopra e os rios batem nesses alicerces eles entram em colapso.

A era moderna durou apenas 200 anos: Da queda da Bastilha em 1789 a 1989 com queda do Muro de Berlim. Desde 1989 nós vivemos o tempo da Pós-Modernidade: PLURALIZAÇÃO, PRIVATIZAÇÃO E SECULARIZAÇÃO. A proposta da pós-modernidade é construir sem fundamentos, construir sobre o caos.

Nossa sociedade não tem verdade absoluta. Acabaram os limites. Acabaram os princípios. Os marcos antigos foram removidos. Voltamos ao período dos Juízes de Israel, cada um faz o acha que deve fazer. A própria Igreja Evangélica está confusa. Na década de 1990 a 2000 crescemos 58% no Brasil, mas o país não mudou. As pessoas entram na igreja, mas não são transformadas. Constroem sobre a areia. O evangelho não está presente mais nos púlpitos. Os pregadores estão atrás de aplausos e riqueza em vez de buscarem a glória de Deus e a salvação dos perdidos.

No passado, as pessoas argumentavam em torno do que é certo e errado; do que é verdadeiro e falso. Hoje as pessoas negam o conceito de moralidade e verdade. Eles colocam seus sentimentos acima da verdade de Deus.

O PRAGMATISMO domina a ação do governo, das instituições de ensino e também das igrejas. O importante é levar vantagem. O importante é o sucesso. O que importa é não é a verdade, mas o que funciona. Não me interesso pelo certo, mas pelo que dá certo. O que importa é fazer a igreja crescer, mesmo que para isso eu precise mudar a mensagem. O que importa é agradar a clientela, mas que para isso eu sacrifique a verdade.

O pragmatismo está dominando as igrejas. Estamos vendo hoje o evangelho de consumo. As pessoas pregam o que o povo quer ouvir. Não há mais pregação poderosa; o povo quer testemunhos. As pessoas não querem mais a exposição das Escrituras, mas a revelação profética das últimas novidades.

ESSA QUESTÃO DA DESTRUIÇÃO DOS FUNDAMEMNTOS NÃO É UMA QUESTÃO NOVA

11. Na época de Davi os fundamentos estavam sendo destruídos. Saul era a lei e agia ao arrepio da lei.

12. Na época do Império Romano a sociedade era pluralista. Os romanos eram tolerantes com todas as religiões. Os cristãos só foram perseguidos porque criam numa verdade absoluta.

13. Durante o período do Iluminismo o mundo passou a desprezar a Bíblia. Muitas igrejas deixaram de crer no sobrenatural.

14. No século XIX o Liberalismo devastou os fundamentos e desprezou a infalibilidade, a inerrância e a suficiência das Escrituras.

15. No Século XX o Misticismo tomou conta das igrejas. As pessoas correm atrás de experiências, de milagres, de sinais, de profetas, de cura, de prosperidade. Buscam sentir-se bem e não a Deus. Estão atrás de emoções fortes e não da verdade. Estão centradas no homem e não em Cristo. Os fundamentos estão sendo destruídos.

16. No Século XXI temos assistido um esforço concentrado de pseudo-cientistas e escritores cheios de empáfia lançar seu veneno contra a fidedignidade dos relatos bíblicos, sobretudo, acerca de Jesus.

II. O CONSELHO INSENSATO DOS MEDROSOS (V.2)

17. Os amigos de Davi lhe aconselham: FUJA! ESCAPE! Não enfrente o inimigo, esta é uma causa perdida. Não há chance de sair vitorioso. Muitas vezes somos tentados a desistir, a desanimar, a entregar os pontos, a parar de lutar. Somos tentados a fugir como os soldados de Saul fugiram de Golias, fugir da escola, do trabalho, da empresa, da igreja, do casamento, da cidade, do país.

18. Os conselheiros de Davi argumentam com FATOS:

1) A violência do inimigo é implacável – Eles já armaram o arco e estão com a flecha pronta para atirar;

2) A política do inimigo é enganadora – Eles agem traiçoeiramente, na escuridão. É uma conspiração velada. É uma trama invisível. É uma armadilha fatal;

3) A ação do inimigo é demolidora – Os ímpios destruíram os fundamentos. Eles colocaram por terra os valores absolutos. Eles arrancaram os marcos antigos. Eles viveram os valores de ponta cabeça.

19. Fugir não é solução:

1) O profeta Jeremias queria fugir do ministério: “eu não vou mais falar no teu nome” (20.9).

2) O profeta Elias queria fugir da perseguição de Jezabel (19.10).

3) Jonas tentou fugir de Deus indo para Társis.

4) Pedro tentou levar Jesus a fugir da cruz.

III. O QUE FAZER QUANDO OS FUNDAMENTOS ESTÃO SENDO DESTRUÍDOS (v. 4-7)

20. Este Salmo fala de duas teologias:

1) A SEGURANÇA SÓ PODE SER ENCONTRADA NA FUGA – Se você está ameaçado, abandone as causas justas e fuja. Salve a sua pele. Proteja-se;

2) A SEGURANÇA É ENCONTRADA PELA CONFIANÇA NO CUIDADO PROTETOR DE DEUS (v.1) – Fugir é covardia. É negar nossa confiança em Deus. Davi encontrou quatro razões para triunfar sobre o medo. A cena sombria dos versos a 1 a 3 se desfaz diante do Senhor. Esse Rei está ocupando o seu lugar e não refugiado. Sua cidade tem alicerces (Hb 11.10). Quais são as razões que a fé encontra para triunfar sobre o medo?

1. A soberania de Deus (v. 4)

A resposta de Davi diante do conselho dos amigos para fugir e se esconder é que Deus reina. Ele está no trono. Ele não apenas reina no céu e a partir do céu. Mas também ele reina na terra. Ele está no seu santo templo, a igreja. Ele habita com a igreja e na igreja.

Ainda que a cultura destrua os fundamentos da sociedade, o povo de Deus está seguro. Deus está presente e não fugindo. Ele está no trono. Ele governa. Ele reina. A história não é uma nave espacial sem rumo. Deus está no controle de todas as coisas.

Deus conhece nossos inimigos, conhece suas estratégias. Ele nos guarda e nos dá a vitória. O mal não triunfará para sempre. Os ímpios não prevalecerão.

O Salmista olha os fundamentos destruídos debaixo dos seus pés, mas vê o trono inabalável de Deus acima da sua cabeça. A terra pode estar em crise, mas não o céu. O mundo pode estar transtornado, mas não o trono do Deus Todo-poderoso.

2. O conhecimento de Deus (v. 5)

O senhor prova os corações dos homens. Ele conhece suas intenções, seus projetos. Ninguém escapará do escrutínio de Deus e do seu julgamento.

a) O Senhor põe à prova ao justo para abençoá-lo – Deus fez isto com Abraão, Deus fez isto com os amigos de Daniel, Deus fez isto com Jó. O Senhor nos prova para nos fortalecer e nos colocar mais perto dele e mais dependentes dele.

b) O Senhor põe à prova o ímpio e sua alma o abomina – As intenções do ímpio são arrogantes e Deus resiste ao soberbo.

3. O juízo de Deus (v. 6)

Os ímpios que tramam, que corrompem, que destroem os fundamentos não escaparão do juízo de Deus. Podem escapar do juízo dos homens, mas jamais do juízo divino.

Eles serão banidos para sempre da face de Deus para o fogo eterno. Fogo e enxofre é uma alusão à destruição de Sodoma e Gomorra (Gn 19.24). Enquanto o Senhor distingue os justos e lhes dá morada eterna e comunhão, os ímpios recebem a chuva do juízo.

Deus mandou o seu juízo no dilúvio, em Sodoma, na Torre de Babel, no desalojamento das nações cananitas, na queda de Jerusalém, na queda da Babilônia, dos grandes impérios. Ah, mas o maior juízo de Deus será derramado no dia do juízo final. Todos vão ter que comparecer perante o tribunal de Deus e terão ser julgados segundo as suas obras.

4. A recompensa de Deus (v. 7)

O Salmo termina como começou, com o Senhor. Sua soberania, sua intervenção e suas recompensas são uma resposta ao medo do verso 3 e à frustração do verso 3b.

Davi olhou não para a sociedade sem fundamentos, mas para Deus. Ele viu não o poder do inimigo, mas a majestade de Deus. Em vez de buscar falsos refúgios, buscou a Deus.

Davi encontrou paz no meio da tempestade. Ilustração: Um dia de domingo eu cheguei na igreja e vi dois pássaros cantando na copa da mangueira defronte do nosso templo. Então, comecei a meditar sobre o que estavam cantando. Um conversava com outro ao ver os crentes entrando para o templo preocupados, ansiosos e com medo. Um perguntou: Por que eles estão preocupados e com medo? O outro respondeu: É por que eles não têm o Pai que nós temos ou pensam que não têm.

A maior recompensa do salvo é contemplar a face daquele que nos contempla todos os dias e nos sonda. Veremos o Senhor face a face e reinaremos com ele. Ah! O seu trono jamais será abalado e nessa cidade onde vamos morar os fundamentos jamais serão destruídos!

 

Fonte: http://hernandesdiaslopes.com.br 

 


10 características de um falso profeta

Por Renato Vargens

                               

Um falso profeta é aquele que afirma falar em nome Deus, sem contudo representar a Deus ou mesmo pertencer a Ele. Além disso um falso profeta propaga ensinos antagônicos as Escrituras, tomando para si uma autoridade que não lhe pertence afirmando ser aquilo que Deus diz que Ele não é.

Jesus ao falar deles disse:

“Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos; porém a árvore má produz frutos maus. Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.” (Mateus 7:15-20)

Já Paulo escreveu:

“Rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. Porque os tais não servem a Cristo nosso Senhor, mas ao seu ventre; e com palavras suaves e lisonjas enganam os corações dos inocentes.” (Romanos 16:17-18)

Pedro disse:

“Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição.” (2 Pedro 2:1)

Isto posto, elenco 10 características de um falso profeta:

1- Um falso profeta relativiza as Escrituras. Para um falso profeta a Bíblia não é a Palavra de Deus. Para este as Escrituras são falíveis e não devem servir como plena referência para o cristão.

2- Um falso profeta fala mais em dinheiro do que em Cristo. Um falso profeta comercializa o evangelho e vende as bênçãos de Deus mediante ofertas extravagantes.

3- Um falso profeta considera sua palavra inquestionável colocando suas profecias e revelações em pé de igualdade com as Escrituras.

4- Um falso profeta anuncia, prega e proclama um evangelho absolutamente antropocêntrico.

5- Um falso profeta interpreta as Escrituras segundo a ótica do seu “próprio umbigo” relativizando o absoluto e inventando doutrinas segundo os desejos de seu coração.

6- Um falso profeta prega o evangelho da confissão positiva, negando a possibilidade do sofrimento, e anunciando um cristianismo desprovido da cruz.

7- Um falso profeta sincretiza o evangelho miscigenando a fé, introduzindo doutrinas espúrias as verdades inquestionáveis da Bíblia.

8- Um falso profeta tem sede de poder, vive pelo poder e ama o poder.

9- Um falso profeta se considera melhor do que os outros e em virtude disso, distingui-se do rebanho criando e fabricando novos títulos eclesiásticos.

10- Um falso profeta fala de Cristo, entretanto o nega, prega sobre Cristo, mas não o conhece, fala em nome do Espírito Santo, sem contudo ter sido regenerado por ele.

Pense nisso!

*Renato Vargens é pastor da Igreja Cristã da Aliança, em Niterói, no Rio de Janeiro, conferencista, escritor e colunista de revistas, jornais e diversos sites protestantes, escrevendo regularmente no blog http://renatovargens.blogspot.com. É autor do livro “Reforma Agora” (Editora Fiel).

 

Por que tanta gente segue falsos mestres?

Por Augustus Nicodemus

 

O apóstolo João teve que enfrentar esta questão quando muitos que antes haviam professado a Cristo estavam saindo das igrejas atrás de falsos mestres. Ele escreveu aos cristãos da Ásia:

“Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos profetas. Porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo. Por essa razão falam do mundo e o mundo os ouve” (1 João 4.5).

João aqui explica o sucesso daqueles mestres em arrebanhar ouvintes e seguidores: eles eram do mundo e por isto o mundo os ouvia. A humanidade sem Deus reconhece na mensagem dos falsos profetas um tom familiar e identifica-se com ela. Pensamentos satanicamente inspirados são atraentes para as mentes mundanas. O sucesso dos falsos profetas no Antigo Testamento deveu-se ao fato de que profetizavam o que o povo rebelde e mundano desejava ouvir (Jr 5.31; 29.8; Mq 2.11).

Bem profetizou o apóstolo Paulo: “Haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos” (2Tm 4.3).

Augustus Nicodemus (Facebook)

 

Fonte: http://www.ippaulinia.com.br  

 


  Formando uma consciência pura para com Deus

Texto bíblico Jó 31

Por pr. Eduardo Cadete:

Postado em 05/06/2017

                                    

Este capítulo é a conclusão final do discurso de Jó. Ele mantém sua integridade até o fim. Aqui ele a defende através de uma variedade de detalhes. Ele fala de pelo menos 12 indicações que provam que ele não era culpado, e das quais sua consciência não o condenava.

  1. Lascívia, v. 1-4
  1. Pureza interior. Antes de Mateus 5, a humanidade já sabia que a lascívia é um pecado! Jó reconhecia a espiritualidade da lei escrita em seu coração, antes mesmo de ser oficialmente entregue no Monte Sinai! Nossa sociedade, tão repleta e patrocinadora da pornografia, necessita deste ensino!
  • Pensamentos impuros: o pecado começa aqui. O que pensamos é tão importante quanto o que fazemos. O que pensamos determina nossas ações. Semeie um pensamento e você colherá uma ação, semeie uma ação e você colherá um hábito, semeie um hábito e você colherá um caráter, semeie um caráter e você colherá um destino. (Bob Gray)
  • Note a conexão entre os olhos e os pensamentos. Se você quer evitar pensamentos de lascívia, mantenha seus olhos sob vigilância. Tome a atitude prática de arrancar um olho e atirá-lo para longe. O pecado deve morrer de inanição. Thomas, 239-240.
  1. “Deus não honrará tal pecado”. Como podemos evitar o pecado e a tentação, tanto quanto possível? Temendo a Deus! Esta atitude nos preserva de pecados íntimos. Henry: “Vergonha e senso de honra podem restringi-lo de aliciar a pureza de uma virgem, mas somente a graça e o temor de Deus é que o levaria a não cometer e nem pensar em tal ação.” Como José, entenda que isso é um pecado contra Deus! V. 4 também. Assim como 1: 1, 8-9; 2: 3.
  2. Há um preço a ser pago pelo pecado, algumas vezes nesta vida, porém, nunca escaparemos de prestar contas na vida futura. Portanto, evite qualquer coisa que o leve a pecar (como a lascívia).
  1. Engano, fraude, v. 5-8
  1. – 6 Autoimprecação (clamar por castigo). “Que eu seja castigado”
  1. – 8 Note o progresso: olhos, coração, pés. *O contrário disso: nosso coração governa nossos olhos, como no verso 1.
  2. Mais Autoimprecação: “Que eu receba o mesmo tratamento.”

 

  1. Adultério, v. 9-12

Ou por ser tentado (v. 9a), ou por ser um tentador (v. 9b).

  1. Mais Autoimprecação. “Que eu receba o mesmo pagamento em troca”. Eufemismo.

O que faz alguém evitar esse pecado vergonhoso? V. 11-12 O temor de ser punido pelos juízes humanos, e muito mais por Deus. Provérbios 5 – o caminho do inferno (versus casamento feliz)

  1. Oprimir os servos, v. 13-15
  1. Injustiça
  2. “Eu tenho um Senhor!”
  3. “Todos teremos que responder a Ele.” Mais uma vez, o temor de Deus é que funciona como prevenção! Compare Efésios 6: 9.
  • Como pessoas, somos iguais diante de Deus. Ele não faz acepção de pessoas.
  • Não devemos ser altivos, nem preconceituosos, julgando pelas aparências.
  1. Falta de compaixão pelo fraco e necessitado, v. 16-23

Ex: pobres, viúvas e órfãos. Jó fora acusado deste pecado, 22: 6-9.

  1. Nenhuma destas pessoas, nessa situação, deixou de ser ajudada quando vieram a Jó. Ele lhes deu: comida (v. 17), casa (v. 18) e roupas (v. 19-20).
  • Devemos ter consideração, compaixão e generosidade pelas pessoas. (Mas aqueles que são preguiçosos e ociosos, não devem receber ajuda, 30: 1).
  1. – 22 Autoimprecação: “Se não estendi os meus braços de misericórdia, então que eles sejam destruídos.”
  1. Motivo: temor de Deus. Ele é quem nos dá todas as coisas; Ele é quem não nos coloca da posição de um necessitado.

 

  1. Ambição, v. 24-25

Cobiça. Alguns amam tanto o dinheiro, que isso se torna como uma pessoa para eles, pois falam com ele! v. 24. Ele facilmente se torna um objeto de adoração. I Timóteo 6: 17. Senso de autossuficiência e satisfação, como o rico tolo, v.25. Quantos assumem que a prosperidade terrestre lhes assegurará prosperidade celestial!

Mamom versus contentamento. 

  1. Idolatria, v. 26-28

Adorar o sol e a lua, v. 26. Coração idólatra, v. 27 (beijar a mão é uma pratica das religiões pagãs).

  1. Prevenção: temor a Deus.
  1. Vingança, v. 29-31
  • Nossa atitude para com nossos inimigos fala muito a nosso respeito. Devemos amá-los! – Mateus 5: 44. Os inimigos de Jó se regozijaram da sua destruição (30: 1, 9).
  1. “Não deixei aqueles que estavam próximos a mim me incitarem contra os meus inimigos”. Isso ocorre com freqüência!

 

  1. Falta de hospitalidade, v. 32

Outro dever Neotestamentário: Romanos 12: 12; I Pedro 4: 9; anciãos I Timóteo 3: 2; Tito 1: 8. Falhar nisso é pecado. A consciência de Jó não o condenava. E quanto a sua?

10. Conspiração, v. 33

Ex: encobrir, como Adão fazê-lo. * Todos somos naturalmente hipócritas! Como Adão, nós naturalmente culpamos alguém mais!

Note a autenticação de Gênesis 3 sobre a queda do homem.

11. Covardia, v. 34.

Capítulo 29: 17.10. 

   12. Exploração, v. 38-40

Negócios injustos. Até mesmo o uso impróprio da terra! (Comp. Tiago 5: 4)

  1. Como Acabe fez com Nabote (I Reis 21)
  2. Autoimprecação. “Que a maldição não seja perdoada pela graça.”

Parentético; V. 35-37 Desejo de um julgamento, restituição da justiça, de um veredicto. “Ter uma audiência. Estar defronte de um juiz. Deixar que o acusador trouxesse por escrito suas acusações (v. 35). Eu não tentaria ocultar estas falsas acusações, antes consideraria uma honra torná-las públicas, de tão tolas que são! (v. 36). Eu corajosamente me dirigiria ao tribunal com uma consciência limpa. Eu traria por escrito a minha própria defesa (v. 35 desejo = assinatura; confissão de inocência).”

  • A linguagem aqui me faz lembrar o evangelho! Apresentamo-nos diante de Deus como príncipes, nos aproximando com coragem. É o trono da graça! Tudo isso porque Cristo se aproximou do trono da justiça com as nossas acusações escritas contra Ele, as quais Ele realmente levou sobre os seus ombros (na forma de uma cruz) e como uma coroa (de espinhos)!
  • Como Jó nós podemos nos chegar com confiança e coragem, sabendo que ninguém pode fazer qualquer acusação contra os escolhidos de Deus! Através da justiça de Cristo, nós podemos dizer: Quem dentre vós me convence de pecado? (João 8: 46).

Observe:

  1. Toda a nossa vida deve ser vivida para Cristo. Governada pelas escrituras. Todo pensamento deve ser levado cativo a obediência de Cristo (II Coríntios 10: 5). Nenhum tempo ou ocasião dedicado ao pecado! Obediência perfeita a um Deus perfeito! Durham: “Sofra no exercício da santidade. Jó estava sob um pacto de graça, assim como você, e ainda assim quão perfeito ele era em seu caminhar.”
  2. O temor de Deus nos preserva de muitos pecados íntimos. Embora a justiça de Cristo seja a base do nosso relacionamento com Deus, ainda assim Deus recomenda aos cristãos que evitem pecados internos e externos (como em 1: 1).
  3. Pureza de coração é até aqui, outro incentivo em si mesmo para se permanecer puro: “Eu tenho até aqui seguido a Deus tão cuidadosamente…como eu poderia agora me voltar para o caminho do pecado?!”
  4. Um coração puro não deve temer nenhum exame minucioso!
  5. Há uma ocasião apropriada para limpar seu nome e defender a sua reputação. Peça a Deus que lhe dê sabedoria para isso. Assim como há uma ocasião apropriada para simplesmente deixar que Deus limpe o seu nome.

Pergunta: Jó foi muito longe ao fazer a sua autodefesa?

  1. Sim. Ele parece um tanto confiante, quase vaidoso, no vs. 35-37. (nem todos os escritores concordam com isso). Ele parece dizer: “Que venha o julgamento. Eu mais pronto do que nunca.!” Ele não iria mais tarde se lamentar por tais palavras? Eliú, nos próximos capítulos, por acaso não fará menção destas palavras? Se isto é certo, vamos tomar muito cuidado para não ir muito longe tentando nos defender, a fim de silenciar nossos críticos. (Jó paga o preço por tentar silenciá-los! Ele precisava reprovar a si mesmo!)

Vamos ser cuidadosos em não desenvolver um comportamento arrogante sobre o julgamento. Ex: “Eu o verei no dia do julgamento!”

 

Conclusão:

  1. 40b. As únicas palavras de que Jó se arrepende e confessa

 

Fonte: http://igrejabatistacasaverde.com.br 

 


O Propósito de Deus na Vida do Seu Povo                    

Gn. 37.5-11

Postado em 25/05/2017

                                              Resultado de imagem para imagens de O Propósito de Deus na Vida do Seu Povo

Int.- José foi um dos personagens mais nobres do Antigo Testamento. Foi por meio dele que a família de Jacó se transplantou para o Egito. A vida de José é uma das ilustrações bíblicas mais perfeitas da providência de Deus. Foi vendido como escravo aos dezessete anos. Aos trinta se tornou governador do Egito. Dez anos mais tarde seu pai, Jacó, entrava no Egito.

      Nós vamos aprender com a história de José, que tudo que acontece com o servo de Deus, tem um propósito de Deus. Tudo parecia conspirar contra José, parecia que ele estava perdendo, parecia que cada vez mais ele estava descendo ao fundo do poço, mas Deus tinha um propósito glorioso em tudo aquilo, com ele, com sua família e com sua nação.

      O que aconteceu com José mudou a história e a nação de Israel.

      José foi o meio de preservação da família de Jacó e da nação de Israel.

Rm. 8.28: E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto.

- Aqui no texto não está dizendo somente as coisas boas.

- Mas está dizendo: “Que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus”.

- Tanto as coisas boas, como as coisas más.

- O crente tem que procurar aceitá-las como propósito de Deus.

- E procurar buscar o que pode aprender com elas.

- José não reclamou; José não murmurou.

- José viveu esperando o melhor de Deus para a sua vida.

- Amado, da mesma forma acontece em nossa vida, na vida do crente, Deus está no controle de tudo. Muitas vezes coisas adversas acontecem em nossa vida, que nos deixam triste, ficamos pensando que Deus nos abandonou; mas não. Ele está no controle de todas as coisas, e mesmo naquela coisa adversa, Deus tem um propósito de benção para a nossa vida.

- No vale sombrio que podemos passar Deus uma luz para nos iluminar.

- No meio da tempestade que podemos enfrentar, Deus tem uma mão amiga para acalmar a tempestade.

- No terrível problema que podemos passar Deus com a sua presença nos conforta e nos guia.

I- Os Sonhos de José.

      José era filho de Jacó, também conhecido como Israel, um homem que ao longo de sua vida teve muitas experiências com o Senhor Deus, e com certeza José prestava muita atenção quando Jacó contava suas histórias, e isto teve um grande impacto em sua vida. Jacó tinha 12 filhos e José era um dos filhos mais novos, o décimo primeiro, e a Bíblia nos deixa claro que o seu pai tinha preferência por ele, fazendo dele o seu filho favorito.

- Por ser um filho de confiança, o filho preferido, José recebeu uma vestimenta especial, diferente das vestes dos irmãos, José tinha um tratamento diferenciado dos demais, Jacó via em José varias qualidades que os distinguiam dos seus irmãos.

- José cresceu neste meio familiar, diz a Palavra de Deus que seus irmãos ficaram com ódio de José devido o tratamento especial que ele recebia de seu pai.

- Mas José não era só querido pelo seu pai, ele também era um escolhido por Deus, e Deus falava com ele através de sonhos.

- José teve um sonho da parte de Deus, e é coisa linda quando recebemos revelações da parte de Deus.

  1. 7: Eis que estávamos atando molhos no meio do campo, e eis que o meu molho se levantava e também ficava em pé; e eis que os vossos molhos o rodeavam e se inclinavam ao meu molho.

- O que Deus estava mostrando para José é que ele teria um futuro brilhante, um futuro de prosperidade, de honra, e que ele seria mais importante que seus irmãos.

- Deus trabalha da maneira como quer, escolhe e capacita quem Ele quer, e José foi o escolhido por Deus, escolhido para uma grande obra.

- Confirmando o propósito de Deus José teve outro sonho, o que deixou seus irmãos ainda mais furiosos.

  1. 9: E sonhou ainda outro sonho, e o contou a seus irmãos, e disse: Eis que ainda sonhei um sonho; e eis que o sol, e a lua, e onze estrelas se inclinavam a mim.

- Amados, tem sonhos que é Deus que coloca em nossos corações, tem projetos que Deus coloca em nossas vidas, temos que aprender com José a vencer as adversidades.

- Desde os sonhos de José até a sua concretização se passaram treze anos.

- Todo sonho tem o seu tempo para se realizar.

- Se a pessoa não sair do propósito de Deus, se o crente não se distanciar de Deus, os sonhos de Deus se realizarão.

II- Os Tempos de Prova de José.

- José foi enviado por seu pai para ver como estavam os seus irmãos no campo, apascentado o rebanho.

Gn. 37.18: E viram-no de longe e, antes que chegasse a eles, conspiraram contra ele, para o matarem.

- Os seus irmãos lançaram José numa cova.

- Mas como Deus tinha um propósito na vida de José, Deus preservou a sua vida.

- Os seus irmãos o venderam para uma companhia de ismaelitas.

- Venderam José por vinte moedas de prata.

  1. 36: E os midianitas venderam-no no Egito a Potifar, eunuco de Faraó, capitão da guarda.

- Até aqui a vida de José estava sendo preservada e Deus estava no controle de todas as coisas; o fato de José ir parar na casa de Potifar no Egito teve a mão de Deus guiando esse propósito.

1- José na Casa de Potifar.

- José na casa de Potifar foi um treinamento de Deus para José.

Gn. 39.2: E o Senhor estava com José, e foi varão próspero; e estava na casa de seu Senhor egípcio.

  1. 3: Vendo, pois, o seu senhor que o Senhor estava com ele e que tudo o que ele fazia o Senhor prosperava em sua mão.
  2. 4: José achou graça aos seus olhos e servia-o; e ele o pôs sobre a sua casa e entregou na sua mão tudo o que tinha.
  3. 5: E aconteceu que, desde que o pusera sobre a sua casa e sobre tudo o que tinha, o Senhor abençoou a casa do egípcio por amor de José; e a bênção do Senhor foi sobre tudo o que tinha, na casa e no campo.

- Na casa de Potifar Deus estava preparando José para administrar quando viessem os sete anos de fartura.

- Era um período de treinamento de Deus para ele.

- Para a realização de todos os sonhos que Ele nos deu, Deus nos prepara para a sua concretização.

- José estava na escola de Deus.

2- José na Prisão.

- Com o assédio da mulher de Potifar em José, ele foi caluniado injustamente e jogado na prisão.

Gn. 39.21: O Senhor, porém, estava com José, e estendeu sobre ele a sua benignidade, e deu-lhe graça aos olhos do carcereiro-mor.

  1. 22: E o carcereiro-mor entregou na mão de José todos os presos que estavam na casa do cárcere; e ele fazia tudo o que se fazia ali.
  2. 23: E o carcereiro-mor não teve cuidado de nenhuma coisa que estava na mão dele, porquanto o Senhor estava com ele; e tudo o que ele fazia o Senhor prosperava.

- Primeira coisa: Deus estava com José também na prisão.

- Segundo: o carcereiro-mor percebeu isso e entregou a administração da prisão nas mãos de José.

- Terceiro: Tudo o que ele fazia o Senhor prosperava.

- O tempo que José passou na prisão, Deus o estava preparando para os sete anos de fome que haveria em toda a terra.

- José aprendeu a administrar no pouco como na prisão.

- Deus estava treinando José para ser o grande governador do Egito e preservar o seu povo.

- E José posteriormente entendeu isso.

- O mais importante é você enxergar Deus em meio às provas que está passando.

- O importante é você entender, que tudo que você está passando, é um meio de preparo de Deus, para se chegar a um fim de benção.

- Deus quer realizar os sonhos que Ele mesmo te deu.

Jr. 29.11: Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.

- O pensamento de Deus para o crente que o serve é pensamento de paz.

- Deus não tem pensamento de mal para conosco, mas pensamento de paz.

- O propósito de Deus é realizar os nossos sonhos, aquilo que nós esperamos.

- Todos nós esperamos um fim de benção, um fim de prosperidade, e Deus quer realizar esse sonho de cada um de nós.

- Basta nós crermos e confiarmos.

3- José Governador do Egito.

- Depois de José estar pronto chega o dia de Deus de livrar José da prisão e o elevar a governador do Egito.

- Se o copeiro tivesse se lembrado de José, ele seria apenas um servente no palácio real.

- O propósito de Deus para com José era outro, como servente ele não conseguiria livrar o seu povo; precisava ser o governador do Egito.

- O lugar que Deus tem para você é especialmente trabalhado por Ele para a sua vida.

III- Deus Tem Um Propósito de Vitória Para Cada Cristão.

Is. 55.8,9: Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor.

      Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.

- Os pensamentos de Deus são mais altos do que nossos pensamentos.

- Os pensamentos de Deus para conosco são grandes.

- Deus pensa grande a nosso respeito.

1- Daniel foi levado para Babilônia seus pais foram mortos, estava como um exilado em uma terra estranha, mas foi fiel a Deus, e Deus cumpriu o seu propósito em sua vida; foi honrado na Babilônia, foi um dos príncipes que servia a corte.

- O que é importante para o crente é aceitar o processo de Deus para chegar no propósito final.

- Quantos acabam não entendendo e desistem no meio da caminhada.

- Quantos deixam a comunhão de Deus por não entender e aceitar processo como caminho de Deus para o seu bem.

- Amados, para o vaso ser preparado o barro precisa ser amassado, moldado, levado ao forno.

- Nenhuma benção cai do céu pronta embalada em papel celofane.

- É preciso ser buscada; é preciso ser trabalhada; é preciso pagar o preço.

Conclusão: Deus vai realizar os nossos sonhos, mas tenhamos paciência, enfrentemos com coragem as adversidades, e mantenhamos firme a razão da nossa fé.

 

Fonte: http://www.adjabaquara.com.br 

 


A diferença entre o perverso e o justo

                          

1. As aparências muitas vezes enganam: as coisas nem sempre são o que parecem ser

Do lado de cá da sepultura, muitos perversos parecem felizes e prósperos e muitos justos parecem afligidos e oprimidos financeiramente. Será esta a realidade final e eterna?

Lucas 16:19-31 nos informa que do outro lado da sepultura, na eternidade, esse quadro é alterado. O mendigo é consolado, o rico atormentado.

2. As reações diferem-se: uns obedecem, outros escarnecem

Em Malaquias 3:10-12 Deus desafia o povo a entregar os dízimos e faz promessas de abrir-lhes as janelas do céu. Os justos obedecem, os perversos escarnecem. A Palavra de Deus é espada de dois gumes: propõe o caminho da vida ou da morte; oferece bênção ou maldição.

3. As sentenças finais separarão os perversos dos justos

Agora o perverso pode prosperar, pode escapar, pode parecer feliz. Mas como ele ficará no dia do juíz? Onde estará seu dinheiro? Onde estará sua aparente felicidade? Onde estará sua segurança?

Agora, o justo pode ser afligido, mas no dia final ele será recompensado por Deus, eternamente.

Vejamos quais são as diferenças entre o perverso e o justo, agora e na eternidade.

I. O PERVERSO AFRONTA A PESSOA DE DEUS – v. 13

1. Atrevimento espiritual – v. 13a

“As vossas palavras foram duras para mim, diz o Senhor”.

Algumas pessoas reagiram ao desafio e às promessas de Deus (Ml 3:10-12), com insolência, atrevimento e palavras pesadas.

Esse grupo negou que fosse verdade o que Deus disse. Eles insultaram a Deus. Tentaram colocar Deus contra a parede. Eles falaram mal de Deus. As conversas irrefletidas tinham minado a moral. A boca fala aquilo de que o coração está cheio.

O homem sempre se insurge contra Deus: A filosofia humanista no século XVIII: David Hume dizia que quem queimava um livro de Teolgia era um benemérito. Nietzche disse que Deus morreu. O livro Código Da Vinci é o mais vendido hoje no mundo. O livro mais lido hoje na França é de um filósofo ateu que escarnece de Deus.

2. Anestesiamento espiritual – v. 13b

“… mas vós dizeis: Que temos falado contra ti?”

Pior do que falar contra Deus, é fazê-lo e não se dar conta da gravidade do fato. A cauterização da consciência é um estágio ainda mais avançado da corrupção do pecado.

Os que menos se afligem com seus pecados são aqueles que mais chafurdados neles estão.

II. O PERVERSO EQUIVOCA-SE SOBRE A PROVIDÊNCIA DE DEUS – v. 14-15

1. É inútil mesmo servir a Deus? – v. 14

“Vós dizeis: Inútil é servir a Deus; que nos aproveitou termos cuidado em guardar os seus preceitos e em andar de luto diante do Senhor dos Exércitos?”

A palavra proveito normalmente já traz em si uma forte conotação de mal, mostrando que não eram sinceros no culto que prestavam ao Senhor. A sua glória e não a de Deus, era o que buscavam.

Os perversos estavam enganados: 1) Quanto a eles mesmos; 2) Quanto a Deus. Na verdade eles não guardavam os preceitos de Deus nem se quebrantavam diante de Deus. Eles estavam enganando seus próprios corações. Eles não amavam a Deus, mas a si mesmos. Eles não buscavam piedade, mas o lucro. Eles não adoravam a Deus, mas o dinheiro. Por isso, eles fizeram duas observações equivocadas:

a) Não há proveito na obediência a Deus (v. 14a)

Eles distorceram o sentido da religião. Eles fizeram da religião um negócio, uma barganha, um comércio com Deus. Eles estavam trazendo dízimos e ofertas por motivações egoístas, buscando apenas vantagens imediatas. Eles corromperam o culto.

Nós servimos a Deus não pelo que ele nos dá, mas por quem ele é. Assim fizeram os três amigos de Daniel que foram jogadas na fornalha.

Ananias e Safira contribuíram na igreja com propósitos gananciosos e foram mortos.

Simão, o mago quis comprar o poder de Deus por dinheiro. Deus quer o coração. Se o nosso coração for de Deus, o dinheiro não será o dono da nossa vida.

b) Não há benefício no quebrantamento espiritual (v.14b)

A religião deles era um negócio, uma barganha, uma negociata com Deus. O centro do culto não era Deus, mas eles mesmos.

Eles estavam se quebrantando, chorando, jejuando e não viam resultados dessa prática. Por que? É que manifestação externa de quebrantamento sem arrependimento interno, profundo, não tem valor aos olhos de Deus.

Veja Isaías 58:2-7

Veja Joel 2:12-14

Veja Mateus 23:23.

2. O perverso é feliz mesmo? – v. 15

“Ora, pois, nós reputávamos por felizes os soberbos”.

A visão deles era míope. A leitura deles estava errada. O juízo de valor que faziam sobre os ímpios estava equivocado. Eles pensaram que o sucesso segundo o mundo produz felicidade. Eles pensavam que a felicidade está no dinheiro e não em Deus.

O perverso não é feliz. Ele pode ter dinheiro, mas não felicidade. Ele pode comprar uma casa, mas não um lar. Ele pode comprar alimentos requintados, mas não apetite. Ele pode comprar os melhores planos de saúde, mas não saúde. Ele pode ter um rico funeral, mas não comprar o céu.

Para o perverso não tem paz. Quem quer ficar rico cai em muitas ciladas e afora sua alma em grande angústia.

A afirmação de que o perverso é feliz está equivocada por duas razões: 1) Nós não podemos sondar o coração do perverso; 2) Nós teremos esquecido o futuro.

3. O perverso é próspero mesmo? – v. 15b

“… também os que cometem impiedade prosperam”.

A prosperidade do ímpio sempre foi uma questão que afligiu o povo de Deus. Jó lidou com essa tensão (capítulo 21). Asafe enfrentou esse problema (Salmo 73).

Esse problema é atual. A prosperidade de pessoas desonestas é flagrante. A corrupção está no DNA da Nação. As pessoas que trabalham com honestidade, muitas vezes sofrem, enquanto aqueles que subornam e corrompem crescem. Estamos assistindo com tristeza o profundo poço de lama nas CPI’s .

Mas a prosperidade do ímpio não é sinal de segurança.

A prosperidade do ímpio não é sinal de felicidade.

A prosperidade do ímpio não é sinal do agrado de Deus. Devemos considerar algumas coisas:

a) Deus merece o nosso amor pelo que é e não pelo que pode nos dar

b) A situação presente é transitória

c) A nossa recompensa está no céu.

4. O perverso que tenta a Deus escapa mesmo? – v. 15c

“… sim, eles tentam ao Senhor e escapam”.

O juízo de Deus parece tardio – Nem sempre Deus acerta conta com o perverso no instante da sua transgressão. Às vezes parece que Deus está dormindo (Sl 73:20), porém quando Deus se desperta, ele destrói os infiéis (Sl 73:27). Não é verdade que o perverso escapa ileso. A queda de Adão, o dilúvio, Somoda e Gomorra, o cativeiro de Israel revelam que Deus não deixa impune o perverso.

Asafe diz: “Certamente tu os pões em lugares escorregadios, tu os lanças para a ruína. Como caem na desolação num momento! Ficam totalmente consumidos de terrores” (Sl 78:18,19).

Deus entrega o perverso a si mesmo (Rm 1:24,26,28).

O juízo de Deus é inexorável – Os perversos não escaparão do juízo de Deus: “Pois eis que vem o dia e arde como fornalha; todos os soberbos e todos os que cometem perversidades serão como o restolho; o dia que vem os abrasará, diz o Senhor dos Exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo” (Ml 4:1).

III. O JUSTO TEM UMA RELAÇÃO CERTA COM DEUS MESMO NA ADVERSIDADE – v. 16

1. O justo é intimamente piedoso – v. 16c

“… e para os que se lembram do seu nome”.

O perverso só se lembra do Senhor para falar-lhe palavras pesadas, mas o justo lembra-se de Deus para deleitar-se nele, refugiar-se nele e viver para o seu agrado.

A meditação do justo o leva para a intimidade de Deus, enquanto os pensamentos do perverso o afastam de Deus.

2. O justo é pessoalmente sincero – v. 16a

“Então, os que temiam ao Senhor […] havia um memorial escrito diante dele para os que temem ao Senhor”.

O justo tem reverência por Deus. Eles são leais e verdadeiros em sua fé. O temor a Deus é a fonte secreto, o poder íntimo da vida santa.

3. O justo é abertamente encorajador do próximo – v. 16b

“… falavam uns aos outros…”.

O justo não apenas anda com Deus, mas encoraja outros também a andar. Ele não é apenas receptáculo, mas canal. Ele não é apenas abençoado, mas abençoador.

Precisamos fortalecer uns aos outros em tempos de crise e apostasia. O verdadeiro vencedor é aquele que encoraja outros a vencerem com ele (Davi encoraja o exército de Saul a vencer).

A melhor vitória é aquela que compartilhamos com outros. Exemplo: A olímpiada dos deficientes físicos em Seaton.

IV. O JUSTO SERÁ RECOMPENSADO POR DEUS NO JUÍZO – v. 16-18

1. Deus ouve sua conversação – v. 16

“… O Senhor atentava e ouvia…”.

O justo em vez de falar contra Deus como o perverso, ele fala de Deus aos irmãos.

Deus escuta nossas palavras. Deus valoriza nossas palavras. Deus dá importância ao que fazemos e falamos. No dia do juízo nossas palavras nos justificarão ou nos condenarão.

Deus está atento ao que acontece com você. Ele sabe quem é você, o que está acontecendo com você, onde você está, o que você deve fazer, e para onde você deve ir.

2. Deus relembra suas obras – v. 16

“… havia um memorial escrito diante dele para os que temem ao Senhor”.

Os monarcas terrenos recordavam as obras e relembravam os nomes de seus servos fiéis. De igual forma, o Senhor dos senhores, guarda em seu livro um memorial do seu povo. Até um copo de água fria que você der a alguém em nome de Cristo não ficará sem recompensa (Mc 9:41).

Os que a muitos conduzir à justiça, brilhará com o sol no firmamento (Dn 12:2).

Aqueles que têm seu nome no livro da vida, têm grande alegria e entrarão na cidade de Deus.

3. Deus os poupará como filhos amados – v. 17

“… poupá-los-ei como um homem poupa a seu filho que o serve”.

Se nós que somos maus, amamos nossos filhos e damos boas dádivas aos nossos filhos, quanto mais Deus! Ele já nos deu Jesus e nos com ele todas as demais coisas (Rm 8:32).

Salmo 103:13: “Como um pai se compadece dos seus filhos, assim o Senhor se compadece dos que o temem”.

Enquanto os perversos serão como restolhos lançados na fornalha, os justos receberão um novo corpo, um novo nome, uma nova pátria, serão vestidos de branco, coroados, recebidos no Reino, para reinarem com Cristo eternamente.

Seremos poupados de toda dor, sofrimento, lágrimas, luto e morte.

4. Deus os recompensará no juízo – v. 17

“Eles serão para mim particular tesouro, naquele dia que preparei, diz o Senhor dos Exércitos”.

Você é o tesouro de Deus, a herança de Deus, a menina dos olhos de Deus, a delícia de Deus. Deus se delicia em você. Ele tem todo o seu prazer em você.

Naquele dia, enquanto os perversos vão perecer eternamente (Mt 25:46), nós seremos a particular tesouro de Deus.

Enquanto a Grande Meretriz será lançada no lago do fogo, nós como Noiva do Cordeiro, entraremos para as bodas. Enquanto a Grande Babilônica entra em colapso, a Nova Jerusalém desce do céu.

Enquanto os perversos enfrentarão os tormentos do inferno, os justos estarão no Seio de Abraão (Lc 16:19-31).

Enquanto os perversos ressuscitam para o juízo, os justos ressuscitam para a vida eterna.

Enquanto os perversos serão lançados no lago do fogo, os justos, cujos nomes estão no livro da vida, entrarão no céu.

Enquanto os perversos ouvirarão: “Apartai-vos”, os justos ouvirão: “Vinde benditos de meu Pai, entrai na posse do Reino”. Naquele dia ficará provado que é falsa a acusação de Malaquias 2:17: “… qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do Senhor, e desses é que ele se agrada”.

 

Quando eu era mais jovem me perguntava: com quem devo namorar? Ou seria melhor só ficar? Que curso escolher? Ou seria melhor nem estudar? Onde devo ir morar quando adulto ficar? Ou seria melhor com a mamãe continuar?

Conforme fui me tornando mais velho os questionamentos mudaram, mas não deixei de realizar perguntas, pois enquanto tivermos vida aqui nesse mundo teremos que realizar escolhas.

A questão é que nós sabemos que a vida neste mundo é uma espécie de estrada com duas mãos. Uma delas nos leva ao destino certo e a outra a perdição. Ou seja, se não escolhermos certo, corremos o risco de sofrermos as consequências negativas de nossas escolhas.

Antes de tomarmos qualquer decisão, temos que analisar bem as opções que nos são apresentadas. Para uns a solução estará em livros de autoajuda. Outros buscarão as videntes que dizem ter o futuro de antemão. E os cristãos buscam na Bíblia a direção, pois sabem que a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável ao homem.

Em Romanos 12.1 Paulo nos mostra como fazer a vontade de Deus por meio de quatro simples atitudes.

Fazemos a vontade de Deus por meio do nosso serviço

O culto que Paulo trata aqui é o da palavra grega “latreia” que significa “serviço”. Mas Paulo não está tratando do ativismo vivido pelas igrejas contemporâneas. Igrejas ocupadas com tantas atividades e eventos eclesiásticos que não sabem mais o que é cultuar a Deus.

