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Arqueólogos descobrem portal bíblico relacionado às 12 tribos de Israel

Por Michael Foust

Postado em 09/07/2018

       

                                                      Foto: © Thinkstock / svarshik

Arqueólogos em Israel dizem que descobriram o portão de entrada para Zer, uma cidade bíblica do Antigo Testamento que, segundo eles, foi mais tarde conhecida como Betsaida no Novo Testamento.

A descoberta na área de Golan Heights foi feita nas últimas duas semanas e foi anunciada no domingo pelo Conselho Regional de Golan, de acordo com o The Jerusalem Post. Zer é mencionada em Josué 19:35 como uma das cidades fortificadas para o povo de Naftali, uma das 12 tribos de Israel. O verso diz: “As cidades fortificadas são Ziddim, Zer, Hammath, Rakkath, Chinnereth…”

Arqueólogos dizem que Zer  era conhecido como Betsaida no Novo Testamento. Betsaida é onde Jesus curou um homem cego (Marcos 8) e alimentou os 5.000 (Lucas 9). É também de onde André, Pedro e Filipe vieram (João 1:44).  

A descoberta do portão foi feita por cerca de 20 arqueólogos que trabalham com o Hebrew Union College, informou o Post. Rami Arav, diretor do Projeto Betsaida, está ajudando a liderar o esforço.

“Não há muitos portões neste país deste período. Betsaida era o nome da cidade durante o período do Segundo Templo, mas durante o período do Primeiro Templo foi a cidade de Zer ”, disse Arav.

Os turistas visitam a região de Betsaida há anos para ver um local onde Jesus realizou milagres. Avi Lieberman, diretor do parque onde fica Betsaida, disse que espera que a nova descoberta ajude a atrair ainda mais turistas.

"A equipe do Jordan Park e o Golan Tourism estão felizes com as dezenas de milhares de visitantes que visitam o parque todos os dias", disse Lieberman. “O maravilhoso parque também é um impressionante sítio arqueológico. Surpreendo-me cada vez mais com a chegada de milhares de visitantes evangélicos a Betsaida. Estou confiante de que as últimas descobertas trarão mais visitantes ao parque de todo o mundo e de Israel. ”

 

Michael Foust é um escritor freelancer. Visite seu blog, MichaelFoust.com

 

Fonte: https://www.christianheadlines.com 

 


Descobertas em Jerusalém Moedas que datam do tempo de Esdras

Postado em 10/06/2018

      Moedas do tempo de Esdras descobertas em Jerusalém

                                       Moedas do tempo de Esdras descobertas em Jerusalém

Cinco moedas que datam da época de Esdras foram descobertas em Jerusalém, no que um especialista chama de um achado raro.

As moedas têm cerca de sete milímetros de diâmetro e data do século IV aC, relatou o site israelense YNETNews.com. Três das cinco moedas estão intactas e legíveis.

A descoberta duplica o número de moedas encontradas anteriormente.  

“Ao longo dos 150 anos de escavações arqueológicas em todos os locais da antiga Jerusalém, apenas cinco dessas moedas foram encontradas”, disse Zachi Dvira, do Projeto de Peneiramento do Monte do Templo, ao site de notícias. “Nós encontramos agora três moedas inteiras, junto com duas erodidas, aparentemente da mesma série, e assumimos que encontraremos mais no futuro.”

Os persas governaram o reino durante o tempo em que as moedas foram cunhadas. Eles estão inscritos com as letras YHD, que fazem referência ao nome da província persa de Yehud. 

As moedas teriam sido feitas na época em que os judeus foram autorizados pelo rei persa, Ciro, a retornar a Jerusalém em 538 aC para construir o templo, informou o Times of Israel. Esses eventos são descritos no livro de Esdras.

“Estas foram as primeiras moedas já cunhadas pelos judeus”, disse Dvira à YNETNews. “Eles expressam o retorno do povo à sua terra após o exílio babilônico e sua capacidade de manter laços diplomáticos com o império dominante – a Pérsia – semelhante às nossas relações com os Estados Unidos hoje.

“Irônico que em um momento em que os iranianos estão abertamente falando de destruir Israel, moedas são descobertas de uma época em que o regime persa era favorável aos judeus e lhes permitia viver em Israel com dignidade”, acrescentou.

O site Temple Mount Sifting Project (Projeto de Peneiramento do Monte do Templo) diz que as moedas trazem uma imagem de uma coruja de celeiro copiada de moedas gregas.

 


Escultura com 2.800 anos que pode representar rei bíblico é descoberta

Postado em 10/06/2018

                 

Descoberta em Israel uma escultura minúscula, minuciosamente esculpida, no norte de Israel. A escultura, com mais de 2.800 anos, pode representar a cabeça de um rei bíblico.

Mario Tobia, um estudante de engenharia de Jerusalém, descobriu uma escultura no verão passado, em um grande edifício no ponto mais alto da cidade de Abel Beth Maacah, mencionada várias vezes na Bíblia Hebraica.

A cabeça tem 5,1 por 5,6 centímetros de tamanho e já foi parte de uma pequena estatueta com cerca de 25 centímetros de altura, afirmaram os arqueólogos.

“Apesar da aparência minúscula e inócua da cabeça, a escultura nos proporciona uma oportunidade única de olhar nos olhos de uma pessoa famosa no passado, um passado consagrado no Livro de Eras (a Bíblia Hebraica)”, afirmou Robert Mullins, responsável pelas escavações da cidade antiga, em comunicado.

Mas quem é o homem com uma expressão séria e cabelos longos? A qualidade do detalhe e o fato de a escultura ter sido encontrada em um edifício no pico da cidade indicam que a escultura representa uma pessoa pertencente à elite. “Supomos que seja um rei, mas não temos uma forma de provar isso”, disse Mullins.

A datação por radiocarbono de material orgânico encontrado no mesmo edifício sugere que o objeto foi construído por volta de 902-806 a.C.. Por causa desse longo período de tempo, a escultura poderia representar vários reis – tendo ainda em conta que Abel Beth Maacah mudou de rei várias vezes durante o período.

Ainda assim, Mullins aponta três hipóteses: o rei Acabe de Israel, o rei Hazael de Aram-Damasco e o rei Etbaal de Tiro (embora haja muitos outros candidatos).

As escavações no edifício onde a escultura foi encontrada vão continuar durante os próximos meses. Os arqueólogos esperam encontrar mais informações que possam ajudar a determinar quem a escultura em miniatura representa.

As escavações em Abel Beth Maacah são realizadas pela Universidade Azusa Pacific e pela Universidade Hebraica de Jerusalém. Os outros dois responsáveis são Naama Yahalom-Mack e Nava Panitz-Cohen, ambos cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém.

A escultura em miniatura está em exposição no Museu de Israel, em Jerusalém. Os pesquisadores vão publicar um artigo sobre a descoberta ainda este mês, na revista Near Eastern Archaeology.

 

Fonte: https://ciberia.com.br 

 


Descoberto mais antigo manuscrito do Evangelho de Marcos 

Postado em 02/06/2018

             

                                                      Foto: Sociedade de Exploração do Egito

Um antigo fragmento do Evangelho de Marcos, datado do final do segundo século ao início do terceiro século d.C., se tornou oficialmente o registro mais antigo de Marcos já encontrado.

A Sociedade de Exploração do Egito, organização responsável por escavar nas áreas do Egito e do Sudão,  fez o anúncio sobre o fragmento conhecido como “P. Oxy LXXXIII 5345” em seu site na última quinta-feira (24).

“Depois de uma comparação rigorosa com outros textos objetivamente datados, a caligrafia deste papiro é atribuída ao final do segundo século ao início do terceiro século d.C.”, disse a sociedade.

A sociedade acrescentou que “os dois lados do papiro preservam cada um dos vestígios de uma passagem” de Marcos. O fragmento foi encontrado por volta de 1903 junto com muitos outros documentos antigos, de acordo com a organização.

Este é o mesmo fragmento que desencadeou um debate em 2012, quando vazou a notícia de que o documento poderia datar o primeiro século, o transformando no registro mais antigo do Novo Testamento e sendo colocado dentro do tempo de vida de alguns dos personagens bíblicos.   

Ainda assim, especialistas acreditam que a datação que abrange até o final dos anos 100 ou início dos anos 200 é muito significativa.

“O famoso antigo fragmento do Evangelho de Marcos foi finalmente publicado como P.Oxy. 5345 pela Sociedade de Exploração do Egito, que data o final do segundo ou início do terceiro século. Se assim for, então é o manuscrito mais antigo de Marcos até agora identificado e publicado”, disse no Twitter Craig Evans, professor de Origens Cristãs na Universidade Batista de Houston.

Peter Gurry, professor assistente do Phoenix Seminary, concordou. “Não é primeiro século depois de tudo. Ainda assim, é a primeira cópia datada do Evangelho de Marcos, o que é emocionante”, ele escreveu no Twitter.

 

Fonte: https://guiame.com.br 

 


Antigo amuleto que cita personagem bíblico Balaão é decifrado

      

Um pergaminho de chumbo fino do século quinto descoberto na década de 1930 na Turquia finalmente foi decifrado, e sua mensagem é chocante: um amuleto, escrito em aramaico, refere-se a história bíblica de Balaão, e os pesquisadores acreditam que foi usado por um judeu para amaldiçoar seus adversários em corridas de bigas.

O pergaminho de chumbo fino foi descoberto enterrado no hipódromo na cidade de Antioquia, há 70 anos por pesquisadores da Universidade de Princeton (USA).Manteve-se enrolado e sua mensagem escondida, até dois anos atrás, quando um projeto da  Universidade de Colónia desenrolou-o pensando tratar-se de um amuleto de língua grega, uma prática bastante comum da época.

Após uma inspeção, os pesquisadores descobriram que a folha de metal de 3.5x.8 polegadas foi inscrita com letras hebraicas. Eles levaram o objeto para Rivka Elitzur-Leiman, que está estudando amuletos mágicos judeus dos séculos 4-7 para sua tese de doutorado na Universidade de Tel Aviv. Usando Reflectance Transformation Imaging (RTI), uma tecnologia que utiliza imagens de iluminação diferentes e de diferentes ângulos, Elitzur-Leiman foi capaz de decifrar as inscrições.

Ela identificou a inscrição como um dialeto aramaico, escrito com letras hebraicas e utilizado pelos judeus. O conteúdo, que faz alusão à história bíblica de Balaão e que contém o nome hebraico de Deus (YHWH), parecia confirmar sua teoria.

"A maldição invoca o anjo que está diante da mula do Balaão para bloquear os cavalos da equipe adversária," disse Elitzur-Leiman a breaking israel news. A invocação também pede a Deus para fazer os cavalos da "equipe azul"  "se afogarem na lama."

Existem muitos dessses pergaminhos da época e maldizendo corridas de bigas e pergaminhos e amuletos usados para amaldiçoar as corridas de cavalos eram bastante comuns visto que este era um esporte popular na época bizantina. Mas até esta data, tais pergaminhos só foram encontrados enscritos em latim ou grego. Este é o único exemplo encontrado de um pergaminho hex que pode ser atribuído aos judeus.

Partes da inscrição são indecifráveis. Como um prego havia sido introduzido através do metal para intensificar os efeitos da maldição, Elitzur-Leiman explicou que o chumbo era usado para bruxaria. O pergaminho de metal foi, então, enterrado no solo onde a corrida estava sendo disputada; e como os cavalos passavam por cima poderia ativá-lo. Ouro, prata ou bronze eram usados para fabricar amuletos invocavam bênção ou maldição.

"Os amuletos geralmente foram colocados em recipientes de pano e usados no corpo," Elitzur-Leiman explicada.

"Amuletos relacionados ao amor também eram feitos de chumbo.Eles eram considerados um FEITIÇO, e eram particularmente agressivos," ela disse. "Por exemplo, o feitiço poderia tentar impedir uma mulher de comer ou beber até que ela se apaixonasse por determinado homem."

Muitas pessoas acreditam que estes tipos de amuletos e feitiços não eram usados por judeus religiosos, mas eles eram, de fato, muito comuns, mesmo entre os judeus.

"Embora muitos rabinos se oponham, eles ainda são usados ​​por alguns judeus até hoje." Elitzur-Leiman disse, citando exemplos de amuletos do Talmude. O fenômeno é tão comum ao judaísmo que é o tema da tese de doutorado do Elitzur-Leiman. "Eles foram usados para muitas finalidades, incluindo proteção do 'mau-olhado', para manter espíritos longe e até mesmo obter sucesso em processos judiciais.Eles frequentemente continham versos da Bíblia ou Salmos."

"As corridas de bigas eram muito parecidas com os eventos esportivos modernos, com fãs se envolvendo muito emocionalmente," disse Elitzur-Leiman. "Assim como os fãs de esportes modernos vão para grandes eventos usando amuletos de boa sorte e outras superstições para ajudar a sua equipe, os fãs das corridas de bigas faziam o mesmo em épocas antigas."

"Evidentemente os sábios mestres da Torá  (Lei Judaica) desaprovavam e censuravam tais feitiços e encantos, seja em corridas de cavalos ou em particular", disse Elitzur-Leiman. "Mas aqui temos uma prova de que até judeus fãs  das corridas usaram amuletos de maldições contra a concorrência."

 

Fonte: breakingisraelnews

 


Descoberta arqueológica aponta que o Rei Davi realmente existiu, como diz a Bíblia

Postado em 05/05/2018

     

Uma das figuras mais notáveis da Bíblia é a do Rei Davi, o homem descrito pelas Escrituras como “segundo o coração de Deus”, considerado o maior Rei que Israel já teve. Todavia, até 1993 não havia como provar a existência histórica do Rei hebreu, até que descobriram o Tel Dan Stele, uma pedra inscrita que atualmente está em exibição no Museu de Israel, localizada durante escavações em Tel Dan, no norte do país.

De lá para cá, outros indícios surgiram, todos apontando para a existência histórica do Rei Davi, conforme descrito pela Bíblia. Dessa vez, outra descoberta da arqueologia bíblica de grande importância está servindo para comprovar que a Bíblia, mais uma vez, está certa:

“Até 25 anos atrás, ninguém duvidava que o rei Davi fosse uma figura histórica. Porém, nas últimas décadas a historicidade de Davi e, especialmente, o tamanho de seu reino, foram assuntos calorosamente debatidos”, disse Avraham Faust, diretor da expedição realizada na antiga Judeia, precisamente em uma região conhecida como Tel Eton. Para o arqueólogo, a escavação “oferece indícios que a extensão do reino era maior do que alguns estudiosos acreditam”.

A descoberta dos arqueólogos não possui referências diretas ao Rei Davi, mas ao cenário descrito pela Bíblia como parte de onde ele viveu, como a região conhecida por “Eglon”, uma das cidades que lutaram contra os israelitas descrita no livro de Josué 15:20-39: “Esta foi a porção da tribo dos Juditas pelos seus clãs… Laquis, Bozkath, Eglom”.

“Nós não encontramos nenhum artefato que dissesse Rei Davi ou Rei Salomão, é claro. Contudo, descobrimos no local sinais de uma transformação social pela qual a região passou, incluindo a construção de um grande edifício em um plano conhecido pelos arqueólogos como ‘a casa de quatro cômodos’ que era comum em Israel, mas que não existia em outro lugar”, 

explicou Faust ao Breaking Israel News.

Ele ressaltou que “já que a origem da mudança parece estar nas terras altas, e como ocorreu na época em que Davi teria vivido, a ligação [com o Rei Davi] é plausível”.

 

Fonte: https://www.breakingisraelnews.com/106811/new-archaeological-find-confirms-sophisticated-davidic-kingdom/ 

 


Pesquisador diz que “arqueologia bíblica” legitima as Escrituras para os céticos

Postado em 18/04/2018

                   

O pesquisador Miguel Nicolaevsky é um estudioso da história de Israel, da chamada arqueologia bíblica e do hebraico usado nas Escrituras, e segundo ele, as descobertas recentes que reforçam a narrativa bíblica fazem parte de um propósito maior de Deus.

Nicolaevsky concedeu uma entrevista e afirmou que as descobertas em arqueologia divulgadas recentemente embasando os textos bíblicos são um poderoso instrumento para a divulgação do Evangelho, pois trazem o tipo de legitimidade que um cético não pode negar. Ainda assim, o pesquisador recomenda cautela.

“A arqueologia em Israel é algo impressionante, ao mesmo tempo que ela lança luz nas Escrituras, ela pode também contradizer as Escrituras. Creio que o objetivo pelo qual o Senhor permitiu seu surgimento é para mostrar aos céticos que não basta dizerem que não creem, não basta mais negar, existem muito mais questões a serem analisadas e repensadas”, afirmou ao portal Guia-me.

Miguel Nicolaevsky pontuou que, mesmo com as descobertas científicas sendo uma espécie de aditivo na ilustração do contexto do Velho Testamento, não se pode abandonar o lado sobrenatural, pois a ciência jamais será capaz de explicar 100% da Bíblia.

“Aos crentes a arqueologia muitas vezes traz alegria, mas também pode trazer tristeza e insegurança. Isso ocorre porque tenta-se explorar na vertical, sem uma análise de tempo real, tentando entender por escavações o que ocorreu há mil, 2000 ou 3000 anos atrás. Este método pode nos dar uma ideia, mas nunca nos fará entender como um todo”, explicou.

Mesmo que a arqueologia bíblica não consiga fazer o desenho completo dos relatos contidos nas Escrituras, essas descobertas têm apontado para o cumprimento de profecias, afirmou o pesquisador: “Estamos vivendo exatamente aquilo que foi predito em Daniel 12:4, que diz: ‘Tu, porém, Daniel, cerra as palavras e sela o livro, até o fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará”.

“Já estamos no tempo do fim, em que muitas coisas que estavam ocultas, agora estão sendo reveladas. Devemos ser sábios pois os dias são complicados, há muita gente pregando heresias e divulgando mentiras e lendas como se fossem verdade”, acrescentou o pesquisador.

Em sua conclusão, Miguel Nicolaevsky alerta os cristãos a estarem “atentos a tudo isso” para não serem pegos de surpresa: “Como diz as Escrituras Sagradas, em I Tessalonicenses 5:18–23: ‘Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Não extingais o Espírito; não desprezeis as profecias, mas ponde tudo à prova. Retende o que é bom; Abstende-vos de toda espécie de mal. E o próprio Deus de paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo'”.

 

Fonte: gospelmais

 


Nova teoria questiona lugar histórico onde teria ocorrido o julgamento de Jesus

Por Patricia Martínez

Postado em 23/03/2018

            EFE/Patricia Martínez

                                                                          Foto EFE/Patricia Martínez

Dias antes do início da Semana Santa, vários historiadores e teólogos apresentaram nesta semana uma nova teoria que questiona o lugar em que acredita-se que aconteceu o julgamento de Jesus por Pôncio Pilatos e sugerem o palácio do rei Herodes como uma localização possível.

O denominado hoje Museu da Torre de Davi, adjacente à muralha ocidental da velha cidadela em Jerusalém, abriga muros do tempo do rei Ezequias e do período otomano, e também o que são considerados os alicerces do palácio do rei Herodes, onde historiadores e teólogos acreditam que poderia ter acontecido o julgamento de Jesus.

"Temos evidências circunstanciais, um testemunho de outros julgamentos que aconteceram nesse mesmo lugar, três referências ao palácio no Novo Testamento em conexão com o julgamento de Jesus, e agora o próprio palácio", explicou à Agência Efe o historiador israelense Shahar Shilo.

Há aproximadamente duas décadas, no ano de 1999, arqueólogos dirigidos por Amit Reem, da Autoridade de Antiguidades de Israel, iniciaram no Museu da Torre de Davi uma escavação no edifício Kishle ('prisão' em turco) que encontrou os alicerces do palácio.

Dois anos depois, os arqueólogos descobriram as ruínas dessa magnífica estrutura, misturadas por camadas de história que lembram que ali também existiram um muro de fortificação da época do rei Ezequias, outro do período otomano, e inclusive, uma prisão durante o mandato britânico.

"Agora que sabemos que o palácio está aqui, a pergunta é a seguinte: Se o imperador de Roma chega na Páscoa a Jerusalém, onde ele passaria a noite? É certo que lhe ofereceriam uma suíte presidencial, o que equivaleria ao palácio do rei", acrescentou Shilo.

Em relação às referências bíblicas, o historiador lembra que os Evangelhos de "João 19, Marcos 15 e Lucas 23" sugerem que o julgamento de Jesus de Nazaré aconteceu perto de um palácio.

"Deveríamos repensar o lugar do julgamento. Uma vez que libertam Barrabás como presente de Páscoa, está escrito em Marcos 15 que Pilatos se virou e retornou ao palácio", uma referência que também está presente em outras duas Escrituras Sagradas.

A base histórica parte dos textos do historiador judeu-romano Flávio Josefo (século I) que incluem referências a Jesus e às origens do cristianismo.

"Josefo menciona outros julgamentos anteriores realizados em frente ao palácio de Herodes por outros imperadores romanos", acrescentou Shilo, "por isso nos baseamos na combinação de arqueologia, documentos históricos e literatura das Escrituras Sagradas".

"Trata-se de uma possibilidade e, como historiador, eu apoio que o palácio do rei Herodes é o lugar autêntico do julgamento de Jesus, que acreditamos que aconteceu historicamente, creia você ou não na Bíblia", concluiu o arqueólogo.

A recente teoria sobre o lugar histórico do Pretório - a residência dos governadores romanos - põe em dúvida o dogma cristão e ortodoxo que estabelece a antiga Fortaleza Antônia como o lugar do julgamento; apesar de, em suas origens, "nenhum caminho partir dali para o monte Gólgota", onde Jesus foi crucificado.

Há 600 anos os franciscanos popularizaram esse lugar como ponto de partida da Via Dolorosa moderna, que percorre as 14 estações da via-crúcis de acordo com a tradição cristã.

A cada dia, centenas de peregrinos percorrem as vielas de pedra seguindo os pontos que marcam a Paixão de Cristo, orando em cada parada e, em algumas ocasiões, carregando uma cruz de madeira em lembrança ao sofrimento de Jesus.

Nos dias anteriores à Semana Santa, milhares de peregrinos vão a Jerusalém para lembrar a morte e a ressurreição de Cristo e participam dos atos e cerimônias para a ocasião, que começam com a procissão de Domingo de Ramos descendo do Monte das Oliveiras.

 

 

Fonte: https://www.efe.com 

 


Arqueólogos descobrem tumba de 3.600 anos em cidade citada no Apocalipse

A tumba foi encontrada intacta na região das colinas do Megido.

Postado em 17/03/2018

        

    Arqueólogos descobrem esqueleto humano, do período cananeu de 1.800 a.C. (Foto: REUTERS/ ALI HASHISHO)

Arqueólogos dizem que estão surpresos com a descoberta de uma câmara de sepultura "magnífica e intocada" de 3.600 anos na antiga cidade-estado cananita de Megido, que é mencionada no livro de Apocalipse, na Bíblia.

A National Geographic informou quarta-feira que o achado "extraordinário" poderia oferecer pistas potenciais na dinastia real que governou a área ao sul de Haifa, hoje parte de Israel, antes da conquista pelo Egito no século 15 a.C.

Por quase cinco milênios, a partir de 3000 aC. Para 1918, Megido serviu como uma importante passagem estratégica para rotas internacionais militares e comerciais, oferecendo o palco para inúmeras batalhas históricas.

É descrito em Apocalipse 16:16 como um lugar chamado "Armageddon", que deriva de Har-Megiddo, ou "Monte de Megido".

Os arqueólogos agora dizem que descobriram uma tumba do século 15 a.C, quando Megido foi assediado por sete meses pelas forças do faraó egípcio Thutmose III, até se render posteriormente. Thutmose III mudou-se para incorporar Canaã como uma província de seu império.

Os arqueólogos Israel Finkelstein e Mario Martin, da Universidade de Tel Aviv e Matthew Adams do Instituto de Arqueologia 'W.F. Albright', que têm conduzido as escavações em Megido desde 1994, encontraram primeiro um corredor subterrâneo perto dos palácios da Idade do Bronze na área que levava a uma câmara funerária em 2016.

A câmara continha os restos de três pessoas, um homem, uma mulher e uma criança, adornadas com joias elaboradas de ouro e prata. O homem tinha sido coroado com um diadema de ouro, o que sugeria um alto nível de habilidade e talentos artísticos.

"Estamos falando de um enterro familiar de elite por causa da monumentalidade da estrutura, dos achados ricos e do fato de que o enterro está localizado próximo ao palácio real", disse Finkelstein.

Além disso, os arqueólogos descobriram que outros restos humanos também foram enterrados no túmulo em um estágio anterior, seguindo a prática de ritos funerários antigos na região.

Além da joia, a natureza imperturbável dos três corpos após o enterro, em comparação aos outros que foram retirados, dá crédito à teoria de que eles eram de grande importância, de acordo com a integrante da equipe de escavação, Melissa Cradic.

Um estudo de DNA dos corpos encontrados enterrados em Megido está buscando determinar se os habitantes comuns da cidade-estado cananita eram da mesma forma que os governantes de elite.

Os resultados poderiam mudar as percepções sobre as populações de Canaã, já que os estudiosos acreditavam há muito tempo que os Hurrianos, um povo itinerante das montanhas que surgiu na região no quarto e terceiro milênio aC, poderia ter desempenhado um papel importante na construção das primeiras cidades no Oriente Próximo.

"Esses estudos têm o potencial de revolucionar o que sabemos sobre a população de Canaã, antes da formação da Bíblia", disse Finkelstein.

Os restos humanos descobertos em outros locais cananeus antigos também intrigaram pesquisadores.

Arqueólogos revelaram em julho de 2017 que os restos de um adulto e uma criança foram descobertos no local bíblico de Gezer em Israel. As vítimas aparentemente morreram há cerca de 3.200 anos atrás, quando um edifício que foi incendiado entrou em colapso e foi enterrado sob cinzas e restos de tijolos de barro.

A descoberta levou os pesquisadores a confirmar os relatos sobre o faraó egípcio Merneptah e como ele sitiou e conquistou Gezer, queimando muitos dos seus edifícios em sua campanha de controle.

Fonte: https://guiame.com.br 


Selo do profeta Isasías é encontrado em Jerusalém

Postado em 22/02/2018

              

Existem vários relatos no Antigo Testamento mostrando que o profeta era o conselheiro espiritual do rei. Ele consolou o governante, afirmando que os israelitas sobreviveriam ao cer co.No artigo científico assinada por Mazar lê-se: “Os nomes do rei Ezequias e do profeta Isaías são mencionados em conjunto 14 das 29 vezes que o nome de Isaías é lembrado (2 Reis    19-20, Isaías 37-39). Nenhuma outra figura estava mais próxima de Ezequias que Isaías “.

O local onde as bulas foram encontradas fica no alto da ‘Cidade de Davi’, uma grande estrutura que pode ter sido o palácio do rei Davi. Ali foi descoberta uma impressão em argila com caracteres em hebraico do Primeiro Templo trazendo o nome de um alto oficial israelita que é mencionado no Livro de Jeremias [38:1]: “Jucal, filho de Selemias”. Anos depois, a poucos metros da bula de Jeucal, foi encontrada uma impressão em barro pertencente a um segundo oficial de alto escalão: “Gedalias, filho de Passur”, mencionado na mesma passagem. Isso mostra que o local inequivocamente tem ligação com a corte real daquele período histórico.

Com informações de The Times of Israel

O conhecido profeta bíblico Isaias viveu no final do século 8 e início do século 7 a.C. A bula que pode ter pertencido a ele foi encontrada perto de uma estrutura que começou a ser escavada em 1986-87 e hoje já se sabe que era uma “padaria real”.

Ela estava a cerca de 10 metros de distância do local onde, em 2015, a equipe de Mazar descobriu a bula com a inscrição “do rei Ezequias de Judá”. O 12º governante do reino de Judá, Ezequias reinou entre 727 e 698 a.C., durante o período em que o reino do norte (Israel) caiu diante dos assírios. Cerca de 20 anos depois da derrota ao norte, Ezequias teve sucesso em impedir a investida assíria  contra Jerusalém.

“Caso seja comprovado que essa bula é realmente a do profeta Isaías, como acreditamos, não deveria ser surpresa que ela foi descoberta próxima a de uma que carrega o nome do rei Ezequias, dada a relação de proximidade do profeta Isaías e do rei Ezequias descrita no Bíblia “, avalia Mazar.

A professora diz que “Sem o aleph no final, a palavra nvy provavelmente é apenas um nome pessoal. Embora não apareça na Bíblia, já foi vista em selos e uma impressão uma alça de jarro”. “O nome Isaías, no entanto, é muito claro”, disse ela.

Na sua porção legível, há uma inscrição com as letras hebraicas usadas no período do Primeiro Templo, que parecem soletrar l’Yesha’yah [Pertence a Isaias]. Na linha abaixo, há a palavra parcial nvy, que significaria “profeta”.

“Como a bula está ligeiramente danificada no final da palavra nvy, não se sabe com certeza se originalmente terminava com a letra hebraica aleph, escrevendo a palavra hebraica para ‘profeta’ e não restaria dúvida que aquele era o selo usado como a assinatura do profeta Isaías”, esclarece Mazar.

A mão do próprio profeta Isaías pode ter feito as inscrições num selo de argila – chamada de bula – datado do século 8 a.C. e descoberto agora em escavações perto do Monte do Templo de Jerusalém.

De acordo com a arqueóloga da Universidade Hebraica Dra. Eilat Mazar, sua equipe descobriu a minúscula bula, ou impressão de selo, no Ophel, localizado no sopé da encosta sul do Monte do Templo. A descoberta foi publicada na quarta-feira em um artigo: “Esta é a assinatura do Profeta Isaias?” na nova edição de Revista de Arqueologia Bíblica.

Na pequena peça, com menos de um centímetro, a observa-se a figura do que parece ser um cordeiro e a frase “motivo de bênção e proteção encontrado em Judá, particularmente em Jerusalém”. Contudo, por estar quebrada,  precisa ser melhor estudada antes de um “veredito” final. A esperança é encontrarem o pedaço restante ou outra igual.

O vídeo está em inglês.

         

 

Fonte: gospelprime  Com informações de The Times of Israel

 


Pesquisadores encontram e decifram mais um fragmento do Pergaminho do Mar Morto, em Israel

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO HELLO CHRISTIAN

Postado em 29/01/2018

       A coleção é considerada a mais antiga Bíblia descoberta, que aponta para o século IV aC. (Foto: Reprodução).

          A coleção é considerada a mais antiga Bíblia descoberta, que aponta para o século IV aC. (Foto: Reprodução).

Um dos últimos rolos restantes do chamado Pergaminho do Mar Morto foi completamente reconstituído e decifrado por dois pesquisadores israelenses na Universidade de Haifa, em Israel, mais de 50 anos depois de serem descobertos. A coleção é considerada a mais antiga Bíblia descoberta, que remonta ao século IV aC.

Os Pergaminhos do Mar Morto demoraram cerca de um ano para serem unidos. Foram encontrados 60 fragmentos, alguns menores que um centímetro quadrado. O documento também foi escrito em códigos.

O Dr. Eshbal Ratson, que colaborou com outro professor da universidade, Jonathan Ben-Dov, creditou parte de seu sucesso na decifração dos pergaminhos para notas feitas por um segundo autor corrigindo o trabalho do primeiro autor. Ele comentou ao jornal Haaretz: "O bom é que esses comentários foram dicas que me ajudaram a descobrir o enigma. Eles me mostraram como montar o pergaminho".

Este pergaminho é um dos 900 outros descobertos em uma caverna em Qumran, apenas pelo Mar Morto, em 1947, todos os quais foram decifrados. Os pergaminhos foram descobertos por um pastor beduíno à procura de uma ovelha perdida.

Acredita-se que eles foram escritos pelos essênios, uma seita judia dissidente que recuou para o deserto em torno de Qumran e suas cavernas. Os pergaminhos incluem vários dos primeiros textos da Bíblia, incluindo a cópia mais antiga dos Dez Mandamentos.

Este pergaminho em particular, que acabou de ser decifrado, descreve as celebrações especiais realizadas pelos essênios. Esta seita antiga utilizou um calendário de 364 dias, ao contrário do calendário lunar tradicional ainda usado pelos judeus hoje. Ele descreve as celebrações, incluindo os festivais de “New Wheat”, “New Wine” e “New Oil”, que foram todos relacionados ao festival judaico de Shavuot.

Ratson e Ben-Dov também descobriram que esta seita usou a palavra "Tekufah" para marcar a transição entre as quatro estações, a mesma palavra hebraica moderna que significa "período".