Quando eu era um adolescente, por exemplo, passava quase 10 horas por semana envolvido em atividades das mais diversas na igreja que iam desde celebrar os cultos matinais e noturnos do domingo, frequentar algumas reuniões de oração na quarta, ensaios do coral na sexta, escola bíblica e união de adolescentes no domingo.

Todo esse “serviço” não é algo ruim, mas esse ativismo eclesiástico tem destorcido o real significado da palavra usada por Paulo neste texto. Ele estava tratando dos atos específicos de louvor dirigidos a Deus.

Por não cultuarmos a Deus só aos domingos ou no templo, Deus requer  de nós mais do que o nosso ativismo dominical. Ele quer as nossas 24 horas e sete dias na semana em completa adoração.

Jesus deixou isso de forma clara para a mulher samaritana ao dizer que à hora, local ou estilo não era o que importava. O que realmente importa é o motivo que nos leva a adorá-Lo. Ou seja, não é o onde ou como, mas a razão pela qual cultuamos.

Fazemos a vontade de Deus por meio do culto autentico

Por conta disso Paulo diz que devemos servir a Deus de forma racional, em outras palavras, autêntica. O serviço deve ser feito de forma racional, um culto em reconhecimento de quem é Deus verdadeiramente. Querer cultuar a Deus sem conhecê-Lo e reconhecê-Lo é pura insensatez e ilógico.

Cultos onde as pessoas passam a maior parte do tempo em êxtase ou em transe, não é culto a Deus. Pastores que pregam em línguas estranhas não estão cultuando a Deus. Tudo em um culto tem que ser claro.

Precisamos cultuar a Deus de forma autentica como foi no passado. Em um sermão de Jonathan Edwards, “Pecadores nas mãos de um Deus irado”, conforme era explicado quem é Deus as pessoas ali presentes viram de forma tão clara o juízo de Deus e a ira de Deus contra o pecado, que entraram em profunda angústia de alma. Esta compreensão foi tão clara, que era como se eles estivessem vendo diante de seus olhos o próprio inferno aberto, pronto para tragar as almas dos ímpios.

O cristão, diz Edwards, “não apenas crê racionalmente que Deus é glorioso, mas tem em seu coração o senso da majestade de Deus”. Ou seja, em um verdadeiro avivamento todos conhecem a Cristo de forma racional e logo muitos são despertados de forma espiritual.

Fazemos a vontade de Deus por meio de sacrifícios vivos

Quando lemos os textos do Antigo Testamento observamos os mais diversos tipos de sacrifícios. Deus exigia estes sacrifícios para que as pessoas pudessem receber o perdão de seus pecados. O sacrifício de cordeiros fez um papel muito importante na vida religiosa dos judeus e no seu sistema de sacrifícios.

Por que, então, não oferecemos mais sacrifícios de animais nos dias de hoje? O sacrifício de animais terminou com a morte de Jesus Cristo. João Batista se referiu a Jesus como o “Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo” em João 1.29, um sacrifício perfeito e definitivo pelo pecado.

Mas se o sacrifício já foi realizado por Jesus Cristo, porque Paulo diz aos crentes em Roma para oferecerem seus próprios corpos em sacrifício a Deus? O sacrifício pode ser definido como qualquer coisa consagrada e oferecida a Deus, e não necessariamente a morte de um ser.

Nos sacrificamos quando nos consagramos e entregamos os nossos desejos, sonhos e planos a Deus. O sacrifício vivo é melhor entendido quando o comparamos com um casamento, por exemplo. Quem é casado sabe que sem sacrifício e renúncia um casal não consegue permanecer junto por muito tempo. O casamento bem sucedido é aquele onde os cônjuges dedicam a vida a agradar o outro, sem egoísmo.

Este mesmo egoísmo não pode destruir o nosso relacionamento com Deus. Devemos entregar as nossas vidas de forma incondicional sem jamais pensarmos e nos divorciar de Deus.

Fazemos a vontade de Deus por meio de sacrifícios santos

Deus já nos mostrou por meio da Bíblia todos os seus planos ao homem, mas a nossa natureza ainda não nos deixa entender as coisas divinas. Por isso Paulo nos diz para sermos santos, pois a santificação nos aproxima do Espírito Santo de Deus que é aquele que nos auxilia a compreender a Palavra de Deus. Mas como nos santificamos?

Primeiro, medite e obedecer à palavra de Deus.

“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para o meu caminho” (Salmos 119.105)

Moises ensinou a Josué a meditar e obedecer à palavra de Deus, com isso foi conduzido por Deus e não por si próprio. A sua fidelidade a palavra de Deus foi o motivo do sucesso das grandes vitórias da nação israelitas. O segredo destas conquistas foi em seguir os planos de Deus.

Segundo, tenha uma vida de oração

“Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.” (Tiago 1.5-6)

Eu tinha sempre o habito de orar só em momentos difíceis ou quando precisava muito de uma resposta. Mas na verdade precisamos orar muito quando tudo esta bem para entendermos com antecedência as vontades de Deus. Martinho Lutero dizia que quanto mais atividades ele tinha a realizar durante o dia, mais tempo ele se dedicava em oração para não tomar decisões erradas.

Terceiro, esculte conselhos de cristãos maduros

“O caminho do insensato aos seus próprios olhos parece reto, mas o sábio dá ouvidos aos conselhos.” (Provérbios 12. 15)

Quais são as suas influencias? O que ou quem tem te influenciado a sua vida? O salmista afirma que feliz é aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores e nem se assenta com os zombadores. Ao contrário sua satisfação está na lei do Senhor.

Conclusão

Às vezes agimos como animais selvagens, pensando que temos o direito e autoridade sobre as nossas vidas para fazer o que bem entendermos sem nos deixar ser dominados por Deus. Mas quando nos metemos em apuros pedimos por ajuda. O problema é que as vezes pode ser tarde demais.

Porém saiba que se pedirmos por direção a Deus ele nos guiará pela boa, perfeita e agradável vontade de nosso Senhor e salvador Jesus Cristo. Boa, pois Deus é bom e tudo que escolhemos que não vem de Deus e mal. Perfeita, pois Deus é perfeito e fazer escolhas fora dos planos de Deus e imperfeito. Agradável, pois tudo que escolhemos segundo a direção de Deus é certo.

 

Fonte: http://hernandesdiaslopes.com.br 

 



Deus faz surgir vida no vale de ossos secos

                                                                                                                                            Ezequiel 37.1-14       

Por  Pr. Marcelo Aguiar 

Postado em 09/05/2017

                             Resultado de imagem para imagens sobre o vale de ossos secos

Você já se sentiu como um osso seco? Os contemporâneos de Ezequiel, sim. Exilados na Babilônia, eles diziam uns para os outros: “Os nossos ossos secaram-se, e pereceu a nossa esperança; estamos de todo cortados” (v.11). Então, o Senhor concedeu ao profeta uma visão que acabou se transformando no trecho mais famoso do seu livro.

Graciliano Ramos também escreveu um livro famoso, intitulado “Vidas Secas”. Era isso que os ossos vistos por Ezequiel representavam, é isso o que eles representam: vidas secas. Quando você se sente exaurido – como os judeus no cativeiro, e como os ossos da visão – o que deve fazer?

 

SAIBA QUE DEUS ESTÁ CIENTE DE TUDO (VS. 1,2)

O Senhor levou Ezequiel até um vale cheio de ossos secos. Ninguém conhecia a existência daquele vale. Apenas o Senhor. Esse fato nos lembra o fato de que podemos esconder tudo de todos, menos de Deus.

Sua situação não é desconhecida. Quando estamos secos por dentro, Deus sabe! Porém, o Senhor vai além: não apenas sabe que nos sentimos mal, mas também sabe por que estamos assim.

Certo jardineiro aguardava com ansiedade a abertura de um botão, mas a flor nunca desabrochou. Abrindo as pétalas, ele descobriu o motivo: um verme estava devorando o coração da flor. E quanto a você? O que está devorando a sua alma? O que está roubando a sua paz?

 

ACREDITE QUE DEUS PODE AGIR EM SUA VIDA (V. 3)

Quando Deus fez a pergunta: “Filho do homem, poderão reviver esses ossos?”, Ezequiel preferiu dar uma resposta cautelosa: “Senhor Deus, tu o sabes”. Particularmente, eu preferiria que o profeta tivesse sido mais ousado e respondido com um veemente “sim”. Mas pelo menos ele demonstrou mais fé do que os outros judeus (v.11).

O que essa parte da visão esclarece é que, para fazer uma obra, o Senhor espera pela nossa demonstração de fé. Ele nos desafia. Quer que acreditemos nele, que desçamos do muro, que nos comprometamos. Saiba: na sua restauração, Deus vai entrar com a maior parte. Mas você precisa entrar com a fé!

 

BUSQUE AUXÍLIO NA PALAVRA DO SENHOR (V. 4)

“Ossos secos, ouvi a Palavra do Senhor”, foi a mensagem que marcou o ponto de virada na visão. Quando estamos em dificuldade, devemos nos voltar para a Palavra do Senhor. Deus cria através da Palavra (Gn 1.3), cura através da Palavra (Sl 107.20), salva através da Palavra (Jo 1.14). Se você for às Escrituras, encontrará recursos para resistir e triunfar.

O salmista escreveu: “A minha alma se consome de tristeza; fortalece-me segundo a tua palavra” (Sl 119.28). E acrescentou: “Isto é a minha consolação na minha angústia, que a tua promessa me vivifica” (Sl 119.50).

O grande pregador Charles Spurgeon declarou uma vez: “Nenhuma língua toca as profundezas de minha natureza como a Palavra de Deus, e nenhuma outra produz calma tão profunda dentro do meu espírito. Prefiro-a a todas as forças da natureza, pois a Palavra de Deus é a fonte de todo o poder do universo. Suaviza minha memória, ilumina minha esperança, estimula minha imaginação, dirige meu juízo, comanda minha vontade e anima meu coração”.

“Ossos secos, ouvi a Palavra do Senhor!”. Deus está falando com você!

 

VALORIZE A COMUNHÃO FRATERNAL (VS. 7,8)

Para que o milagre acontecesse, os ossos tiveram que se unir. Ezequiel disse: “Enquanto eu profetizava, houve um ruído; e eis que se fez um rebuliço, e os ossos se achegaram, osso ao seu osso” (v. 7). Este é um detalhe importante da visão: para que os ossos revivessem, eles primeiro tiveram que se juntar. A lição é clara: reavivamento exige comunhão.

Neste vale de ossos secos que chamamos de vida, cada um de nós é parceiro de lutas e vitórias. E o Senhor deseja nos restaurar em meio aos relacionamentos que constituímos. Isso acontece particularmente no seio da família e da igreja, as duas instituições criadas pelo Senhor.

Não é fácil para nós, como ossos, nos achegarmos a outros homens-ossos. Não temos dificuldade em abraçar algo fofinho, cheinho e macio… mas muitas vezes quem está perto de nós nos parece um osso seco: duro, cheio de pontas e de asperezas!

Veja: se pagarmos o preço da comunhão a vitória virá. A família e a igreja são recursos preciosos na nossa restauração. Não admira que o diabo tente nos afastar de ambas. Na visão de Ezequiel, os ossos se procuraram e se uniram. E depois vieram os nervos, a carne e a pele, e os cobriram. O milagre estava acontecendo. Mas ainda faltava algo muito importante…

 

SEJA DEPENDENTE DO ESPÍRITO SANTO (VS. 9,10)

Quando chegamos ao verso 9, não encontramos mais esqueletos, e sim cadáveres. Os corpos estão completos e perfeitos. Entretanto, continuam deitados sobre a face do vale. É que ainda não possuem vida. Então, o Espírito de Deus veio e assoprou sobre os mortos. Em seguida, “o fôlego da vida entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército grande em extremo” (v. 10).

A profecia chega ao fim lembrando-nos que é o Espírito Santo quem nos põe de pé. Sem a ação do Senhor, podemos ter o melhor preparo, as melhores intenções, e nos esforçar ao máximo. Seremos, porém, como aqueles cadáveres no vale. Estaremos completos, mas não teremos poder.

“Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos exércitos” (Zc 4.6). Você tem tentado mudar as situações confiando nos seus próprios esforços ou agindo na dependência de Deus? Você tem tentado fazer as coisas do seu jeito ou do jeito de Deus?

O melhor carro do mundo não sai do lugar se não tiver combustível. O mesmo pode ser dito a respeito das pessoas. Por isso, Paulo escreveu: “A nossa capacidade vem de Deus” (2 Co 3.5). Sublinhe essa passagem em sua Bíblia. Releia-a com frequência. Acredite nela. Coloque-a em prática.

 

VS. 12-14

Ossos secos, ouçam a Palavra do Senhor! Há uma promessa para vocês! O Todo-poderoso falou: “Eis que eu vos abrirei as vossas sepulturas, sim, das vossas sepulturas vos farei sair” (v. 12). “E porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra; e sabereis que eu, o Senhor, o falei e o cumpri, diz o Senhor” (v.14).

Deus dá vida a ossos secos! Ele tem uma promessa de restauração para você. Ele espera que você busque-o e entregue-se. Creia, e o mais ele fará.

 

Fonte: http://ibmatadapraia.org.br   

 


           Você pode receber a Cura interior

 “O sacrifício aceitável a Deus é o espírito quebrantado; ao coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus” (Salmo 51.17).

Por Pr. Marcelo Aguiar

Postado em 27/04/2017

                                   CURA INTERIOR

                                                                                      Imagem nsrainha.com.br

 

O que é cura interior?

De um modo simples e resumido, podemos dizer que é a cura dos males do coração. E esses males podem assumir muitas formas: solidão, ira, culpa, depressão, mágoa, medo, angústia, decepção, ansiedade, inferioridade, amargura, rejeição…

Charles Spurgeon escreveu: “A mente pode desabar muito mais profundamente do que o corpo, pois nela há poços sem fundo. A carne pode suportar apenas um certo número de feridas e não mais, mas a alma pode sangrar de dez mil maneiras, e morrer repetidas vezes a cada hora”.

O coração é aquilo que temos de mais íntimo e importante. Por isso o Livro de Provérbios nos alerta: “Guarda com toda a diligência o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4.23). Acontece que o coração é, também, o que temos de mais frágil. A letra de uma antiga música do Grupo Rebanhão dizia: “Dentro de você bate um coração pequenininho e frágil feito bolha de sabão; que está cansado de tempestade, vulcões, de muitos invernos e poucos verões.”

Do coração procedem as saídas da vida. O coração pode ser ferido, e pode sofrer de mil formas. Quando o nosso coração é atingido, isso se reflete em toda a nossa vida.

 

  • QUANDO O CORAÇÃO É FERIDO

Em sua fragilidade e vulnerabilidade, o coração é machucado: pela vida, pelos outros, por nós mesmos… e então, o que acontece?

Toda vez que o nosso ser interior é ferido, surge um sentimento e um pensamento. Essa dupla nem sempre é clara ou consciente, mas está sempre lá. O sentimento nos assombra, e tentamos evitar que ele se repita. O pensamento busca nos socorrer e evitar que nos machuquemos de novo, mas pode acabar nos prejudicando.

Vamos considerar alguns exemplos:

  1. a) Uma professora nos constrange na sala de aula. Sentimentos: vergonha, impotência, frustração. Pensamentos: “O mundo não é um lugar seguro”, “eu não sou inteligente”, “é melhor ficar calado”.
  2. b) Um cônjuge nos trai ou abandona. Sentimentos: tristeza, desamparo, revolta. Pensamentos: “As pessoas não são confiáveis”, “eu não sou desejável”, “é melhor ficar sozinho”.
  3. c) Enfrentamos uma doença ou acidente grave. Sentimentos: medo, vulnerabilidade, insegurança. Pensamentos: “A vida é muito perigosa”, “eu não tenho como me defender”, “é melhor ficar encolhido”.

Existem alguns fatores que podem fazer com que as feridas nos marquem mais profundamente. Por exemplo: quando os golpes nos atingem quando ainda somos jovens; quando os golpes que nos atingem são especialmente fortes; ou quando os mesmos golpes se repetem muitas vezes. Nesses casos as marcas são mais profundas e duradouras.

Talvez seja a hora de procurarmos, na nossa própria vida, experiências que nos tenham marcado negativamente, tenham elas acontecido há muito ou pouco tempo. Também será produtivo se buscarmos identificar os sentimentos e pensamentos que, tendo sido gerados por essas experiências, até hoje sobrevivem em nós.

Muitas vezes a dupla “sentimento-pensamento” age em nossa vida de modo imperceptível, afetando o nosso estado de humor, prejudicando os nossos relacionamentos e sabotando as nossas realizações.

A essa altura, alguns poderiam argumentar se a conversão não traria, automaticamente, solução para tudo isso. Afinal, não somos novas criaturas? Mas o fato é que trazemos feridas, antigas ou novas, que precisam de tratamento. Alguém pode até mesmo estar bem espiritualmente e mal emocionalmente. Embora essas duas dimensões interajam, e seja até difícil delimitar onde termina uma e começa a outra, elas não são exatamente iguais.

Então, a pergunta que devemos fazer é: como alcançar a cura interior? Vamos tentar descobrir a resposta estudando os casos de dois personagens bíblicos que, partindo de situações bastante parecidas, chegaram a destinos bem diferentes.

 

3) JEFTÉ E O CASO DO FILHO REJEITADO

“Era, então, Jefté, o gileadita, homem valoroso, porém filho de uma prostituta; Gileade era o pai dele. Também a mulher de Gileade lhe deu filhos; quando os filhos desta eram já grandes, expulsaram a Jefté e lhe disseram: Não herdarás na casa de nosso pai, porque és filho de outra mulher. Então Jefté fugiu de diante de seus irmãos e habitou na terra de Tobe, e homens levianos juntaram-se a Jefté e saíam com ele” (Juízes 11.1-3).

Jefté foi um dos juízes de Israel. Homem nobre, grande líder, com direito a um lugar na galeria dos heróis da fé do capítulo 11 de Hebreus. Mas foi, também, um filho indesejado. Seu pai era um homem influente e sua mãe era uma prostituta, o que significa que o seu nascimento não estava nos planos de nenhum dos dois. Jefté foi rejeitado pela sua família e expulso pelos seus conterrâneos.

Quando alguém lhe diz que você não tem valor, que opções você tem? A princípio, duas. Você pode aceitar o veredito ou tentar provar o contrário. Jefté experimentou os dois caminhos.

No primeiro momento, a Bíblia diz que Jefté fugiu. Ele foi para a terra de Tobe, tornou-se um bandoleiro, deu vazão à revolta. Vestiu a carapuça do fracassado! A escritura diz que “o coração conhece a sua própria amargura, e o estranho não participa da sua alegria” (Provérbios 14.10). Esse é um texto que se aplica a muitos “Jeftés”…

Em um segundo momento, Jefté tentou provar seu valor. Uma guerra entre os gileaditas e os amonitas fez com que seus antigos conterrâneos fossem buscar a sua ajuda, e ele enxergou naquela circunstância uma oportunidade de se tornar juiz. Para isso, precisaria vencer o exército inimigo. “E Jefté fez um voto ao Senhor, dizendo: Se tu me entregares na mão os amonitas, qualquer que, saindo da porta da minha casa, me vier ao encontro, quando eu, vitorioso, voltar dos amonitas, esse será do Senhor; eu o oferecerei em holocausto” (Juízes 11.30,31). Ele de fato venceu a guerra, mas a pessoa que saiu para encontrá-lo foi sua filha única, a qual, em sua ignorância, ele ofereceu em sacrifício.

Jefté foi um personagem trágico. Ele vendeu a própria felicidade pelo sucesso. Morreu apenas seis anos depois de sacrificar a filha, provavelmente de desgosto.

O que a história de Jefté nos ensina é: quer aceitemos o diagnóstico falso que nos impuseram, quer vivamos para provar que ele estava errado, nos perderemos de nós mesmos. Se quisermos alcançar a cura interior, teremos que encontrar um terceiro caminho. E é aí que a história de Davi pode nos ajudar.

 

4) DAVI E O CASO DO FILHO ESQUECIDO

Quando Davi faz a sua estréia nas Escrituras, está em situação semelhante à de Jefté. Ele nasceu em uma cidade pequena, sua família tinha pouca importância, e seu pai não pensava nele. Certo dia, o profeta Samuel chegou a Belém, convidou Jessé a participar de um sacrifício, e lhe pediu que trouxesse os seus filhos com ele.  “Assim, fez passar Jessé a sete de seus filhos diante de Samuel; porém Samuel disse a Jessé: O Senhor não escolheu a nenhum destes. Disse mais Samuel a Jessé: São estes todos os teus filhos? Respondeu Jessé: Ainda falta o menor, que está apascentando as ovelhas. Disse, pois, Samuel a Jessé: Manda trazê-lo, porquanto não nos sentaremos até que ele venha aqui” (1 Samuel 16.10,11).

Davi não parece ter sido muito valorizado por seu pai, e as coisas não foram melhores com seus irmãos. Ao visitá-los no campo de batalha, obedecendo a uma ordem paterna, ouviu seu irmão mais velho dizer-lhe: “Por que desceste aqui, e a quem deixaste aquelas poucas ovelhas no deserto? Eu conheço a tua presunção e a maldade do teu coração” (1 Samuel 17.28). Isso foi só o começo. Na verdade, a vida de Davi sempre foi marcada por rejeições, injustiças, julgamentos precipitados, críticas, acusações e até maldições.

Então, o que nos perguntamos é: por que Davi não se perdeu ao longo do caminho? Por que não se entregou ao sentimento de inferioridade, à depressão, à ansiedade, à amargura de alma ou ao endeusamento do sucesso? Por que se tornou um indivíduo saudável, conhecido como “o homem segundo o coração de Deus”? Como ele recebeu a cura interior?

A princípio, não é fácil encontrar uma resposta para essas perguntas. Mas é aí que nos deparamos com uma grande vantagem: Davi escreveu vários salmos! Ali ele deixou por escrito os seus sentimentos e os seus pensamentos. Então, se lermos os salmos de Davi acharemos dicas preciosas: não apenas para conhecer o segredo da saúde espiritual e emocional de Davi, mas também para alcançar essa saúde em nossas próprias vidas.

Você está pronto para começar?

 

5) A RECEITA DE CURA INTERIOR DE DAVI

a) Davi acreditou que havia sido desejado por Deus. Ele escreveu: “Eu te louvarei porque de um modo tão admirável e maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e esmeradamente tecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram a minha substância ainda informe, e no teu livro foram escritos os dias, sim, todos os dias que foram ordenados para mim, quando ainda não havia nenhum deles” (Salmo 139.14-16). Davi entendeu que nenhuma gravidez é indesejada, porque antes de sermos concebidos no ventre de nossa mãe, fomos concebidos no coração de Deus.

b) Davi acreditou que havia sido criado por Deus como um ser único e especial. Ele disse ao Senhor: “Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites? Contudo, pouco abaixo de Deus o fizeste; de glória e de honra o coroaste” (Salmo 8.3-5). Davi entendeu que somos criaturas de grande valor e dignidade, modeladas artesanalmente pelas mãos do Criador. E no caso dos que foram resgatados pelo sangue de Cristo, esse valor se torna ainda maior.

c) Davi acreditou que com o auxílio de Deus poderia realizar grandes coisas. Ele escreveu: “Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e ele tudo fará” (Salmo 37.4,5). Não importa o que aconteceu, ou o que esteja para acontecer. O Senhor está no controle. Ele faz com que tudo coopere para o bem daqueles que o amam. Para usar outra expressão de Davi, “em Deus faremos proezas” (Salmo 60.12).

d) Davi decidiu derramar a sua alma perante Deus. Ele escreveu: “Com a minha voz clamo ao Senhor; com a minha voz ao Senhor suplico. Derramo perante ele a minha queixa; diante dele exponho a minha tribulação” (Salmo 142.1,2). Este é apenas um dos numerosos salmos em que encontramos Davi, nas horas difíceis, buscando a ajuda do Senhor e dizendo-lhe como se sentia. Como seremos abençoados se seguirmos esse exemplo! Se for para chorar, que choremos ao pé da cruz!

e) Davi decidiu acreditar no socorro do Senhor. Essas são as suas palavras: “Os justos clamam, e o Senhor os ouve; e os livra de todas as suas angústias. Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito. Muitas são as aflições do justo, mas de todas elas o Senhor os livra” (Salmo 34.17-19). Há um lugar todo especial no coração do Senhor para aqueles que têm os seus corações feridos.

f) Davi decidiu que, naquilo em que não pudesse entender Deus, iria confiar nele. É de sua autoria esse pequeno poema: “Senhor, o meu coração não é soberbo, nem os meus olhos são altivos. Não me ocupo de assuntos grandes e maravilhosos demais para mim. Pelo contrário, tenho feito acalmar e sossegar a minha alma. Qual criança desmamada sobre o seio de sua mãe, qual criança desmamada está a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no Senhor, desde agora e para sempre” (Salmo 131.1-3). Pedimos tantas coisas a Deus… e ele só nos pede uma coisa: que confiemos nele! Nem sempre isso é fácil. Mas Davi decidiu que seguiria esse caminho, e isso fez toda a diferença em sua vida.

 

Creio que o Senhor tem uma provisão de cura para os nossos corações. Como escreveu Basileia Schilink: “Os doentes e sofredores são os favoritos de Deus”.

Podemos receber dessa provisão, agora, pela fé. Podemos dizer ao Senhor onde está doendo, e pedir-lhe que limpe as nossas feridas. Talvez isso nos traga um pouco de medo a princípio. Mas é algo extremamente necessário e libertador.

Traumas, medos, culpas, decepções, perdas, abandonos, incompreensões… tudo isso pode comprometer a saúde do nosso coração. E uma vez que é dele que procedem as fontes da vida, torna-se vital reencontrarmos a saúde. Podemos ir ao Médico dos médicos na certeza de que ele nos receberá e tratará. Davi descobriu isso. Ele escreveu: “O sacrifício aceitável a Deus é o espírito quebrantado; ao coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus” (Salmo 51.17).

 

Fonte: http://ibmatadapraia.org.br  

 


Perseverança Em Meio as Provações e Desânimo

 

 
  Hb. 12.1-11    
 

  Postado em 23/04/2017

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Int.- O escritor aos hebreus era um cristão com muita experiência de fé, ele olhava para o capítulo anterior e dizia: “Nós que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta”.

- O escritor aos hebreus não manda o crente parar em meio as suas lutas e provações.

- Mas manda o crente ir em frente, correr, com paciência, a carreira que está proposta.

- Mas uma coisa importante ele diz aqui: “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé”.

- Não olhar para os problemas, não olhar para as lutas, não olhar para fulano e nem para beltrano, mas olhar para Jesus.

- O nosso modelo é Jesus, o nosso referencial é Jesus, é dele que vem a nossa vitória.

V. 3: Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos.

- Aqui fala: “Considerai”.

- Quer dizer: Jesus aguentou, Jesus suportou, Jesus resistiu.

- Para que nós não enfraqueçamos, desfalecendo em nossos ânimos.

- Provas e lutas todo crente passa em sua vida de fé.

Jo. 16.33: Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.

- Jesus está dizendo que no mundo teríamos aflições.

- Mas Jesus diz: “Tende bom ânimo; eu venci o mundo”.

- Jesus é a garantia da nossa vitória nesse mundo.

- Como Ele venceu o mundo, nós também venceremos.

- Como cristão podemos passar por provas que são correções de Deus para a nossa vida.

V. 6: Porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho.

- Deus faz isso para nos consertar e nos levar para o céu.

- Tudo isso porque Ele nos ama e não quer que nós nos percamos.

V. 7: Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?

I- O Cristão Precisa Ser Perseverante Em Meio ao Desânimo.

V. 3: Para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos.

      O desânimo é caracterizado por um profundo abatimento que domina todo o ser de uma pessoa.

- O desânimo começa exatamente na alma, no mais profundo provocando desalento, imobilismo e inércia.

- O desânimo manifesta-se pela falta de coragem, e desejo de agir, de fazer o que precisa ser feito.

- Desânimo é a falta de ação.

- A pessoa deixa de praticar a ação.

- Ela, aos poucos, vai se entregando ao abatimento.

A) Algumas Verdades Sobre o Desânimo:

- O desânimo rouba a alegria de viver.

- O desânimo elimina as boas motivações.

- O desânimo apaga a luz do entusiasmo.

- O desânimo faz desaparecer o sorriso.

- O desânimo adoece e debilita a alma.

- Ele afeta negativamente a saúde física.

- O desânimo, é gêmeo do fracasso.

- O desânimo pode ser vencido totalmente.

      O Senhor Jesus cura o crente do desânimo.

Mt. 9.2: E Jesus, vendo a fé deles, disse ao paralítico: Filho, tem bom ânimo; perdoados são os teus pecados.

- O Senhor Jesus curou totalmente este paralitico nas três dimensões de que é formado o ser humano: corpo, alma e espírito.

- A pior doença que estava matando o paralítico era o desânimo.

- Foi esta enfermidade na alma que o Senhor Jesus primeiramente tratou.

Mt. 9.22: E Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Tem ânimo, filha, a tua fé te salvou. E imediatamente a mulher ficou sã.

- A virtude que havia em Jesus curou a mulher do fluxo de sangue.

- O Senhor Jesus volta-se para os desanimados.

- O Senhor vê e conhece as pessoas enfermas.

- O Senhor Jesus ministra a cura pela Palavra.

- Um ótimo remédio de Jesus: tem bom ânimo.

- Um resultado imediato, ficou sã.

- A mulher voltou liberta para a sua casa.

- Muitas vezes o cristão pode sentir um cansaço na sua alma.

- Muitas vezes o desânimo pode abater a sua vida.

- Mas Deus sempre vai falar conosco na sua Palavra: Tende bom ânimo.

Mt. 14.27: Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tende bom ânimo, sou eu; não temais.

- O Senhor sempre fala na sua Palavra: Não temas.

      A Medicina Bíblica Para a Cura do Desânimo:

- Tenha certeza da presença de Deus em sua vida.

- Proclame os grandes feitos do Senhor.

- Esforça-te e receba fortalecimento.

Sl. 31.24: Esforçai-vos, e ele fortalecerá o vosso coração, vós todos os que esperais no Senhor.

- Nunca feche o canal da oração.

- Anime-se no poder ilimitado do nome do Senhor.

- Expulse o desânimo com a arma do Louvor.

- Glorifique ao Senhor em todo o tempo.

- Anime alguém e receba ânimo.

- Adore ao Senhor nos momentos difíceis.

Hb. 11.33,34: Os quais, pela fé, venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões.

      Apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos.

- Aqui fala: “Da fraqueza tiram forças”.

a) Aqui fala de Abraão que saiu de Ur dos Caldeus e foi para uma terra sem saber para onde ia.

b) Fala de José que sofreu a inveja dos seus irmãos e foi vendido como escravo, passou momentos difíceis mas se esforçou em Deus e venceu.

c) Fala de Jó que passou uma tremenda provação onde perdeu todos os seus filhos e todos os seus bens, mas manteve a sua fidelidade em Deus.

d) Fala de Davi que foi escolhido por Deus, mas por inveja de Saul, foi perseguido e ameaçado de morte, sofreu, mas se esforçou em Deus e venceu.

Pv. 24.10: Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena.

II- Os Efeitos da Provação do Crente.

- Podemos tirar grandes lições das provações que passamos na vida.

a) A Prova do Crente vai Produzir Paciência.

Tg. 1.3: Sabendo que a prova da vossa fé obra a paciência.

b) O Senhor Livra o Crente Piedoso da Provação.

II Pe. 2.9: Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos e reservar os injustos para o dia de juízo, para serem castigados.

c) A Provação Produz Alegria e Paz no Coração do Crente.

Hb. 12.11: E, na verdade, toda correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacifico de justiça nos exercitados por ela.

- Parece até difícil de entender, mas o efeito da provação enviada por Deus ao crente é alegria e paz.

d) A Provação Amadurece o Crente na Fé.

- Com as provações o crente ganha mais experiências na sua vida de fé.

- Os desertos da vida leva o crente a grandes experiências.

- São nas provações que o crente cresce, que o crente amadurece.

Jó 42. 5: Com o ouvir dos meus ouvidos, ouvi, mas agora te veem os meus olhos.

- São as provações que fazem o crente crescer.

- Moisés se preparou para liderar o povo hebreu nos quarenta anos de jornada, quando passou quarenta anos de provações no deserto.

- José se preparou para ser o governador do Egito, quando passou a provação na casa de Potifar e também na prisão.

- Davi se preparou para ser o rei de Israel, quando passou a provação na caverna de Adulão liderando quatrocentos marginais.

- Toda provação que nos vem da parte de Deus, sempre nos preparará para algo que Deus tem para a nossa vida.

Conclusão:

      Não deixe a provação nem o desânimo te abater, mas tome como impulso de algo grande que Deus tem a fazer em tua vida.

      Provações e desânimos vem para todos, mas somente aqueles que perseveram e confiam no Senhor, alcançam a vitória.

Is. 40.31: Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão

Perseverança Em Meio as Provações e Desânimo

 13/09/2016 

 
  Hb. 12.1-11    
 

 

Int.- O escritor aos hebreus era um cristão com muita experiência de fé, ele olhava para o capítulo anterior e dizia: “Nós que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta”.

- O escritor aos hebreus não manda o crente parar em meio as suas lutas e provações.

- Mas manda o crente ir em frente, correr, com paciência, a carreira que está proposta.

- Mas uma coisa importante ele diz aqui: “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé”.

- Não olhar para os problemas, não olhar para as lutas, não olhar para fulano e nem para beltrano, mas olhar para Jesus.

- O nosso modelo é Jesus, o nosso referencial é Jesus, é dele que vem a nossa vitória.

V. 3: Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos.

- Aqui fala: “Considerai”.

- Quer dizer: Jesus aguentou, Jesus suportou, Jesus resistiu.

- Para que nós não enfraqueçamos, desfalecendo em nossos ânimos.

- Provas e lutas todo crente passa em sua vida de fé.

Jo. 16.33: Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.

- Jesus está dizendo que no mundo teríamos aflições.

- Mas Jesus diz: “Tende bom ânimo; eu venci o mundo”.

- Jesus é a garantia da nossa vitória nesse mundo.

- Como Ele venceu o mundo, nós também venceremos.

- Como cristão podemos passar por provas que são correções de Deus para a nossa vida.

V. 6: Porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho.

- Deus faz isso para nos consertar e nos levar para o céu.

- Tudo isso porque Ele nos ama e não quer que nós nos percamos.

V. 7: Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?

I- O Cristão Precisa Ser Perseverante Em Meio ao Desânimo.

V. 3: Para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos.

      O desânimo é caracterizado por um profundo abatimento que domina todo o ser de uma pessoa.

- O desânimo começa exatamente na alma, no mais profundo provocando desalento, imobilismo e inércia.

- O desânimo manifesta-se pela falta de coragem, e desejo de agir, de fazer o que precisa ser feito.

- Desânimo é a falta de ação.

- A pessoa deixa de praticar a ação.

- Ela, aos poucos, vai se entregando ao abatimento.

A) Algumas Verdades Sobre o Desânimo:

- O desânimo rouba a alegria de viver.

- O desânimo elimina as boas motivações.

- O desânimo apaga a luz do entusiasmo.

- O desânimo faz desaparecer o sorriso.

- O desânimo adoece e debilita a alma.

- Ele afeta negativamente a saúde física.

- O desânimo, é gêmeo do fracasso.

- O desânimo pode ser vencido totalmente.

      O Senhor Jesus cura o crente do desânimo.

Mt. 9.2: E Jesus, vendo a fé deles, disse ao paralítico: Filho, tem bom ânimo; perdoados são os teus pecados.

- O Senhor Jesus curou totalmente este paralitico nas três dimensões de que é formado o ser humano: corpo, alma e espírito.

- A pior doença que estava matando o paralítico era o desânimo.

- Foi esta enfermidade na alma que o Senhor Jesus primeiramente tratou.

Mt. 9.22: E Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Tem ânimo, filha, a tua fé te salvou. E imediatamente a mulher ficou sã.

- A virtude que havia em Jesus curou a mulher do fluxo de sangue.

- O Senhor Jesus volta-se para os desanimados.

- O Senhor vê e conhece as pessoas enfermas.

- O Senhor Jesus ministra a cura pela Palavra.

- Um ótimo remédio de Jesus: tem bom ânimo.

- Um resultado imediato, ficou sã.

- A mulher voltou liberta para a sua casa.

- Muitas vezes o cristão pode sentir um cansaço na sua alma.

- Muitas vezes o desânimo pode abater a sua vida.

- Mas Deus sempre vai falar conosco na sua Palavra: Tende bom ânimo.

Mt. 14.27: Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tende bom ânimo, sou eu; não temais.

- O Senhor sempre fala na sua Palavra: Não temas.

      A Medicina Bíblica Para a Cura do Desânimo:

- Tenha certeza da presença de Deus em sua vida.

- Proclame os grandes feitos do Senhor.

- Esforça-te e receba fortalecimento.

Sl. 31.24: Esforçai-vos, e ele fortalecerá o vosso coração, vós todos os que esperais no Senhor.

- Nunca feche o canal da oração.

- Anime-se no poder ilimitado do nome do Senhor.

- Expulse o desânimo com a arma do Louvor.

- Glorifique ao Senhor em todo o tempo.

- Anime alguém e receba ânimo.

- Adore ao Senhor nos momentos difíceis.

Hb. 11.33,34: Os quais, pela fé, venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões.

      Apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos.

- Aqui fala: “Da fraqueza tiram forças”.

a) Aqui fala de Abraão que saiu de Ur dos Caldeus e foi para uma terra sem saber para onde ia.

b) Fala de José que sofreu a inveja dos seus irmãos e foi vendido como escravo, passou momentos difíceis mas se esforçou em Deus e venceu.

c) Fala de Jó que passou uma tremenda provação onde perdeu todos os seus filhos e todos os seus bens, mas manteve a sua fidelidade em Deus.

d) Fala de Davi que foi escolhido por Deus, mas por inveja de Saul, foi perseguido e ameaçado de morte, sofreu, mas se esforçou em Deus e venceu.

Pv. 24.10: Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena.

II- Os Efeitos da Provação do Crente.

- Podemos tirar grandes lições das provações que passamos na vida.

a) A Prova do Crente vai Produzir Paciência.

Tg. 1.3: Sabendo que a prova da vossa fé obra a paciência.

b) O Senhor Livra o Crente Piedoso da Provação.

II Pe. 2.9: Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos e reservar os injustos para o dia de juízo, para serem castigados.

c) A Provação Produz Alegria e Paz no Coração do Crente.

Hb. 12.11: E, na verdade, toda correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacifico de justiça nos exercitados por ela.

- Parece até difícil de entender, mas o efeito da provação enviada por Deus ao crente é alegria e paz.

d) A Provação Amadurece o Crente na Fé.

- Com as provações o crente ganha mais experiências na sua vida de fé.

- Os desertos da vida leva o crente a grandes experiências.

- São nas provações que o crente cresce, que o crente amadurece.

Jó 42. 5: Com o ouvir dos meus ouvidos, ouvi, mas agora te veem os meus olhos.

- São as provações que fazem o crente crescer.

- Moisés se preparou para liderar o povo hebreu nos quarenta anos de jornada, quando passou quarenta anos de provações no deserto.

- José se preparou para ser o governador do Egito, quando passou a provação na casa de Potifar e também na prisão.

- Davi se preparou para ser o rei de Israel, quando passou a provação na caverna de Adulão liderando quatrocentos marginais.

- Toda provação que nos vem da parte de Deus, sempre nos preparará para algo que Deus tem para a nossa vida.

Conclusão:

      Não deixe a provação nem o desânimo te abater, mas tome como impulso de algo grande que Deus tem a fazer em tua vida.

      Provações e desânimos vem para todos, mas somente aqueles que perseveram e confiam no Senhor, alcançam a vitória.

Is. 40.31: Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão.

 

 Fonte: http://www.adjabaquara.com.br 

 

 


          Qual o poder que há na cruz? 

"Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem;mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus” 
(I Co 1:18)

Postado em 06/04/2017

                              Resultado de imagem para imagens de o poder da cruz

Não importa como ela for exibida, seja até mesmo como jóia ou como pichação, a cruz é universalmente reconhecida como símbolo do cristianismo. O próprio formato, embora concebido por pagãos cruéis para punir criminosos, tem se tornado sagrado e misteriosamente imbuído de propriedades mágicas, alimentando a ilusão de que a própria exibição da cruz, de alguma forma, garante proteção divina. Milhões, por superstição, levam uma cruz pendurada ao pescoço ou a tem em suas casas, ou fazem "o sinal da cruz" para repelir o mal e afugentar demônios. Os demônios temem a Cristo, não uma cruz; e qualquer um que não foi crucificado juntamente com Ele, exibe a cruz em vão.

  1. O poder da cruz não reside na sua exibição, mas sim na sua pregação; e essa mensagem nada tem a ver com o formato peculiar da cruz, e sim com a morte de Cristo sobre ela (I Co 1.18; Rm 1.16).

  2. Cristo tinha que ser crucificado para cumprir a profecia relacionada à forma de morte do Messias (Sl 22; Hb 9.22; Lv 17.11).

  3. A cruz revela a maldade do homem e o amor de Deus. Enquanto o homem fazia o pior, Deus respondia com amor, se entregando, carregando nossos pecados e recebendo o castigo que nós justamente merecíamos (Fp 2.8).

  4. A cruz prova que existe perdão para o pior dos pecados. Quando Cristo, o perfeito homem, sem pecado e amado de seu Pai, tomou nosso lugar, o juízo de Deus caiu sobre Ele em toda sua fúria. Nossa redenção aconteceu porque Ele foi ferido por Jeová e "sua alma foi dada como oferta pelo pecado" (Is 53.10; Is 53.6; 1 Pe 2.24).

  5. A cruz é o lugar onde nós morremos em Cristo. O evangelho foi concebido para fazer com o “eu” aquilo que a cruz fazia com aqueles que nela eram postos: matar completamente, pois apenas mortos podem ser ressuscitados. (Gl 6.14; Rm 6.11).

  6. Cristo foi crucificado de uma vez por todas, em pagamento completo por nossos pecados. Por isso, a imagem do crucifixo é uma afronta ao Evangelho. Cristo não pode ser visto constantemente pregado numa cruz. Ele ressuscitou! O foco da nossa fé não deve estar no sofrimento físico de Jesus, mas na sua vitória sobre a morte (Hb 10:12).

Existe um significado abençoado da cruz que nos dá certeza da salvação: Cristo jamais precisará ser novamente crucificado; nem os que "foram crucificados com Cristo" ser "descrucificados" e aí "recrucificados"! Cristo declarou: “Está consumado!” Que segurança para o presente e para toda a eternidade!

 

"Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem;
mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus” 
(I Co 1:18)

 

Fonte: http://terceirabatista.org.br  

 


DEUS, O CRIADOR DE TUDO, TAMBÉM CRIOU O PECADO?

Isaias 45-7 – “…Eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor faço todas estas coisas”.

Por Pr Waldir Ferro

Postado em 24/03/2017 

                                     

Alguns versículos da Bíblia, tais como este, tomados em separado do seu contexto, podem gerar grande confusão.  Eles parecem dizer algo muito diferente de tudo aquilo que estamos acostumados a ouvir e, então eis que surge uma “nova doutrina” (heresia).

Na verdade, é preciso ler a passagem toda e entender o que, para quem e por que aquilo está sendo dito.

1- Em Isaías 45.7, Deus está falando profeticamente ao rei Persa, chamado Ciro, que viria a ser usado por Ele para libertação de Israel (veja vv 1 a 4).

Deus lhe fala que Ele, o Deus de Israel (que Ciro não conhecia) era o Deus Todo Poderoso. Não era como os falsos deuses persas (que eram conhecidos e adorados por Ciro). Na sua grande religião nacional, os Persas adoravam a duas divindades gêmeas: Ormuz (ou, Ahura Mazda) – “o bom espírito ou deus da luz” e Arimã – “o mau espírito criador das trevas ou deus das trevas”. Assim, eles tinham uma forma de doutrina onde todas as forças do universo se mantinham em equilíbrio pela ação de forças idênticas do bem e do mal. Essa mesma crença existe em muitas religiões orientais e hoje estão em voga, infiltrada no meio de muitas das seitas pseudo-cristãs. O que Deus mostra aqui em Sua Palavra, é que só Ele é Deus – “fora de mim, não há Deus” – (v. 5). Em outra versão, esse versículo aparece de forma ainda mais esclarecedora como: “Eu sou o Senhor, semrival, não existe outro Deus além de mim. Ele é o criador e Senhor de todas as coisas. Satanás ou qualquer outro, não é Deus. Ele é o único Deus verdadeiro. Todos os outros deuses são falsos porque são criaturas (seres criados), sejam os astros, animais, imagens ou os anjos decaídos com Lúcifer (os demônios) que se apresentam como deuses.