 


Confira 6 descobertas arqueológicas que comprovaram relatos bíblicos em 2017

O ano de 2017 foi significativo para a arqueologia em termos de descobertas sobre relatos bíblicos.

Postado em 02/01/2018

         Arqueólogos descobrem provas da batalha em que Davi lutou próximo às minas de cobre de Timna. (Foto: IAA)

                 Arqueólogos descobrem provas da batalha em que Davi lutou próximo às minas de cobre de Timna. (Foto: IAA)

O ano de 2017 viu numerosas descobertas arqueológicas que puderam ser usadas para comprovar histórias da Bíblia, incluindo novas análises, o que fortaleceu os relatos históricos sobre o suposto túmulo de Jesus Cristo.

Das fábricas de canecas - perto da antiga cidade de Caná - onde Jesus transformou a água em vinho, passando pela possível descoberta dos ossos do apóstolo Pedro, até o grande o trabalho de escavação, dando provas de grandes batalhas e conquistas descritas na Bíblia, o ano teve grandes descobertas.

Em alguns casos, como a análise de amostras de argamassa no túmulo de Cristo, o processo dependeu de métodos tecnológicos que produziram uma nova visão da evidência de alguns dos eventos cristãos mais importantes da história.

Aqui estão sete das maiores descobertas arqueológicas bíblicas em 2017:

1. Conquista da Babilônia sobre Jerusalém

O trabalho de escavação realizado pela Autoridade de Antiguidades de Israel no Parque Nacional dos Muros de Jerusalém encontrou numerosas provas em julho apontando para a conquista de Jerusalém pelo rei Nabucodonosor do Império Babilônico no século VI a.C, conforme descrito no Antigo Testamento.

A organização científica disse que encontrou vários artefatos únicos e raros, incluindo madeira carbonizada, sementes de uva, cerâmica, escamas de peixes e ossos.

"Essas descobertas retratam a riqueza e o caráter de Jerusalém, capital do reino da Judeia, e são uma prova fascinante do desaparecimento da cidade nas mãos dos babilônios", afirmou um vídeo da IAA.

O evento histórico é significativo tanto para judeus como para cristãos, com compartilhamento de relatos que o exílio terminou em 538 a.C, quando Ciro, o Grande deu aos hebreus a permissão para retornar às suas terras.

2. Ossos de S. Pedro

Um trabalhador em Roma descobriu em setembro alguns ossos dentro de potes de argila na Igreja de Santa Maria, em Cappella, que supostamente pertenceriam a S. Pedro, um dos apóstolos de Jesus Cristo - e considerado pelos católicos romanos como "o primeiro papa".

O Vaticano disse que vai aguardar uma comparação de DNA entre as relíquias recém-descobertas e outros ossos de São Pedro que ele mantém antes de comentar sua autenticidade.

O operário disse que os vasos contendo os ossos foram encontrados enterrados sob uma grande laje de mármore perto do altar medieval da igreja, que ficou fechado por 35 anos.

As relíquias podem ter sido mantidas na igreja de Santa Maria durante séculos após um conflito de poder interno na Igreja Católica, voltando ao reinado do Papa Urbano II no século 11.

A Bíblia diz que Pedro negou a Cristo três vezes, antes de se arrepender, e depois foi crucificado de cabeça para baixo em Roma no primeiro século como um mártir cristão.

3. Casa dos discípulos de Jesus

Outra descoberta sobre Peter foi relatada em agosto, quando uma equipe de arqueólogos disse que poderiam ter encontrado a casa de três dos discípulos de Jesus na cidade romana perdida de Julias, próximo ao Mar da Galileia.

Julias foi construída como parte da cidade de Bethsaida, citada em João 1:44 como a cidade natal de Felipe, André e Pedro.

"A equipe acredita que o local de várias camadas, descoberto na margem norte do Mar da Galiléia, na Reserva Natural do Vale de Bethsaida, seria o ponto exato de localiza da casa", afirmou o jornal israelita Haaretz na época.

"A descoberta-chave é da construção e um banheiro mais avançado, de estilo romano. Isso por si só indica que houve uma cidade lá, não apenas uma vila de pescadores...", acrescentou.

Pesquisadores do Kinneret College observaram que a descoberta de uma igreja no antigo local da casa dos apóstolos correlaciona-se com os relatos de um viajante cristão no século VIII, que disse que "na casa de Tsaida a igreja foi construída em homenagem a Pedro e André".

4. Batalha em que o Rei Davi lutou

Os arqueólogos disseram em janeiro que escavaram uma antiga muralha do século X a.C. na região do deserto de Arava, no sul do país, fazendo alusão à captura do rei David da terra de Edom, conforme encontrado em 2 Samuel 8:13 na Bíblia.

Os pesquisadores encontraram um local de fundição de cobre junto com a parede das minas de cobre de Timna, que uma vez tinham pelo menos cinco metros de altura.

Numerosas pedras foram encontradas perto do local, as quais também poderiam servir de prova da grande batalha bíblica, conforme acrescentaram os pesquisadores.

Erez Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv, chefe da equipe que descobriu a estrutura, apontou que o cobre teve um grande valor para as organizações militares naquela época.

"Como o petróleo é hoje, o cobre talvez tenha sido a mercadoria mais cobiçada na época e aterrissou no coração de conflitos militares. A descoberta da fortificação indica um período de grande instabilidade e ameaças militares naquela região", disse ele.

5. Fábrica de Vasos

A descoberta de uma antiga fábrica de vasos e canecas perto do que antes era a cidade de Caná, em Israel, foi usada como referência a uma das histórias bíblicas mais famosas, ou seja, o casamento onde Jesus transformou a água em vinho.

O arqueólogo Yonatan Adler e sua equipe encontraram "fragmentos de canecas de tijolos e tigelas juntamente com milhares de núcleos de giz cilíndricos descartados no processo de esvaziar os vasos com um torno", informou a AFP.

"Eles são típicos de um período desde a segunda metade do primeiro século a.C até o meio do século I d.C. Os judeus do período usaram uma louça de barro vidrado por razões de observância religiosa", acrescentou.

O evangelho segundo João 2:1-12 menciona a festa de casamento na qual Jesus realizou seu primeiro milagre, e também detalha seis grandes vasos de água de pedra, que foram usados ​​para ritos de purificação judaicos.

Adler sugeriu que esses frascos de pedra teriam sido produzidos em algum lugar da área.

"O que é fascinante aqui é que, pela primeira vez, temos provas físicas da produção de vasos de pedra aqui na Galileia", disse ele.

6. Descoberta de Corinto

Novas buscas arqueológicas no antigo porto do terremoto que atingiu a cidade bíblica de Corinto, que agora está subaquática, descobriram detalhes sobre antiga cidade. Corinto foi visitada pelo apóstolo Paulo, enquanto ainda estava sob o domínio romano, de acordo com a Bíblia.

Os arqueólogos gregos e dinamarqueses que investigam as áreas portuárias de Lechaion, como parte do projeto Lechaion Harbor, descobriram vestígios de engenharia romana e edifícios antigos, o que comprova boa parte do relato bíblico sobre a cidade.

"Por quase duas décadas, busquei o contexto arqueológico perfeito em que todo o material orgânico normalmente não encontrado em terra estivesse preservado", afirmou Bjørn Lovén, diretor do projeto, segundo o jornal 'Sunday Express'. "O potencial para descobertas mais únicas é o sopro da mente".

O porto, que está localizado no golfo de Corinto, era anteriormente um dos dois que conectou Corinto para trocar redes na região que ajudaram a área a tornar-se fabulosamente rica. Os romanos destruíram Corinto em 146 aC ao conquistar a Grécia, e Júlio César reconstruiu a cidade e seus portos em 44 aC.

 

Fonte: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

 


Geólogos fazem descoberta que reforça a narrativa do Gênesis sobre o dilúvio

Postado em 20/12/2017

   

A descoberta de árvores fossilizadas por geólogos que trabalhavam em uma pesquisa na Antártida trouxe evidências que reforçam a narrativa bíblica em Gênesis a respeito do dilúvio.

A pesquisa foi feita pelos geólogos Erik Gulbranson e John Isbell, da Universidade de Wisconsin-Milwaukee, nos Estados Unidos. Ao todo, eles coletaram fragmentos de treze árvores e descobriram que os fósseis possuem 260 milhões de anos.

“As árvores foram encontradas nos Montes Trans antárticos da Antártida e incluem uma mistura de árvores de folhas perenes, árvores decíduas e ginkgos. Esta descoberta não deve ser nenhuma surpresa para aqueles que tomam Gênesis como uma história literal”, comentou o geólogo Tim Clarey em um artigo para o site do Institute for Creation Research’s (ICR).

De acordo com informações do portal Christian News, a descoberta da idade das árvores indica que elas fizeram parte do final do período permiano, antes dos primeiros dinossauros: “Esta floresta é um vislumbre da vida antes da extinção, nos ajudando a entender o que causou o evento”, disse Erik Gulbranson.

“O período do permiano terminou há 251 milhões de anos na maior extinção em massa da história, já que a Terra se transformou rapidamente de uma geladeira para as condições de estufa. Mais de 90% das espécies na Terra desapareceram, incluindo as florestas polares”, contextualiza o relatório da pesquisa, publicado pela Universidade de Wisconsin-Milwaukee.

Embora não exista consenso no meio científico a respeito da causa do evento de extinção ao final do período permiano, Clarey – que é Ph.D em geologia pela Western Michigan University – afirmou que a recente descoberta de Gulbranson e Isbell reforça as evidências de que o catalisador da mudança foi o dilúvio descrito em Gênesis.

“A Bíblia descreve claramente uma inundação global que afetou todas as massas terrestres — por que a Antártida deveria ser uma exceção?”, questionou Clarey.

Árvores não conseguem sobreviver ao clima frio que define a Antártida atualmente. Dessa forma, a descoberta dos fósseis indica que as condições climáticas do continente eram mais quentes e úmidas no passado. Esta evidência se alinha com a visão de que o clima da Terra era mais quente e mais ameno antes do dilúvio.

A condição dos fósseis das árvores — preservadas com traços de proteínas e aminoácidos ainda intactos — continua fazendo sentido se as árvores foram atingidas pelo Dilúvio alguns milhares de anos atrás, observou Clarey. “Como as proteínas e os aminoácidos originais poderiam sobreviver por milhões de anos? A comunidade de ciência secular não tem respostas viáveis ​​para explicar achados notáveis ​​como estes”, prosseguiu.

Os responsáveis pela descoberta afirmam, em seu relatório, que acreditam que as árvores fossilizadas recém-descobertas tenham milhões de anos, mas Clarey diz as evidências “contam uma história diferente e muito mais recente, que se encaixa no relato bíblico de uma inundação global há apenas milhares de anos”.

“Essas árvores foram enterradas rapidamente durante o dilúvio global descrito em Gênesis. Os animais e plantas tropicais foram apanhados e rapidamente enterrados nas cinzas, lamas e areia que os soterraram neste evento cataclísmico. Esses fósseis nos lembram que a Palavra de Deus é verdadeira”, concluiu o geólogo cristão.

 

Fonte: http://www.icr.org/article/10380 Via gospelmais

 


Descoberto por arqueólogos manuscrito com supostos ensinamentos de Jesus 

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE DAILY MAIL

Postado em 05/12/2017

           Fragmento da biblioteca de Nag Hammadi, uma coleção de 52 textos do cristianismo primitivo. (Foto: Wikimedia)

          Fragmento da biblioteca de Nag Hammadi, uma coleção de 52 textos do cristianismo primitivo. (Foto: Wikimedia)

Fragmentos de um manuscrito de 1.600 anos de idade, que descrevem ensinamentos de Jesus para seu irmão Tiago, foram descobertos por estudiosos bíblicos no Egito.

O texto em grego, que descreve os ensinamentos de Jesus sobre o céu e eventos futuros, se refere a Tiago como irmão de Jesus, embora “não materialmente”.

O manuscrito foi unido à biblioteca de Nag Hammadi, uma coleção de 52 textos do cristianismo primitivo, datados entre os séculos 2 e 6 d.C., descobertos em 1945 perto da cidade de Nag Hammadi, no Alto Egito.

“Esta nova descoberta é significativa em partes, porque demonstra que os cristãos ainda estavam lendo e estudando os escritos extra-canônicos muito tempo depois de serem considerados heréticos”, disse Geoffrey Smith, professor de estudos religiosos na Universidade do Texas e um dos pesquisadores que fez a descoberta.

Escrito na língua copta, o manuscrito antigo descreve ensinamentos de Jesus para Tiago, a quem ele frequentemente se refere como “meu irmão”. Jesus observa que Tiago não é um verdadeiro irmão, no entanto, afirmando que “não é meu irmão materialmente”.

“O texto complementa o relato bíblico da vida e do ministério de Jesus, nos permitindo acesso às conversas que, supostamente, ocorreram entre Jesus e seu irmão, Tiago — ensinamentos secretos que permitiram que Tiago fosse um bom professor após a morte de Jesus”, disse Smith.

Análise

O texto é considerado herético pela Igreja Ortodoxa Copta, pois teria caído estaria fora dos limites canônicos estabelecidos por Atanásio, arcebispo de Alexandria no século 3 d.C. Em sua “39ª Carta Pascal”, Atanásio definiu o Novo Testamento como composto por 27 livros: “Ninguém pode adicionar nada a eles, e nada pode ser tirado deles”, decretou.

Este manuscrito é uma cópia que provavelmente foi escrita por alguém que estava aprendendo a ler e escrever grego, utilizando como base o manuscrito original, segundo pesquisadores. Eles explicam que a caligrafia uniforme do texto, bem como suas palavras separadas em sílabas, sugerem que foi escrito por um acadêmico.

“O escriba dividiu a maior parte do texto em sílabas usando pontos médios”, afirmou o professor co-autor do estudo, Brent Landau. “Tais divisões são muito incomuns em manuscritos antigos, mas elas aparecem frequentemente em manuscritos que foram usados ​​em contextos educacionais. O professor que produziu esse manuscrito deveria ter uma afinidade particular com o texto”.

Os pesquisadores indicam que o manuscrito não parece ser um resumo do texto original, como era comum em exercícios escolares, mas sim uma cópia completa dessa escritura antiga.

 


Descoberta em Israel, Fortaleza de Salomão, descrita em I Reis

Por Francisco Jorge com informações de breakingisraelnews

Postado em 14/11/2017

          Fortaleza de Salomão

            Uma vista aérea das escavações em Tamar. (Autoridade de Antiguidades de Israel)

Uma estrutura dos tempos bíblicos,identificada como portões da fortaleza do deserto de Salomão, foi descoberta no parque bíblico Tamar, no sul de Israel. Paul Lagno, estudioso da Bíblia e participante da escavação de cinco dias, sugeriu que a descoberta evidencia o relato bíblico do controle da Judéia sobre Tamar.

"A Bíblia diz que Salomão construiu uma fortaleza no deserto", Lagno informou a  Breaking Israel News . Ele acredita que o sitio arqueológico mostra "todas as características do portão de Salomão - todas as características da cidade fortificada". 

No entanto, os exploradores que estão no local divergemsobre as origens das ruínas.Enquanto Lagno acredita que "a evidência arqueológica é consistente com 1 Reis 9:19, onde diz que Salomão construiu Tamar no deserto", o Dr. Erickson-Gini, contratado pela  Autoridade de Antiguidades de Israel, disse que a evidência arqueológica indica que os portões não eram da época de Salomão, mas depois.

Para Lagno, é mais provável tratar-se das ruínas de um altar pagão fora dos portões, destruídos pelo rei Josias, como descrito em 1 Reis 13: 3,

O altar se separou e suas cinzas foram derramadas - o muito presumível que o homem de Hashem havia anunciado ao comando de Hashem . I Kings 13: 3

Mas o Dr. Erickson-Gini, que identificou a estrutura como um santuário em vez de um altar, disse que não há "provas positivas" que foi destruído por Josias.

Os portões foram descobertos pela primeira vez em 1995 pelo Dr. Rudolph Cohen e Dr. Yigal Israel, mas porque não conseguiram terminar as escavações, eles preencheram o local com areia para proteger os portões para o futuro. A recente escavação do Dr. Erickson-Gini aprofundou as escavações na área do portão da fortaleza do século IX aC, que está em torno do período do Primeiro Templo.

O Parque Tamar bíblico é um dos mais antigos sítios arqueológicos do sul de Israel. Os primeiros estratos datam da segunda metade do século 11 aC . Localizado ao longo da Rota do Cobre, a área teve uma enorme importância para o comércio mundial e ainda continua a ser uma obra-prima notável da herança judaica na terra de Israel.

O curador do Parque Tamar bíblico é a organização Christian Blossoming Rose , fundada pelo Dr. DeWayne Coxon em 1983.

Embora os arqueólogos em Israel sejam principalmente seculares, disse Lagno: "Quando encontraram essa importante descoberta, neste sitio, foram eles mesmos que a chamaram de Tamar bíblico, por causa da ênfase que eles encontraram nas passagens da Bíblia sobre este parque".

No entanto, o Dr. Erickson-Gini esclareceu que os arqueólogos originais chamaram o parque de Tamar porque acreditavam que o sitio fosse Tamar / Thamaro do período bizantino, conforme relatado por Eusébio, no final do terceiro ao início do século IV dC.

Segundo Lagno, as descobertas no Parque Tamar bíblico lançaram luz sobre a religião judaica, bem como o fundamento das crenças cristãs. " Todo mundo associado a Blossoming Rose acredita que Deus está abençoando Israel, os judeus e as nações de Israel, e agora é o momento de favorecer Israel, historicamente e profeticamente", afirmou.


Fonte: https://www.breakingisraelnews.com/97696/gates-solomons-desert-fortress-described-1-kings-uncovered-israel/#qOiadiHWg9usc3zO.99 

 

 


Arqueólogos descobrem rochas gigantes em forma de sandália perto do Rio Jordão

Postado em 04/11/2017

       

Elas são apelidadas de "pegadas de Deus" - grandes formações em forma de sandália na terra que os arqueólogos pensam que datam do tempo em que os israelitas entraram na Terra Prometida.

As possíveis datas das formações misteriosas estão causando entusiasmo entre os arqueólogos israelenses porque eles acham que elas estão ligadas a Josué, que liderou os israelitas através do deserto até a Terra Prometida, após a morte de Moisés.

Apesar do apelido, os arqueólogos estabeleceram que elas são, de fato, artificiais, não naturais; então não se trata de pegada literal de Deus.

No entanto, dado o tempo possível e sua localização, elas podem ser a sua pegada figurativa, pois os arqueólogos estão investigando se elas foram realmente erguidos por Josué e seus seguidores.

Existem seis das estruturas de rocha em forma de sandália no total, informa WND.com , e estão localizadas a leste do rio Jordão.

Elas também são impressionantes em escala, algo maior que dois campos de futebol de comprimento.

O arqueólogo Adam Zertal está especialmente entusiasmado com uma das estruturas localizadas no Monte Ebal, que está registrado na Bíblia como o lugar que Moisés instruiu os israelitas a colocar as maldições escritas em consequência da quebra da lei.

A estrutura é interessante para Zertal porque tem uma característica única: um altar gigante no meio que mede cerca de 23 por 30 pés. Algumas escavações foram feitas no local e revelam achados de ossos de animais carbonizados e cinzas dentro e ao redor do altar.

Zertal acha que o altar poderia ser o único que Josué fez depois que os israelitas entraram pela Terra Prometida, como descrito em Joshua 8:30.

O investigador Adam Aliyahu Berkowitz está desenhando conclusões bíblicas semelhantes e acredita que a forma da sandália não é uma coincidência, mas sim uma escolha deliberada de design por parte dos israelitas para comemorar a promessa de Deus registrada em Deuteronômio 11:24, que promete que "Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, desde o deserto, desde o Líbano, desde o rio, o rio Eufrates, até ao mar ocidental, será vosso".

 

Fonte: https://www.christiantoday.com 

 


Arqueólogos descobrem “anfiteatro perdido” sob Muro das Lamentações

Postado em 17/10/2017

    A general view of Jerusalem's Western Wall and the Western Wall Tunnels. (Yaniv
Berman, courtesy of the Israel Antiquities Authority)

Uma visão geral do Muro Ocidental de Jerusalém e dos Túneis da Parede Ocidental. (Yaniv Berman, cortesia da Autoridade de Antiguidades de Israel)

Uma descoberta importante foi anunciada por arqueólogos israelenses esta semana.Um anfiteatro romano com mais de 1800 anos de idade foi localizado oito metros aba sob o Muro das Lamentações, no centro da Cidade Velha de Jerusalém.

Eles também revelaram mais um pedaço do Muro que estava soterrado havia pelo menos 1700 anos, provavelmente após um terremoto.

O Muro das Lamentações é considerado o local mais sagrado para o judaísmo, estando no centro de uma disputa com os muçulmanos que negam ter havido um Templo no local. Após as decisões da UNESCO dando vitória aos islâmicos, aumentaram as pressões sobre uma decisão sobre quem tem mais direito ao local.

O Muro, visitado por cerca de três milhões de pessoas por ano, é na verdade a contenção da estrutura construída pelo rei Herodes, que governou a Judeia entre 37 a.C. até 4 d.C. Ele é tudo o que restou da estrutura do Segundo Templo, que foi destruído pelos romanos no ano 70 d.C.

Existem oito “níveis” do Muro das Lamentações desenterrados pelos arqueólogos ao longo dos anos. Algumas partes continuam bastante preservadas, apesar de terem ficado enterradas por milênios. O trecho agora revelado fica abaixo do chamado “Arco de Wilson”, uma das passagens onde, na época de Jesus Cristo, os judeus usavam para subir até o Monte do Templo. Originalmente, ele tinha 13 metros de altura.

O anfiteatro romano mostrado ao público agora tinha 200 assentos e confirma os relatos dos historiadores Flávio Josefo sobre essa construção junto à muralha original. Centenas de peças foram desencavadas, incluindo vasos de cerâmica e moedas que confirmam a datação.

Em 1864, o arqueólogo britânico Charles William Wilson fez escavações no local e descobriu o arco que leva seu nome. Contudo, ele não conseguiu achar o anfiteatro descrito nos livros de Flávio Josefo e outras fontes históricas sobre o período.

O arqueólogo Joe Uziel, da Autoridade de Antiguidades de Israel, explica: “Na perspectiva dos pesquisadores, está é uma descoberta sensacional, uma verdadeira surpresa. Nosso objetivo era datar o Arco de Wilson, não imaginávamos que acabaríamos solucionando um dos maiores mistérios de Jerusalém: o anfiteatro perdido.”

A arqueóloga Tehila Lieberman, que também participa das escavações, afirma que não há previsão de quando o anfiteatro poderá ser aberto para a visitação do público, mas acredita que isso deve ocorrem “em breve”. Ela destaca que o anfiteatro, também chamado de Odeon, era um importante local de laser durante o período em que a cidade estava totalmente sobre o governo romano, sendo rebatizada como Aelia Capitolina.

Palestinos não apoiam escavações no local

As novas escavações na Cidade Velha de Jerusalém foram criticadas por líderes palestinos, pois elas acabam por revelar a verdade sobre o local. A narrativa islâmica é que toda a parte Oriental de Jerusalém pertence ao Estado palestino.

A descoberta tem um valor ainda maior por que os judeus comemoram os 50 anos da unificação de Jerusalém, como resultado da Guerra dos Seis Dias, em 1967. Contudo, o monte do Templo foi usado no acordo de paz e continuou sob o governo da Jordânia, que dominava a porção oriental da cidade.

O rabino do Muro das Lamentações, Shmuel Rabinowitz, comemorou a descoberta: “Uma após a outra, as descobertas arqueológicas permitem que nossa geração realmente toque na história antiga e herança judaica do nosso povo, mostrando sua conexão profunda com Jerusalém”.

Os palestinos dizem que as escavações no Monte do Templo é parte de um plano judaico para “enfraquecer” os alicerces das duas mesquitas que existem hoje no local, visando a construção do Terceiro Templo.

A disputa pela capital Jerusalém é um dos pontos de maior conflito entre israelenses e palestinos.

 

Fonte Times of Israel 

 


DESCOBERTA DE SEPULCRO DO TEMPO DE ABRAÃO EM JERUSALÉM

POR 

Postado em 30/09/2017

      descoberta arqueológica em jerusalem

Mais uma descoberta muito interessante na Cidade Santa, no sul de Jerusalém foi feita a descoberta de sepulcro do tempo de Abraão em Jerusalém.

As escavações que estão sendo feitas pela Autoridade de Antiguidades de Israel estão revelando os hábitos de sepultamento dos cananeus a cerca de 4000 anos atrás, por volta do período que viveu na região o Patriarca Abraão. As escavações estão sendo feitas na região do Jardim Zoológico Bíblico de Jerusalém, no sul da Capital de Israel.

Rãs Decapitadas no Túmulo

No túmulo que foi descoberto esta semana em Jerusalém, além de diversos artefatos . Além disso, Dra. Dafna  Langgut descobriu após análises que os instrumentos foram expostos a vegetação de tâmaras e mirto. Essa descoberta revela algo inteiramente novo, pois estes não são típicos na região montanhosa. Ainda foram encontrados ossadas de rãs que foram decapitadas e enterradas dentro de uma ânfora, um vaso antigo.

         

Acredita-se que isto era parte de algum ritual associado a viagem da alma ao caminho da eternidade. Os egípcios e romanos também tinham hábitos de colocar jóias,  armas, moedas e etc. O hábito se diferencia muito da forma de sepulcro comum na família de Abraão, onde o indivíduo era sepultado apenas em uma espécie de lençol e um túmulo escavado no solo ou em rocha. Na cultura hebréia não havia o hábito de se enterrar com objectos de valores ou simbólicos, pois sempre se acreditou que o indivíduo não levava nada em sua jornada para a eternidade.

Fonte: https://www.cafetorah.com 

 


Escavando a História Bíblica: Gate, Gaza e Golias

Postado em 25/09/2017

          Escavando a História Bíblica: Gath, Gaza e Golias    

Na era moderna, os estudiosos repetiram repetidamente as Escrituras, especialmente o Antigo Testamento, como apenas uma coleção de mitos e invenções populares. Muitos duvidaram da existência histórica de figuras bíblicas como Abraão, Moisés, Sansão, até mesmo o Rei Davi.

Mas uma coisa engraçada aconteceu - a arqueologia moderna começou a desenterrar evidências concretas de que as histórias do Antigo Testamento estavam realmente enraizadas na história. Não só enraizado na história, mas historicamente preciso.

E nosso velho amigo Chuck Colson nunca se cansou de falar sobre descobertas arqueológicas que respaldam a narrativa bíblica. Então, hoje, vamos ouvir Chuck enquanto descreve o que os arqueólogos encontraram na cidade filisteia de Gate. Aqui está Chuck.

Chuck Colson: Talvez o fato mais distinto sobre o cristianismo seja que nossa fé está enraizada na história.Nossa fé nos é revelada com base em eventos que realmente ocorreram no espaço e no tempo e na região que chamamos de Terra Santa.

O apóstolo João destaca isso em sua primeira carta. "O que foi desde o início", ele escreve, "o que ouvimos, que vimos com os nossos olhos, que olhamos e nossas mãos tocaram - o que proclamamos sobre a Palavra de vida. ... Proclamamos a você o que vimos e ouvimos ... ".

João se refere especificamente à encarnação, vida, morte e ressurreição de Jesus. Mas o que ele diz aplica-se igualmente a Sansão, David e Golias, Salomão e o resto do Antigo Testamento.

Isso foi abordado por um recente artigo da Associated Press sobre uma escavação arqueológica em Tel-El-Safi em Israel. É o local da antiga cidade filistea de Gath.

Gath, em cerca de 1200 aC, era uma cidade fronteiriça na fronteira entre Philistia e Israel. Os filisteus, colonos recém-chegados da Grécia moderna, controlavam as planícies costeiras enquanto Israel vivia na região montanhosa além. O conflito entre Israel e Philistia é registrado em juízes e 1 Samuel, e a escavação de Tel-El-Safi deram nova luz sobre a historicidade desses textos.

Por exemplo, o livro dos juízes nos diz que Sansão, cego e abusado pelos filisteus, derrubou as duas colunas no templo do deus Dagon, fazendo com que ele colapsasse e matasse todos nela. De acordo com o artigo da AP, nos arqueólogos de Gath descobriram ruínas que o arqueólogo-chefe Dr. Aren Maeir se referiu como uma correspondência com esse design descrito no livro de Juízes.

Da mesma forma, fragmentos de cerâmica foram encontrados com nomes semelhantes a Goliath escritos sobre eles. Goliath na Bíblia era de Gath e seu nome não é semítico, mas sim indo-europeu e consistente com as origens filistinas na Grécia.

O Dr. Maeir disse a AP que essa descoberta "não significa que vamos encontrar um crânio com um buraco na cabeça da pedra David que o perseguiu, mas, no entanto, estabelece que isso reflete o meio cultural que era realmente lá na época ".

Bem, o que eles vão ou não encontrarão é incerto. Mas isso é certo: as narrativas bíblicas sobre a vida durante o tempo de Sansão, Saul, David e Salomão estão claramente enraizadas na história da era. E, embora o artigo da AP orejeie ​​sobre se as narrativas bíblicas são ou não verdadeiras, isso me parece uma abordagem hipercrítica da história e da Bíblia para duvidar deles à luz da evidência crescente.

Como já disse antes sobre arqueologia que parece apoiar a veracidade da Bíblia: nossa fé primária não é no que descobrimos, mas na própria Bíblia.

No entanto, como o historiador Paul Johnson escreveu, as recentes descobertas arqueológicas tornam possível "ver muitos dos escritos históricos contidos nos livros de Samuel, Reis e Crônicas como constituindo a melhor e mais confiável história de todo o mundo antigo. nível com o melhor trabalho dos gregos, como o Thucydides ".

O que coloca o ônus da prova diretamente contra os céticos que procuram sem cessar a dúvida sobre a verdade da Palavra de Deus.

 

Fonte: http://www.christianheadlines.com 

 


Selos antigos em Jerusalém confirmam a história bíblica de Israel

Postado em 07/09/2017

      

 

Uma coleção de dezenas de selos antigos, que menciona os nomes dos oficiais que datam dos dias do reino da Judéia antes da destruição da Babilônia, foi descoberto durante as escavações da Autoridade de Antiguidades de Israel no Parque Nacional da cidade de David na área dos muros de Jerusalém, financiada pela organização ELAD.

São pequenos pedaços de argila que nos tempos antigos serviram de selos para cartas. Uma carta acompanhada por um selo quebrado é sinal de que a carta havia sido aberta antes de chegar ao seu destino. Embora as letras não tenham sobrevivido ao horrível fogo que consumiu Jerusalém em sua destruição, os selos, que foram feitos do material acima mencionado que é semelhante à cerâmica, foram realmente bem preservados pelo fogo e atestam a existência das letras e seus remetentes.

                    

De acordo com Ortal Chalaf e o Dr. Joe Uziel, diretores de escavações da Autoridade de Antiguidades de Israel, "dezenas de focos foram descobertas nas inúmeras escavações na cidade de David, testemunhando a administração da cidade desenvolvida no primeiro período do templo. Os primeiros selos têm acima de tudo uma série de imagens; Parece que, em vez de digitar os nomes dos funcionários, os símbolos foram usados ​​para provar quem era o signatário ou o que estava selando.

"Em fases posteriores do tempo - desde o tempo do rei Ezequias (cerca de 700 aC) até a destruição de Jerusalém em 586 aC".

Alguns dos selos trazem nomes bíblicos, vários dos quais ainda são usados ​​hoje, como Pinchas.Um selo particularmente interessante menciona um homem com o nome conhecido no contexto do Reino de Israel " Achiav ben Menachem" .Menachem era um rei de Israel, enquanto que Achiav não aparece na Bíblia, mas seu nome se assemelha a Ajav (Ahab) - o famoso rei de Israel dos contos do profeta Elijah. A versão do nome que aparece no selo descoberto - Achiav - aparece assim no Livro de Jeremias na Septuaginta, bem como em Flavius ​​Josefo (Antiguidades dos Judeus).

             

Chalaf e Uziel acrescentam que a aparência do nome de Achiav é interessante por dois motivos principais. Primeiro, porque serve como um testemunho adicional dos nomes que são familiares ao reino de Israel na Bíblia e que aparecem em Judá durante o período após a destruição do reino de Israel.

Os diferentes selos, juntamente com outros achados arqueológicos descobertos em escavações recentes, serão expostos ao público pela primeira vez na cidade de David na conferência arqueológica anual realizada pelo Instituto Megalim em 7 de setembro no National Park City de David.