2- Quanto a esse Deus verdadeiro ter “criado o mal e as trevas” como diz o texto, vamos por mais uma dose de pimenta nisto com outra passagem interessante e que suscita o mesmo tipo de dúvida: “E o Espírito do Senhor se retirou de Saul; e atormentava-o um espírito mau da parte do Senhor” – (1 Samuel 16.14). Acredito que as duas passagens dão o mesmo sentido: Em Isaías, podemos pensar no sentido de que Deus é, então, o culpado pelo pecado, uma vez que foi Ele quem “criou o mal e as trevas”. No texto de Samuel, poderíamos dizer que as más ações de Saul foram resultado de ele ter sido “possuído por um espírito mau” e que, pior que isto, esse espírito mau vem de Deus. Isso contrasta com tudo que normalmente ouvimos sobre a pessoa de Deus: Que Ele é amor, é Luz, etc. De fato, é isto que nos diz a Bíblia:

“E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que [Deus é luz], e nele não há trevas nenhumas”. (I João 1.5);

E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. [Deus é amor]; e quem permanece em amor, permanece em Deus, e Deus nele”. (I João 4.16).

Como pode ser, então, que esse Deus tenha um espírito mau para possuir a Saul ou tenha gerado o mau e as trevas no mundo? Com toda certeza, este não é o sentido do texto. Deus não queria mostrar a Ciro que Ele era um Deus mau, mas sim a Sua Onipotência. Assim, Ele está dizendo que é o Criador e Senhor sobre todas as coisas, mas, não que criou o pecado. Nós erramos ao entender que esse “mal e trevas” mencionados se refiram ao pecado. Deus não criou o pecado! Afinal, “Nele não há trevas nenhumas”! O mal e as trevas a que aqui se faz referência indicam, sem dúvida, os castigos do Senhor, que recairão sobre os filhos rebeldes da desobediência. O raciocínio do v. 7 é complementado pelos seguintes. Na verdade, ao lermos até o final do capítulo, veremos que Deus fala sobre o Seu Poder de salvar (livramento de Israel) bem como de condenar os rebeldes (v. 24). Mas, especialmente nos vv. 8 e 9, Ele proclama claramente isto. O mesmo Deus que formou a luz (Gen. 1.3) e faz a paz , (produz salvação – veja Lucas 1.79 e Romanos 5.1) é aquele que cria as trevas e o mal (derrama ou faz chover a Sua Justiça sobre os que contendem com o Criador – veja Atos 2.20, Ap. 11.18 e 19.15). O mal e as trevas de que Deus fala, são as conseqüências do pecado e tem como origem a Rebelião de criaturas de Deus (anjos e homens).

 

“Ninguém, sendo tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele a ninguém tenta. Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência; então a concupiscência, havendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.

 Não vos enganeis, meus amados irmãos. Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação”.

Tiago 1.13-17


IMPEDIMENTOS NA CAMINHADA CRISTÃ
Hebreus 6:9-12

Por Pr Zaru Cassiano

                                                   Resultado de imagem para imagens de caminhada jornada cristã

A mensagem principal da Carta aos Hebreus, é apresentar a pessoa real de Cristo. Como aquele que deve ser nossa aspiração, é constância na caminhada da vida cristã.

O escritor tem por finalidade incentivar os cristãos da época, diante das perseguições, e dificuldade presentes no seu dia a dia. Não era um tempo fácil era preciso muita vontade determinação e fé. Diante dessa dura realidade muitos estavam desistindo da vida com Cristo. Outros esfriando voltando a vida de pecado de outrora.

Hoje em dia também não é difícil encontrarmos desistência, afastamento, frieza, desânimo nas Igrejas. Basta olharmos para o rol de membros das Igrejas. Que tristeza?

Quantos irmãos que a caminhada com Cristo durou pouco tempo?

Quantos que esfriaram na fé com decorrer do tempo?

Quantos perderam o entusiasmo do primeiro amor?

Precisamos tomar cuidado para não ocorrer no mesmo erro que precederam a vida de muitos que corriam com Cristo hoje não correm mais. Foram levados pela multidão e permitira que o diabo roubasse o que tinham de mais precioso a fé em Cristo.

É necessário que tenhamos uma compreensão correta do que é verdadeiramente viver para Deus, descobrir o propósito do contrário difícil mente seremos chegaremos até ao final em fidelidade e firmeza na fé.

É de nosso conhecimento essa afirmação; “a vida cristã não é fácil, o caminho estreito e difícil de seguir, o cristianismo não é para qualquer um, é preciso ter uma disposição gigantesca para servir a Deus”

Nesta passagem podemos fazer algumas considerações, o contexto e os acontecimentos desde o capítulo 5:11 o escritor nos chama atenção; para perigo presentes na vida cristã, que os irmãos não estava atentos. Que  no entanto pode nos levar ao fracasso.

Podemos aprender  com o texto lições e práticas, vamos considerar apenas três:

1) NEM SEMPRE TEMOS TIDO ZELO IMPRESCINDÍVEL A VIDA CRISTÃ.

Podemos constatar esse perigo na vida muitos cristãos. Depois que recebem a Cristo acomoda-se. Por essa razão não estão atentos ao grande perigo aque estão se expondo.

Notamos que não existe uma preocupação por parte dos cristãos quanto a ter   zelo na vida cristã. Não adianta negar que essa tem sido uma grande falha, damos brecha ao fracasso na carreira cristã.

O escritor adverte os cristão do seu tempo, ao considerar  e convencer que coisa boas está ligada a salvação. O falar dele era realçar que devemos atentar aquilo que pode tirar o brilho da nossa vida com Cristo.

Falta zelo quanto:

  1. Leitura da Palavra o prazer de meditar, nosso tempo disponível é ocupado com coisas banais nem vou citar a TV. Com isso crente enfraquecido na fé, sem firmeza para enfrentar o inimigo.
  2. Oração diária e constante, tempo de oração o fundamento da vida com Deus. Crente que não gasta tempo em oração é candidato ao fracasso e desânimo. Trocamos o poder pelo lazer
  3. Testemunho vivo e alegre
  4. Na comunhão com os irmãos, sinal reciproco de que amamos a Deus, Jesus disse em João 14:21.
  5. Nas atividades da Igreja. Esquecemos que a Igreja existe para nossa participação, tempo de compartilhar com os irmãos gasta.
  6. No companheirismo da vida cristã, não temos o prazer de visitar una a outros.
  7. Cultivar uma vida de quebrantamento diante de Deus.

 Precisamos mudar o rumo do nosso foco, em trocar o sagrado pelo profano, em deixar de zelar mais pelas nossas coisas materiais do pela nossa própria vida com Deus.

O grande erro que temos cometido através da história cristã, e não percebemos que se faz necessário, vivermos um zelo extremado a vida com Deus.
Devemos nos espelhar nos mulçumanos, embora considerassem sua prática de fé contrária a nossa, mas devemos admitir que eles vivem um zelo que cada um de nós precisava viver.

Se não tivermos zelo não chegaremos a lugar algum, nem jamais poderemos afirmar como Paulo, completei a carreira e guardei a fé.

2) NEM SEMPRE CONSIDERO QUE SOU EU O DEPENDENTE, NÃO DEUS.

Nosso comportamento revela muitas que temos a pretensão de viver dessa forma. Quantos assim pensaram não pode existir outro caminho, a não ser a derrota. Somos exortados a viver uma constância dependência de Deus demonstrando firmeza em nossa vocação.

Poucos conseguem chegar a firmeza até o final da vida em Cristo. Porque vivem como se Deus dependesse deles. Na realidade a grande maioria serve a Deus com essa concepção. Os pastores e líderes vivem apelando para que os irmãos estejam sempre presentes nos trabalhos, que eles devem saber que são muito importantes diante de Deus. Passamos uma visão até parece que é Deus o dependente de nós para tudo, não nós que devemos sentir o privilégio de servi-lo.

  1. O centro da vida cristã, não é mais Jesus, sim o homem, os papeis e lugares estão inversos. Homem que dá ordem agora. Ordena a Deus e obriga a Deus em dar o melhor, curar, enriquecer e tudo mais......
  2. Deus precisa contar com sua vida, já não e mais eu que preciso contar com a graça, com a misericórdia de Deus, tudo mudou
  3. Deus depende do meu talento, toco bem, canto bem, quantos viraram estrelas, sem brilho e claro, sentem que nada pode ser realizado sem sua presença.
  4. Parece que Deus precisa dos meus favores, me sinto muito importante para depender Dele. Quantos vivem com essa concepção.
  5. Não existe realização alguma sem a total dependência do Senhor.
  6. Jesus falou que sem Ele nada podemos fazer.

Portanto se quisermos caminhar sem correr o risco de fracassar, temos que viver de forma clara e distinta, que somos eternos dependentes do Senhor.

Para manter o mesmo entusiasmo a mesma diligência, na vida com Cristo,  é preciso observar nossa vulnerabilidade.

Como é triste ver um cristão que perdeu a doçura e o brilho da vida com Cristo.

Começa agir com estranheza e frieza indiferença as coisas de Deus.

Devemos seguir o exemplo de Daniel, que manteve a mesma determinação em Deus, José que não negou sua fé e compromisso. João que acabou seus últimos dias exilados por causa de Cristo.

Foram homens que tiveram suas vidas em total dependência de Deus, jamais se afastaram em circunstância alguma.

Meu irmão viva esta verdade bíblica, jamais vai experimentar uma vida cristã pela metade.

3) NEM SEMPRE TEMOS POR  REFERÊNCIA OS EXEMPLOS POSITIVOS, SIM OS NEGATIVOS.

Não podemos negar esse tem sido o problema espiritual na vida de várias pessoas, chegando a ponto de abandonar sua fé. Sem contar que essa arama diabólica tem sido eficaz.

Já notou como é fácil chegar a essa conclusão. Todo tipo de questionamento por causa dos maus exemplos. Nem um aplauso para o bom exemplo. Valorizamos demais aquilo que deve ser ignorado, coisas que ao seu tempo nada acrescenta na vida.

Na Igreja tudo é motivo para concentrar naquilo que é negativo, mas nunca agrademos pelos exemplos positivos dos irmãos qualidades como:

  1. Vida de dedicação a Cristo.
  2. Vida de testemunho que contagia
  3. Vida de compromisso
  4. Vida de firmeza na fé e constância
  5. Vida que encontramos companherismo
  6. Vida que têm uma longa caminhada na fé
  7. Vida que revela um amor na Igreja
  8. Vida experimentada por Deus.
  9. Vida cheia do Espírito Santo

 Esses devem ser o nosso exemplo, que nos motiva a trilhar mesmo caminho. Quantas pessoas que interrompe a caminhado com Deus por causa dos maus exemplos.

Os discípulos não escolheram Judas que um exemplo negativo para cristianismo. Seguram a João e Pedro.

Paulo não se envergonhou do Evangelho por causa de seus dois companheiros que amou o século, mudaram de rumo.

Na Igreja valorizamos por demais as coisas negativas, isso é um grande impedimento na vida para que fiquem concentrados nessas coisas.

Muitas vezes somos abençoados pela vida irmão e não valorizamos, mas um deslize do outro já é o suficiente para abandonar a fé.

O tempo é de pedir a Deus que nos conduz pela sua graça, que nos fixamos no olhar e valorizamos pessoas que são bênção em nossas Igrejas, não as que nunca nem querem compromisso.

Vida cristã é firmeza individual, compromisso levado a sério não pode permitir que terceiros coloquem entre eu e Jesus.

“Entre minha vida  e Jesus somente está cruz que me salvou. Entre eu e meu irmão está graça que transformou para poder caminhar juntos nunca atrapalhar”

Para sobreviver na vida cristã é necessário, olharmos para os exemplos de vida, que a bíblia enaltece. Ter como modelo aquelas pessoas que descobriu na vida que o viver é Cristo, e que procuram viver com dignidade o cristianismo. Do contrário corremos o risco de fracassar, e perder o rumo onde devemos chega, a presença do Pai.

Portanto meus irmãos sabemos que a vida cristã não é fácil. Fica mais difícil quando não observamos esses perigos presentes. Que sutilmente quer nos desviar da nossa vocação em Cristo. Sejamos vencedores. Amém!

 

 

Fonte: http://www.estudodabiblia.com.br

 


 

 

            AS MULHERES NO REINO DE DEUS

Lucas 8.1-3

                                   Resultado de imagem para imagens grupo de mulheres cristãs

Historicamente, as mulheres sempre ocuparam o segundo plano em qualquer sociedade. Até o século XX, todas as sociedades, com raras exceções, foram lideradas por homens. A partir do início do século passado, em países de tradição cristã, a situação começou a mudar. Hoje, em países democráticos, a mulher chega ao cargo de presidente ou chefe de governo. Vejamos de que forma Jesus agiu, na implantação do seu Reino de Deus, em relação às mulheres. Isto encontra-se em Lucas 8.1-3. O v. 1 diz que Jesus ia às cidades e vilas proclamando as boas novas (evangelho) do Reino de Deus. Jesus era trabalhador na sua pregação do evangelho. Ia de cidade em cidade, a pé, cumprir sua missão. Viera para pregar o evangelho e implantar o Reino de Deus e fez isto de forma determinada e sistemática. Ele não fazia distinção entre cidades grandes e vilas: onde houvesse gente carente do amor de Deus, ele ia pregar. O que era esta proclamação acerca do Reino de Deus por Jesus? Era a boa notícia de que Deus, o Rei, na pessoa do próprio Jesus, vem chamar os homens a participar do seu reino de forma voluntária. Somente por Jesus Cristo, nós temos condições de servir verdadeiramente a Deus e usufruir dos privilégios de seu reinado.

Jesus poderia fazer esta proclamação sozinho, mas não quis. O seu desejo é que os homens participem da pregação do evangelho. Por isso, levou os doze apóstolos e os treinou. Jesus sabia que teria de voltar para o Pai em breve e quis deixar um grupo preparado para dar continuidade à sua obra. Isto é visão estratégica, amor pela obra e chamado à cooperação. Mas, o inusitado de Jesus está no v. 2, onde se diz que, junto com os doze, algumas mulheres faziam parte desta tropa de Jesus. Vamos ao contexto histórico de Israel daquela época: um mestre judeu jamais ensinaria uma mulher, porque eles achavam as mulheres indignas e incapazes de aprender seus ensinamentos. Um mestre judeu considerava uma vergonha ser abordado por uma mulher. Jesus, que era considerado um mestre, não só ensinava mulheres (ex.: mulher samaritana, Maria aos pés de Jesus enquanto Marta trabalhava) como chamou e/ou permitiu que elas fizessem parte do seu grupo de proclamação do evangelho do Reino de Deus. Leitor: Jesus foi revolucionário para sua época em relação às mulheres. Ele deliberadamente quebrou várias regras sociais para colocar a mulher no mesmo nível que os homens. Preste atenção: para Jesus, as mulheres tanto podiam aprender do evangelho como ser pregadoras dele.

As mulheres que seguiam Jesus tinham recebido algum tipo de bênção da parte dele. Lucas nos diz que algumas tinham sido curadas de espíritos malignos e doenças. Estas bênçãos podem ter sido dadas, não a elas individualmente, mas a algum membro da família. A verdade é que seguiam Jesus por gratidão e por sentirem-se valorizadas por ele. Algumas delas, que formavam a caravana de Jesus, são citadas (v. 3): Maria Madalena o seguia desde que espíritos malignos foram expulsos dela pelo Senhor, Joana era uma mulher importante na sociedade, pois era esposa do administrador do rei Herodes e Susana. Se estas três mulheres são citadas por Lucas pelo nome é porque elas eram bem conhecidas da comunidade cristã quando Lucas escreveu seu evangelho, aproximadamente no ano 60 d. C. Ou seja, trinta anos depois destes eventos, estas mulheres continuavam proclamando o evangelho do Reino! Mas haviam outras mulheres, segundo Lucas. Outra novidade de Jesus: como a caravana era grande e, aonde iam, precisavam comprar alimentos, então o grupo era sustentado financeiramente por mulheres que tinham melhor condição. Vejam que o sustento financeiro para realizar a obra de Deus é algo tão normal que Jesus utilizava-se disto para seu grupo.

 

 

Fonte http://www.batistas.com/portal-antigo  

 

 

 

 

 


                                               Sobre o Arrependimento

Por John Welsh (genro do reformador escocês John Knox. Dele são as palavras: “Senhor, dá-me filhos espirituais senão morro!”, e não de John Knox, conforme muitos lhe atribuem.)

“Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos; e tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer.” (Apo 2.2,3)

Qual foi o testemunho que os pastores e a igreja de Éfeso tinham recebido da boca do Senhor, nesta carta enviada do Céu a ela pela mão de João? Ouviram isto primeiro: as suas obras de fé. De onde poderão vir as boas obras, senão da fé? E se qualquer coisa no mundo faz o trabalho do homem, a fé vai fazer ele trabalhar, pois ela tem um tal poder, que nada pode resistir a ela; porque a fé é derramada pelo Filho Unigênito de Deus descendo do céu na alma de um pobre pecador, e de seu sangue flui vida para uma alma morta. A fé levanta um homem do inferno para o céu. A fé abre os olhos dos cegos, e dá audição aos surdos, solta a língua dos mudos, e dá a mão para os coxos, e o homem que anda nas trevas, e no vale da sombra da morte, a fé traz para a luz, e faz ele andar diante do Senhor. Ao homem que era surdo e mudo, a fé faz com que ele ouça a palavra de Deus, e fale a língua da Canaã celestial. O homem que não tinha nem os pés, nem as mãos, a fé fez com que ele fizesse as obras de Deus diligentemente. Qual é a coisa que a fé não vai fazer um homem se dispor a fazer?

A próxima coisa que o Senhor elogia neles, foi, então, o trabalho e a perseverança no amor, porque quem trabalhará fielmente se não tiver amor? Porque o amor de Cristo deve lhe constranger a ser diligente, e não desmaiar no trabalho de Deus, ou então você ou eu, nunca faríamos esse trabalho fiel e diligentemente, por isso ele elogia a sua paciência, porque esperavam por uma coroa de infinita glória, que sabiam estar reservada para eles, e para todos aqueles que sofrem perseguição por causa do nome de Jesus. Além disso, ele elogia o seu zelo, por terem se indignado com o mal que não podia ser tolerado por eles em qualquer pessoa.

Gostaria de ter todos vocês recebendo este louvor do Senhor, vocês têm sua palavra, e são seus servos, e sua própria consciência deve lhes levar a dar testemunho aqui na terra, e que possam mostrar o seu testemunho no grande dia da Sua volta.

Poderiam vocês ter uma mão para se agarrar a Cristo, e uma boca para comer sua carne e beber seu sangue diariamente, e um estômago para digeri-lo para que pudessem se alimentar dele, e viver pela fé? Eu daria tudo para ter esse amor, que pode fazer com que trabalhemos tanto de manhã quanto à noite, e durante o dia todo, mas eu sei que todos não irão conseguir sempre essas coisas; mas eu quisera que vocês que são os Seus santos, tivessem, pelo menos, para que todos pudessem vê-las impressas na tábua dos seus corações e escritas com letras grandes, para que todos pudessem lê-las.

E, por último de tudo, eu gostaria que isso lhes fosse dado por Deus, que sua consciência possa lhes recordar desta fé viva e salvadora, que pode justificá-los diante dos homens e dos anjos um dia, e que vocês obtenham este testemunho do Senhor, que vocês trabalhem e não desfaleçam; que guardem pacientemente, esperando continuamente, esperando todos os dias a vinda do Senhor Jesus, e que todos vocês tivessem o zelo de Deus em seus corações, e que com ira e indignação santas, pudessem odiar o pecado em seu coração.
Agora , eu falarei da sua repreensão, quando o Senhor diz: “Tenho, porém, contra ti”, Sim, como se quisesse dizer, eu conheço tanto o teu bem, quanto o teu mal; eu não deixarei de falar sobre qualquer um deles, porque eu não desejo uma mancha nem ruga, em qualquer de vocês, portanto eu te direi as tuas faltas, para que as vejas, e tenhas vergonha delas, e te empenhes em corrigi-las; assim amados, é o amor de Deus por vocês, que ele comprou com o seu próprio sangue; porque com o seu sangue ele lhe lava e o torna limpo, e com as vestes de Sua justiça ele lhe cobre, porque ele tem um palácio de justiça, onde nenhuma coisa impura pode entrar. Por que deveria haver uma ruga em qualquer de um de vocês?

Agora, o Senhor diz: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor.”, como se quisesse dizer: Meu amor tem te seguido, e nunca tem te esquecido, mas tu tens dado as costas para mim, e se o teu coração tivesse sido mantido limpo, e a tua memória fresca, como no princípio; e se os teus sentidos tivessem se mantido abertos com a multiplicação de minhas bênçãos, isto teria renovado o teu amor para comigo continuamente. Assim, aprenda isso, nunca há uma bênção que não prove uma nova graça de Deus, mas tu a afogaste no fundo do teu coração, e a enterraste com ingratidão.
Agora eu não preciso lhe dizer, como o Senhor tem lhe seguido com as suas bênçãos espirituais e temporais, alguns de vocês, desde o ventre materno, eu falo para vocês que são filhos de Deus. Pensam que isto é nada, que ele lhes tenha afastado de seus pecados antes que ele lhe chamasse à conversão? Mas, mesmo quando vocês pecam contra ele, e o provocaram à ira, ele não deixou de lhes fazer bem. Isto lhes parece nada, que ele lhes tenha trazido do reino das trevas para a Sua maravilhosa luz?

Agora segue o conselho que ele dá aqui: este consiste em três coisas. Primeiro, ele lhe pede que se lembre de onde a Igreja de Éfeso caiu, e pensasse sobre o seu primeiro estado, para lembrar do amor que uma vez tivera por ele e seus santos, e pudesse ver de qual graciosa condição ela havia caído, para que, recordando estas coisas, ela pudesse ser levada ao arrependimento, e pelo arrependimento, pudesse ser restaurada à sua antiga condição, pois não pode haver arrependimento sem memória; porque o arrependimento demanda uma nova memória e recordação da bondade de Deus, tanto quanto da nossa ingratidão para com ele.
Depois, ele lhe pede que depois de ter lembrado, então que se arrependesse e voltasse a ele.

Em terceiro lugar, ele lhe pede que voltasse às primeiras obras de amor e zelo, de trabalho e paciência, e todo o resto, para que por estes meios, pudesse recuperar o seu primeiro amor, e ser restaurada novamente à sua primeira condição.
Nestas três coisas eu vejo, em primeiro lugar, que o filho de Deus está sujeito a cair enquanto vive neste mundo, porque há sempre uma parte do seu coração na qual remanesce o pecado, enquanto ele está nesta vida, por isso ele pode cair a partir da incredulidade, da luz para as trevas, da alegria para a tristeza, sim, ele pode ser trazido a isso, se perder toda a graça de seu coração, através da ausência de Deus.
Deus permite estas quedas para que saibamos que é somente pela graça que podemos estar de pé em Sua presença. E também para que sejamos humilhados com uma nova visão e descoberta dos nossos pecados para novos arrependimentos. E ainda para que saibamos que é a santificação que nos mantém em comunhão com ele, mas como estamos sujeitos a quedas, não será por ela que seremos conduzidos ao céu, mas pelo sangue de Cristo que é o único meio para nos levar para lá.

Apesar de nossas deserções notáveis, sempre há um lugar deixado para o arrependimento, pela mediação do sangue do Filho de Deus, portanto nunca deixe naufragar a sua confiança e esperança, por maiores e muitos que sejam os seus pecados, porque há perdão disponível para eles.
Quão doce coisa que é, para um coração contrito e quebrantado, saber que o Senhor olha para ele em todas as suas angústias e pesares. E ele coloca todas as suas lágrimas num odre, e as manterá em registro, até o dia da Sua vinda, para que ele possa recompensá-lo com a alegria eterna de glória infinita. Aqui está o consolo dos santos, e aqui está a paciência dos santos. Eu sei que a lei é espiritual, diz o apóstolo, mas eu sou carnal, vendido sob o pecado, porque não faço o bem que prefiro.”

Por que vocês, que são os seus santos, querem a sua consolação aqui neste mundo? Garanto-lhe que o suas tristezas são vistas, suas lágrimas são registradas, e seu trabalho deve ser recompensado, pois não é chegado o dia da colheita, quando você deve colher o fruto do que você semeou.
Que o Senhor abra os seus corações, para que possam beber no conselho gracioso do Filho de Deus, e que possam dar a devida obediência ao mesmo, ainda presentemente, sem mais delongas, porque no dia de hoje você pode começar a considerar as suas quedas, e do que tem caído, e então possa chorar e lamentar que tenha abandado o seu primeiro amor para com o Senhor, e assim continuar a sua tristeza por sua condição e se arrepender, até que recupere o seu amor, chegue ao amor de Deus novamente derramado sobre seu coração pelo poder do seu próprio Espírito, é o que eu desejo a todos vocês, e para mim também, por amor de Cristo; para quem, com o Pai e o Espírito Santo , seja todo o louvor, glória e honra, agora e para sempre.

Tradução, redução e adaptação feitas pelo Pr Silvio Dutra.

 

Fonte: http://vivendoapalavradejesus.blogspot.com.br  

 


 

          DEZ MENTIRAS A RESPEITO DO PECADO


                                                   chega de mentiras

   

Mentira Um: O Pecado Traz Realização

Não existe um pecado que não seja influenciado por essa racionalização. Pensamos que o pecado nos torna mais felizes. Mas, na realidade, o pecado é a causa principal de toda a miséria e infelicidade, tanto nesta vida como na vida por vir. Morte, doença, desavenças, guerra, fome, vício (de qualquer espécie), famílias desmanteladas, ódio, dor, sofrimento e uma miríade de outros males, tudo isso encontra a sua origem no pecado. Não havia nenhuma dessas coisas antes que o pecado tivesse entrado no mundo, e quando os céus e a terra forem recriados em justiça, também lá não estarão (Ap 21.2-4).

O pecado contradiz diretamente o propósito para o qual nós fomos criados, e jamais seremos felizes num tal estado. Bem no âmago da nossa humanidade, Deus nos fez com o desejo de buscá-lo (At 17.24-28), de aprender os seus mandamentos (Sl 119.73) e de servi-lo com alegria (Sl 100.1-3). A Escritura mostra com muita clareza que a alegria e a satisfação vêm somente do Senhor (Sl 16.11). Nunca seremos verdadeiramente felizes até que realizemos o propósito de Deus para as nossas vidas.

Isso deveria ser evidente, já que Deus é a fonte de todas as bênçãos, tanto naturais quanto espirituais. Como o doador é maior do que o dom, é razoável supor que a nossa alegria em Deus deveria ser maior do que a nossa alegria pelos dons. É uma afronta a Deus encontrar maior satisfação nos seus dons do que nele próprio. Fazendo isso, estamos trocando o Criador pela criatura.

É muito importante lembrarmos que o pecado pode oferecer somente prazer temporário (Hb11.25). A satisfação do pecado não só não dura, como também sempre acaba em miséria maior ainda (1 Jo 2.17). Portanto, a questão verdadeira é: queremos prazer temporário ou alegria duradoura?

Mentira Dois: O Pecado é Facilmente Derrotado

Uma das coisas em que o diabo quer que acreditemos, a fim de que a nossa vigilância diminua, é que o pecado não é um inimigo perigoso. Mas a Bíblia nos ensina que o pecado é tão poderoso que, a menos que o poder sobrenatural de Deus intervenha, nós nos tornamos seus escravos e permanecemos sob a escravidão das suas ordens (Jo 8.34). Embora nascidos de novo, a depravação é uma força poderosa dentro de nós, como testemunha o apóstolo a respeito da sua própria experiência (Rm 7.14-25).

O que complica o assunto é que o pecado é enganoso (Hb 3.13); nem sempre aparenta ser mau. O escritor de Hebreus faz referência ao pecado “que tenazmente nos assedia” (Hb12.1). Por essa razão, a Bíblia nos ordena a tomarmos muito cuidado com o pecado e a lutarmos com força contra ele. Paulo disse que esmurrava o seu corpo e o mantinha sob controle a fim de não ser reprovado (1 Co 9.24-27). Em outro lugar, comparou a vida cristã a uma batalha (2 Tm 2.3). Para derrotar o pecado, precisamos estar armados para a guerra (Ef 6.10-20). John Owen deu o seguinte conselho sábio: “Mate o pecado ou o pecado matará você… Não existe um dia sequer em que o pecado não derrote se não for derrotado, e não prevaleça se não for subjugado; e assim será enquanto vivermos neste mundo.”

Mentira Três: Você Pode Lidar com o Pecado Sem Recorrer a Cristo

O perigo desta mentira é que ela leva à frustração e ao desespero. Infelizmente, muitas pessoas que aceitam esta mentira descobrem que não podem competir em condições de igualdade com a depravação que existe dentro delas e, por isso, desesperançadas, desistem de lutar contra o pecado.

Quando o evangelho é apresentado no Novo Testamento, o foco é sempre na obra de Cristo e na paz com Deus que encontramos nele (2 Co 5.17-21). A Bíblia exorta as pessoas a primeiro abraçarem a Cristo e, só depois disso, a buscarem a santidade. O evangelho não é um simples apelo a um viver moral e, sim, a uma transformação sobrenatural. Ninguém é capaz de vencer o pecado separado de Cristo e do Espírito Santo (Rm 8.13). Deus não é honrado quando tentamos remediar a nossa situação pecaminosa sem a sua graça, por isso é inimaginável supor que Deus irá abençoar um sistema de justiça produzido pelo próprio homem.

Mentira Quatro: É Impossível Atingir os Padrões de Deus

É uma tendência humana culpar as circunstâncias ou as outras pessoas pelos nossos escorregões no pecado. Preferimos pensar que, diante das circunstâncias, seria impossível deixar de pecar. Queremos pensar dessa maneira porque alivia as nossas consciências e nos isenta de responsabilidade quando pecamos. Afinal de contas, como Deus pode nos responsabilizar por aquilo que é impossível?

Há um sentido em que a santidade de Deus, de fato, representa um padrão impossível para a humanidade pecadora. Quando os discípulos ouviram Jesus explicar o custo do discipulado para o jovem rico, perguntaram: “Então, quem pode ser salvo?” (Lc 18.26). Jesus respondeu: “O que é impossível para os homens é possível para Deus” (v.27). Portanto, é um erro fundamental desculpar-se do comportamento pecaminoso, já que Deus prometeu graça para obedecer a quem o busca pela fé.

Não existe pecado que não possamos vencer nem tentação que não possamos resistir pela graça (1 Co 10.13; 2 Co 12.9; Fp 4.13). Deus quebra o poder do pecado na nossa conversão. Este é o ponto focal de Paulo no sexto capítulo de Romanos: estamos mortos para o pecado; portanto não precisamos viver nele (vv.1-2). A graça de Jesus remove a carga pesada da obrigação de guardar os mandamentos de Deus (1 Jo 5.3).

Mentira Cinco: Você Não Precisa Tratar com o Pecado Imediatamente

Procrastinação é um pecado do qual todos nós somos culpados e a respeito do qual temos costume de brincar. Mas a demora nas coisas espirituais pode ser fatal. A Bíblia nos diz que “agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação” (2 Co 6.2). E o escritor de Hebreus, citando o Salmo 95, exorta-nos a ouvir hoje a voz de Deus (Hb 3.7,13,15).

Por que isso se torna tão necessário? Primeiro, quanto mais o pecado permanece em nós sem que haja arrependimento, mais difícil será nossa mudança, devido à força do hábito. Quanto mais acalentamos um desejo pecaminoso ou uma atitude errada, mais o pecado ficará entranhado na nossa natureza. Será menos e menos notado. Terá um lugar mais permanente nas nossas afeições. A nossa resistência a ele irá se tornando cada vez mais fraca.

Segundo, é necessário porque a conseqüência maligna do pecado começa a fazer efeito no momento em que consegue entrada na alma. Foi somente um leve toque na arca que matou Uzá, e é somente uma simples brincadeira com o pecado que pode matar a alegria espiritual e os frutos nas nossas vidas.

Mentira Seis: Posso Pecar Sem Sofrer Conseqüências

“Se eu pecar, nada de mal vai realmente me acontecer.” Não pensamos assim, às vezes, especialmente se o pecado é “pequeno”? É espantoso observar os multiformes enganos do diabo neste assunto. Por um lado, ele convence as pessoas de que não existe um verdadeiro inferno e que, portanto, não faz mal pecar. Por outro lado, para aqueles que acreditam no inferno, ele os convence de que não há perigo, no caso deles, de irem para lá! Mas sempre há conseqüências para o pecado, porque Deus é um Deus de justiça que odeia o pecado.

Em Êxodo 34.7, Deus testificou que de nenhuma maneira livrará o culpado. Se não precisasse existir qualquer conseqüência do pecado, Jesus nunca teria morrido numa cruz pelos pecadores. Ele mesmo o declarou, quando clamou: “Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice” (Mt 26.39). E, realmente, não era possível, porque a fim de que Deus fosse justo e justificador dos ímpios, foi preciso punir os seus pecados na pessoa de Jesus (Rm 3.25-26).

Jesus não é a única testemunha das conseqüências do pecado; também o são todas as multidões que estão no inferno, sofrendo a vingança do fogo eterno (ver Mt 10.28; 25.46; 2 Ts 1.8-9; Jd 6-7).

“Mas se eu sou redimido por Cristo”, alguém poderia perguntar, “como é que posso ser punido pelos meus pecados?” Se cremos em Jesus, não somos propriamente punidos pelos nossos pecados; pelo contrário, nosso Pai nos disciplina misericordiosamente a fim de que sejamos participantes da sua santidade (Hb12.5-11). Deus ama demais a santidade para permitir que os seus próprios filhos venham a chafurdar no pecado. Portanto, disciplina pelo pecado é a marca registrada do amor de Deus pelos seus filhos, e deve ser esperada sempre que pecarmos (Sl 119.67,71; Tg 5.14-15). Na verdade, se não somos disciplinados, não somos filhos de Deus.

Fazemos bem em lembrar que o mero fato de tais castigos não serem eternos não significa que as conseqüências do pecado sejam indolores para os crentes. Às vezes, até um redimido tem de viver com as conseqüências de um pecado seu pelo resto da sua vida (observe o que o Rei Davi teve de suportar por causa do seu pecado com Bate-Seba). Isso já é razão suficiente para não pecar. O nosso Pai não somente tem uma equipe para afastar os nossos inimigos, mas também uma vara para corrigir os nossos erros. Sejamos gratos a ele por isso, porque é para o nosso bem.

Mentira Sete: Deus Não Vai Me Julgar, Porque Todo o Mundo Faz o Mesmo

O diabo, às vezes, engana-nos fazendo-nos adotar uma mentalidade de grupo que justifica certos pecados porque a maioria das pessoas os considera comportamento normal. Entretanto, devemos sentir medo quando estamos seguindo a maioria. O cristianismo, pela sua própria natureza, é uma religião de contracultura. Seguir a Cristo é como nadar contra a correnteza. Jesus disse: “Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela” (Mt 7.13-14).

Uma vez, eu li um pequeno panfleto com uma história imaginária de uma pessoa diante de Deus, desculpando-se de seus erros com o argumento de que todo o mundo vivia da mesma maneira. Deus, então, respondeu: “Bem, se você pecou com a maioria, você pode ir para o inferno com a maioria”. É essa resposta que podemos esperar se pautarmos a nossa vida por semelhante filosofia destrutiva.

Mentira Oito: Deus Não Vai Me Julgar, Porque Não Sou Tão Mau Quanto os Outros

Se não racionalizarmos o nosso pecado por incluir-nos na multidão, o diabo vai tentar nos levar a racionalizá-lo excluindo-nos da multidão. Essa atitude era a essência do farisaísmo, e é sempre uma ilusão fatal.

Talvez exista um pecado na sua vida que Deus queira trazer à luz, mas você vem resistindo à convicção do Espírito, argumentando que não é uma pessoa tão má em relação às outras. Mas esse é um pensamento ilusório e contrário às Escrituras. Em primeiro lugar, deixa de levar em conta que Deus não somente estabelece o padrão; ele é o padrão. “Sejam santos, porque eu sou santo” (1 Pe 1.16). A questão não é como nos comparamos com outras pessoas e, sim, como nos comparamos com Deus.

Segundo, deixa de levar em conta o fato de que Deus não fica satisfeito com obediência incompleta. Deus quer tudo dos nossos corações, tudo das nossas vidas e o mínimo possível de pecado. Quando tentamos estabelecer meios compromissos com Deus, estamos roubando de nós mesmos tremendas bênçãos espirituais. D.L.Moody, certa vez, ouviu um homem dizer: “O mundo ainda não viu o que Deus pode fazer com, em e através de um homem cujo coração esteja totalmente devotado a ele.” Mas o homem estava errado. O mundo já tinha visto homens tais como Calvino, George Whitefield, Jonathan Edwards, McCheyne e Spurgeon. É somente quando estivermos dispostos a nos consagrar como esses homens fizeram que sentiremos o mesmo gosto do seu sucesso. Mas nunca o experimentaremos enquanto nos satisfizermos a nós mesmos, avaliando-nos pela comparação com os outros.

Mentira Nove: Deus Vai Perdoar Você, Por Isso Vá em Frente e Peque

A Bíblia fala de homens que se insinuaram na igreja, inspirados por Satanás, para espalhar esta doutrina demoníaca. Paulo faz referência a esses homens que dizem: “Façamos o mal, para que nos venha o bem” – e depois acrescenta: “a condenação dos tais é merecida” (Rm 3.8). Judas nos adverte contra aqueles que transformam a graça de Deus em libertinagem (Jd 4). A Bíblia torna bem claro que é impossível desfrutar o perdão e continuar vivendo no pecado.

Paulo ainda escreveu em Romanos 6.1-2: “Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?” É impossível porque sempre que Deus perdoa um homem, ele também transforma a sua natureza. A graça muda de tal forma a pessoa que esta não vai mais querer viver em pecado!

Quando uma pessoa é dominada pelo desejo de fartar-se do pecado é uma indicação de que ela nunca nasceu de novo. Um dia, conta-se, Spurgeon e um outro homem estavam caminhando numa rua e passaram por um bêbado deitado na sarjeta. Disse o homem: “Ué, Sr. Spurgeon, eis aí um dos seus convertidos!” “Deve ser mesmo um dos meus”, replicou Spurgeon, “porque de Deus com certeza não é!”

Mentira Dez: Deus Nunca Vai Perdoar Você, Por Isso Vá em Frente e Peque

Mais uma vez, vemos quão versátil é Satanás nos seus enganos. Ele sabe que precisa preparar uma mentira apropriada para cada tipo de pessoa. Para aquele que é inclinado ao desespero, o diabo espera por oportunidades de assoprar nos seus ouvidos que todas as tentativas de uma recuperação posterior serão inúteis porque ele já foi longe demais. Tentará convencê-lo que cometeu o pecado imperdoável, que agora pode muito bem se entregar totalmente ao pecado porque de todo jeito já está indo para o inferno.

A verdade é que Cristo perdoará todo aquele que vem a ele. “Todo aquele que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei” (Jo 6.37). Isso foi verdade quando nosso Senhor falou estas palavras e ainda é verdade agora. Não permita que o diabo amplie a sua condenação tentando-o a se abandonar totalmente ao pecado e ao desespero. As misericórdias do Senhor duram para sempre. A porta da graça está aberta para todos aqueles que se aproximam através de Jesus.

Conclusão

Como é que podemos derrotar as mentiras do diabo? Somente pela Palavra de Deus. É a verdade que nos dá base sólida e que não permite que sejamos levados por qualquer vento de doutrina. É a verdade que santifica. É a verdade que é a mola-mestra do crescimento à maturidade em Cristo. É a chave para derrotar o diabo.

Leitura da Bíblia, meditação e memorização da Bíblia, e encarnação da Bíblia – experimentando as suas verdades nas nossas vidas – são para sempre as únicas ferramentas disponíveis ao povo de Deus para sobrepujar o inimigo. Como em todas as coisas, Jesus é o nosso modelo para lidar com as mentiras do diabo. Quando tentado por Satanás no deserto, ele citou as Escrituras em resposta a cada mentira (Mt 4.1-10). “Está escrito” deve ser a nossa senha tanto quanto foi a dele.

Jeremiah Bass

Extraído de “Heartcry”, uma publicação de Life Action Ministries (www.LifeAction.org), um ministério de avivamento e despertamento espiritual. P.O. Box 31, Buchanan, Michigan, EUA, 49107-0031.

 

https://discernimentocristao.wordpress.com

 


 

FAZENDO PLANOS SEGUNDO VONTADE DO SENHOR
   Provérbios 16:1

Por Pr Zaru Cassiano. Adaptado por Francisco Jorge

Publicado em 31/01/2017

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Esse verso é muito conhecido e citado, mas nem sempre praticado. Nele, Salomão mostra o contraste entre o Senhor e o homem. Ele afirma o desejo humano de fazer e acontecer, mas Acima do plano do homem está o domínio do Senhor.

Penso que nesse começo de ano, você já traçou seus planos, afinal essa atitude traz motivação à vida. O senhor nos permite e isso faz bem.

Agora o que precisamos é fazer nossos planos e colocá-los sob o altar do Senhor.

 

O SENHOR AGE VISANDO UM PROPÓSITO DEFINIDO

A resposta do Senhor é certa, e sempre visa um propósito. Deus não faz nada apenas por fazer, cabe a nós entendermos isso. Salomão como um homem experiente teve o privilégio de descobrir essa verdade. O Cristão também sabe que seus planos e desejos devem ser conferidos pelo Senhor. O Senhor dará resposta favorável, visando um propósito em sua vida vida . 

Se Deus tem um propósito nos meus planos certamente a resposta virá, com finalidade certa. existem muitas pessoas forçando a barra com Deus com seus caprichos. Não devemos agir assim 2 Ts 1:11-12, Hb 6:7

O SENHOR NÃO AGE PRECIPITADAMENTE 

O Senhor dará resposta certa, porque não faz nada precipitado. Todos nós estamos sujeitos a agir de forma precipitada. Isso pode nos levar a cometer muitos erros. Hoje, queremos que tudo seja resolvido rapidamente. Não podemos pensar; isso significa perder tempo. A maioria das pessoas quer tudo pra ontem.

A precipitação traz sérios problemas na vida profissional, sentimental, espiritual, etc.

Não temos paciência de esperar resposta do senhor, tomamos nossa própria decisão achando que estamos certos. Precisamos aguardar pelo Senhor.  Saul perdeu o trono por ser precipitado. 1 Sm 13:12-13 Pv 19:2

Jesus não precipitou-se em nenhum momento Jo 2:4

Para nossa felicidade Deus não responde de forma precipitada.

3 O SENHOR AGE COM PERFEIÇÃO EM SEU CAMINHO

Deus é perfeito por isso sua resposta não pode ser diferente. Salomão descobriu também isso, devemos entender que ser bem sucedido é aceitar de vontade de um Deus perfeito. Deus não comete erro. 

Existe, muitas vezes, negligência da nossa parte e insistimos em fazer nossa vontade. O Senhor nunca mudará. Seus caminhos São perfeitos. Pela sua perfeição não existe resposta errada. O homem por ser imperfeito deseja realizar seus desejos de qualquer forma. Andar com Deus implica em perfeição. No Senhor não existe falha, nós é que somos muito pequenos diante dele. Gn. 17:1 2 Sm 22:31

4 O SENHOR AGE VISANDO O MELHOR PARA SEUS SERVOS

Sabemos que Deus quer o melhor para os seus servos, não temos dúvida. A vontade de Deus, no tempo dele, visa conceder o melhor. O grande problema é que não colocamos isso em prática na vida. O que é ruim nós buscamos por nossa própria conta. Somos conhecedor de vários textos, cantamos letras com essa mensagem, o difícil é conseguir entender essa verdade.

Muitas vezes pensamos que Deus nos esqueceu que não responde nosso pedido, pelo contrário, Deus não aprova porque está dando livramento.

Você já pensou se Deus nos tivesse concedido todos nossos pedidos. Hoje, nós gostariamos de nos livrar de muitos deles. Is 1:19 Sl 84:11

Portanto, não devemos deixar de fazer nossos planos; o que devemos é estar abertos à resposta do Senhor, seja ela positiva ou negativa.

 

 Fonte: http://www.estudodabiblia.com.br  

 


 

          ALÁ E O DEUS DA BÍBLIA

                                         Resultado de imagem para imagens de javé ou alá?

O Islamismo reivindica que Alá é o mesmo Deus revelado na Bíblia. Isso logicamente implica, num sentido positivo, que o conceito de Deus assentado publicamente no Alcorão corresponde em todos os pontos ao conceito de Deus encontrado na Bíblia.

Isso também implica, num sentido negativo, que, se a Bíblia e o Alcorão possuem pontos de vistas diferentes acerca de Deus, portanto, a reivindicação do Islamismo é falsa.

Essa questão só pode ser resolvida por meio de uma comparação entre os dois documentos em questão. Não deveria ser resolvida tomando por base uma inclinação religiosa de um dos lados, mas sim por meio de uma amostra de leituras de textos de ambos os livros.

OS ATRIBUTOS DE DEUS

O Orientalista Samuel Zwemer notou, em 1905:

Tem havido uma estranha rejeição por parte da maioria dos escritores que descrevem a religião de Maomé de estudar a idéia de Deus de Maomé. É muito fácil confundir-se com um nome ou por etimologias. Quase todos os escritores tomam por certo que o Deus do Alcorão é o mesmo Ser e tem os mesmo atributos de Jeová ou da Divindade do Novo Testamento. Está correto este ponto de vista?

A maior parte das pessoas simplesmente assume que o Deus da Bíblia e o Deus do Alcorão são um e o mesmo Deus, considerados apenas sob nomes diferentes. Porém, assim como Zwemer perguntou: Isso está certo?

Quando comparamos os atributos de Deus, como se encontram na Bíblia, aos atributos de Alá, encontrados no Alcorão, fica mais do que óbvio de que os dois não são o mesmo Deus.

Desde que o Islamismo ascendeu como uma religião, há registros históricos notórios de que estudiosos Cristãos e Muçulmanos têm debatido sobre quem tem a verdadeira visão de Deus.

A visão Bíblica acerca de Deus não pode ser igualada à que se tem de Alá, mais do que Alá pode ser igualado ao Deus da Bíblia.

O arcabouço histórico referente à origem e ao significado do Árabe "Alá" revela que Alá não pode ser o Deus dos Patriarcas Bíblicos, os Judeus, ou Cristãos. Alá é meramente uma reformada e uma magnificada divindade pagã árabe da lua.

Dr. Samuel Schlorff mencionou em seu artigo sobre as diferenças essenciais sobre o Alá do Alcorão e o Deus da Bíblia:

Acredito que o ponto chave é a questão da natureza de Deus e como Ele se relaciona a Sua criação. Islamismo e Cristianismo são, apesar de suas semelhanças formais, mundos distanciados nessa questão.

Vemos algumas diferenças históricas retomadas diversas vezes acerca do Deus da Bíblia e o Alá do Alcorão. Esses pontos de conflito são famosos em trabalhos de estudiosos a mais de mil anos.

Esses pontos de conflito são reconhecidos por todos os trabalhos exemplares sobre o assunto. Portanto, daremos apenas uma breve visão das questões envolvidas.

CONHECIDO VERSUS DESCONHECIDO

Segundo a Bíblia, Deus pode ser conhecido. Jesus Cristo veio a esse mundo para que conheçamos a Deus:

"E a vida eterna é esta: Que Te conheçam, a Ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviastes" (João 17: 3).

No Islamismo, porém, Alá é desconhecido. É tão transcendente, tão exaltado, que nenhum homem pode sequer conhecer Alá pessoalmente.

Enquanto, segundo a Bíblia, o homem pode chegar a um relacionamento pessoal com Deus, o Alá do Alcorão é tão distante, tão longínquo, tão abstrato, que ninguém pode conhecê-lo.

PESSOAL VERSUS IMPESSOAL

Fala-se do Deus da Bíblia como um Ser pessoal com intelecto, emoção e vontade.

Isso se contrasta ao Alá do Alcorão, que não é entendido como uma pessoa. Isso o abaixaria ao nível de um homem.

ESPÍRITUAL VERSUS NÃO-ESPÍRITUAL

Para o Islamismo, a idéia de que Alá é uma pessoa ou um espírito é blasfêmia, porque isso rebaixaria o Exaltado.

Porém, o conceito de que "Deus é Espírito" é um dos pilares da natureza Bíblica de Deus, ensinada pelo próprio Jesus Cristo, em João 4: 24.

TRINITARIANO VERSUS UNITARIANO

O Deus da Bíblia é um Deus em Três pessoas: O Pai, o Filho e o Espírito Santo. Essa Trindade não são três deuses, mas um Deus.

Quando nos atemos ao Alcorão, verificamos que ele nega a trindade explicitamente. O Alcorão declara que Deus não é um Pai, Jesus não é o Filho e nem o Espírito Santo é Deus.

LIMITADO VERSUS NÃO-LIMITADO

O Deus Bíblico é limitado por Sua própria natureza imutável e inalterável. Portanto, Deus não pode fazer qualquer coisa nem de tudo.

Em Tito 1: 2 somos informados de que "Deus não pode mentir". Somos também informados sobre isso em Hebreus 6: 18. Deus não pode nunca agir de uma forma que viesse contradizer Sua natureza divina, porque "não pode negar-se a Si mesmo" (II Timóteo 2: 13).

Porém, quando você se atém ao Alcorão, descobre que Alá não é limitado por nada. Não é limitado sequer por sua própria natureza. Alá pode fazer tudo, em qualquer lugar, a qualquer hora, sem nenhuma limitação.

DIGNO DE CONFIANÇA VERSUS INCONSTANTE

Pelo fato de o Deus da Bíblia ser limitado por Sua própria natureza justa e haver certas coisas que Ele não pode fazer, Ele é totalmente consistente e digno de confiança.

Porém, quando nos atemos a estudar as ações de Alá no Alcorão, descobrimos que ele é totalmente inconstante e indigno de confiança. Não é limitado por sua natureza ou sua palavra.

AMOR DE DEUS VERSUS NENHUM AMOR DE DEUS

O amor de Deus é o principal atributo do Deus Bíblico, que é revelado em passagens como I João 4: 8, "Deus é amor". Veja também João 3: 16, "Porque Deus amou o mundo". Deus tem sentimentos por suas criaturas, especialmente o homem.

Porém, quando nos voltamos ao Alcorão, não encontramos amor como sendo o principal atributo.

Alá nem sequer "tem sentimentos" em relação ao homem. Tal conceito é alheio à compreensão Islâmica. Isso reduziria Alá a ser um mero homem ! o que é uma blasfêmia para o Islamismo.

ATIVO NA HISTÓRIA VERSUS PASSIVO

Alá não participa da história humana pessoalmente e não atua como um agente histórico. Sempre lida com o mundo através da sua palavra, profetas e anjos. Não vem lidar com o homem pessoalmente.

Quão diferente é a idéia Bíblica da encarnação, pela qual o próprio Deus entra na história e atua para promover a salvação do homem: "Deus se manifesta em carne" (I Timóteo 3: 16). Mais uma vez, "Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5: 8).

ATRIBUTOS VERSUS SEM-ATRIBUTOS

O Alcorão nunca nos diz, num sentido positivo, o que é Deus em termos de sua natureza ou essência. Os chamados 99 atributos de Alá são todos negativos em sua forma, mostrando o que Alá não é, nunca dizendo, com isso, o que ele é.

A Bíblia nos dá ambos atributos positivos e negativos de Deus.

GRAÇA VERSUS OBRAS

Por último, a Bíblia fala muito sobre a graça de Deus em promover uma salvação gratuita para o homem através de um salvador, que é também um intercessor: "porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" (I Timóteo 2: 5).

Já, no Alcorão, não há nenhum conceito da graça de Alá. Não há nenhum salvador ou intercessor, segundo o Alcorão.

Concluindo, quando você examina os atributos de Deus, que revela a si mesmo na Bíblia ao Alá descrito no Alcorão, vê-se que não são únicos e o mesmo Deus.

O MESMO DEUS?

Depois de apresentar esse material a um grupo de pessoas, uma pessoa respondeu que acreditava que o Islamismo e o Cristianismo adoravam o mesmo Deus porque ambos adoram "um único Deus".

O que essa pessoa não compreendeu é o fato que o monoteísmo (a crença de que há um único Deus) em si mesmo e por si mesmo não nos diz nada sobre a identidade ao único Deus que deve ser adorado. Em outras palavras, não é o bastante dizer que há um único Deus, se você tem o Deus errado!

Alguém poderia dizer que Ra, Isis ou Osíris é o único Deus verdadeiro, mas isso não significa que as divindades Cristãs e Egípcias são únicas e a mesma.

Os antigos podem ter ensinado que Baal ou Moloque eram o único Deus verdadeiro. Ou então, os gregos podem ter argumentado que Zeus ou Júpiter era o único Deus verdadeiro vivente.

Porém, a mera argumentação de que há um único Deus não significa automaticamente que o único Deus que você escolhe adorar é o Deus certo.

Nesse caso, o Deus da Bíblia tem revelado a Si mesmo de maneira que Sua natureza e Seus nomes não podem ser confundidos com a natureza e os nomes de deuses pagãos circundantes.

A seita da deusa lua que adorou a Alá foi transformado por Maomé em uma fé monoteísta.

Pelo fato de Maomé ter começado com um deus pagão, não é nenhuma surpresa que tenha terminado com um deus pagão.

ALÁ ESTA NA BÍBLIA?

Conversando com um embaixador de um país Islâmico, mencionei que o nome Alá vem de uma palavra árabe que tem a ver com a adoração da deusa lua na Arábia Pré-Islâmica. De modo que não pode ser encontrado no Velho Testamento Hebreu ou no Novo testamento Grego.

O embaixador usou dois argumentos por meio dos quais esperava provar que a Bíblia fala de Alá.

Primeiro reivindicou que o nome Alá foi encontrado na palavra Bíblica "aleluia". O "Ale", na primeira parte da palavra, era, na verdade, "Alá", segundo ele!

Mencionei-lhe que a palavra hebraica aleluia não é uma palavra hebraica composta. Ou seja, não é constituída de duas palavras. É uma única palavra hebraica que significa "um louvor a Iavé".

Da mesma forma, o nome de Deus consta da última parte da palavra, !ia?, que faz referência a Iavé ou Jeová. O nome Alá simplesmente não pode ser encontrado nessa palavra.

Continuou, dizendo-me que, quando Jesus clamou "Eli, Eli", na cruz, estava, na verdade, dizendo "Alá, Alá".

Porém, isso também não é verdade. O Novo testamento grego nesse ponto nos dá uma tradução aramaica, não árabe, de uma passagem de Salmos 22: 1. Jesus disse, "Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste? (Mateus 27:46). É um clamor distante vir de "Eli, Eli" até "Alá, Alá". Isso simplesmente não pode ser feito.

PERIODO DE TEMPO ERRADO

Por uma questão de registro histórico, foi impossível para os autores da Bíblia falarem de Alá como Deus. Por que?

Até o século sétimo, quando Maomé fez de Alá o único Deus, Alá era o nome de uma divindade pagã!

Uma vez que a Bíblia foi completada muito antes do nascimento de Maomé, como ela poderia falar de um Alá posterior a Maomé?

Na verdade, o nome Alá nunca passou pelos lábios dos autores das escrituras.

Até o tempo de Maomé, Alá era simplesmente um deus pagão dentre muitos, seu nome era um nome particular para a deusa lua adorada na Arábia.

Os autores da Bíblia nunca teriam confundido Alá com Jeová não mais do que teriam confundido Baal com Jeová.

A BÍBLIA ÁRABE

Durante um show de rádio em Irvine, na Califórnia, um telespectador árabe respondeu a essas observações perguntando: "Mas a Bíblia Árabe não usa o nome "Alá" para Deus? Portanto, "Alá" é um nome Bíblico para Deus".

A resposta depende do período. Foi a Bíblia traduzida para o Árabe no tempo de Maomé? Não! A primeira tradução Árabe para a Bíblia não apareceu até por volta do século nono.

Até o século nono, o Islamismo era a força política dominante nas terras Árabe e os homens que traduziram a Bíblia para árabe enfrentavam uma situação política difícil. Se não usassem o nome "Alá" como o nome de Deus, poderiam sofrer nas mãos dos Muçulmanos fanáticos, que, como parte de sua religião, acreditavam ser o Alá do Alcorão o Deus da Bíblia.

Considerando que "Alá" era, nesse tempo, o nome comum para "Deus", devido ao domínio do Islamismo, os tradutores renderam-se às pressões políticas e religiosas e puseram "Alá" na Bíblia Árabe.

NENHUMA SUSTENTAÇÃO LÓGICA

Uma vez que a tradução Árabe para a Bíblia surgiu 900 anos depois da Bíblia ter sido completada, não pode haver nenhuma sustentação sobre se "Alá" foi originalmente um nome para Deus na Bíblia.

Por fim, o fato mais óbvio é de que uma tradução Árabe para a Bíblia do século nono não pode ser usada para estabelecer o argumento de que os autores Bíblicos que escreveram muitosséculos antes em hebreu e grego usaram a palavra Árabe "Alá" para se referirem a Deus. A credulidade tem seus limites!

ORIGENS PAGÃS

As origens do Islamismo têm sido traçadas por estudiosos à antiga religião da fertilidade de adoração da deusa lua, que sempre foi a religião dominante na Arábia. A deusa lua era adorada por meio de orações em direção a Meca varias vezes ao dia, por meio de peregrinação anual até a Caaba, um templo da deusa lua, por meio de corridas ao redor da Caba sete vezes, por meio de acariciar um ídolo composto de uma pedra negra colocado na parede da Caaba, por meio de corrida entre dois morros, por meio de fazer sacrifícios de animais, por meio de ajuntar-se às sextas-feiras para orações, por meio de dar esmolas aos pobres etc. Esses eram rituais pagãos praticados por Árabes muito antes de Maomé nascer.

A LUA CRESCENTE

Hoje em dia, qual religião pratica os ritos pagãos da deusa lua? O Islamismo! Isso explica o porquê a lua crescente é o símbolo do Islamismo. É colocado no topo das mesquitas e minaretes e exibido em chapéus, bandeiras, tapetes, amuletos e até jóias. Toda vez em que você vê o símbolo Muçulmano de uma lua crescente, você está vendo um antigo símbolo da deusa lua.

REJEIÇÃO NÃO UM REFÚGIO

O Muçulmano comum sabe que está adorando uma deusa lua? Não. Sabe o por quê o símbolo da lua crescente situa-se no topo da sua mesquita? Não. Ele fica chocado e talvez enraivecido com esses fatos históricos? Sim. Contudo, uma mera rejeição ou atitudes enraivecidas não podem refutar o fato de que o islamismo não é nada mais do que uma versão moderna de uma antiga religião da deusa lua Alá! O Muçulmano comum tem sido deixado no escuro pelos Mullahs e Imams, que perderiam seus poderes se a verdade viesse à tona.

CONCLUSÃO

Muitos ocidentais assumem que Alá é apenas um outro nome para Deus. Isso se deve à sua ignorância em relação às diferenças entre o Alá do Alcorão e o Deus da Bíblia, deve-se também à propaganda de Evangelistas Muçulmanos que usam a idéia de que Alá é tão somente outro nome para Deus como uma oportunidade para converter os ocidentais ao Islamismo.

 

Adaptados dos escritos de Robert Morey
Tradução: Albana Dalla Pria 12-02
Editoração: Calvin Gardner 04-03
Fonte: www.palavraprudente.com.br

 


 

                  O custo do discipulado

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Texto: Marcos 8.34


Você estaria disposto a estar sob a liderança de um pastor que era rejeitado e até menosprezado pela liderança da sua igreja. Você estaria disposto a seguir um pastor que não havia sido formado em nenhuma escola teológica, cujo ministério era itinerante, que nada oferecia àqueles que o seguisse a não ser renúncia e sofrimento por segui-lo? Esse era Jesus.
 

1. O discipulado requer vontade.


Verifique amados que há um chamado para o discipulado. Porém o Reino de Deus requer paixão, requer vontade. “O Reino dos céus é como um tesouro escondido num campo. Certo homem, tendo-o encontrado, escondeu-o de novo e, então, cheio de alegria, foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo. “O Reino dos céus também é como um negociante que procura pérolas preciosas”. Encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou. Mt. 13. 44-46. ”
 

Ser discípulo é compreender a preciosidade de Jesus e saber que nada neste mundo vale a disposição de segui-lo. É dizer como Pedro, depois que muitos o deixaram. Para quem iremos nós.

2. O discipulado requer renúncia.

Aqui Jesus pede que renunciemos à coisa mais difícil que existe, o próprio eu. Porque é sempre a última coisa que nos resta. Se perdermos os bens, se perdermos os amigos, se perdermos os familiares, se perdermos tudo ainda sobrará algo, o eu.
 

Também para quem seguia um rabino judeu era necessário submeter-se e dominar-se. Os anos de aprendizado nunca foram tempos de senhorio. Ao mesmo tempo, porém, o discípulo estava construindo sua carreira, até um dia ser promovido ele mesmo a rabino. É isto que Jesus não está prometendo. Com honestidade total ele diz aos seus discípulos que Deus não pode ser usado como desculpa para impor interesses próprios. Pelo contrário, Jesus reafirma o primeiro mandamento: nada de deuses paralelos, nada de intenções paralelas!

 

Triunfam as três primeiras petições do Pai Nosso: o nome, o reino e a vontade de Deus. De outra forma não se pode seguir a Jesus. Mais uma vez também fica claro que esta renúncia à supremacia pessoal não equivale a aniquilação pessoal, como a ascese pagã a tem em vista. O discípulo não se deve fazer desaparecer, mas servir. Deus, por meio de Jesus, o trouxe para tão perto, que ficou longe de si mesmo e pode perder-se de vista de modo muito surpreendente (Mt 6.3). (Marcos – Comentários Esperança).

3. O discipulado requer sacrifício.
 
A cruz aqui não significa uma enfermidade pessoal, alguém de temperamento difícil que temos de suportar. A cruz simboliza a nossa disposição para sofrer por causa do Evangelho. Seguir a Cristo significa carregar uma cruz. Para entendermos o significado das palavras de Cristo, precisamos lembrar o que representava a Cruz naquele tempo: Na época de Jesus esta expressão figurada era compreensível de imediato a qualquer pessoa, pois todos podiam contemplar livremente as peculiaridades da pena da crucificação. Diferente de outras formas de execução, a crucificação era aplicada quando se queria tirar de um criminoso não só a vida, mas também a sua honra, quando se queria expô-lo ao desprezo absoluto e à aniquilação moral. Esta era a intenção também com o próprio Jesus: "Era necessário que [...] sofresse muitas coisas e fosse rejeitado" (v 31). Tanto para os judeus como para os romanos a morte na cruz era uma morte vergonhosa, que equivalia à excomunhão. Deste modo, a carta aos Hebreus liga à crucificação de Jesus expressões como "expondo-o à ignomínia" (6.6), "o opróbrio de Cristo" (11.26), "não fazendo caso da ignomínia" (12.2), "sofreu fora da porta" (13.12) e "levando o seu vitupério' (13.13). O escárnio, porém, não principiava somente na cruz (15.29,31), mas já desabava sobre a cabeça do condenado assim que colocava o pé na rua,  carregando a viga da cruz diante da população que uivava. Ele já podia ser considerado morto e, enquanto cambaleava sob o peso da viga da cruz pelo corredor polonês da multidão, qualquer pessoa podia castigá-lo com um golpe ou um pontapé, cuspir ou jogar sujeira nele ou amaldiçoá-lo (Joaquim Jeremias, Theologie, p 232).”
 

Veja o que a Bíblia nos diz acerca dessas coisas: Mateus 10:38 e quem não toma a sua cruz e vem após mim não é digno de si. Atos 14:22 fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus.
 

1 Coríntios 4:9 Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados à morte; porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens.
 

1 Coríntios 4:10-13 Nós somos loucos por causa de Cristo, e vós, sábios em Cristo; nós, fracos, e vós, fortes; vós, nobres, e nós, desprezíveis. Até a presente hora, sofremos fome, e sede, e nudez; e somos esbofeteados, e não temos morada certa, e nos afadigamos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, procuramos conciliação; até agora, temos chegado a ser considerados lixo do mundo, escória de todos.
 

Seguir a Cristo significa estar disposto a ir às últimas conseqüências, se preciso for até morrer por Ele. Não se pode ter Jesus no coração sem carregar uma cruz nas costas.

Conclusão:

1. Jesus não colocou facilidades para segui-lo.
2. Jesus mesmo nos deu o exemplo. Ele não requer de nós nada que ele não estivesse disposto a enfrentar.
3. A nossa cruz é algo que devemos levar todos os dias. Lc. 9.23.
4. Trabalhar no Seu reino tem que ser prazeroso para nós, e com honra devemos realizar a Sua chamada. (Jo. 15:16).

 

 Fonte: https://www.montesiao.pro.br

 


 

                Quanto vale a oração?

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O autor da Carta aos Hebreus afirma que “durante os seus dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em alta voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da sua reverente submissão” (Hb 5.7). A nós, não custa lembrar: “Deus espera por nossas orações”.

O presente estudo bíblico foi desenvolvido a partir do artigo A Vida de Oração de Jesus, do pastor Elben César, publicado na edição 336 da revista Ultimato.

Texto básico:
Lucas 11.1-13

Textos de apoio
Mc 1.35-39
Lc 5.12-16
Lc 6.12-16
Lc 9.18, 28-36
Jo 17.1-26
Mt 26.36-46

Introdução
“Quanto vale a oração?” Para refletir nesta pergunta, vamos estudar o valor da oração na vida de Jesus. Se para ele, que era um com o Pai (Jo 10.30), a oração tinha profundo valor, quanto mais deve ter para nós! Os críticos dizem que a oração é válida porque é emocionalmente saudável para quem ora. Seria este o único valor da oração para Jesus? O autor da Carta aos Hebreus afirma: “Durante os seus dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em alta voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da sua reverente submissão” (Hb 5.7, NVI). Certamente que, para Jesus, a oração não somente proporcionava o benefício emocional, mas produzia efeito concreto em sua vida e na vida de outros. Deus o atendia, respondendo, de fato, às suas orações.

Para entender o que a Bíblia fala
a) O exemplo sempre vem primeiro. Porque viram Jesus orando, os discípulos pediram que ele os ensinasse a orar (Lc 11.1). Que assuntos devem ser abordados quando oramos, de acordo com a oração-modelo deixada por Jesus (Lc 11.2-4; cp. Mt 6.9-13)?

b) Logo a seguir, Jesus continua seu ensino sobre a oração contando uma instigante parábola (Lc 11.5-10). Como devemos interpretá-la? [Lembre-se de que Jesus também insistia em suas orações. No cenáculo, ele orou repetidas vezes por seus discípulos (Jo 17.9, 11, 15, 17, 20-21). No Getsêmani, fez o mesmíssimo pedido três vezes (Mt 26.44).]

c) Como os versos 9 e 10 de Lucas 11 explicam o sentido da parábola? (Recorra a mais de uma tradução para entender melhor o texto.)

d) Jesus termina seu ensino sobre a oração, comparando o pai terreno com o Pai celestial (Lc 11.11-13). Eugene Peterson contemporiza assim o texto: “Não barganhem com Deus. Sejam objetivos. Peçam aquilo de que estão precisando. Não estamos num jogo de gato e rato, nem de esconde-esconde. Se seu filho pedir pão, você o enganaria com serragem? Se pedir peixe, iria assustá-lo com uma cobra viva servida na bandeja? Maus como são, vocês não pensariam em algo assim, pois se portam com decência, pelo menos com seus filhos. Não acham, então, que o Pai que criou vocês com todo amor não dará o Espírito Santo quando pedirem?” Que exemplos podemos ver de boas e objetivas respostas de Deus aos pedidos de oração de Jesus? Consulte os textos de apoio.

Hora de Avançar
“Deus espera por nossas orações!”

Para pensar
Deus atendeu a oração de Jesus, antes de ele sair para pregar em outros lugares (Mc 1.35-39), depois da cura do leproso (Lc 5.15-16), antes de escolher os doze companheiros de ministério (Lc 6.12-13), durante a incrível experiência da transfiguração (Lc 9.28-29), antes de ensinar sobre a oração (Lc 11.1-2) e antes da agonia da cruz (Mt 26.39-44). Deus também ouviu a intercessão de Jesus por seus discípulos – tanto os contemporâneos dele quanto nós, que viemos a crer depois. Esta foi sua maior oração registrada, conhecida como “a oração sacerdotal de Jesus” (o capítulo inteiro de João 17). Finalmente, voltando ao texto de Hebreus (5.7), Deus não o livrou de passar pela morte, mas o ressuscitou em corpo glorioso, o que foi uma resposta de oração incomparavelmente mais poderosa e sublime.

O que disseram
“Não se aflijam com nada; ao invés disso, orem a respeito de tudo; contem a Deus as necessidades de vocês, e não se esqueçam de agradecer-lhe suas respostas. Se fizerem isto, vocês terão experiência do que é a paz de Deus, que é muito mais maravilhosa do que a mente humana pode compreender. Sua paz conservará a mente e o coração de vocês na calma e tranquilidade, à medida que vocês confiam em Cristo Jesus.” (Fp 4.5-7, BV.)

“A oração produz resultados psicológicos (paz de espírito, tranquilidade), espirituais (maior sentido de vida) e concretos (atendimento real do pedido feito).” (Elben César, em Práticas Devocionais)

Para responder
> Para você, quanto vale a oração? Quais os benefícios desta prática em sua vida?

> Como você seguirá o exemplo de Jesus como alguém que sempre praticava a oração?

> Em relação ao seu tempo e à sua agenda, que decisões você tomará hoje para colocar isso em prática?

> Compartilhe com um amigo ou com o grupo uma resposta concreta de Deus a algum pedido de oração específico que você tenha feito.

Eu e Deus
“Bem cedinho, de manhã, faço a minha oração. Tu, Senhor ouves a minha voz. Faço a minha oração e fico esperando, vigiando com atenção para descobrir a tua resposta.” (Sl 5.3.)

Autor do Estudo Bíblico: Délnia Bastos

 

Fonte: http://ultimato.com.br/sites/estudos-biblicos 

 

 


3 sinais de que sua fé se transformou em misticismo

Quando você tem experiências que são possuem uma missão ou propósito, as chances de você estar mergulhando em uma dose extra de misticismo são grandes, já que isso não se torna útil para você ou para as pessoas ao seu redor.

                                 Os cristãos não foram feitos para o misticismo, embora sejamos chamados para ir além do natural. (Foto: Reprodução).

Os cristãos não foram feitos para o misticismo, embora sejamos chamados para ir além do natural. (Foto: Reprodução).

A fé cristã claramente se move do natural para o sobrenatural. Quando o Espírito Santo aparece, sinais, maravilhas e milagres podem e provavelmente acontecerão. Como povo de Deus e público para o imenso o Seu poder, como devemos responder ao movimento que vai além do natural?

Não há dúvida do movimento extraordinário de Deus quando estamos na fé. Mas é possível reagir de maneira errada aos atributos e manifestações sobrenaturais de Deus. Quando o Espírito Santo vem, é uma experiência poderosa. Mas há uma maneira adequada e imprópria de responder ao movimento de Deus. Aqueles que reagem indevidamente muitas vezes acabam se desviando para o místico a um ponto que já não se torna mais útil.

Os cristãos não foram feitos para o misticismo, embora sejamos chamados para ir além do natural. Então, como podemos perceber alinha entre o que o Espírito Santo autoriza e o que é místico? Confira três sinais reveladores de que sua fé se desviou para o místico.

1. Não há nenhuma missão ou finalidade

A presença de Deus vem com um propósito. Porque Deus é um Deus missionário que tem uma vontade e direção em tudo. Não é provável que Ele faça algo sem um fim em mente. Quando o Espírito Santo entra em nossas vidas, Ele nos dá uma missão.

Atos 1:8 diz: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra”.

O Espírito de Deus vem nos colocar em uma missão de evangelismo, adoração, edificação e também de dons espirituais. Quando você tem experiências que são possuem uma missão ou propósito, as chances de você estar mergulhando em uma dose extra de misticismo são grandes, já que isso não se torna útil para você ou para as pessoas ao seu redor.

2. Não há ordem

A igreja de Corinto era uma congregação que tinha este problema. As pessoas estavam falando em linguas sem parar, conversando e fazendo comoções durante os encontros. Mas Paulo explicou em 1 Coríntios 14:33. "Porque Deus não é Deus de desordem, mas de paz, como em todas as congregações do povo do Senhor".

Onde está a presença de Deus, há ordem. Se separar dessa ordem é a prova de que perdemos o foco e nos tornamos muito místicos.

3. O foco é a experiência, não a pessoa

Hebreus 12: 2 nos exorta: "Olhando para Jesus, autor e consumador da nossa fé". Em todas as coisas, nosso foco é Jesus Cristo, não uma experiência ou um sentimento. Às vezes, ser preenchido pelo Espírito de Deus acaba sendo algo sobre nós e nossas emoções. Baseamos o movimento de Deus sobre se choramos, vomitamos, nos agitamos, manifestamos ou caímos.

Embora não haja nada de errado nessas coisas, quando elas acontecem muitas vezes, elas não são o objetivo final de uma experiência com Deus. O objetivo final é encontrar Jesus e crescer em nosso relacionamento com Ele.

Os cristãos não foram feitos para o misticismo, embora sejamos chamados para ir além do natural. (Foto: Reprodução).

A fé cristã claramente se move do natural para o sobrenatural. Quando o Espírito Santo aparece, sinais, maravilhas e milagres podem e provavelmente acontecerão. Como povo de Deus e público para o imenso o Seu poder, como devemos responder ao movimento que vai além do natural?

Não há dúvida do movimento extraordinário de Deus quando estamos na fé. Mas é possível reagir de maneira errada aos atributos e manifestações sobrenaturais de Deus. Quando o Espírito Santo vem, é uma experiência poderosa. Mas há uma maneira adequada e imprópria de responder ao movimento de Deus. Aqueles que reagem indevidamente muitas vezes acabam se desviando para o místico a um ponto que já não se torna mais útil.

Os cristãos não foram feitos para o misticismo, embora sejamos chamados para ir além do natural. Então, como podemos perceber alinha entre o que o Espírito Santo autoriza e o que é místico? Confira três sinais reveladores de que sua fé se desviou para o místico.

1. Não há nenhuma missão ou finalidade

A presença de Deus vem com um propósito. Porque Deus é um Deus missionário que tem uma vontade e direção em tudo. Não é provável que Ele faça algo sem um fim em mente. Quando o Espírito Santo entra em nossas vidas, Ele nos dá uma missão.

Atos 1:8 diz: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra”.

O Espírito de Deus vem nos colocar em uma missão de evangelismo, adoração, edificação e também de dons espirituais. Quando você tem experiências que são possuem uma missão ou propósito, as chances de você estar mergulhando em uma dose extra de misticismo são grandes, já que isso não se torna útil para você ou para as pessoas ao seu redor.

2. Não há ordem

A igreja de Corinto era uma congregação que tinha este problema. As pessoas estavam falando em linguas sem parar, conversando e fazendo comoções durante os encontros. Mas Paulo explicou em 1 Coríntios 14:33. "Porque Deus não é Deus de desordem, mas de paz, como em todas as congregações do povo do Senhor".

Onde está a presença de Deus, há ordem. Se separar dessa ordem é a prova de que perdemos o foco e nos tornamos muito místicos.

3. O foco é a experiência, não a pessoa

Hebreus 12: 2 nos exorta: "Olhando para Jesus, autor e consumador da nossa fé". Em todas as coisas, nosso foco é Jesus Cristo, não uma experiência ou um sentimento. Às vezes, ser preenchido pelo Espírito de Deus acaba sendo algo sobre nós e nossas emoções. Baseamos o movimento de Deus sobre se choramos, vomitamos, nos agitamos, manifestamos ou caímos.

Embora não haja nada de errado nessas coisas, quando elas acontecem muitas vezes, elas não são o objetivo final de uma experiência com Deus. O objetivo final é encontrar Jesus e crescer em nosso relacionamento com Ele.

 

Fonte: http://guiame.com.br  COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIANITY TODAY

 


 

     A Tentação na Vida do Crente

                               Resultado de imagem para banner sobre tentação

A TENTAÇÃO NA VIDA DO CRENTE

 Marcos 14.37-38

Cremos que encontramos no texto base deste estudo uma das mais ricas e necessárias exortações feitas pelo Senhor Jesus ao Seu povo. Lidar com o pecado e com aquilo que nos leva a ele, tem sido o grande desafio de cada crente ao longo de todos esses séculos. Os próprios discípulos de Jesus lidaram com isso e não é diferente conosco. Naqueles momentos de agonia que antecederam sua crucificação, Jesus ainda buscava o crescimento espiritual e a preparação daqueles homens para os grandes desafios que teriam pela frente.

A tentação de que Jesus lhes falava não era exatamente em razão daquela fraqueza provocada pelo sono que recaia sobre eles. Jesus usou disso para fazê-los entender a fraqueza da carne que faz com que a tentação nos pegue desprevenidos e caiamos em pecado.

Você se preocupa com o pecado? Tomara que sim, mas fique atento ao fato de que deveria se preocupar antes com a TENTAÇÃO.

 

PARTE I – O QUE É A TENTAÇÃO?

                A tentação está intimamente ligada ao pecado, mas não é o pecado em si. Na verdade, ela é algo que antecede qualquer ato pecaminoso. Porém, como veremos a seguir, devemos verificar que existem na Bíblia, dois tipos de “tentações” diferentes.

1-      Como a Bíblia descreve a geração do pecado (Tiago 1.14-15).

a)      O pecado não vem antes da tentação ou sem ela.

b)      O homem (crente) não peca sem antes ser tentado.

c)       Não se cai de uma hora para outra (de repente). O pecado é resultado de uma tentação que já vem ocorrendo.

Il: Geralmente, ficamos como aqueles “estudantes” que se preocupam somente quando a prova final é posta em sua mesa e ele vê que vai “levar bomba”, quando deveria ter atentado para isso ao longo de todo o ano em que o cenário para isso se preparava. Se atentássemos antes para isso, tomaríamos os cuidados necessários para não sermos reprovados no momento final.

Essa é a descrição do que a tentação faz para nos levar ao pecado.

2-      Os dois “tipos de tentação”.

a)      Precisamos diferenciar aquele tipo de tentação que é promovido por Deus, que na verdade deveria ser chamado de PROVAÇÃO (Tiago 1.2-4),daquele que visa gerar o pecado.

- Essa provação, da parte de Deus, é para nosso bem. Ela, de alguma forma, busca promover nossa edificação, exercitando nossa fé para maior firmeza espiritual e no conhecimento de Deus.

- Temos como exemplo clássico de “provação” o caso de Abraão, narrado em Gênesis 22, onde Deus lhe ordenou o sacrifício de seu único filho, Isaac. Obviamente, Deus não queria que Abraão cometesse um infanticídio ou um sacrifício humano, pratica essa condenada por Deus. O que Ele fazia com Abraão era uma evidente prova de sua fé.

b)      Tiago, no mesmo trecho citado acima, distingue a provação (a qual ele considera uma bem-aventurança) daquela tentação que não vem de Deus, ao demonstrar que Deus não pode ser responsabilizado pela tentação para o mal (Tiago 1.12-13).

- Essa outra forma de tentação vem do maligno e visa mesmo nos induzir ao pecado, para o nosso mal e para desonra do nome de Deus.

- Quando o Diabo tentou Jesus (Mateus 4.1-11), sua intenção era mesmo demovê-Lo do propósito Divino. Resistir à Soberania e Majestade de Deus é uma ideia totalmente maligna.

- Quando Pedro foi induzido a negar Jesus, também foi uma tentação maligna (Mateus 26.33-35 e 69-75). Ela tinha propósito de derrubar um dos mais atuantes apóstolos e desestruturar a igreja naquele momento.

É totalmente legítima e necessária a nós, a exortação de Deus (feita pela boca do próprio Senhor Jesus) para levarmos a sério o problema da TENTAÇÃO, a fim de não entrarmos ou cairmos nela. Esta deve ser uma preocupação constante que devemos ter com relação a nós mesmos e a nossos irmãos em Cristo. Quando pastores e irmãos espirituais nos exortam a respeito disso, estão sendo movidos pelo mesmo sentimento e propósito fraternal que teve o apóstolo Paulo em relação aos irmãos em Tessalônica, por exemplo (1 Tessalonicenses 3.5).

 

 PARTE II – PROVAÇÕES

Embora, conforme vimos antes, a PROVAÇÃO e a TENTAÇÃO propriamente dita se distingam entre si, o fato é que temos de estar preparados para ambas. Antes de falarmos mais sobre nossa vigilância para com as tentações do Diabo, cremos ser conveniente meditarmos particularmente naquela forma de tentação que vem de Deus ou que Ele permite para nossa edificação, a qual denominamos “provação”.

1-      Os propósitos de Deus nas tentações (provações):

a)      Elas nos revelam o verdadeiro grau de edificação em que estamos.

- Muitas vezes, nos julgamos mais fortes do que realmente somos. Quando vêm as provações, elas nos revelam com maior clareza em que ponto estamos com Deus.

- Isso é demonstrado por Jesus na parábola do Semeador (Mateus 13.5-6 e 20-21) e por Tiago (1.2-4), por exemplo. Também o autor de Hebreus, ao nos falar sobre os chamados “heróis da fé”, nos relata as intensas provações pelas quais eles passaram (11-33-37 e 12.1-4).

b)      Elas nos fazem, como crentes, conhecer melhor a Deus, nos aproximarmos mais e sermos mais dependentes Dele.

- O apóstolo Paulo manifesta isso ao nos relatar sobre o seu “espinho na carne” (2 Coríntios 12.7-10).

- Embora possam produzir em nós certas angustias, elas podem nos trazer benefícios reais para a alma e para a Obra (2 Coríntios 4.8-12 e 16-18).

 

2-      De que formas Deus nos prova?

Deus pode nos provar de muitas maneiras diferentes. Essas provações podem vir de forma muito pessoal, conforme nossas próprias características, funções ou necessidades.

a)      Ele nos prova dando deveres que estão acima dos nossos próprios recursos.

- Geralmente os obreiros são provados dessa maneira para que tenham maior dependência Dele (2 Coríntios 1.8-11).

b) Ele nos prova permitindo que soframos por causa da nossa fé.

- O sofrimento de perdas e danos gerados por causa de nossa fé. Perdas materiais, pessoas queridas, liberdade, honra, etc.

- Problemas pessoais que nos humilham e mostram o quanto somos pó e que se tornam verdadeiros “espinhos na carne”.   

- A história da igreja relata duras provações que cristãos sofreram nesse sentido, sendo levados a prisões, açoites e mortes cruéis. Estamos preparados para tal provação? (Filipenses 1.29 e 1 Pedro 2.21).

c) Ele nos prova, permitindo que nos defrontemos com falsos mestres e falsos ensinos.

- Os falsos ensinos desviam a muitos que não estão firmados e dependentes do Senhor. Porém, os piedosos são sustentados por Deus em meio a essas situações (2 Pedro 2.1-2 e 9).

 

3- Exemplos do que Deus faz nas provações.

a)      No episódio da prova de Abraão, citado antes (Gênesis 22), além de nos oferecer mais uma profecia de Sua providência no Filho Amado para nossa salvação, Deus nos mostra como precisamos ter nossa fé fundamentada em suas promessas (Hebreus 11.17-19).

- Se não conseguimos confiar a ponto de obedecer é porque nos falta fé. Nesse caso, podemos enxergar a necessidade de crescer na fé.

b) Em Jó, podemos descobrir que o servo de Deus nem sempre é afligido como forma de castigo e que a nossa tribulação pode ser para glória de Deus.

- Deus ensinou Jó, que não desfaleceu em sua fé. Pelo contrário, ele alimentou sua esperança nas coisas eternas. Em lugar de seguir o conselho de sua mulher “amaldiçoa a Deus e morre” (Jó 2.9-10), ele ansiou por ver seu Redentor (Jó 19.23-27).

- Ensinou os sábios amigos de Jó que Seus mistérios são maiores do que eles poderiam imaginar em toda sua sabedoria.

- Ensinou à sociedade em torno de Jó o quanto Deus pode ser maravilhoso em dar, tirar e tornar a dar.

- Ensinou a Satanás que os Seus servos fiéis não o servem por interesse, mas por amor ao Seu nome.

Em todas essas situações, vemos a Gloria de Deus na prova dos crentes.

 Por fim, podemos ver que as provações que Deus permite sobre nós em forma de alguma tribulação, podem ser de grande proveito espiritual. Que, ao sermos provados, possamos ver que tais tribulações são passageiras, e que nos aguarda a glória de Deus (1 Pedro 1.3-8).

 

 PARTE III – TENTAÇÕES MALIGNAS

Falamos, agora, daquela tentação do mal, que não vem do Senhor (Tiago 1.13). Esta é aquela que vem sempre do inimigo de nossas almas, que deseja nos fazer tropeçar. Em Mateus 4.3 e em 1 Tessalonicenses 3.5, por exemplo, Satanás é chamado literalmente de “o tentador”. Essa característica dele fica evidente em muitas outras passagens.

1-      De que formas Satanás nos tenta?

Ele faz isso de algumas formas que podemos perceber em nós mesmos.

a)      Atacando nossa mente:

- Colocando dúvidas em nossas mentes.

- Às vezes ele tenta penetrar em nossas mentes para, como fez no Éden, nos fazer duvidar das verdades da Palavra de Deus ou até da própria realidade de Deus. São pensamentos blasfemos que  precisam ser refletidos e refutados o quanto antes.

 - Colocando pensamentos maus em nossas mentes.

        - Outras vezes, ele procura colocar pensamentos maus em nossas mentes, especialmente para perturbar e dispersar nossa atenção e devoção em momentos de oração, leitura ou da própria pregação.

         John Owen considera esse tipo de tentações como os “dardos inflamados do maligno” de que Paulo fala em Efésios 6.16, os quais precisam ser apagados com o “escudo da fé”. De fato, é com a fé que temos que resistir a esses ataques malignos. Não somos culpados por eles surgirem, mas nos tornamos culpados à medida que sucumbimos a eles.

 

b)      Usando o mundo ou pessoas mundanas:

- Ele tem muitos meios de agir através de pessoas e coisas deste mundo. Não são poucas as instituições e pessoas que estão a serviço dele, colocadas em nosso caminho para nos induzir a pecar (amizades, celebridades, mídias, etc.).

- Algo que deve nos deixar ainda mais atentos é saber que Satanás também sabe usar do fator surpresa. Ele sabe atacar nos momentos em que estejamos menos alertas, buscando situações não muito previsíveis para isso.

Ele tentou Jesus quando estava debilitado fisicamente pelo jejum prolongado (Mateus 4.1-3). Pedro foi “cirandado” e negou Jesus ao ser pego de surpresa quando foi inquirido, não por alguma autoridade como talvez pudesse esperar, mas por pessoas simples do meio do povo (Mateus 26.69-73).

 

c)       Usando nossa própria concupiscência:

- Ele sabe verificar o que há no mundo que nos atraia. Como um exímio “pescador de pecadores”, sabe encontrar uma boa isca para nos pegar. Seja nossa tendência ao materialismo, lascívia, negligência, indolência, ou outra coisa qualquer, ele irá perscrutar nossa vida em busca da isca com que possa nos atrair. Judas foi facilmente seduzido a trair Jesus porque era avarento.

 

2-      Por que devemos tomar cuidado com as tentações malignas?

- Precisamos ser vigilantes contra as tentações malignas porque elas afetam nossa saúde espiritual e grandes males podem ser causados. Quando somos tentados, podemos ser levados:

a)      A fazer o que Deus proíbe.

b)      A não fazer o que Deus determina que façamos.

c)       A cometer pecados que ofenderão a Deus e nos afastarão de Sua doce comunhão.

d)      A cometer pecados que sejam vistos por outros, causando escândalos e prejudicando nosso testemunho, de nossa igreja e manchando o nome do Evangelho de Cristo.

Obs:  Precisamos ficar atentos também ao fato de que nem sempre as tentações se apresentam por algum desejo pecaminoso. Desejos por coisas lícitas como uma vida tranquila, amigos, um bom padrão de vida ou boa reputação, também podem servir de tentação para nos levar a pecar, causando os mesmos males descritos acima. Portanto, sejamos vigilantes todo o tempo!

 

3-      Quando “entramos em tentação”?

Se Jesus exortou seus discípulos para vigiarem a fim de não “entrarem em tentação”, precisamos compreender o que é isso e quando estamos “entrando” nela.

- Entrar em tentação não é o mesmo que ser tentado. Nós somos tentados constantemente e algumas tentações podem ser evitadas. Nesta vida, porém, nunca estaremos livres totalmente de sofre-las e isso não está ao nosso alcance.

- Entrar em tentação também não é o mesmo que ser vencido por ela. É possível que alguém entre em tentação e não seja vencido por ela.

- Entramos em tentação a partir do momento que ela vem e nossa resistência imediata não é capaz de manda-la embora. Alguma coisa movida de um poder sedutor ou intimidador passa a exercer força sobre nossa fé. José esteve em tentação quando teve de lidar com uma situação bastante complicada com a mulher de Potifar (Gênesis 39.6-12). Davi entrou em tentação quando foi seduzido em uma área de sua vida em que tinha certa fragilidade (2 Samuel 11 e 12). Paulo fala do drama causado pela pressão do apego ao dinheiro sobre a vida de muitas pessoas (1 Timóteo 6.9). Pedro também entrou em tentação quando foi pressionado a ponto de negar ao Senhor Jesus (Lucas 22.54-62).  Entramos em tentação quando ela age em um grau incomum para nós. John Owen ilustra essa situação de um modo interessante: Um vendedor que bate à nossa porta, pode ser ignorado ou dispensado e ele vai. Mas, noutras ocasiões, não é tão fácil lidar com eles. Alguns conseguem pôr o pé do lado de dentro da porta, determinado a efetuar a venda, apresentando-o de forma muito atraente. Assim é quando entramos em tentação.