Fonte: http://www1.cbn.com   

LINK http://www1.cbn.com/cbnnews/israel/2017/september/

 


Mosaico de 1500 anos é descoberto em Jerusalém

Postado em 25/08/2017

             Autoridade de Antiguidades de Israel, diretor de escavação David Gellman na sede do Museu Rockefeller da IAA em Jerusalém, 23 de agosto de 2017. (Amanda Borschel-Dan / Times of Israel)

Uma inscrição grega antiga e extremamente rara, foi descoberta a cerca de um quilômetro ao norte da cidade velha de Jerusalém. A descoberta  foi descoberta por acaso durante os trabalhos de infra-estrutura para instalação um cabo de telefone.

O mosaico intacto de 1.500 anos foi descoberto no revestimento do que se pensava ter sido um albergue de peregrinos durante o reinado do imperador bizantino Justiniano. O diretor de escavações da Autoridade de Antiguidades de Israel, David Gellman, estava supervisionando a escavação de salvamento antes da colocação do cabo de comunicação fora dos edifícios do consulado americano em Jerusalém Oriental. Ele disse que "não é todos os dias que se encontra uma inscrição - uma" carta direta "de alguém - que viveu há 1.500 anos atrás".

  Uma inscrição grega antiga que menciona o imperador bizantino Justiniano foi encontrada no portão de Damasco de Old City de Jerusalém, em agosto de 2017 (Assaf Peretz, Autoridade de Antiguidades de Israel)

 

A inscrição em mosaico de letras pretas foi descoberta em um piso de azulejo branco durante o último dia do trabalho.

"O fato de que a inscrição sobreviveu é um milagre arqueológico", disse ainda Gellman.

A nova inscrição está sendo tratada e pesquisada por especialistas em conservação na oficina de mosaicos da Autoridade de Antiguidades de Israel em Jerusalém.

A inscrição foi encontrada em uma estrada que conduz ao portão de Damasco, a principal entrada do norte de Jerusalém no período que circunda a era do imperador carismático Justiniano. Também conhecido como Justinian the Great, o monarca foi considerado o "último imperador romano" por seu desejo de reviver a grande força e grandeza do império romano. Foi sob Justiniano que o império bizantino completou sua conversão ao cristianismo.

Um outro mosaico semelhante foi encontrado na década de 1970 durante as escavações da Cidade Velha sob os restos da Igreja Nea, ou nova igreja, também fundada por Justiniano, em 543 AD. A igreja, dedicada à mãe de Jesus, Maria, era uma jóia do império bizantino. Está agora em exposição no Museu de Israel.

O antigo especialista grego, Di Segni, concorda que os dois mosaicos são "bastante semelhantes", pois incluem menções tanto de Justiniano quanto de Constantino.

Veja o vídeo:

           

 

Fonte: http://www.timesofisrael.com 

 


Escavações em Jerusalém revelam sepulcros no Campo de Sangue

Postado em 19/08/2017

    

Campo de Sangue e Cidade dos Mortos – Após a última temporada de arqueologia, a Autoridade de Antiguidades de Israel publicou um amplo relatório dos resultados das escavações que foram realizadas onde era Halkat Dama, mais conhecido como o Campo de Sangue, local onde segundo a tradição, Judas Iscariotes se pendurou após ter traído Jesus.

No local foram encontradas diversas câmaras sepulcrais que datam do primeiro século, algumas contendo locais para colocação dos corpos e também sarcófagos para coletarem os passos após o primeiro ano da morte.

Ainda, segundo as descrições, os túmulos são típicos do primeiro século, contemporâneos das descrições do Novo Testamento, o que nos dá uma nosso de como eram os sepulcros naqueles dias.

                      

Infelizmente os sepulcros descobertos estavam revirados, provavelmente foram alvo de roubo de antiguidades, muito comuns no final do primeiro século, mas quando se deu o incidente é impossível determinar. Por causa dos roubos, os arqueólogos não encontraram nenhum artefato importante.

Halkat Dama ou Campo de Sangue está localizado no Vale de Ben Himon, conhecido também como Gei Ben Hinom, o vale onde anteriormente os cananeus costumavam sacrificar seus filhos ao deus Moleque, oferecendo-os em um forno aceso. Posteriormente o local passou a ser depósito de lixo, onde o mesmo era queimado pelos moradores de Jerusalém. Durante o período do primeiro século havia no Gei Ben Hinom uma necrópole, ou seja, uma cidade dos mortos, as câmaras encontradas nas últimas escavações fazem parte do complexo da necrópole de Jerusalém.

 

Fonte: https://www.cafetorah.com 

LINK https://www.cafetorah.com/escavacoes-revelam-sepulcros-no-campo-de-sangue/ 


Pesquisador confirma existência de 53 figuras bíblicas

O estudo verificou a existência de reis, faraós, sacerdotes e escribas mencionados pela Bíblia.

Postado em 10/08/2017Personagens bíblicos verificados foram verificados como Sargão II, Assaradão, Senaqueribe e Tiglate-Pileser III. (Foto: Domínio Público)

Um recente estudo feito pela Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, confirmou a existência de 53 figuras mencionadas na Bíblia Sagrada em um registro arqueológico.

Lawrence Mykytiuk, professor de Biblioteconomia da instituição de ensino, desenvolveu um sistema para comparar os nomes das figuras bíblicas com inscrições descobertas em escavações arqueológicas.

Para que a historicidade das figuras bíblicas fosse determinada, o nome bíblico deveria corresponder ao nome de uma inscrição autêntica, sem que houvesse a possibilidade de uma falsificação.

Os nomes da Bíblia e da inscrição deveriam corresponder à configuração e período do tempo. Além disso, a figura bíblica também deveria ter pelo menos três detalhes específicos que identificariam um indivíduo, como nome, nome do pai e título.

“Se ele corresponder a três menções na Bíblia, é uma certeza virtual”, disse Mykytiuk ao Times of Israel. “Pode existir algumas pessoas com o mesmo nome e nome do pai, mas com o mesmo título? Isso seria coincidência demais”.

Através de seu sistema, Mykytiuk conseguiu verificar a existência de reis, faraós, sacerdotes e escribas, estudando 94 inscrições. Ele observou que todos os nomes são do sexo masculino, mas espera identificar uma mulher nas inscrições.

O professor, no entanto, advertiu que as verificações dos nomes bíblicos não verificam necessariamente os eventos bíblicos que envolvem estes indivíduos.

Até agora, Mykytiuk verificou a existência de oito reis do Reino de Israel e seis do Reino de Judá, incluindo personagens importantes como os reis Davi e Ezequias.

O professor continua suas verificações envolvendo figuras do Novo Testamento e seu próximo artigo irá incluir a verificação de 23 figuras da Nova Aliança. Ele explica que as verificações do Novo Testamento, ao contrário do Antigo, irá incluir homens e mulheres.

Mykytiuk, que tem se envolvido nas verificações bíblicas desde 1992, pretende terminar em 2017 seu artigo sobre figuras religiosas do Novo Testamento, como João Batista, Gamaliel e os sumos sacerdotes.

 

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TIMES

 


Arqueólogos dizem que encontraram a "cidade romana perdida de Julias" em Israel, construída sobre as ruínas de Betsaida

Por Francisco Jorge

COM INFORMAÇÕES DE dailymail

Postado em 08/08/2017

             Bethsaida

Arqueólogos israelenses e americanos dizem que provavelmente descobriram Julias, perto das margens do Mar da Galiléia, também conhecido como Lago Tiberíades.

Eles dizem que podem ter descoberto o que pode ser a cidade natal de Pedro, Felipe e André o irmão Pedro, perto do Mar da Galiléia, no norte de Israel.

Os judeus há muito buscam localizar a cidade romana perdida de Julias, que se acredita ter sido construída nas ruínas de Bethsaida, uma vila de pescadores judeus.

O historiador romano do primeiro século, Flavius ​​Josephus, escreveu que essa cidade foi construída em torno de 30 dC sobre as ruínas de Betsaida, onde o Evangelho de João diz que Pedro nasceu.

Os cristãos reconhecem São Pedro, originalmente um pescador, um dos primeiros seguidores de Jesus e o líder da Igreja primitiva.

Os especialistas concentraram sua busca pela cidade em três sitios diferentes.

As escavações foram realizadas pelo Instituto de Arqueologia Galileu do Colégio Kinneret em Israel e dirigido pelo Dr. Mordechai Aviam em conjunto com o Dr. R Steven Notley, do Nyack College, Nova York, que é o diretor acadêmico da escavação

O Dr. Aviam disse à AFP que um dos sitios, o único até agora escavado, acreditava ser o sitio correto.

Ele disse: "Nós descobrimos fragmentos de cerâmica, moedas e os restos de um banheiro público, o que tende a provar que não era uma pequena aldeia, mas uma cidade que pode corresponder a Julias.

 

LINK http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-4768416/Birthplace-Apostle-Peter-Israel-archaeologist.html&usg=ALkJrhhtELKlIQmVEMR-hppEa6EPludwkA 

 


Arqueólogos encontram evidências da destruição de Jerusalém pela Babilônia

Os artefatos de 2.600 anos de idade oferecem a evidência mais concreta da destruição de Jerusalém pela Babilônia, em torno de 586 a.C.

Postado em 01/08/2017  Durante a escavação, arqueólogos encontraram artefatos raros. (Foto: Eliyahu Yanai/City Of David)

                                  Durante a escavação, arqueólogos encontraram artefatos raros. (Foto: Eliyahu Yanai/City Of David)

Arqueólogos israelenses encontraram artefatos de 2.600 anos de idade que oferecem a evidência mais concreta da destruição de Jerusalém pela Babilônia, em torno de 586 a.C.

A Autoridade de Antiguidades de Israel anunciou a descoberta em um momento de grande tensão em torno do Monte do Templo, local considerado sagrado para o judaísmo, islamismo e cristianismo.

Durante a escavação de quatro meses, realizada no Parque Nacional perto de Jerusalém, arqueólogos encontraram madeira queimada, cerâmica, escamas de peixe, ossos, sementes de uva e artefatos raros, como carvão queimado e resíduos de construção.

Entre os achados mais importantes estão dezenas de frascos, compostos em sua maioria com alças estampadas com uma rosa pétalas.

“Estes selos são característicos do final do primeiro período do Templo e foram usados para o sistema de administração que se desenvolveu no fim da dinastia judaica”, explicaram os responsáveis pela escavação, Joe Uziel e Ortal Chalaf.

O uso dos selos para classificar objetos “facilitaram o controle, supervisão, coleta, comercialização e armazenamento das colheitas”, disseram eles.

A escavação também revelou uma pequena estátua de marfim, que ilustrava artisticamente uma mulher com cabelo cortado em “estilo egípcio”. O objeto indica a riqueza de alguns moradores da cidade antiga, segundo arqueólogos.

                  

                                   Estátua indica a riqueza de alguns moradores da antiga Jerusalém. (Foto: Clara Amit/Autoridade de Antiguidades de Israel) 

A escavação também mostrou que a antiga Jerusalém era maior do que se pensava: era estendida para além da linha da muralha da cidade.

“Ao longo da Idade do Ferro, Jerusalém passou por um crescimento constante, expresso tanto na construção de vários muros como fato de que a cidade se espalhou para além deles”, disseram Uziel e Chalaf.

 

Fonte: https://www.guiame.com.br Com informações de http://www.christianitytoday.com 


Testes de DNA  mostram quem são os descendentes dos cananeus

Por Jarbas Aragão

postado em 31/07/2017

                                   

Os cananeus são descritos no Antigo Testamento como um dos grandes inimigos do povo de Israel. No Livro de Josué, Deus ordenou que os hebreus que entravam na Terra Prometida deviam eliminar os cananeus juntamente com vários outros grupos.

Do ponto de vista da arqueologia, os cananeus são um grupo cultural cujo surgimento e queda permanece um mistério. Agora, um grupo de arqueólogos e geneticistas descobriu fortes evidências de que os cananeus não foram totalmente exterminados. Eles são, de fato, os antepassados ​​do moderno povo libanês.

Os cananeus viviam cerca de quatro mil anos atrás ao longo da costa do Mediterrâneo, e suas cidades se espalhavam pela área conhecida hoje como Jordânia, Líbano, Israel, territórios palestinos e Síria.

Um grupo de cientistas publicou um extenso artigo sobre sua pesquisa sobre esse povo mencionado na Bíblia no American Journal of Human Genetics. http://www.cell.com/ajhg/fulltext/S0002-9297(17)30276-8 

“Nós esclarecemos que os moradores de Canaã representavam cruzamentos de povos originários do Oriente Médio com migrantes vindos da Ásia que chegaram à região posteriormente. Os libaneses atuais são descendentes diretos dos cananeus, apesar de haver uma pequena parte do genoma deles que foi trazida pelos assírios, persas ou antigos macedônios”, resume o geneticista Marc Haber, do Instituto Sanger no Reino Unido.

Haber e seus colegas chegaram a essa conclusão após sequenciarem o DNA antigo de cinco pessoas, cujos corpos foram enterrados em uma cova na cidade de Sidom, na costa do Líbano.

Uma escavação arqueológica descobriu os esqueletos de três mulheres e dois homens que viveram cerca de 3.700 anos atrás.

Após a sequenciação de DNA dessas cinco pessoas, os pesquisadores compararam os resultados com os genomas de 99 libaneses modernos.

“Mais de 90% da ascendência genética dos libaneses atuais é derivada dos cananeus”, explica Chris Tyler-Smith, um dos pesquisadores. “À luz da história extremamente complexa desta região nos últimos milênios, foi uma descoberta bastante surpreendente”.

O DNA das cinco pessoas da Idade do Bronze revelou que elas se parecem. Os cananeus antigos tinham “olhos castanhos e cabelos escuros”, assim como as pessoas que vivem até hoje na região, embora os residentes da Idade do Bronze de Sidom provavelmente tivessem “pele mais escura do que os libaneses hoje”.

Estas evidências confirmam o que registros arqueológicos já sugeriam, que a região conhecida como Levante foi continuamente ocupada durante milhares de anos pelo povo chamado de ‘cananeus’ no Antigo Testamento.

No entanto, isso não significa que o relato bíblico do Livro de Josué [6:21] esteja errado, quando fala que eles foram eliminados “totalmente”. Como os cananeus eram um grupo étnico cujas pessoas viviam em uma grande área, o mais provável é que o texto bíblico se refira ao extermínio de um grupo específico de cananeus que enfrentaram os exércitos israelense.

Ainda segundos os geneticista, os restos mortais dos cananeus analisados mostram que o povo original se misturou com um grupo que veio da região do atual Irã, que provavelmente chegaram à região com a ascensão do Império Acadiano, que sabidamente “controlou a região entre o Irã e o Levante entre 4400 e 4200 anos atrás”.

Eventualmente, no entanto, as duas populações se misturaram e produziram uma cultura próspera e influente. O povo resultante desta cultura ficou conhecido como cananeus.

Inimigos até hoje

Curiosamente, os resultados do estudo de DNA indicam que os povos descendentes dos cananeus, que incluem libaneses e iranianos, até hoje são inimigos dos israelenses.

O Irã, antigo Império Persa, continuamente pede, através de seus líderes, a destruição de Israel, tendo ameaçado por diversas vezes lançar bombas atômicas sobre o Estado Judeu.

O Líbano, país que é mencionado diversas vezes no Antigo Testamento, já entrou em guerra com o Israel moderno, sendo uma das nações que atacaram os judeus na Guerra de Independência, em 1948 e também na Guerra dos Seis Dias, em 1967. Nas décadas de 1970 e 1980 os dois países entraram em conflitos militares diversas vezes.

Berço do Hezbollah, grupo terrorista paramilitar que seguidamente ameaça Israel, os libaneses tiveram sua última guerra declarada contra Israel em 2006. Com informações Ars Techinica

 

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br 

 


Nova descoberta arqueológica em Israel confirma a história bíblica de Nabote

com informações Breaking News Israel. Via bibliatodo

Postado em 21/07/2017

                         

 

O vale era alvo de uma armação da rainha Jezabel e é citado em I Reis capítulo 21, que aborda a história da vinha de Nabote. O caso foi divulgado pelo portal Breaking News Israel.

De acordo com o portal, a pesquisadora analisou dados do local e também utilizou tecnologia que a auxiliou a encontrar vestígios de prensas de vinhos e azeitonas, além de mais de 100 poços em forma de garrafa.

Norma não compartilha da fé cristã, embora afirme que os textos bíblicos são úteis em sua pesquisa. No entanto, a arqueóloga também alerta que seus trabalhos possuem limitações.

“Como arqueóloga, não posso dizer que definitivamente havia um homem específico chamado Nabote que tivesse uma vinha particular. A história é muito antiga, mas do que eu encontrei, posso dizer que a história descrita na Bíblia provavelmente tenha ocorrido aqui no Vale de Jezreel”, disse.

   

                                            Áreas onde foram encontrados artefatos antigos Vineyard

Na Bíblia, Nabote é dono de uma vinha fértil na encosta oriental do monte de Jezreel, perto do palácio do rei Acabe. Segundo a história, o rei queria transformar a terra em uma horta, mas Nabote se recusou a vendê-lo porque era uma herança e a lei da Torá proibia a sua venda definitiva. Jezabel interveio e organizou um julgamento simulado a fim de apropriar-se da propriedade, 

Apesar de seu opiniões divergentes sobre alguns aspectos da história, Franklin acredita que a Bíblia é uma ferramenta importante para os arqueólogos devido ao contexto que pode fornecer certas descobertas.

"Não há dúvida de que a Bíblia é uma fonte útil , " disse ela. "Todos os arqueólogos usam a Bíblia, mas alguns usam-na com mais cautela."

 


Arqueólogo fala sobre as provas históricas da existência de Jesus na TV

Rodrigo Silva é pós-doutor em arqueologia bíblica

Postado em 10/07/2017

                             

O cantor e apresentador Ronnie Von recebeu, no programa Todo Seu, o arqueólogo e teólogo Rodrigo Silva. A programação abordava os mitos e verdades acerca da figura de Jesus Cristo.

Rodrigo é doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Faculdade de Teologia N. S. Assunção (SP), com pós-doutorado em arqueologia bíblica pela Andrews University (EUA) e tem alcançado notoriedade com seus estudos e livros.

Uma de suas obras, Escavando a Verdade: A Arqueologia e as maravilhosas histórias da Bíblia, foi destacada na edição. Questionado acerca da existência de Jesus Cristo, Rodrigo disse que são várias as evidências que comprovam.

Ele também explicou os desdobramentos sobre a concepção de “mito”. “Quando a gente fala ‘mito’, o mito pode ser criado de duas maneiras: Pode haver o mito como a Chapeuzinho Vermelho e o mito do Tiradentes, retratado de roupa branca e tudo o mais”.

“Em princípio, deixe-me dizer que embora eu creia piamente que Jesus Cristo é um personagem histórico, com confirmação histórica e condizente com aquele que a Bíblia apresenta, devo também admitir que existem mitos sobre Jesus”. Em seguida, o teólogo falou do desconhecimento de populações de países ricos, atualmente, sobre a figura de Cristo.

Durante o programa, Silva chegou a trazer alguns objetos históricos como moedas, botija de vinho e pregos de crucificação. Acerca dos pregos, o teólogo utilizou-se para citar o quanto a crucificação era algo considerado vergonhoso para a sociedade romana.

“Dizia-se que era preferível o suicídio à morte de cruz. Pra você ver: Os romanos tinham um tabu muito grande com relação ao suicídio. Uma pessoa que se suicidava na cultura romana não tinha direito a um sepultamento digno”, afirmou.

Entre outros temas abordados pelo teólogo, falou sobre passagens bíblicas, as polêmicas em torno do suposto casamento de Jesus e a sua possível fisionomia, a qual ainda não há consenso mesmo nos dias atuais.

Assista o programa na íntegra:

 

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br 

 


Arqueólogos descobrem local onde João Batista foi preso e decapitado

Atualmente em ruinas, a fortaleza de Maquero foi reconstruída pelo rei Herodes, onde Salomé dançou e posteriormente pediu a cabeça de João Batista como "prêmio".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO HAARETZ

Postado em 21/06/2017

Colunas do salão da fortaleza de Maquero, onde Salomé dançou e posteriormente, pediu a cabeça de João Batista como prêmio. (Foto: Haaretz)

Arqueólogos descobriram um Mikvá ou Mikvé (tanque usado para batismos judaicos) nas ruínas de Maquero, uma fortaleza construída pelo vassalo do rei romano Herodes, na região da Jordânia, a 24 quilômetros ao sudeste da foz do rio Jordão, na costa leste do Mar morto. A fortaleza também teria sido o local onde Salomé dançou e João Batista foi decapitado.

A fortaleza de Maquero foi erguida em uma colina proeminente a cerca de 32 quilômetros a sudoeste de Madaba. O local de banho ritualístico do Mikvá, usado para purificação foi aparentemente construído para o uso pessoal da família real de Herodes.

O tanque é o maior de seu tipo já encontrado na Jordânia. Possui 12 degraus e uma piscina de reserva, contendo água para preencher a piscina quando sua água escorrer.

Além de suas dimensões, a arquitetura se parece muito com o Mikvá descoberto em Qumran, do outro lado do Mar Morto, em Israel, que anteriormente era considerado como único.

O Mikvá gigante foi encontrado a três metros abaixo do pátio real, onde permanceu escondido por 2.000 anos, soterrado por areia e poeira. Originalmente tinha sido equipado com um teto de pedra abobadado.

A investigação arqueológica de Maquero foi realizada pela primeira vez em 1968 pela Missão Americana Batista Arqueológica, liderada por E. Jerry Vardamann.

As escavações mais recentes, de uma equipe fortaleza ocidental, com cerca de 9,2 metros de altura. Pela primeira vez, desde o início, as dimensões extraordinárias da cidadela do deserto de Herodes foram reveladas.

As escavadeiras também encontraram uma vasta cisterna subterrânea com 18 metros de profundidade, que irrigava os jardins da fortaleza do deserto do Mar Morto e os banhos de estilo romano. A análise arqueológica mostrou que a cisterna permaneceu em uso durante todo o período herodiano.

As escavadeiras também descobriram dezenas de moedas hasmoneanas e romanas, bem como 47 fragmentos de cerâmica quebrados inscritos com letras aramaicas.


Onde Salomé dançou

Na verdade, Herodes - conhecido como o grande construtor da antiguidade - não foi o criador deste palácio real na Jordânia. Ele era de origem hasmoneana, e tinha sido erguido pelo rei Alexander Jannaeus em torno de 90 aC, em um planalto alto conhecido como Mukawir, que se eleva a 800 metros de altitude acima do Mar Morto árido. O que Herodes fez foi reformar e reconstruir a fortaleza que Jannaeus já havia construído.

Maquero teve uma importância estratégica para a defesa da Judeia, em parte, graças à visão de sua capital, Jerusalém. Os escritos rabínicos relatam que a fumaça dos sacrifícios poderia ser vista subindo dos altares do templo herodiano em Jerusalém, desde Maquero (Mishná 3, Tamid 3.8).

Qualquer exército que se aproximasse de Jerusalém do leste, primeiro teria que ocupar Maquero. Os sinais de fumaça poderiam ser vistos nas paredes da fortaleza, alertando as outras cidades sobre os inimigos.

Como Plínio, o ancião escreveu: "Maquero, depois de Jerusalém, a fortificação mais forte da Judeia" (Historia Naturalis, V. 15, 16). Evidentemente, os romanos consideraram o local mais fortificado do que a fortaleza de Masada (construída por Salomão). Mas então, Maquero era mais do que apenas um posto avançado militar.

Ao reformar Maquero, Herodes também construiu um palácio com um pátio, um tanque de estilo romano, um local para jantar extravagante e um pátio formal com um pequeno jardim real, rodeado de pórticos em quatro lados.

Foi ali que, de acordo com o historiador Flávio Josefo, Salomé dançou para Herodes Antipas.


Decapitação de João Batista
Pouco antes da Páscoa em 32 d.C, o rei Herodes realizou uma grande celebração por causa de seu aniversário em Maquero. Durante as festividades convidou sua enteada, a princesa Salomé para dançar diante de seus convidados.

O rei ficou tão satisfeito com a apresentação de Salomé que ele prometeu-lhe qualquer coisa que ela pedisse, até a metade do seu reino. Sobre o conselho de sua mãe cruel, de acordo com a história, a sobrinha de Herodes pediu a cabeça de João Batista como seu "prêmio".

Embora muito angustiado, Herodes, "E o rei entristeceu-se muito; todavia, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, não lha quis negar. E, enviando logo o rei o executor, mandou que lhe trouxessem ali a cabeça de João. E ele foi, e degolou-o na prisão; E trouxe a cabeça num prato, e deu-a à menina, e a menina a deu a sua mãe."(Marcos 6:26-28.)

De acordo com Josefo, João Batista foi levado à prisão de Maquero e decapitado naquela fortaleza ("Antiguidades Judaicas", livro 18, capítulo 5, par. 2 [Loeb 18.119]).

Os arqueólogos também reconstituíram duas antigas colunas herodianas da ordem dórica (3,8 metros de altura) que estavam no pátio real do peristletilo, onde Salomé teria dançado e outra da ordem iônica (4,7 metros de altura) que estava em pé O palácio da casa de banho.

 

 


Arqueólogos descobrem mensagem secreta em cerâmica dos tempos bíblicos

COM INFORMAÇÕES DE msn

Postado em 16/06/2017

© Fornecido por F451 Midi Ltda.

Fãs do estilo de vida Indiana Jones ficarão felizes em saber que uma equipe de arqueólogos israelenses descobriu uma mensagem enigmática deixada em um fragmento de cerâmica de 3.000 anos de idade. A peça de cerâmica com tinta em argila, chamada de óstraco, foi originalmente descoberta na década de 1960, em Tel Arad, a oeste do Mar Morto. Agora, usando uma nova tecnologia de imagem multiespectral, pesquisadores da Universidade de Tel Aviv conseguiram iluminar um texto que se escondeu no óstraco por todos esses anos.

Milhares de anos atrás, Tel Arad era um posto avançado militar, então faz sentido que a "frente" desse óstraco em particular detalhe finanças militares. A parte de trás, no entanto, parecia vazia. Mas após revisitar o óstraco com técnicas experimentais de imagem multiespectral, a equipe da Universidade de Tel Aviv conseguiu mostrar que o lado reverso está repleto de texto — e, como todas as boas mensagens, se tratava de vinho.

 

© Reprodução

"A nova inscrição começa com um pedido por vinho, além de uma garantia para assistência caso o destinatário tenha qualquer pedido próprio", disse Arie Shaus, coautor do estudo e membro do departamento de matemática aplicada da Universidade de Tel Aviv, em entrevista ao Breaking Israel News. "
Conclui com um pedido de fornecimento de uma determinada mercadoria para uma pessoa não nomeada, e um recado em relação a um 'bato', medida antiga de vinho, levada por um homem chamado Ge'alyahu."

A pesquisa da equipe, que foi publicada na PLOSOne, detalha seu método singular. Eles usaram uma câmera digital Canon SLR 450D modificada e uma lente macro Tamron SP AF90mm F/2.8 Di 1:1 para fotografar o óstraco em uma câmara escura.

"O filtro de corte interno da Canon IR foi removido por Lifepixel e substituído por um vidro transparente com o mesmo índice refrativo", escreveu o grupo. Usando uma gama de filtros, a equipe enfim conseguiu revelar a mensagem escondida.

A esperança é de que a técnica possa ser usada para ler mensagens escondidas em outros óstracos. Vai saber que fofoca boa dos tempos bíblicos a gente não deixou escapar esses anos todos?

Fonte: http://www.msn.com 

 


Antigo manuscrito é traduzido e dá pistas sobre paradeiro da Arca da Aliança

Postado em 08/06/2017

                                              Antigo manuscrito é traduzido e dá pistas sobre paradeiro da Arca da Aliança

O paradeiro da Arca da Aliança que ficava no templo do rei Salomão é debatido há séculos. Existem várias versões sobre seu paradeiro, desde a tradição dos rabinos de que ela está enterrada sob o monte do Templo até a antiga reivindicação dos cristãos ortodoxos da Etiópia que ela está na capela de cidade de Aksum.

Recentemente, o erudito James Davila, professor na Universidade de St. Andrews e especialista em línguas bíblicas afirma que traduziu um texto hebraico muito antigo que revela onde foram escondidos vários tesouros, incluindo a Arca. A revelação estaria no chamado “Tratado dos vasos” (Massekhet Kelim, em hebraico).

O tratado é semelhante em alguns aspectos ao conhecido “Rolo de Cobre”, que faz parte dos Manuscritos do Mar Morto. O Rolo de Cobre fala sobre a localização de tesouros escondidos por sacerdotes e levitas, embora não cite especificamente a Arca que estava no Templo de Salomão.

Embora use relatos que parecem relatos sobrenaturais, o texto é reconhecido por estudiosos e já foi parcialmente traduzido e publicado na Europa em 1648 e em 1876. Davila é o primeiro a traduzir o texto total para o inglês.

Em entrevista ao site LiveScience, Davila afirmou “O escritor recorre a métodos tradicionais de exegese bíblica [interpretação] para deduzir onde os tesouros podem ter sido escondidos”. Isso significa que o Tratado dos Vasos não oferece um mapa, apenas registra uma das tradições sobre o assunto.

Contudo, a declaração que mais chama a atenção no material é que esses tesouros (incluindo a Arca) não poderiam ser revelados antes do “dia em que vier o Messias, o filho de Davi”. Considerando que o Templo de Salomão foi destruído no ano 70 d.C. a referência é claramente sobre a Segunda Vinda de Jesus, quando, segundo a Bíblia, ele virá para reinar.

Com informações IB Times.
 

Fonte: ibtimes  Via   http://www.gospel10.com 

 


Nova evidência da batalha por Jerusalém há 2.000 anos é revelada

COM INFORMAÇÕES DE christiantoday

Postado em 25/05/2017

                                                            

Uma seção da rua pisada que data do período do Segundo Templo.Shai Halevy, cortesia da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Novas evidências da batalha por Jerusalém há 2.000 anos, na véspera da destruição do Segundo Templo, foi revelada pela Autoridade de Antiguidades de Israel e pela Autoridade de Natureza e Parques.

Setas e bolas de pedra foram descobertas na rua principal que subiu dos portões da cidade e do Pool de Siloé até o Templo, que foi escavado nos últimos anos com financiamento fornecido pela Cidade de David Society.

Os resultados ajudam a contar a história da última batalha entre as forças romanas e os rebeldes judeus que se haviam barricado na cidade, uma batalha que resultou na destruição de Jerusalém e foi descrita pelo historiador Flávio Josefo. "No dia seguinte, os romanos, tendo expulsado os bandidos da cidade, incendiaram tudo até Siloé", escreveu Josefo.

De acordo com Nahshon Szanton e Moran Hagbi, os diretores da escavação: 'Josephus' descrições da batalha na cidade mais baixa vêm cara a cara pela primeira vez com provas que foram reveladas no campo de forma clara e refrigeração. As esferas de pedra balista disparadas por catapultas usadas para bombardear Jerusalém durante o cerco romano da cidade, foram descobertas nas escavações. As cabeças de seta, usadas pelos rebeldes judeus nas duras batalhas contra os legionários romanos, foram encontradas exatamente como descrito por Josefo.

Até agora, uma seção da estrada de cerca de 100 metros de comprimento e 7,5 metros de largura, pavimentada com grandes lajes de pedra como era costume na construção monumental em todo o Império Romano, foi exposto nas escavações.

                                                  

As pedras ballista que foram expostas na escavação arqueológica são evidências da batalha de Jerusalém que foi travada há 2.000 anos.Clara Amit, cortesia da Autoridade de Antiguidades de Israel.

A Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) disse que até agora as escavações arqueológicas reforçam a compreensão de que Herodes o Grande não era o único responsável pelos grandes projetos de construção de Jerusalém no final do período do Segundo Templo. A IAA disse que a pesquisa recente indica que a rua foi construída após o reinado de Herodes, sob os auspícios dos procuradores romanos de Jerusalém, e talvez mesmo durante o mandato do governador romano Pôncio Pilatos, que condenou Jesus à morte por crucificação.

Szanton e Hagbi disseram:  " Esta conclusão, de fato, lança uma nova luz sobre a história de Jerusalém no final do Segundo Templo, e reforça o reconhecimento da importância da regra dos procuradores romanos na formação do caráter de Jerusalém.

"Dois mil anos depois da destruição de Jerusalém e 50 anos da sua libertação, vamos voltar às cisternas de água, ao mercado e à praça da cidade na véspera da sua destruição".