- Cabe lembrar que, quando entramos em tentação, dificilmente escaparemos de pecar, mas Deus não permite que venha sobre nós alguma tentação que esteja acima do que podemos (1 Coríntios 10.13). Assim como José teve da parte de Deus o poder para escapar, todos os outros casos teriam condição de ter feito o mesmo, embora isso seja terrivelmente difícil para nossa natureza fraca e pecaminosa.

Devemos entender que o poder não está em nós e que somos dependentes de Deus para escaparmos à difícil hora da tentação. Por isso Jesus exortou seus discípulos a “orar e vigiar, para não entrarem em tentação”.

É d’Ele que nos vem o socorro e nós encontramos tudo o que é necessário à vida em nosso manancial que é Cristo (2 Pedro 1.3).

 

4-      O poder da tentação.

Vamos procurar, aqui, ver brevemente o que a tentação pode provocar em nossa vida, ou seja, qual o poder que ela exerce em nós.

a)      Assim como a bebida afeta o entendimento do homem (Oseias 4.11) e Satanás cega o homem natural (2 Coríntios 4.4), a tentação procura obscurecer a nossa mente. Dessa forma, tendo nossa imaginação e pensamentos dominados por ela, ficamos cegos para as soluções possíveis e a razão. Nossos desejos e emoções passam a turvar a nossa mente.

b)      Ela tem o poder de agir sobre os desejos maus do nosso coração. A escritura nos ensina que nosso coração é mau e enganoso (Jeremias 17.9), mas quando ele é controlado pelo Espírito, tudo vai bem. Quando nos entregamos a nós mesmos e deixamos nosso coração nos guiar, permitimos que as tentações encontrem um terreno fértil para o pecado.

c)       Ela nos faz enxergar virtudes nos atos de crentes professos e seguirmos os exemplos deles, como também não darmos importância a certas coisas e princípios de zelo. Assim, o princípio do “pouco de fermento” entra em ação e “leveda toda a massa” (1 Coríntios 5.6 e Gálatas 5.9).

As tentações malignas podem nos destruir e inutilizar. Desprezar os alertas de perigo com relação a elas é como dirigir em alta velocidade em situações adversas e sem dar atenção à sinalização. Essa negligência pode afetar toda a nossa vida cristã, com danos terríveis, que talvez só nos daremos conta da sua gravidade quando for irremediavelmente tarde.

 

PARTE IV – ESCAPANDO DA TENTAÇÃO

1-      Os Sintomas da Tentação

                Como já vimos, antes do pecado vem a tentação. Portanto, se queremos fugir ao pecado, convém conhecer os sintomas de que estamos entrando em tentação. Isso precisa ser feito antes que seja tarde demais e o pecado já tenha sido cometido ou estejamos tão afetados que não consigamos mais buscar a solução e a força para não pecar (Tiago 1.14-15 e Gálatas 6.1).

                Quando são vencidos pelo pecado, os crentes verdadeiros geralmente tomam ciência disso e se arrependem dele. No entanto, muitos não se apercebem de qual foi a causa do pecado e nem ao menos observam qual foi o caminho que os levou a esse pecado. Ou seja, qual foi a tentação e a origem dela. Embora conscientes do pecado, não se conscientizam de suas tentações e isso permite que o caminho fique aberto para que caiam novamente em outra oportunidade (próxima ou distante).

É preciso se precaver contra as tentações, principalmente aquelas que já podem ser conhecidas para que não entremos novamente nelas. Elas são como veneno na panela, à nossa disposição para ingerirmos dela a qualquer momento.

Podemos observar quando, por exemplo, a companhia de certas pessoas pode nos levar a pensamentos, atos e palavras pecaminosos, mas é possível que por algum motivo nós gostemos da companhia dessa pessoa e mais tarde venhamos a lamentar o pecado que resultou dela. O mesmo pode ocorrer com certas ambições em nossa vida. O fato é que precisamos procurar nos conhecer e enxergar nossas próprias fraquezas, sem nunca achar que somos fortes em nós mesmos. Quando sentimos que certos “ventos” estão nos levando em direção a algum perigo de pecar, ainda que lentamente, podemos enxergar aí os primeiros sintomas.

A medicina atesta que mesmo certas doenças graves, sendo detectadas precocemente, podem ter um tratamento imediato e grande possibilidade de cura. Assim é com o pecado, também. Quanto antes pudermos detectar pequenos sinais (sintomas) de algum mal, fazendo um pequeno “checkup” de nossa vida, podemos evitar ou tratar aquilo, cortando o mal pela raiz.

Também é verdade que algumas doenças aparentemente inofensivas, não sendo tratadas, lentamente levam o paciente à morte. O pecado também se apresenta dessa maneira, com a tentação nos levando lentamente para o desfecho fatal. O orgulho, a sensualidade, a cobiça e ambição, a indolência, a falta de firmeza de caráter, a falta de controle próprio (temperança) que causa dependência e vícios, etc., são buracos no casco de nossa alma, que podem nos fazer rapidamente naufragar.

Precisamos atentar para quando a tentação vem, mas também precisamos observar outra coisa importante: – Qual a nossa atitude para com a tentação? Quando passamos a, secretamente, gostar dela, fazendo provisão e dando ocasião a ela, na verdade, já denota que entramos em tentação e estamos a um passo de cair.

2-      Agindo contra a Tentação

Assim como ao percebermos sintomas de uma doença, corremos para trata-la, também o mal da tentação, quando percebido por seus sintomas, precisa urgentemente ser tratado.

Precisamos lembrar que quando os sintomas aparecem, é porque o mal já está lá. O ideal seria que evitássemos entrar em tentação ao ponto de não chegar sequer a sentir sintomas dela, mas como podemos escapar a isso? Como agir quando sentimos que já entramos em tentação? A resposta se resume na exortação dada pelo Senhor Jesus em nosso versículo chave – “Vigiai e orai”! A única ação possível e necessária para isso é a ensinada por Jesus nesta curta frase. Vamos refletir um pouco a respeito dessa exortação de Jesus, para que possamos encerrar o assunto de forma prática.

Muitas vezes, mesmo crentes sinceros, estão apenas preocupados em não cometer pecados públicos. Devemos nos lembrar de que todo pecado é, antes de tudo, uma grave ofensa contra Deus, seja ele público ou íntimo. Então, nossa vigilância deve ser voltada para que, de preferência antes que surjam os sintomas, escapemos de todo e qualquer tipo de pecado.

Vigiar, entre outras coisas, quer dizer “estar atento, alerta a perigos e pronto a reagir”. Ninguém vigia dormindo. Também não adiantaria nada estar desperto e atento, mas despreparado para agir caso o inimigo surja. De que adiantaria essa atenção?

A Bíblia nos adverte em todo lugar sobre os diversos perigos para nossa saúde espiritual, mas a verdade é que poucos dão ouvidos a esses avisos. Não podemos andar descuidados! Se não atentarmos para os avisos da Palavra de Deus não estaremos vigiando em sentido algum: Não perceberemos os perigos, como também não estaremos prontos a reagir quando ele se apresentar. Precisamos fazer uso de todos os recursos deixados por Deus para nós (Efésios 6.13).

a)      Vigie pela Palavra. Precisamos nos fortalecer contra as tentações, nos deixando ser instruídos “preventivamente” pela leitura e meditação constante na Palavra de Deus (Salmos 1.1-3).

b)      Vigie sobre as influências que recebe. Certos lugares onde vamos, companhias ou atividades podem nos fazer mal. Devemos estar atentos a isso e evitar tais coisas quando as percebemos. Não podemos querer escapar à tentação nos jogando no meio delas (1 Coríntios 10.23 e 15.33).

c)       Vigie considerando sua incapacidade. Uma das maiores causas das derrotas é a arrogância de considerar-se forte o suficiente em qualquer coisa. Precisamos estar sempre atentos ao fato que lidamos com um adversário astuto e muito mais poderoso que nós. Nossa confiança deve residir no Senhor e se estivermos arraigados e firmados nele, temos preciosas promessas a respeito (1 Coríntios 10.13).

d)      Vigie sobre as circunstâncias da vida. Precisamos estar atentos às circunstâncias que podem surgir e nos fazer distraídos, negligentes ou afastados de Deus, que é. Ele mesmo, a nossa fonte de poder e resistência contra o pecado. Essas situações podem vir tanto através de coisas boas (ou aparentemente boas) como das ruins. Momentos de prosperidade ou de dificuldade podem nos servir de laço para entrar em tentação (Provérbios 30.8-9). Aqueles momentos de dormência espiritual como o que houve com Davi (2 Samuel 11), que para muitos cristãos de hoje se tornaram tão comuns, ou mesmo momentos de grande gozo espiritual (2 Coríntios 12.7) também podem ser circunstâncias perigosas caso não atentemos para seus riscos.

e)      Vigie sobre o seu coração. Deus nos fez diferentes uns dos outros em personalidade e temperamento. Assim, precisamos conhecer os nossos próprios pontos fortes e fracos para melhor podermos guardar nosso coração de pecar. Em que áreas você tem fraquezas a vencer ou uma maior propensão a ser tentado? Faça uma análise cuidadosa e sincera sobre suas atitudes e pensamentos a respeito do materialismo (ganancia, cobiça, inveja), egoísmo, orgulho, ira (temperamento explosivo), maldade, problemas com a língua (fofoca, mentira, xingamentos, maledicência), sensualidade, indolência (preguiça). Essa lista pode ser aumentada, mas faça um exame cuidadoso a respeito dessas coisas no seu coração e verifique quais delas (sim, você as tem!) são pontos fracos onde você tem dificuldades em escapar a tentações. Lembre-se de que nosso coração é mau e enganoso (Jeremias 17.9).

f)       Ore em humilhação. Precisamos orar reconhecendo nossa fragilidade e a necessidade do socorro de Deus (1 Pedro 5.6-9).

g)      Ore sempre. Precisamos orar sempre, pois todo o tempo nós somos alvos da tentação e sempre somos necessitados Dele (1 Tessalonicenses 5.19). Toda vigilância é inútil sem a oração.

VIGIAI E ORAI!

Fonte: http://www.ibbindependente.com  

 

 


 

 Quando Deus Chama A Nossa Atenção

Por : Aldenir Araújo

Postado em 25/11/2016

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Texto: Ageu 1: 5-11
Introdução: Você já passou por uma experiência que Deus usou para prender a sua atenção? Talvez um stress ou a perda de alguém que você amava, ou um pecado exposto em sua vida, ou a demissão de um emprego, ou uma ruptura relacional, ou preocupações com dinheiro, ou fricção família ou talvez um sentimento geral de frustração ou mesmo futilidade. Eu quero enfatizar esta noite que um sentimento de insatisfação deve nos levar a encontrar satisfação em Deus.

Aprendemos duas verdades dos primeiros versos do livro de Ageu:

  1. Vamos prosseguir e parar de procrastinar
  2. Vamos priorizar Deus e parar de viver para o nosso próprio prazer

Vamos observar o contexto novamente. Por causa de sua desobediência, o reino do sul de Judá foi destruído pelos babilônios e muitos foram capturados e levados para a Babilônia. Muitos dos profetas de Deus previram que este cativeiro não iria destruir a nação; mas que terminaria 70 anos mais tarde e o povo de Deus seriam autorizados a voltar para casa.

Na semana passada, recontei a história em minhas palavras e talvez tenha confundido alguns de vocês, agora vamos deixar que a Palavra de Deus lance alguma luz sobre a situação e o cenário para o livro de Ageu. Abra em 2 Crônicas 36:15-23 e me acompanhe enquanto eu leio:“E o Senhor, Deus de seus pais, falou-lhes persistentemente por intermédio de seus mensageiros, porque se compadeceu do seu povo e da sua habitação. Eles, porém, zombavam dos mensageiros de Deus, desprezando as suas palavras e mofando dos seus profetas, até que o furor do Senhor subiu tanto contra o seu povo, que mais nenhum remédio houve. Por isso fez vir sobre eles o rei dos caldeus, o qual matou os seus mancebos à espada, na casa do seu santuário, e não teve piedade nem dos mancebos, nem das donzelas, nem dos velhos nem dos decrépitos; entregou-lhes todos nas mãos. E todos os vasos da casa de Deus, grandes e pequenos, os tesouros da casa do Senhor, e os tesouros do rei e dos seus príncipes, tudo levou para Babilônia. Também queimaram a casa de Deus, derribaram os muros de Jerusalém, queimaram a fogo todos os seus palácios, e destruíram todos os seus vasos preciosos. E aos que escaparam da espada, a esses levou para Babilônia; e se tornaram servos dele e de seus filhos, até o tempo do reino da Pérsia, para se cumprir a palavra do Senhor proferida pela boca de Jeremias, até haver a terra gozado dos seus sábados; pois por todos os dias da desolação repousou, até que os setenta anos se cumpriram. Ora, no primeiro ano de Ciro, rei da pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor proferida pela boca de Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia, de modo que ele fez proclamar por todo o seu reino, de viva voz e também por escrito, este decreto: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor Deus do céu me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que é em Judá. Quem há entre vós de todo o seu povo suba, e o Senhor seu Deus seja com ele”.

Por certo, isso explica por que o exílio durou 70 anos; por 490 anos o povo de Deus tinha ignorado a lei de Deus que eles deveriam deixar a terra descansar a cada sete anos (ver Levítico 25: 4). Deus fez isso para tomar todos esses anos sabáticos não cumpridos de uma só vez. Colocando isso em uma equação, ficaria assim: 490 ÷ 7 = 70.

50.000 judeus voltaram para Judá e reconstruíram o altar e começaram a oferecer sacrifícios. Dois anos depois, eles terminaram a fundação do templo. Mas então eles pararam de trabalhar e se concentraram em suas próprias casas por 16 anos. Ageu entra em cena para dizer-lhes para colocar Deus no centro de suas vidas e voltar ao trabalho.

Esta noite nós vamos observar em Ageu 1: 5-11 e nós vamos ver que Deus está nos chamando para:

  1. Fazer uma pausa e refletir
  2. Olhar e aprender
  3. Vá e pegue

Você está pronto para mergulhar?

1. Fazer uma pausa e refletir. No versículo 5, Deus se refere a si mesmo como o Jeová Sabaoth de novo, a fim de obter a perspectiva deles de volta para onde ela deve estar: “Ora pois, assim diz o Senhor dos exércitos…” Simplesmente, eles haviam perdido a visão de um Deus tão grande e poderoso. Nós precisamos recapturar o quão poderoso e majestoso Ele realmente é. Você observa que, quando a nossa compreensão da imensidão de Deus desliza, permitimos que outras coisas ofusque a nossa visão acerca de Deus. Isso é o que aconteceu com eles. Em vez de louvá-Lo, eles estavam vivendo para seu próprio prazer. Isso me lembra o título do livro de J.B. Philips chamado, “Seu Deus é muito pequeno”. Um pastor de outra geração acertou em cheio quando disse: “O que você pensa sobre Deus é a coisa mais importante sobre você”

O que o Senhor Todo-Poderoso quer dizer ao Seu povo? Confira a segunda metade do versículo 5: “…Considerai os vossos caminhos” Esta é realmente a principal mensagem do livro e é exclusivo de Ageu, que ocorre cinco vezes em dois capítulos: em 1:5, 1:7, 2:15 e duas vezes em 2:18. Idiomaticamente significa, “refletir sobre seu proceder” Literalmente, significa “considerai o que fazeis” A cadência em hebraico é muito poderosa. Para usar a linguagem mais popular, devemos pensar em por que as coisas fedem em nossas vidas. A tradução Nova Versão Internacional coloca desta forma: “Vejam aonde os seus caminhos os levaram”.

Isso não é fácil de fazer, não é? Este é especialmente o caso quando estamos cercados com perseguições irracionais e pensamento superficial.

Você perceberá que Deus não diz: “O que os seus sentimentos dizem ou o que seus amigos dizem?” Em vez disso, Ele quer que a gente envolva nossas mentes e faça um inventário sério. Se não o fizermos, vamos usar como padrão viver para nós mesmos e não para o Todo-Poderoso. Sócrates estava certo quando disse: “A vida não examinada não vale a pena viver”. Muitos cristãos hoje acreditam em Deus, mas vivem como se Ele não existisse.

Sejamos honestos acerca de algo. Somos especialistas em considerar os caminhos dos que nos rodeiam, mas não consideramos nossos próprios caminhos. É fácil bater nos outros, enquanto desculpamos nós mesmos. Vamos fazer uma pausa e refletir agora enquanto nós absorvemos algumas outras Escrituras que falam sobre essa mesma verdade.

Lamentações 3:40: “Esquadrinhemos os nossos caminhos, provemo-los, e voltemos para o Senhor”.
Lucas 15:17: “Caindo, porém, em si, disse: Quantos empregados de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome”
2 Coríntios 13:5: “Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados”.

Deus pode usar todos os tipos de coisas para chamar nossa atenção.
Após fazer uma pausa e refletir, Deus chama o Seu povo para ir mais fundo, olhar para o que está acontecendo e, em seguida, aprender com isso.

2. Olhar e aprender. O versículo 6 nos mostra o que acontece quando nós não colocamos Deus em primeiro lugar. “Tendes semeado muito, e recolhido pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis, mas não vos saciais; vestis-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o para o meter num saco furado” Deus atingiu a agricultura e a economia deles. A mensagem é clara – nós nunca vamos encontrar satisfação até que as nossas prioridades estejam corretas. Eles tinham muita ação, mas eles não tinham nenhuma satisfação. Um sentimento de insatisfação deve nos levar a encontrar a nossa satisfação em Deus.

Deus estava causando aflição, a fim de obter a atenção deles. Essa frustração é vista nas três necessidades básicas da vida – alimentos, água e roupas. E isso levou a futilidade, porque o que eles achavam que tinham desaparecia como dinheiro colocado em bolsos furados. Era como uma maldição dupla. Eles levavam pouco para casa e o que eles levavam simplesmente desaparecia.

Amigo, se Deus não está no centro de sua vida, mesmo que você consiga o que você acha que precisa, não será suficiente. Esta verdade é descrita em várias passagens das Escrituras.
Levítico 26:26: “… comereis, mas não vos fartareis”
Oséias 4:10: “Comerão, mas não se fartarão…”
Amos 4:6: “Por isso também vos dei estômagos vazios em cada cidade, e falta de pão em todos os vossos lugares; contudo não vos convertestes a mim, diz o Senhor”

Deus não só conheciam suas circunstâncias; Ele quem as causou. Às vezes, Deus nos dá o que queremos, de modo que nós vamos experimentar algumas consequências, com o objetivo final de voltarmos para Ele. Salmo 106: 15 diz: “E ele lhes deu o que pediram, mas fê-los definhar de doença”.

Deixe-me dizer isso o mais claramente possível: Se você e eu colocarmos os nossos propósitos acima das prioridades de Deus, nunca vamos conseguir o que estamos procurando. Aqui está uma notícia: Só Deus pode satisfazer nossas almas. Até que você me coloque em primeiro lugar, Ele diz, a vida não vai funcionar. Quanto mais se distanciar dele, piores as coisas ficarão.
Isto é expandido nos versículos 9-11, onde, novamente, vemos uma cadência agitada:“Esperastes o muito, mas eis que veio a ser pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu o dissipei com um assopro. Por que causa? diz o Senhor dos exércitos. Por causa da minha casa, que está em ruínas, enquanto correis, cada um de vós, à sua própria casa. Por isso os céus por cima de vós retêm o orvalho, e a terra retém os seus frutos. E mandei vir a seca sobre a terra, e sobre as colinas, sobre o trigo e o mosto e o azeite, e sobre tudo o que a terra produz; como também sobre os homens e os animais, e sobre todo o seu trabalho”

A esperança do agricultor a cada primavera é a “esperar” muito quando a semente é plantada. Em Isaías 5:10, lemos que os agricultores estavam plantando seis alqueires de semente e colhendo apenas cerca de metade de um bato. Deus estava fazendo isso para chamar a atenção deles. E Deus está fazendo isso de novo com essas pessoas que haviam parado de trabalhar no templo. Eles estavam servindo a si mesmos em vez de Deus, então a única maneira de obter a atenção deles foi atingir suas colheitas. O pouco que era colhido era soprado por Deus.

Vemos o título “Jeová Sabaoth” novamente, o que aprendemos na semana passada, o “Senhor dos Exércitos” Deus une a situação deles diretamente aos seus pecados quando Ele diz: “Por causa de vocês…” a casa de Deus estava em ruínas, enquanto cada um estava “ocupado com a sua própria casa”. Esta é uma frase interessante. Isso significa que eles estavam “correndo o tempo todo cada um à sua própria casa”. Eles estavam absorvidos em suas próprias atividades. Acho fascinante que é assim que Jesus descreve a busca dos pagãos em Mateus 6:31-32:“Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que havemos de comer? ou: Que havemos de beber? ou: Com que nos havemos de vestir? (Pois a todas estas coisas os gentios procuram.) Porque vosso Pai celestial sabe que precisais de tudo isso”

Alguns de nós provavelmente nos sentimos como se tudo o que estamos fazendo está funcionando em volta de uma coisa à outra coisa. Você já reparou quantas vezes as pessoas respondem à pergunta: “Como você está?”, com esta frase, “trabalhando muito”. É quase como se nós precisássemos validar nossas vidas, permitindo que as pessoas saibam o quão ocupado somos. Quando as pessoas me dizem por que eles não foram à igreja por algum tempo, a resposta número um que eu ouço é: “Estou trabalhando demais” Ouça. Nossa ocupação pode nos impedir da ocupação de Deus.

Ageu usa dísticos e terceto para expressar a totalidade da seca. Deus atingiu suas três principais culturas nas duas principais estações de crescimento, nos campos e até nas montanhas – grão, uvas e óleo. Ele também atinge os animais e o trabalho de suas mãos. Além disso, esta seca abrange toda a criação, dos “céus” a “terra”. Deus tinha avisado seu povo de volta em Deuteronômio que Ele enviaria seca se eles estivessem distantes d’Ele. Deuteronômio 28:23-24:“O céu que está sobre a tua cabeça será de bronze, e a terra que está debaixo de ti será de ferro. O Senhor dará por chuva à tua terra pó; do céu descerá sobre ti a poeira, até que sejas destruído”

Ouça. Deus não está fazendo isso porque Ele os odeia; Ele está fazendo isso porque Ele os ama e anseia que eles voltem a seus sentidos espirituais. Infelizmente, as pessoas na época e agora, são teimosas. Vemos isso em Amós 4:9: “Feri-vos com crestamento e ferrugem; a multidão das vossas hortas, e das vossas vinhas, e das vossas figueiras, e das vossas oliveiras, foi devorada pela locusta; contudo não vos convertestes a mim, diz o Senhor”

Deixe-me dar um aviso aqui neste ponto. Isso não significa necessariamente que porque você está tendo problemas; Deus está punindo. Muitas vezes não há uma correlação direta entre o seu sofrimento e seu pecado. Basta perguntar a Jó ou Jeremias. Coisas ruins acontecem em nosso mundo pecaminoso. Bênção nem sempre é a recompensa pela obediência (Salmo 73) e maldição nem sempre pode ser ligado a desobediência”

Deus nos ama tanto que quando nos vê à deriva, Seu objetivo em nossa adversidade é chamar nossa atenção. Se acabamos quebrados e de joelhos, isso é uma coisa boa! Experiências de dificuldades deve sempre se tornar oportunidades de reflexão espiritual. Aqui está como eu resolvo tudo. Quando eu passo por algo desafiador, difícil ou triste, tento fazer esses tipos de perguntas: “Deus, o que o Senhor está tentando me ensinar? Tem algum pecado que eu preciso confessar? O que o Senhor quer mudar na minha vida?”

Charles Spurgeon escreveu: “Deus não permite que seus filhos pequem com sucesso”. Ele te ama demais para permitir que você peque em segredo. É por isso que muitas vezes fica exposto. Deus se importa muito para deixá-lo caminhar pela vida, buscando apenas o seu próprio prazer. Observe a frase no versículo 10: “Por isso os céus por cima de vós retêm o orvalho, e a terra retém os seus frutos”. Como resultado, Deus soprou tudo fora. Será que você percebe quem fez isso? “eu o dissipei com um assopro…” “Eu mandei vir a seca…” Olhe para 2:17: “Feri-vos com mangra, e com ferrugem, e com saraiva, em todas as obras das vossas mãos; e não houve entre vós quem voltasse para mim, diz o Senhor”

C.S. Lewis disse certa vez: “Deus sussurra para nós em nossos prazeres, fala em nossa consciência, mas grita em nossas dores: esse é o seu megafone para despertar um mundo surdo”. Ele sopra coisas para longe e apela a uma seca para que possamos voltar a Ele. Se parece que o que você está perseguindo acaba vaporizado diante de seus olhos, se você ganha dinheiro apenas para descobrir que flui através dos buracos em seu bolso, se você se sente como se você nunca tem o suficiente, o Senhor Todo-Poderoso pode estar tirando os apoios em sua vida para obter a sua atenção.

Quando eu sei que alguém está se desviando e pecando e não parece que está interessado nas coisas de Deus mais, eu muitas vezes faço uma oração como esta: “Deus torna-o miserável em seu pecado. Faça tudo o que o Senhor precisa fazer para trazê-lo de volta a Deus. Como o filho pródigo, ajuda-o a ver a poça que seus pecados lhe causaram. Faça-os inquietos e insatisfeitos para que eles retornem a ti”

Há muitas pessoas que ainda não conhecem Cristo, que estão à procura de satisfação em todos os lugares errados. A mensagem principal é que vamos estar insatisfeito até encontrarmos a nossa satisfação em Cristo.

3. Vá e pegue. Não é suficiente apenas fazer uma pausa e refletir ou mesmo olhar e aprender. Deus também quer que a gente vá e pegue. Vemos isso no versículo 8: “Subi ao monte, e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me deleitarei, e serei glorificado, diz o Senhor”. É hora de acertar o que está errado. Esta é a única ordem em todo o livro. É realmente tríplice – ir, trazer, e construir. Como aprendemos em nosso estudo de 1 João, não é suficiente apenas dizer que amamos a Deus; devemos viver como falamos. As palavras são boas, mas as ações são melhores. Deus quer que trabalhemos. As toras não viriam rolando montanha abaixo por conta própria. Eles tiveram que ir para cima e, em seguida, trazer para baixo.

Quando alguém me diz que quer que as coisas mudem, muitas vezes eu pergunto-lhes o quanto eles querem melhorar. Você observa, se nós não tomarmos o caminho para voltar onde precisamos estar espiritualmente, isso provavelmente não vai acontecer. Temos que ir a Deus, se queremos mudar, porque a nossa configuração padrão é egoísmo e procrastinação. Nós sempre vamos para o lugar errado se permanecermos passivos. Às vezes precisamos de ir buscar recursos, procurar ajuda, aconselhamento, e buscar a responsabilização se formos sérios sobre a reconstrução de nossas relações ou encontrar satisfação ou nos alinharmos com os propósitos de Deus.

Devemos ir e buscar não apenas porque estamos satisfeitos, mas em última análise, a fim de que Deus seja satisfeito e honrado. Nós não fazemos mudanças apenas para sair de nossa situação, mas para agradar a Deus, porque quando ele é glorificado, nós ficaremos satisfeito também. Eu gosto de como John Piper diz: “Deus é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nele”

Deus encontra grande prazer quando ele é colocado de volta em seu lugar de direito. Ele é honrado quando nós o honramos. Ele é adorado quando consideramos que ele é necessário e importante. Devemos valorizar agradar e honrá-lo mais do que agradar a nós mesmos ou aos outros.
Vamos recusar-se a desagradar ou desonrar a Deus. Seu nome e sua gloria deve ser o que proclamamos. E fazemos isso quando obedecemos a Ele, e quando deixamos de correr atrás de nossos interesses egoístas. Eu continuo voltando ao que o Breve Catecismo de Westminster diz: “O fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre”

CS Lewis disse certa vez: “A única coisa que o cristianismo não pode ser é moderadamente importante”. Muitos de nós dão a Deus apenas parte da nossa vida, como uma torta que é cortada em fatias diferentes – minha fatia social, minha fatia de trabalho, minha fatia família, minha fatia passatempo, minha fatia escola, minha fatia aposentadoria, minha fatia esportes… oh, e minha fatia espiritual. Deus não quer uma fatia de sua vida; Ele merece e exige todo o bolo. Eu não sei o que é pior – deliberadamente desobedecer a Deus ou não lhe dar o primeiro lugar na minha vida. Em Isaías 48:11, Deus diz que Ele não vai dar a Sua glória a outro.

Mateus 6:33: “Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”. As coisas funcionam quando Deus é adorado. Nossas necessidades são satisfeitas quando vivemos como Deus sendo tudo o que precisamos.

Enquanto eu refletia sobre isso, eu escrevi esses três pensamentos.

  1. Quanto mais você se concentrar em sua própria felicidade, mais infeliz você se tornará.
  2. O pecado vai levá-lo mais longe do que você estava planejando ir e mantê-lo por mais tempo do que você estava planejando ficar.
  3. Agradar a Deus é a única busca que lhe dê prazer final.

Fazer uma pausa refletir. Olhar e aprender. Vá e pegue.

Ah! Se fossemos como o salmista quando escreveu no Salmo 119: 59-60: “Quando considero os meus caminhos, volto os meus pés para os teus testemunhos. Apresso-me sem detença a observar os teus mandamentos”.

Pr. Aldenir Araújo

Fonte: Esboço Sermao

 

 


 

Todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus

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Uma das primeiras passagens que eu li quando eu comecei a estudar a Bíblia foi Romanos 8:28. Lá se diz:

Romanos 8:28
“E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus”

Duas coisas eu gostaria de apontar aqui:

i) Esta passagem é destinada a aqueles que amam a Deus. Se portanto você ama a Deus ela está endereçadaa você também.

ii) de acordo com esta passagem todas as coisas, i.e., tudo que aconteceu, acontece ou acontecerácontribui juntamente para o bem daqueles que o amam. A frase “contribui juntamente” – implica o combinado – “juntamente” – contribuição de mais de uma parte. Se uma dessas partes se perder, este “contribui juntamente” estaria incompleto, já que algumas das partes que pertencem a este “juntamente” estariam faltando. Em outras palavras, tudo na vida de um homem que ama a Deus é necessário para o bem, uma vez que é o combinado, o “juntamente”, a contribuição de todos que proporciona o bem. Conforme nós lemos em Provérbios 12:21:

Provérbios 12:21
“Nenhum agravo sobreviverá ao justo”

Conforme a Companion Bible traduz: “Nada em vão acontecerá ao justo”. Nada na vida de um homem que ama a Deus é mal, fortuito ou em vão. Em contraste, tudo, mesmo aquelas coisas que nós não aceitamos com prazer, é uma parte da receita de Deus para o bem. Não é acidental que a Palavra diga: “E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2 Timóteo 3:12) e "muitas são as aflições do justo"(Salmos 34:19) enquanto ao mesmo tempo diz que "nenhum agravo sobrevirá" a ele, assim implicando que mesmo as aflições não são agravos nem são em vão. Também, não é acidental que se diga:

Efésios 5:20
“Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo”.

E em I Thessalonicenses 5:18
“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”.

Deus nos diz para agradecê-lo em tudo. Nós normalmente agradecemos a alguém por sua participação, em alguma coisa que se relacione a nós. Muitos de nós negam agradecer a Deus em tudo, pela simples razão de que nós não acreditamos que Deus tenha uma parte em tudo. Mas como Sua Palavra diz:

Lamentações 3:37-38
“Quem é aquele que diz, e assim acontece, quando o Senhor o não mande?”

Mesmo o mal não pode ir além das fronteiras que o Senhor estabeleceu. Em Jó 1-2 nós vemos que ele não podia tentar Deus sem ter uma permissão, e ele não podia ir além desta permissão. Em Lucas 22:31 nós vemos que a fim de “cirandar [os discípulos] como trigo”, ele teve que pedir primeiro [em grego: "exaiteo", "obter por pedido1". Veja também NVI(Nova Versão Internacional), a Bíblia Interlinear, etc.] Em João nós vemos que ele não podia tocar Jesus porque “ainda não era chegada a sua hora” (João 7:30, 8:20). Em I Coríntios 10:13 nós vemos que nós “não seremos tentados acima do que podemos”, não porque o mal não queira isto, mas porque “Deus[que] é fiel não nos deixará". Em Mateus 4:1 nós vemos que foi “PELO ESPÍRITO” (i.e., Deus) que Jesus foi conduzido ao deserto para ser tentado pelo diabo. Quando Jó disse “receberemos o bem de Deus, e não receberíamos o mal?” (Jó 2:10), a Escritura diz “Jó não pecou com os seus lábios”. Então ele disse: “O Senhor o deu, e o SENHOR o tomou: BENDITO SEJA O NOME DO SENHOR” (Jó 1:21) ele de novo falou a verdade: “Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma” (Jó 1:22). O que Jó disse foi certo e preciso. Se você ama a Deus e segue a Sua Palavra, mas pergunta por que você ainda está desempregado, ou por que você ainda está sozinho, ou por que você não está curado, ou por que tal coisa aconteceu, faça o que o justo Jó fez: glorifique o Senhor por isto. Porque “todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus." O que você pode agora considerar como uma aflição, é necessário para o bem. De outro modo, certifique-se de que você não teria isso. Glorifique o Senhor e acredite Nele. Agradeça-lhe em todas as coisas. Você pode considerar algumas delas como “mal”, mas nós só podemos dizer isso: “Nenhum agravo sobreviverá ao justo” e você é justificado (Romanos 3:21-26).

Conforme Paulo disse em uma situação similar:

Il Coríntios 12:7-10
“E para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar. Acerca do qual três vezes orei ao Senhor para que se desviasse de mim. E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte.”

Paulo se gloriou em suas fraquezas. As injúrias, as necessidades, as perseguições e as angústias eram para ele senão oportunidades através das quais ele via o poder do Senhor. O “espinho na carne” não veio dele próprio. Foi dado a ele, de forma que ele não se exaltasse. Certamente, esse espinho era doloroso e ele queria se livrar dele, embora isso o prevenisse contra a exaltação. Paulo poderia ter se perguntado pela terceira vez ao Senhor, por que as duas vezes anteriores sua oração não foi respondida. Nós podemos também não entender por que algumas de nossas orações foram respondidas imediatamente, enquanto outras não, ainda que nós dedicássemos muito coração e tempo a eles. Contudo, nós não somos solicitados a entender mas, em vez disso, a acreditar. Acreditar que desde que nós amamos a Deus, todas as coisas contribuem juntas para o bem. Conforme Ele diz:

Isaías 55:8-9
“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos”

Jeremias 29:11
“Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor, pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais.”

E Romanos 1:17
“Mas o justo viverá da fé

O que nós necessitamos para viver é a . Nós necessitamos acreditar Nele e nos rendermos a Ele completamente. Não é importante se nosso desejo será realizado. O que é importante é que o desejo deleseja realizado, porque é maior do que o nosso.

1. “Todas as coisas contribuem juntas para o bem daqueles que amam a Deus”: Alguns exemplos

Nós agora veremos alguns exemplos em relação ao que nós acabamos de ler. Para começar, vamos até Filipenses 1:12-18. Lá nós lemos:

Filipenses 1:12-18
"E quero, irmãos, que saibais que as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho; de maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana, e por todos os demais lugares; e muitos dos irmãos do Senhor, tomando ânimo com as minhas prisões,ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor. Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia, mas outros de boa vontade; Uns, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente, julgando acrescentar aflição às minhas prisões. Mas outros, por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho. Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento ou em verdade, nisto me regozijo, e me regozijarei ainda”.

Paulo estava na prisão. Uns, pensando naturalmente, esperariam que seu tempo lá fosse improdutivo para o evangelho. Mas veja o que ele diz: “as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho” e “muitos dos irmãos do Senhor, tomando ânimo com as minhas prisões, ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor”. Não somente as prisões de Paulo não eram um obstáculo ao evangelho, mas elas também contribuíam para seu maior proveito. Elas na verdade se tornaram o poder para uma proclamação mais destacada da Palavra de Deus pelo outro irmão. Pode parecer como algo negativo para o evangelho que Paulo estivesse na prisão, mas não foi. Em contraste, isso teve efeitos positivos uma vez que contribuiu para maior proveito. O mesmo efeito tinha também sua presença no mesmo local – i.e., na cadeia – mas em Cesareia de Filipe desta vez. Na verdade, em Atos 16:22-25 nós lemos:

Atos 16:22-25
“E a multidão se levantou unida contra eles, e os magistrados, rasgando-lhes as vestes, mandaram açoitá-los com varas. E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança. O qual, tendo recebido tal ordem, os lançou no cárcere interior, e lhes segurou os pés no tronco. E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam."

Paulo e Silvas não estavam argüindo com Deus a situação deles, mas eles estavam orando e cantando hinos a ele. Por causa de sua sustentação, todos os prisioneiros ouviram a Palavra de Deus naquela noite, falada através dos hinos e orações. Eles alguma vez teriam ouvido isto, ninguém teria estado lá para falar com eles? Eu penso que não. Mas leiamos mais adiante:

Atos 16:26-34
“E de repente sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos. E, acordando o carcereiro, e vendo abertas as portas da prisão, tirou a espada, e quis matar-se, cuidando que os presos já tinham fugido. Mas Paulo clamou com grande voz, dizendo: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos. E, pedindo luz, saltou dentro e, todo trêmulo, se prostrou ante Paulo e Silas. E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? E eles disseram: crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa. E lhe pregavam a palavra do Senhor, e a todos os que estavam em sua casa. E tomando-os ele consigo naquela mesma hora da noite, lavou-lhes os vergões; e logo foi batizado, ele e todos os seus. E, levando-os à sua casa, lhes pôs a mesa; e, na sua crença em Deus, alegrou-se com toda a sua casa.”

Todas estas coisas teriam acontecido se Paulo e Silas não tivessem sido presos? Nós veríamos o carcereiro e sua família no reino de Deus, se Paulo e Silas não tivessem estado lá? Eu penso que não. Nós ouvimos “prisão” e pensamos no “mal”, embora os pensamentos Dele não sejam os nossos pensamentos, mas incomensuravelmente maiores do que os nossos.

2. Conclusão

A partir do exposto acima, que em maneira alguma exaure o assunto2, nós podemos concluir que se nós amamos a Deus, o que quer que possa acontecer em nossas vidas, agradável ou desagradável, contribui juntamente para o bem. Muitos ficam desapontados e ofendidos quando é "chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra” (Mateus 1321). No entanto, mesmo as angústias e provaçõescontribuem também para o bem, se nós amarmos a Deus.

Romanos 5:3
“E não somente isto, mas também nas tribulações; sabendo que a tribulação PRODUZ a paciência

2 Coríntios 4:17
“Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente”.

Tiago1:2-4
“Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações; sabendo que a prova da vossa fé OPERA a paciência. Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma".

Hebreus 5:8
“Ainda que [falando de Cristo] era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu"

Os agravos estão “contribuindo para nós”. Eles trabalham a paciência. Eles trabalham a glória eterna. Eles trabalham a obediência. Nada na vida de um homem que ama a Deus é fortuito ou em vão. Em contraste, “Todas as coisas contribuem juntas para o bem daqueles que amam a Deus”.

 

Anastasios Kioulachoglou VIA http://www.jba.gr/Portuguese 

 

 

 


 

Entregou sua vida a jesus? Tenho boas notícias para você.

Postado em 14/11/2016

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Você já recebeu a Cristo como Salvador? Se sua resposta for afirmativa, parabéns! Esta foi a decisão mais importante de sua vida. Significa o início de um relacionamento com Jesus Cristo, o início de uma jornada para o céu. Agora precisamos a aprender a viver de acordo com a vontade de Deus. É Ele quem nos dá toda a força para vencer o pecado. Na Bíblia, em Romanos 8.37 lemos assim: “Mais em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.” Em Romanos 6.14 lemos também: “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.” Este é o novo nascimento que Jesus concede àqueles que o recebem como Salvador. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” (2 Coríntios 5.17)

 

SE VOCÊ FOI SINCERO EM SUA DECISÃO, VEJA 7 COISAS IMEDIATAS QUE OCORRERAM EM SUA VIDA:

 

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  1. Seus pecados foram perdoados– O pecado separa o homem de Deus. Ao entregar sua vida a Cristo confessando-o como Salvador, Ele perdoou todos os seus pecados. Assim está escrito: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. (1 João 1.9) Agora você tem livre acesso a Deus por causa do sacrifício de Cristo por nós! Em Atos 10.43 lemos sobre a obra de Cristo por nós: “A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele crêem receberão o perdão dos pecados pelo seu nome.” O Apóstolo Paulo perseguiu severamente a igreja, mas depois de sua conversão ele escreveu assim: “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.” (1 Timóteo 1.15) Não importa o nosso passado, o que temos dito e feito. Descansemos e aceitemos a afirmação da Palavra de Deus sobre o perdão de nossos pecados. Agora em Cristo temos a paz de Deus: Agora podemos dizer: “Graça e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.” (1 Coríntios 1.3)

 

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2. Seu nome está escrito no céu– Ao receber a Cristo como Salvador seu nome foi escrito nos céus para herdar a vida eterna. Em Lucas 10.20 está escrito: “Alegrai-vos antes por estarem seus nomes escritos nos céus”. (Lucas 10.20b) Em 1 João 3.2,3 lemos assim: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.” Somente pela purificação de nossos pecados no sangue de Cristo é que estamos habilitados a morar no céu: Em Apocalipse 21.27 lemos:  “E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.”

 

 

 

 

                                          filhos de Deus

 

 

3. Agora você é filho de Deus– Está escrito: “Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a ele.” (1 João 3.1);  “… A todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome”. (João 1.12). “Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz”  (Efésios 5.8); “Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo.”  (Filipenses 2.15); “Como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; mas, como é Santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.” (1 Pedro 1.14-16) Você tem esta certeza? Em Romanos 8.16 lemos: “O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.”

 

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4. Você foi justificado– A condenação que estava sobre você foi removida, então você não está mais debaixo da ira de Deus. Assim está escrito: “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.” (João 3.36) Em Efésios 2.1-5 lemos: “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos).”

 

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5. Você tem a garantia da Vida Eterna – A vida eterna é um presente de Deus para nós. Está escrito: “Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna; porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.” (Romanos 6.22,23) Uma vez justificados do pecado precisamos conhecer melhor o Deus que estamos servindo. Por isso em João 17.3 lemos assim: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” Em Tito 3.7 lemos: “Para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros segundo a esperança da vida eterna.”

 

                                          

6. Você foi santificado –  A palavra santificação significa simplesmente ser separado do pecado e dedicado ao serviço de Deus. Fomos santificados em Cristo, e devemos manter este propósito até o fim. Por que Deus nos escolheu? “Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação.” (1 Tessalonicenses 4.7); Em Efésios 1.4 lemos: “Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor.”  Em Hebreus 12.14 lemos: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.”  (Hebreus 12.14); A santificação não é algo impossível de ser alcançada. Em Levítico 20.8 está escrito: “E guardai os meus estatutos, e cumpri-os. Eu sou o Senhor que vos santifica.” Por isso Paulo instruiu os irmãos de Tessalônica com estas palavras: “Abstende-vos de toda a aparência do mal. E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.” (1 Tessalonicenses 5.22-24) Todos nós, em qualquer época fomos chamados para a santificação. Assim Paulo escreveu aos coríntios: “À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos, com todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso:” (2 Coríntios 1.2)

7. Cristo passou a habitar em seu coração – Em Romanos 4.25 lemos que Cristo “por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação.” Ao voltar para o céu Ele prometeu enviar o Espírito Santo para habitar em nós. O Espírito Santo por sua natureza, obviamente só habita em quem está santificado. Em João 14.15-17 Jesus se expressa assim: “Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.” É o Espírito Santo que nos dá poder para vencer os desejos da velha natureza humana e nos capacita para o conhecimento de Deus. O apóstolo Paulo escreveu aos efésios: “Para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior; para que Cristo habite pela fé nos vossos corações; a fim de, estando arraigados e fundados em amor, poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.” (Efésios 3.1619)

COMO SERÁ MINHA VIDA A PARTIR DE AGORA?

A vida segue normal, trabalhando, estudando, etc. A diferença é que teremos novas prioridades. Usaremos o nosso tempo de forma prudente escolhendo aquilo que nos edifica espiritualmente. Fazemos parte de uma nova família: A família de Deus, a igreja. Talvez alguns dos antigos companheiros nos dirão que não há mal nenhum em acompanhá-los nos velhos caminhos do pecado, mas a Palavra de Deus diz assim: “Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas” (Provérbios 1.10). Nosso relacionamento com o mundo deve ser no sentido de evangelizar, falar sobre o que Cristo fez em nossa vida. Porque Deus “quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.” (Timóteo 2.4) Fale a seus familiares sobre o seu encontro com Jesus. Cristo está conosco nesta missão. Em Mateus 28.18-20 Jesus disse assim: “É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” Tudo o que aprendemos de Deus devemos ensinar aos demais. O apóstolo Paulo ensinou a Timóteo e Timóteo ensinou outros. Em 2 Timóteo 2.2 Paulo fala sobre isto: “E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.”

 Jamais negue sua fé, nem mesmo nas adversidades. Veja o testemunho do apóstolo Paulo: “Portanto, tudo sofro por amor dos escolhidos, para que também eles alcancem a salvação que está em Cristo Jesus com glória eterna. Fiel é esta Palavra: que, se morrermos com ele, também com ele viveremos.  Se sofrermos, também com ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará. Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.” (2 Timóteo 2.10-13) Em Mateus 10.32,33 Jesus fala assim: “…Aquele que me negar diante dos homens eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus.” Lembre-se sempre do texto de Romanos 8.37: “Mais em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.”

 

Fonte: http://www.blogdosemeador.com  

 

 


 

Outro evangelho

Satanás não é um inovador, mas um imitador. Deus tem seu Filho unigênito – o Senhor Jesus? Tal qual Satanás tem “o filho da perdição” (II Tessalonicenses 2:3). Há uma Santa Trindade? Há de igual modo uma trindade do mal (Apocalipse 20:10). Lemos sobre os “filhos de Deus”? Do mesmo modo lemos também sobre “os filhos do maligno” (Mateus 13:38). Deus opera nestes que foram citados de modo a determinar e fazer a Sua vontade? Então somos informados que Satanás é “o espírito que agora opera nos filhos da desobediência” (Efésios 2:2). Há o “mistério da piedade” (I Timóteo 3:16)? Há também o “mistério da injustiça” (II Tessalonicenses 2:7). Aprendemos que Deus através de Seus anjos “assinala” os Seus servos nas suas testas (Apocalipse 7:3)? Assim também aprendemos que Satanás através de seus agentes assinala nas testas os seus devotos (Apocalipse 13:16). É-nos dito que “o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus” (I Coríntios 2:10)? Então Satanás também provê suas “coisas profundas” (grego de Apocalipse 2:24). Cristo faz milagres? De igual modo Satanás também pode fazê-los (II Tessalonicenses 2:9). Cristo está sentando sobre um trono? Também Satanás o está (Apocalipse 2:13). Cristo tem uma Igreja? Então Satanás tem a sua “sinagoga” (Apocalipse 2:9). Cristo é a Luz do mundo? Então o próprio Satanás “se transfigura em anjo de luz” (II Coríntios 11:14). Cristo designou “apóstolos”? Então Satanás tem seus apóstolos também (II Coríntios 11:13). E isto nos leva a considerar o “Evangelho de Satanás”.

Satanás é o maior dos falsificadores. O Diabo está agora ocupado em trabalhar no mesmo campo no qual o Senhor semeou a boa semente. Ele está buscando evitar o crescimento do trigo através de outra planta, o joio, o qual é muito próximo do trigo em aparência. Em uma frase: por meio da falsificação ele está buscando neutralizar a Obra de Cristo. Por essa razão, como Cristo tem um Evangelho, Satanás tem um evangelho também; sendo este uma astuta falsificação do primeiro. O evangelho de Satanás se parece tão proximamente com aquele que ele imita, que multidões de não salvos são enganadas por ele.

É a este evangelho de Satanás que o apóstolo se referia quando disse aos Gálatas: “Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo” (Gálatas 1:6-7). Este falso evangelho estava sendo proclamado já nos dias do apóstolo, e a mais terrível maldição foi proclamada sobre aqueles que o pregam. O apóstolo continua: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema”.

Com o auxílio de Deus, nos esforçaremos agora para expor, ou melhor, para desmascarar este falso evangelho:

O evangelho de Satanás não é um sistema de princípios revolucionários, nem ainda é um programa de anarquia. Ele não promove a luta e a guerra, mas objetiva a paz e a unidade. Ele não busca colocar a mãe contra sua filha, nem o pai contra seu filho, mas busca nutrir o espírito de fraternidade, por meio do qual a raça humana deve ser considerada como uma grande “irmandade”. Ele não procura deprimir o homem natural, mas aperfeiçoá-lo e erguê-lo. Ele advoga a educação e a cultura e apela para “o melhor que está em nosso interior” – Ele objetiva fazer deste mundo uma habitação tão confortável e apropriada, que a ausência de Cristo não seria sentida, e Deus não seria necessário. Ele se esforça para deixar o homem tão ocupado com este mundo, que não tem tempo ou disposição para pensar no mundo que está por vir. Ele propaga os princípios do auto-sacrifício, da caridade, e da boa-vontade, e nos ensina a viver para o bem dos outros, e a sermos gentis para com todos. Ele tem um forte apelo para a mente carnal, e é popular com as massas, porque deixa de lado o fato gravíssimo de que, por natureza, o homem é uma criatura caída, apartada da vida com Deus, e morta em ofensas e pecados, e que sua única esperança reside em nascer novamente.

Contradizendo o Evangelho de Cristo, o evangelho de Satanás ensina a salvação pelas obras. Ele inculca a justificação diante de Deus em termos de méritos humanos. Sua frase sacramental é “Seja bom e faça o bem”; mas ele deixa de reconhecer que lá na carne não reside nenhuma boa coisa. Ele anuncia a salvação pelo caráter, o que inverte a ordem da Palavra de Deus – o caráter como fruto da salvação. São muitas as suas várias ramificações e organizações: Temperança, Movimentos de Restauração, Ligas Socialistas Cristãs, Sociedades de Cultura Ética, Congresso da Paz1 estão todos empenhados (talvez inconscientemente) em proclamar o evangelho de Satanás – a salvação pelas obras. O cartão da seguridade social substitui Cristo; pureza social substitui regeneração individual, e, política e filosofia substituem doutrina e santidade. A melhoria do velho homem é considerada mais prática que a criação de um novo homem em Cristo Jesus; enquanto a paz universal é buscada sem que haja a intervenção e o retorno do Príncipe da Paz.

Os apóstolos de Satanás não são taberneiros e traficantes de escravas brancas, mas são em sua maioria ministros do evangelho ordenados. Milhares dos que ocupam nossos modernos púlpitos não estão mais engajados em apresentar os fundamentos da Fé Cristã, mas têm se desviado da Verdade e têm dado ouvidos às fábulas. Ao invés de magnificar a enormidade do pecado e estabelecer suas eternas conseqüências, o minimizam ao declarar que o pecado é meramente ignorância ou ausência do bem. Ao invés de alertar seus ouvintes para “escaparem da ira futura”, fazem de Deus um mentiroso ao declarar que Ele é por demais amoroso e misericordioso para enviar quaisquer de Suas próprias criaturas ao tormento eterno. Ao invés de declarar que “sem derramamento de sangue não há remissão”, eles meramente apresentam Cristo como o grande Exemplo e exortam seus ouvintes a “seguir os Seus passos”. Deles é preciso que seja dito: “Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus” (Romanos 10:3). A mensagem deles pode soar muito plausível e seu objetivo parecer muito louvável, mas, ainda sobre eles nós lemos: – “Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras” (II Coríntios 11:13-15).

Somando-se ao fato de que hoje centenas de igrejas estão sem um líder que fielmente declare todo o conselho de Deus e apresente Seu meio de salvação, também temos que encarar o fato de que a maioria das pessoas nestas igrejas está muito distante de conseguir descobrir a verdade por si mesma. O culto doméstico, onde uma porção da Palavra de Deus era costumeiramente lida diariamente, é agora, mesmo nos lares de Cristãos professos, basicamente uma coisa do passado. A Bíblia não é exposta no púlpito e não é lida no banco da igreja. As demandas desta era agitada são tão numerosas, que multidões têm pouco tempo, e ainda menos disposição, para fazer uma preparação para o encontro com Deus. Por essa razão, a maioria, aqueles que são negligentes o bastante para não pesquisarem por si mesmos, são deixados à mercê dos homens a quem pagam para pesquisar por eles; muitos dos quais traem a verdade deles, por estudar e expor problemas sociais e econômicos ao invés dos Oráculos de Deus.

Em Provérbios 14:12 lemos: “Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte”. Este “caminho” que termina em “morte” é a Ilusão do Diabo – o evangelho de Satanás – um caminho de salvação através da realização humana. É um caminho que “parece direito”, o qual, é preciso que se diga, é apresentado de um modo tão plausível que ganha a simpatia do homem natural; é pregado de forma tão habilidosa e atrativa, que se torna recomendável à inteligência dos seus ouvintes. Por incorporar a si mesmo terminologia religiosa, algumas vezes apela para a Bíblia como seu suporte (sempre que isto se ajusta aos seus propósitos), mantém diante dos homens ideais elevados, e é proclamado por pessoas que têm graduação em nossas instituições teológicas, e incontáveis multidões são atraídas e enganadas por ele.

O sucesso de um falsificador de moedas depende em grande medida de quão proximamente a falsificação lembra o artigo genuíno. A heresia não é uma total negação da verdade, mas sim, uma deturpação dela. Por isto é que uma meia verdade é sempre mais perigosa que uma completa mentira. É por isso que quando o Pai da Mentira assume o púlpito, não é seu costume claramente negar as verdades fundamentais do Cristianismo, antes ele tacitamente as reconhece, e então procede de modo a lhes dar uma interpretação errônea e uma falsa aplicação. Por exemplo, ele não seria tão tolo de orgulhosamente anunciar sua descrença em um Deus pessoal; ele dá a Sua existência como certa, e então apresenta uma falsa descrição da Sua natureza. Ele anuncia que Deus é o Pai espiritual de todos os homens, que as Escrituras claramente nos dizem que nós somos:”filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gálatas 3:26), e que “a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus” (João 1:12). E mais adiante, ele declara que Deus é por demais misericordioso para em algum momento enviar qualquer membro da raça humana no Inferno, mesmo havendo o próprio Deus dito que: “aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo” (Apocalipse 20:15). Novamente, Satanás não seria tão tolo, a ponto de ignorar a figura central da história humana – o Senhor Jesus Cristo; ao contrário, seu evangelho O reconhece como sendo o melhor homem que já viveu. A atenção é então levada para os Seus feitos de compaixão e para as Suas obras de misericórdia, para a beleza de Seu caráter e a sublimidade de Seu ensino. Sua vida é elogiada, mas Sua morte vicária é ignorada, a importantíssima obra reconciliadora da cruz não é mencionada, enquanto Sua triunfante e corpórea ressurreição dos mortos é considerada como uma crendice de uma época de muita superstição. É um evangelho sem sangue, e apresenta um Cristo sem cruz, que é recebido não como Deus manifesto em carne, mas meramente como o Homem Ideal.

Em II Coríntios 4:3 temos uma passagem que derrama muita luz sobre o nosso presente tema. Lá nos é dito que: “se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto. Nos quais o deus deste século [Satanás] cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus”. Ele cega as mentes dos não crentes ao esconder a luz do Evangelho de Cristo, e faz isto substituindo-o pelo seu próprio evangelho. Apropriadamente ele é chamado de “o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo” (Apocalipse 12:9). Em meramente apelar para “o melhor que está no homem”, e ao simplesmente exortá-lo a “seguir uma vida de retidão” ele está criando uma plataforma genérica sobre a qual pessoas com qualquer matiz de opinião podem se unir e proclamar uma mensagem comum.

Novamente citando Provérbios 14:12 – “Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte”. Tem sido dito com considerável grau de verdade que o caminho para o Inferno está pavimentado com boas intenções. Haverá muitos no Lago de Fogo que recomendaram suas vidas com boas intenções, decisões honestas e ideais elevados – aqueles que foram justos em seus procedimentos, corretos em suas transações e caridosos em todos os seus caminhos; homens que se orgulharam da sua integridade, mas que buscaram justificar a si mesmos diante de Deus por sua própria justiça; homens que foram morais, misericordiosos e generosos, mas que nunca viram a si mesmos como culpados, perdidos, pecadores merecedores do inferno, necessitados de um Salvador. Este é o caminho que “parece direito”. Este é o caminho que recomenda a si mesmo à mente carnal e se faz atraente às multidões de iludidos dos dias atuais. A Ilusão do Diabo é que nós podemos ser salvos por nossas próprias obras, e justificados por nossos próprios feitos; enquanto que, Deus nos diz em Sua Palavra: “pela graça sois salvos, por meio da fé… Não vem das obras, para que ninguém se glorie”. E também: “Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou…”

Há alguns anos atrás, conheci um homem que era um pregador leigo e um entusiasmado “obreiro Cristão”. Por mais de sete anos este amigo esteve engajado na pregação pública e em atividades religiosas, mas com base em certas expressões e frases que usava, eu duvidava que este amigo fosse um homem renascido. Quando começamos a questioná-lo, descobrimos que ele foi muito mal instruído nas Escrituras e tinha somente uma vaga concepção da Obra de Cristo pelos pecadores. Por um tempo procuramos apresentar-lhe o caminho da salvação, de uma maneira simples e impessoal, e a encorajar nosso amigo a estudar a Palavra por Ele mesmo, na esperança de que se ele estivesse ainda sem a salvação, Deus se agradaria em revelar o Salvador de que necessitava.

Uma noite, para nossa alegria, aquele que tinha pregado o Evangelho (?) por tantos anos, confessou que havia encontrado a Cristo na noite anterior. Ele admitiu (para usar suas próprias palavras) que estava apresentando um “Cristo ideal”, mas não o Cristo da Cruz. Acredito que haja milhares como este pregador, os quais, talvez, tenham crescido na Escola Dominical, foram instruídos sobre o nascimento, a vida, e os ensinos de Jesus Cristo, crêem na historicidade de Sua pessoa, intermitentemente se esforçam para praticar Seus preceitos, e pensam que isto é tudo o que é necessário para a sua salvação. Frequentemente, estas pessoas quando atingem a maturidade vão para o mundo, e se deparam com o ataque dos ateístas e infiéis, e lhes é dito que uma pessoa tal qual Jesus de Nazaré nunca viveu. Mas, as impressões dos dias da mocidade não são facilmente apagadas, e eles permanecem firmes em sua declaração de que “crêem em Jesus Cristo”. Apesar disso, quando sua fé é examinada, muito frequentemente descobre-se que ainda que creiam em muitas coisas sobre Jesus Cristo, eles de fato não crêem Nele. Crêem com seu intelecto que tal pessoa viveu (e, porque crêem desta forma imaginam, então, que estão salvos), mas nunca baixaram as armas em sua luta contra Ele, rendendo-se a Ele, nem verdadeiramente creram com seu coração Nele.

A simples aceitação de uma doutrina ortodoxa sobre a pessoa de Cristo, sem o coração ter sido ganho por Ele, e a vida ter sido devotada a Ele, é outra etapa deste caminho “que ao homem parece direito”, mas que cujo fim “são os caminhos da morte”, ou, em outras palavras, é outro aspecto do evangelho de Satanás.

E agora, onde você está? Você está no caminho “que parece direito”, mas que termina em morte; ou, está no Caminho Estreito que conduz à vida? Você realmente abandonou o Caminho Espaçoso que conduz à perdição? Tem o amor de Cristo criado, em seu coração, aversão e horror a tudo o que Lhe desagrada? Você está desejoso de que Ele possa “reinar sobre” você? (Lucas 19:14) Você está confiando inteiramente na justiça e no sangue de Cristo para a sua aceitação junto a Deus?

Aqueles que estão confiando em uma forma exterior de religiosidade, tal qual o batismo ou a “crisma” (confirmação), aqueles que são religiosos porque isto é considerado como uma marca de respeitabilidade; aqueles que freqüentam alguma Igreja ou Congregação porque está na moda fazer isto; e, aqueles que se unem a algumas Denominações porque supõem que este seja um passo que os capacitará a se tornarem Cristãos, estão no caminho que “termina em morte” – morte espiritual e eterna. Mesmo sendo puros os nossos motivos, mesmo sendo nobres as nossas intenções, mesmo sendo bem intencionados os nossos propósitos, mesmo sendo sinceros os nossos esforços, Deus não nos reconhecerá como Seus filhos, até que aceitemos o Seu Filho.

Uma forma ainda mais ilusória do Evangelho de Satanás está levando os pregadores a apresentar o sacrifício reconciliador de Cristo, e então dizer à sua audiência que tudo o que Deus requer deles é que “creiam” no Seu Filho. Por meio disto milhares de almas impenitentes são iludidas, e passam a pensar que foram salvas. Mas Cristo disse: “se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis” (Lucas 13:3). “Arrepender-se” é odiar o pecado, entristecer-se por causa dele, e desviar-se dele. É o resultado do Espírito tornando o coração contrito diante de Deus. Nada, exceto um coração quebrantado pode crer de modo salvífico no Senhor Jesus Cristo.

Mais uma vez, milhares estão sendo enganados, ao serem levados a supor que “aceitaram a Cristo” como seu “Salvador pessoal”, sem primeiro O terem recebido como seu SENHOR. O Filho de Deus não veio aqui para salvar Seu povo nos seus pecados, mas “dos seus pecados” (Mateus 1:21). Para ser salvo dos pecados, é preciso deixar de ignorar e de tentar despistar a autoridade de Deus, é abandonar o curso de vida de acordo com a própria vontade e a satisfação pessoal, é “deixar o nosso caminho” (Isaías 55:7). É nos render à autoridade de Deus, nos entregar ao Seu domínio, e ceder a nós mesmos para que sejamos controlados por Ele. Aquele que nunca tomou o jugo de Cristo sobre si, que não busca verdadeira e diligentemente agradá-Lo em todos os detalhes da vida, e ainda supõe que está “confiado na Obra Consumada de Cristo” está iludido pelo Diabo.

No sétimo capítulo de Mateus há duas passagens que nos mostram os resultados aproximados do Evangelho de Cristo e da falsificação de Satanás. Primeiro, nos versos 13-14: “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem”. Depois, nos versos 22-23: “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos [pregamos] nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade”. Sim, meu caro leitor, é possível trabalhar em nome de Cristo, ou mesmo pregar em seu nome, e também o mundo nos conhecer, e a Igreja nos conhecer, e ainda assim sermos desconhecidos ao Senhor! Quão necessário é então descobrir onde nós estamos; examinar a nós mesmos e ver se nós estamos na fé; medir a nós mesmos pela Palavra de Deus e ver se estamos sendo enganados por nosso astuto Inimigo, descobrir se estamos construindo nossa casa sobre a areia, ou se ela está erigida sobre a Rocha que é Jesus Cristo.

Que o Espírito Santo examine nossos corações, quebrante nossa vontade, destrua a nossa inimizade contra Deus, opere em nós um arrependimento profundo e verdadeiro, e fixe nosso olhar no Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

1 NT. Estes movimentos ou já desapareceram completamente, ou não tem mais a expressão que tinham à época em que este estudo foi escrito. Sendo hoje substituídos por estruturas como o Movimento Ecumênico, a Nova Era, etc.

Tradução: Walter Andrade Campelo

Fonte: Site Luz para o Caminho – www.luz.eti.br
Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho. (Salmo 119:105 ACF)

Autor: Arthur Walkington Pink
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

 


     Apostasia –uma análise das Cartas a Timóteo

Por Flávyo Henrique Santos

Apostasia – uma análise das Cartas a Timóteo

Publicado em 29/10/2016

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“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;” 1 Timóteo 4:1

Ouço/leio muitos textos sobre a doutrina da Perseverança dos Santos. São comuns perguntas do tipo:

Uma vez salvo, salvo para sempre?

Pode um eleito se perder?

Um crente pode perder a salvação?

Qual o significado da palavra “apostasia”, 2 Ts 2.3, e de tantas advertências a perseverança na fé, até o fim? Mt 10.33,  24.13, Mc 13.13, Hb 3.6, 3.14, 6.11

Exemplos:

“Mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo.” Mt 24.13

“E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.” Mc 13.13

“Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim.” Hebreus 3:14

 

Pretendemos ajudar a esclarecer estas dúvidas.

  1. Iniciaremos com o significado e a raiz da palavra “apostatarão” utilizada no texto de I Tm 4.1

Segundo o Dicionário bíblico de Grego e Hebraico, James Strong, “aphistemi” (αφιστ ημι) Significa : 1) fazer retroceder, fazer afastar-se, remover, excitar à revolta; 2) retroceder, manter-se de lado, ir embora, deixar alguém, abandonar, afastar-se de alguém, abandonar, tornar-se infiel, afastar-se de, fugir de, parar de atormentar alguém, afastar-se de, abandonar, guardar-se de, ausentar-se de;

 

A palavra “aphistemi” deriva de “apostasia” que significa: 1) separação, deserção, apostasia.

E por sua vez αποσ τασιο ν apostasion, que representa  1) divórcio, repúdio 2) uma carta de divórcio.

Utilizando o dicionário Léxico Grego/Português, F. Wilbur Gingrich, αποστασία, ας, ή Significa: rebelião, abandono, apostasia At 21.21; 2 Ts 2.3.

Qualquer que seja o sentido escolhido como significado, o mais claro indicativo é de separação, apartar-se, divorcia-se, trazendo um sentido definitivo ou de estado de deserção, abandono.

 

Voltando ao texto de I Tm 4.1 “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé…”

 

Outro sentido não pode ser aplicado, a não ser o de deserção, abandono, divórcio com a fé. Por mais que alguém tente amenizar o significado do termo para indicar um esfriamento espiritual, isto não é compatível com nenhum dos sentidos e modos de uso das palavras acima descritas. Por outro lado, só pode apartar-se quem esteve junto, divorciar-se, o casado, abandonar quem estava presente, quem era participante, então em qualquer sentido escolhido, trata-se de que antes a pessoa esteve unida a Cristo, a fé, junto, participando e deixou, se apartou, divorciou-se.

  1. Instruções a Timóteo

O contexto da Carta de Paulo a Timóteo é o de instrução, de um líder mais experiente para um líder mais jovem, é o repartir experiências. Na 1ª Epístola uma Carta amorosa de um pai (na fé) para o filho, e um tom de despedida na 2ª Carta, isto porque o Apóstolo Paulo escreveu a segunda epístola já ciente da proximidade de sua morte. II Tm 4.6-7

Os objetivos das Cartas são claros, fortalecer e transmitir experiências. Então vejamos alguns textos relacionados à apostasia.

Himeneu e Alexandre

“Este mandamento te dou, meu filho Timóteo, que, segundo as profecias que houve acerca de ti, milites por elas boa milícia; Conservando a fé, e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram naufrágio na fé.
E entre esses foram Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para que aprendam a não blasfemar.” 1 Timóteo 1:18-20

Este primeiro texto mostra-nos muito claramente que Paulo encontrou dois irmãos que posteriormente “fizeram naufrágio na fé”, apostataram, se apartaram da fé, e a consequência é que o apóstolo diz que os entregou a Satanás, em um sentido de que os deixou a própria sorte.

Na segunda Carta, novamente aparece uma citação sobre Himeneu, vejamos:

“Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade.
E a palavra desses roerá como gangrena; entre os quais são Himeneu e Fileto;
Os quais se desviaram da verdade
, dizendo que a ressurreição era já feita, e perverteram a fé de alguns.” 2 Timóteo 2:16-18

Mais cristalino que isso, eu não faço ideia como seria possível, “os quais desviaram-se da verdade”, isto é, porque um dia estiveram nela, e “perverteram a fé de alguns”. Mas não é isto que foi dito em I Timóteo, que alguns apostarão da fé? E Paulo torna a destacar esta realidade observada na vida de Himeneu e Fileto. A orientação é para que se afaste de tais desertores.

2. Conselho: “Tem cuidado de ti mesmo”

Outra dica do apóstolo Paulo ao discípulo Timóteo diz respeito a sua vida pessoal, a perseverança pessoal.

A conclusão do capítulo 4, da primeira epístola, que iniciou advertindo sobre a apostasia de alguns é:

Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem.” 1 Tm 4.16

Percebemos que Paulo quer deixar muito claro que devemos tomar cuidado com os perigos espirituais e ser zelosos com a doutrina, para que nós mesmos não venhamos a ser vitimas da apostasia.

A conclusão da 1ª Carta: “Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores vãos e profanos e às oposições da falsamente chamada ciência,
A qual professando-a alguns, se desviaram da fé. A graça seja contigo. Amém.”
1 Tm 6.20-21

É uma clara advertência a perseverança, “guarda o depósito”, (2 Tm 1.12,14)  “a qual professando-a alguns, se desviaram da fé”, ou seja, um dia estiveram nela, mas se desviaram, apostataram.

Amados, “se desviar da fé!” Isto também foi mencionada pelo Apóstolo Tiago:

“Irmãos, se algum DENTRE VÓS se tem desviado da verdade, e alguém o converter,
Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados.”Tg 5:19-20

Algo semelhante ao relatado em At 13.8 “Mas resistia-lhes Elimas, o encantador (porque assim se interpreta o seu nome), procurando apartar da fé o procônsul.” 

“Tem cuidado de ti mesmo”.

“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” 2 Tm 2.15  

“Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério.”  2 Tm 4.5

E novamente cita o infeliz do Alexandre, companheiro de Himeneu:

“Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segundo as suas obras. Tu, GUARDA-TE também dele, porque resistiu muito às nossas palavras.”
2 Tm 4.14-15

Pois bem, eu não sei como você (irmão, leitor) vê (ou via) a questão da apostasia, mas ao que percebemos para Paulo era algo muito sério e verdadeiro, que Ele viu acontecer na Prática com Himeneu, Fileto e Alexandre, e advertiu ao jovem e amado pastor Timóteo a respeito, e a ter cuidado, vigiar, guardar o depósito, se afastar dos corruptores da fé, dos que naufragaram na fé, se afastar daqueles que se desviaram.

3. Principais objeções – análise teológica do tema “apostasia”.

A doutrina “Perseverança dos Santos”, popularmente conhecida como “uma vez salvo, salvo para sempre”, é erroneamente atribuída aos calvinistas, quando na verdade é (mais propriamente) uma doutrina dos  arminianos de 4 pontos, presente na teologia, por exemplo, de Norman Geisler, Edgar Young Mullins, e Henry C. Thiessen.

 

No arminianismo clássico, aquele que afirma que o crente pode desertar da fé, como os textos acima nos deixaram claro, a segurança é “Em Cristo”, Nele, ou enquanto Nele estamos seguros. Apartados (aphistemi), só resta condenação.

 

O Calvinista R. C. Sproul diz que a Perseverança dos Santos, ou seja, a doutrina que ensina que os santos de Deus hão de perseverar até o fim, na verdade, no âmbito da teologia calvinista, deveria ser denominada “Preservação dos Santos”, isto porque (para um calvinista) não é o santo/crente que persevera, como se algo de sua vontade estivesse envolvido no processo, mas Deus o livra da destruição conforme a eleição incondicional. Eu discordo diametralmente do calvinismo, mas concordo com o raciocínio do Sproul, é mais apropriado aos calvinistas denominar-se defensores da Preservação dos Santos e não da “Perseverança”, pois quem persevera é o crente.

4. Principais dúvidas e objeções

a)      Uma vez salvo, salvo para sempre?

RESPOSTA

A própria pergunta é confusa. É muito comum calvinistas fazerem trocadilhos e mal uso de palavras, acredito que involuntariamente o fazem, mas vejamos bem, “salvo de quê”? Paulo disse que Timóteo salvaria a ele mesmo e aos ouvintes se perseverassem na doutrina. I Tm 4.16. Salvaria de quê? Da apostasia. I Tm 4.1

Na pergunta ocorre o mal uso da palavra “salvo”.

Exemplo: Alguém pode estar a salvo agora em sua casa, bem guardado e amanhã ao andar pela rua, com tanta violência, não sentir-se (e nem encontrar-se) tão a salvo assim. Deus é nossa segurança, só Ele.

No que diz repeito a fé, a nossa segurança e fortaleza é Cristo, longe dele não estamos a salvo, pessoas podem louvá-lo hoje e negá-lo amanhã, quantas vezes vimos isto?

Como muito bem asseverado pelos remonstrantes arminianos e pelos metodistas posteriores a segurança está em Cristo, e não fora dele, e não em algo misterioso, mas na certeza que temos em Cristo.

“Mas Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim.” Hb 3.6

“Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo.
Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado;
Porque nos tornamos participantes de Cristo, SE retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim.” Hb 3.12-14

Se o “salvo” refere-se a estado final, é claro que estado final só pode ser verificado ao final, os que perseveraram, mas se “salvo” refere-se ao agora, seguros estamos somente em Cristo, se permanecermos até o fim. Hb 3.6, 3.14, 6.11  Não nos firmamos em uma eleição incondicional, predestinação ou outra ideia humana, mas em Cristo, SE (condicional) Nele, então estamos seguros.

E quanto ao Retroceder?

A Bíblia é muito clara neste assunto, Deus não tem prazer naquele que retrocede.

“Mas o justo viverá pela fé; E, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele. Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que crêem para a conservação da alma. Hb 10.38-39

“E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus.” Lc 9.62

 

 

b) Pode um crente “perder a salvação”?

Vemos aqui outro mal uso de termo, agora a palavra “perder“ ou da expressão “perder a salvação”. Veja bem, isto não ocorre na Bíblia, ninguém perde a salvação, a salvação é para aquele que perseverar até o fim, se morremos em Cristo seremos salvos, esta  é a promessa.

Uma pessoa pode ser crente, nascer de novo, e vir a naufragar na fé, vide Himeneu e Alexandre. I Tm 1.19. Pode ser crente e se desviar. Tg 5.19-20, apartar-se, apostatar.

“Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo, E provaram a boa palavra de Deus, e as virtudes do século futuro, E recaíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus, e o expõem ao vitupério. “ Hb 6.4-6

Um dos textos mais claros a respeito do tema é o capítulo 2 de II Pedro.

“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.” 2 Pedro 2.1

“Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro.
Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado;
Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama. 2 Pd 2.20-22

 

Por que confusão de termos?

O uso da expressão “perder a salvação” leva a um entendimento de algo volátil, frágil, de pouco valor, quando nós na realidade temos uma aliança feita no sangue puro de nosso Senhor Jesus Cristo, isto não é volátil, frágil, mas sim, forte. E por outro lado, ainda pior, sugere que é algo conquistado por um possuidor, detentor, sob o domínio e poder puramente humano. Nada disto, biblicamente, é verdadeiro, por isso considero o uso do termo inapropriado.

“Salvo”, no que diz respeito a morador do céu, herdeiro das promessas, é somente aquele que persevera até o fim, mas o crente pode morrer e naufragar na fé, se não vigiar, se não tiver cuidado de si mesmo. Pode experimentar os dons espirituais, ser participante da mesa do Senhor e ainda assim vir a apostatar.

C) Um eleito pode deixar de ser salvo?

Mais uma vez, espero que já esteja ficando claro o fato, há uma confusão de termos. “Eleito” é condição final, Deus fala assim dos salvos, dos que Ele sabe que se salvarão, as vezes falamos assim de nós mesmos, pela fé, e ninguém sabe quem e quantos são, e isto não tem qualquer relação com a incondicionalidade defendida por calvinistas, mas apenas com o fato de Deus conhecer todas as coisas antes de que tudo tenha sido criado. At 15.18, I Pe 1.2.

Reiteramos, um crente fervoroso, cheio do Espírito de Deus (Ex: Saul), pode vir a apostatar, mas “eleito” é condição final, é como “o  salvo”, eleito é quem persevera em Cristo até o fim.

Então, chegamos ao fim de mais uma meditação, espero que tenha sido uma benção e tenha ajudado a tirar algumas dúvidas, e fica o conselho de Paulo para nós:

“Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem.” 1 Tm 4.16

Graça e Paz.

 

Fonte: https://estudos.gospelprime.com.br 

 


 

A vontade de Deus para o homem - a perfeição de Deus e a limitação do homem

 

                                    Publicado em 22/10/2016     

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Muitas vezes nós cristãos, pedimos coisas pequenas para Deus e quando não conseguimos ficamos muito tristes. Mas, o que esperar de Deus? Com o que devemos nos preocupar? Como o homem deve agir para não perder as bênçãos de Deus? Quais são as limitações do homem? Leia este estudo bíblico para entender um pouco mais sobre estas e outras questões.

Capítulo 1 – Deus é Organizado

Vamos ler em nossas Bíblias, o livro de Gênesis, capítulo número 1 a partir do versículo número 1.

No princípio, criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.

E disse Deus: Haja luz, e houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz Dia; e às trevas Noite. E foi a tarde e a manhã: o dia primeiro.

E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão. E assim foi. E chamou Deus à expansão Céus; e foi a tarde e a manhã: o dia segundo. E chamou à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas Mares. E viu Deus que era bom.

E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nela sobre a terra. E assim foi. E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie e árvore frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom. E foi a tarde e a manhã: o dia terceiro.

E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite, e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para alumiar a terra. E assim foi. E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas. E Deus o pôs na expansão dos céus para alumiar a terra, e para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que era bom. E foi a tarde e a manhã: o dia quarto.

E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus. E Deus criou as grandes baleias, e todo réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies, e toda ave de asas conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom. E Deus os abençoou, dizendo: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares; e as aves se multipliquem na terra. E foi a tarde e a manhã: o dia quinto.

Até o momento lemos do versículo 1 até o versículo 23 e já temos muitas lições da parte de Deus para os nossos corações.

Primeiramente, vemos como Deus criou o mundo, o universo, e todas as coisas que existem. Como vemos, Deus é tão perfeito que Ele pessoalmente cuidou de todos os detalhes antes de ter criado o homem e colocado aqui na terra. Sim! Deus é o Todo Poderoso e também o Deus Todo Organizado. A Palavra de Deus está nos ensinando que antes de nós fazermos qualquer coisa, seja qual for o plano que temos em nossos corações, nos organizar e ver se realmente o que nós formos fazer é realmente de Deus. Pois o diabo está ao nosso derredor sempre procurando uma brecha para entrar e se nós fazermos tudo o que dar em nossa mente, certamente iremos sofrer muito. Mas como é que iremos sempre acertar em todas as decisões? É simples! Nos somos feito criatura de Deus e além de criatura somos Filhos de Deus (por meio de Jesus Cristo) e por sermos filhos de Deus, nós temos total liberdade para perguntar para nosso Pai se o que estamos fazendo é realmente a vontade dele.

Como vimos, o Senhor Deus, antes de criar os animais, ele cuidou com todo o zelo de criar e preparar a terra para as outras criações Dele. Deus sabe que nós não somos nada mais do que pó e para que nós possamos entrar para a terra, temos que ter um chão para pisar, temos que ter alimentos para nosso corpo, etc.

Será que Deus, sendo o Todo Poderoso, não podia nos criar assim que ele fez a Terra sem forma e vazia? Sim. Ele podia pelo seu poder, mais pelo seu caráter, não podia, pois Deus é O Deus de Amor. Veremos em outra lição que Deus achou todas as suas criações boas, mais apenas quando criou o homem, Ele achou muito bom! Resumindo, Ele sabe o que faz, quando faz, como faz, porque faz, etc.

Deus, sendo Deus poderia até criar o homem e depois criar todas as outras coisas. Como também ele poderia criar o homem sendo totalmente perfeito. Mas Deus sendo totalmente sábio, não o fez pelo fato de Ele querer oferecer sempre o melhor para nós.

Até agora nós vimos como Deus gosta de trabalhar. Agora vamos ver como o homem deve agir para que não perca bênçãos.

Capítulo 2 – O agir do homem sábio

Sabemos que o verdadeiro desejo de Deus é que nós, seres humanos (homem e mulher), possamos viver bem junto de Deus e os anjos no paraíso por toda a eternidade. Então já sabemos que o agir do homem sábio é justamente buscar comunhão com Deus a fim de quando chegar o dia de nossa morte aqui na terra, nós subirmos para com Deus e nunca mais passar por sofrimentos, injustiças, misérias e enfim todo o pecado não terá mais nem como chegar perto de nós, pois diz a Bíblia que onde Deus mora não entra o pecado.

Mas como iremos agir dessa forma? Como iremos buscar a Deus e Deus irá se revelar para nós?

Assim como a Salvação é simples, essa pergunta é muito simples de ser respondida. A Palavra de Deus diz em I Timóteo capítulo 1 e versículo 5:

“Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida".

Como vimos acima, basta apenas nós termos um coração puro para com Deus, de uma forma que nós mesmos não consigamos nos aproximar do pecado por nossa livre e espontânea vontade. O que quer dizer com “não consigamos nos aproximar do pecado”? A santidade humana (que é bem diferente da Santidade Divina) se baseia em querer sempre fazer o bem para o próximo, sabendo que nem sempre é fazer as vontades do próximo. Prestemos muita atenção na diferença entre “Querer fazer o Bem” e “Querer fazer a vontade do próximo”.

Fazer o bem é realmente saber das necessidades básicas do próximo e o ajudar com nossos recursos materiais ou então os nossos recursos espirituais (através da oração e da pregação da Palavra). Infelizmente muitos crentes, tem o costume de pedir, pedir e pedir favores (mesmo desnecessários) a outros crentes apenas pelo fato de a pessoa ser “boazinha”. Isso é contra a Palavra de Deus. Tomemos cuidado com isso. Antes de pedirmos algo a algum irmão, primeiro fazemos um exame de consciência e de necessidade para saber se realmente é bom que eu peça, sabendo que se for realmente a vontade de Deus, a outra pessoa já irá saber (sentir), pois o próprio Deus irá mostrar.

Como vimos no capítulo 1, Deus fez todo o necessário para que nós pudéssemos sobreviver aqui na terra. Detalhe, Deus não deixou tudo prontinho de “mão beijada” para nós apenas desfrutarmos. Pois o próprio Deus falou que a ocupação do Homem seria o de lavrar e cuidar da terra. Até na verdade, Deus não falou que as plantas já estavam cultivadas, e sim Ele criou as plantas e assim que Ele enviasse a chuva sobre a terra, naturalmente as sementes (criadas por Deus) iriam brotar e assim crescer para que o Homem a cultivasse.

Como vimos então, nós antes de pedirmos alguma ajuda a alguém, primeiro temos que ver se nós não podemos fazer, mesmo tendo a necessidade de se esforçar um pouco. Apenas quando não podemos realizar algo é que nós devemos pedir ajuda. Pois antes de tudo nós somos dependentes de Deus.

Outra forma de sabermos como agir com sabedoria é a seguinte. Assim como Deus criou a Terra em seus pormenores, e cuidou de todos os detalhes, nós também temos que cuidar de todos os nossos detalhes. Como assim? Se Deus tem dado a você um emprego, não queira você viver na igreja e deixar o emprego para depois, pois certamente irá perder o emprego e pior do que isso é dar um mau testemunho as outras pessoas. Antes a pessoa ore em seu emprego, depois em sua casa, e busque a Deus como todo o seu coração, pois diz a Palavra de Deus que o Senhor não habita em templos construídos por mão de homens e sim no templo criado por Deus que é o corpo humano, mais precisamente em seu coração que é seu espírito (no sentido bíblico).

Logicamente que devemos ter uma certa frequência na Igreja, pelo fato de lá nós estarmos juntos dos irmãos, unidos na mesma fé e principalmente iremos aprender ainda mais a Palavra de Deus. Caso aconteça de no emprego atual, impossibilitar de você ir na igreja, ore a Deus, pois certamente Satanás está armando um laço para tirar você dos caminhos do Senhor.

Mas infelizmente, existem muitos cristãos que, pelo fato de ser cristão, quer viver na Igreja e esquecer do resto de suas responsabilidades. Isso também não tem base na bíblia e só vai trazer problemas para a sua vida material e principalmente para a sua vida espiritual. Vamos cuidar de todos os nossos pormenores, os nossos detalhes a fim de glorificar a Deus em todos os nossos atos.

Da mesma forma se Deus tem dado a você uma família com mulher (ou marido), filhos, etc, para cuidar. Lá no livro de I Timóteo no capítulo 5 e versículo 8 diz:

“Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel.”

Vemos então que é necessário que nós cuidemos primeiro da nossa casa, nossa família, nosso emprego e das bênçãos que Deus já nos deu para que o Senhor possa nos colocar em uma posição mais alta. Depois sim nós podemos ajudar as outras pessoas. Deus nunca vai mandar alguém ajudar outra pessoa, sendo que esse favor possa prejudicar a sua própria família. Lembre-se... Deus é organizado, sábio, poderoso e Ele quer te abençoar de todas as formas, basta nós estarmos prontos para ser abençoados. Antes de tudo, sempre temos que fazer uma reflexão e ver se realmente estamos de acordo com a Palavra do Senhor.

Disse Jesus lá no livro de Mateus, capítulo 6 e versículo 5 assim:

“E, quando orares, não seja como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.”

Infelizmente nós conhecemos muitos crentes que gostam de orar apenas na Igreja e deixar de falar com Deus em sua casa, no seu trabalho, no seu descanso e automaticamente toda a sua vida está totalmente descontrolada, desorganizada, tudo de cabeça para baixo e ainda acha que é provação de Deus. Logicamente Deus nos prova a fim de que nossa fé seja sempre aumentada.

Mas nós temos que saber a diferença entre prova e luta. A prova vem quando Deus quer nos abençoar e sabendo nós que estamos fazendo tudo certinho em nossa vida, mesmo assim vem alguns obstáculos. A luta vem quando achamos que estamos fazendo tudo certo e na verdade nada está certo e automaticamente nós adquirimos uma luta por falta de vigilância.

Para saber se tudo está certo em sua vida e ter a certeza se é prova ou luta, basta nós refletirmos: minha família está abençoada, com filhos obedientes, esposa obediente ao marido e marido que realmente ame sua esposa e filhos, está tendo oração na nossa casa com a nossa família, em nosso emprego estamos atuando com a máxima responsabilidade, estamos tratando bem as pessoas, estamos desempenhando o melhor serviço que podemos fazer, etc.

Quando todos esses detalhes de nossa vida está com “saldo positivo” e mesmo assim vem provação, adversidades, aí sim podemos ter a certeza que Deus está enviando bênçãos sem medida para nós, por mais que possa demorar a provação, mas com certeza, virá o melhor de Deus. Lembrando também que nós temos o poder de Deus para destruir toda obra de Satanás. Até nas provas, que são os nossos dias maus, nós temos a autoridade do nome de Jesus Cristo, através da Palavra de Deus para mandar o mau embora.

Logicamente, tudo tem o seu tempo determinado, basta nós orarmos com a Fé genuína e ficar firmes confiantes. Mas caso nesses detalhes de nossa vida estiver com o “Saldo Negativo” nós temos que com a máxima urgência providenciar o concerto para que a Luta seja terminada. Primeiro temos que buscar a Deus em nossa casa, pedindo ao Senhor a Sua Misericórdia e a Sua Graça para que nós possamos realmente mudar a nossa vida. Lembrando que isso é independente da posição no ministério, pois diz a bíblia sagrada que o obreiro deve ser Irrepreensível, ele deve governar primeiro bem a sua casa para que depois possa governar bem um ministério.

Capítulo 3 – A Perfeição de Deus

Até aqui, nós já aprendemos muito sobre a vida real do verdadeiro cristão. Agora vamos aprender um pouco mais sobre a perfeição de Deus. Logicamente este capítulo vai nos deixar com a fé mais forte e saberemos o que realmente Deus quer para a nossa vida.

Vamos estudar agora o Salmo 50 do versículo 1 ao 5. Lemos:

O Deus poderoso, o Senhor, falou e chamou a terra desde o nascimento do sol até ao seu ocaso.

Desde Sião, a perfeição da formosura, resplandeceu Deus.

Virá o nosso Deus e não se calará; adiante dele um fogo irá consumindo, e haverá grande tormenta ao redor dele.

Do alto,chamará os céus e a terra, para julgar o seu povo. Congregai os meus santos, aqueles que fizeram comigo um concerto com sacrifícios.

No versículo 2, lemos que a perfeição da formosura, resplandeceu Deus. Quando lemos que a formosura de Deus é perfeita, não quer dizer que apenas a face Dele é perfeita. Mas tudo nEle é perfeito. Desde, da formusura da sua face, seu caráter, sua forma de agir, seu amor, e enfim, tudo o que se relaciona ao Deus Todo Poderoso é perfeito!

Muitas vezes nós cristãos, pedimos coisas pequenas para Deus e quando não conseguimos ficamos muito tristes. Saibam meus irmãos, que por mais que nós pedimos 100 carros importados do ano para Deus, isso não passa de uma coisa pequena. Deus quer nos dar além de tudo isso. Basta nós pedirmos providência divina, para que não falte o pão de cada dia, e tendo uma vida completamente voltada à Deus, o Senhor irá nos dar todas as outras coisas.

Deus não quer que nós nos preocupamos com coisas pequenas. Ele quer nos dar algo muito maior que ninguém de toda a face da terra merece, que é a Salvação.

Isso mesmo, ninguém merece o que Deus quer nos dar. Mais como Deus é perfeito, a misericórdia e a graça dEle nos envolve de tal forma que "Ele nos deu o seu Filho Unigênito, Jesus Cristo, para que todo aquele que nEle Crê, não pereça mais tenha a vida Eterna", como está escrito no livro de João, capítulo 3 e versículo 16.

O Senhor não quer que nós sejamos pidões de bênçãos materiais, obviamente que nós precisamos, mas o Senhor quer que nós pedimos simplesmente a sua graça, pois diz o Senhor ao Apóstolo Paulo que “a minha graça te basta”.

Agora se nós conhecemos um Deus que é perfeito, basta nós pedirmos o que é perfeito. Por mais que os carros sejam ótimos, estão muito longes da perfeição.