De acordo com o Dr. Yuval Baruch, arqueólogo da região de Jerusalém para a Autoridade de Antiguidades de Israel: "Pretendemos descobrir todo o comprimento e largura da rua dentro de cinco anos e, assim, completar a escavação deste site único que já chamou a atenção dos arqueólogos De todo o mundo cerca de 100 anos atrás.

"Na verdade, pode-se considerar as escavações atuais na cidade de David uma continuação natural das escavações arqueológicas anteriores do local, que foram iniciados no passado por estudiosos europeus e americanos. Cerca de quatro anos atrás escavações arqueológicas foram renovadas ao longo da rua, desta vez, a fim de expor o seu comprimento total e largura. Quando as escavações forem concluídas, os restos da rua serão conservados e desenvolvidos e preparados para receber as dezenas de milhares de visitantes que o acompanharão.

VEJA VÍDEO SOBRE O ASSUNTO

            

 


Pesquisadores encontram evidências da Torre de Babel

Uma tabuleta de pedra registra a ilustração de uma grande construção que remonta à Torre de Babel, registrada na Bíblia.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE ALETEIA

Postado em 05/05/2017

Tabuleta registra a ilustração de uma grande construção que remonta à Torre de Babel. (Foto: Martin Schoyen/Schoyen Collection)
Tabuleta registra a ilustração de uma grande construção que remonta à Torre de Babel. (Foto: Martin Schoyen/Schoyen Collection)

No Antigo Testamento, a narrativa da Torre de Babel mostra uma decisão ousada que foi tomada pelos descendentes de Noé após o Dilúvio — construir uma torre que alcançasse os céus, para que seu nome fosse famoso e o povo não fosse espalhado pela terra.

Segundo o relato bíblico de Gênesis 11, Deus desceu para ver a cidade e a torre que os homens estavam construindo e decidiu confundir sua língua, para não entenderem uns aos outros. Depois disso, eles pararam de construir a cidade e foram dispersos por toda a terra.

Embora a história bíblica tenha milhares de anos, pesquisadores encontraram evidências da existência da Torre de Babel através de uma tabuleta de pedra que fazia parte de uma coleção feita pelo empresário norueguês Martin Schøyen.

A tabuleta inclui a imagem mais nítida já encontrada da Zigurate de Ur, um  grande templo construído na Babilônia, de acordo com Andrew George, professor de história babilônica na  Universidade de Londres, na Inglaterra.

O achado foi registrado pela primeira vez em uma reportagem feita pela Revista Smithsonian, que mostra a ilustração de uma estrutura piramidal junto a uma representação do rei Nabucodonosor II, que governou a Babilônia entre 604 e 562 a.C.

Primeiramente construída no tempo do rei Hamurabi, que reinou entre 1792 e 1750 a.C., o zigurate babilônico estava em estado de degradação no momento em que Alexandre, o Grande, destruiu a construção em 331 a.C.

Pela primeira vez, a tabuleta apresenta uma ilustração contemporânea da torre, juntamente com uma inscrição que confirma os planos de construção de Nabucodonosor II e o processo de restauração do edifício.

A coleção de Schøyen ainda documentou a tradução da inscrição feita na tabuleta, com as seguintes palavras: “A casa, a fundação do céu e da terra, Zigurate em Babilônia”.

A inscrição continua descrevendo o processo de restauração: “Para completar [a construção] eu [Nabucodonosor] mobilizei todos os países em toda parte, todo e qualquer governante que tenha proeminência sobre todas as pessoas do mundo - preenchi um fundamento para fazer um alto terraço.  Construí toda sua estrutura com betume e tijolo cozido. Eu completei levando sua parte superior ao céu, fazendo vislumbrar brilhante como a luz do sol”.

A ilustração representada na tabuleta mostra Nabucodonosor II com seu chapéu real, segurando um bastão na mão esquerda e um pergaminho com os planos de reconstrução da Torre em sua mão direita, segundo a revista Smithsonian.

 

 


Eles encontraram o manuscrito mais antigo do Novo Testamento

Fragmento foi encontrado em uma máscara de múmi

  • Os cientistas encontraram a cópia mais antiga de um Evangelho em uma tumba egípcia. O fragmento de papiro do Evangelho de Marcos foi parte de uma máscara de múmia e foi encontrado há três anos. Mas só agora conseguiu provar que ele é autêntico.

    Esta é uma das centenas de equipe peer-reviewed Craig Evans, PhD em Estudos Bíblicos na Universidade Evangelista Acadia, documentos Canadá.

    O grupo liderado por Evans reúne mais de 30 especialistas.

    Oficialmente, este é o mais antigo manuscrito do Novo Testamento conhecido. A evidência sugere que ele foi escrito entre 80 e 90 dC Até recentemente, as cópias mais antigas foram o segundo século depois de Cristo. isótopos de carbono-14 foi utilizado para o material de encontros.

    Papiro era um material muito caro na época e alguém prima na fabricação de máscara funerária re-utilizado, provavelmente sem saber o que era. Segundo a tradição, o evangelista Marcos escreveu seu evangelho em Roma, na sequência do relatório do Apóstolo Pedro.

    Como isso voltou para o Egito? "No antigo Império Romano, correio normal tinham a mesma velocidade de hoje.

    Uma carta escrita em Roma poderia chegar a um destinatário no Egito, algumas semanas depois. Marcos escreveu seu evangelho, no final de 60 dC Por isso, é possível encontrar uma cópia do mesmo no Egito, 20 anos mais tarde ", diz Evans.

    O especialista relata que as máscaras funerárias papiro eram comuns entre os mais pobres, que não têm nada a ver com luxo máscaras de ouro dos faraós. Usando uma técnica delicada, que removeu as camadas de tinta, a tinta dissolvida em seguida, ler o conteúdo do material, mesmo após milhares de anos.

    "Estamos recuperando vários documentos antigos, o primeiro, segundo e terceiro século depois de Cristo. Não só os documentos bíblicos. Ele também há cartas pessoais textos gregos ou clássicos ", disse LiveScience.

 

Fonte: http://www.noticiacristiana.com Com informações de Livescience

 

Eles encontraram o manuscrito mais antigo do Novo Testamento

 


Arqueólogos podem ter encontrado o local onde aconteceu o julgamento de Jesus

Postado em 19/04/2017

                           

ISRAEL. - A semana da páscoa é o período do ano de maior movimento em Jerusalém, já que  milhares de residentes e peregrinos comemoram a Pessach (Páscoa judáica), que marca a saída dos judeus do Egito, e a Semana Santa, que culmina no domingo com a ressurreição de Jesus Cristo.

Dentro das muralhas da Cidade Velha, descobertas recentes indicam que o palácio de Herodes pode ter sido o local, onde  cerca de 2.000 anos atrás, Poncius Pilatos julgou e condenou Jesus.

Em 1999 os arqueólogos encontraram um edifício, enquanto trabalhavam no espaço que serviria para expandir o museu da "Torre de David". As ruínas estavam sob uma prisão otomana, construída no local durante a Idade Média.Não há dúvida de que o local abrigava o palácio de rei Herodes. Registros de suas paredes datam do período do Primeiro Templo.

No entanto, durante séculos, a tradição indica que Pilatos tinha emitido a sentença de morte de Jesus na Fortaleza Antonia, localizada na parte nordeste da Cidade Velha, onde ficava a Guarda Pretoriana romana.

As evidências indicam que, provavelmente, Pilatos conduziu o julgamento em seu palácio, construído sobre as ruínas da lendária  Torre do Rei David.

O arqueólogo israelense Amit Re'em coordenou as escavações no palácio de Herodes. Ele disse à rede CBN: "Parece lógico supor que o governador romano local, aqui em Jerusalém - Poncius Pilatus - também estivesse no palácio de Herodes, pois ele estava acostumado a viver em meio a todo o luxo".

Re'em, não vê razão para que o governador tenha se mudado. O pesquisador conhece bem a longa história registrada no sítio arqueológico. "Até agora, estas paredes impressionantes eram os únicos restos do palácio de Herodes. Não sabemos o que aconteceu com as superestruturas, que apoiaram o palácio. Talvez tenha sido destruída em um grande levante, ou demolida pelos próprios romanos, ou mesmo pelos cruzados e otomanos ", ele especula.

O teólogo David Pileggi diz que é quase uma conclusão precipitada afirmar que Jesus foi levado para o palácio. "Nós não sabemos exatamente onde Jesus foi julgado, onde ele foi ouvido por Pilatos, mas sabemos que foi em algum lugar no palácio de Herodes", disse o especialista.

"Sabemos apenas que o palácio de Herodes, o Grande, eventualmente, tornou-se propriedade de Roma após a morte de Herodes, e que a cada ano na época da Páscoa, Poncius Pilatus vinha de Cesaria a Jerusalém, para monitorar a segurança da cidade durante as férias ", continuou ele.

De acordo com Pileggi, o Museu da Torre de David aborda a história da vida de Jesus. "Há meio século que os estudiosos têm dito que a história de Jesus começa na Torre de David, ou melhor, o que naqueles dias era o palácio de Herodes. Foi aqui que os Magos vieram para visitar rei Herodes. É também aqui que, basicamente, termina a sua vida. Quando Poncius Pilatus condenou-o à morte, ele anunciou o fim no mesmo lugar onde a sua chegada foi anunciada. Portanto, há algumas coincidências interessantes nesta história ", diz ele.

O arqueólogo israelense Renee Sivan também estava trabalhando no local quando o palácio de Herodes foi descoberto. Dezesseis anos depois, ele diz que ainda está impressionado com o poder e opulência do lugar e a trágica história de crueldade e brutalidade que ocorreu dentro das muralhas da cidade.

"Jerusalém é como uma cebola", compara. "Tira-se é uma camada e outra surge, parece que nunca termina. Então você chora um pouco, mas não muito. Isso é o que acontece aqui. " Para ele, saber onde o julgamento aconteceu  ajuda os cristãos a "visualizar melhor os eventos monumentais que aconteceram com Jesus de Nazaré em sua última semana de vida."

geografia bíblica

Os responsáveis ​​pelos resultados, revelaram pela primeira vez em 2015, que estavam determinados a dar mais importância para julgamento após a narrativa do Novo Testamento.

Sabe-se que o palácio de Herodes estava no lado oeste da cidade, combinando com as ruínas encontradas perto da Torre de David. Existem registros históricos de que o julgamento tenha sido "perto de uma porta e uma rua com pedras irregulares" que estariam presentes na descoberta arqueológica.

O arqueólogo Shimon Gibson, da Universidade da Carolina do Norte, diz: "Não há um registro mostrando que a preparativos foram realizados aqui, mas todos os indícios arqueológicos, históricos e dos evangelhos- parecem apontar para aqui."

 

Fonte: http://www.noticiacristiana.com COM INFORMAÇÕES de www.cbn.com 

 

 


Encontrada Coluna do pórtico de Salomão em Jerusalém

Parte da estrutura estava entre `lixo´ retirado do Monte do Templo

Postado em 08/04/2017
     Coluna do `pórtico de Salomão´ é desenterrada em Jerusalém  portico de salomão

 

O projeto Peneirar foi criado em 2004 por arqueólogos que desejavam investigar o que havia nas mais de 9 mil toneladas de terra removidas do Monte do Templo em 1999. O que era “lixo” para a Autoridade Islâmica Waqf – que administra o local desde a guerra de 1967 – para os judeus é parte essencial de sua história.

No final do ano passado, por exemplo, eles conseguiram resgatar parte do piso do Segundo Templo. Esta semana eles encontraram parte de uma coluna que ficava no “pórtico de Salomão”, mencionado no Novo Testamento como local de reunião da igreja no primeiro século (Atos 3:11 e 5:12). O local dava acesso ao pátio dos gentios e era ladeado por colunas.

Um capitel, parte que ficava no alto da estrutura, no estilo dórico, foi desenterrado. Ele indica que  cada  coluna tinha uma circunferência de 75 centímetros. A descoberta da peça, parte da colunata dupla que cercava o acesso Oriental do Monte Moriá nos dias de Jesus, é mais uma prova incontestável que os relatos bíblicos sobre o local estavam corretos ao afirmar que naquele local foram construídos dois templos judeus.

A coluna media 12 metros de altura e tinha um capitel cuidadosamente adornado. Além de o Novo Testamento falar sobre o local, o livro “A Guerra dos Judeus”, do historiador judeu-romano Flávio Josefo descreve a praça de acesso do Monte do Templo.

O Dr. Gabriel Barkay, diretor do Projeto Peneirar afirmou à imprensa: “Este é um capitel no estilo dórico, uma das características da arte na época da dinastia dos Hasmoneus. Parece que fazia parte da colunata oriental do Monte do Templo, que Josefo e até mesmo o Novo Testamento chamavam de “Pórtico de Salomão”.

Uma coluna como esta é um impressionante testemunho da imensidão das estruturas no Monte na era do Segundo Templo, e se encaixa bem com a narrativa de Josefo, que descreve o que ele viu com seus próprios olhos.

Barkay explicou que as colunas ficavam em duas fileiras paralelas, sendo cobertas com vigas de cedro que sustentavam a estrutura que oferecia sombra aos peregrinos, em especial quando vinham de muito longe para as três principais festas judaicas.

Esse tipo de descoberta em meio a tentativa dos palestinos e das Nações Unidas de negarem os vínculos históricos dos judeus com o Templo e com Jerusalém chama atenção nas vésperas da comemoração do cinquentenário da reunificação da sua capital eterna. Mesmo assim, o projeto Peneirar passa por dificuldades.

Seus idealizadores aproveitaram a divulgação desse achado para pedir ajuda financeira ao governo de Israel. Para Barkay, o Peneirar é uma “extraordinária ferramenta de educação”. Qualquer pessoa interessada pode se inscrever e envolver-se na busca arqueológica. Mais de 200 mil voluntários já passaram pelo local, ajudando a desenterrar importantes peças arqueológicas.

 

Fonte: http://www.jpost.com VIA http://www.cpadnews.com.br 

 


Arqueólogo diz ter “mapa” da localização das peças do Templo de Salomão

Rolo de Cobre do Mar Morto seria mensagem com diretrizes para localizar utensílios

         Postado em 02/04/2017
           

Os profetas Ageu, Zacarias e Jeremias teriam participado de uma tentativa de preservar os utensílios do Templo de Salomão da iminente invasão babilônica. Eles registraram isso na criação de um documento, gravado em um rolo de cobre, com as diretrizes para localizar as peças sagradas, levadas para locais seguros.

Parece uma trama hollywoodiana, mas o arqueólogo cristão Jim Barfield acredita que isso é um fato histórico.

Sua base é o relato do livro histórico Segunda Macabeus, capítulo 2. Esse texto do século II a.C. conta sobre a revolta dos judeus contra Antíoco IV. Nele está a narrativa sobre quando o profeta Jeremias, com a ajuda de cinco homens, escondeu os objetos sagrados do Templo para protegê-los dos conquistadores babilônios mais de três séculos antes.

Após décadas trabalhando como investigador criminal nos Estados Unidos, Barfield passou a se dedicar a decifrar um antigo pergaminho encontrado nas cavernas de Qumran, perto do Mar Morto. No início a tarefa parecia impossível. Ele não é judeu, não falava hebraico e não tinha formação como arqueólogo. Mas insistiu e, após conhecer o pregador texano Vendyl Jones, decidiu levar essa missão até o fim.

O rolo de cobre, descoberto em 1952 na caverna 3 de Qumran, nas margens do Mar Morto, é um mistério arqueológico. Embora seja parte dos famosos Pergaminhos do Mar Morto, com o número 3Q 15, o ele não é igual aos outros pergaminhos, escritos em papiro. Além de ser de metal, o hebraico usado nas suas inscrições indica que é de um período posterior aos demais.

O fato de ser gravado em cobre, visando ter maior durabilidade, parece ser o maior indicativo que tinha um outro propósito. Enquanto os outros textos de Qumram contêm escritos religiosos e livros bíblicos, o rolo de cobre traz simplesmente uma lista de 64 locais e quantidades correspondentes de ouro e prata.

Durante muito tempo acreditou-se que indicava onde fora colocado o dinheiro acumulado da revolta de Bar Kockba contra os romanos após a destruição do segundo templo. Mas a opinião de especialistas tem uma falha flagrante: um dos locais é descrito como lugar onde estariam as vestimentas sacerdotais.

Jones havia passado 30 anos envolvido na tentativa de desvendar o mistério por trás daquela peça singular. Ele acreditava que Qumran era o local de esconderijo das peças do Primeiro Templo. Seguindo as instruções que conseguiu decifrar, foi capaz de localizar um pequeno frasco de óleo, usado para ungir reis e sumos sacerdotes. Em outro estava uma grande quantidade do que ele acredita ser o incenso do templo.

O problema principal é que mesmo alguns especialistas em arqueologia concordando que a linguagem do Pergaminho de Cobre foi decifrada, as complicações políticas da região tornam improvável que os tesouros fossem todos revelados. Esse “mapa do tesouro”, com mais de 2000 anos de idade não é reconhecido como tal pela comunidade científica de Israel.

Escavação interrompida

Jones, que já faleceu, não conseguiu o apoio do governo para cavar nos lugares que desejava. Barfield está disposto a mudar isso. Quando jovem, o arqueólogo cristão pilotou helicópteros no Exército dos EUA. Ele usou suas habilidades de leitura de mapas para triangular, usando as referências no rolo de cobre, e identificar os locais citados no documento.

Em 2007, ele foi para a região de Qumran, perto do Mar Morto, e começou a explorar alguns desses locais. Em uma das linhas, o pergaminho descreveu escadas, algo improvável dento de cavernas. Barfield encontrou o local, conforme a descrição.

Também descobriu os restos de uma piscina, usada para lavagens rituais, exatamente onde o pergaminho disse que estaria. Contudo, sem a permissão do governo, não podia cavar onde desejava.

Após reunir suas descobertas, Barfield se reuniu com a diretora da Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA), Shuka Dorfman. Embora não aceitando bem no início, Dorfman se surpreendeu com o que ele já havia localizado e chamou o veterano arqueólogo Yuval Peleg para analisar o caso.

Peleg conhecia bem as cavernas em Qumran. Depois de analisar o trabalho de Barfield, também foi dominado pela curiosidade. Concordou em cavar alguns buracos exploratórios no local junto com o cristão.

Menos de uma hora depois de começar os testes superficiais, Peleg recebeu um misterioso telefonema. Sem qualquer explicação, fechou a escavação e nunca mais Barfield teve um retorno de seus pedidos.

Contudo, seu esforço não foi em vão. Enquanto visitava uma das cavernas mencionadas no rolo de cobre, o arqueólogo tirou um pequeno pedaço do que parecia uma pedra, mas ela julgava ser um tipo de argamassa, que cobria o que parecia uma entrada oculta da caverna.

Sabendo que, se os maiores tesouros do Templo fossem escondidos, certamente estariam cuidadosamente selados em um local para resistir à prova do tempo.

Relato histórico

Quando Barfield enviou a amostra para ser testada, o laboratório confirmou que não era uma pedra natural, mas sim argamassa antiga. Isso confirmava exatamente a descrição do segundo capítulo do Livro de Segundo Macabeus.

O texto descreve como o profeta Jeremias escondeu os objetos sagrados do Templo, incluindo a arca. Os versículos 7 e 8 trazem uma profecia: “[Jeremias] disse-lhes que esse lugar ficaria desconhecido, até que Deus reunisse seu povo e usasse com ele de misericórdia. Então revelará o Senhor o que ele encerra e aparecerá a glória do Senhor como uma densa nuvem, semelhante à que apareceu sobre Moisés e quando Salomão rezou para que o templo recebesse uma consagração magnífica”.

Embora não seja inspirado, Macabeus é um livro histórico, cujos relatos podem ser comprovados. O versículo 5 do capítulo 2 afirma que Jeremias colocou os utensílios do Templo numa caverna e “selou a entrada” cuidadosamente.

Entusiasmado com a possível descoberta do local desse tesouro incalculável, Barfield pediu autorização para fazer uma varredura na caverna usando um detector de metal, capaz de detectar metal até 50 metros de profundidade, mas seu pedido foi negado pelo governo.

A Autoridade de Antiguidades de Israel não permite qualquer tipo de investigação na área de Qumran. Embora frustrado, Barfield diz entender a situação.

“Como as coisas são, se acharmos algo de valor, seja monetário ou espiritual, haverá imediatamente uma guerra para tirá-lo de Israel”. “A Jordânia dirá que a pertencer a eles, os palestinos argumentarão que viviam aqui antes dos judeus e que todos os tesouros lhes pertence e o mundo vai acreditar neles. Até o Egito virá e alegará que era ouro e prata que os judeus tiraram de lá no Êxodo”, assevera.

Por enquanto, a investigação de Barfield está parada, aguardando permissão do governo. Alguns anos atrás, ele gravou um documentário para registrar tudo, na tentativa de sensibilizar a comunidade científica e, quem sabe, receber apoio para prosseguir.

Em entrevista ao site Breaking Israel News, o arqueólogo afirmou: “Eu só queria devolver os artefatos do Templo ao povo judeu. Está na hora”.

Caso as peças realmente fossem encontradas, isso certamente estimularia a construção do Terceiro Templo. Esse é um assunto explosivo, que envolve delicadas posições políticas e podem causar uma guerra pela posse do Monte do Templo.

 

                                    Projeto de Jim Barfield:

                                   

 

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br 

 


Historiador diz que moeda antiga comprova imagem do rosto de Jesus

Até agora, acreditava-se que o rosto exposto na moeda de bronze era do rei Manu, governante do reino mesopotâmico de Edessa.

 

Publicado em 31/03/2017

Historiador diz que moeda antiga comprova imagem do rosto de Jesus. (Foto: Reprodução/SWNS)
Historiador diz que moeda antiga comprova imagem do rosto de Jesus. (Foto: Reprodução/SWNS)

Embora historiadores tenham discordado durante séculos sobre a aparência de Jesus Cristo, o historiador bíblico Ralph Ellis afirma que uma pequena moeda do primeiro século pode ser a única imagem de Cristo já retratada.

Até agora, acreditava-se que o rosto exposto na moeda de bronze era do rei Manu, governante do reino mesopotâmico de Edessa, localizado atualmente no sudeste da Turquia.

Após quase 30 anos de pesquisa, Ellis afirma que as semelhanças entre Manu e Jesus não são apenas coincidência. O historiador está convencido de que eles eram referidos como a mesma pessoa, mas citados por dois nomes: Rei Izas-Manu e [Rei] Jesus Emmanuel. Se ele estiver certo, a imagem da moeda seria o único retrato de Cristo.

Os resultados da pesquisa de Ellis foram publicados essa semana em seu livro “Jesus, Rei de Edessa”. O autor, de 59 anos, reconhece que suas conclusões são controversas e contradizem a história convencional de Cristo.


Ralph Ellis diz que moeda antiga comprova imagem do rosto de Jesus. (Foto: Reprodução/SWNS)

“A coroa tradicional dos monarcas de Edessan era, como pode ser visto nas moedas, uma coroa de espinhos trançada. O fato de Jesus ter sido o único condenado a usar uma coroa de espinhos aponta para uma ligação com este rei”, avalia o pesquisador.

“Minha teoria é que Jesus foi forçado a usar esta coroa na história bíblica porque ele, ou mais corretamente, o rei Izas Manu, tinha tentado derrubar os romanos”, Ellis acrescenta. “Tanto a coroa como o manto [que ele usou] eram declarações abertamente políticas, advertindo sobre novas revoltas contra Roma”.

Por outro lado, muitos estudiosos destacaram falhas em sua teoria, diante de algumas inconsistências no cronograma entre as vidas de Jesus e Manu. Alguns deles apontaram que a moeda síria era pertencente a Manu VIII, conhecido por ter vivido 70 anos após Izas Manu VI.

 

Fonte: http://guiame.com.br COM INFORMAÇÕES DE DAILY MAIL

 

 


Arqueólogos afirmam ter encontrado casa do profeta Eliseu

CBN

Publicado em 24/03/2014

                 arqueologos-encontram-casa-do-profeta-eliseu

Após o arrebatamento do profeta Elias, o profeta Eliseu assumiu o ministério em seu lugar. Eliseu foi ungido por Elias e permaneceu ao seu lado como discípulo por longo tempo. Eliseu tornou-se mestre de profetas e exerceu grande influencia política.

Pertencente a uma família abastada de Israel, Eliseu tornou-se um dos mais importantes profetas de Israel de todos os tempos. Além disso, foi usado na operação de milagres sobrenaturais, assim como na reestruturação do culto a Deus, combatendo heresias e modismos de sua época.

Em 2013 arqueólogos descobriram no sítio arqueológico de Tel Rehov, no Vale do Jordão, uma cidade com aproximadamente 3 mil anos de idade. Nesta cidade foi encontrado um edifício que acreditam ser a casa do profeta Eliseu. Foram 16 anos de escavações no sítio arqueológico e a casa do profeta seria uma das grandes descobertas do local.

Segundo Ami Mazar, arqueólogo que participou da escavação, a casa estava cheia de objetos diferenciados, que caracterizariam que o dono tinha ligações com o culto religioso de Israel, pois foram encontrados dois altares de cerâmica que eram usados para queimar incenso e oferecer ofertas a Deus.

Além disso, foram encontrados vasos de barro e recipientes provavelmente usados para servir alimento aos discípulos do profeta. As evidências é que os objetos não serviriam a uma família típica, mas provavelmente para uma comunidade, como a escola de profetas de Eliseu. A casa também tinha uma estrutura diferenciada das demais, pois, segundo explicou o arqueólogo, havia duas alas grandes, que estavam ligadas uma à outra por corredores e cada uma tinha uma saída para a rua. Geralmente as casas da época tinha apenas uma ala grande  e uma única saída.

Os altares encontrados na casa eram possivelmente usados em rituais de adoração a Deus, o que era tipicamente comum naquela época. Os pesquisadores também destacaram que havia uma mesa e um banco em um dos locais da casa.

A evidência mais importante encontrada no local das escavações foi um fragmento de cerâmica com o nome de Eliseu sobre ele, datado do século 9 a.C. Por conta das diversas características e do nome encontrado no local, os arqueólogos veem como forte o indício de que a casa pertencia ao profeta do Antigo Testamento. Com informações

Fonte: CBN. Via http://marcofeliciano.com.br 

 

 


Arqueólogos encontram evidências da vida e morte de Jesus, em Israel

Postado em: 20-03-2017

A Autoridade de Antiguidades de Israel apresentou neste domingo (19) dezenas de objetos datados no século I que permitem aos historiadores uma compreensão mais profunda sobre a vida e a morte de Jesus Cristo.


Imagem redimensionadaEntre os objetos descobertos recentemente na região de Jerusalém e na Galileia estão vasos, utensílios de cozinha, restos de lagares para o vinho, ossários com inscrições em hebraico e pregos das crucificações.

"Hoje podemos reconstruir, com precisão, muitos aspectos da vida diária do tempo de Cristo", disse Gideon Avni, diretor da divisão arqueológica da Autoridade de Antiguidades. "A cada semana, são descobertos novos elementos que permitem conhecer melhor este período".

Dentro de um armazém cavernoso onde são guardados alguns tesouros arqueológicos em Israel, há um antigo ossuário que contém o nome de Jesus. Segundo os arqueólogos, Jesus era um nome comum na Terra Santa há 2 mil anos — foram encontrados cerca de 30 ossuário inscritos com este nome.

 

No armazém de 5 mil metros quadrados, que abriga dezenas de jarros e cerâmicas antigas, os estudiosos conseguiram reproduzir uma mesa com achados do tempo de Jesus. Havia jarras e pratos de calcário que costumavam ser usados ??por judeus da época em Israel, como parte de sua prática para garantir a pureza dos alimentos.

Imagem redimensionadaTambém foi apresentada um ossuário que pertencia a um descendente do sumo sacerdote Caifás, citado no Novo Testamento por entregar Jesus Cristo às autoridades romanas para ser crucificado.

Também foi exibida a réplica do osso de um calcanhar perfurado por um prego de ferro com fragmentos de madeira, encontrado dentro de um ossuário judaico no norte de Jerusalém, datado no século I. Até o momento, é a única evidência encontrada de uma vítima da crucificação romana, enterrada de acordo com os costumes judaicos.

 

 

Descobertas israelenses

Imagem redimensionada

 

Israel é um dos lugares mais escavados do mundo — mais de 300 escavações ocorrem a cada ano, incluindo cerca de 50 expedições de países estrangeiros como Estados Unidos e Japão, segundo a Autoridade de Antiguidades.


A cada ano, cerca de 40 mil artefatos são desenterrados em Israel. Um terço de todas as antiguidades encontradas confirmam a antiga presença de cristãos na Terra Santa, segundo Avni. Hoje, os historiadores sabem quanto tempo durou as viagens de Jesus entre cidades e aldeias e como era a aparência desses lugares na época.

 

Fonte: Guia-me VIA http://folhagospel.com 

 


 

Estrada de mais de 2.000 anos que ligava o Império Romano a Jerusalém é descoberta no Oriente Médio

Por Merelyn Cerqueira 

Postado em 18/03/2017

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Uma antiga estrada que costumava ligar o Império Romano a Jerusalém há mais de 2.000 anos foi recentemente desenterrada por arqueólogos da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Apresentando 1,5 quilômetro de extensão, seu pavimento estava repleto de moedas enterradas com representações de figuras romanas, incluindo Pôncio Pilatos, conhecido por desempenhar um papel importante na crucificação de Jesus. 

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Chamada de “Estrada do Imperador”, ela possui cerca de seis metros de largura e foi descoberta próxima à vila de Mata, em uma região que estava sendo escavada para a construção de uma passagem de água para dentro de Jerusalém. De acordo com a arqueóloga que dirigiu a escavação, Irina Zilberbod, acredita-se que a estrada um dia tenha servido para ligar os assentamentos romanos de Eleutherópolis, em Bet Guvrin, a Jerusalém. A construção da trilhaparece ter ocorrido na época da visita do imperador Adriano ao país, em 130 d.C., ou ligeiramente mais tarde, durante a supressão da revolta de Bar Kokhba em 132-135 d.C.

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A presença de um monumento, uma pedra marcada que leva o nome do imperador Adriano, reforça a ideia de que a estrada fora construída durante seu governo. As moedas, por outro lado, foram encontradas presas dentro do pavimento. Entre elas, uma de 29 d.C., descrevia o governante da Judeia, Pôncio Pilatos, e outra está associada ao Ano Dois da Grande Revolta Judaica de 67 d.C.

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Até 2.000 anos atrás, a maioria das estradas do país eram trilhas improvisadas”, explicou Zilberbod. “No entanto, durante o Período Romano, como resultado das campanhas de militares, uma rede rodoviária nacional e internacional começou a ser desenvolvida de maneira inédita”. “O governo romano estava consciente da importância das estradas para o bom funcionamento do Império”, acrescentou ela, afirmando que além da Estrada do Imperador, havia outras rotas secundárias e igualmente úteis para o transporte de colheitas.

 

Grãos, óleo e vinho, que constituíam a principal base alimentar da época, eram transportados ao longo dessas rotas secundárias, entre aldeias vizinhas, e depois por estradas principais para serem distribuídos em grandes mercados de Israel ou outros países”, explicou.

 

Para o arqueólogo Amit Shadman, também membro da Autoridade de Antiguidades de Israel, a descoberta certamente despertará o interesse dos locais, mas será preservada. “Concordamos que a estrada será conservada como sítio arqueológico, em benefício do próprio público”, disse.

[ Daily Mail ] [ Fotos: Reprodução / Daily Mail ]

 

Fonte: http://www.jornalciencia.com  

 

 


Arqueólogos encontram a casa onde Jesus passou a infância, em Israel

Segundo o pesquisador, a propriedade foi construída com rochas de calcário, possui diversos quartos e uma escada.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE EXPRESS

O arqueólogo Ken Dark acredita que este é o lugar onde Jesus passou a infância. (Foto: Getty Images)
O arqueólogo Ken Dark acredita que este é o lugar onde Jesus passou a infância. (Foto: Getty Images)

Um pesquisador afirma ter encontrado a casa onde Jesus Cristo passou a infância junto com os pais, Maria e José, em Nazaré, no norte de Israel.

A residência foi explorada pela primeira vez na década de 1880 por freiras católicas, mas apenas em 2006 a casa foi datada no primeiro século.

Em um artigo na revista Biblical Archaeological Review, o arqueólogo Ken Dark, professor da Universidade de Reading, na Inglaterra, disse que não há “nenhuma boa razão” que comprove que esta não era a casa de Jesus.