Por mais que o “dinheiro inacabável” pode ser muito bom (sabendo utilizar), está completamente longe da perfeição.

Agora vamos conhecer um dos desejos perfeitos que Deus quer que nós pedimos. Vamos abrir a nossa bíblia no livro de Salmo, capítulo 51 e versículo 10. Diz assim:

“Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.”

Isso mesmo, é simples como é simples receber a salvação. Basta nós pedirmos ao Deus Todo Poderoso para que crie em nós um coração puro, para que nós não caiamos em vaidades, pecados, e toda a abominação.

Como vimos acima no versículo 5 do capitulo 50 de Salmos, todo aquele que fizer um concerto com o Senhor Deus, vai congregar (morar) com Ele.

Também diz o Senhor Jesus Cristo, que nós não devamos estar apreensivos quanto ao comer, o vestir, o beber, basta nós confiarmos em nosso Deus que tudo o mais Ele fará.

Em Mateus, capítulo 6 e versículo 33 diz:

“Mais, buscai primeiro o reino de Deus, e a Sua Justiça, e todas estas coisas serão acrescentadas.”

Então já está dito, vamos glorificar o nosso Deus em tudo, também em nossas petições e assim teremos muito mais do que pensamos ou pedimos.

Para finalizar este capítulo, vamos entender outra coisa. Diz a palavra do Senhor, que nós devemos comer do melhor desta terra. Vamos agora estudar o livro de II Crônicas, no capítulo número 1 e versículos 10 a 12. Lemos:

"Dá-me, pois, agora, sabedoria e conhecimento, para que possa sair e entrar perante este povo; porque quem poderia julgar a este teu tão grande povo?

Então, Deus disse a Salomão: Porquanto houve isso no teu coração, e não pediste riquezas, fazenda ou honra, nem a morte dos que te aborrecem, nem tampouco pediste muitos dias de vida, mas pediste para ti sabedoria e conhecimento, para poderes julgar a meu povo, sobre o qual te pus rei, sabedoria e conhecimento te são dados; e te darei riquezas, e fazenda, e honra, qual nenhum rei antes de ti teve, e depois de ti tal não haverá."

Como vimos, temos que ser sábios até no pedir. Deus, muito antes de nós pedirmos, conhece o nosso coração e sabe do que vamos pedir, e sabe também se nós estaremos pedindo com sinceridade ou se na nossa boca está diferente de nosso coração. Meus irmãos, vamos realmente nos converter ao Senhor Deus Todo Poderoso. Vamos pedir ao Pai um coração puro e reto, vamos buscar a sabedoria de Salomão. Vamos realmente pedir para o Pai os frutos do Espírito (escrito em Gálatas capítulo 5 e versículo 22) e os dons de Deus (escrito em Isaías capítulo 11 e versículo 2).

Capítulo 4 – A Limitação do Homem

Até o momento, em nosso estudo, vimos como Deus age, pensa, nos abençoa, como nós devemos agir, e agora iremos saber como nós somos completamente limitados.

Diz um certo ditado popular, que “Deus sem nós, é Deus e nós sem Deus, não somos nada!”. Isso é a mais pura verdade. Deus é Pai e quer que seus filhos vivam junto dEle, assim como nós, que temos nossos filhos, também gostamos que nossos filhos vivam junto de nós. Mas o amor de Deus é algo sem limites. Por isso que a Bíblia nos ensina que Deus deu o Seu Filho Unigênito para morrer por nós. Isso mesmo, Jesus foi o sacrifício para que todo o pecado fosse pago e apagado. Em um outro ensino, iremos aprender mais sobre esse maravilhoso assunto.

O homem é limitado por sua natureza. Lá no Salmo 139 (versículos 1 ao 7), diz:

“Senhor, tu me sondaste e me conheces.

Tu conheces o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento.

Cercas o meu andar e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos.

Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces.

Tu me cercaste em volta e puseste sobre mim a tua mão.

Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta, que não a posso atingir.

Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face?"

Até agora, no versículo 7, vemos a total dependência de Deus para nossa vida. Não adianta nós tentarmos bolar planos, estudar pensamentos, enganar, passar a perna em alguém, se fazer de coitadinho para ganhar uma migalha do irmão, pois Deus está nos vendo e Ele sabe que Ele é a nossa total dependência.

Todos aqueles que tentam fazer o errado e pensam que não dependem de Deus, automaticamente tem suas vidas totalmente destruídas. As vezes a pessoa pode ter muito dinheiro, mais está cheia de doenças, problemas sérios na família, e nunca consegue aproveitar o que conseguiu com suas astúcias. Ou também, a pessoa pode não ter dinheiro para nada e quanto mais tenta fazer o errado, mais se afunda e ainda acha que está se ajudando.

Quando a pessoa realmente se humilha na presença do Senhor, e reconhece que sem Deus ele não é nada, o Senhor começa a abençoar essa pessoa. Logicamente da forma que Deus gosta de trabalhar. Como vimos no começo deste estudo, Deus começa pelos menores pormenores, menores detalhes. Os detalhes que Deus começa a mexer, se encontra no livro de Jeremias, capitulo de número 18, versículos 1 ao 6. Vamos ler para aprender? Lemos:

“A Palavra do Senhor, que veio a Jeremias, dizendo:

Levanta-te e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras.

E desci à casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas.

Como o vaso que ele fazia de barro se quebrou na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos seus olhos fazer.

Então, veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:

Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel?

- diz o Senhor, eis que como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.”

Quando uma pessoa volta para Cristo Jesus, ou aceita a Jesus como seu único e suficiente Salvador, o Senhor começa a fazer o vaso, sempre pela base. Como qualquer pedreiro que sempre começa a sua obra pelo alicerce, o Senhor sempre começa a trabalhar no coração. Começa a quebrar, amassar, transformar o coração até que tenha força suficiente no barro para se erguer as paredes do mesmo. Por mais que possa doer, mas é esse o primeiro sinal do verdadeiro amor de Deus por nós. Diz a Palavra do Senhor que Ele repreende aquele a quem Ama. A repreensão é o primeiro ato de amor que Deus nos dá, para que nós aprendamos a viver com Ele e ter uma vida regalada de bênçãos e principalmente ter a certeza da salvação eterna.

Assim nós sabemos como Deus é Perfeito e como o homem é Limitado.

Que Deus sempre os abençoe

 

Fonte: http://comunidadeabiblia.net  

 

 

 


 

ALÁ E JEOVÁ SÃO O MESMO DEUS? SAIBA

PORQUE OS MUÇULMANOS CONSIDERAM A

TRINDADE UMA BLASFÊMIA E MUITO MAIS

 

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Quem é Allá no Islã?


Allah – o Ilustre!

Segundo o Alcorão, Allá é o criador todo-poderoso, senhor e juiz de suas criaturas, mas também aparece com legislador e negociador, a quem 1.4 bilhões de Muçulmanos oram cinco vezes ao dia.

No entanto, se você perguntar a um Muçulmano, “Você pode me dizer quem Allá realmente é?”, ele pode responder com um sorriso, “Allá é grande!” (Allahu akbar), que é uma síntese do credo Islâmico. Esta sentença incompleta significa que Allá não é apenas grande, mas que também não há ninguém que seja maior que ele. Além disso, ele não é apenas o maior que alguém, caso contrário ele teria de ser comparado a outro ser criado. Não, ele é completamente diferente, e Deus distante e intocável. Ele é maior, mais forte, mais belo, mais rico, mais sábio que tudo que conhecemos. Por fim, qualquer entendimento de Allá permanece imperfeito e fica aquém da realidade. O Eterno no Islã não pode ser compreendido e nem definido. Pelo contrário, ele nos idealiza e nos determina que sigamos. Allá não é um deus pessoal, seduz quem quer e desvia quem ele quer. (Suras al-Na’am 6:39; al-Ra’d 13:27; Ibrahim 14:4; al-Nahl 16:93; Fatir 35:8; al-Muddaththir 74:31). Ele está além da compreensão humana, de emoções e permanece justo em tudo o que faz.

Islamismo Popular

A maioria dos Muçulmanos estava descontente com o conceito abstrato de Deus propagado por seus teólogos. Eles procuraram saber quem Allá é o que ele faz. Além dos 500 atributos e títulos de Allá, que são nomeados no Alcorão, eles escolheram 99 dos mais belos. Na seguinte lista tentaremos dar uma visão geral dos nomes de Allá, que aparecem mais de dez vezes no Alcorão.

Nomes e Atributos de Allá
"Nome de Allá"
Freqüência no Alcorão

Allah                                  
Allah                                                                                                                                                                  
2673

al-Rahman
O Misericordioso
170

al-Rahim
O Compassivo
228

al-Alim
O Conhecedor (Onisciente?)
158

al-Hakim
O Sábio
95

al-Ghafur
O Perdoador
91

al-’Aziz
O nobre Todo-Poderoso
88

al-Sami’a
O Ouvinte (de todas as coisas)
46

al-Khabir
O hábil
45

al-Qadir
O Todo-Poderoso
45

al-Basir
O Vidente
44

al-Waliy
O Governador
31

al-Shahid
O Testemunha
21

al-Waliyy
O Fiel Curador
21

al-Wahid
O Único e Exclusivo
21

al-Ghaniyy
O Rico
18

al-Hamid
O Louvável
17

al-Wakil
O Agente
13

al-Mu’id
O Restaurador de tudo
12

al-Halim
O amável Clemente
12

al-Qawiyy
O Forte
11


Os vinte nomes e títulos na lista acima representam 84 por cento dos nomes e atributos de Allá que aparecem no Alcorão e forma a base do entendimento de Allá pelos Muçulmanos. Quando um Muçulmano, recitando sua corrente de oração, tocam as 33 pedras correspondentes aos 33 nomes de Allá três vezes, ele espera compensar um de seus pecados registrados no livro de Allá.

Al-Ghazali, um dos mais famosos teólogos Muçulmanos explicou e comparou estes 99 nomes e atributos de Allá um com o outro. Ele reconheceu que diversos dos conceitos-chave se sobrepõe ou contradizem um ao outro e chegou à conclusão de que “Allá é tudo e nada! Não podemos compreendê-lo com nosso entendimento, podemos apenas adorá-lo!”.

Um resumo dos nomes de Allá pode ser encontrado na Sura al-Haschr 59:22-24: Ele é Deus; não há mais divindade além d’Ele, conhecedor do cognoscível e do incognoscível. Ele é o Clemente, o Misericordiosíssimo. Ele é Deus; não há mais divindade além d’Ele, Soberano, Augusto, Pacífico, Salvador, Zeloso, Poderoso, Compulsor, Supremo! Glorificado seja Deus, de tudo quanto (Lhe) associam! Ele é Deus, Criador, Onifeitor, Formador. Seus são os mais sublimes atributos. Tudo quanto existe nos céus e na terra glorifica-O, porque é o Poderoso, o Prudentíssimo.

Unidade de Allá

Mohamed seguiu com seus argumentos sobre Allá e testemunhou primeiro aos Judeus e Cristãos durante anos em que o Islã ainda era minoria em Meca:

"... Cremos no que nos foi revelado, assim como no que vos foi revelado antes; nosso Deus e o vosso são Um e a Ele nos submetemos." (Sura al-‘Ankabut 29:46)

Versos similares com ênfases na tolerância são freqüentemente encontrados no Alcorão. Esses versos são citados hoje por Muçulmanos que vivem como minorias entre Cristãos, para justificarem a si próprios.

Infelizmente, Mohamed revelou o contrário a isso em Medina dez anos depois e, então, anulou (ab-rogou) todos os versos do Alcorão do período Mecano, os quais recomendam atitude tolerante.

“Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.” (Sura al-Tauba 9:29)

Quando Mohamed e seus seguidores controlaram a maioria em Meca, ele não deu mais espaço para a tolerância. A partir daí o Islã tem sido considerado a única religião válida aos olhos de Allá (Suras Al ‘Imran 3:19; al-Baqara 2:193; al-Saff 61:9 e outras).

A fé em Allá, o único e exclusivo deus, permanece um dos cruciais artigos da fé Islâmica e é definido como a confissão central dos Muçulmanos: “Não há Deus além de Allá!” Qualquer um que crê em outros deuses além de Allá e os adoram comete o pecado imperdoável de blasfêmia, do ponto de vista Islâmico.
Aquele Allá não está de acordo com o Alcorão
Allá – Nada de Trindade

Qualquer um que leve os Muçulmanos a sério logo reconhecerá que o Alcorão veementemente nega a existência da Santa Trindade. Um dentre várias razões é que uma seita Cristã que floresceu na região nos tempos de Mohamed ensinava que a Trindade consiste do Pai, o Filho e Maria, i.e. Allá, Maria e Jesus (Sura al-Ma’ida 5:116)! Porém, esta heresia é rejeitada por todas as igrejas. Não obstante, muitos Muçulmanos continuam achando que os Cristãos sugerem que Allá dormiu com Maria e a fez dar a luz a Jesus através disso. Esta acusação é uma blasfêmia, baseada num equívoco, e levou à rejeição da doutrina do Deus Triuno dentro da comunidade Islâmica. Além do mais, esta atitude é apoiada pela advertência pública:

“Não digais: Trindade! Abstende-vos disso, que será melhor para vós; sabei que Deus é Uno. Glorificado seja! Longe está a hipótese de ter tido um filho.” (Sura al-Nisa’ 4:171b).

Quem quer que creia na Santa Trindade está fortemente condenado pelo Alcorão:

“São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade!, portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles.” (Sura al-Ma’ida 5:73)

Se eles seguirem estritamente suas próprias premissas, os Semitas (Judeus e Muçulmanos) não podem assumir que Deus é mais que uma pessoa. E também não podem confessar o Cristianismo como uma fé monoteísta, mesmo que os idealistas Europeus continuem abraçando a ilusão de “três religiões monoteístas”.
Allá – Nada de Pai

Pelas mesmas razões a maioria dos Muçulmanos considera blasfêmia quando alguém chama Deus Pai ou o Pai de Jesus Cristo. Ao fazer isso, quer de propósito ou não, eles próprios se tornam inacessíveis à revelação central de Jesus Cristo, o qual nos ensinou a orar: “Pai nosso que estás no céu, santificado seja Teu (Pai) nome!” Nos registros dos quatro evangelhos, Jesus fala do Pai 200 vezes, e apenas 99 vezes de Deus. Cristo nos revelou o Deus pessoal, o qual, em amor, nos adotou legalmente para sempre como seus próprios filhos, e, assim, se tornou “Pai nosso”.

Este novo entendimento de Deus, como enfatizado no Novo Testamento, é a resposta teológica de Jesus ao rígido conceito Islâmico de Allá. Os Cristãos têm algo que os Muçulmanos não têm. Eles têm um relacionamento pessoal com Deus. Através do ‘telefone vermelho’ eles se conectam ao Todo-Poderoso que se tornou o Pai deles por causa da expiação de Cristo. O Pai deles os conhece, cuida deles e os ama, não importa onde estejam. Os Muçulmanos não têm contato direto com Allá. E o Alcorão também não dá o direito a eles de se chamarem filhos de Deus. Eles são forçados a permanecer para sempre adoradores escravos do Senhor do universo.

A rejeição à afirmação dos Cristãos de serem filho de Deus é tanto subversiva como categórica, quando Mohamed diz no Alcorão:

“Os judeus e os cristãos dizem: Somos os filhos de Deus e os Seus prediletos. Dize-lhes: Por que, então, Ele vos castiga por vossos pecados? Qual! Sois tão-somente seres humanos como os outros! Ele perdoa a quem Lhe apraz e castiga quem quer. Só a Deus pertence o reino dos céus e da terra e tudo quanto há entre ambos, e para Ele será o retorno.”(Sura al-Ma’ida 5:18)

Essa refutação à afirmação da divina adoção de seres humanos claramente demonstra que os Judeus em Medina também explicaram a Mohamed que o SENHOR os escolheu corporativamente e judicialmente para serem sua descendência (Deuteronômio 32:6; Isaías 63:16; Jeremias 3:4, 19; 31:9; etc). “Tu, ó SENHOR, és nosso Pai; nosso Redentor desde a antiguidade é o teu nome.” (Isaías 63:16b) Este privilégio coletivo no Antigo Testamento foi prometido pessoalmente a cada discípulo individualmente nascido de novo através de Jesus Cristo (Romanos 6:14-16).

Allá – Nada de Filho


UMA PERGUNTA BASTANTE PERTINENTE:

O Alcorão exige que todos os Muçulmanos creiam em ‘Isa, filho de Maria e mensageiro de Allá, bem como em todos os outros profetas. Isso significa que todos os Muçulmanos crêem em Cristo. A questão apenas é: Como Cristo é apresentado no Alcorão?

O Alcorão por várias vezes faz alusões ao fato de que Cristo nasceu da virgem Maria, sem que qualquer homem a houvesse tocado. Seu filho foi criado através da palavra de Deus e de seu espírito nela. Se diz que ela atendeu a Djibril (Gabriel):

“Disse-lhe: Como poderei ter um filho, se nenhum homem me tocou e jamais deixei de ser casta?” (Suras Mariam 19:20; Al ‘Imran 3:47)

Mohamed descreve a concepção de Cristo de seu próprio jeito: “aquela que conservou a sua castidade (Maria) e a quem alentamos com o Nosso Espírito, fazendo dela e de seu filho sinais para a humanidade” (Suras al-Anbiya’ 21:92; al-Tahrim 66:12)

Com base nisso, os Muçulmanos acreditam que Cristo nasceu da virgem Maria. Porém, se recusam veementemente a crer que o filho de Maria também era filho de Deus, já que ele apenas foi criado nela por Allá, não concebido por Allá. Por esse dogma Islâmico, o Alcorão especificamente contradiz o Credo Niceno, o qual todas as igrejas confessam que Jesus Cristo é: “Deus de Deus, luz de luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não criado, uma natureza com o Pai”.

Os seguidores de Mohamed negam a divindade de Cristo de todas as formas, mas eles crêem em seus singulares milagres de cura, na ressurreição de pelo menos três mortos e no desenvolvimento da lei de Moisés através do filho de Maria (Sura Al ‘Imram 3:49b-50). Eles leram sobre a alimentação de seus discípulos no deserto por uma mesa que desceu do céu (Sura al-Ma’ida 5:112-115).

Além disso, os Muçulmanos crêem em sua ascensão corpórea e sua presença atual com Allá. Ainda, eles estritamente e especificamente negam o fato histórico da crucificação. Por causa dessa negação 1.4 bilhões de Muçulmanos se apartam da completa salvação, os quais deliberadamente, ou até inconscientemente, rejeitam o perdão de seus pecados através do sacrifício expiatório de Cristo. Eles esperam estabelecer sua própria justificação sem a cruz de Cristo. 


Allá – Nada de Espírito Santo

O Islã não apenas nega a divindade de Cristo como também nega a do Espírito Santo. É apenas nas Suras de Medina e nas tradições antigas que o “Espírito de Allah” é chamado de Djibril (Gabriel). O Espírito de Allá é mencionado 29 vezes no Alcorão, mas sempre no sentido de um ser criado, similar aos anjos ou demônios. Ele está sempre sujeito à autoridade de Allá (Sura Bani Isra’il 17:85). Ele não é divino no sentido do Novo Testamento. Allá é um! Assim não pode haver um espírito independente de Allá além de próprio.

Por essa razão não há percepção da real natureza do Pai e do Filho no Islã, porque é o Espírito Santo que revela isso ao coração do homem (Romanos 8:15-16; I Coríntios 12:3). Conseqüentemente, não há frutos do Espírito (Gálatas 5:22-25) no Islã, mas apenas obras da carne (Gálatas 5:19-21). Piedade natural e devoção religiosa têm pouco ou nada a ver com os efeitos do Espírito de Cristo habitando dentro da pessoa. Adicionalmente, nenhum Muçulmano tem definido a esperança de vida eterna (Colossenses 1:27b). Embora todos os homens esperem ser recriados após a morte no Dia do Julgamento, não há renovação espiritual nesta vida ou na próxima. Todas essas perguntas serão respondidas com “talvez” ou “se Allá quiser”.

Logo se tornará evidente para qualquer estudante da teologia Islâmica que Allá não é nunca poderá ser Pai, Filho e Espírito Santo. Allá não é uma trindade santa. Ele é um espírito completamente diferente do Deus da Bíblia. Quem quer que diga que o Pai de Jesus Cristo e Allá são a mesma pessoa, está sendo tanto superficial e ingênuo ou ignora o conteúdo real do Alcorão e das tradições de Mohamed. Todo Muçulmano devoto rejeitará veementemente a essência do Evangelho, “Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16)
Em que sentido o amor de Deus se difere da misericórdia de Allá?

O nome de Deus que aparece mais freqüentemente no Alcorão além do título básico de ‘Allá’ é ‘O Compassivo, o Misericordioso’ (“ah-Rahman al-Rahim”). Toda Sura, exceto uma, começa com este nome. A esperança secreta dos Muçulmanos repousa sobre este nome de Allá. Esta expressão Semita significa-lhes que o Todo-Poderoso tem misericórdia sobre um Muçulmano angustiado ou sobre seu clã. Ele se curva para eles, ouve quando o chamam (al-Dua’a) e “talvez” os ajuda. Ainda, ele sempre permanece grande, distante, o Allá inalcançável, que todos temem e adoram com profundo respeito.

A Bíblia, porém, nos ensina:

“Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele.” (I João 4:16) Este amor de Deus (Ágape) se mostrou quando veio em forma de homem em Cristo Jesus, quando viveu conosco, tomou para si nossa culpa e morreu em nosso lugar. Em sua elevada santidade, Ele não permaneceu distante, mas ele deixou sua glória, se tornou um de nós e se permitiu ser crucificado para nossa justificação. O amor não ajuda ocasionalmente apenas, mas se auto-sacrifica completamente, até mesmo por quem não merece.

Talvez uma ilustração prática pode ajudar a marcar a diferença entre o entendimento Islâmico da misericórdia de Allá e o significado Cristão do amor de Deus: Se um homem dissesse para sua noiva, “Eu tenho misericórdia e vou me casar com você”, qual seria a reação dela? Ela correria dele! Mas, se ele dissesse, “Eu te amo, e por isso quero me casar com você”, então eles se casariam. Allá permanece à melhor distância possível como o deus inalcançável, enquanto o Deus do Cristianismo desce ao nosso nível, se sacrifica por nós, se torna um conosco e nos muda através de seu amor.

Todas essas considerações trazem uma questão básica: Se Allá não pode ser um Pai, um Filho ou um Espírito Santo e não ser amor, quem mais pode ser? Há outro Deus além da Trindade?

A verdadeira face de Allá no Islã

Precisamos nos libertar do idealismo Iluminista e do engano do humanismo e, espiritualmente, superar a fantasia oca de que as três religiões Abraâmicas crêem no mesmo Deus.

Allá – Um Espírito Anti-Bíblico?

De cinqüenta a sessenta por cento do Alcorão foi tirado diretamente do Antigo Testamento e de literaturas interpretativas do AT, as quais Mohamed não podia ler, porque não haviam sido ainda traduzidas para o Árabe naquele tempo. Mas, nós encontramos tradições na Mishna e o Talmud e em outros escritos Judaicos em forma Árabe e Islâmica. Cerca de cinco a sete por cento são emprestados do Novo Testamento, o qual também não estava disponível em Árabe. É por isso que diversos textos apócrifos aparecem no Alcorão, tendo sido modificados em sua forma e conteúdo para se adaptar ao contexto Islâmico.

A tradução dessas tradições orais para o Árabe coloquial da tribo dos Curaixitas foi um empreendimento magistral de Mohamed. Infelizmente, em suas traduções ele cometeu diversos erros. Porém, ele não queria que os bem-conhecedores Judeus e Cristãos corrigissem suas ditas revelações. Ao contrário, ele fez de suas mensagens inspiradas o padrão da verdade revelada.


Atenção para um detalhe importantíssimo: 

Tudo na Bíblia que não corrobore com a versão Árabe do Alcorão é considerado fraude. E ainda, o texto original das Escrituras é considerado inspirado verbalmente.

A maioria dos Muçulmanos está convencida de que alguns Judeus deliberadamente falsificaram certos textos da Tora para enganar Mohamed e que os Cristãos removeram o nome de Mohamed dos registros do Novo Testamento. Por esta simples lógica, a verdade Bíblia se equivoca pela falta perspectiva do Alcorão e por causa da mentira Islâmica que é apresentada ao mundo como verdade.

Essas desconfianças prontamente se apresentam aos Muçulmanos, como em seu Alcorão, o qual pode ser recitado por até sete leituras autorizadas diferentes, e pode ser interpretado de acordo com diversas versões igualmente autorizadas. Edições antigas do Alcorão ainda têm três caracteres de vogais diferentes acima de muitas consoantes, porque todas as sete formas de leitura são possíveis e reconhecidas pelos Muftis.

Além disso, 240 versos do Alcorão foram anulados por revelações mais novas do Alcorão. Os versos novos e velhos estão, no entanto, em igual importância, mesmo embora o anterior tenha sido invalidado. Aqueles que não estão suficientemente informados podem se equivocar facilmente, já que estes versos contraditórios podem provar pontos opostos de visão.
Os Muçulmanos estão autorizados a mentir?

Não há um espírito da verdade no Islã como há no Novo Testamento. Embora Allá seja chamado de “O Verdadeiro e Justo” (al-Haqq) mais de uma vez no Alcorão lemos que ele é “o mais Esperto de todos” (khair al-maakireen, Suras Al ‘Imran 3:54; al-Anfal 8:30) e que ele se torna um enganador para qualquer um que o engane (Sura al-Nisa’ 4:142)! Se o objeto de adoração de uma religião contém esperteza e engano, até que ponto seus discípulos seguirão os feitos de seu mestre? E ainda, o Alcorão registra que Allá mandou Mohamed e seus fiéis seguidores a cancelar seus votos precipitados (qad farada allah lakum tahillat aimanikum; Sura al- Tahrim 66:2). Isso significa que nem mesmo um juramento é garantia de verdade.

Várias tradições a respeito de afirmações de Mohamed dizem que um Muçulmano tem o direito de mentir em quatro ocasiões! Além disso, inverdades e distorções de fatos são permitidos na chamada Guerra Santa, na reconciliação de dois Muçulmanos, entre um marido e suas esposas e entre uma esposa e seu marido (Thirmidhi, birr 26; Musnad Ahmad b. Hanbal 6:459, 461). Tais princípios éticos enfraquecem a segurança na verdade e a confiança nas palavras de irmãos. As traduções disponíveis do Alcorão e as tradições constantemente disfarçam versos e afirmações como essas, mas as citações mencionadas acima em nosso livro têm tentado traduzir o sentido exato do Árabe, o mais preciso possível.

Os Cristãos que desejam discutir assuntos de fé com os Muçulmanos devem estar cuidadosamente preparados de antemão, afim de que não sejam confrontados com opiniões que não têm nada a ver com o que os Muçulmanos realmente crêem. Mohamed repetidamente enfatizou o fato de que a “Guerra é enganação”, a Sharia considera todos os estados não-Islâmicos como território inimigo e apóia as táticas de mentira, trapaça e de acalmar o adversário levando-o a uma falsa sensação de segurança.

Em casos extremos, um Muçulmano vivendo em países onde o Islã é minoria pode se dizer Cristão, Hindu ou até para obter vantagens ou proteção, embora permaneça fiel à fé em seu coração. Porém, se ele realmente abandonar suas convicções, a ira de Allá e um castigo gigantesco cairão sobre ele (Sura al-Nahl 16:106). Neste contexto, é importante notar que nem todos os Muçulmanos são mentirosos ou trapaceiros. Há entre eles pessoas de caráter que são tanto confiáveis quanto honestas. O problema, porém, é que a mentira é a fonte de sua religião, o que torna mais fácil para eles, caso precisem, se desviar da honestidade.


Allá – um Espírito Anticristão?

O fato é que o Islã categoricamente rejeita a divindade de Cristo e a negação repetida, no Alcorão, de que Ele é o Senhor e o Filho de Deus, levarão o leitor cuidadoso dos documentos do Novo Testamento à conclusão de que Allá é um espírito anticristão. As palavras do apóstolo que claramente testemunhava o amor de Deus nos dá um critério bem claro de como se discernir os espíritos:

Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho. Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.

Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido. Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos.

Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus manda-mentos; e os seus mandamentos não são pesados. (I João 2:22-23 e 4:1-3)

Devemos meditar cuidadosamente nestes textos e deixar o apóstolo do amor de Deus nos instruir na verdade, até mesmo sobre o Islã. É impossível que o Pai de Jesus Cristo enviasse seu anjo Gabriel a Mohamed em Meca para ditar dezessete vezes que Deus não pode ter um filho, se ele mesmo enviou o mesmíssimo anjo a Maria em Nazaré seiscentos anos antes, para informá-la de que o filho que elas estava prestes a conceber através do Espírito Santo seria chamado de “Filho do Soberano” e “Filho de Deus” (Isaías 9:6; Lucas 1:32, 35).

As revelações que Mohamed recebeu não podem vir do mesmo Deus,

porque “Deus estava em Cristo reconciliando o mundo por meio dele próprio” (II Coríntios 5:19). Como então Mohamed poderia afirmar que o anjo Gabriel o ensinou que Jesus nunca foi crucificado? (Sura al-Nisa’ 4:157).

A visão espiritual das coisas tem levado a opinião Cristã a experimentar que a maioria dos Muçulmanos tem sido subjugada por uma sujeição corporativa, e estão mais ou menos cientes do fato de que foram imunizados e endurecidos contra Jesus e o Evangelho.

Se um Muçulmano deseja trocar o Islã por Cristo, sua libertação não ocorre apenas com um ensino Bíblico fiel e com argumentos que refutem o Islã. Pelo contrário, cada pessoa em particular precisa ser liberta pela palavra de Cristo, “Se o Filho o libertar, você verdadeiramente será livre.” (João 8:36; Romanos 6:16,18,22) Muitos convertidos nunca são capazes de se libertar a si próprios completamente das amarras de seu subconsciente porque eles não seguem a regra básica dada por Jesus Cristo, “se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.” (Mateus 16:24,25)


O Espírito de Allá se opõe ao Espírito Santo

O Islã é uma força espiritual que constantemente se opõe ao Espírito Santo. Desde começo ele oprimiu, perseguiu e evitou a igreja de Cristo. Os Europeus mal conseguem imaginar até que ponto os Cristãos ortodoxos foram desprezados, aviltados e perseguidos por pelo menos as últimas cinqüenta e três gerações. Eles foram e ainda são tratados como cidadãos de segunda classe pelos estados de maioria Islâmica. Apenas dez por cento dos membros das antigas igrejas Cristãs resistiram a essa pressão permanente e recusaram-se converter ao Islã! Eles preferiram a pobreza e vergonha a perder a salvação oferecida pelo Filho de Deus crucificado.

Qualquer um que deseje conhecer as condições impostas aos Cristãos nos países Islâmicos que têm como objetivo proteger o estado deveriam ler a carta a seguir.

Foi imposta às igrejas de Damasco e seus arredores, mas assinaram como se fossem deles mesmo:

Em nome de Allah, o Misericordioso, o Clemente:

Nós Cristãos de Damasco (e seus arredores) dirigimos a presente carta aos servos de Allah, Omar bem Khattab, Príncipe dos crentes.

Quando vocês entraram a este país, os pedimos que nos garantissem que poupariam nossas vidas e a vida de nossos descendentes, nossas possessões, e as posses de nossos irmão de fé. Nós, em retorno, assumimos as seguintes obrigações:

Prometemos, no futuro, construir mais nenhuma igreja, nenhum monastério, nenhuma célula monástica, nem eremitérios em nossas cidades. Nós não devemos restaurar as edificações mencionadas acima quando elas se deteriorarem ou que estejam situadas em áreas residenciais de Muçulmanos.

Abriremos nossas portas para os viajantes e os que passam. Serão bem-vindos todos os Muçulmanos como nossos visitantes e os ofereceremos hospitalidade por três dias. Não ofereceremos proteção a nenhum espião, seja em nossas casas ou em nossas igrejas. Não manteremos nenhum segredo que possa de alguma forma agir em detrimento contra os Muçulmanos.

Não daremos a nossos filhos nenhuma instrução contrária ao Alcorão. Não podemos realizar publicamente nossos cultos religiosos e nem recomendá-los em nossos sermões. Não podemos impedir que nenhum de nossos parentes se converta ao Islã, se eles quiserem.

Devemos mostrar respeito aos Muçulmanos e nos levantar quando eles forem se sentar. Não imitaremos seus modos de vestir, nem seus chapéus e turbantes, nem seus calçados e nem o corte de cabelo. Não adotaremos seu modo de falar (isto é, seus idiomas particulares) e não usaremos suas designações de paternidade e filiação. Não gravaremos letras Árabes em nossos selos. Não usaremos bebidas alcoólicas. Raparemos nossas madeixas. Usaremos a mesma roupa e o mesmo cinto onde quer que estejamos.

Não exibiremos nossas cruzes ou livros nas ruas ou em mercado freqüentados por Muçulmanos. Tocaremos quietamente os sinos de nossas igrejas. Não levantaremos nossas vozes na presença dos Muçulmanos. Não organizaremos procissões públicas no Domingo de Ramos ou Páscoa. Não choraremos alto em nossos funerais. Não oraremos ostentosamente nas ruas ou mercados freqüentados por Muçulmanos. Não enterraremos nossos mortos ao lado dos mortos Muçulmanos.

Não empregaremos escravos que tenham pertencido a Muçulmanos. Nossas casas não menosprezarão as casas dos Muçulmanos.

Essas são as condições que nós e nossos irmãos têm consentido. Em retorno receberemos a garantia de proteção. Se violarmos qualquer uma dessas obrigações, sendo mentirosos contra nós próprios, perderemos nosso direito de proteção e nos exporemos às penalidades que estão reservadas para os rebeldes e revolucionários.

De acordo com o especialista em Lei Islâmica, Mawardi, uma garantia de proteção será declarada nula e cancelada quando aqueles que têm a legítima proteção não observarem um dos seguintes pontos:

Eles estão proibidos de criticar o livro de Allá (o Corão) ou de dizer que ele foi distorcido.

Eles estão proibidos de acusar o apóstolo de Allá de mentira ou ridicularizá-lo.

Eles estão proibidos de criticar a religião Islâmica ou atacá-la.

Eles estão proibidos de acusar uma mulher Muçulmana de adultério ou de se aproximar dela com intenção de casamento.

Eles estão proibidos de confundir um Muçulmano a respeito de sua religião ou no tocante de suas possessões.

Eles estão proibidos de ajudar adversários armados dos países Islâmicos ou de pedir ajuda a seus impérios.

Desde 1973 estamos testemunhando um evidente renascimento do Islã, porque 20% do lucro da produção de petróleo nos estados Islâmicos são oferecidos para propósitos religiosos. Assim, o ímpeto do Islã pelo mundo tem crescido. A proibição de missões é aplicada com mais rigor. Convertidos do Islã algumas vezes são ameaçados de morte. Igrejas nativas experimentam o constrangimento e quase nunca podem construir um prédio. A reforma Islâmica exige a introdução da Sharia em todos os estados Islâmicos ao invés das leis atuais que se originam nos tempos dos poderes coloniais. Os limites da liberdade e da igualdade dos Cristãos locais são muitos. Embora as missões entre Muçulmanos em países Islâmicos sejam proibidas da parte das autoridades locais, a missão dos Muçulmanos do mundo todo está em pleno vapor. Mesquitas são surgem aos montes em todos os países Cristãos.

Na Indonésia, sínodos fortes se desenvolveram entre os animistas Batak, Dayak e outras tribos durante a era colonial Holandesa. Nas últimas décadas, mais de 700 templos foram destruídos ou queimados para se reduzir a visível dominância dos Cristãos nos distritos Islâmicos e nas cidades. No norte da Nigéria, também nas últimas décadas, os Muçulmanos instigaram disputas civis contra as minorias Cristãs vez após vez, porque os Cristãos se consideravam cidadãos de um país religiosamente neutro e se recusaram a se sujeitar à lei da Sharia. No Egito, um grupo de turistas Suíços foi atacado em Luxor enquanto visitavam um templo; as mulheres foram estupradas publicamente, os homens foram mortos e todos foram amaldiçoados porque os terroristas Islâmicos se ofendem com a presença de turistas estrangeiros com suas roupas reveladoras.
Mais sobriedade Bíblica

A maioria dos Cristãos no Ocidente ainda não perceberam que estão no meio da terceira ofensiva da chamada Guerra Santa. Sempre que uma mesquita é construída na África, Ásia, Europa e América, uma célula dessa religião totalitarista é estabelecida, de modo que os regulamentos da Sharia é que valem por lá, não as leis da terra local. O propósito imutável do Islã deve permanecer sendo o estado teocrático, como propagado por Khomeini e seus sucessores (Suras al-Baquara 2:193; al-Anfal 8:39; al-Saff 61:9-11).

Quem quer que diga que Allá do Islã é o Deus de Abraão e Pai de Jesus Cristo está iludido e ainda não percebeu a dimensão apocalíptica do ataque Islâmico. Nunca antes tantos Muçulmanos viveram em países Cristãos. Devido aos nascimentos excessivos, o número de Muçulmanos dobra a cada 27 anos, ou ainda mais rápido; já os Cristãos do mundo todo precisam de 54 anos para dobrar seu número.

Os Cristãos precisam entender o Islã do ponto de vista do Evangelho e evangelizar os Muçulmanos em nome de Jesus. Caso contrário a Europa, tal como certa vez com o Oriente Médio, pode ter de encarar um terrível despertar.

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ALÁ E JEOVÁ SÃO O MESMO DEUS? SAIBA PORQUE OS MUÇULMANOS CONSIDERAM A TRINDADE UMA BLASFÊMIA E MUITO MAIS

Quem é Allá no Islã?


Allah – o Ilustre!

Segundo o Alcorão, Allá é o criador todo-poderoso, senhor e juiz de suas criaturas, mas também aparece com legislador e negociador, a quem 1.4 bilhões de Muçulmanos oram cinco vezes ao dia.

No entanto, se você perguntar a um Muçulmano, “Você pode me dizer quem Allá realmente é?”, ele pode responder com um sorriso, “Allá é grande!” (Allahu akbar), que é uma síntese do credo Islâmico. Esta sentença incompleta significa que Allá não é apenas grande, mas que também não há ninguém que seja maior que ele. Além disso, ele não é apenas o maior que alguém, caso contrário ele teria de ser comparado a outro ser criado. Não, ele é completamente diferente, e Deus distante e intocável. Ele é maior, mais forte, mais belo, mais rico, mais sábio que tudo que conhecemos. Por fim, qualquer entendimento de Allá permanece imperfeito e fica aquém da realidade. O Eterno no Islã não pode ser compreendido e nem definido. Pelo contrário, ele nos idealiza e nos determina que sigamos. Allá não é um deus pessoal, seduz quem quer e desvia quem ele quer. (Suras al-Na’am 6:39; al-Ra’d 13:27; Ibrahim 14:4; al-Nahl 16:93; Fatir 35:8; al-Muddaththir 74:31). Ele está além da compreensão humana, de emoções e permanece justo em tudo o que faz.

Islamismo Popular

A maioria dos Muçulmanos estava descontente com o conceito abstrato de Deus propagado por seus teólogos. Eles procuraram saber quem Allá é o que ele faz. Além dos 500 atributos e títulos de Allá, que são nomeados no Alcorão, eles escolheram 99 dos mais belos. Na seguinte lista tentaremos dar uma visão geral dos nomes de Allá, que aparecem mais de dez vezes no Alcorão.

Nomes e Atributos de Allá
"Nome de Allá"
Freqüência no Alcorão

Allah
Allah
2673

al-Rahman
O Misericordioso
170

al-Rahim
O Compassivo
228

al-Alim
O Conhecedor (Onisciente?)
158

al-Hakim
O Sábio
95

al-Ghafur
O Perdoador
91

al-’Aziz
O nobre Todo-Poderoso
88

al-Sami’a
O Ouvinte (de todas as coisas)
46

al-Khabir
O hábil
45

al-Qadir
O Todo-Poderoso
45

al-Basir
O Vidente
44

al-Waliy
O Governador
31

al-Shahid
O Testemunha
21

al-Waliyy
O Fiel Curador
21

al-Wahid
O Único e Exclusivo
21

al-Ghaniyy
O Rico
18

al-Hamid
O Louvável
17

al-Wakil
O Agente
13

al-Mu’id
O Restaurador de tudo
12

al-Halim
O amável Clemente
12

al-Qawiyy
O Forte
11


Os vinte nomes e títulos na lista acima representam 84 por cento dos nomes e atributos de Allá que aparecem no Alcorão e forma a base do entendimento de Allá pelos Muçulmanos. Quando um Muçulmano, recitando sua corrente de oração, tocam as 33 pedras correspondentes aos 33 nomes de Allá três vezes, ele espera compensar um de seus pecados registrados no livro de Allá.

Al-Ghazali, um dos mais famosos teólogos Muçulmanos explicou e comparou estes 99 nomes e atributos de Allá um com o outro. Ele reconheceu que diversos dos conceitos-chave se sobrepõe ou contradizem um ao outro e chegou à conclusão de que “Allá é tudo e nada! Não podemos compreendê-lo com nosso entendimento, podemos apenas adorá-lo!”.

Um resumo dos nomes de Allá pode ser encontrado na Sura al-Haschr 59:22-24: Ele é Deus; não há mais divindade além d’Ele, conhecedor do cognoscível e do incognoscível. Ele é o Clemente, o Misericordiosíssimo. Ele é Deus; não há mais divindade além d’Ele, Soberano, Augusto, Pacífico, Salvador, Zeloso, Poderoso, Compulsor, Supremo! Glorificado seja Deus, de tudo quanto (Lhe) associam! Ele é Deus, Criador, Onifeitor, Formador. Seus são os mais sublimes atributos. Tudo quanto existe nos céus e na terra glorifica-O, porque é o Poderoso, o Prudentíssimo.

Unidade de Allá

Mohamed seguiu com seus argumentos sobre Allá e testemunhou primeiro aos Judeus e Cristãos durante anos em que o Islã ainda era minoria em Meca:

"... Cremos no que nos foi revelado, assim como no que vos foi revelado antes; nosso Deus e o vosso são Um e a Ele nos submetemos." (Sura al-‘Ankabut 29:46)

Versos similares com ênfases na tolerância são freqüentemente encontrados no Alcorão. Esses versos são citados hoje por Muçulmanos que vivem como minorias entre Cristãos, para justificarem a si próprios.

Infelizmente, Mohamed revelou o contrário a isso em Medina dez anos depois e, então, anulou (ab-rogou) todos os versos do Alcorão do período Mecano, os quais recomendam atitude tolerante.

“Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.” (Sura al-Tauba 9:29)

Quando Mohamed e seus seguidores controlaram a maioria em Meca, ele não deu mais espaço para a tolerância. A partir daí o Islã tem sido considerado a única religião válida aos olhos de Allá (Suras Al ‘Imran 3:19; al-Baqara 2:193; al-Saff 61:9 e outras).

A fé em Allá, o único e exclusivo deus, permanece um dos cruciais artigos da fé Islâmica e é definido como a confissão central dos Muçulmanos: “Não há Deus além de Allá!” Qualquer um que crê em outros deuses além de Allá e os adoram comete o pecado imperdoável de blasfêmia, do ponto de vista Islâmico.
Aquele Allá não está de acordo com o Alcorão
Allá – Nada de Trindade

Qualquer um que leve os Muçulmanos a sério logo reconhecerá que o Alcorão veementemente nega a existência da Santa Trindade. Um dentre várias razões é que uma seita Cristã que floresceu na região nos tempos de Mohamed ensinava que a Trindade consiste do Pai, o Filho e Maria, i.e. Allá, Maria e Jesus (Sura al-Ma’ida 5:116)! Porém, esta heresia é rejeitada por todas as igrejas. Não obstante, muitos Muçulmanos continuam achando que os Cristãos sugerem que Allá dormiu com Maria e a fez dar a luz a Jesus através disso. Esta acusação é uma blasfêmia, baseada num equívoco, e levou à rejeição da doutrina do Deus Triuno dentro da comunidade Islâmica. Além do mais, esta atitude é apoiada pela advertência pública:

“Não digais: Trindade! Abstende-vos disso, que será melhor para vós; sabei que Deus é Uno. Glorificado seja! Longe está a hipótese de ter tido um filho.” (Sura al-Nisa’ 4:171b).

Quem quer que creia na Santa Trindade está fortemente condenado pelo Alcorão:

“São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade!, portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles.” (Sura al-Ma’ida 5:73)

Se eles seguirem estritamente suas próprias premissas, os Semitas (Judeus e Muçulmanos) não podem assumir que Deus é mais que uma pessoa. E também não podem confessar o Cristianismo como uma fé monoteísta, mesmo que os idealistas Europeus continuem abraçando a ilusão de “três religiões monoteístas”.
Allá – Nada de Pai

Pelas mesmas razões a maioria dos Muçulmanos considera blasfêmia quando alguém chama Deus Pai ou o Pai de Jesus Cristo. Ao fazer isso, quer de propósito ou não, eles próprios se tornam inacessíveis à revelação central de Jesus Cristo, o qual nos ensinou a orar: “Pai nosso que estás no céu, santificado seja Teu (Pai) nome!” Nos registros dos quatro evangelhos, Jesus fala do Pai 200 vezes, e apenas 99 vezes de Deus. Cristo nos revelou o Deus pessoal, o qual, em amor, nos adotou legalmente para sempre como seus próprios filhos, e, assim, se tornou “Pai nosso”.