A casa está localizada na região do Convento das Irmãs de Nazaré, próximo à Basílica da Anunciação. Segundo Dark, a propriedade foi construída com rochas de calcário, possui diversos quartos e uma escada.

“Foram feitos grandes esforços para envolver os restos desta construção dentro dos celeiros arqueados das igrejas bizantinas e cruzadas, que foram construídos para protegê-la”, disse Dark em seu artigo.

O pesquisador também descreve a vizinhança de Cristo que hoje abriga duas igrejas, entre elas a Basílica da Anunciação. "O outro edifício foi construído perto de uma abóbada que continha um manancial e os restos de dois túmulos”, disse Dark. "Entre estes dois túmulos, estava o local em que Jesus ressuscitou".

 

  


Arqueólogos encontram estátua de Ramsés II e Seti II no Cairo

Especialistas agora vão tentar extrair as peças restantes de ambas estátuas antes de restaurá-las

                             Arqueólogos encontram estátua de Ramsés II e Seti II no Cairo
Arqueólogos do Egito e da Alemanha encontraram uma maciça estátua de oito metros de altura submersa num lençol de água numa favela do Cairo que dizem provavelmente ser do faraó Ramsés II, que governou o Egito há mais de 3 mil anos.

A descoberta, saudada pelo Ministério de Antiguidades do Egito como uma das mais importantes da história, foi feita perto das ruínas de um templo de Ramsés II na antiga cidade de Heliópolis, localizada na parte Leste da moderna cidade do Cairo.

"Na última terça-feira eles me ligaram para anunciar a grande descoberta de um colosso de um rei, muito provavelmente de Ramsés II, feito de quartzito", disse o ministro de Antiguidades Khaled al-Anani à Reuters na quinta-feira no local da descoberta da estátua,

Mais poderoso e celebrado governante do Antigo Egito, o faraó também conhecido como Ramsés, o Grande, foi o terceiro da 19ª Dinastia do Egito, e reinou de 1279 a.C. a 1213 a.C.. Ele liderou diversas expedições militares e expandiu o Império Egípcio da Síria no Leste à Núbia no Sul. Seus sucessores o chamavam de “Grande Ancestral”.

"Achamos o torso da estátua e a parte de baixo da cabeça. Agora removemos a cabeça e encontramos a coroa, a orelha direita e um fragmento do olho direito", contou Anani.

Nesta quinta-feira, arqueólogos, autoridades, residentes locais e integrantes da imprensa puderam observar enquanto uma enorme empilhadeira puxava a cabeça da água. A expedição conjunta Egito-Alemanha também encontrou a parte de cima de uma estátua de calcário em tamanho natural do faraó Seti II, neto de Ramsés II, com 80 centímetros de comprimento.

O templo do Sol em Heliópolis foi fundado por Ramsés II, o que aumenta a possibilidade de ser dele a grande estátua, dizem os arqueólogos. Ele foi um dos maiores templos do Egito, com quase o dobro do tamanho de Karnak, em Luxor, mas foi destruído no período greco-romano. Muitos de seus obeliscos foram movidos para Alexandria ou Europa, e as pedras do sítio pilhadas e usadas em construções à medida que Cairo se desenvolveu.

Especialistas agora vão tentar extrair as peças restantes de ambas estátuas antes de restaurá-las. Se tiverem sucesso e o colosso provar ser de Ramsés II, ele será levado para a entrada do Grande Museu Egípcio, previsto para ser inaugurado em 2018.

 

 

Fonte: http://www.cpadnews.com.br 

 


 

Tábua de pedra do Templo de Salomão: fraude genial ou demonstração da verdade histórica da Bíblia?

  • Domínio Público/BBC

De um lado, aqueles que acreditam tratar-se da primeira evidência da existência do Templo de Salomão, descrito na Bíblia como "A Casa do Senhor". De outro, os que veem uma elaborada falsificação.

E no meio dessa polêmica, a chamada Tábua de Joás, peça de pedra encontrada em 2001 e que até hoje intriga cientistas e autoridades de Israel.

Mais de uma década depois, especialistas ainda não conseguiram responder à dúvida: o artefato é verdadeiro ou uma elaborada falsificação?

No livro sagrado, o Templo de Salomão é o local construído para abrigar a Arca da Aliança, cofre que guardaria as tábuas de pedra dos Dez Mandamentos e que teria desaparecido após a destruição do espaço, incendiado pelo exército do rei babilônio Nabucodonosor em 586 a.C.

A Bíblia faz referências à reconstrução do templo por Joás de Judá, que reinou em Jerusalém um século depois de Salomão.

"Joás disse aos sacerdotes: Todo o dinheiro consagrado que se costuma trazer à Casa do Senhor (...) recebam-no os sacerdotes, cada um da mão de seus familiares, e consertem os postigos do Templo onde quer que se achem fendas", diz o capítulo 12 de Reis 2.

A tábua encontrada também descreve em hebreu as obras feitas pelo rei: "Reparei a construção e fiz os reparos no templo e nos muros que o rodeiam".

BBC
Joás foi o 8º rei de Judá, o único que sobreviveu a massacre conduzido por sua avó paterna Atália

Autêntica ou falsa?

Após a descoberta, a Tábua de Joás foi encaminhada ao Serviço Geológico de Israel para que pudesse ser - ou não - autenticada.

Primeiro, examinaram a pátina, uma fina camada que se forma ao longo do tempo na superfície de uma rocha ou pedra pela interação de seus minerais com as substâncias químicas do ar, da água ou da terra.

Os geólogos logo notaram que a pátina era contínua na frente da pedra e nas letras da inscrição, o que significa que foram gravadas num passado distante.
Em seguida, com a técnica de datação de carbono, conseguiram precisar que a tábua tinha cerca de 2.3 mil anos.
Depois, os especialistas notaram que a composição química da pedra era a mesma das que estão presentes na região de Jerusalém.

 

BBC
A pátina é uma fina camada que se forma ao longo do tempo na superfície da pedra
E, finalmente, detectaram grânulos de ouro em sua superfície, precisamente o que se esperaria se a pedra estivesse no interior de um templo banhado de ouro, como descreve a Bíblia, durante um incêndio.

 

Em 2003, o Serviço Geológico declarou oficialmente que a tábua era genuína. O artefato foi então oferecido à venda ao Museu de Israel, que abriga boa parte dos tesouros do país.
Mas essa história não acabou aí.

O museu decidiu conduzir sua própria verificação da autenticidade da tábua. Nesse meio tempo, porém, tanto o objeto quanto o homem que o havia descoberto - cuja identidade ainda era misteriosa - simplesmente desapareceram.

A Autoridade de Antiguidades de Israel passou a investigar o caso e, nove meses depois, chegou ao colecionador Oded Golan, que é engenheiro.

Golan, por sua vez, insistiu que era apenas o intermediário de outro colecionador. Mas as autoridades suspeitaram: ele também era vinculado a outro artefato extraordinário descoberto dois anos antes, o Ossário de Tiago.

Frases modernas

No passado, judeus usavam ossários para armazenar restos mortais de familiares em cavernas e câmaras funerárias.

 

BBC
Tábua de pedra seria prova de que os escritos bíblicos são verdadeiros?
O ossário descoberto por Golan era especial por causa de uma inscrição que continha: "Tiago, filho de José, irmão de Jesus".

 

Devido a ela, foi declarado em 2002 a primeira evidência física da existência de Jesus Cristo, o que repercutiu em todo o mundo.

As autoridades fizeram buscas nas propriedades do colecionador e recuperaram tanto o ossário quanto a tábua - era hora de saber se ambas eram genuínas.
Desta vez, porém, formaram um comitê de linguistas e cientistas para examinar os objetos.

Parte dos linguistas disse ser uma falsificação. Eles encontraram na tábua anacronismos, ou seja, expressões em hebreu cujos significados eram diferentes daqueles da época do Templo de Salomão.

Mas outros especialistas afirmaram que se sabia tão pouco de hebreu antigo que era impossível definir se a peça era mesmo falsa.

O que dizia a pedra

O comitê recorreu então à geologia.

Yuval Goren, geoarqueólogo e diretor do Instituto Arqueológico da Universidade de Tel Aviv, encontrou evidências de que sofisticados falsificadores enganaram os especialistas.

Ele descobriu que a composição da pátina da parte de trás da tábua era diferente daquela da frente. Era formada de sílica, mineral não encontrado em Jerusalém, e tinha grânulos de fósseis marinhos, embora o Tempo de Salomão não estivesse próximo do mar.

Além disso, notaram que a pátina da tábua foi fabricada artificialmente - partículas de carbono antigo e grânulos de ouro foram adicionados à mão.

O ossário, por sua vez, era autêntico. Mas a inscrição nele, não.

Os cientistas confirmaram a autenticidade da primeira parte: "Tiago, Filho de José", datada da primeira metade do século 1 d.C. No entanto, a segunda parte, "Irmão de Jesus", foi adicionada pelo menos 20 séculos mais tarde.

Os resultados dessas e outras análises levaram a concluir que a tábua de pedra e o ossário eram elaboradas falsificações.

Algo que, porém, nunca chegou a ser um consenso completo.

Fraude com conhecimento de causa?

Para as autoridades, tratava-se de uma equipe de falsificadores com especialistas em várias disciplinas.

Quando a polícia prendeu Oded Golan e inspecionou suas propriedades, descobriu uma oficina com uma coleção de ferramentas, materiais e "antiguidades" sendo produzidas.

A evidência indicava que eles estavam lidando com uma operação numa escala muito maior do que pensavam.

Os investigadores descobriram que colecionadores de todo o mundo tinham pagado centenas de milhares de dólares por artefatos que vinham de parceiros de Oded Golan.

Dezenas desses objetos foram examinados por Yuval Goren - e todos eram, na sua visão, falsos.

Em seguida, surgiu o receio de que artefatos feitos pela equipe de falsificadores tivessem chegado aos grandes museus do mundo.

Alguns arqueólogos pediram à época que tudo o que tivesse chegado ao mercado nas duas décadas anteriores à revelação e que não tivesse certificado de origem claro deveria ser considerado falso.

Muitos desses objetos, como a tábua que deu início à investigação, foram fabricados aproveitando-se do desejo de muitos de confirmar os escritos bíblicos, diziam.

Em dezembro de 2004, Oded Golan foi acusado de falsificar e fraudar antiguidades e enfrentaria um julgamento que se estenderia por oito anos.

Em 2012, ele foi absolvido das acusações de falsificação e fraude, mas condenado por uma ofensa menor: a de possuir objetos suspeitos de roubo e venda de antiguidades sem licença.
Segundo o juiz, a acusação não conseguiu provar que os objetos eram falsos. E determinou que eles fossem devolvidos a Golan.

Caso não resolvido

Mas as dúvidas continuam até hoje.

Golan falou sobre a tábua de pedra ao jornal israelense Ha'aretz:

"Pode ser da época do rei Joás, do século 9; pode ser uma cópia feita mais tarde da pedra original que estava no templo; ou até uma tentativa de gravar na pedra os reparos que foram feitos; ou pode ser uma falsificação feita há apenas 100 anos. Realmente não sei."

E os especialistas continuaram dando opiniões.

Em 2016, o professor Ed Greenstein, da Universidade Bar-Ilan, de Israel, publicou uma atualização de seu artigo "A suspeita inscrição de Joás: um postmortem", no qual conclui:

"Nenhum livro das antigas inscrições em hebreu incluirá o chamado texto de Joás; nenhum historiador da antiga Israel jamais contará com a inscrição como fonte; nenhum gramático ou lexicógrafo de hebreu antigo incluirá palavras, frases ou formas que se encontrem na inscrição como dados autênticos."

No entanto, outros especialistas estão inclinados ao contrário. Chaim Cohen, da Universidade Ben Gurion, escreveu em 2009 que, se fosse comprovada a falsificação, seria "a falsificação mais brilhante de todas".

Enquanto isso, Ronny Reich, um dos fundadores da Autoridade de Antiguidades, ressaltou:

"A inscrição me parece autêntica, pois é difícil acreditar que um falsificador (ou um grupo de falsificadores) possa saber tanto de todos os aspectos - físico, palográfico, linguístico e bíblico - para produzir tal objeto."

 

Fonte: https://noticias.uol.com.br/ciencia 

 

 


 

Arqueólogos descobrem na Jordânia o que pode ser a igreja mais antiga do mundo

Postado em 17/02/2017

                          

JORDÂNIA. – Os arqueólogos encontraram na Jordânia o que eles creem ser os restos da primeira igreja cristã. Com cerca de dois mil anos, o espaço subterrâneo sob a Igreja de San. Jorge, em Rihab, próximo da fronteira com a Síria.

“Desenterramos o que pode ser a igreja mais antiga do mundo, que datada entre 33 e 70 d.C.”, comemorou Abdul Qader al-Hassan, coordenador do Centro de Estudos Arqueológicas de Rihab. 

Ele insiste que sua equipe tem evidências suficientes  para crer que “esta igreja abrigou os primeiros cristãos; e, provavelmente,  os 70 discípulos de Jesus Cristo.Há uma inscrição no sítio arqueológico que menciona  “os setenta amados por Deus”. Desta formas classifica a descoberta como “fascinante”.

Mencionados no livro de Atos dos Apóstolos, este grupo de 70 discípulos, segundo a tradição fugiram da perseguição em Jerusalém e foram para o que hoje é o norte da Jordania. Na região de Rihab há cerca de trinta locais de culto culto cristãos antigos, que mais tarde tranformaram-se na igreja de San Jorge, construídano ano de 230 d.C.

Sem dúvida, O espaço subterrâneo sob o templo revela que ali a igreja vivia e praticava a sua fé, escondida da perseguição dos governantes romanos. 

reivindicado pela Igreja Ortodoxa da Jordânia, o maior grupo de cristãos do país , a caverna  tem um espaço que seriam os antigo assento talhados em pedra  em uma área em forma de círculo que provavelmente era uma espécie de altar.

“A única divisão que separa o altar do setor público é uma parede com uma entrada”, disse Hassan,que ainda acrescenta: “A caverna tem também um túnel profundo que conduziria a uma fonte de água.

O bispo da arquidiocese da igreja  Ortodoxa grega, Archimandrita Nektarious, afirma que a descoberta é “um marco histórico importante para os cristãos de todo o mundo”. Lembrou também que a única estrutura “semelhante a esta, tanto na forma como no propósito,  encontra-se em Tessalônica, na Grécia”.

A caverna, que disputa o título de a igreja mais antiga do mundo, isto é,  Igreja Primitiva, começou a ser estudada em 2008, mas a Jordâne atualmente é predominantemente mulsumana,portanto é difícil difícil promover o turismo no local.

A antiguidade da  disputa

Ainda que ortodoxos jordanos reclamem para a caverna o título de “igreja mais antiga”, Israel descobriu em 2005 um lugar em Meguido, onde um mosaico indica a existência de um templo cristão utilizado nas primeiras décadas do século I pelo que pedem o mesmo  título de “iglesia más antigua en el mundo”.

Ali, no centro do lugar, há um altar com uma mesa, na qual era servido os elementos para a celebração da Ceia do Senhor. o mosaico usa a palavra grega que significa “mesa”, o que dá evidência de como eram las festas na antiguidade cristã. Também menciona um oficial do exército romano que seria responsávelpela construção do templo.

O sitio arqueológico possui  do lado direito várias inscrições mencionando quatro mulheres. À esquerda, a escritura menciona Ekeptos, a mulher que "doou essa mesa na celebração da Ceia do Senhor Jesus Cristo".

O mosaico mostra desenhos  de formas geométricas e mais o desenho de dois pés, um antigo símbolo do cristianismo,mas não há nenhuma cruz visível. Curiosamente, o local seencontraao lado do  Tel Meguido, o Armagedom, que é mencionado no Apocalipse como sede da batalha final.

 

Fonte: http://www.noticiacristiana.com 

 


 

As 10 maiores descobertas arqueológicas

bíblicas de 2016

por Jarbas Aragão

As 10 maiores descobertas arqueológicas bíblicas de 2016

Um número significativo de descobertas arqueológicas ocorreram em 2016. Muitas delas têm significado importante na história bíblica. A influente revista Christianity Today selecionou um “top 10”, com as mais relevantes, sendo que a maioria foi reproduzida pelo Gospel Prime ao longo do ano.

Papiro antigo que menciona Jerusalém

Um papiro que remonta ao século VII a.C. foi encontrado por ladrões em uma caverna no deserto da Judéia. Sua inscrição em hebraico diz: מא]מת. המלך. מנערתה. נבלים. יין. ירשלמה, [Da criada do rei, de Na’arat, jarros de vinho, para Jerusalém].

São apenas duas linhas de escrita, mas o texto faz parte de um documento que comprovava o pagamento de impostos ou uma transferência de bens para armazéns de Jerusalém. O motivo para a comemoração do achado arqueológico é por se tratar da “fonte extra bíblica mais antiga a mencionar Jerusalém em escrita hebraica”, afirma a Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI).

Veja vídeo

                           

 

Antiga instalação de produção de vidro

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A descoberta de uma antiga ‘fábrica de vidro’, perto da nova linha da Ferrovia do Vale de Jezreel fornece mais provas de que a Judeia era um centro de fabricação de vidro no mundo antigo. O local encontrado ao pé do Monte Carmelo era provavelmente uma das maiores produtoras de vidro da região durante o Império Romano.

Tesouro em navio afundado

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Um navio naufragou enquanto carregava centenas de objetos, fornecendo um tesouro raro mesmo para historiadores e arqueólogos.

O espólio inclui estátuas e moedas de bronze provenientes de um navio romano que afundou no mar Mediterrâneo. A c estava há pelo menos 1.600 anos no fundo do mar, perto do porto de Cesareia Marítima, em Israel.

Veja o vídeo

  

 

Palácio de Salomão em Gezer

                            

Ruínas de um palácio que data da época do rei Salomão foi descoberto no sítio arqueológico de Tel Gezer, em Israel. O local, que fica entre Tel Aviv e Jerusalém, é identificado com a cidade cananeia de Gezer, citada na Bíblia. Hoje abriga um parque nacional, que guarda muitos registros da vida ali 3000 anos atrás.

Em escavações recentes, uma equipe de arqueólogos americanos descobriu uma camada com cerâmica filisteia, o que confere com o relato bíblico sobre esse povo viver no local até ser derrotado pelo rei Davi (2 Samuel 5:25 e 1 Crônicas 14:16).

A edificação palaciana desenterrada em outra camada do sítio arqueológico remonta ao século 10 a.C, época em que viveu o rei Salomão. O complexo possui um grande pátio central, como o de palácios em Hatzor e Megido, onde o sucessor de Davi também tinha residências reais (1 Reis 9:15).

Centenas de tabuinhas romanas para escrita

Mais de 400 tabuinhas romanas foram encontradas em Londres, nos confins do antigo Império Romano. As mais antigas datam do ano 57 d.C.

Chamadas de “tabillas”, elas são de madeira e recobertas de cera, onde as escritas eram feitas com um tipo de caneta que riscava a superfície. A Bíblia menciona o uso das tabuinhas ao falar sobre Zacarias, o pai de João Batista, que utilizou uma em Lucas 1:63.

Piso do Segundo Templo

                                      

Os padrões geométricos das pedras e azulejos que formavam o piso dos pórticos do Templo judaico construído pelo rei Herodes foram identificados pelo Projeto Peneirar, que investiga toneladas de terra tiradas do Monte do Templo.

Frankie Snyder, especialista em pisos decorativos antigos e que trabalha com o projeto Peneirar ajudou a reconstruiu as peças. Ele explica que o estilo, chamado Opus Sectile, era distintivo de pisos exclusivos feitos na época. Basicamente eram pedras multicoloridas polidas e cortadas para compor uma diversidade de formatos geométricos.

Originalmente importados de Roma, da Ásia Menor, da Tunísia e do Egito, os mosaicos que formam o piso foram cortados em diferentes formas geométricas. Provavelmente foram feitos por artesãos estrangeiros e enviados para Herodes, o Grande pelo imperador Augusto.

Cemitério filisteu

Um cemitério dos filisteus, um dos maiores inimigos dos antigos israelitas, foi revelado após uma escavação em Ashkelon. Um dos grupos arqueológicos, a Expedição Leon Levy, anunciou a descoberta após três anos de trabalho no local.

                                 Time de arqueólogos extrai esqueletos da escavação em 28 de junho de 2016

                                 Imagem http://www.bbc.com                

Daniel Master, um dos chefes da escavação acredita que essa pode ser “a grande descoberta final” que ajudaria a esclarecer as origens e costumes dos filisteus. O cemitério tem cerca de 3 mil anos. São mais de 210 corpos num local inegavelmente ligado aos filisteus mencionados na Bíblia.

Para Master, a análise de DNA dos restos mortais poderá determinar a proximidade de parentesco com outros povos da região e apontar para as verdadeiras origens dos filisteus. Esta é uma questão com desdobramentos importantes, uma vez que pode mostrar como os palestinos modernos são incapazes de comprovar sua ascendência.

Caverna encontrada perto de Caná

Uma caverna foi descoberta Caná e Nazaré de onde rochas de calcário eram extraídas e transformado em copos, tigelas e frascos. Nos dias do Novo Testamento, o material, que lembra o mármore, era altamente valorizado por simbolizar a pureza ritual.

A proximidade do local com a cidade de Caná sugere que podem ter vindo de lá os jarros de água utilizadas durante o casamento em que Jesus esteve com seus discípulos. Segundo João 2: 1-11, ali ocorreu o primeiro milagre público, com a transformação de água em vinho.

Santuário pagão destruído pelo rei Ezequias

Classificando-as como “uma descoberta importante e incomum”, a Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI) afirmou que as escavações no Parque Nacional Laquis, no centro de Israel, revelaram um “santuário pagão” do período do Primeiro Templo, por volta do século 8 a.C.

                          As escavações aconteceram no Parque Nacional Laquis, localizado no centro de Israel. (Foto: Igor Kramerman)

No texto de 2 Reis 18: 4, lê-se que o rei Ezequias “Tirou os altos, quebrou as colunas, e deitou abaixo a Asera [postes sagrados]”.

Para ele, “esta é provavelmente a evidência mais clara da reforma religiosa atribuída ao rei Ezequias, quando os lugares de culto [altos] edificados fora da capital foram todos destruídos”.

Além de cortar as pontas do altar, Ezequias colocou uma espécie de vaso sanitário no lugar mais sagrado, selando assim o fim da adoração no alto, com a “maior profanação” possível. Na verdade, o “vaso” era uma pedra em forma de cadeira com um buraco no meio. Foi algo apenas simbólico, pois os testes mostraram que nunca foi usado.

Abertura do túmulo de Cristo

Segundo a tradição católica e ortodoxa o local que seria o túmulo em que Cristo foi colocado, foi aberto em outubro. A pedra, localizada no interior de uma Igreja em Jerusalém, não era vista desde o ano de 1555, quando foi construída uma “edícula” no local.

O local originalmente era um altar e ficava no centro da Basílica do Santo Sepulcro – uma das igrejas mais antigas do mundo, construída em 325 d.C. a mando do imperador Constantino.

Feita de mármore, a estrutura fica sobre uma plataforma de pedra calcária, onde o corpo de Jesus teria repousado após a crucificação. Apesar de contestada por estudiosos, o local é visitado anualmente por milhares de peregrinos cristãos.

“Parece ser uma prova visível de que a localização do túmulo não mudou ao longo do tempo, algo que os cientistas e historiadores se perguntaram por décadas”, disse Fredrik Hiebert, arqueólogo da National Geographic, que transmitiu o processo de abertura da tumba.

 

Fonte: http://www.christianitytoday.com Via gospelprime

 


 

Veja 10 descobertas da Arqueologia Bíblica feitas em 2015

As descobertas arqueológicas que vieram a público em 2015 renderam novas informações sobre eventos e personagens bíblicos.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIANITY TODAY

Publicado em 14/01/2017

                 Uma marca do selo do rei bíblico Ezequias foi encontrada por arqueólogos israelenses da Universidade Hebraica de Jerusalém. (Foto: Reprodução)
Uma marca do selo do rei bíblico Ezequias foi encontrada por arqueólogos israelenses da Universidade Hebraica de Jerusalém. (Foto: Reprodução)

As descobertas arqueológicas que vieram a público em 2015 renderam novas informações sobre eventos e personagens bíblicos.

Abaixo estão as 10 principais escavações que aconteceram nas terras da Bíblia.

10. A cabeça do ídolo de Bete-Semes

Um menino israelense estava em um piquenique com sua família nas ruínas da cidade bíblica de Bete-Semes quando encontrou o que parecia ser a pequena cabeça de uma estátua. O garoto mostrou a peça a um guia turístico israelense, que o incentivou a levar o achado às Autoridades das Antiguidades de Israel — e assim ele fez.

A cabeça era de uma deusa da fertilidade, provavelmente Asherah, datada do século 8 a.C.

9. O mosaico da menorá bizantina

Em 2015, uma escavação na sinagoga Bizantina Horvat Kur,localizada no Mar da Galileia, revelou um mosaico que descreve uma menorá em um projeto original da lâmpada a óleo. Esse projeto é parte de uma das várias sinagogas que foram escavadas perto do epicentro do ministério de Jesus, oferecendo novas suposições sobre as comunidades de culto nos séculos depois de Jesus.

8. O local do palácio de Herodes

No início do ano, arqueólogos anunciaram as escavações de uma antiga prisão turca perto de Jerusalém. O Portão de Jaffa seria aberto ao público através de visitas guiadas. Acredita-se que este tenha sido o local do palácio de Herodes há 2 mil anos e, possivelmente, o local do julgamento de Jesus diante de Pilatos.

7. Portão de Ferro em Gate

Escavadores de Tell es-Safi (a cidade filistéia de Gate) fizeram muitas descobertas em mais de 20 anos de escavações. Mas em 2015, eles encontraram o portão monumental de Gate, cidade que abrigava de Golias (o seu mais famoso residente). É um dos maiores portões da cidade já encontrados em Israel, atestando a importância da região há 3 mil anos.

6. Raro selo no Monte do Templo

Há dez anos, o turista russo Matvei Tcepliaev participou do Projeto de Triagem no Monte do Templo em Jerusalém. Em meio à sujeira das escavações em 1999, ele descobriu um selo datado no tempo do Rei Davi e dos jebuseus, há 3 mil anos. Arqueólogos consideraram este um "achado raro" daquele período da história de Jerusalém.

5. Nome de Es-Baal em Khirbet Qeiyafa

Este ano, escavadores anunciaram sua descoberta em Khirbet Qeiyafa feita em 2012, de um velho frasco de 3 mil anos inscrito com o nome de Es-Baal. Este não é o mesmo Es-Baal citado em 1 Crônicas 8:33 como um dos filhos do rei Saul, mas é uma única menção do nome em registros antigos.

4. Vaso de barro cananeu

As escavações em Laquis, realizadas em 2014, descobriram um óstraco (fragmento de um vaso de barro) datado em 1.130 a.C. O significado das nove letras inscritas não é claro, mas os escavadores dizem que elas fornecem informações importantes sobre o desenvolvimento do alfabeto cananeu e, finalmente, do hebraico, grego e latino.

3. Selo de Ezequias

Em 2009, as escavações realizadas em Ofel, uma área próxima ao Monte do Templo, em Jerusalém, descobriram um selo de argila impresso com a marca do Rei Ezequias. "É a primeira impressão do selo de um rei israelita ou da Judeia  exposta em um local de escavação arqueológica científica", relatou a Universidade Hebraica.

Depois de muitos meses, os pesquisadores conseguiram decifrar, com precisão, o que estava inscrito no selo: "Pertencente a Ezequias, filho de Acaz, rei de Judá."

2. A casa de Jesus de Nazaré

O professor Ken Dark, da Universidade de Reading no Reino Unido, analisou os resultados de trabalhos arqueológicos que foram negligenciados, realizados em 1936 no convento das Irmãs de Nazaré.

Embora seja impossível dizer que os restos da casa que existem no local pertenciam à casa de Jesus durante sua infância, Dark diz que é claramente o lugar que os cristãos da época bizantina acreditavam ser a casa de Jesus.

1. Pergaminho carbonizado de Levíticos

Em 1970, arqueólogos descobriram os restos carbonizados de um rolo de pergaminho nas ruínas de uma sinagoga Bizantina em Ein Gedi, ao longo da costa ocidental do Mar Morto. Era inconcebível, na época, que este briquete de carvão em forma de charuto poderia revelar seu conteúdo.

Mas no último verão, o professor da Universidade de Kentucky, Brent Seales, usou um software de imagem digital que realizou uma tomografia computadorizada do pergaminho. Arqueólogos israelenses ficaram surpresos ao ver que os oito primeiros versículos do livro bíblico de Levítico estavam inscritos na peça, datada em 1.500 anos de idade.

A tecnologia de Seales para decodificar tomografias de textos antigos carbonizados pode abrir a porta para recuperar muitos mais documentos antigos, incluindo uma biblioteca inteira de uma villa romana destruída pela erupção do Monte Vesúvio em 73 a.C, bem como documentos de papiro descartados usadas para criar invólucros de uma múmia egípcia.

 

Fonte: http://guiame.com.br 

 


 

Achado confirmaria o Êxodo: Arqueólogo encontra o lugar onde Deus falou a Moisés pela primeira vez

Um arqueólogo egípcio afirma ter encontrado o local exato onde Deus falou a Moisés, como o local diz Israel World News.

Um arqueólogo egípcio afirma ter encontrado o local exato onde Deus falou a Moisés, como o local diz Israel World News. O pesquisador disse que encontrou o lugar onde Deus falou a Moisés e ordenou: "Tire os sapatos porque o lugar onde estás é Terra Santa."

Abdul Rayhan disse  que o Mount Sharia, também conhecido como Monte Sinai, junto ao Mosteiro de St. Catherine, na parte sul da Península do Sinai, no Egito, é o lugar onde ocorreu o encontro.

"Todos os estudos confirmam que este é realmente o lugar onde Deus falou com Moisés:" Disse Rayhan, gerente geral de pesquisa, estudos arqueológicos e publicações científicas do Sinai.

sarça ardente

De acordo com seus estudos, no Mosteiro de Santa Catarina há um tipo de arbusto que se acredita ser a sarça ardente, quando Deus apareceu pela primeira vez a Moisés. Embora as tradições locais confirmem essa afirmação, nenhum outro arqueólogo apresentou tais alegações. Além disso, no judaísmo e na tradição oral, a localização bíblica identificada como o lugar da sarça ardente registrado no livro de Êxodo é o Monte Horeb.

É importante notar que na história da Al-Arabiya diz que o primeiro encontro entre Deus e Moisés é contada nos livros sagrados do cristianismo e do islamismo, mas não mencionou a fonte original além dos livros milenares - a Bíblia judaica.

 

http://www.tiempocristiano.com 

 


 

MISTÉRIO: AFRESCO DE ESTRELA DE 6000 ANOS É REVELADO EM JERUSALÉM

                    Publicado em 09/12/2016

                        afresco-da-estrela

O afresco de uma estrela enigmática de 6000 anos foi descoberto na década de 30 na região de Tuleilat el-Ghassul na Jordânia e até agora estava sendo restaurada nos porões da Autoridade de Antiguidades de Israel ainda é um grande mistério para os arqueólogos e pesquisadores.

Fotografia: Autoridade de Antiguidades de Israel

Os arqueólogos ainda não tem uma resposta clara para o seu significado ou o seu uso, pois a preservação de pinturas como é um tanto rara, mas agora todos poderão vê-la na Cidadela de Arqueologia do Estado de Israel em Jerusalém.

A estrela de pontas foi encontrada com outros murais encontrados na sala de uma casa é composta de quatro cores diferentes baseada nos materiais que foram extraídos so de solo.
Os estudiosos acreditam esta estrela pode ter sido usados em rituais, representando divindades cujas características não são verdadeiramente conhecidas. Nenhuma outra pintura deste período de tanta riqueza e precisão já foi encontrado nesta região.

Depois que a estrela foi descoberta ela foi removida por estudiosos e colocada em uma caixa de madeira especialmente construída para ela. Em 1939 chegou no Museu Rockefeller, em Jerusalém Oriental, onde estava colocada no departamento de antiguidades do governo do Mandato Britânico.

Segundo Jacques Nagar, chefe de conservação artística da Autoridade de Antiguidades, a estrela não foi movida até 2015. A maioria dos arqueólogos estudaram-na ao longo dos anos com base em uma cópia do Instituto Pontifício de Jerusalém. A maioria dos arqueólogos acreditavam que a estrela original havia se desintegrado ou desaparecido no mercado de antiguidades internacional.