Este novo entendimento de Deus, como enfatizado no Novo Testamento, é a resposta teológica de Jesus ao rígido conceito Islâmico de Allá. Os Cristãos têm algo que os Muçulmanos não têm. Eles têm um relacionamento pessoal com Deus. Através do ‘telefone vermelho’ eles se conectam ao Todo-Poderoso que se tornou o Pai deles por causa da expiação de Cristo. O Pai deles os conhece, cuida deles e os ama, não importa onde estejam. Os Muçulmanos não têm contato direto com Allá. E o Alcorão também não dá o direito a eles de se chamarem filhos de Deus. Eles são forçados a permanecer para sempre adoradores escravos do Senhor do universo.

A rejeição à afirmação dos Cristãos de serem filho de Deus é tanto subversiva como categórica, quando Mohamed diz no Alcorão:

“Os judeus e os cristãos dizem: Somos os filhos de Deus e os Seus prediletos. Dize-lhes: Por que, então, Ele vos castiga por vossos pecados? Qual! Sois tão-somente seres humanos como os outros! Ele perdoa a quem Lhe apraz e castiga quem quer. Só a Deus pertence o reino dos céus e da terra e tudo quanto há entre ambos, e para Ele será o retorno.”(Sura al-Ma’ida 5:18)

Essa refutação à afirmação da divina adoção de seres humanos claramente demonstra que os Judeus em Medina também explicaram a Mohamed que o SENHOR os escolheu corporativamente e judicialmente para serem sua descendência (Deuteronômio 32:6; Isaías 63:16; Jeremias 3:4, 19; 31:9; etc). “Tu, ó SENHOR, és nosso Pai; nosso Redentor desde a antiguidade é o teu nome.” (Isaías 63:16b) Este privilégio coletivo no Antigo Testamento foi prometido pessoalmente a cada discípulo individualmente nascido de novo através de Jesus Cristo (Romanos 6:14-16).

Allá – Nada de Filho


UMA PERGUNTA BASTANTE PERTINENTE:

O Alcorão exige que todos os Muçulmanos creiam em ‘Isa, filho de Maria e mensageiro de Allá, bem como em todos os outros profetas. Isso significa que todos os Muçulmanos crêem em Cristo. A questão apenas é: Como Cristo é apresentado no Alcorão?

O Alcorão por várias vezes faz alusões ao fato de que Cristo nasceu da virgem Maria, sem que qualquer homem a houvesse tocado. Seu filho foi criado através da palavra de Deus e de seu espírito nela. Se diz que ela atendeu a Djibril (Gabriel):

“Disse-lhe: Como poderei ter um filho, se nenhum homem me tocou e jamais deixei de ser casta?” (Suras Mariam 19:20; Al ‘Imran 3:47)

Mohamed descreve a concepção de Cristo de seu próprio jeito: “aquela que conservou a sua castidade (Maria) e a quem alentamos com o Nosso Espírito, fazendo dela e de seu filho sinais para a humanidade” (Suras al-Anbiya’ 21:92; al-Tahrim 66:12)

Com base nisso, os Muçulmanos acreditam que Cristo nasceu da virgem Maria. Porém, se recusam veementemente a crer que o filho de Maria também era filho de Deus, já que ele apenas foi criado nela por Allá, não concebido por Allá. Por esse dogma Islâmico, o Alcorão especificamente contradiz o Credo Niceno, o qual todas as igrejas confessam que Jesus Cristo é: “Deus de Deus, luz de luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não criado, uma natureza com o Pai”.

Os seguidores de Mohamed negam a divindade de Cristo de todas as formas, mas eles crêem em seus singulares milagres de cura, na ressurreição de pelo menos três mortos e no desenvolvimento da lei de Moisés através do filho de Maria (Sura Al ‘Imram 3:49b-50). Eles leram sobre a alimentação de seus discípulos no deserto por uma mesa que desceu do céu (Sura al-Ma’ida 5:112-115).

Além disso, os Muçulmanos crêem em sua ascensão corpórea e sua presença atual com Allá. Ainda, eles estritamente e especificamente negam o fato histórico da crucificação. Por causa dessa negação 1.4 bilhões de Muçulmanos se apartam da completa salvação, os quais deliberadamente, ou até inconscientemente, rejeitam o perdão de seus pecados através do sacrifício expiatório de Cristo. Eles esperam estabelecer sua própria justificação sem a cruz de Cristo. 


Allá – Nada de Espírito Santo

O Islã não apenas nega a divindade de Cristo como também nega a do Espírito Santo. É apenas nas Suras de Medina e nas tradições antigas que o “Espírito de Allah” é chamado de Djibril (Gabriel). O Espírito de Allá é mencionado 29 vezes no Alcorão, mas sempre no sentido de um ser criado, similar aos anjos ou demônios. Ele está sempre sujeito à autoridade de Allá (Sura Bani Isra’il 17:85). Ele não é divino no sentido do Novo Testamento. Allá é um! Assim não pode haver um espírito independente de Allá além de próprio.

Por essa razão não há percepção da real natureza do Pai e do Filho no Islã, porque é o Espírito Santo que revela isso ao coração do homem (Romanos 8:15-16; I Coríntios 12:3). Conseqüentemente, não há frutos do Espírito (Gálatas 5:22-25) no Islã, mas apenas obras da carne (Gálatas 5:19-21). Piedade natural e devoção religiosa têm pouco ou nada a ver com os efeitos do Espírito de Cristo habitando dentro da pessoa. Adicionalmente, nenhum Muçulmano tem definido a esperança de vida eterna (Colossenses 1:27b). Embora todos os homens esperem ser recriados após a morte no Dia do Julgamento, não há renovação espiritual nesta vida ou na próxima. Todas essas perguntas serão respondidas com “talvez” ou “se Allá quiser”.

Logo se tornará evidente para qualquer estudante da teologia Islâmica que Allá não é nunca poderá ser Pai, Filho e Espírito Santo. Allá não é uma trindade santa. Ele é um espírito completamente diferente do Deus da Bíblia. Quem quer que diga que o Pai de Jesus Cristo e Allá são a mesma pessoa, está sendo tanto superficial e ingênuo ou ignora o conteúdo real do Alcorão e das tradições de Mohamed. Todo Muçulmano devoto rejeitará veementemente a essência do Evangelho, “Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16)
Em que sentido o amor de Deus se difere da misericórdia de Allá?

O nome de Deus que aparece mais freqüentemente no Alcorão além do título básico de ‘Allá’ é ‘O Compassivo, o Misericordioso’ (“ah-Rahman al-Rahim”). Toda Sura, exceto uma, começa com este nome. A esperança secreta dos Muçulmanos repousa sobre este nome de Allá. Esta expressão Semita significa-lhes que o Todo-Poderoso tem misericórdia sobre um Muçulmano angustiado ou sobre seu clã. Ele se curva para eles, ouve quando o chamam (al-Dua’a) e “talvez” os ajuda. Ainda, ele sempre permanece grande, distante, o Allá inalcançável, que todos temem e adoram com profundo respeito.

A Bíblia, porém, nos ensina:

“Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele.” (I João 4:16) Este amor de Deus (Ágape) se mostrou quando veio em forma de homem em Cristo Jesus, quando viveu conosco, tomou para si nossa culpa e morreu em nosso lugar. Em sua elevada santidade, Ele não permaneceu distante, mas ele deixou sua glória, se tornou um de nós e se permitiu ser crucificado para nossa justificação. O amor não ajuda ocasionalmente apenas, mas se auto-sacrifica completamente, até mesmo por quem não merece.

Talvez uma ilustração prática pode ajudar a marcar a diferença entre o entendimento Islâmico da misericórdia de Allá e o significado Cristão do amor de Deus: Se um homem dissesse para sua noiva, “Eu tenho misericórdia e vou me casar com você”, qual seria a reação dela? Ela correria dele! Mas, se ele dissesse, “Eu te amo, e por isso quero me casar com você”, então eles se casariam. Allá permanece à melhor distância possível como o deus inalcançável, enquanto o Deus do Cristianismo desce ao nosso nível, se sacrifica por nós, se torna um conosco e nos muda através de seu amor.

Todas essas considerações trazem uma questão básica: Se Allá não pode ser um Pai, um Filho ou um Espírito Santo e não ser amor, quem mais pode ser? Há outro Deus além da Trindade?

A verdadeira face de Allá no Islã

Precisamos nos libertar do idealismo Iluminista e do engano do humanismo e, espiritualmente, superar a fantasia oca de que as três religiões Abraâmicas crêem no mesmo Deus.

Allá – Um Espírito Anti-Bíblico?

De cinqüenta a sessenta por cento do Alcorão foi tirado diretamente do Antigo Testamento e de literaturas interpretativas do AT, as quais Mohamed não podia ler, porque não haviam sido ainda traduzidas para o Árabe naquele tempo. Mas, nós encontramos tradições na Mishna e o Talmud e em outros escritos Judaicos em forma Árabe e Islâmica. Cerca de cinco a sete por cento são emprestados do Novo Testamento, o qual também não estava disponível em Árabe. É por isso que diversos textos apócrifos aparecem no Alcorão, tendo sido modificados em sua forma e conteúdo para se adaptar ao contexto Islâmico.

A tradução dessas tradições orais para o Árabe coloquial da tribo dos Curaixitas foi um empreendimento magistral de Mohamed. Infelizmente, em suas traduções ele cometeu diversos erros. Porém, ele não queria que os bem-conhecedores Judeus e Cristãos corrigissem suas ditas revelações. Ao contrário, ele fez de suas mensagens inspiradas o padrão da verdade revelada.


Atenção para um detalhe importantíssimo: 

Tudo na Bíblia que não corrobore com a versão Árabe do Alcorão é considerado fraude. E ainda, o texto original das Escrituras é considerado inspirado verbalmente.

A maioria dos Muçulmanos está convencida de que alguns Judeus deliberadamente falsificaram certos textos da Tora para enganar Mohamed e que os Cristãos removeram o nome de Mohamed dos registros do Novo Testamento. Por esta simples lógica, a verdade Bíblia se equivoca pela falta perspectiva do Alcorão e por causa da mentira Islâmica que é apresentada ao mundo como verdade.

Essas desconfianças prontamente se apresentam aos Muçulmanos, como em seu Alcorão, o qual pode ser recitado por até sete leituras autorizadas diferentes, e pode ser interpretado de acordo com diversas versões igualmente autorizadas. Edições antigas do Alcorão ainda têm três caracteres de vogais diferentes acima de muitas consoantes, porque todas as sete formas de leitura são possíveis e reconhecidas pelos Muftis.

Além disso, 240 versos do Alcorão foram anulados por revelações mais novas do Alcorão. Os versos novos e velhos estão, no entanto, em igual importância, mesmo embora o anterior tenha sido invalidado. Aqueles que não estão suficientemente informados podem se equivocar facilmente, já que estes versos contraditórios podem provar pontos opostos de visão.
Os Muçulmanos estão autorizados a mentir?

Não há um espírito da verdade no Islã como há no Novo Testamento. Embora Allá seja chamado de “O Verdadeiro e Justo” (al-Haqq) mais de uma vez no Alcorão lemos que ele é “o mais Esperto de todos” (khair al-maakireen, Suras Al ‘Imran 3:54; al-Anfal 8:30) e que ele se torna um enganador para qualquer um que o engane (Sura al-Nisa’ 4:142)! Se o objeto de adoração de uma religião contém esperteza e engano, até que ponto seus discípulos seguirão os feitos de seu mestre? E ainda, o Alcorão registra que Allá mandou Mohamed e seus fiéis seguidores a cancelar seus votos precipitados (qad farada allah lakum tahillat aimanikum; Sura al- Tahrim 66:2). Isso significa que nem mesmo um juramento é garantia de verdade.

Várias tradições a respeito de afirmações de Mohamed dizem que um Muçulmano tem o direito de mentir em quatro ocasiões! Além disso, inverdades e distorções de fatos são permitidos na chamada Guerra Santa, na reconciliação de dois Muçulmanos, entre um marido e suas esposas e entre uma esposa e seu marido (Thirmidhi, birr 26; Musnad Ahmad b. Hanbal 6:459, 461). Tais princípios éticos enfraquecem a segurança na verdade e a confiança nas palavras de irmãos. As traduções disponíveis do Alcorão e as tradições constantemente disfarçam versos e afirmações como essas, mas as citações mencionadas acima em nosso livro têm tentado traduzir o sentido exato do Árabe, o mais preciso possível.

Os Cristãos que desejam discutir assuntos de fé com os Muçulmanos devem estar cuidadosamente preparados de antemão, afim de que não sejam confrontados com opiniões que não têm nada a ver com o que os Muçulmanos realmente crêem. Mohamed repetidamente enfatizou o fato de que a “Guerra é enganação”, a Sharia considera todos os estados não-Islâmicos como território inimigo e apóia as táticas de mentira, trapaça e de acalmar o adversário levando-o a uma falsa sensação de segurança.

Em casos extremos, um Muçulmano vivendo em países onde o Islã é minoria pode se dizer Cristão, Hindu ou até para obter vantagens ou proteção, embora permaneça fiel à fé em seu coração. Porém, se ele realmente abandonar suas convicções, a ira de Allá e um castigo gigantesco cairão sobre ele (Sura al-Nahl 16:106). Neste contexto, é importante notar que nem todos os Muçulmanos são mentirosos ou trapaceiros. Há entre eles pessoas de caráter que são tanto confiáveis quanto honestas. O problema, porém, é que a mentira é a fonte de sua religião, o que torna mais fácil para eles, caso precisem, se desviar da honestidade.


Allá – um Espírito Anticristão?

O fato é que o Islã categoricamente rejeita a divindade de Cristo e a negação repetida, no Alcorão, de que Ele é o Senhor e o Filho de Deus, levarão o leitor cuidadoso dos documentos do Novo Testamento à conclusão de que Allá é um espírito anticristão. As palavras do apóstolo que claramente testemunhava o amor de Deus nos dá um critério bem claro de como se discernir os espíritos:

Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho. Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.

Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido. Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos.

Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus manda-mentos; e os seus mandamentos não são pesados. (I João 2:22-23 e 4:1-3)

Devemos meditar cuidadosamente nestes textos e deixar o apóstolo do amor de Deus nos instruir na verdade, até mesmo sobre o Islã. É impossível que o Pai de Jesus Cristo enviasse seu anjo Gabriel a Mohamed em Meca para ditar dezessete vezes que Deus não pode ter um filho, se ele mesmo enviou o mesmíssimo anjo a Maria em Nazaré seiscentos anos antes, para informá-la de que o filho que elas estava prestes a conceber através do Espírito Santo seria chamado de “Filho do Soberano” e “Filho de Deus” (Isaías 9:6; Lucas 1:32, 35).

As revelações que Mohamed recebeu não podem vir do mesmo Deus,

porque “Deus estava em Cristo reconciliando o mundo por meio dele próprio” (II Coríntios 5:19). Como então Mohamed poderia afirmar que o anjo Gabriel o ensinou que Jesus nunca foi crucificado? (Sura al-Nisa’ 4:157).

A visão espiritual das coisas tem levado a opinião Cristã a experimentar que a maioria dos Muçulmanos tem sido subjugada por uma sujeição corporativa, e estão mais ou menos cientes do fato de que foram imunizados e endurecidos contra Jesus e o Evangelho.

Se um Muçulmano deseja trocar o Islã por Cristo, sua libertação não ocorre apenas com um ensino Bíblico fiel e com argumentos que refutem o Islã. Pelo contrário, cada pessoa em particular precisa ser liberta pela palavra de Cristo, “Se o Filho o libertar, você verdadeiramente será livre.” (João 8:36; Romanos 6:16,18,22) Muitos convertidos nunca são capazes de se libertar a si próprios completamente das amarras de seu subconsciente porque eles não seguem a regra básica dada por Jesus Cristo, “se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.” (Mateus 16:24,25)


O Espírito de Allá se opõe ao Espírito Santo

O Islã é uma força espiritual que constantemente se opõe ao Espírito Santo. Desde começo ele oprimiu, perseguiu e evitou a igreja de Cristo. Os Europeus mal conseguem imaginar até que ponto os Cristãos ortodoxos foram desprezados, aviltados e perseguidos por pelo menos as últimas cinqüenta e três gerações. Eles foram e ainda são tratados como cidadãos de segunda classe pelos estados de maioria Islâmica. Apenas dez por cento dos membros das antigas igrejas Cristãs resistiram a essa pressão permanente e recusaram-se converter ao Islã! Eles preferiram a pobreza e vergonha a perder a salvação oferecida pelo Filho de Deus crucificado.

Qualquer um que deseje conhecer as condições impostas aos Cristãos nos países Islâmicos que têm como objetivo proteger o estado deveriam ler a carta a seguir.

Foi imposta às igrejas de Damasco e seus arredores, mas assinaram como se fossem deles mesmo:

Em nome de Allah, o Misericordioso, o Clemente:

Nós Cristãos de Damasco (e seus arredores) dirigimos a presente carta aos servos de Allah, Omar bem Khattab, Príncipe dos crentes.

Quando vocês entraram a este país, os pedimos que nos garantissem que poupariam nossas vidas e a vida de nossos descendentes, nossas possessões, e as posses de nossos irmão de fé. Nós, em retorno, assumimos as seguintes obrigações:

Prometemos, no futuro, construir mais nenhuma igreja, nenhum monastério, nenhuma célula monástica, nem eremitérios em nossas cidades. Nós não devemos restaurar as edificações mencionadas acima quando elas se deteriorarem ou que estejam situadas em áreas residenciais de Muçulmanos.

Abriremos nossas portas para os viajantes e os que passam. Serão bem-vindos todos os Muçulmanos como nossos visitantes e os ofereceremos hospitalidade por três dias. Não ofereceremos proteção a nenhum espião, seja em nossas casas ou em nossas igrejas. Não manteremos nenhum segredo que possa de alguma forma agir em detrimento contra os Muçulmanos.

Não daremos a nossos filhos nenhuma instrução contrária ao Alcorão. Não podemos realizar publicamente nossos cultos religiosos e nem recomendá-los em nossos sermões. Não podemos impedir que nenhum de nossos parentes se converta ao Islã, se eles quiserem.

Devemos mostrar respeito aos Muçulmanos e nos levantar quando eles forem se sentar. Não imitaremos seus modos de vestir, nem seus chapéus e turbantes, nem seus calçados e nem o corte de cabelo. Não adotaremos seu modo de falar (isto é, seus idiomas particulares) e não usaremos suas designações de paternidade e filiação. Não gravaremos letras Árabes em nossos selos. Não usaremos bebidas alcoólicas. Raparemos nossas madeixas. Usaremos a mesma roupa e o mesmo cinto onde quer que estejamos.

Não exibiremos nossas cruzes ou livros nas ruas ou em mercado freqüentados por Muçulmanos. Tocaremos quietamente os sinos de nossas igrejas. Não levantaremos nossas vozes na presença dos Muçulmanos. Não organizaremos procissões públicas no Domingo de Ramos ou Páscoa. Não choraremos alto em nossos funerais. Não oraremos ostentosamente nas ruas ou mercados freqüentados por Muçulmanos. Não enterraremos nossos mortos ao lado dos mortos Muçulmanos.

Não empregaremos escravos que tenham pertencido a Muçulmanos. Nossas casas não menosprezarão as casas dos Muçulmanos.

Essas são as condições que nós e nossos irmãos têm consentido. Em retorno receberemos a garantia de proteção. Se violarmos qualquer uma dessas obrigações, sendo mentirosos contra nós próprios, perderemos nosso direito de proteção e nos exporemos às penalidades que estão reservadas para os rebeldes e revolucionários.

De acordo com o especialista em Lei Islâmica, Mawardi, uma garantia de proteção será declarada nula e cancelada quando aqueles que têm a legítima proteção não observarem um dos seguintes pontos:

Eles estão proibidos de criticar o livro de Allá (o Corão) ou de dizer que ele foi distorcido.

Eles estão proibidos de acusar o apóstolo de Allá de mentira ou ridicularizá-lo.

Eles estão proibidos de criticar a religião Islâmica ou atacá-la.

Eles estão proibidos de acusar uma mulher Muçulmana de adultério ou de se aproximar dela com intenção de casamento.

Eles estão proibidos de confundir um Muçulmano a respeito de sua religião ou no tocante de suas possessões.

Eles estão proibidos de ajudar adversários armados dos países Islâmicos ou de pedir ajuda a seus impérios.

Desde 1973 estamos testemunhando um evidente renascimento do Islã, porque 20% do lucro da produção de petróleo nos estados Islâmicos são oferecidos para propósitos religiosos. Assim, o ímpeto do Islã pelo mundo tem crescido. A proibição de missões é aplicada com mais rigor. Convertidos do Islã algumas vezes são ameaçados de morte. Igrejas nativas experimentam o constrangimento e quase nunca podem construir um prédio. A reforma Islâmica exige a introdução da Sharia em todos os estados Islâmicos ao invés das leis atuais que se originam nos tempos dos poderes coloniais. Os limites da liberdade e da igualdade dos Cristãos locais são muitos. Embora as missões entre Muçulmanos em países Islâmicos sejam proibidas da parte das autoridades locais, a missão dos Muçulmanos do mundo todo está em pleno vapor. Mesquitas são surgem aos montes em todos os países Cristãos.

Na Indonésia, sínodos fortes se desenvolveram entre os animistas Batak, Dayak e outras tribos durante a era colonial Holandesa. Nas últimas décadas, mais de 700 templos foram destruídos ou queimados para se reduzir a visível dominância dos Cristãos nos distritos Islâmicos e nas cidades. No norte da Nigéria, também nas últimas décadas, os Muçulmanos instigaram disputas civis contra as minorias Cristãs vez após vez, porque os Cristãos se consideravam cidadãos de um país religiosamente neutro e se recusaram a se sujeitar à lei da Sharia. No Egito, um grupo de turistas Suíços foi atacado em Luxor enquanto visitavam um templo; as mulheres foram estupradas publicamente, os homens foram mortos e todos foram amaldiçoados porque os terroristas Islâmicos se ofendem com a presença de turistas estrangeiros com suas roupas reveladoras.
Mais sobriedade Bíblica

A maioria dos Cristãos no Ocidente ainda não perceberam que estão no meio da terceira ofensiva da chamada Guerra Santa. Sempre que uma mesquita é construída na África, Ásia, Europa e América, uma célula dessa religião totalitarista é estabelecida, de modo que os regulamentos da Sharia é que valem por lá, não as leis da terra local. O propósito imutável do Islã deve permanecer sendo o estado teocrático, como propagado por Khomeini e seus sucessores (Suras al-Baquara 2:193; al-Anfal 8:39; al-Saff 61:9-11).

Quem quer que diga que Allá do Islã é o Deus de Abraão e Pai de Jesus Cristo está iludido e ainda não percebeu a dimensão apocalíptica do ataque Islâmico. Nunca antes tantos Muçulmanos viveram em países Cristãos. Devido aos nascimentos excessivos, o número de Muçulmanos dobra a cada 27 anos, ou ainda mais rápido; já os Cristãos do mundo todo precisam de 54 anos para dobrar seu número.

Os Cristãos precisam entender o Islã do ponto de vista do Evangelho e evangelizar os Muçulmanos em nome de Jesus. Caso contrário a Europa, tal como certa vez com o Oriente Médio, pode ter de encarar um terrível despertar.

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 significado espiritual das tatuagens e piercings

Por Claudio Santos

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A palavra tatuagem é traduzida do hebraico por “seritá”, que significa “manchar”; “marcar” , e consiste em marcar a si mesmo ou a terceiros para se destacar ou se modelar de forma diferente da naturezaOs séculos passaram, a igreja católica do século VIII condenou e até perseguiu os ritos, mas os cultos, costumes e as práticas de “marcar a derme” com manchas de tinta e/ou “mutilar” parte  do corpo para inserir metais (piercing) continua na sociedade moderna. A moda de alteração original do corpo é o que os praticantes chamam de “body modification”.

Muitas celebridades da atualidade, principalmente no mundo dos esportes resolveram pintar a pele e se encher de manchas pelo corpo e metais em argolas ajudam a modificar o visual. . Uma moda que está ressurgindo com muita força na Europa, passando a ganhar força também no Brasil, um dos países do mundo que costuma seguir imediatamente as novidades lá de fora. As duas formas de alteração do corpo natural com introdução de tinturas e metais misturados ao sangue encontrado na derme tem encontrado adeptos até dentro das igrejas evangélicas. Quase todas as pinturas são irreversíveis.

Daí é que surge a questão psicológica da coisa. Quando não se pode mais retirar as modificações inseridas no corpo, então a ideia é acabar ou exagerar naquilo que se começou bem simples ou “sem compromisso”. Metas, records e concorrências no Guiness Book, para “fechar” 100% o corpo natural, por vaidade ou necessidade, hoje, são estabelecidos.

Esta forma de adesão logo pode ser identificada dentro dos campos de futebol, e via de regra, influencia diretamente a vida dos seguidores e torcidas organizadas, jovens em fase de reconhecimento, etc. Coisas do mundo… mas, a pergunta é: do ponto de vista bíblico, devemos seguir o curso deste mundo com tatuagens e piercings também??

Hoje as tatuagens estão em destaque e, agora, a onda tem chegado nas igrejas brasileiras com a versão de “tatto gospel”, influenciando muitos jovens cristãos que, ainda não se deram conta daquilo que está por detrás de tal prática, seja por falta de conhecimento bíblico e histórico, seja por falta de discernimento espiritual ou até mesmo por “rebeldia”.

Este estudo é muito delicado, pois deverá mexer com o brio de muitos amantes da prática do tatto. Porém, não estamos aqui para julgar ninguém que usa tatuagens e piercings, nem àqueles que defendem a mania. Não estamos condenando ninguém ao inferno, nem acusando pecados, pois todos somos pecadores. O objetivo aqui é deixar um legado espiritual deste hábito para que pais, líderes e pastores da igreja cristã da atualidade possam refletir e fortalecer conceitos espirituais a respeito do assunto, visto que ainda parece ser um tabu falar sobre isto na igreja, seja por medo, seja por constrangimento ou pouco conhecimento sobre a introdução do assunto aos jovens e adolescentes cristãos (a igreja do futuro precisa estar preparada para debater biblicamente, e sem medo, com segurança espiritual, assuntos como este).

Antes, de seguirmos, porém, é preciso desmistificarmos o que é julgamento de ensino.  O julgamento condena, mas o ensino é para a edificação do corpo de Cristo!! Quando os pastores exortam a igreja, é para o crescimento e amadurecimento da mesma. Mas, essa é a nossa parte. O ensino, a admoestação e a exortação com justiça… Só filhos obedientes recebem o ensino, refletem na Palavra, se arrependem e mudam de atitude com humildade. Não, não… Não devemos subestimar princípios e mandamentos eternos como Levítico 19, por exemplo, matar, roubar, idolatrar, adulterar, etc (inclusive riscar o corpo com derramamento de sangue). Falo com propriedade, pois sei o que se passa no mundo das trevas, minha avó era praticante das sutilezas da feitiçaria chamada “branca”, um engodo das trevas. Meus olhos e ouvidos são testemunhos de muitos rituais.

O recado sutil do mundo e da Nova Era é que “vcs podem ser livres, pois irão descobrir que são deuses”. Será que isso já não foi dito antes pela língua maliciosa de uma serpente, lá no Éden?? Quais foram os resultados desta mentira para a humanidade? Alguém pode até se levantar e falar da cultura de povos indígenas de países da Ásia, Oceânia, África e Américas do Norte como Maias e Incas. Mas, o intuito neste estudo não discutir a diversidade cultural e, sim raízes espirituais destes usos e costumes com roupagem nova ou não.  Antes, assim como estas tribos primitivas, nós também não conhecíamos o evangelho de João 8:32: “E, conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Mas, o povo judeu foi ensinado. E este conhecimento chegou até nós pelos judeus, e um dia chegará também a outros povos.

Jovens cristãos, dêem uma olhada nesta foto, verifique o “antes do body modification” e “depois da modificação”:

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Isso aqui pode ser não ou não ser sacrifício ou corte por devoção à necromancia do texto de Levítico 19, não cabe aqui julgamentos dos motivos que levaram estas pessoas a se transformarem. O que vale aqui é saber se Jesus pregaria isto para os seus discípulos ou faria isso com o corpo Dele? O que vale refletir aqui é saber se um discípulo de Jesus faria isto com o seu corpo? Quem parece mais  à semelhança de Cristo? Quem se parece mais com uma figura de demônio? A reflexão não é “cultural”, é sim “espiritual”. É isso o que está sendo levado no texto: O que levaria um sincero e honesto discípulo de Jesus a ser body transformado?? A Bíblia ou o mundo??

Mas, a Bíblia diz no livro de I João 2:15, o seguinte:

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele”.

IGREJA DE CRISTO. NÃO SOMOS DO MUNDO! A MODA NÃO MANDA NA IGREJA!

A marca eterna da Cruz

Vamos aqui ensinar que nós, cristãos, não devemos ser influenciados pelo mundo, porém, pelo contrário, devemos influenciar o mundo com Cristo. As marcas da Cruz já são suficientes para o corpo de Cristo. Você não precisa mais ferir o seu corpo (templo do Espírito Santo), nem derramar sangue, nem sentir dores e nem carregar manchas ou perfurações no seu corpo (uma aliança) pelo resto da vida.  Jesus já fez este sacrifício por nós. Uma marca que não se encerra num cemitério. Ah, mas todo mundo tá fazendo? Pois é, mas não somos do mundo!!

“Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. 5  Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. (Isaías 53:4-5).

Mas, faz-se necessário aqui dissertamos sobre aquele tão mencionado versículo dos simpatizantes da prática de tatoo e piercings “gospel”, afinal é um escudo muito usado pelos praticantes dos ritos. Os jovens cristãos também passaram a se defender somente com este versículo. É Apocalipse 19:16: “E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores”, mas esquecem de que é uma alegoria. Ao observarmos todo o contexto, também há menção de que “seus olhos brilham como chama de fogo” (verso 12…) e, “sai da sua boca uma espada afiada” (verso 15…). Mas, por favor não é necessário seguir ao pé da letra, senão vejamos: já pensou quantos olhos de jovens queimados e quantas bocas feridas ou gargantas cortadas por dentro ao tentar se basear na alegoria do versículo 15?

Está escrito: “todas as coisas nos são lícitas, mas nem todas as coisas nos convém, nem edificam” (I Cor. 6:12 e I Cor. 10:23).

A origem da tatuagem

Na antiguidade, a tatuagem associava-se ao culto aos demônios (chamados de deuses pelos feiticeiros) e era praticada durante ritos de consagrações espirituais, que segundo a crença levava consigo os espíritos malígnos para expulsar o mal. (mal expulsando o mal)??…  Eram realizados pactos para se incorporar as entidades do desenho a ser pintada na pele que seria ferida rusticamente à base de bambus e dentes de tubarão. Mas, foi somente na Polinésia do século 16 que se identificou o nome local e mais usual do ritual ou da prática ou da moda como “tatao”, hoje tatto.

A tatuagem já foi exaustivamente usada para identificar gangues violentas de rua, grupos de criminosos, pistoleiros, prisioneiros, escravos e outras formas de identificação com o mundo da marginalidade e da escória social. Mas, nem todos que usam tatuagens hoje são pessoas assim. No entanto, faz-se necessário citar as origens das coisas para ensinar aos jovens de nossas igrejas sobre estas práticas. Isso aqui não é teologia. É revelação espiritual.

“O templo de Deus, que sois vós é santo” (I Cor. 3:17b).

Os nazistas de 1942 tatuavam à revelia, a marca das cruzes quebradas e inversas, por força zombaria a Cruz de Cristo e demonstração de poder, todos os 6 milhões de judeus que matariam em seguida. A cruz suástica é inspiração de Chamberlain, um vidente satânico e conselheiro de Hitler. Foi ele que o inspirou as idéias de um reino de terror e poder.

O livro de I Coríntios 10:20, também diz:

“Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios”

Havia na antiguidade um deus adorados pelos amonitas e a história bíblica não deixou de registrar em levítico 20. Moloque era um demônio que exigia de seus adoradores o sangue e a dor de seres humanos, sobretudo crianças, porém, o sacrifício de pessoas de outras idades também eram praticadas naquele altar. É muito provável, segundo vários pesquisadores da Bíblia e da ciência das religiões, que o nome Moloque deu origem ao que hoje no Brasil brinca-se involuntariamente apelidando um menino de “moleque”.

Esse deus de bronze possuía uma aparência horrível: mistura de animal de chifres com humano. O ídolo possuía fornalha na altura de seu ventre, na qual as crianças eram lançadas vivas e ofertas ali. Quanto mais choro da criança, e, quanto mais vermelho o fogo daquela fornalha se tornava mais seus adeptos o cultuavam em êxtase maldita. Diz a Bíblia que Moloque pedia sangue humano como sacrifício. E, esse sangue é requerido até hoje. Não entre no engano de uma propaganda que apela para o “pense menos, ame mais”. Pense muito antes de aderir à moda do tatto e piercing, ou qualquer outras modas ou práticas do mundo e antes de se unir emocionalmente com alguém que ama o mundo.

Prestação de Contas

II Coríntios 5:10 diz: “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal”.

E, I Tess. 5:23, também diz o seguinte: “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.”

 

Conclusão

O artigo não é uma OFENSA para quem gosta de tatto e piercing! Quem somos nós para “proibirmos” as pessoas de usarem o que quiserem? Mas, não podemos deixar de pregar o evangelho de salvação e de libertação. O evangelho é recheado de coisas que NÃO gostamos. Daí, tirarmos lições: o que é RELEVANTE? É o que se GOSTA ou que se RENUNCIA por causa de Cristo???

A ideia, então,  é ORIENTAR e REVELAR aos crentes em Cristo, àqueles que nasceram de novo, que podem renunciar a tendência ou o apelo da moda para mutilarem e pintarem seus corpos a ponto de se tornarem figuras animais ou extraterrestres (como demonstradas na fotos). Mas, esta escolha é de cada um. Só estamos ensinando o evangelho à igreja de Cristo e aos jovens e adolescentes cristãos  a não se deixarem influenciar pela cultura do mundo, e sim pela cultura de Cristo. Somos discípulos Dele. Jesus não usou tatuagens nem piercings.

Será que as pessoas das fotos podem se olhar no espelho e darem glória a Deus por isso, pela bela transformação? Ou será que podem dizer que estão glorificando a Deus?? Lembrem-se tudo começou com apenas um pouquinho de nada, mas a sede de sangue que o deus Moloque requer do jovens é incessante, continua até hoje. Pensem nisso!!!

Reflexão

Você quer obedecer a Moloque ou obedecer a Deus?

Oração

Se você já é Filho de Deus (Ler João 12;12), e conhece a Cristo como Senhor e Salvador, então você pode fazer esta oração:

“Pai, sou teu filho, eu não sabia disso, mas agora é tarde demais para retirar isso do meu corpo. Ou então, Pai, eu sabia disso, mas ainda assim me rebelei contra meus pais, contra a minha família, e contra a igreja e contra Ti. Na verdade esse era o recado rebelde que queria dar!! Porém, na sinceridade do meu coração, hoje me arrependo, eu sei que para o Senhor é isso que importa: um coração limpo e quebrantado na tua presença. Quero desfazer no reino espiritual, principalmente no reino das trevas, todas as filosofias e consagrações que estavam por detrás disso em nome de Jesus! Agradeço ao Senhor por me fazer ser livre de verdade, em nome de Jesus, amém!!” Continue orando. Use as suas próprias palavras.

Se você é criatura de Deus (ler João 12;12), mas ainda não recebeu a Cristo em seu coração, e, se o texto revelou a você a verdade, através da revelação do Espírito Santo, está arrependido por haver aderido consciente ou inconscientemente as práticas ritualísticas e outras filosofias profanas que estão por detrás destes ritos, você pode fazer uma oração sincera em qualquer lugar em que você estiver agora e do jeito que você melhor achar para falar sinceramente com Deus sobre isso!! Tipo, Senhor, me ajude a Ti obedecer… Continue orando e use as suas próprias palavras! Ele vai te ouvir, te perdoar. Ele te ama! Fique a vontade para procurar um pastor de uma igreja séria para saber mais sobre como mudar a sua vida espiritual e emocional para melhor.

Até a próxima guerreiros!
Claudinho.adore@hotmail.com

Artigos e livros relacionados e consultados:
1. http://estudos.gospelprime.com.br/diga-me-com-quem-andas/
2. Tatuagem e Piercing, é de Deus? Cláudio Brinco, Ed. Above 2010
3. http://biblia.com.br/novaversaointernacional/
4. http://igrejavidaemcristo.com.br/arquivo/CONCORDANCIA-EXAUSTIVA-DO-CONHECIMENTOBIBLICO.pdf

* As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores
e não refletem, necessariamente, a opinião do Gospel Prime.

Fonte: https://estudos.gospelprime.com.br

 


           Inferno: Mito ou verdade?

O ensino sobre o inferno é bíblico ou trata-se apenas de uma invenção católica da Idade Média?

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Para os que são contrários, "A crença no inferno é popular e faz parte da percepção básica da religião na cultura cristã. No entanto, a evidência de tal castigo eterno é praticamente inexistente."

Dizem que o "Interminável castigo não faz sentido bíblico"´, que "a ideia do inferno é... cruel e incomum, bem como totalmente excessiva..." pois como  "um Deus que é o próprio conceito de amor torturaria eternamente um filho Seu como castigo, mesmo que ele tivesse feito algo ruim?

Dizem ainda que "O inferno popular parece... bizarro depois de considerar as palavras de Deus em Jeremias 7:31: ' Eles construíram o alto de Tofete no vale de Ben-Hinom, a fim de queimarem seus próprios filhos e filhas como holocausto, sacrifício que jamais ordenei e nem sequer pensei em requerer'. Se a ideia de seres humanos sendo queimados é tão desagradável para Deus que nunca sequer entrou em Seus pensamentos, o que diria Ele então do inferno?'

Que, no mais, tudo não passa de um grande equívoco na tradução das palavras Hades, Sheol, Tártaro e Geena.

(Objeçoes colhidas em https://hypescience.com

   Vale de Tofete  ou vale de Ben-Hinom, de onde se origina a palavra GEENA, traduzida como inferno.     

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Mas será que essas afirmações prevalecem diante de uma análise bíblica honesta?

Certamente que não.

Para nós, que cremos na Bíblia como Palavra revelada de Deus, o inferno existe, sem nenhuma dúvida. Mesmo que haja entendimentos diferentes quanto a alguns aspectos - como é comum em qualquer doutrina, seja ela bíblica ou não - Trata-se de uma verdade clara ensinada nas Escrituras Sagradas.

Vejamos algumas informações que a Bíblia nos traz sobre o assunto.

“Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações   que se esquecem de Deus.” 
Sl 9.17

Para nós cristãos, inferno é um lugar e estado de castigo em que os perdidos (morreram na prática contumaz do pecado) estão eternamente separados de Deus.
A Bíblia o descreve como um lugar terrível, de tormento e onde estarão por toda a eternidade todos aqueles que não observaram os preceitos (descritos na Bíblia) do Senhor para suas vidas.
Definir com clareza como é o inferno é muito difícil. Os muitos textos que tratam do assunto, geralmente usam a linguagem figurada que nos leva a vê-lo fisicamente como lugar de: chamas, castigo, fogo etc. Portanto, a possibilidade do inferno não ser um lugar na dimensão espiritual é muito grande, sim, um estado de sofrimento eterno.

A Bíblia afirma também que na volta do Mestre Jesus todos serão ressuscitados. Os justos para a Glória e os injustos para o castigo eterno (Inferno). Veja:

“Jesus terminou, dizendo: —Quando o Filho do Homem vier como Rei, com todos os anjos, ele se sentará no seu trono real. Todos os povos da terra se reunirão diante dele, e ele separará as pessoas umas das outras, assim como o pastor separa as ovelhas das cabras. Ele porá os bons à sua direita e os outros, à esquerda. Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: “Venham, vocês que são abençoados pelo meu Pai! Venham e recebam o Reino que o meu Pai preparou para vocês desde a criação do mundo. Pois eu estava com fome, e vocês me deram comida; estava com sede, e me deram água. Era estrangeiro, e me receberam na sua casa. Estava sem roupa, e me vestiram; estava doente, e cuidaram de mim. Estava na cadeia, e foram me visitar.” —Então os bons perguntarão: “Senhor, quando foi que o vimos com fome e lhe demos comida ou com sede e lhe demos água? Quando foi que 

vimos o senhor como estrangeiro e o recebemos na nossa casa ou sem roupa e o vestimos? Quando foi que vimos o senhor doente ou na cadeia e fomos visitá-lo?” —Aí o Rei responderá: “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quando vocês fizeram isso ao mais humilde dos meus irmãos, foi a mim que fizeram.” —Depois ele dirá aos que estiverem à sua esquerda: “Afastem-se de mim, vocês que estão debaixo da maldição de Deus! Vão para o fogo eterno, preparado para o Diabo e os seus anjos! Pois eu estava com fome, e vocês não me deram comida; estava com sede, e não me deram água. Era estrangeiro, e não me receberam na sua casa; estava sem roupa, e não me vestiram. Estava doente e na cadeia, e vocês não cuidaram de mim.” —Então eles perguntarão: “Senhor, quando foi que vimos o senhor com fome, ou com sede, ou como estrangeiro, ou sem roupa, ou doente, ou na cadeia e não o ajudamos?” —O Rei responderá: “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: todas as vezes que vocês deixaram de ajudar uma destas pessoas mais humildes, foi a mim que deixaram de ajudar.” E Jesus terminou assim: —Portanto, estes irão para o castigo eterno, mas os bons irão para a vida eterna.” Mt 25.31-46

A existência do Inferno é incontestável!

O verdadeiro Servo é aquele que está na presença do Pai, não pelo medo do inferno, sim, pelo prazer e satisfação de honrar e glorificar ao Senhor Deus.

Na Bíblia as palavras: Geena, Hades, Tártaro (grego) e Sheol (hebraico), são traduzidas pela palavra Inferno.

O Inferno é descrito como:

a) Castigo eterno: “E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna.” Mt 25.46
b) Fogo eterno: “Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.” Mt 25.41
c) Chamas eternas e Fogo devorado: “Os pecadores em Sião se assombram, o 

tremor se apodera dos ímpios; e eles perguntam: Quem dentre nós habitará com o fogo devorador? Quem dentre nós habitará com chamas eternas?” Is 33.14
d) Fornalha acesa: “Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes… Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes.” Mt 13.41,42,49,50
e) Lago de fogo: “E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.” Ap 20.15
f) Fogo e enxofre: “Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro.” Ap 14.9,10
g) Fogo que não apaga: “A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível.” Mt 3.12
h) Lugar de punição: “Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo;” 2Pe 2.4
i) Lugar de tormento: “No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio.” Lc 16.23

Veja mais:
a)
“Porque um fogo se acendeu no meu furor e arderá até ao mais profundo do inferno, consumirá a terra e suas messes e abrasará os fundamentos dos montes.”Dt 32.22

b) “Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus.” Sl 9.17
e) “Os seus pés descem à morte; os seus passos conduzem-na ao inferno.” Pv 5.5
f) “Eles, porém, não sabem que ali estão os mortos, que os seus convidados estão nas profundezas do inferno.” Pv 9.18
g) “O inferno e o abismo nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem.” Pv 27.20;
h) “Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.” Pv 23.14
i) “Eu os remirei do poder do inferno e os resgatarei da morte; onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó inferno, a tua destruição? Meus olhos não vêem em mim arrependimento algum.” Os 13.14
j) “Eu, porém, vos digo que todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo… Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno.” Mt 5.22,29;
k) “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.” Mt 10.28;
l) “Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno; porque, se em Sodoma se tivessem operado os milagres que em ti se fizeram, teria ela permanecido até ao dia de hoje.” Mt 11.23;
m) “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” Mt 16.18;
n) “Se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida com um só dos teus olhos do que, tendo dois, seres lançado no inferno de fogo.” Mt 18.9;
o) “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós!… Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?” Mt 23.15;33
p) “Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno.” Lc 10.15;
q) “Eu, porém, vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno. Sim, digo-vos, a esse deveis temer.” Lc 12.5;
r) “No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio.” Lc 16.23
s) “Ora, a língua é fogo; é mundo de iniqüidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também é posta ela mesma em chamas pelo inferno.” Tg 3.6
t) “Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo.” 2Pe 2.4
u) “e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno.” Ap 1.18; e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno.
v) “E olhei, e eis um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra.” Ap 6.8;
w) “Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo.” Ap 20.14

Amados, a nossa preocupação não deve repousar sobre a realidade da existência do Inferno e do sofrimento reservado a este l