Em 1967, quando Israel tomou Jerusalém Oriental dos jordanianos na Guerra dos Seis Dias, o Museu Rockefeller e seus tesouros seus foram disputado por Israel. O baú contendo a estrela não deixou o local e estava coberto pela poeira e assim foi até houve uma decisão para tentar restaurá-la e colocá-la em exposição no novo edifício Arqueológico.

Tuleilat el-Ghassul é um sítio arqueológico na Era de Bronze na Jordânia, quando a cultura da região era predominantemente Caananita. É bem provável que estejamos diante da uma imagem de adoração que até agora era conhecida de forma misteriosa e em pouquíssimas citações, a Estrela de Refan, uma espécie de amuleto mágico da antiguidade que aparece na Bíblia como um dos motivos do paganismo dos Hebreus.

Antes tomastes o tabernáculo de Moloque,E a estrela do vosso deus Renfã, figuras que vós fizestes para as adorar.Transportar-vos-ei, pois, para além da Babilônia.

Atos 7:43

Antes levastes a tenda de vosso Moloque, e a estátua das vossas imagens, a estrela do vosso deus, que fizestes para vós mesmos.

        Amós 5:26

 

Fonte: http://www.cafetorah.com 

 

 


 

ESTUDANTE DECOBRE MOEDA DE OURO DE 1.200 ANOS EM ISRAEL

 

  Postado em 25/11/2016

  Israel

A estudante Dor Yagev, da Upper Galilee Leadership Academy, quase não acreditou no que encontrou no seu primeiro dia como voluntária em uma escavação arqueológica na cidade de Kafr Kana, no entorno de Nazaré, ao norte de Israel: uma moeda de ouro com cerca de 1.200 anos.

— Durante a coleta do solo com a colher, eu vi uma moeda brilhante — contou Dor. — Quando eu percebi o que era, comecei a gritar e todos ficaram entusiasmados.

A moeda foi datada por pesquisadores da Autoridade Israelense de Antiguidades como sendo do início do período islâmico, entre os anos de 776 e 777 da Era Comum, quase um século após a conquista muçulmana do Levante. A moeda possui inscrições em árabe retratando a crença em um só Deus e o nome do profeta Maomé.

Além da moeda de ouro, os estudantes encontraram outras moedas de prata. A descoberta aconteceu no início do mês, como parte de um programa realizado pela Autoridade Israelense de Antiguidades com academias paramilitares num sítio arqueológico na entrada de Kafr Kana, onde será construído um estacionamento.

— É uma experiência de vida — disse Sylvia Aisliin, professora de História que acompanhava o grupo de estudantes. — É muito importante que as crianças sejam expostas ao trabalho arqueológico. Eles são curiosos e querem aprender mais sobre o passado.

De acordo com Robert Cole, pesquisador da Autoridade Israelense de Arqueologia, quando moedas como essa são encontradas, normalmente elas fazem parte de algum tesouro. No passado, uma simples moeda dessas valia muito dinheiro. Com apenas quatro delas era possível comprar uma casa no vilarejo.

— A excitação não ficou reservada aos estudantes, também contagiou os arqueólogos já que é bastante incomum encontrar uma moeda de ouro durante as escavações — disse Cole. — Assim como hoje as pessoas não encontram uma nota de cem euros na rua, as pessoas guardavam bem o seu dinheiro. Fonte: Extra_Globo

 

Convocatória Igreja: Vamos estar em Israel no Jubileu reunificação de Jerusalém em 2017.

CARAVANA JUBILEU DE JERUSALÉM – CIDADE DE OURO 50 ANOS – saiba mais aqui_eu vou

 

Fonte: http://sherutisrael.com 

 

 


 

Encontrada prova de general citado na Bíblia

 

                            

Com a exceção de reis antigos, é pouco freqüente encontrar provas da existência de personagens que aparecem na Bíblia [na verdade, há muitos achados que confirmam a existência de vários personagens bíblicos], mas um pesquisador encontrou ( Notícia de setembro 2015), no Museu Britânico, vestígios do general babilônio Nebo-Sarsequim, citado no livro sagrado do cristianismo [e do judaísmo].

O especialista na civilização assíria Michael Jursa descobriu uma pequena tabuleta de argila na qual o general é citado, informou hoje o Museu Britânico. Segundo a Bíblia, ele tomou parte no ataque a Jerusalém.

A tabuleta data de 595 a.C. e trata de uma oferenda de ouro apresentada por Sarsequim no templo principal da Babilônia, provavelmente em honra aos deuses. O objeto, gravado com escrita cuneiforme, a mais antiga conhecida pelo homem, é anterior à destruição de Jerusalém pelo Império da Babilônia, em 587 a.C.

De acordo com o capítulo 39 do Livro de Jeremias, Sarsequim esteve ao lado de Nabucodonosor, o rei de Babilônia, no ataque a Jerusalém.

Jursa, catedrático associado da Universidade de Viena, tem estudado tabuletas no Museu Britânico desde 1991. “Ler tabuletas babilônicas é, às vezes, muito trabalhoso, mas também muito gratificante”, disse o especialista, em comunicado divulgado pelo museu.

Atualmente, apenas alguns estudiosos no mundo todo são capazes de decifrar a escrita cuneiforme, utilizada no Oriente Médio entre 3.200 a.C. e o século II d.C.

O Museu Britânico conta com mais de 100 mil tabuletas com inscrições, que são revisadas pelos especialistas.

Fonte: Terra VIA http://www.cacp.org.br 

 


 

            Manuscritos do Mar Morto

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A maior evidência histórica da autenticidade bíblica são os Manuscritos do Mar Morto. Os MM são uma grande quantidade de documentos encontrados em várias cavernas próximas ao Mar Morto, na Palestina. Foi provavelmente em 1947 que surgiram os primeiros deles numa caverna em Wadi Qumran, situada nas escarpas ocidentais do norte desse mar. Depois disso, foram achados outros tantos fragmentos de rolos de papiro e até livros inteiros, como o de Isaías. Paul Frischauer escreveu o seguinte em seu livro Está Escrito – Documentos que Assinalaram Épocas (p. 105) sobre o Rolo de Isaías: “O texto mais antigo em língua hebraica, o Rolo de Isaías, encontrado em 1947 em Ain Fekskha, no Mar Morto, provém de uma época ao redor do ano 100 antes da nossa era. Seu conteúdo confere, palavra por palavra, com os trechos textuais correspondentes do Códex Petropolitanus, escrito no ano 916 da nossa era e que, antes do achado de Isaías, era tido como o mais antigo original em língua hebraica do Velho Testamento.”

A esse acervo de documentos deu-se o nome de Manuscritos do Mar Morto. E “os Manuscritos do Mar Morto são, talvez, o acontecimento arqueológico mais sensacional do nosso tempo!”[1] Os estudos demonstraram que esses manuscritos foram escritos no período que vai do século 2 a.C. até o século 2 d.C., portanto, cerca de duzentos anos antes do tempo de Jesus Cristo, e cerca de 1000 anos antes da cópia mais antiga até então.

Esse fato é, também, confirmado pelo pesquisador Hugh J. Schonfield, no livro A Bíblia Estava Certa – Novas Luzes Sobre o Novo Testamento. Ali, na página 39, o autor diz: “Quando os pergaminhos do Mar Morto foram desencavados de uma gruta em Khirbet Qumran, lá pelas margens do noroeste daquele mar, o primeiro de todos a ser desenrolado e examinado em Jerusalém, em 1948... era precisamente um dos livros, ou rolos, do profeta Isaías. Perpassou por todo o orbe um calafrio ao fazer-se saber que esse manuscrito datava de cerca de 100 anos antes de Cristo. Era um milênio mais antigo do que qualquer cópia conhecida.” O manuscrito mais antigo, no entanto, é um fragmento do livro de Samuel, do ano 225 a.C., achado na caverna número 4.

A datação do edifício principal de Khirbet Qumran foi facilitada pelo fato de que muitas moedas foram ali achadas. Como de Vaux observou, “as datas são confirmadas [também] pela cerâmica em diferentes partes do edifício” (Citado por S. J. Schwantes, em Arqueologia, p. 135).
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Já foram encontrados fragmentos de todos os livros da Bíblia, exceto Ester. E o fato de que há somente variações mínimas entre o texto dos manuscritos de Qumran e o texto tradicional do Antigo Testamento, testemunha do cuidado extremo com que o texto hebraico foi transmitido de geração em geração. “As variações têm que ver em geral com ortografia, divisão de palavras e substituição de uma palavra por um sinônimo, etc., mas não afetam o sentido fundamental do texto” (Ibidem, p. 136).

Durante alguns anos, a tradução dos manuscritos permaneceu restrita a um reduzido número de especialistas, o que trouxe algumas suspeitas. Felizmente, em novembro de 1991 a biblioteca Huntington, da Califórnia, acabou com as especulações, tornando públicas fotocópias de todos os fragmentos. Com isso, a exclusividade sobre o material trancafiado em Jerusalém perdeu o sentido. Venceu a transparência.

No livro Para Compreender os Manuscritos do Mar Morto (Ed. Imago, 1993), à página 150, Frank Moore Cross afirma que “Willian Foxwell Albright, o mais notável arqueólogo especializado em Oriente Próximo e epigrafista hebraico da sua geração, imediatamente saudou o achado como a maior descoberta de manuscritos dos tempos modernos”.
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      Frank Moore Cross

E esses manuscritos, “longe de apontar contradições oriundas de copistas descuidados ou erros que empanassem a verdade do Livro de Deus, confirmaram tudo o que se encontra na nossa Bíblia hoje”.[2] “Graças aos rolos do Mar Morto, reaprendemos a ler o Antigo e o Novo Testamentos. O próprio Jesus, com Suas reações frente a temas tão diversos quanto a pureza, a monogamia, o divórcio, torna-Se mais compreensível. Porque os textos evangélicos reencontraram um pano de fundo histórico, um país, um território.”[3] “Os famosos Manuscritos do Mar Morto trouxeram tantas evidências em favor da exatidão das cópias da Bíblia que possuíamos, que as críticas feitas às Escrituras Sagradas perderam completamente sua razão de ser e algumas delas caíram até no ridículo.”[4]

(Extraído do livro A História da Vida, de Michelson Borges)

Referências:

1. Avrahan Negev, Ed. Arqueological Enciclopedia of the Holy Land. Weindenfeld and Nicholson, p. 89, Londres, Jerusalém, 1972. Obs.: Negev lecionou Arqueologia Clássica no Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém.

2. Dr. Renato E. Oberg. A Nossa Bíblia e os Manuscritos do Mar Morto, p. 55 e 56, Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira.

3. André Carquot, professor de estudos semíticos do Collège de France. Artigo: “Segredos do Mar Morto”. Revista Nova Ciência, número 25, 1995, p. 49.

4. Dr. Renato E. Oberg. Op. cit., p. 15.

 


 

Descoberta pode ajudar a reescrever

história cristã

Postado em 05/11/2016        

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Uma antiga coleção de 70 livros pequenos, cada um com 5 a 15 páginas de chumbo, pode desvendar alguns segredos dos primórdios do cristianismo. Para os estudiosos de religião e de história, trata-se de um tesouro sem preço. Ziad Al-Saad, diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia chegou a dizer que pode ser a "descoberta mais importante da história da arqueologia". Embora ainda estejam divididos quanto à sua autenticidade, especialistas acreditam que se trata da maior descoberta da arqueologia bíblica desde que foram encontrados os Rolos do Mar Morto, em 1947. Os livros foram descobertos há cinco anos em uma caverna (foto) em uma região remota da atual Jordânia. Acredita-se que pertenciam a cristãos que fugiram após a queda de Jerusalém no ano 70 d.C. Documentos importantes do mesmo período já foram encontrados no mesmo local.

Testes iniciais indicam que alguns desses livros de metal datam do primeiro século. A estimativa é baseada na forma de corrosão que atingiu o material, algo que especialistas acreditam ser impossível reproduzir artificialmente. Quando os estudos forem concluídos, esses livros podem entrar para a história como alguns dos primeiros documentos cristãos, antecedendo até mesmo os escritos atribuídos ao apóstolo Paulo.

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A maioria das páginas desses livros metálicos é do tamanho de um cartão de crédito. Os textos estão escritos em hebraico antigo, sendo a maior parte em um tipo de código. O britânico David Elkington, acadêmico de arqueologia e de história religiosa antiga, foi um dos poucos a ter examinado os livros. Ele acredita que essa pode ser "a maior descoberta da história cristã". "É algo de tirar o fôlego pensar que temos acesso a objetos que podem ter pertencido aos santos dos primórdios da Igreja", disse ele.

Após ter sido descoberto por um beduíno da Jordânia, o tesouro foi adquirido por um beduíno israelense, que está sendo acusado de contrabandeá-lo para Israel, onde está hoje. O governo jordaniano está tentando repatriar as relíquias, mas sem sucesso.

Philip Davies, professor emérito de estudos bíblicos da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, disse haver fortes evidências de que os livros têm uma origem cristã e mostram mapas da Jerusalém do primeiro século. "Há obviamente imagens cristãs. Há uma cruz em primeiro plano, e por trás dela o que tem pode ser o túmulo [de Jesus], uma pequena construção com uma abertura, e atrás disso os muros da cidade… É uma crucificação cristã que ocorreu fora dos muros da cidade."

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A doutora Margaret Barker, ex-presidente da Sociedade de Estudos do Antigo Testamento, explica: "O livro do Apocalipse fala de um livro selado que seria aberto somente pelo Messias. Outros textos da época falam sobre livros de sabedoria selados e de uma tradição secreta transmitida por Jesus aos seus discípulos mais próximos. Esse é o contexto dessa descoberta. Sabe-se que, pelo menos em duas ocasiões, grupos de refugiados da perseguição em Jerusalém rumaram para o leste, atravessaram a Jordânia, perto de Jericó e foram para a região onde esses livros agora foram achados."

Para ela, outra prova de que o material é cristão e não judaico é o fato de os escritos estarem em formato de livros, não de pergaminhos. "Os cristãos estão particularmente associados com a escrita na forma de livros. Eles guardavam livros como parte de uma tradição secreta do início do cristianismo… Caso se confirmem as análises iniciais, esses livros poderão trazer uma luz nova e dramática para a nossa compreensão de um período muito significativo da história, mas até agora pouco conhecido."

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Ela se refere ao período entre a morte de Jesus e as primeiras cartas do Apóstolo Paulo. Há referências históricas a alguns desses acontecimentos, mas quase nenhum material deixado por quem realmente vivenciou o surgimento da igreja cristã. Essa descoberta sanaria muitas das dúvidas levantadas por outros estudiosos sobre a veracidade dos relatos da existência do que comumente é chamado de "o Jesus histórico".

(Michelson Borges)

 

Fonte: http://www.missaojovem.org

 

 


 

Laquis - descoberta arqueológica

incrível revela veracidade da Bíblia

Painel de Laquis que foi descoberto em Nínive, se encontra hoje no Museu Britânico em Londres. Relato do cerco de Senaqueribe.

Postado em 01/11/2016

     painel-de-laquis  Laquis

Mais uma vez em ISRAEL, as páginas da Bíblia estão sendo reveladas através da Arqueologia Moderna.

Em uma nota especial a imprensa, a Autoridade de Antiguidades, o órgão responsável pelas arqueologia e as escavações que são feitas no Estado de Israel a revelação é estarrecedora:

Encontramos indícios de um templo portal da época do primeiro templo em Tel Lakhish, a cidade bíblica de Laquis.

Além do templo, um altar de sacrifícios que foi quebrado durante o período em que o Rei Ezequias fez a reforma e a destruição de todos os locais de cultos fora de Jerusalém, os indícios confirmam o relato bíblico de forma impressionante.

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Escavação junto ao portal da cidade

O Livro de Reis está ressuscitando historicamente: A guerra contra a idolatria promovida pelo Rei Ezequias ganha provas históricas confirmadas, com a descoberta do “Temple do Portal” período do Primeiro Templo.

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Pontal de altar quebrada

Entre outras descobertas: Um Altar de Sacrifícios que foi violado(quebrado) e um banheiro contudo no lugar e projetado para contaminar a área, tornando-o impróprio para a adoração idólatra.

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Selo do Rei de Hebron

Além disso foi descoberto mais um selo com a inscrição “o Rei de Hebron”, e descobertas mais evidências das batalhas travadas entre os judeus e Senaqueribe.

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Privada construída no século VIII a mando de Ezequias para contaminar o local e eliminar o uso do templo fora de Jerusalém

Pesquisadores Autoridade de Arqueologia de ISRAEL: “Estas são evidência fundamentais que comprovam a veracidade histórica da Bíblia”

Abaixo, ruinas do palácio de Roboão, filho de Salomão em Laquis, no sul de ISRAEL.

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 Fonte: http://www.cafetorah.com 

 

 

 


 

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Mais uma descoberta de tirar o fôlego na Cidade Santa, Jerusalém. Os arqueólogos da Autoridade de Antiguidades de Israel anunciaram que encontraram em um bairro ao norte da cidade velha, cerca de 2 quilômetros distante das muralhas de hoje, nada menos que a terceira muralha de Jerusalém.

Os relatos sobre a terceira muralha aparecem nos relatos de Flávio Josefo sobre a invasão, conquista e destruição da capital de Israel, Jerusalém, durante o ano 70. A descoberta que está lançando luz sobre um dos períodos mais sombrios da história de Israel, está revelando também outros detalhes que demonstram a precisão do relato de Josefo, junto a parede da muralha com uma largura de mais de 1 metro e 90 cm, os arqueólogos encontraram milhares de balistras, ou seja, pedras redondas que eram atiradas pelas catapultas.

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No local se encontraram também pedaços de cerâmica quebrada que revelaram a idade do local com precisão, ou seja, o ano 70 da era cristã.

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Além das pedras utilizadas nas catapultas e de parte da terceira muralha de Jerusalém, os arqueólogos encontram outros importantes artefatos relacionados com a batalha descrita por Flávio Josefo como pontas de lanças e flechas do mesmo período.

Por muito tempo os arqueólogos procuravam indícios da terceira muralha e até agora sem sucesso, esta é a primeira vez que eles estão pondo as mãos em um muro e artefatos exatamente como descrito no relato de Flávio Josefo. Agora, o pior é que ainda tem gente que tem coragem de negar de que Jerusalém é uma cidade judaica.

 

Fonte: http://www.cafetorah.com

 

 


 

25 novos Manuscritos do Mar Morto são revelados

Mais de 25 fragmentos inéditos do que podem ser chamados de “Manuscritos do Mar Morto”, datando de 2.000 anos, foram revelados recentemente em dois livros.
Os vários fragmentos compreendem trechos de livros como Gênesis, Êxodo, Levítico, Deuteronômio, Samuel, Reis, Miqueias, Neemias, Jeremias, Joel, Josué, Juízes, Provérbios, Salmos, Ezequiel, Jonas e outros.
Especialmente, nenhum fragmento do Livro de Neemias jamais havia sido encontrado nas cavernas de Qumran, onde os primeiros Manuscritos do Mar Morto foram descobertos. Se este fragmento for autenticado, seria o primeiro.

Corrida contra o tempo
Os 25 fragmentos recém-divulgados são apenas a ponta do iceberg. 70 recém-descobertos apareceram no mercado de antiguidades desde 2002. O ministro encarregado da Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA, na sigla em inglês), juntamente com um número de estudiosos, acredita que há pergaminhos desconhecidos sendo encontrados por saqueadores em cavernas por todo o deserto da Judéia.
O IAA está patrocinando uma nova série de pesquisas científicas e escavações para encontrar estes pergaminhos antes dos saqueadores.

Manuscritos do Mar Morto
Os Manuscritos ou Pergaminhos do Mar Morto foram descobertos entre 1947 e 1956 em uma série de 11 cavernas no sítio arqueológico de Qumran, no deserto da Judéia, perto do Mar Morto. Durante esse tempo, arqueólogos e beduínos locais encontraram milhares de fragmentos de cerca de 900 manuscritos.
Alguns dos beduínos venderam seus pergaminhos através de um negociante de antiguidades chamado Khalil Iskander Shahin, que atendia pelo nome de “Kando”. Shahin morreu em 1993 e seu filho William Kando agora dirige sua empresa.
Muitos estudiosos acreditam que os documentos foram escondidos nas cavernas por volta de 70 dC, durante uma revolta judaica contra o Império Romano. Eles podem ter sido escritos por uma seita conhecida como essênios.
O Qumran e suas cavernas estão localizados na Cisjordânia, um território capturado por Israel da Jordânia durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967. A Jordânia, por vezes, tem afirmado que os documentos históricos pertencem a ela.
Embora o termo Manuscritos do Mar Morto geralmente refira-se aos pergaminhos encontrados em Qumran, houveram outros encontrados em diferentes locais no deserto da Judéia.

Os colecionadores
Os 25 fragmentos recém-publicados foram comprados por dois colecionadores.
Entre 2009 e 2014, Steve Green, dono da Hobby Lobby, comprou 13 dos fragmentos, que ele doou, juntamente com milhares de outros artefatos, para o Museu da Bíblia em Washington, EUA.
Uma equipe de estudiosos publicou detalhes desses fragmentos doados no volume do livro “Dead Sea Scrolls Fragments in the Museum Collection” (Brill, 2016).
Não se sabe com certeza a proveniência destes documentos. “Alguns destes fragmentos devem ter vindo de Qumran, provavelmente da caverna 4, enquanto os outros podem ter derivado de outros locais no deserto da Judéia”, escreveu Emanuel Tov, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, no livro.
Martin Schøyen, um coletor da Noruega, possui os outros fragmentos, cujo conteúdo foi detalhado no livro “Gleanings from the Caves: Dead Sea Scrolls and Artefacts from The Schøyen Collection” (Bloomsbury, 2016).
Schøyen, que tem uma vasta coleção de antiguidades, começou a reunir manuscritos bíblicos em 1986. Alguns dos fragmentos de sua coleção vêm das cavernas 1, 4 e 11 de Qumran, enquanto outros vêm de outras cavernas no deserto da Judéia.

Neemias
Um destaque dos novos documentos é o fragmento do Livro de Neemias (Neemias 2: 13-16).
O fragmento fala de um homem chamado Neemias que viveu durante o século 5 aC, em um momento depois de Jerusalém ser destruída pelos babilônios em 586 aC. O Império Persa tinha tomado o território da Babilônia e os judeus, que tinham sido forçados a deixar Israel pelos babilônios, foram autorizados a voltar para casa.
O texto registra a visita de Neemias a uma Jerusalém em ruínas, descobrindo que suas portas tinham sido “consumidas pelo fogo”. Ele inspeciona os restos das paredes antes de começar a trabalhar na sua reconstrução.
Em estudos anteriores, arqueólogos não tinham encontrado nenhuma cópia do Livro de Neemias nas cavernas de Qumran. Como este fragmento veio parar na América é um mistério, e pesquisadores dizem que não podem ter a certeza que provêm mesmo de Qumran.

Levítico
Outro destaque é um fragmento do Livro de Levítico. No texto, Deus promete que, se o descanso sabático for observado e os Dez Mandamentos obedecidos, o povo de Israel será recompensado.
“Se você andar de acordo com as minhas leis e guardar os meus mandamentos e implementá-los, então eu concederei chuvas a seu tempo, de modo que a terra dará o seu produto, e as árvores do campo os seus frutos”, diria parte do fragmento, conforme tradução de Torleif Elgvin.
Deus também promete conceder a paz e exterminar as bestas da terra, concedendo favores ao povo.

Falsificações
Estudiosos têm expressado preocupações de que alguns dos fragmentos sejam falsificações.
Os cientistas estão realizando testes nos manuscritos doados para tentar determinar sua veracidade.
Os resultados serão combinados com uma análise da escrita para dizer quais são as chances dos diferentes fragmentos serem infiéis.

 

 

Fonte: http://www.noticiascristas.com

 

 


 

Arqueólogos encontram promessas de Deus ao Seu povo em pergaminhos do Mar Morto

Os fragmentos incluem informações escritas sobre algumas das promessas de recompensas para aqueles que obedecem os 10 mandamentos de Deus, como se encontra no Livro de Levítico.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

13 OUTUBRO DE 2016 

Parte de Pergaminho do Mar Morto, restaurado por pesquisadores. (Foto: Reuters)
Parte de Pergaminho do Mar Morto, restaurado por pesquisadores. (Foto: Reuters)

Arqueólogos anunciaram a publicação de mais de 25 fragmentos de manuscritos do Mar Morto, com cada um deles apontando trechos da Bíblia hebraica, que remontam quase 2.000 anos.

Os fragmentos incluem informações escritas sobre algumas das promessas de recompensas para aqueles que obedecem os 10 mandamentos de Deus, como se encontra no Livro de Levítico.

Segundo o site 'Live Science' ('Ciência Viva'), os fragmentos encontrados nas cavernas de Qumran na Cisjordânia, são partes dos livros de Gênesis, Êxodo, Levítico, Deuteronômio, Samuel, Ruth, Reis, Miqueias, Neemias, Jeremias, Joel, Josué, Juízes, Provérbios, Números, Salmos, Ezequiel e Jonas.

Os textos dos fragmentos foram publicados em dois livros, ou seja, "Seleções das Cavernas: Rolos do Mar Morto e artefatos da Coleção Schøyen" e "Coleção Fragmentos de Manuscritos do Mar Morto no Museu".

A coleção Schøyen, em especial, mostra fragmentos do livro de Levítico, nos quais Deus promete recompensas para aqueles obedecerem os 10 Mandamentos e guardarem o sábado.

"Se você andar de acordo com as minhas leis, guardar os meus mandamentos e implementá-los, então eu concederei chuvas a seu tempo, de modo que a terra será produtiva, com as árvores do campo e os seus frutos", diz parte do fragmento, traduzido por Torleif Elgvin.

"Vou conceder a paz na terra e você poderá deitar-se, sem ser perturbado por qualquer pessoa. Eu vou exterminar as bestas da terra e nenhuma espada atravessará a sua terra", continua o fragmento. "Vou olhar com favor sobre você e o farei fértil e multiplicando-vos".

Os pergaminhos são alguns dos mais antigos manuscritos bíblicos conhecidos na existência e foram originalmente escondidos em 11 cavernas no deserto da Judeia algo em torno de 68 aC, com o objetivo de protegê-los dos exércitos romanos.

Eles foram descobertos em uma série de buscas entre 1947 e 1956, no sítio arqueológico de Qumran, enquanto pesquisadores desenterravam milhares de fragmentos de cerca de 900 manuscritos.

O canal de TV a cabo 'History Chanel' assinala que não se sabe exatamente quem escreveu os pergaminhos do Mar Morto, embora os estudiosos acreditem que eles foram produzidos pelos essênios, uma grupo judaico devoto que viveu na Judeia, enquanto a região estava sob domínio do Império Romano.

Os pergaminhos foram cuidadosamente preservados e foram alvo de grandes esforços por parte do museu nacional de Israel e do Google, que investiram na digitalização destes fragmentos e os disponibilizaram on-line para todo o mundo em 2011, compartilhando com o público, informações importantes sobre as origens do cristianismo.

Michael Holmes, diretor executivo do Museu da Iniciativa Estudiosos da Bíblia, assegurou que, tão emocionante quanto as publicações mais recentes, é também o fato de os cientistas ainda realizarem testes nos fragmentos em questão para garantir que eles não sejam falsos.

"Os resultados serão incorporadas em nossas futuras exposições do museu, convidando os visitantes a entenderem e se envolverem com questões relacionadas à avaliação de autenticidade desses documentos", disse Holmes.

 

Fonte: http://guiame.com.br 

 

 


 

Arqueólogos encontram provas da destruição de ídolos pelo Rei Ezequias, em Israel

Escavações revelaram uma sala com dois altares de quatro chifres quebrados, além de dezenas de objetos de cerâmica, incluindo lâmpadas e tigelas.

FONTE: GUIAME

Postado em 28/09/2016As escavações aconteceram no Parque Nacional Laquis, localizado no centro de Israel. (Foto: Igor Kramerman)
As escavações aconteceram no Parque Nacional Laquis, localizado no centro de Israel. (Foto: Igor Kramerman)

Arqueólogos encontraram indícios que comprovam a destruição dos altares de ídolos pagãos provocada pelo Rei Ezequias em Israel, conforme descrito na Bíblia.

Nomeada como "uma descoberta importante e incomum" pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA, na sigla em inglês), as escavações que aconteceram no Parque Nacional Laquis, localizado no centro de Israel, revelou um "portão-santuário" datado no século 8 a.C — o maior portão do período do Primeiro Templo já descoberto no país.

Em 2 Reis 18:4, Bíblia diz que o rei Ezequias "removeu os altares idólatras, quebrou as colunas sagradas e derrubou os postes sagrados”.

"O tamanho da porta é consistente com o conhecimento histórico e arqueológico que possuímos. Laquis era uma grande cidade, uma das mais importante depois de Jerusalém", disse Sa'ar Ganor, diretor da escavação.

De acordo com o narrativa bíblica, tudo aconteceu no portões da cidade, onde idosos, juízes, governadores, reis e funcionários costumavam se assentar em bancos. "Estes bancos foram encontrados em nossa escavação", disse Ganor.

O portão de Laquis mede 24 centímetros de largura e 6 de altura. Ele é composto por seis câmaras — três de cada lado — e era atravessado pela principal rua da cidade.

A escavação foi realizada pelo IAA realizada de janeiro a março deste ano, por iniciativa do Ministério da Herança de Jerusalém em cooperação com a Autoridade de Natureza e Parques.

Artefatos revelam detalhes

Segundo o diretor da escavação, as descobertas levaram os especialistas a "uma escada que fazia parte de uma grande sala, onde havia um banco sobre o qual as ofertas eram colocadas". Uma abertura exposta no canto da sala levava a uma versão distorcida do “santo dos santos”.

O grupo encontrou na sala dois altares de quatro chifres e dezenas de objetos de cerâmica, incluindo lâmpadas e tigelas. Para Ganor, os chifres no altar tinha sido "intencionalmente quebrados".


Foram encontrados dezenas de objetos de cerâmica, incluindo lâmpadas e tigelas. (Foto: Clara Amit)

"Essa é uma evidência da reforma religiosa atribuída pelo rei Ezequias, onde o culto religioso foi centralizado em Jerusalém e os altares pagãos levantados fora da capital foram destruídos", disse Ganor.

Além de quebrar as pontas do altar, Ezequias aparentemente instalou um banheiro no suposto "santo dos santos", para abolir a adoração como a última profanação do lugar. O banheiro é uma pedra em forma de cadeira com um buraco no meio, encontrado no canto da sala. É aparentemente simbólica, já que testes mostram que nunca foi usada.

Segundo o IAA, a ideia de Ezequias ter usado um vaso sanitário para contaminar locais de cultos pagãos não é mencionada na Bíblia, como no caso de Jeú, quando aboliu o culto a Baal (ver em 2 Reis 10:27). É a primeira vez que o fenômeno foi confirmado arqueologicamente.

 

Fonte: http://guiame.com.br 

 

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Descoberta arqueológica confirma veracidade de história da Bíblia

         Reprodução

Quem já leu a Bíblia provavelmente conhece a narrativa do rei Ezequias. Segundo conta a história do livro sagrado, ele reinou  em uma cidade histórica e baniu dela todas as referência pagãs que ela possuía.

Por muito tempo, especulou-se sobre a veracidade da cidade, que ficaria onde hoje é Israel. E um grupo de arqueólogos conseguiu provar que, sim, a história do rei Ezequias é realmente verdadeira.

Em explorações na região, os arqueólogos fizeram a descoberta que especialistas da área e religiosos esperavam há séculos. Lá encontraram um santuário e seu portal extremamente antigo.

O portal, que foi desenterrado por inteiro pelo grupo de arqueólogos, está localizado no que hoje é a cidade israelense de Tel Lachish. Parte do portal já havia sido encontrada, mas só sua descoberta por inteiro confirmou a história.

“O que temos hoje é algo realmente muito especial, desenterramos o portal por inteiro. E podemos afirmar que o tamanho do portal coincide bastante com os conhecimentos históricos e arqueológicos que temos sobre essa história bíblica”, afirma Sa’ar Ganor, diretor da Autoridade de Antiguidades de Israel.

A porta encontrada é a entrada para uma área de 24,5 metros quadrados onde foram encontradas outras seis câmaras orientadas para a rua principal da antiga cidade. A descoberta foi muito comemorada tanto pela comunidade de arqueólogos como entre religiosos.

 

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com     

 


 

Cientistas restauram pergaminho que teria escrituras do livro de Levítico

Os fragmentos carbonizados foram preservados pela Autoridade de Antiguidades de Israel. Eles acreditavam que o material estava ilegível. Mas, com ajuda da computação gráfica, foi possível uma restauração.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

           Postado em 22/09/2016

Usando um recurso de algorítmico, envolvendo fusão e juntando imagens 2D e 3D, os cientistas restauraram o rolo. (Foto: Revista Seales).
Usando um recurso de algorítmico, envolvendo fusão e juntando imagens 2D e 3D, os cientistas restauraram o rolo. (Foto: Revista Seales).

Um antigo pergaminho bíblico, carbonizado em um incêndio que destruiu uma comunidade judaica no ano 600 AD (depois de Cristo), poderá ser lido virtualmente depois de uma restauração feita por computação gráfica.

O rolo foi um dos vários pedaços de pele de animal que haviam sido carbonizados e que foram encontrados há quase 50 anos na arca de uma sinagoga em En-Gedi, às margens do Mar Morto.
Ele acabou por ser o primeiro exemplo do Livro de Levítico já descoberto, datado de cerca de 400 AC (antes de Cristo). Os fragmentos carbonizados foram preservados pela Autoridade de Antiguidades de Israel, mas pensava-se que eles eram ilegíveis.

"A estrutura principal de cada fragmento, que estava completamente queimado e esmagado, tinha se transformado em pedaços de carvão que continuaram a se desintegrar cada vez que eles eram tocados", relata a revista Science. "Sem um protocolo de restauração e conservação viável, a intervenção física era impensável".

O pergaminho de En-Gedi foi arquivado até que um trabalho pioneiro de Brent Seales e seus colegas do departamento de Ciência da Computação da Universidade de Kentucky (EUA), em colaboração com o projeto do Mar Morto em Jerusalém, veio com uma forma digital para desembrulhar e ler o livro, utilizando as mais recentes técnicas de visualização em Ciência da Computação.

“A restauração do rolo representa um salto significativo no domínio da recuperação, conservação e análise do manuscrito”, escreveu Seales na revista Science.

Usando um recurso de algorítmico, envolvendo fusão e juntando imagens 2D e 3D, os cientistas restauraram e revelaram o texto em cinco envoltórios completos da pele do animal. O objeto será exposto apenas virtualmente, mas nunca será fisicamente, para inspeção.

Isto permitiu uma crítica textual mais completa do rolo, pela primeira vez na era moderna, revelando duas colunas distintas de escrita hebraica, com linhas legíveis e contáveis, letras e palavras.

Seales escreveu: "Estas imagens revelam que o rolo de En-Gedi é o livro de Levítico, o que o torna o mais antigo exemplar de um livro do Pentateuco já encontrado em uma Arca Sagrada e uma descoberta significativa na arqueologia bíblica”.

O sucesso do projeto deveu-se a colaboração entre cientistas, engenheiros e académicos textuais.

Um vídeo (em inglês) detalha o processo de restauração. Confira:

 

Fonte: http://guiame.com.br 

 

Veja mais sobre o assunto

Pergaminho revela um dos primeiros textos do Antigo Testamento

Por Kerry SHERIDAN

                        

(Arquivo) Manuscrito do Antigo Testamento, é visto em Jerusalém, no dia 20 de julho de 2015

 

Um frágil pergaminho hebraico, que acaba de ser aberto e digitalizado, revelou a cópia mais antiga de uma escritura bíblica do Antigo Testamento já encontrada, anunciou na quarta-feira um grupo de pesquisadores.

Conhecido como o pergaminho En-Gedi, o rolo contém um texto do Levítico e data pelo menos dos séculos III ou IV, e possivelmente antes, segundo um artigo da revista Science Advances.

Trata-se do pergaminho mais antigo já encontrado do Pentateuco, a coleção dos cinco primeiros livros da Bíblia.

A publicação afirmou que decifrar seu conteúdo foi "uma importante descoberta da arqueologia bíblica".

O pergaminho em si não é o mais antigo já encontrado. Tal honra pertence ao bíblico Manuscritos do Mar Morto, que data de entre o século III antes de Cristo e o século II da nossa era.

A datação por radiocarbono mostrou que o pergaminho En-Gedi data do século III ou IV depois de Cristo, embora alguns especialistas acreditem que possa ser mais antigo.

As análises sobre o estilo da caligrafia e os traços das letras sugerem que poderia ser da segunda metade do século I ou de princípios do século II depois de Cristo.

Por muito tempo se pensou que seu conteúdo havia sido perdido para sempre porque o rolo foi queimado no século VI e era impossível tocá-lo sem que se desfizesse em cinzas.

O pergaminho foi encontrado em 1970 por arqueólogos em En-Gedi, lugar de uma antiga comunidade judia do fim do século VIII. Seus fragmentos foram preservados por décadas pela Autoridade de Antiguidades de Israel.

"A estrutura principal de cada fragmento, completamente queimada e esmagada, tinha se transformado em pedaços de carvão que continuavam se desintegrando cada vez eram tocados", disse o estudo.

Os pesquisadores utilizaram como ferramenta um avançado scanner digital para "desenrolá-lo virtualmente" e ver seu conteúdo.

"Ficamos impressionados com a qualidade das imagens", disse Michael Segal, diretor da Escola de Filosofia e Religião da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Os cientistas também ficaram impactados com "o fato de que nessas passagens o pergaminho En-Gedi Levítico é idêntico em todos os seus detalhes, tanto as letras como a divisão em seções, ao que chamamos de texto massorético, o texto judaico vigente até hoje", disse Segal.

Os pesquisadores esperam que as técnicas utilizadas para lê-lo sirvam também para outros pergaminhos danificados, incluindo alguns da coleção do Livro do Mar Morto, que continua sendo indecifrável.

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com 

 

 


 

Arqueólogos encontram local que pode comprovar luta entre Davi e Golias

Postado em 07/09/2016

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De tempos em tempos arqueólogos revelam alguma descoberta que comprova os relatos bíblicos de milhares de anos atrás. Durante muito tempo argumentou-se que Davi e Salomão, conhecidos reis de Israel, jamais existiram e seriam apenas “lendas”. O canal de TV National Geographic produziu uma série para “comprovar” isso em 2006.

Na mesma época que o programa estreou, o professor Yosef Garfinkel da Hebrew University e o arqueólogo Saar Ganor, ligado à Autoridade de Antiguidades de Israel deram início a uma pesquisa que comprovaria como foi o reinado de Davi. Esse material agora está exposto em Jerusalém.

Desde que as ruínas de uma cidade no vale de Elá, no centro de Israel, foram escavadas por ele, muito do que se conhecia apenas pela Bíblia passou a ser comprovado pela ciência. O sítio arqueológico de Khirbet Qeiyafa, também conhecido como Fortaleza Elá, revelou o que pode ser a Saaraim mencionada na Bíblia.

Segundo o professor Garfinkel, o que eles estão agora mostrando ao mundo é descrito na Bíblia como o local da famosa batalha entre Davi e Golias. Todos os resultados das escavações no vale de Elá estarão em exibição no Museu das Terras Bíblicas, em Jerusalém, a partir de 5 de setembro.

“A arqueologia não conseguiu encontrar um homem e tampouco os remanescentes ligados ao próprio rei Davi”, esclareceu Garfinkel. “Mas encontramos evidências arqueológicas do processo social da urbanização na Judéia.”

As evidências mencionadas por ele se encaixam com o que é descrito na Bíblia, como o estabelecimento do reino de Davi, quando as pequenas comunidades agrárias foram substituídas pelas cidades fortificadas.

“A cronologia se encaixa perfeitamente com a narrativa bíblica. Os testes de carbono feitos em caroços de azeitona encontrados em Khirbet Qeiyafa mostram que a cidade foi construída no final do século 11 a.C.”, explicou.

Curiosamente, no ano passado arqueólogos da Universidade de Bar-Ilan descobriram as ruínas da antiga cidade de Gate, que segundo os relatos bíblicos era o local de nascimento de Golias.

Dois fenômenos chamaram a atenção de Garfinkel e Ganor quando eles começaram as escavações em Khirbet Qeiyafa, uma década atrás. Vários blocos de granito foram usados em partes de um muro que cerca o local e possuía duas grandes cavidades

Somente no segundo ano de pesquisa é que os arqueólogos compreenderam que haviam encontrado uma cidade fortificada que correspondia perfeitamente com a descrição de Saaraim (1 Crônicas 4). Esse nome, em hebraico, significa “duas portas”, e os buracos no muro construído sobre os alicerces de outros mais antigos, ficavam no mesmo lugar onde deveriam haver duas portas. Isso era uma raridade em cidades pequenas.

Harmonia com a Bíblia

A localização geográfica da cidade também se encaixa com a descrição bíblica da Saaraim, mencionada logo após a batalha entre Davi e Golias. O texto de 1 Samuel 17:2 diz que o exército de Israel e de Judá perseguiram os filisteus e os cadáveres dos inimigos “ficaram espalhados ao longo da estrada de Saaraim até Gate e Ecrom.”. A cidade também é mencionada em Josué 15, e ficaria perto de Socó e Azeca, dois sítios arqueológicos conhecidos e relativamente próximos de Khirbet Qeiyafa.

O Museu das Terras Bíblicas inaugura esta semana a exposição “No Vale de Davi e Golias” e exibirá cacos de cerâmica, assim como um modelo em argila de um santuário encontrado no local, além de enormes pedras usadas no muro que cerca a cidade. Para Garfinkel, isso dará uma oportunidade para as pessoas voltarem na história e entenderem um pouco melhor como foi o reinado de Davi.

 

Fonte: http://eclesia.com.br 

 

 


 

Arqueólogos provam origem dos filisteus ao encontrar seu primeiro cemitério, em Israel

Pela primeira vez foram encontradas provas biológicas da existência dos filisteus, num cemitério com restos de mais de 200 corpos, datados em mais de 3 mil anos.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE O GLOBO

POSTADO EM 2016

Além dos corpos, arqueólogos descobriram cerâmicas e outros ornamentos que ajudam na compreensão dos rituais fúnebres desse antigo povo. (Foto: Menahem Kahana/AFP)
Além dos corpos, arqueólogos descobriram cerâmicas e outros ornamentos que ajudam na compreensão dos rituais fúnebres desse antigo povo. (Foto: Menahem Kahana/AFP)

 

Pesquisadores puderam provar a origem dos filisteus, descritos na Bíblia como inimigos dos israelitas, com uma descoberta arqueológica anunciada neste domingo (10). Pela primeira vez foram encontradas provas biológicas de sua existência, num cemitério com restos de mais de 200 corpos, datados em mais de 3 mil anos.

“Quando nós encontramos este cemitério perto de uma cidade filisteia, nós sabíamos o que tínhamos”, disse Daniel Master, arqueólogo da universidade Wheaton College, em Illinois, em entrevista ao jornal New York Times. “Nós temos o primeiro cemitério filisteu já descoberto.”

Embora o achado tenha sido anunciado agora, especialistas encontraram o local em 2013, em Ascalão, ao sul de Israel. Foram mais de 30 anos de escavações da expedição “Leon Levy”, que envolveu pesquisadores das universidades Harvard, Boston College, Wheaton College e Troy.

Segundo Master, a descoberta foi mantida em segredo durante três anos para que as escavações fossem concluídas, pois eles temiam a interferência de protestos de judeus ortodoxos. De acordo com alguns grupos ortodoxos, os corpos podem pertencer a judeus, e a violação seria uma proibição religiosa.

Alguns sítios arqueológicos filisteus foram descobertos nos últimos anos, mas eles forneciam poucas amostras para permitirem conclusões. Já neste local, foram encontrados esqueletos completos e outros artefatos, que oferecem pistas sobre o estilo de vida dos filisteus e respostas sobre suas origens.

Os arqueólogos estão realizando exames de DNA e radiocarbono nas amostras das ossadas descobertas, que datam entre os séculos XI e VIII a.C. Não foram anunciadas conclusões, já que exames avançados de análise de DNA ainda estão em andamento.

Na Bíblia, os filisteus são descritos como um povo estrangeiro, que veio do oeste e se estabeleceu em cinco cidades: Asdode, Ascalão, Ecrom, Gaza e Gate, localizadas ao sul de Israel e na Faixa de Gaza. O mais famoso filisteu dos textos bíblicos foi Golias, o gigante guerreiro derrotado pelo Rei Davi.

Para Yossi Garfinkel, arqueólogo israelense especialista no período, o cemitério é “uma descoberta bastante significativa”. Além das origens, o achado pode fornecer informações sobre as cerimônias fúnebres do antigo povo.

Os filisteus costumavam enterrar seus mortos com garrafas de perfume colocadas perto do rosto do falecido. Nas pernas, eram enterrados jarros que possivelmente carregavam óleo, vinho ou comida. Em alguns casos, os mortos foram enterrados usando colares, pulseiras, brincos e até anéis no dedão do pé. Outros foram enterrados com suas armas.

 

 


 

Ateus ficam revoltados: Arqueólogos descobrem como era a serpente antes da maldição de Deus no Éden

 Postado em 09/06/2016

cobra-de-quatro-patas-brasileira

 

Então Yahweh Deus determinou à serpente: “Porque fizeste isso, és maldita entre todos os animais domésticos e o és entre todos os animais selvagens! Rastejarás sobre o teu próprio ventre, e comerás do pó da terra todos os dias da tua vida. -Gênesis 3:14

Muitos pensam que a frase “Sobre o seu ventre você rastejará” significa que a cobra quando foi criada por Deus podia ficar em pé, e que depois de tentar Eva, Deus amaldiçoou a rastejar em seu peito. Essa teoria não possuía nenhuma base científica que a comprovasse até algum tempo atrás, quando uma equipe de pesquisadores no Brasil encontraram um fóssil de uma cobra com quatro pernas.

E a BBC fez um relatório que publicou as fotografias do fóssil.

Apesar de não ser a primeira vez que encontram um fóssil de cobra com pernas, que acredita-se ser o ancestral direto das cobras atuais. “Este é o fóssil de cobra mais primitiva conhecida, e isso é muito claro que a água “disse Nick Longrich, um pesquisador da Universidade de Bath, no Reino Unido, e um dos autores do estudo.

Segundo Longrich disse à BBC, a forma da cauda da criatura não é como as cobras atuais e não há sinais da presença de barbatanas.

Em vez disso, seu tronco longo e focinho curto são as características típicas de um animal escavado. Sua traseira e membros anteriores (4 mm e 7 mm, respectivamente) são muito pequenas e altamente especializadas, com os dedos muito finos e garras na ponta.

Bruno Simões, um especialista em cobras do Natural History Museum, ficou surpreendido pelo bom estado de conservação do fóssil e tão bem desenvolvido que são seus membros.

“É uma surpresa, especialmente por causa de sua proximidade com cobras atuais”, disse Simões à BBC.

“Isso nos dá uma ideia clara de que era um ancestral das serpentes”.

 

    FONTE: Christian Daily

 

 


 

Moises-atravessou-o-mar-vermelho

Postado em 09/06/2016

Arqueólogos descobrem restos no fundo do mar e confirmam que Moisés atravessou o mar vermelho!

A descoberta de restos do exército egípcio no fundo do mar é a prova.

Moises-atravessou-o-mar-vermelho

O Ministério de Antiguidades do Egito anunciou que uma equipe de arqueólogos subaquáticos tinham descoberto o que resta de um grande exército egípcio do do século 14 a.c, na parte inferior do Golfo de Suez, a 1,5 km do litoral da cidade moderna de Ras Gharib. 

A equipe estava busca dos restos de navios antigos e artefatos relacionados com a Idade da Pedra e do comércio da Idade do Bronze na região do Mar Vermelho, quando tropeçou em uma gigantesca massa de ossos humanos escurecidos pela idade.

Os cientistas conduzido pelo Abdel Muhammad Gader e associados à de Arqueologia da do Cairo, já recuperaram um de mais de 400 esqueletos diferentes, assim como centenas de armas e peças de armadura, também os restos de dois carros de guerra, espalhados em uma área de aproximadamente 200 metros quadrados.

Eles estimam que mais de 5000 outros esqueletos poderiam estarem dispersos em uma área maior, sugerindo que um exército de grande tamanho que pereceu no local.

Esta magnífica lâmina de uma khopesh egípcia, foi certamente a arma de um personagem importante. Ele foi encontrada perto dos restos de um carro de guerra ricamente decorado, sugerindo que poderia ter pertencido a um príncipe ou nobre.

Muitas pistas sobre o local trouxeram Professor Gader e sua equipe a concluir que os corpos podem estar ligados ao famoso episódio do Êxodo. Em primeiro lugar, os soldados antigos parecem ter morrido em terra seca, uma vez que não há vestígios de barcos ou navios encontrados na área.

As posições dos corpos e o fato de que eles foram presos em uma grande quantidade de argila e rocha, implica que eles poderiam ter morrido em um deslizamento de terra ou um maremoto.

O de corpos sugere que um grande antigo exército pereceu no local e a forma dramática pela qual eles foram mortos, ambos parecem corroborar a versão bíblica da travessia do Mar Vermelho, quando o exército do faraó egípcio foi destruído quando o povo judeu tinha passado pelo mar vermelho.

Esta nova descoberta certamente prova que houve de fato um exército egípcio de grande porte que foi destruído pelas águas do Mar Vermelho durante o reinado de Akhenaton.

Durante séculos, o famoso relato bíblico da “travessia do Mar Vermelho” foi desacreditado pela maioria dos estudiosos e historiadores como mais simbólico do que histórico.

Esta descoberta surpreendente traz prova científica inegável que um dos mais famosos episódios do Antigo Testamento era de fato, baseado em um evento histórico.

Ele traz uma nova perspectiva marca em uma história que muitos historiadores têm vindo a considerar por anos como uma obra de , e sugerindo que outros temas como as “pragas do Egito” poderia de fato ter uma histórica.

de pesquisa e de irão acontecer no local ao longo dos próximos anos, porque o Professor Gader e sua equipe já anunciaram o seu desejo de o resto dos corpos e artefatos no local que acabou de ser conhecido por ser um dos mais ricos sítios arqueológicos subaquáticos já descobertos em toda história

Assista o Vídeo Abaixo:

*Ative a legenda do vídeo abaixo para o português.

 

FONTE: http://vejanoticias.codigoxhost.com.br/   Via http://www.apocalipsenews.com

 


 

Cientistas datam pela primeira vez estrutura citada em textos bíblicos

cientistas datam pela primeira vez

 

Cientistas datam pela primeira vez na História com precisão uma estrutura descrita na Bíblia. Segundo cientistas israelenses, o Túnel Siloam, que passa sob Jerusalém, foi escavado há 2.700 anos, como asseguram os relatos bíblicos.

A passagem de meio quilômetro foi construída por baixo dos antigos muros de Jerusalém. Segundo a Bíblia, o túnel foi escavado pelo rei Ezequias em 700 a. C. para levar água da fonte de Gihon até a cidade, o que garantiria o abastecimento mesmo em tempos de guerra.

Uma equipe de pesquisadores coordenada por Amos Frumpkin, da Universidade Hebraica de Jerusalém, confirmou a data da construção do túnel. O estudo foi publicado na revista “Nature”.

— É muito raro se ter estruturas mencionadas na Bíblia que tenham sido confirmadas por datação independente — afirmou Frumpkin. — Em primeiro lugar porque, normalmente, já é muito difícil encontrar tais estruturas; em segundo, porque é muito difícil identificá-las; e, em terceiro, porque normalmente elas não estão muito bem preservadas.

A equipe examinou indícios de vegetação e estalactites encontrados no túnel com o método de datação do carbono 14 e também com o que mede os níveis de materiais radioativos.

Para os especialistas, a descoberta é importantíssima porque estabelece uma data precisa para um evento bíblico. Com isso, os cientistas não precisam mais se basear em interpretações e cálculos aproximados para situar determinadas passagens históricas.

Eles frisaram, entretanto, que a datação não constitui prova de que uma raça ou comunidade em particular tenha se estabelecido em Jerusalém antes de outra, e não deve ser usada para qualquer tipo de alegação de primazia.

O túnel é apontado como uma grande obra de engenharia e, até hoje, abastece a cidade de água.

www.sitedopastor.com.br

 

 


 

Pesquisadores encontraram a casa onde Jesus pode ter passado a infância

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Arqueólogos descobriram a possível casa onde Jesus foi criado por Maria e José. A construção foi achada em 1880 por freiras no Convento das Irmãs de Nazaré, mas só após 2006 é que arqueólogos da Universidade de Reading, no Reino Unido, identificaram o imóvel como sendo uma casa pertencente ao primeiro século. Os pesquisadores descobriram que as pessoas que viveram séculos após a época de Jesus acreditavam que ele havia sido criado ali. Um dos detalhes que comprovam que de fato uma família judia viveu naquela residência foi a descoberta de potes de cozinha quebrados e vasos de pedra calcária. Os judeus usavam vasos de calcário por acreditarem que o material não poderia se tornar impuro.

 

 


   

Marca rara de selo do rei bíblico Ezequias é encontrada em Jerusalém


                                                 

O artefato que representa a marca do selo do rei Ezequias que segundo a história ajudou no desenvolvimento de Jerusalém.

Uma inscrição de forma circular em uma peça feita de argila, que possui menos de meio centímetro, pode ter sido feita pelo próprio rei segundo Eilat Mazar da Universidade Hebraica de Jerusalém responsável pelas escavação onde a peça foi encontrada.

A inscrição circular em uma peça de argila de menos de um centímetro de comprimento pode muito bem ter sido feita pelo próprio rei, disse Eilat Mazar, da Universidade Hebraica de Jerusalém, que dirigiu a escavação onde a peça foi encontrada.

Segundo Eilat Mazar "Essa é a primeira vez que a impressão de um selo de um rei israelita ou da Judéia veio à luz em uma escavação arqueológica científica".

A bula, como é conhecida esse tipo de impressão na argila, foi encontrada ao pé da parte sul de um muro que cerca a Cidade Velha de Jerusalém.

Para Eilat Mazar a bula estava enterrada em uma área de descarte de dejetos que remonta aos tempos de Ezequias e provavelmente foi atirado de um edifício real adjacente contendo escritos em hebreu antigo e o símbolo de um sol com duas asas.

O artefato estava enterrado em uma área de descarte de dejetos que remonta aos tempos de Ezequias, e provavelmente foi atirado de um edifício real adjacente, segundo Mazar, contendo escritos em hebreu antigo e o símbolo de um sol com duas asas.

Uma curiosidade é que o artefato passou despercebido inicialmente logo após sua descoberta tendo sido listado com outros 33 encontrados a 5 anos atrás, somente agora quando outro membro da equipe fez uma análise com uma lupa conseguiu entender seu significado, que possui a seguinte inscrição: "Pertencente a Ezequias (filho de) Acaz, rei de Judá".

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Portal Fiel: Muitas vezes escutamos pessoas alegaram que se existissem provas da existência de Deus seria mais fácil a creditar nEle. Muitas descobertas arqueológicas têm sido feitas nesses últimos anos, e sempre vem confirmando os relatos bíblicos, você acredita que esse tipo de descoberta pode ajudar as pessoas a acreditam em Deus?

 

Fonte: http://www.portalfiel.com.br       Publicado em 04 de Dezembro de 2015 às 12:29 Fonte: Com informações Reuters

 


 

Encontrada estatueta de deusa pagã citada na Bíblia

A descoberta foi feita por um garoto de 7 anos, em Tel Rehov, Israel

 

Ao escalar o monte Tel Rehov, em Israel, Ori Greenhut, um garoto de 7 anos, morador da comunidade Tel Teomim, encontrou uma pequena estatueta feminina de argila coberta de lama. Ele estava no local porque passeava com um grupo de amigos.

A mãe de Ori ficou impressionada com a descoberta e explicou para o filho que se tratava de uma antiguidade, e que, por isso, a estatueta deveria ser encaminhada para a Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA, na sigla em inglês), para benefício do público em geral.

Em agradecimento pela ação do garoto, representantes da IAA foram até a escola em que ele estuda e lhe entregaram um certificado.

Para o professor de Ori, o momento foi muito importante, porque os representantes entraram na sala durante uma aula de Torá, em que os alunos aprendiam justamente sobre a existência dos teraphim (estátuas que eram usadas para idolatria pagã na antiguidade bíblica).

Amihai Mazar, professor da Universidade Hebraica, concluiu que a estatueta descoberta por Ori é de aproximadamente 3,4 mil anos de idade e típica da cultura cananeia.

A estatueta possivelmente representa a deusa pagã da fertilidade Ashtoreth (ou Astarte, Astarote), filha de Baal, que é citada na Bíblia e em fontes de Canaã, segundo o pesquisador.

Deus alerta o povo sobre falsos deuses

Quando o povo eleito por Deus encontrou a Terra Prometida, Canaã, após a libertação da escravidão no Egito, diversos povos já habitavam o lugar. Esses povos tinham os próprios deuses, que eram pagãos.

Por isso encontramos referências no Antigo Testamento da Bíblia sobre o Senhor alertando o Seu povo com relação aos perigos da idolatria.

Inclusive, a própria Astarote é citada no livro de Samuel: "Então falou Samuel a toda a casa de Israel, dizendo: Se com todo o vosso coração vos converterdes ao SENHOR, tirai dentre vós os deuses estranhos e os astarotes, e preparai o vosso coração ao SENHOR, e servi a Ele só, e vos livrará da mão dos filisteus." 1 Samuel 7.3

Povos como os assírios, os filisteus e os fenícios tinham grande devoção por essa deusa.

Fonte: http://www.universal.org

 


 

Achado pedra de sinagoga em Gadara

24/01/2016 - 00:00

Arqueólogos descobriram uma laje de mármore raro perto do Mar da Galiléia com detalhes que atestam a presença de judeus em Gadara, conforme relato bíblico de Lucas 8, que conta o episódio em que Jesus expulsou para uma manada de porcos demônios de um gadareno. A antiga laje, datada de mais de 1.500 anos, foi encontrada onde acredita-se que tenha sido uma sinagoga em Kursi (local que os pesquisadores há muito acreditam que foi o “país dos gadarenos”, ou seja, a região costeira mencionada nas Escrituras). 

O mármore contém inscrições em hebraico que inclui frases como “lembrado para sempre” e “amém”. “A dedicação é composta por oito linhas, o que é muito detalhada e expansiva. Há muitas palavras em letras hebraicas gravadas na pedra, o que indica que a pessoa a quem o registro foi dedicado teve uma enorme infl uência sobre a população local”, afirmou o professor Artzy Michal da Universidade de Haifa, especialista que conduziu a escavação ao lado do doutor Haim Cohen. Ambos em cooperação com a Autoridade de Antiguidades de Israel. 

Cohen afirmou que a descoberta é a primeira prova encontrada de que havia de fato um assentamento judeu ou cristão naquele sítio arqueológico há mais de um milênio (como já mostrava o relato bíblico em Lucas 8): “A presença de um sítio judaico na costa oriental do Mar da Galiléia, é um fenômeno muito raro. Até agora não tínhamos nenhuma prova de que os assentamentos judaicos existiram durante este período ao longo da costa oriental do Mar da Galiléia”, disse.

Mensageiro da Paz - Número 1569 - Fevereiro de 2016, CPAD

 



AS DEZ MAIORES DESCOBERTAS DA ARQUEOLOGIA BÍBLICA

 

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O educador evangélico estadunidense Walter Kaiser Jr. (1933- ) enumerou uma sequência de descobertas como sendo as dez mais importantes da Arqueologia Bíblica.

 

I. Os Amuletos de Ketef Hinnom (1979), contendo o mais antigo texto do Antigo Testamento (séc. VII-VI a.C.), descoberto por um arqueólogo bíblico, o hùngaro-israelense Gabriel Barkay (1944- )

 

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Entre 1975 e 1980, Gabriel Barkay descobriu alguns sepulcros em Ketef Hinnom, um sítio arqueológico perto de Jerusalém, com uma série de câmaras funerárias cortadas na pedra, em cavernas naturais. O local parecia ser arqueologicamente estéril e tinha sido usado para armazenar armamento durante o período otomano. A maior parte daqueles sepulcros tinha sido saqueada há muito, mas felizmente o conteúdo de Câmara 25 foi preservado devido a um aparente desabamento parcial do teto da caverna, ocorrido também muito tempo antes. O sepulcro foi datado como entre os séculos VII e VI a.C., antes do exílio. O sepulcro continha restos de esqueletos de 95 pessoas, 263 vasos de cerâmica inteiros, 101 peças de joalheria, entre elas 95 de prata e 6 de ouro, muitos objetos esculpidos de osso e marfim e 41 pontas de flechas de bronze ou de ferro. Além disso, havia dois pequenos e curiosos rolos de prata, sendo que um deles tinha cerca de uma polegada de comprimento e menos de meia polegada de espessura, enquanto que o outro tinha meia polegada de comprimento e um quinto de polegada de espessura. Admitiu-se que esses rolos fossem usados como amuletos e que contivessem alguma inscrição. O processo ultradelicado, desenvolvido para abrir os rolos de papel sem que o mesmos se desintegrassem, levou três anos. Quando os rolos foram abertos e limpos, a inscrição continha porções de Números 6:24-26: O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti... e te dê a paz. Esta inscrição é uma das mais antigas e melhor preservadas contendo o nome do Deus Israelita: YHWH ou Jeová. Os chamados de Amuletos de Ketef Hinnom, na realidade dois rolos de papel de prata minúsculos achados na câmara funerária 25 da caverna 24 de Ketef Hinnom, contêm a mais antiga inscrição biblica (~600 a. C).

 

II. O Papiro de John Rylands, redescoberto (1934) por C. H. Roberts na Biblioteca John Rylands (1801-1888) em Manchester, Inglaterra.
Conhecido como o mais antigo texto escrito do Novo Testamento (125).

                                          O Papiro Rylands, frente e verso

 

  

 

Um antigo tesouro encontrado no lixo

O QUE vem à sua mente ao pensar numa montanha de lixo? Você talvez logo associe essa imagem a sujeira e mau cheiro. Você dificilmente esperaria encontrar qualquer coisa de valor ali, muito menos um tesouro.

Mas há um século um “tesouro” foi encontrado justamente num lugar assim, o lixo. O tesouro não era uma pedra preciosa, mas algo que também tem muito valor. Que tesouro era esse? Por que sua descoberta é tão importante para nós hoje?

DESCOBERTO POR ACASO

No início do século 20, Bernard Grenfell e Arthur Hunt, estudiosos da Universidade de Oxford, visitaram o Egito. Ali, entre os montes de lixo próximos ao vale do Nilo, eles encontraram vários fragmentos de papiro. Mais tarde, em 1920, enquanto os dois catalogavam o acervo, Grenfell adquiriu outros fragmentos que tinham sido encontrados no Egito. Ele obteve esses fragmentos para a Biblioteca John Rylands, em Manchester, na Inglaterra. No entanto, os dois homens morreram antes que o acervo fosse catalogado.

Colin Roberts, outro estudioso da Universidade de Oxford, concluiu o trabalho. Enquanto catalogava o acervo, ele encontrou um fragmento de papiro de 9 centímetros por 6 centímetros. Para sua surpresa, a escrita em grego continha palavras que ele conhecia. Em um lado havia palavras tiradas de João 18:31-33. No outro, partes dos versículos 37 e 38. Roberts se deu conta de que estava diante de um tesouro inestimável.

A IDADE DO FRAGMENTO

Roberts suspeitava que esse fragmento fosse muito antigo. Mas de que época? Para descobrir, ele comparou a escrita do fragmento com a de outros manuscritos antigos datados — uma técnica chamada paleografia. * Usando essa técnica, ele conseguiu calcular uma data aproximada. Mas Roberts queria ter certeza. Assim, ele tirou fotos do fragmento, enviou cópias a três especialistas e lhes pediu para determinar a idade do fragmento. A que conclusão eles chegaram?

Depois de analisar o estilo e o traçado das letras, os três especialistas concluíram que o fragmento tinha sido escrito na primeira metade do segundo século EC — apenas algumas décadas após a morte do apóstolo João. Mas a paleografia não é um método infalível de datar manuscritos. Outro especialista acredita que o texto tenha sido escrito em qualquer época durante o segundo século. Ainda assim, esse pequeno fragmento de papiro era — e ainda é — o mais antigo fragmento de manuscrito das Escrituras Gregas Cristãs já encontrado.

O QUE O PAPIRO RYLANDS REVELA

Por que esse fragmento do Evangelho de João é tão importante para quem ama a Bíblia? Por pelo menos dois motivos. Primeiro, o formato do fragmento nos ajuda a ver o quanto os primeiros cristãos valorizavam as Escrituras.

Por que esse fragmento do Evangelho de João é tão importante para quem ama a Bíblia?

 No segundo século EC, o texto escrito existia em dois formatos — rolo e códice. Os rolos eram pedaços de papiro ou pergaminho colados ou costurados um ao lado do outro para formar uma folha comprida. Essa folha podia ser enrolada e desenrolada quando necessário. Na maioria dos casos, só se escrevia em um lado do rolo.

Mas o pequeno fragmento que Roberts descobriu contém escrita nos dois lados. Isso sugere que ele veio de um códice e não de um rolo. Um códice era feito de folhas de pergaminho ou papiro dobradas e costuradas juntas, num formato que lembrava um livro.

Quais eram as vantagens do códice? Bem, os primeiros cristãos eram evangelizadores. (Mateus 24:14; 28:19, 20) Eles divulgavam a mensagem da Bíblia onde quer que houvesse pessoas — nas casas, nos mercados e nas ruas. (Atos 5:42; 17:17; 20:20) Assim, ter as Escrituras à disposição num formato compacto facilitava muito o trabalho.

O códice também tornava mais fácil que congregações e pessoas tivessem suas próprias cópias das Escrituras. Portanto, os Evangelhos foram copiados vez após vez, e isso sem dúvida contribuiu para o rápido crescimento do cristianismo.

O Papiro Rylands, frente e verso

O papiro Rylands frente e verso

 

Outra razão de o Papiro Rylands ser importante para nós é que ele mostra que o texto bíblico original foi transmitido de modo exato. Embora esse fragmento contenha apenas alguns versículos do Evangelho de João, seu conteúdo é praticamente idêntico ao que lemos na Bíblia hoje. Assim, o Papiro Rylands mostra que a Bíblia não foi alterada apesar de ter sido copiada muitas vezes ao longo do tempo.

É claro que esse papiro é apenas mais uma evidência, entre milhares de fragmentos e manuscritos, que confirma a confiabilidade da transmissão do texto bíblico original. Em seu livro . . . E a Bíblia Tinha Razão, Werner Keller disse: “Esses antigos manuscritos são a resposta mais convincente sobre a autenticidade da tradição bíblica.”

É verdade que os cristãos não baseiam sua fé em descobertas arqueológicas. Eles acreditam que “toda a Escritura é inspirada por Deus”. (2 Timóteo 3:16) Mas tesouros inestimáveis como esse aumentam nossa confiança no que a Bíblia já dizia: “A declaração de Jeová permanece para sempre.” — 1 Pedro 1:25.

 

 

Fonte:A SENTINELA ABRIL DE 2015

 

III. Os Manuscritos do Mar Morto (1947), casualmente descobertos por um grupo de pastores de cabras.
Na sua maioria, escritos antes da era cristã e guardados em rolos, dentro de vasilhas de barro.

 

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IV. A Pintura Mural Tumba de Beni Hasan (1923), Tebas, uma pintura mural da tumba de um nobre em Beni Hasan, Egito, que data do tempo de Abraão ( ~ XIX a. C.)
A descoberta revelou como era a cultura patriarcal por volta de dois anos antes de Cristo.

 

V. A Estela de Tel Dã  (1993), cuja descoberta provou, sem sombra de dúvidas, a existência do rei Davi (1015-975 a. C.) e seu reinado.
Placa comemorativa sobre conquista militar da Síria sobre a região de Dã. A inscrição traz de modo bem legível a expressão "casa de Davi", que pode ser uma referência ao templo ou à família real. O mais importante, todavia, é que menciona, pela primeira vez fora da Bíblia, o nome de Davi, indicando que este foi um personagem real. Esta descoberta também fez mídia admitir que a Bíblia pode ser tomada como fonte de documentação histórica.

 

VI. O Tablete 11 (1872) do épico de Gilgamés, descoberto pelo arqueólogo bíblico e assiriologista inglês George Smith (1840-1876)
A descoberta deste documento provou a antigüidade do relato do dilúvio.

 

VII. A Fonte de Giom, a Ha Gihon (1833), mencionado em 2 Samuel 2:13 e Jeremias 41:12, pesquisada pelo arqueólogo estadunidense Edward Robinson.
A Inscrição de Siloé é uma passagem de texto inscrito, encontrada originalmente no Túnel de Ezequias, aqueduto que supria água da Fonte de Giom para a piscina de Siloé na parte leste de Jerusalém. Descoberto (1880), a inscrição registra a construção do túnel no século VIII a.C. Encontra-se entre os registros mais antigos escritos na língua hebraica, usando-se o alfabeto Paleo-Hebrew.

 

VIII. O Selo de Baruque (1975), descoberta que provou a existência do secretário e confidente do profeta Jeremias.
O profeta Jeremias durante os últimos anos do reino de Judá, profetizou o exílio e o retorno dos judeus, eles teriam que aceitar o jugo de Babilônia e não resistir. Ele foi encarcerado, ameaçado de morte e posto como falso profeta e traidor. Jeremias, nomeou Baruque, o filho de Nérias, seu escriturário.  Foram encontrados em uma loja de antiguidades em Jerusalém alguns pedaços de barro marcados com um selo. Dentro desta coleção há duas peças que acredita-se ter pertencido a Baruque. Em exibição no Museu de Israel em Jerusalém, nas três linhas lê-se: Berekhyauhuh, o filho de Neriyauhuh, o escriturário.

 

IX. O Palácio de Sargão II (1843), rei da Assíria mencionado em Isaías 20:1, descoberto por Paul Emile Botta (1802-1870)
A existência do Palácio de Sargão II foi posta em dúvida por historiadores por muitos séculos até essa descoberta (1843), que pois fim a negação histórica da menção bíblica feita em Isaías 20:1.

 

X. O Obelisco Negro de Salmaneser (1845), um artefato que o arqueólogo Austen Henry Layard (1817-1894) encontrou, na antiga cidade de Nínive.
Assim chamado um dos mais antigos artefatos arqueológicos a se referir a um personagem bíblico: o rei hebreu Jeú, que viveu cerca de nove séculos antes de Cristo. Assim como o prisma de Taylor, ambos são artefatos que mostram duas derrotas militares de Israel. Este artefato mostra um desenho do rei Jeú prostrado diante de Salmaneser III, oferecendo tributo a ele e encontra-se preservado, agora, no Museu Britânico, em Londres. O segundo descreve o cerco de Senaqueribe a Jerusalém, citando textualmente o confinamento do rei Ezequias.

 

Outras descobertas significantes:


1 - Inscrição de Siloé – Encontrada acidentalmente por algumas crianças que nadavam no tanque de Siloé. Essa antiga inscrição hebraica marca a comemoração do término do túnel construído pelo rei Ezequias, conforme o relato de 2 Crônicas 32:2-4.
2 - Textos de Balaão – Fragmentos de escrita aramaica encontrados em Tell Deir Allá, que relatam um episódio da vida de "Balaão filho de Beor" e descrevem uma de suas visões – indícios de que Balaão existiu e viveu em Canaã, como afirma a Bíblia no livro de Números 22 a 24.
3 - Papiro de Ipwer – Oração sacerdotal escrito por um egípcio chamado Ipwer, onde questiona o deus Horus sobre as desgraças que ocorrem no Egito. As pragas mencionadas são: O rio Nilo se torna sangue; escuridão cobrindo a terra; animais morrendo no pasto; entre outras, que parecem fazer referência às pragas relatadas no livro de Êxodo.
4 - Tabletes de Ebla – Cerca de 14 mil tábuas de argila foram encontradas no norte da Síria, em 1974. Datadas de 2.300 a 2.000 a.C., elas remontam à época dos patriarcas. Os tabletes descrevem a cultura, nomes de cidades e pessoas (como Adão, Eva, Miguel, Israel, Noé) e o modo de vida similar ao dos patriarcas descrito principalmente entre os capítulos 12 e 50 do livro de Gênesis, indicando sua historicidade.
5 - Tijolo babilônico de Nabucodonosor – O achado arqueológico traz a seguinte inscrição em cuneiforme: "(eu sou) Nabucodonosor, Rei de Babilônia. Provedor (do templo) de Ezagil e Ezida; filho primogênito de Nabopolassar”. Vale notar que por muito tempo se afirmou que a cidade da Babilônia era um mito – e muito mais lendário ainda seria o rei Nabucodonosor.
6 - Estela de Merneptah – Coluna comemorativa, datada de cerca de 1207 a.C., que descreve as conquistas militares do faraó Merneptah. Israel é mencionado como um dos inimigos do Egito no período bíblico dos juízes, provando que Israel já existia como nação neste tempo, o que até então era negado pela maioria dos estudiosos. É a menção mais antiga do nome "Israel" fora da Bíblia.

 

Fontes
http://idade-midia.blogspot.com/2008/01/descoberta-faz-mdia-admitir-bblia-pode.html . Via www.dec.ufcg.edu.br
 


 

Descoberta urna de funcionário egípcio no Vale de Jezreel

  
  

Uma escavação de resgate em Tel Sadod, a oeste do Kibbutz, revelaram uma descoberta incrível, no local foi descoberta uma urna da Idade do final da era do Bronze, por volta do Século XIII AC, o período da saída do Povo de Israel da Terra do Egito.

Durante a escavação, os pesquisadores ficaram surpresos ao descobrir uma urnaem forma de um cilindro de cerâmica contendo um rosto humano em alto relevo, o que é característico de um caixão antigo na região dos cananeus, exmplos como estes podem ser vistos no Museu de Israel em Jerusalém. Junto de vários vasos de cerâmica que foram utilizados, de acordo com a prática de sepultamento egípcio, como oferenda aos deuses e destinavam-se a "fornecer alimento" para o morto depois de sua morte. Na urna de cerâmica encontrado o esqueleto de um adulto, e punhal de uma liga de bronze, cerâmica e peças batidas, e uma tigela de bronze.

Sarcófago egípcio. Um achado original Foto: Dan Kirzner , cortesia da Autoridade de Antiguidades de Israel

Foto: Clara Amit , cortesia da Autoridade de Antiguidades de Israel

Rosto impresso no caixão. Um cananeu importante Foto: Clara Amit , cortesia da Autoridade de Antiguidades de Israel

De acordo com os diretores da escavação, o Dr. Edwin Van Den Brink, Dan Kirzner e Dr. Ron Beeri da IAA, devido ao fato de que as ferramentas foram enterradas junto com o falecido, a hipótese é que aqueles que estão enterrados em vez de origem cananéia era um funcionário egípcio na região, que trabalha para o governo egípcio.

A possibilidade de que o caixão pertencia a um homem rico que imitavam costumes funerários egípcios é mínima.

Os arqueólogos acrescentaram que até agora no país foram expostos um número não muito grande de tais caixões, chamado urnas de Antrofoaidim. As recentes descobertas em Deir al - Balah na Faixa de Gaza há cinqüenta anos. Segundo os arqueólogos, a pessoa comum não poderia pagar por tais urnas, e sem dúvida, quem foi enterrado pertencia à elite local. Perto da urna foram encontrados mais túmulos de dois homens e duas mulheres, que podem ser parte da família do falecido.

Divulgação urna de Tel Shadud indica o controle egípcio no Vale do Jezreel durante o final da Idade do Bronze. Durante a dominação dos faraós sobre os cananeus, a cultura egípcia influenciou claramente a elite cananéia. Marcas do impacto são, por vezes, encontradas em diferentes regiões.

Saudações de Faraó?

Entre os artefatos raros descoberto ali estão o selo escaravelho (bula) egípcio, ligado a um anel de ouro. O escaravelho foi a assinatura de documentos e artefatos de representantes do governo egípcio. Outra surpresa foi o nome do rei apareceu estampado no selo, Seti I, que governou o Egito antigo, no século XIII AC, Seti I segundo a maioria dos historiadores era o pai de Ramsés II , identificado por estudiosos com o faraó mencionado no livro de Êxodo.

 

Foto: Clara Amit , cortesia da Autoridade de Antiguidades de Israel

O escaravelho foi encontrado com o '' alado Orfeu '' , eo nome do rei Seti Foto: Clara Amit , cortesia da Autoridade de Antiguidades de Israel

 

O primeiro ano do seu reinado ( 1294 aC) quebrou uma rebelião contra Seti Beit Shean Vale Seti conquistou este território e régua para reinar na terra de Canaã acordo com a inscrição - . . O apelido de Rei Seti Hmfoia o selo simboliza força e proteção, ou o poder de Deus "mau - o sol - . uma das mais importantes deuses egípcios selo especial mostrado alado aureus - cobra defende o rei.

 

Mesmo em Beit Shean foi descoberto anteriormente cemitério do rei Seti I , onde foi um dos centros do governo egípcio em Israel , e itens de cerâmica foram armários. Pesquisas arqueológicas foram feitas no Vale do Jezreel no várias testemunhas presença egípcio passado, mas os resultados atuais surpreendeu os pesquisadores impressionante devido ao seu tamanho.

 

Referências ao rei Seti sobre escaravelho encontrados no caixão tem ajudado pesquisadores datar os túmulos de tempo do século 13 aC - como túmulos encontrados em Deir al - . Balah e Beit She'an anteriormente Esses locais foram considerados diretor egípcio major.

 

Tel David , a oeste do Kibbutz Sarid preserva o nome bíblico do lugar e, por vezes referido como Tel relíquia. Ele está localizado na parte norte do vale de Jezreel . Bíblia

 

A cidade é mencionada no contexto da história do assentamento das tribos . Sarid foi incluído na propriedade da tribo de Zebulom, e era o limite da cidade , como está escrito no livro de Josué : " Yael destino terceiros filhos de Zebulom, segundo as suas famílias e da fronteira da sua herança para o resto " (. Joshua Tet , Yod ) Tel tio importância estratégica e econômica devido à sua localização ao lado de aspectos importantes da Bíblia .

 

Após a descoberta dos achados foi concluída a escavação lá e eles foram transferidos para a Autoridade de Antiguidades de Israel , em Jerusalém. Agora marque a opção IAA de tomar uma amostra de DNA da sepultura, para ver se o falecido era originalmente cananeus ou homem egípcio foi enterrado em Canaã.

 

Raros resultados foram revelados após o estabelecimento port projeto da empresa de gasoduto principal transporte de gás natural nível Gabriel . Executou Autoridade de Antiguidades de escavações de salvamento arqueológico antes de colocar a linha financiada pelo gás.

 

Fonte http://www.cafetorah.com

 

Fonte http://www.cafetorah.com

 


 


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 Slide 3 de 9: Cerca de 30% das esculturas originais do Parthenon fazem parte do acervo desse museu londrino, a mesma porcentagem encontrada no Museu da Acrópole. E isso é só uma fração da riqueza histórica que você vai descobrir nas galerias deste museu. Sarcófagos de múmias egípcias e esculturas em bronze de faraós estão entre as atrações, além de um acervo no mínimo assombroso de itens das culturas de povos antigos da África e das Américas. Grande parte da coleção pode ser consultada em fotos e textos no site: http://www.britishmuseum.orghttp://www.britishmuseum.org 

      

  Slide 4 de 9: Uma imersão no museu espanhol dedicado à obra do surrealista Salvador Dalí (1904-1989) pode ser feita através do site http://www.salvador-dali.org/museus/teatre-museu-dali/en_index/. Inaugurado em 1974, o teatro-museu remonta o universo do artista, incluindo suas primeiras experiências artísticas e sua paixão pela ciência. Estão expostos cerca de 1.500 trabalhos, entre instalações, pinturas, esculturas e fotografias. http://www.salvador-dali.org/museus/teatre-museu-dali/en_index/ 

 

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Estes achados arrojariam ademais luz sobre a Idade de Bronze e sobre como as cidades-estados se formaram no período compreendido entre os anos 3.500 e 1.540 a.C. A descoberta, se confirmada, seria de suma importância para a arqueologia. A que poderia ser a cidade de Sodoma, célebre pelo relato bíblico, foi descoberta por arqueólogos estado-unidenses no sul de Jordânia. A equipe, dirigida pelo professor Steve Collins da Universidade Trinity de Novo México, assim o afirmou depois de ter trabalhado durante dez anos em escavações do projeto chamado Tall o-Hammam, no Vale do Jordão, informa Popular Archaeology. "A equipe de arqueólogos tem desenterrado uma mina de ouro de uma monumental e antiga estrutura revelando uma cidade-estado que dataria da Idade de Bronze, e que dominou a região do sul de Jordânia no Vale do Jordão", afirmou Collins, que procurou a localização do lugar baseando nos dados e referências do texto bíblico. Agregou que "a maioria dos mapas arqueológicos da zona estavam em alvo" antes de seus trabalhos ali. "O que temos em nossas mãos é uma importante cidade-estado que era desconhecida pelos eruditos antes de começar nosso projeto" conclui. CARACTERÍSTICAS DA CIDADE O lugar, segundo os arqueólogos, tem dois estratos, uma parte inferior e uma cidade alta. Ademais a cidade possui um muro de 10 metros de alto fato com tijolos de barro. Também há portas, torres e uma praça central. "Foi uma missão enorme, que requereu milhões de tijolos e, obviamente, um grande número de trabalhadores", sustentou Collins.Assim mesmo, a evidência de torres e portas, junto com algumas outras peças descobertas indicam que as fortificações da Idade de Bronze eram bem mais resistentes do que se pensava. A evidência arqueológica também indica que a vida da cidade chegou a um brusco desastre final. Os restos escavados mostram que se produziu na Idade de Bronze o apogeo da cidade para ter, no entanto, um final repentino e inexplicável para o final da Idade do Bronze que fez que esta antiga cidade se convertesse num páramo durante séculos. Fragmentos de cerâmica recuperados acreditam a exposição a níveis muito altos de temperatura, muito superiores ao que caberia esperar de um incendio ou um forno, algo que pode ser um indício do que ocorreu .Collins tem proposto a hipótese de que poderia ter sido resultado de uma 'explosão no ar ", como a de um meteorito. Algo similar já se documentou que ocorreu em Mesopotamia ao redor de 2200 aC. O resultado é que não teve na zona nenhuma forma de vida durante um período de 700 anos. Segundo o Antigo Testamento da Biblia, esta cidade junto a Gomorra, estava associada a uma grande maldade e pecados dos homens, e por isso foi castigada e destruída por Deus enviando uma 'chuva de fogo e enchofre' que destruiu completamente a cidade. Mais informação: Fazendo caso à história da cidade de Sodoma. Tweet Imprimir TAGS Biblia Ciencia Fé E Ciência Arqueología Sodoma E Gomorra 0 COMENTÁRIOS Se queres comentar ou ESTÁS EM: Protestante Digital - CIÊNCIA - Encontram uma cidade que poderia ser Sodoma PUBLICIDADE MAGAZINE DOMINGO 06 DE DEZEMBRO VER MAIS RECOMENDAÇÕES ISIS amenaza España Clérigo radical islámico explica las intenciones de los yihadistas. Rouco, biografía no autorizada José Manuel Vidal analiza al líder del catolicismo español. La laicidad que no llega Rafael Catalá en su toma de posesión como ministro de Justicia, con una Biblia. Protestante Digital é um diário online gratuito que se financía por meio da publicidade e patrocinadores. Para apoiar nosso trabalho e poder seguir desenvolvendo esta atividade de uma maneira aberta aos leitores, você pode fazer uma doação mediante PayPal ou fazendo uma transferência bancaria (com o assunto: Doação Protestante Digital). 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Uma equipe de arqueólogos afirma ter descoberto os restos da que poderia ser a cidade de Sodoma. Estes achados arrojariam ademais luz sobre a Idade de Bronze e sobre como as cidades-estados se formaram no período compreendido entre os anos 3.500 e 1.540 a.C. A descoberta, se confirmada, seria de suma importância para a arqueologia. A que poderia ser a cidade de Sodoma, célebre pelo relato bíblico, foi descoberta por arqueólogos estado-unidenses no sul de Jordânia. A equipe, dirigida pelo professor Steve Collins da Universidade Trinity de Novo México, assim o afirmou depois de ter trabalhado durante dez anos em escavações do projeto chamado Tall o-Hammam, no Vale do Jordão, informa Popular Archaeology. "A equipe de arqueólogos tem desenterrado uma mina de ouro de uma monumental e antiga estrutura revelando uma cidade-estado que dataria da Idade de Bronze, e que dominou a região do sul de Jordânia no Vale do Jordão", afirmou Collins, que procurou a localização do lugar baseando nos dados e referências do texto bíblico. Agregou que "a maioria dos mapas arqueológicos da zona estavam em alvo" antes de seus trabalhos ali. "O que temos em nossas mãos é uma importante cidade-estado que era desconhecida pelos eruditos antes de começar nosso projeto" conclui. CARACTERÍSTICAS DA CIDADE O lugar, segundo os arqueólogos, tem dois estratos, uma parte inferior e uma cidade alta. Ademais a cidade possui um muro de 10 metros de alto fato com tijolos de barro. Também há portas, torres e uma praça central. "Foi uma missão enorme, que requereu milhões de tijolos e, obviamente, um grande número de trabalhadores", sustentou Collins.Assim mesmo, a evidência de torres e portas, junto com algumas outras peças descobertas indicam que as fortificações da Idade de Bronze eram bem mais resistentes do que se pensava. A evidência arqueológica também indica que a vida da cidade chegou a um brusco desastre final. Os restos escavados mostram que se produziu na Idade de Bronze o apogeo da cidade para ter, no entanto, um final repentino e inexplicável para o final da Idade do Bronze que fez que esta antiga cidade se convertesse num páramo durante séculos. Fragmentos de cerâmica recuperados acreditam a exposição a níveis muito altos de temperatura, muito superiores ao que caberia esperar de um incendio ou um forno, algo que pode ser um indício do que ocorreu .Collins tem proposto a hipótese de que poderia ter sido resultado de uma 'explosão no ar ", como a de um meteorito. Algo similar já se documentou que ocorreu em Mesopotamia ao redor de 2200 aC. O resultado é que não teve na zona nenhuma forma de vida durante um período de 700 anos. Segundo o Antigo Testamento da Biblia, esta cidade junto a Gomorra, estava associada a uma grande maldade e pecados dos homens, e por isso foi castigada e destruída por Deus enviando uma 'chuva de fogo e enchofre' que destruiu completamente a cidade. Mais informação: Fazendo caso à história da cidade de Sodoma. Tweet Imprimir TAGS Biblia Ciencia Fé E Ciência Arqueología Sodoma E Gomorra 0 COMENTÁRIOS Se queres comentar ou
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Encontram uma cidade que poderia ser Sodoma Descobertos depois de dez anos de escavações no Vale do Jordão, a evidência arqueológica dos restos indica que aquela enorme cidade da Idade de Bronze teve um brusco final. Jerusalem 12 DE OUTUBRO DE 2015 13:00 h King Talal, Jerash Vista do alto de O-Hammam. montículo prominente no vale Uma equipe de arqueólogos afirma ter descoberto os restos da que poderia ser a cidade de Sodoma. Estes achados arrojariam ademais luz sobre a Idade de Bronze e sobre como as cidades-estados se formaram no período compreendido entre os anos 3.500 e 1.540 a.C. A descoberta, se confirmada, seria de suma importância para a arqueologia. A que poderia ser a cidade de Sodoma, célebre pelo relato bíblico, foi descoberta por arqueólogos estado-unidenses no sul de Jordânia. A equipe, dirigida pelo professor Steve Collins da Universidade Trinity de Novo México, assim o afirmou depois de ter trabalhado durante dez anos em escavações do projeto chamado Tall o-Hammam, no Vale do Jordão, informa Popular Archaeology. "A equipe de arqueólogos tem desenterrado uma mina de ouro de uma monumental e antiga estrutura revelando uma cidade-estado que dataria da Idade de Bronze, e que dominou a região do sul de Jordânia no Vale do Jordão", afirmou Collins, que procurou a localização do lugar baseando nos dados e referências do texto bíblico. Agregou que "a maioria dos mapas arqueológicos da zona estavam em alvo" antes de seus trabalhos ali. "O que temos em nossas mãos é uma importante cidade-estado que era desconhecida pelos eruditos antes de começar nosso projeto" conclui. CARACTERÍSTICAS DA CIDADE O lugar, segundo os arqueólogos, tem dois estratos, uma parte inferior e uma cidade alta. Ademais a cidade possui um muro de 10 metros de alto fato com tijolos de barro. Também há portas, torres e uma praça central. "Foi uma missão enorme, que requereu milhões de tijolos e, obviamente, um grande número de trabalhadores", sustentou Collins.Assim mesmo, a evidência de torres e portas, junto com algumas outras peças descobertas indicam que as fortificações da Idade de Bronze eram bem mais resistentes do que se pensava. A evidência arqueológica também indica que a vida da cidade chegou a um brusco desastre final. Os restos escavados mostram que se produziu na Idade de Bronze o apogeo da cidade para ter, no entanto, um final repentino e inexplicável para o final da Idade do Bronze que fez que esta antiga cidade se convertesse num páramo durante séculos. Fragmentos de cerâmica recuperados acreditam a exposição a níveis muito altos de temperatura, muito superiores ao que caberia esperar de um incendio ou um forno, algo que pode ser um indício do que ocorreu .Collins tem proposto a hipótese de que poderia ter sido resultado de uma 'explosão no ar ", como a de um meteorito. Algo similar já se documentou que ocorreu em Mesopotamia ao redor de 2200 aC. O resultado é que não teve na zona nenhuma forma de vida durante um período de 700 anos. Segundo o Antigo Testamento da Biblia, esta cidade junto a Gomorra, estava associada a uma grande maldade e pecados dos homens, e por isso foi castigada e destruída por Deus enviando uma 'chuva de fogo e enchofre' que destruiu completamente a cidade. Mais informação: Fazendo caso à história da cidade de Sodoma. Tweet Imprimir TAGS Biblia Ciencia Fé E Ciência Arqueología Sodoma E Gomorra 0 COMENTÁRIOS Se queres comentar ou
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Encontram uma cidade que poderia ser Sodoma Descobertos depois de dez anos de escavações no Vale do Jordão, a evidência arqueológica dos restos indica que aquela enorme cidade da Idade de Bronze teve um brusco final. Jerusalem 12 DE OUTUBRO DE 2015 13:00 h King Talal, Jerash Vista do alto de O-Hammam. montículo prominente no vale Uma equipe de arqueólogos afirma ter descoberto os restos da que poderia ser a cidade de Sodoma. Estes achados arrojariam ademais luz sobre a Idade de Bronze e sobre como as cidades-estados se formaram no período compreendido entre os anos 3.500 e 1.540 a.C. A descoberta, se confirmada, seria de suma importância para a arqueologia. A que poderia ser a cidade de Sodoma, célebre pelo relato bíblico, foi descoberta por arqueólogos estado-unidenses no sul de Jordânia. A equipe, dirigida pelo professor Steve Collins da Universidade Trinity de Novo México, assim o afirmou depois de ter trabalhado durante dez anos em escavações do projeto chamado Tall o-Hammam, no Vale do Jordão, informa Popular Archaeology. "A equipe de arqueólogos tem desenterrado uma mina de ouro de uma monumental e antiga estrutura revelando uma cidade-estado que dataria da Idade de Bronze, e que dominou a região do sul de Jordânia no Vale do Jordão", afirmou Collins, que procurou a localização do lugar baseando nos dados e referências do texto bíblico. Agregou que "a maioria dos mapas arqueológicos da zona estavam em alvo" antes de seus trabalhos ali. "O que temos em nossas mãos é uma importante cidade-estado que era desconhecida pelos eruditos antes de começar nosso projeto" conclui. CARACTERÍSTICAS DA CIDADE O lugar, segundo os arqueólogos, tem dois estratos, uma parte inferior e uma cidade alta. Ademais a cidade possui um muro de 10 metros de alto fato com tijolos de barro. Também há portas, torres e uma praça central. "Foi uma missão enorme, que requereu milhões de tijolos e, obviamente, um grande número de trabalhadores", sustentou Collins.Assim mesmo, a evidência de torres e portas, junto com algumas outras peças descobertas indicam que as fortificações da Idade de Bronze eram bem mais resistentes do que se pensava. A evidência arqueológica também indica que a vida da cidade chegou a um brusco desastre final. Os restos escavados mostram que se produziu na Idade de Bronze o apogeo da cidade para ter, no entanto, um final repentino e inexplicável para o final da Idade do Bronze que fez que esta antiga cidade se convertesse num páramo durante séculos. Fragmentos de cerâmica recuperados acreditam a exposição a níveis muito altos de temperatura, muito superiores ao que caberia esperar de um incendio ou um forno, algo que pode ser um indício do que ocorreu .Collins tem proposto a hipótese de que poderia ter sido resultado de uma 'explosão no ar ", como a de um meteorito. Algo similar já se documentou que ocorreu em Mesopotamia ao redor de 2200 aC. O resultado é que não teve na zona nenhuma forma de vida durante um período de 700 anos. Segundo o Antigo Testamento da Biblia, esta cidade junto a Gomorra, estava associada a uma grande maldade e pecados dos homens, e por isso foi castigada e destruída por Deus enviando uma 'chuva de fogo e enchofre' que destruiu completamente a cidade. Mais informação: Fazendo caso à história da cidade de Sodoma. Tweet Imprimir TAGS Biblia Ciencia Fé E Ciência Arqueología Sodoma E Gomorra 0 COMENTÁRIOS Se queres comentar ou
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Encontram uma cidade que poderia ser Sodoma Descobertos depois de dez anos de escavações no Vale do Jordão, a evidência arqueológica dos restos indica que aquela enorme cidade da Idade de Bronze teve um brusco final. Jerusalem 12 DE OUTUBRO DE 2015 13:00 h King Talal, Jerash Vista do alto de O-Hammam. montículo prominente no vale Uma equipe de arqueólogos afirma ter descoberto os restos da que poderia ser a cidade de Sodoma. Estes achados arrojariam ademais luz sobre a Idade de Bronze e sobre como as cidades-estados se formaram no período compreendido entre os anos 3.500 e 1.540 a.C. A descoberta, se confirmada, seria de suma importância para a arqueologia. A que poderia ser a cidade de Sodoma, célebre pelo relato bíblico, foi descoberta por arqueólogos estado-unidenses no sul de Jordânia. A equipe, dirigida pelo professor Steve Collins da Universidade Trinity de Novo México, assim o afirmou depois de ter trabalhado durante dez anos em escavações do projeto chamado Tall o-Hammam, no Vale do Jordão, informa Popular Archaeology. "A equipe de arqueólogos tem desenterrado uma mina de ouro de uma monumental e antiga estrutura revelando uma cidade-estado que dataria da Idade de Bronze, e que dominou a região do sul de Jordânia no Vale do Jordão", afirmou Collins, que procurou a localização do lugar baseando nos dados e referências do texto bíblico. Agregou que "a maioria dos mapas arqueológicos da zona estavam em alvo" antes de seus trabalhos ali. "O que temos em nossas mãos é uma importante cidade-estado que era desconhecida pelos eruditos antes de começar nosso projeto" conclui. CARACTERÍSTICAS DA CIDADE O lugar, segundo os arqueólogos, tem dois estratos, uma parte inferior e uma cidade alta. Ademais a cidade possui um muro de 10 metros de alto fato com tijolos de barro. Também há portas, torres e uma praça central. "Foi uma missão enorme, que requereu milhões de tijolos e, obviamente, um grande número de trabalhadores", sustentou Collins.Assim mesmo, a evidência de torres e portas, junto com algumas outras peças descobertas indicam que as fortificações da Idade de Bronze eram bem mais resistentes do que se pensava. A evidência arqueológica também indica que a vida da cidade chegou a um brusco desastre final. Os restos escavados mostram que se produziu na Idade de Bronze o apogeo da cidade para ter, no entanto, um final repentino e inexplicável para o final da Idade do Bronze que fez que esta antiga cidade se convertesse num páramo durante séculos. Fragmentos de cerâmica recuperados acreditam a exposição a níveis muito altos de temperatura, muito superiores ao que caberia esperar de um incendio ou um forno, algo que pode ser um indício do que ocorreu .Collins tem proposto a hipótese de que poderia ter sido resultado de uma 'explosão no ar ", como a de um meteorito. Algo similar já se documentou que ocorreu em Mesopotamia ao redor de 2200 aC. O resultado é que não teve na zona nenhuma forma de vida durante um período de 700 anos. Segundo o Antigo Testamento da Biblia, esta cidade junto a Gomorra, estava associada a uma grande maldade e pecados dos homens, e por isso foi castigada e destruída por Deus enviando uma 'chuva de fogo e enchofre' que destruiu completamente a cidade. Mais informação: Fazendo caso à história da cidade de Sodoma. Tweet Imprimir TAGS Biblia Ciencia Fé E Ciência Arqueología Sodoma E Gomorra 0 COMENTÁRIOS Se queres comentar ou
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